Eloá
Eloá vinha mansa Serena E sem se cansar Eloá era dança Na cabeceira Na cama E no sofá Eloá era encanto Que se pendurava em cada canto Isso mesmo, canta Canta, Eloá

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blake kathryn
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Claire Keane
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𓃗

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YOU ARE THE REASON

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Andulka
he wasn't even looking at me and he found me

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we're not kids anymore.
I'd rather be in outer space 🛸

bliss lane

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@dizeres-da-alma
Eloá
Eloá vinha mansa Serena E sem se cansar Eloá era dança Na cabeceira Na cama E no sofá Eloá era encanto Que se pendurava em cada canto Isso mesmo, canta Canta, Eloá
Banal
Aberrações berravam besteiras sem igual E durante seus passos Passados Escassos Rasos Sentiam em sua pele de animal Tímidas tentações torrenciais e Chamados em chama ardente e capital A abandonar de vez um medo Assim Banal
Sou eu? Ou é você?
Meus espelhos são retratos
Que eu guardo de você
Que refletem e despedaçam
Infinitos do meu ser
Eu os quebro em mais pedaços
Só pra ver se vai caber
Você inteiro no cubículo
Que sou eu a resolver
Poderia dar uma olhada no meu tumblr? ♥
Oi! To simplesmente apaixonada pelos seus escritos, sério! Tu é mara <3
Shinjuku https://www.instagram.com/kenji.87/
Untitled by ruby james Via Flickr: skye moth by redd walitzki facebook instagram @akimuby
Encaixotei os beijos que você deu na minha alma e engarrafei as carícias que fez no meu coração, só pra eu me embriagar de você quando bater a solidão.
Sobre presente(s)
O presente é um radiante e curioso presente. Não tem laço, embrulho ou garantia, mas vem coberto por cápsulas que assassinam vida ou morte dia a dia. O presente acaba hoje. E amanhã vem novamente. O presente engana, entorpece a gente. O presente às vezes parece mais com um fardo. Às vezes é tão invisível, oculto e enclausurado que sua existência se esfarela na memória. O presente acorda a gente todo dia. Mas, nem sempre acordar é um presente.
"Eu quero ser a poesia de alguém."
- Dizeres da alma
A minha militância flagelada Fragmentos de histórias mendigadas Me consomem que nem bala de canhão E transgridem o oposto do oposto de regiões desconhecidas do meu coração O espelho já não reflete a mim Ouço zumbidos de memórias marmorizadas numa estrada sem fim Que difrata a libído de suspiros afins Enquanto distraio a metade que me resta em tons de marfim
Até o sol raiar Ela disse que chegaria Mas passou a luz do dia A noite e sua magia E ela não chegou Passou carnaval e finados Vendaval e um milhão de ventos calmos E ela não chegou Passou carro e bicicleta Gente andando e de muleta E ela não chegou Até que ela, isso mesmo, a minha vontade, também passou.
Complacências desnudadas em meio a fomas mal moldadas Destinos sinuosos que se emaranham em pedaços de lótus magnólias e pedregulho A Pedra mói o que resta do orgulho Corrosivo Um eu-todo-amargo Me destruo Uma sombra me persegue Tudo fica mais escuro Vá embora Não oculte minha visão De cego já me basta o coração