Mas dentro do meu coração tem foto sua, tem saudade sua espalhada por todo lugar.
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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

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Mas dentro do meu coração tem foto sua, tem saudade sua espalhada por todo lugar.
man of the moment on mancandykings: Tom Hardy photographed in 2015
“Eu, modo de usar: Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Acordo pela manhã com ótimo humor mas… permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza. Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais. Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude. Eu saio em conta, você não gastará muito comigo. Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro, me deixe sozinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. (Então fique comigo quando eu chorar, combinado?). Seja mais forte que eu e menos altruísta! Não se vista tão bem… gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar às vezes, mesmo na sua idade. Leia, escolha seus próprios livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes. Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca… Goste de música e de sexo. Goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua família… isso a gente vê depois… se calhar… deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos… me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar… experimente me amar.”
— Martha Medeiros.
“Não volto mais. Não adianta resistir na janela, apertar o interfone, mexer as pernas com intranqüilidade, recorrer às paredes, avisar os parentes. Não volto mais. Podes arrumar a casa sem o café, virar o cinzeiro, dispensar os livros arranhados, os discos sublinhados. Não volto mais. Haverá espaço sobrando na mesa, na cama, no banho, no armário. Haverá espaço sobrando em teu ouvido. Não volto mais. Não sentirá o susto de ter adivinhado minhas idéias, o meu desespero em falar das novidades, os meus casacos espalhados nas cadeiras. Não volto mais. Não haverá jogos, apostas e brigas, o calendário permanecerá na mesma folha de novembro, não chegarei mais atrasado, a garrafa de vinho restará à toa, a chuva será água com gás. Não volto mais. Logo esquecerás o número de meus sapatos, o meu peso, o tamanho dos ternos, dos sonhos, dos fracassos. Não volto mais. Comprarás tudo em dobro: o amor, o xampu, os sabonetes, o pão, a comida. Pagarás tudo em dobro para consumir a metade. Jantarás de lado, com a televisão. Fecharás a casa deixando a tranca de dentro aberta. Manterás a esperança na escrivaninha. Não volto mais. Não identificarás as árvores e os colegas em teu trajeto pelo trabalho. Ninguém vai te ligar para entreter o cansaço. Não volto mais. Teu inverno demorará no escuro, teu verão demorará na luz. Não estarei esperando na porta. Faltará alguém para te elogiar. Não confiarás no espelho. Não volto mais. Tuas lembranças serão deserdadas, parte das fotos sumirão de repente, as cartas servirão de rascunhos. Deixarás de comer peixe com receio dos espinhos. Não volto mais. Me chamarás de filho da puta e conversarás com a minha mãe para saber de notícias. Me ofenderás por não te entender, por não te amar, por não insistir. Me julgarás sem direito a opinar. Convencerás tuas amigas que sou desleal, que não fui fiel, que não presto. Tomarás um porre para chorar, a verdade será maior do que a tua vontade de mentir. Não volto mais. O último beijo será o primeiro. Pastarás o pão com as migalhas irritadas, pastarás o papel com as vogais irritadas. Não volto mais. Vais odiar a sala limpa, as estantes alinhadas. Mandarás flores para teu endereço. Minha tosse não te acordará de noite. Não volto mais. Não faremos mais sinais em lojas, não subiremos as vozes no carro, não torceremos juntos. Não volto mais. Tentarás prever onde ando, com quem saio, com quem finjo. Meus cabelos serão nuvens pelo tapete. Retornará o medo de fantasmas, de versos. Não volto mais.”
— Fabrício Carpinejar.
“Colabora, pô. Tá tão fácil me ganhar.”
— Tati Bernardi.
“Senti muita saudade dessas suas risadas gostosas.”
— Gabito Nunes.
““Olho o céu com paciência. O azul não me cansa. Uma ave voando não significa que está partindo. Uma ave voando pode estar regressando.””
— Fabricio Carpinejar.
“Por isso que você é assim meio louco. Não teve amor. Todo mundo precisa ser amado. Isso arruinou com você.”
— Charles Bukowski.
“Às vezes não parece, mas você é adorável, garota. E se o mundo não tem dado a mínima pra você, o azar é do mundo, e não seu. E a sorte é nossa.”
— Gabito Nunes.
“Motivo de preocupação: seu whatsapp vibra mais que o seu coração.”
— Eu me chamo Antônio.
“Mulheres: gostava das cores de suas roupas; do jeito delas andarem; da crueldade de certas caras. Vez por outra, via um rosto de beleza quase pura, total e completamente feminina. Elas levavam vantagem sobre a gente: planejavam melhor as coisas, eram mais organizadas. Enquanto os homens viam futebol, tomavam cerveja ou jogavam boliche, elas, as mulheres, pensavam na gente, concentradas, estudiosas, decididas: a nos aceitar, a nos descartar, a nos trocar, a nos matar ou simplesmente a nos abandonar. No fim das contas, pouco importava; seja lá o que decidissem, a gente acabava mesmo na solidão e na loucura.”
— Charles Bukowski.
“Me entenda. Eu não sou como um mundo comum. Eu tenho a minha loucura, eu vivo em outra dimensão e eu não tenho tempo para coisas que não têm alma.”
— Charles Bukowski.
“Puxe meu quadril, morda meu queixo, bagunce meus cabelos, esfregue seu peito em minhas costas. Toque minha lombar, aperte minhas vértebras, me dê a mão, respire perto de mim, me faça rir, um omelete, um cafuné no sofá. Não sou uma floresta intocada. Sou uma mulher novamente virgem minutos depois que sua mão me abandona. Deguste meus cheiros, fareje meus gostos, beije minhas cores.”
— Gabito Nunes.
Trecho de “meu verdadeiro amor em Atenas”, Charles Bukowski.
As pessoas*