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@dossiedotempo
A verdade é que são dias difíceis e confesso que me perco fácil na multidão. O mundo parece girar ao contrário. Eu tenho medo da maldade, eu custo a me aceitar na rotina do dia a dia, meu coração é impressionável demais, eu me encanto com facilidade e de uma forma intensa pelo interior das pessoas, minha loucura é inventativa ao extremo e no final sempre quebro a cara, me fodo toda com minhas fantasias alucinantes. A culpa é minha de ter um coração que quer sempre voar, um corpo indócil que detesta viver e uma mente lisérgica e ofegante. E quando a coisa fica negra, meu pai sorri e diz que vai passar, artista é sempre assim, como se houvesse alguma dignidade em tudo isso. As vezes, chego a me convencer que, finalmente, tudo vai ficar bem. Mas, em algum momento nessa minha caminhada, eu tropeço em mim mesma e mergulho no meu abismo incurável. Eu sou uma pessoa fora de prumo, minha diagonal aponta pra queda, meu tempo na terra está por um triz.
Elisa Bartlett (via oxigenio-dapalavra)
Mais flores, por favor! Já estou farta de dores, moço.
A Escritora de Bar.
O amor não morde. O amor não assusta. O amor não dói. Eu achava que as coisas eram diferentes, que amor dava frio na barriga, insônia, congestão nasal, que arrancava pedaço, que deixava a gente nas nuvens, que era um susto sem fim. Não, o amor não é nada disso. A paixão nos provoca uma série de sofrimentos. E traz aquela sensação de borboletas no estômago. A paixão é um comportamento adolescente, que se emburra e devolve os presentes, que bate porta, que se acha grande coisa, que quase mata no grito, que dura uma semana ou duas.
Clarissa Corrêa
(18+)
Tem beijo que parece mordida, tem mordida que parece carinho. Tem carinho que parece briga, tem briga que aparece pra trazer sorriso. Tem riso que parece choro, tem choro que é por alegria. Tem dia que parece noite, e a tristeza parece poesia. Tem motivo pra viver de novo, tem o novo que quer ter o motivo. Tem aquele que parece feio, mas o coração nos diz que é o mais bonito.
O Teatro Mágico.
"We can stay in bed all summer."
Like Crazy (2011)
E no final das contas é tudo escuro, é sempre noite, e quase tudo é bobagem. A gente fica sozinho, bebe demais, lembra demais, pensa demais, bate em portas estranhas, há uma festa, a festa termina, não há final feliz ou infeliz, não há final, o dia amanhece, a chuva pára, se aconteceu alguma coisa ou nada aconteceu, não faz diferença. Aos poucos a gente acostuma e se enxerga.
Martha Medeiros (via florindo-me)
(via Tumbling)