nome completo. jeon seokjin. • nome americano. elliot. • apelido. jin / seonie. • etnia. coreana. • data de nascimento. 10.09.2001. • local de nascimento. nova iorque, eua. • mbti. infp-t. • gênero. homem cis. • pronomes. ele/dele. • sexualidade. panssexual. • idiomas. coreano, inglês e ksl/asl (linguagem de sinais). • altura. 175 cm. • porte físico. atlético musculoso. • cor dos cabelos. preto. • cor dos olhos. castanho escuro. • ocupação. influencer de viagem (elliot around the world). • grau de educação. graduação em visual arts e art history / cursando pós-graduação em modern & contemporary art, critical & curatorial studies, na columbia university. • atual moradia. kombi home. • bicho de estimação. dois huskys chamado medusa e medea. • lista de medos e fobias. tem medo de escuro ou da noite, tem medo de ferimentos ou de se machucar, tem medo da morte no geral, medo de passar vergonha ou de fracassar, tem medo de qualquer tipo de arma, tem medo de altura, possui receio e evita ao máximo brigas, discussões acaloradas ou qualquer tipo de agressividade direta. E a sua lista de fobias inclui: astrofobia, thalassofobia, ofidiofobia, petrofobia. hemofobia e entomofobia (desde criança, desenvolveu reações alérgicas graves a picadas de insetos, o que fez com que ele crescesse com extrema vigilância e desconforto em ambientes naturais. mesmo quando os insetos não representam perigo, ele evita grama alta, trilhas, ou lugares com muita vegetação, e sempre carrega medicamentos antialérgicos por precaução).
resumo.
❛ㅤㅤ━━ㅤㅤFilho de mãe coreana e pai americano, Elliot Jeon nasceu e cresceu em Bedford-Stuyvesant, um bairro majoritariamente negro no Brooklyn, após sua família imigrar da Coreia do Sul em busca de uma vida melhor. Criado sob expectativas rígidas e preconceitos culturais, foi pressionado desde cedo a ser forte e valente, apesar de sempre ter sido sensível, introspectivo e avesso à violência. Mesmo com físico atlético e anos de esportes forçados, sua paixão sempre esteve na arte — caminho que seguiu ao se formar em Artes Visuais e mais tarde ingressar em uma pós-graduação em História da Arte.
Hoje, Elliot é um influenciador de viagens conhecido por seu canal "Elliot pelo mundo", onde une turismo e arte com um olhar poético e educativo. Viajando pela Europa em uma kombi adaptada, ele se reencontra com fragmentos de si — sem saber que, em uma vida passada, foi Perseu, o lendário herói grego. Diferente da figura corajosa e guerreira que foi, Elliot evita conflitos, tem inúmeras fobias e não suporta violência. Ao chegar no Hotel Aletheia para uma estadia por permuta, percebe que ali há algo diferente. Talvez seja o lugar onde, finalmente, possa unir quem é hoje ao que um dia foi — e descobrir que a verdadeira coragem está em aceitar sua própria essência.
mais informações abaixo.
personalidade.
❛ㅤㅤ━━ㅤㅤÉ feito de contrastes delicados, à primeira vista, ele parece ser alguém confiante, extrovertido e acostumado com o brilho das redes sociais — nesse caso, de fato ele é, mas por trás das câmeras, há um jovem sensível, introspectivo, que vê o mundo com uma mistura de fascínio e cautela. É movido pela arte e pela beleza dos detalhes, sempre foi mais interessado naquilo que é sutil do que no que grita por atenção. Tem uma alma gentil, avessa a confrontos, que prefere trabalhar com o diálogo do que com conflitos. Ainda que tenha crescido ouvindo que precisava ser mais forte, mais corajoso e mais competitivo, ele sempre soube que a sua força estava em outro lugar: na empatia, no olhar artístico e na maneira como transforma experiências comuns em histórias marcantes. Ele sente tudo com muita intensidade, carregando os seus medos como quem carrega cicatrizes abertas, mas mesmo assim, escolhe seguir, ainda que devagar e até mesmo meio trêmulo. É curioso, engraçado e dono de um humor leve, quase irônico, e prefere rir de si mesmo a levar a vida a ferro e fogo. Apesar de não se achar a pessoa mais corajosa do mundo, a sua maior bravura talvez esteja em continuar tentando ser ele mesmo nesse mundo maluco que fica querendo moldar as pessoas.
biografia.
❛ㅤㅤ━━ㅤㅤEm períodos obscuros da história, famílias fugiram de seus lares para ter uma vida, não pra vencer ou se tornar alguém melhor, apenas para viver. E foi assim que a família Jeon deixou o interior da Coreia do Sul para viver na América, com a promessa de ter uma vida plena e segura. O que, claro, foi um mero engano. Conhecidos por ter uma grande franquia de lojas com produtos de estéticas, foi o ofício escolhido para sobreviver as dificuldades que a vida estavam lançando no caminho deles, junto com o enorme preconceito que partia daqueles que viviam por lá, algo que souberam como lidar quando fizeram amizades no bairro majoritariamente negro no qual viviam. E foi em Bedford-Stuyvesant que Seokjin nasceu e cresceu, com o pai americano e a mãe coreana, Seokjin precisou registrar um nome americano para que não sofresse com bullying (foi exatamente assim que o agente falou com os pais na hora de registrar o filho).
Mas antes de continuar a história dele, é preciso entender quem ele foi em uma de suas reencarnações, no caso, a milhares e milhares de anos atrás, Elliot foi Perseu que sempre foi lembrado como o matador da Medusa, o salvador de Andrômeda e como um símbolo de bravura, era direto, objetivo, forte e destemido, carregando com ele a responsabilidade de vencer monstros usando apenas uma espada e um escudo. Se Elliot fosse alguém que acreditasse em histórias como essa, não entenderia como ele poderia ter sido um grande herói se, desde criança, nunca foi alguém valente e carrega uma longa lista de medos e fobias, sofreu bullying na escola e não foi pelo nome de registro, mas por ter desmaiado na aula de dissecação de sapo, ouvia desde criança de seus pais e familiares que precisava ser mais forte, mais valente e menos frouxo, sendo obrigado a fazer diversas aulas de lutas diversas, desde boxe até judô só para não ser mais covarde, o que não deu certo.
Elliot sempre preferiu observar o mundo pelas lentes da arte e não pela força bruta, apesar de ter um físico de lutador e detestar todos os esportes que praticou na vida, foi exatamente o seu excelente desempenho que fez ele entrar na faculdade, mas apesar de ter iniciado a vida acadêmica com direcionamento para direito, terminou a faculdade com a formação em artes visuais, a contra gosto de seu pai. E mesmo que tenha sido atleta durante todo o período acadêmico, desistiu da carreira esportiva na terceira lesão que teve em mais um dos diversos campeonatos que participou e isso não foi muito bem aceito pela família, que o obrigou a trabalhar em uma das várias lojas que tinha no bairro. E foi aí que ele começou a fazer o seu conteúdo na internet, começou mostrando a sua vida em Nova Iorque, depois passou a mostrar as viagens que fazia com a família para a Coreia do Sul, decidiu arriscar em uma viagem até a China quando percebeu que era exatamente esse tipo de conteúdo que estava dando muito dinheiro.
E aí, ele decidiu fazer aquilo que a família pareceu odiar só com a menção de seu plano: se tornar uma viajante itinerante, comprou uma kombi e gastou uma grana boa para reformular o automóvel para que pudesse viajar em segurança. E foi assim que ele iniciou o seu conteúdo relacionado a viagens e, também, explorar aquilo que ele sabia relacionado a arte, sempre com viagens educativas e bastante interessantes sobre turismo e arte. O seu interesse na Grécia partiu da pós que fazia a distância, juntando com o interesse de alimentar o seu canal “Elliot pelo mundo”, decidiu seguir uma jornada pela Europa com o olhar voltado aos detalhes esquecidos, os pequenos gestos e as ruínas que contam histórias. Elliot não faz ideia de que um dia já foi um grade herói, ele duvidaria muito se alguém lhe contasse, pois nem consegue se imaginar como um guerreiro sendo o completo oposto, evitando sempre conflitos, detesta violência e qualquer coisa ligada a isso, e entra em pânico com a ideia de ter que matar algum ser vivo.
Chegou no hotel Aletheia com uma negociação de permuta, trazendo com ele toda a imagem e os milhões de seguidores que tinha em suas redes sociais, diferente de suas outras experiências, sentiu que ali, ficaria por mais tempo e acabaria trazendo mais conteúdo do que era esperado. Elliot procura redefinir o que ele acredita que seja coragem, mudar as perspectivas de seus pais que ainda sonham com um filho doutor, como gostam de dizer. Ele precisa encontrar nessa nova viagem uma nova versão dele mesmo, unindo a sua essência atual com a do passado, e nesse processo, talvez perceba que o verdadeiro monstro a enfrentar não está do lado de fora.
Apenas a necessidade de melhorar o seu equipamento que fez com que Elliot fosse até o shopping, como um verdadeiro apoiador do consumo de atividades cem por cento ligado ao turismo ambiental, dificilmente ele mostrava o lado de consumo financeiro dos lugares onde visitava, mas as necessidades levavam a isso. Acabou criando alguns conteúdos daquele passeio, mostrando como era o shopping, a praça de alimentação e até mesmo a área de lazer, o que tinha de novidade. Depois de algumas filmagens e a compra do equipamento que ele precisava, decidiu comer alguma coisa e foi aí que encontrou o músico.
Joshua é uma pessoa no qual nutri uma enorme admiração principalmente pela fase emo que fez ele acompanhar a sua banda. Por isso que sempre parecia empolgado demais quando estava perto dele, com um sorriso largo e uma vontade de fazer mil perguntas, mas como uma pessoa mais introvertida, acabava ficando no básico. "Quer comer alguma coisa comigo?" Talvez o pensamento acelerado tenha ajudado, mas Elliot tinha planejado uma sequência de etapas na conversa antes de chegar no convite e acabou ultrapassando todas elas. "Desculpa, Oi. Você deve tá pensando... Você é bem direto, não é mesmo?" Engrossou a voz para falar ao menos um pouco próximo do tom da voz do músico.
Estava sentado ali fazia um tempo, qualquer pessoa que assistir o filme uma linda mulher, deve ter feito o mesmo tipo de questionamento quando a Vivian descobriu que o Edward tinha medo de altura vivendo no quarto da cobertura do hotel. E é quase o mesmo sobre Elliot, se fosse evitar todos os seus medos, viveria como? Seria quem? Escolheu ser um influencer também nos desafios de fazer o seu conteúdo que envolvia todos os seus temores. E é por isso que fazia vídeos de viagem em lugares paradisíacos mesmo tendo fobia do mar, trazendo ele até aquela ilha onde um dos seus maiores medos estavam envolta do pedaço de terra que vivia. Assim como, tinha medo de altura e estava no bar da cobertura aproveitando o ambiente, curtindo a música e bebendo os drinks coloridos de sabores diferenciados que eles serviam.
A câmera polaroid estava em sua mão quando decidiu tirar uma foto da paisagem, do outro lado da janela, com aquele vidro na sua frente, ele se sentia seguro e só por isso que ele estava ali, com uma câmera direcionada para o descanso do sol na sua frente, o alaranjado no céu fazia uma luz bonita invadir o lugar, então precisava aproveitar para criar fotos bonitas pra sua coleção. Estava se posicionando quando esbarrou em alguém, o que fez a bebida derramar toda, molhando a lateral da sua roupa. "Ah, meu Deus... perdão!" Falou ao perceber que se tratava de um funcionário e sabia muito bem o que aconteceria depois do acidente. "Caramba, o estrago que eu fiz... deixa que eu pago esses drinques, é... só me dizer... o que é isso aí?"
— Então travelers, hoje decidi explorar uma parte da ilha que vai exigir muito da minha paz, porque nós vamos para uma trilha muito famosa na região. - Foi assim que Elliot começou a gravação de seu vlog, um dos diversos conteúdos que estava fazendo em sua estadia na ilha e, desde o começo, ressaltava a ligação de tudo o que fazia com o hotel, já que eram pacotes diretamente propostos para as hospedagens, era importante manter a publicidade já que era o que estava pagando a sua estadia no lugar.
A companhia para o passeio não foi de escolha própria, fazia parte do conjunto de decisões que o hotel tinha a liberdade de fazer já que não estava pagando com dinheiro e sim com o enorme número de seguidores que tinha. Hadrian lhe despertou um enorme interesse, era óbvio que o conhecia já que era conhecido por diversas publicações, artigos e livros de história que alguns ocupavam a sua estante fixa da kombi onde vivia. Depois de uma introdução legal e algumas filmagens do que estava fazendo, sentindo a roupa grudar com a camada de suor, ouviu alguém perguntar se já estava acabando, deduziu que fosse o seu companheiro de trilha, ainda que tivesse mais pessoas ali além deles. “Você não vai gostar da resposta.” Disse entre risos, virando o rosto em sua direção. "Está curioso sobre o que relacionado a essa trilha? Eu... bem... estou querendo alimentar alguns mistérios que existem por aqui... mesmo que eu esteja apavorado com o fato de ter muitos insetos nesse caminho"
O corpo estava colado contra a parede, as mãos tremiam muito enquanto uma parecia tentar segurar o seu coração, a outra era pressionada contra o concreto atrás dele. Qualquer pessoa que o visse daquela maneira imaginaria que o rapaz estava se escondendo de algum assassino ou perseguidor perigoso que estava caçando-o, mas ele só estava com medo, um pavor quase insano do corredor escuro que levava até o seu quarto. A luz de presença não funcionou e ele não conseguiu seguir, não era igual a sua fobia que lhe arrancava o ar e fazia até desmaiar, mas o seu medo era tão forte e intenso que ele realmente parecia que poderia morrer ou sumir se mergulhasse naquela escuridão.
As pernas bambas fizeram o garoto se sentar no chão, a fina camada de suor junto ao tom pálido de sua pele levemente bronzeada também estava reforçando a imagem de quem estava apavorado. Quando a mulher apareceu, as lágrimas acumuladas no canto dos olhos não conseguiram mais se sustentar naquela espaço minúsculo e deslizaram pelo seu rosto sem cuidado nenhum. "Não me deixa... sozinho... por favor" Se em outra vida fosse visto pela figura divina que o encontrava agora, seria motivo de piada, como pode? Um dos maiores heróis existentes na mitologia se resumir a isso? Mas Elliot era apenas um garoto de vinte e quatro anos tentando não deixar o medo engolir ele, mas as vezes falhava muito. "Fica aqui comigo... me deixa segurar a sua mão"
Na vida passada, Perseu teve uma forte ligação com a beleza em dois momentos cruciais da sua história: no seu nascimento, concebido por Zeus através de uma chuva de ouro, simbolizando a fertilidade e o céu, e ao apaixonar-se pela bela Andrômeda, que libertou de um sacrifício a um monstro marinho, e com quem se casou. Naturalmente que Elliot carregaria ainda nessa vida, um pouco desse fascínio pelo belo, mesmo que seja coisas simples e singelas como um jardim.
Se o hotel aletheia já ganhava muito pela sofisticação, definitivamente eles tinham o domínio da construção estética até mesmo de um simples jardim, porque Elliot já tinha gasto pelo menos uma dezena de filtros em fotos diversas em sua máquina de fotografia instantânea, quando viu mais um elemento de seus pavores na parado no ombro da mulher ao seu lado. "Céus" Sussurrou de uma forma em alerta demonstrando o seu medo naquele ato. “Não mova nem mesmo o dedo mindinho.” Continuou falando dando alguns passos para trás, enquanto a abelha estava apenas descansando no ombro dela, em uma tentativa de se manter longe do inseto e também, que pudesse chamar alguém para resolver aquele caso. "Por favor!"
ooc. chamei o pessoal no chat, mas preciso de jogos e eu vi que a comunidade de starter tá sem jogos atuais, só com starter calls ocupados já. por isso estou aqui pedindo que me deem esses joguinhos. por favor.
primeiro passo: escolha um lugar para onde ir.
segundo passo: escolha uma sentença: aqui, aqui e aqui.
[ 🔒 ]ㅤ.ㅤwhat is a secret they’ve sworn never to tell ?
[ 🧨 ]ㅤ.ㅤwhat’s the quickest way to set them off, even if they hide it well ?
[ 📜 ]ㅤ.ㅤis there a story they love sharing with others ?
[ 🗡️ ]ㅤ.ㅤwhat is a scar that they have but never talk about ?
[ 🔒 ]ㅤ.ㅤNão existe um segredo assim, quer dizer, quando pendem segredo pra ele, ele guarda muito bem e jamais vai contar algo que não é sobre ele, muito menos sobre algo que não diz respeito a ele. Mas de fato, algo que ele esconda, não existe, ele é franco até demais.
[ 🧨 ]ㅤ.ㅤInjustiça, parece meio clichê, mas quando ele sente que algo muito errado ou muito injusto está acontecendo, ele fica visivelmente irritado. Não consegue esconder de maneira nenhuma e as vezes até pode se envolver na situação de alguma maneira, ainda que ele se arrependa depois, principalmente se envolver violência.
[ 📜 ]ㅤ.ㅤExistem milhares, precisa escolher uma. Ele adora dividr história, principalmente as que ele vivenciou, por isso ele tem um canal no youtube. As vezes ele se acha um verdadeiro contador de história, simplesmente por amar fazer isso.
[ 🗡️ ]ㅤ.ㅤNão existe nada fisicamente que ele nunca fale, mas muitas questões psicológicas que ele jamais falou e continuará assim, como a maneira como a família dele lidava com os medos que ele tinha, entre outros.
17. Da sua decisão de viver em viagens em uma kombi, enfrentou alguns momentos estressantes que fez ele se arrepender diversas vezes pela decisão tomada. Não que ele fique muito nessa kombi quando decide parar em um lugar, mas a viagem em si é um tanto quanto estressante.
18. A primeira vez que apanhou na escola, Elliot já sabia se defender e sabia muito bem o que fazer naquele momento, mas preferiu não agir porque não queria machucar ninguém, só que ele notou que as pessoas que bateram nele não pensavam assim, apenas machucaram ele sem pensar muito em como ele ficaria, então é uma memória que mudaria se pudesse.
19. Se for da forma como eu entendi, é o sonho que ele tem constantemente e que tem dificultado o sono tranquilo dele. Elliot sempre sonha com olhos muito verdes, estátuas de pedra com pessoas em poses um tanto estranhas, e uma voz feminina pedindo socorro em um tom muito doce, mas também carregada de temor.
7. A memory they want to forget // 12. A happy memory
7. Uma crise alérgica após levar uma picada de formiga que levou Elliot até o hospital, no qual ficou internado por alguns dias, por muito pouco não acabou morrendo. E se tornou um grande trauma que desenvolveu nele a fobia relacionada a insetos.
12. Quando conseguiu passar na universidade de artes, mesmo que os pais não tenham recebido a notícia muito bem, ele ficou muito feliz, mesmo que sozinho no quarto e comemorando em silêncio, ele realmente ficou feliz.
[] . what's a truth about themselves they refuse to admit?
[]. what kind of drunk are they?
what kind of letter would they write but never send?
[]. what is a scar that they have but never talk about?
. what's a truth about themselves they refuse to admit?
Ele se recusa a admitir que escolheu a profissão errada, não a de trabalhar com arte, mas a de ser influencer. Ele focou tanto no quanto ele estava ganhando com isso que esqueceu do que ele realmente gosta. Se pudesse mudar as coisas na vida virtual, ele faria, mas ele precisa do dinheiro.
. what kind of drunk are they?
Ele é do tipo que fica falante, faz muitas perguntas e que sai pra conversar com pessoas aleatórias, sentar na mesa de estranhos e fazer amizade com qualquer um, o que é muito perigoso. Ele é bem fraco com bebida porque não tem o hábito de beber, então se por acaso encontrar ele por aí com as bochechas avermelhadas e mais sociável do que o normal, por favor, cuide dele por mim.
.what kind of letter would they write but never send?
Carta romântica, na verdade ele tem algumas que ele guardou e não são apenas da adolescência ou do período escolar, Elliot viveu muitos amores platônicos na vida, então ele provavelmente deve ter escrito uma carta pra você em algum momento da vida.
. what is a scar that they have but never talk about?
Cicatriz física? Nenhuma, mas psicológico ele tem uma no qual não consegue dividir, e envolve a forma como os seus medos e as suas fobias foram tratadas desde a infância. O simples fato do seu pai questionar, constantemente, a sua masculinidade só por ter algum medo fez com que ele não conseguisse dividir as suas inseguranças com ninguém, ele sempre vai negar se tiver alguma coisa lhe incomodando, e isso inclui todos os medos dele.
O quão esquisito era o medo que estava sentindo naquele momento, era uma cena no mínimo constrangedora, Elliot, com os seus 1,75 m escondido atrás de que parecia ser, no mínimo, uns 10 centímetros mais alto que ele, usando-o de escudo contra um... "Ai, Luke... ele tá vindo pra cá, por favor" Disse ao ver a abelha rodeando mais perto deles, chegando a quase tocar em Luke. "Não mata ela... mas... também não deixa ela chegar perto de mim" Disse com um pavor quase assustador em sua voz. Um tapa e poderia resolver aquilo, mas Elliot não só tinha esse sentimento de empatia a um inseto, mas também o medo de acabar sendo picado na tentativa de se desvencilhar do animal e aí está o seu medo maior, a reação que o seu corpo pode ter com a picada em si. "Aigoo aigoo" Grunhiu enquanto andava para trás e puxava o homem maior com ele.
[ 💭 ]ㅤ.ㅤdo they believe they’re worthy of being loved ?
[ 🌪️ ]ㅤ.ㅤwhat’s the one choice they regret (not) making ?
[ 🍃 ]ㅤ.ㅤdo they feel like they belong ?
[ ⚓ ]ㅤ.ㅤwhat does “home” mean to them ?
🦇 - Existe uma fobia que ele não fala, descobriu ainda na adolescência e é esquisita demais para dividir com alguém: que é a petrofobia*, no caso, ele morre de medo de virar uma estátua de pedra.
💭 - Na verdade, não. Ele sempre viveu amores platônicos e isso fez com que ele acreditasse que ninguém nunca vai amar ele.
🌪️ - Não tem nada com o que ele se arrependa no quesito escolhas, o simples fato de ter ido contra a própria família apenas para seguir o seu sonho mostra que ele se arriscou até demais pra isso.
🍃 - Na verdade ele sente que pertence ao mundo, as viagens não serviram apenas para o trabalho de influencer, conhecer o mundo tem sido uma experiência e tão poderosa que ele não consegue se ver fazendo outra coisa.
⚓ - Lar não é um lugar para Elliot, é um sentimento, aquela kombi lhe parece mais com um lar do que a casa de seus pais.
Existem coisas completamente inexplicáveis no mundo e Elliot não era estúpido em não perceber isso, vivenciar algo assim era um ponto que ele não sabia que era possível. E desde o dia que viu Haneul entrar pelo hotel, sentado no saguão e observando os movimentos do rapaz com as suas malas, fazendo o check-in, desde aquele momento, Elliot sentiu uma sensação esquisita de que já tinha visto esse cara em algum lugar. E não foi um deja vu leve ou sentimento estranho de já ter encontrar por acaso, era algo muito forte que dominava o seu coração de tal forma, como se tivessem vivido alguma coisa no passado.
Ouvir aquelas palavras dele, sentados os dois na beira da piscina só reforçava que, talvez, apenas talvez, eles estejam dividindo o mesmo sentimento sem precisar trocar duas palavras sobre isso. "Eu sinto a mesma coisa" Respondeu timidamente, balançando as pernas na água e fazendo ondinhas que deformavam os azulejos decorados. "Pra ser sincero, sinto que nos conhecemos em algum lugar, sei lá... talvez em uma vida passada" Riu, por achar que estava falando uma grande bobagem.