Na busca incessante por nossas origens, nos prendemos à varias teorias. Queremos saber quem somos, de onde viemos, pra onde vamos. Acho bobagem querer saber dessas coisas. Eu por exemplo, vou seguindo com essas dúvidas e deixando as respostas armazenadas na nuvem, qualquer coisa é só baixar, fazer um _download_ espiritual através do meu dispositivo chamado *fé*. Na minha teoria e, na melhor das hipóteses, eu vim do pó, do barro, da lama. Minha vida é um sopro. Sou obra do acaso, criatura, sou projeto da criação. Sou rascunho a grosso punho, rabiscado com ousadia, sem muita pretensão. Minha história foi escrita à lápis, vira e mexe o senhor #Tempo apaga e tenta reescrevê-la com um final diferente. São tantos finais. Fim do dia, da semana, do mês, do ano. Sabe lá *QUANDO* termina. Sabe lá quantas vidas eu tenho, sabe lá quantas vezes morri. Morri de amor, de temor, de vontade, de medo, de esperança, de solidão... Sabe lá *COMO* termina, mas termina. Sabe lá a hora que minha _estória_ se tornará História e, dessa vez escrita a caneta (com final feliz e tinta permanente por favor). Há quem saiba de tudo, há quem já tenha o final escrito. Há quem una passado e futuro dando sentido ao presente. Há quem _manje_ dos paranauê. Eu não sei, eu sei de nada( e _nada_ é uma palavra esperando tradução). Enquanto isso, vou curtindo os finais que me restam (principalmente os de semana), renascendo mais forte a cada ciclo e sendo a obra do acaso de um artesão e escritor que já sabe de tudo antes mesmo de eu chegar aqui. Vou seguindo e sendo obra desse verdadeiro artista chamado #Deus