... e passo uma noite tomando todas nas tavernas do Porto
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@dombastiao
... e passo uma noite tomando todas nas tavernas do Porto
... e me convidam pra jantar com o Papa
... e alguém diz que só somos Estado por causa de um francês Origem francesa?
Desde o século VIII, grande parte da península ibérica estava sob domínio árabe, porém, no fim do século XI, com o início das Cruzadas, iniciou-se também o processo de reconquista por parte dos reinos de Leão, Castela, Aragão e Navarra. Na empreitada, foi necessário o auxílio do nobre francês Henrique de Borgonha que, em troca, ganhou as terras do chamado Condado Portucalense e se casou com a filha do Rei de Leão, D. Teresa.
... e sou discretamente cortejado pela Dona Leonor Teles
O amor de Leonor D. Fernando I assume o cargo de rei com a morte do pai, e a relação de seu governo com Castela acaba sendo algo que chama atenção. A princípio, tenta casar com a princesa Leonor de Castela, mas acabou se apaixonando pela esposa de um dos membros de sua corte (esta também possui o nome Leonor), o que causa a anulação do casamento desta, e logo depois D. Fernando se casa publicamente com ela, o que gera um grande desconforto no reino.
... e existem outros reinos que ainda não nos reconhecem como Estado
...e vejo os castelhanos fugindo do campo de batalha
Em Aljubarrota, o Exército Português numerava entre 6.000-7.000 homens, em comparação aos 30.000-40.000 castelhanos. Com o combate iniciado, a vanguarda castelhana, constituída em maioria por tropas auxiliares francesas, avança a cavalo sobre as fortificações portuguesas. Subindo um morro, e deparados com fortificações, as tropas franco-castelhanas são obrigadas a desmontar de seus cavalos (os que conseguem). Ao saber da falha do avanço inicial de seu exército, D. Juan I ordena o resto do seu exército (também em sua maioria, à cavalo) para avançar sobre as posições portuguesas. Desta vez os cavaleiros desmontam centenas de metros antes das posições portuguesas, e avançam o resto do caminho à pé. Só que mesmo assim, eles estariam subindo a encosta de um morro, sob o ataque de flechas dos arqueiros ingleses, e tentando avançar sobre obstáculos colocados pelos portugueses momentos antes da batalha. O que resulta é uma batalha entre tropas portuguesas descansadas no morro contra vários castelhanos cansados (os que sobrevivem a subida sob o perigo das flechas inglesas). Tudo isto acontece enquanto os cavaleiros das alas castelhanas permanecem montados, e só entram em ação após o exército castelhano já estava cansado e recebendo altas baixas. O pânico toma conta das forcas de Castela quando o estandarte do rei D. Juan I cai em batalha, ao verem isto as tropas castelhanas assumem uma fuga desorganizada e o rei de Castela também foge, ao ver o seu exército desorganizado e sendo perseguido morro abaixo pelos portugueses. Ao fim da batalha de Aljubarrota, havia 1.000 corpos anglo-portugueses mortos, enquanto os castelhanos sofreram 9.000 baixas, e mais 5.000 no dia seguinte pelas populações portuguesas nos arredores da batalha.
... e Pero Vaz me envia desenhos das indias com as vergonhas de fora
... e aviso o infante D. Henrique que iremos ao mar
... e os espanhóis acham que eu to indo pras Indias atrás de especiarias
... e tenho que assinar tratados com a Espanha
...e os castelhanos insistem em querer dominar o MEU REINO!