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@daniels009
AFIM
Acabei de dar play em um artista que acabei de descobrir que existe. Não sei se fico triste por não ter sabido da sua existência antes ou feliz por tê-lo descoberto exatamente no momento em que estou.
Zé Ibarra, não sei nada sobre você. Mas ouvi um trecho de Segredo enquanto voltava do trabalho pra casa. A música nem tocava alto, na verdade vinha do fone de uma menina que parou ao meu lado. Acredito que o fone dela era daqueles de R$10 que vendem no centro aqui de Mossoró. Estava mais para caixas de som do que para fone de ouvido, e ainda bem.
O trecho que escapou foi:
“Mas, se você quiser, eu viro um segredo seu.”
Foi essa frase que ficou na minha mente. Cheguei em casa e esqueci completamente dela, na verdade nem lembrava que tinha ouvido aquilo.
Mas, em algum momento da noite, a frase voltou. E, ao procurar por ela, eu enfim te achei.
Achei importante contar como te conheci, porque sinto que o Zé Ibarra vai passar muito tempo no meu fone daqui pra frente.
Segredo… eu não sabia o que vinha quando dei play nessa música. E que escalada deliciosa começou nessa quinta-feira à noite. Depois de me encarar loucamente por Segredo, descobri o álbum AFIM. Ouvi inteiro, querendo entender um pouco mais sobre o Zé e nossa.
Sabe aquela nostalgia que a gente sente por algo que nunca viveu? É exatamente isso que a sonoridade desse álbum provoca. Os anos 70 invadiram meus ouvidos, com uma mistura de Caetano Veloso jovem, Cazuza. Que coisa mágica. Imersiva. Sem firulas técnicas, mas com letras cativantes.
Obrigada, menina do fone.
Você não sabe, mas fez minha quinta à noite ir de 0 a 10.