Cena mais louca que tenhas feito sexualmente?
acreditar que era amor 🤡
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PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
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KIROKAZE
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One Nice Bug Per Day

Kiana Khansmith

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Sade Olutola

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@embriaguezlirica
Cena mais louca que tenhas feito sexualmente?
acreditar que era amor 🤡
o que seria esse 92 na sua bio?
o número de flexões que não consigo fazer
Daí ter bloqueado um pouco, acho que está a faltar algo… mas eu conto-te a sinopse e depois dás-me o teu feedback
Só tens um fã número 1 😂
se soubesses a quantidade de gente que diz isso
Eu tenho um rascunho, um dia mando-te a sinopse porque já sabes quem sou 😂, é uma ideia que tive quando era adolescente junta várias coisas que eu adoro…mitologia
O mundo conhece a história errada, conhece de uma forma misógina e sexista mas na minha história estou a contar num pov de uma mulher a história real mas fiquei bloqueado 😂
sei? então porquê anónimo?
sinto que têm sempre a minha memória em melhor consideração do que deveriam, eu nunca me lembro 🥴
um homem a projectar o que seria ser mulher injustiçada? ui. cuidado, não desfazendo a imaginação masculina, mas é preciso ter um tacto para isso que é pouco comum de se ver..
Tens alguma nos teus rascunhos que consideras a tua obra prima mas que continua parada por estares sem inspiração? Ou não tens rascunhos de todo?
tenho muitos rascunhos mas são sempre ideias que não se desenvolveram. não tenho obras-primas, são só coisas que faço: umas de que gosto mais e umas de que gosto menos.
Esse teu texto aconteceu na realidade ou é pura fantasia?
a grande maioria aconteceu, de facto. só não no mesmo momento ou com as mesmas pessoas. é uma espécie de colagem de eventos de que gostei, um cadavre exquis de memórias que depois se vão organizando e tornando coerentes.
Qual é a sensação de escreveres? De poderes por o que pensas e o que sentes em papel? É uma felicidade? Vergonha? Sentes-te exposta emocionalmente? Ou um misto de emoções?
escrever sempre foi uma forma de processar coisas. hoje em dia, não sei o que aconteceu a esse processo mas já não o sinto como necessidade.
ainda assim, há palavras, expressões e estórias que persistentemente vão aparecendo na minha cabeça e não abandonam até que as escreva. parece mais um alívio do que outra coisa qualquer.
PROPRIEDADE
pouco depois de estarmos a viver juntos, ele foi convocado para uma viagem de negócios num qualquer país europeu. no dia do voo, antes de nos levantarmos e depois de termos fodido, disse que, como não teria nenhum tipo de acção nos dias seguintes, eu também não poderia. proibiu-me de me tocar, de usar o meu satisfyer ou qualquer outro brinquedo. apesar de achar a ideia de acumular tesão até ao seu retorno deliciosa, também me parecia difícil de pôr em prática.
mantive-me forte por dois dias. a viagem duraria três e a antecipação de o ter de volta, para mim, cheio de vontade estava a mexer comigo. tentei ler, arrumar a casa, focar-me no trabalho mas todos os tecidos que me tocavam e todas as superfícies que os prendiam, iam-me deixando mais e mais molhada. não resisti e toquei-me até me vir. respeitosamente, não o fiz durante muito tempo: queria apenas um alívio momentâneo para me ajudar a concentrar de novo no meu dia e decidi que não lhe contaria.
horas passaram e avisou-me que tinha aterrado e pediu-me que o fosse buscar à estação, sem cuecas. acedi com entusiasmo.
quando entrou no carro, beijou-me como se meses tivessem volvido, deixando-me pronta a ser tomada. como sabia o efeito de um bom beijo em mim, beijou-me então o pescoço enquanto descia os seus dedos pelo meu peito e logo então entre as minhas pernas. quase sem resistência, inseriu dois dedos em mim, seguidos de um suspiro pesado. estava ansioso por chegar a casa.
no caminho, restou a sua mão entre as minhas coxas para que pudesse sentir o calor que de dentro de mim emanava e regozijar-se no efeito que tinha.
chegados, o frenesim era palpável em nós e ainda antes de fechar a porta, encostava-me à parede para uma sequência de beijos molhados e mãos cheias.
perguntou-me então se me tinha portado bem e cumprido com o combinado. hesitei. o meu estado de excitação não me permitiu esconder que tinha faltado ao acordo e ele apercebeu-se disso. a sua expressão mudou.
rispidamente disse-me que, se já tinha tido prazer sem pensar nele, que agora era a vez dele. que apenas me iria usar sem qualquer consideração sobre o meu prazer. que, como punição, iria usufruir de todos os meus buracos conforme quisesse, sem que eu tivesse uma palavra no assunto e que, na eventualidade de me ouvir gemer, pararia. isto era para ele e apenas ele, eu seria um utensílio.
na minha mente, pensava apenas em formas de o provocar e um sorriso escapou dos meus lábios. ao aperceber-se, disse que não estava a brincar e que o iria comprovar.
segui-o até ao quarto pela mão. pediu-me, gentilmente, que me debruçasse sobre o camiseiro. afastou o meu cabelo, beijou-me as costas. subiu a mão pelas minhas pernas e encaixou-a na minha humidade. suspirei. ainda antes que me pudesse aperceber, bateu-me uma e outra vez, deixando a palma desenhada no meu rabo. apesar de não a ver, sentia o ardor que ficava. o espaçamento entre palmadas, arrepiava-me a pele em antecipação da dor. não imagino que tenham sido mais de cinco açoites, mas a minha pele sensível já tinha quebrado e desde logo era notório que ficaria negra.
ordenou então que me pusesse de joelhos com a língua de fora e, sem sequer o olhar, obedeci. já duro, bateu com o seu pau na minha língua, na minha cara, e inseriu-o devagar saboreando cada centímetro da minha boca. acompanhava a entrada vagarosa com uma mão sobre a minha garganta e ia forçando-se até não caber mais. controlei o meu refluxo para o acomodar completamente dentro mas, logo de seguida, retirou-o para uma nova investida. as lágrimas já se formavam nos meus olhos quando me ordenou que o chupasse com vontade. comecei prontamente, levando as mãos em auxílio do movimento, lambendo-o e chupando como sabia que gostava, bem babado e profundo. estava a ser tão natural que soltei um pequeno gemido de satisfação e a paragem foi instantânea. demorei alguns segundos a assimilar a causa da interrupção e à face da minha confusão, disse-me "o prazer é só meu".
anui e continuei. pouco tempo depois, levou-me pelos braços até à cama. posiciou-me lateralmente e penetrou-me. seria de esperar que a minha saliva tivesse ajudado à entrada mas não era só por isso que escorregava, a severidade com que se prestava deixava-me extasiada. esforcei-me por me manter calada, cerrando os lábios um contra o outro enquanto investia contra mim, primeiro devagar e logo mais depressa. agarrava-me pelo rabo enquanto tentava ir mais profundamente. não sendo suficiente, saiu de dentro de mim, virou-me de barriga para cima, colocou uma almofada debaixo do meu rabo e levantou as minhas pernas até aos seus ombros. para me testar, bateu com o seu pau melado contra o meu clitóris, antecipando uma reacção. mantive-me firme, mordendo os lábios para garantir o meu silêncio. entrou por mim de uma só vez e as minhas costas arquearam num prazer mudo de o ter tão fundo dentro. fodeu-me demoradamente, degustando a minha forma, o meu calor e a minha carne em si.
momentos depois, acostou-se atrás de mim, encaixando-se cuidadosamente, beijando-me os ombros e segurando as minhas nádegas com gentileza. ouviu-o então cuspir para a mão e senti, em seguida, o meu rabo a ser estimulado: primeiro um dedo, depois outro e então a dureza da sua carne a afastar-me. levei a mão à boca para que o som do meu gemido não se escapasse e para que ele não parasse de entrar. senti-o chegar ao fim, encostado a mim, com a respiração ofegante. disse-me que estava tão apertado que só lhe apetecia arruinar-me e perguntou se merecia. "sim, por favor", retorqui num tom choroso de quem estava a ser negada do que queria. ordenou que lhe pedisse desculpa e que prometesse obedecer na próxima vez. disse que sim, claro, por favor, vá lá, e começou a cavalgar-me cada vez mais fundo, cada vez mais forte enquanto eu afastava as minhas nádegas e me perdia na sensação de ter o meu rabo completamente aberto para ele.
no pico do prazer, perguntou-me se tinha tomado a pílula e eu disse que não, como ele bem sabia. respondeu que ainda bem. nesse momento, soube que me iria deixar não só aberta como a pingar e estava delirante.
saiu de dentro de mim, colocou-me de gatas e, observando o meu apertado buraco regressar à forma, invadiu a minha cona novamente. a troca havia sido tão inesperada que gemi alto e ouvi-o grunhir. sabia que se estava prestes a vir. tentei afastá-lo antes que fosse tarde de mais mas senti-o explodir. chocada, repeti que não tinha tomado nada. saiu de dentro de mim apenas o suficiente para me fazer sentir pingar com o seu esperma, para o voltar a colocar lá dentro, mais profundamente. deliciada com a subversão a que me tinha submetido, ouvi-o dizer "pode ser que assim não te esqueças de que és minha". não me esqueci.
A sorte de ser os teus dedos e ter a possibilidade de te provar, é um sonho ao alcance de poucos, mas na mente de muitos
sinto que devia de pôr isto nas dating apps como referência - realmente ando mal aproveitada 💅🏼
Tens escrito alguma coisa? Já estou farto desta conversa de masturbacao diaria 😂
não propriamente, mas tenho tido ideias. pode ser que em breve 😏
(same)
Tens-te masturbado? Diariamente? 🔥
😮💨
Saudades do teu conteúdo 🔥🤭☀️
não tenho tido inspiração 😶🌫️
Would you ever consider posting a picture of your feet for the foot lovers?
I believe you can already find a few, if you look hard enough ✨
Os teus pés era um sítio bom para alguém se vir?
só se for por acidente
O gajo ainda deve estar de colhões cheios a aguardar para vir 🤣
e bem
Autorizas vir-me numa foto tua?
não
Obrigado por existires, tive um orgasmo a pensar em ti
ora essa ✨