Literalmente nada substitui o amor que vem do céu.
― Fred A. Lima


#world cup#world cup 2026#fifa world cup#england nt#bukayo saka



seen from United States

seen from Italy

seen from Malaysia
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Türkiye
seen from China
seen from Malaysia

seen from United States

seen from United States
seen from Russia

seen from United States
seen from United States
seen from Türkiye
seen from United States
seen from Canada

seen from Malaysia

seen from United States
Literalmente nada substitui o amor que vem do céu.
― Fred A. Lima
‘Eu te odeio’, disse ela para um homem cujo crime único era o de não amá-la. ‘Eu te odeio’, disse muito apressada. Mas não sabia sequer como se fazia. Como cavar na terra até encontrar a água negra, como abrir passagem na terra dura e chegar jamais a si mesma?
Clarice Lispector, Laços de Família
Peguei Minha Prima no Flagra
Naquela época, eu tinha dezoito anos e quase zero experiência com relacionamentos. Era tímido, um pouco acima do peso e passava despercebido pelas garotas. Nos fins de semana, eu dormia na casa dos meus tios só para jogar videogame com meus primos. Eles tinham duas irmãs mais velhas, mas era Fabiane quem me deixava louco. Dez anos mais velha, sempre distante, com um namorado sério e frequentando igreja todo domingo. Uma mulher bonita, casada com a rotina, que mal olhava para mim quando eu era criança.
Com o tempo, porém, ela mudou. Começou a me dar atenção: abraços mais demorados, sorrisos que duravam um segundo a mais, olhares que me faziam engolir seco. Para um virgem como eu, cada toque era uma explosão. Quando ela me abraçava, eu sentia o cheiro do cabelo, o calor do corpo colado no meu, e meu pau endurecia na hora. Só pensava em uma coisa: meter naquela buceta gostosa, foder minha prima bem fundo até ela gemer no meu ouvido.
Uma noite, acordei com sede e desci para a cozinha. Ao passar pela sala, vi a luz da TV acesa. Fabiane estava lá, sozinha no sofá, coberta até a cintura com um cobertor. O volume estava baixo, mas dava para reconhecer: Cine Privê, filme erótico da madrugada. Ela parecia vidrada na tela, e então percebi o movimento sutil debaixo do cobertor — a mão dela dentro da calça de moletom, se tocando devagar. Quase gozei na cueca só de ver. Minha prima crente, namorando firme, se masturbando ali na sala da família.
Fiz um barulhinho sem querer ao esbarrar numa cadeira. Ela virou rápido, assustada, puxando o cobertor mais para cima.
— Tá acordado a essa hora, primo? — perguntou, voz baixa, rosto corado.
— É... vim pegar água — gaguejei, sem saber onde olhar.
Ela deu um sorriso sem graça, mas não parecia brava. Pelo contrário.
— Não consegue dormir também? Vem cá, senta um pouco. Tá passando um filme... interessante.
Sentei no outro canto do sofá, coração disparado. O filme continuava: uma cena pesada, o casal na tela se atracando, gemidos abafados. Nenhum de nós falava. O silêncio era denso, carregado.
Fabiane cruzou as pernas devagar e se ajeitou, ficando mais perto. De repente, senti o pé descalço dela encostar na minha perna. Achei que fosse acaso e recuei um pouco. Mas segundos depois, voltou — dessa vez de propósito, esfregando devagar na minha canela. Meu pau latejava dentro da cueca. Ela continuava olhando a TV como se nada estivesse acontecendo.
— Você se excita vendo essas coisas, primo? — sussurrou, sem tirar os olhos da tela, enquanto o pé subia mais.
— Sim... — respondi seco, voz tremendo. Eu era virgem, morrendo de medo de decepcionar, mas louco pra pular em cima dela.
Vi a mão dela voltar para dentro da calça. O braço mexendo devagar, ritmado. Ela virou o rosto pra mim pela primeira vez, olhos brilhando na penumbra. Os dedos dos pés agora pressionavam firme na minha coxa. Ela abriu as pernas de leve, colocando-as sobre as minhas. Comecei a acariciar suas panturrilhas, pele macia, quente.
De repente, pegou minha mão e levou até um dos seios por baixo da camiseta. O bico já estava duro. Apertei devagar, sentindo o coração dela bater forte também. Não tinha volta. Minha prima religiosa ia me dar, ali, na sala onde todo mundo passava o dia.
Desligou a TV com o controle. A sala ficou completamente escura — melhor assim, menos risco. Fabiane se soltou: uma mão foi direto pro volume no meu short. Quando ela apertou, soltou um gemido baixo.
— Caramba, primo... é bem maior que o do meu namorado — sussurrou, começando uma punheta lenta e deliciosa. Meu pau já estava melado de pré-gozo.
Fechei os olhos, tentando não gozar ali mesmo. De repente, uma luz acendeu no corredor — meu tio indo ao banheiro. Congelamos. Ficamos abraçados, ofegantes, rezando pra ninguém descer. A luz apagou. Alívio.
Voltei a beijar sua boca com vontade, língua se enrolando. Ela acelerou a punheta.
— Quero você dentro de mim, agora — pediu, voz rouca.
Ela mesma baixou a calça de moletom até os tornozelos — sem calcinha, buceta encharcada. Baixei meu short rápido. Subi em cima dela desajeitado, posição papai-e-mamãe. Ela abriu as pernas, guiou minha rola com a mão até a entrada quente e molhada. Enfiei de uma vez. Sensação indescritível. Ela mordeu meu ombro pra não gemer alto.
— Vai devagar no começo... — pediu, mãos nas minhas costas.
Comecei o vai-e-vem. A cada estocada, mais mel escorria. Em poucos segundos ela já estava rebolando junto.
— Mete com força, vai... me fode gostoso.
Aumentei o ritmo. O sofá rangia baixinho.
— Posso te comer de quatro? — perguntei, quase sem ar.
Ela nem respondeu com palavras: virou de bruços, empinou a bunda. Na penumbra, só via o contorno — cabelo preso, calça ainda nos pés, solas viradas pra mim. Segurei a cintura e enfiei fundo. Dessa vez achei a entrada rápido. Meti até o talo, bolas batendo na bunda dela. O barulho estava ficando alto demais.
— Shh... devagar, primo... — pediu, mas empurrando a bunda pra trás, querendo mais.
Diminuí o ritmo, mas metia fundo, lento e forte. Ela rebolava, buceta apertando meu pau. Eu estava quase gozando quando ela se afastou, virou, subiu no meu colo de frente pra mim primeiro, beijando minha boca, e sussurrou:
— Você gosta de chupar buceta?
— Claro... — menti. Nunca tinha feito isso na vida.
Ela sorriu safada, me deitou no sofá e sentou no meu rosto. O cheiro, o gosto, o calor... enfiei a língua com vontade enquanto ela se esfregava no meu nariz e na boca. Com o dedo do meio, abri mais os lábios e enfiei fundo. Ela gemia baixo, rebolando.
Ao mesmo tempo, abaixou e engoliu meu pau inteiro — lambuzado com o mel dela mesma. Sem frescura, sem nojo. Chupava fundo, garganta apertando a cabeça. Eu forçava o quadril pra cima, fodendo a boca dela enquanto lambia sua buceta. Ficamos assim um tempão, perdidos no prazer.
Por fim, ela se levantou, colocou um pé no chão e outro no sofá, virou de costas pra mim e sentou devagar, engolindo meu pau até o fundo. Vi o cabelo balançando, a bunda descendo e subindo. Não aguentei mais. Gozei forte dentro dela, jatos e mais jatos, enchendo a buceta da minha prima enquanto ela rebolava devagar, ordenhando tudo.
Ficamos ali um minuto, ofegantes. Nos despedimos com um beijo molhado, língua e saliva se misturando. Subi pro quarto com as pernas bambas.
No café da manhã seguinte, trocamos olhares discretos por cima da mesa. Ninguém percebeu nada. Depois daquela noite, nossa relação nunca mais foi a mesma. Vieram muitas outras fodas — em lugares arriscados, horários improváveis. Quem sabe um dia eu conto o resto.
Uma noite de prazer
[esse é um conto original meu, que escrevi há algum tempo atrás no meu outro blog, @tertuliaeinsonia] Repostando aqui.
— Oi! — A Senhoria M. disse ao rapaz, ela era uma mulher de olhar muito profundo.
— Oi… — respondeu o homem que estava desajeitado, tímido. A Senhoria M. sentia o cheiro do seu nervosismo.
Sem dizer mais nada, os dois seguiram pela estrada. Eles se conheciam há muitos anos, desde a época do ensino fundamental, mas nunca haviam interagido mais intimamente. Por capricho do destino, porém, justo hoje, decidiram sair para se conhecer melhor. Estavam flertando há dias.
— Está nervoso? — a Senhoria M. perguntou, olhando o rapaz dirigir pela estrada de terra. A tarde estava tão quieta que nem mesmo o vento fazia qualquer som.
— E... eu? Não! — ele tentou disfarçar, com os olhos fixos no trânsito.
Ela sabia que ele estava mentindo.
A Senhoria M. era ousada. Ela gostava de manipular as emoções e os sentimentos das pessoas. Ela sente prazer em dominar e ter o controle dos próximos passos de alguém. Ela fica excitada imaginando as possibilidades. A Senhoria M. queria ter uma noite agradável, mas a partir daquele momento ficou tão empolgada, tão excitada, que mudou de ideia.
Ela tirou o cinto de segurança. Com a mão esquerda tocou a coxa do parceiro. Olhou para ele.
— Encosta o carro? — ela pediu, mas com um tom autoritário que não assumiria uma resposta negativa.
— Mas aqui? No meio do nada? Por quê?! — o menino estava ansioso, tentou relutar.
Ela se aproximou de seu ouvido. Sua mão escorregou até a virilha dele.
— Me obedece — ela sussurrou, arfando em sua orelha.
O carro desacelerou bruscamente. No acostamento da estrada, ele ligou o alerta e olhou para Senhoria M. Seus olhos estavam perdidos, mas o olhar dela era extremamente malvado e concentrado.
Ela era ousada. A mãos na virilha esfregou duas, três, quatro vezes. O garoto se encolhia no banco do motorista, desajeitado pelo cinto de segurança e cada vez mais acoado com a postura matadora da Senhoria M.
Ela tinha as bochechas naturalmente rosadas, mas agora, com tanta excitação, seu rosto guardava um rubor sensual impossível de ignorar. O calor daquela noite de outono estava crescendo dentro daquele carro.
— Vamos com calma, M… — ele foi interrompido.
— Shhh! — ela já estava se contorcendo de tesão. — Fica quietinho.
Com o dedo em cima dos lábios, ela pediu o silêncio do rapaz. Debruçou-se entre um banco e outro e beijou seu pescoço devagar. Sua respiração estava cada vez mais profunda, sinal de sua excitação. Seu coração estava começando a pulsar mais rápido, bombeando sangue pelo corpo.
— Me toca! — ela exigiu, levantou sua saia e conduziu a mão do acanhado menino pelas suas curvas, dos seios até o quadril e finalmente na buceta.
A Senhoria M. poderia parecer muito comportada quando queria mas, no fundo, era tão promíscua quanto a própria puta da Lilith (uma garota de programa conhecida na cidade). Era uma súcubo insaciável, uma mulher com desejos ardentes e necessidades gigantes.
Em um lampejo de coragem, o garoto respondeu. Estava cada vez mais retraído no banco de motorista, engolido pelo desejo feminino, mas conseguiu, com um aperto firme, arrancar um gemido gostoso da Senhorita M.
Com a respiração entre cortada, a Senhoria M. já estava enlouquecendo. Nunca ficou tão excitada, tão rápido.
Ela continuou subindo sua mão esquerda até alcançar o cinto do menino. Abriu a fivela com muita destreza e, sem pensar duas vezes, alcançou seu membro.
Segurou com delicadeza, olhando nos olhos do rapaz. Tomado pelo tesão, o casal já não prestava mais atenção aos arredores, nem mesmo nos caminhões que passavam acelerados pela estrada, buzinando violentamente contra o carro parado no acostamento, no meio de uma curva perigosa.
O banco reclinou-se. Ele tirou o cinto de segurança e a Senhoria M. deslizou seu corpo por cima do dele. Aconteceu, então, o primeiro beijo.
E o sabor deles se misturando gradualmente, enquanto as línguas se esfregavam sem parar...
A saia da Senhoria M. já estava levantada. As calças do rapaz também já haviam se afrouxado. Ela se ergueu. Sua calcinha estava encharcada, como poucas vezes estivera. Subiu seu corpo e se encaixou por cima do menino. Colocou uma das mãos em seu pescoço, enquanto a outra ainda segurava seu membro.
— Eu quero que você me coma! — ela disse, explodindo no menino uma adrenalina que nem mesmo ele sabia que tinha.
Já apontada, pronta para penetração, a Senhoria M. empinou a bunda o máximo que conseguiu naquela posição. Com a mão no pescoço do parceiro, apertou, sufocando-o.
Em condições normais qualquer pessoa pediria para parar, mas ela havia despertado nele um desejo incontrolável. Graças a uma injeção de testosterona e adrenalina, ele se manteve ereto e desejoso.
Ela não foi gentil. Sentou por cima dele como nunca havia feito. Talvez você esteja tentando imaginar a cena nesse momento, mas posso garantir que nenhuma palavra nesse mundo conseguiria descrever o que a Senhoria M. e seu parceiro estavam sentindo.
A penetração era tão profunda que o menino tremia. Graças ao peso da Senhoria M. sobre ele, a circulação de sangue para as pernas estava prejudicada, o que lhe deu uma terrível câimbra.
— Me fode! — ela exigiu, apertando mais o seu pescoço.
A Senhoria M. desceu o corpo abruptamente, apenas para que seu parceiro pudesse alcançar os seus seios com a boca. A essa altura nem mesmo ela lembrava quando havia tirado seu sutiã.
Até então ela segurava seus gemidos, mas quando se deu conta que ninguém poderia escutá-los ali, soltou gritos excitados, clamando por mais.
Ela era rápida, mais rápida que qualquer homem naquelas condições poderia aguentar. Vendo o semblante cansado do seu parceiro, a Senhoria M. sabia precisar parar um pouco, para que ele pudesse ao menos respirar.
Mas ela não queria parar.
Sentou mais fundo. Mais rápido.
E de novo.
— Argh! — O menino gritava, respirando com muita dificuldade. A asfixia estava lhe alcançando e a Senhorita M. não tirava as mãos de seu pescoço.
— Vai, vai! — ela rebolava rapidamente. — Vai, me fode!
Normalmente a Senhorita M. não usava um vocabulário tão… explícito, mas estava enlouquecida de tesão.
Quando ela percebeu que o menino realmente não aguentaria mais, parou. Ela se levantou, tirando o membro dele delicadamente de dentro. Foi só então que percebeu o quanto os vidros estavam embaçados.
O suor já escorria pela pele branca dela, mas ela não ligava. Ela queria mais. — Vem! — ela falou pro menino, deixando ele pegar fôlego.
Afastou o banco do passageiro, grudando-o na frente e pulou para o carona. Empinou o máximo que pode o quadril, de costas para ele.
— Enfia em mim… — e dessa vez ela disse quase implorando, com uma voz meiga e extremamente excitante.
Sem palavras, o menino recebeu uma nova injeção de adrenalina. Era impossível ver aquela mulher nua e tão excitada sem quase enlouquecer.
A Senhoria M. tinha uma cintura fina, perfeitamente desenhada. O seu quadril era irresistível e, vista de quatro, nenhum homem conseguiria ignorar.
O menino a segurou por trás, meio desajeitado pelo espaço e pela posição, mas firme o suficiente para penetrá-la de uma vez só.
O chão do carro já estava molhado, cheio das gotas que escorriam daquela mulher.
Para um iniciante até que o garoto estava indo bem. Tinha um membro não tão grande, mas grosso o bastante para a Senhorita M. gemer a cada estocada. Ele ia e voltava sem parar. E fez isso durante longos minutos, empurrando a menina contra a janela do carro e fazendo-a perder o raciocínio.
Enlouquecida, ela levou as mãos até os peitos, apertando. Depois desceu até a cintura, alcançando a bunda. Pegou em cada lado e abriu-a generosamente, implorando por mais.
— Mete mais! — ela suplicou.
E isso foi a gota d’água para o menino. Aquela visão, aquela situação era tão estimulante que ele perdeu o controle por um momento. O corpo parou de responder ao cérebro. Ele só enfiou o mais fundo que conseguiu, o mais rápido que conseguiu.
E foi mais rápido.
E mais fundo.
A Senhoria M. gemeu. Ela sabia ser o momento que ele — nem ela — aguentariam mais.
— Goza em mim! — ela pediu, em tom de súplica.
O rapaz prontamente atendeu, empurrando o mais fundo possível, segurando-a pelo quadril, erguendo suas pernas com uma força que nem sabia ter.
E ambos arfaram, em um grito uníssono.
O garoto estava com as pernas queimando. Nem mesmo uma série de exercício na academia teria lhe feito pior. Caiu para o lado, exausto, completamente esgotado.
A Senhorita M. colocou a mão entre as pernas, esfregando repetidas vezes. Seus pés estavam para o alto, quase acima da cabeça, em uma posição difícil de descrever. Ela se contorceu, tremendo e gemendo, gozando como nunca havia feito na vida.
E a cena ficou assim por vários segundos, em um silêncio fúnebre.
O menino não acreditava no que havia acabado de fazer. Esta foi a melhor e mais inacreditável experiência da vida dele. A Senhoria M. também sonharia com esse dia.
Amigável, ela se aproximou do menino. Respirou fundo, tomando fôlego.
A Senhorita M. queria mais.
Sabia que precisaria excitar o parceiro novamente se quisesse fazer de novo, por isso beijou-o profundamente.
— Você é tão gostoso! — ela também sabia que elogios empolgavam qualquer homem.
Então ela doou os seios para a boca do menino novamente, que não recusou, chupando-os um pouco mais. Ela estava implorando por mais, no entanto, o rapaz ainda não tinha se regenerado.
Delicadamente a Senhorita M. desceu. Beijou o pescoço, o peito e a barriga, até encontrar a virilha e o membro do parceiro. Ela respirou perto dele, uma respiração quente e extremamente provocante. Gradualmente o membro se endurecia. Ela sabia que, mais que o ato, o que provocava de verdade era o olhar, o gesto, a fala… Antes de engolir o falo, pegou-o com as duas mãos, como se encantada pelo tamanho. Lambeu a cabeça em movimentos circulares com a língua. Depois deslizou lentamente até a base, acumulando saliva e enlouquecendo o rapaz, que já estava duro de novo.
Ela tocou em suas bolas com os dedos, e lambeu de novo, de novo e de novo.
A própria Senhorita M. já estava gotejando por fazer isso.
Antes de implorar por mais, ela olhou para ele com o membro na boca, engolindo o máximo que conseguiu. Seus olhos escuros pareciam brilhar de tesão.
O menino estava possuído de prazer a partir dali.
— Me come mais — ela pediu.
Se levantou, ficando de costas e sentando no colo do parceiro. A penetração foi muito mais fácil e rápida que da primeira vez. Encaixados, a Senhorita M. começou a se mover. Não era gentil.
Era rápido.
Era forte.
Era fundo.
Menos ansioso, o rapaz conseguiu aproveitar melhor dessa vez. Ergueu a bunda empinada da Senhoria M. e decorou bem aquela vista atraente. Ele molhou o polegar com saliva e começou a meter mais rápido.
A Senhorita M. começou a gemer. Gemidos incontroláveis e involuntários.
A verdade é que quando o sexo acontece, os corpos se conectam tão profundamente que é difícil descrever com simples palavras.
Quando a Senhorita M. sentiu o polegar do parceiro entrando por trás, foi como se tomasse um choque forte, que arrepiou da planta dos pés até o alto da cabeça. Vendo que ela havia gostado, o menino enfiou mais fundo.
A bunda dela sacudia sem controle. Era algo profundamente explícito.
— Me bate! — ela precisava de mais para gozar de novo. Apenas a penetração não seria o bastante.
Com boa pegada, o menino acertou um tapa forte na Senhorita M.
O grito dessa vez não foi de prazer, mas sim de dor.
E ela estava gostando.
— De novo! — ela pediu.
E ele acatou.
Deu mais um tapa, depois outro. A pele branca da Senhorita M. já estava marcada, vermelha, quase roxa. Um hematoma ficaria ali pelo resto da semana, mas ela não se importava. Queria mais.
— ME BATE! — Ela pediu de novo.
Dessa vez o menino fez diferente. Enquanto ela não parava de rebolar em cima dele, puxou seu cabelo e mordeu seu pescoço.
Nesse momento a Senhorita M. se desmontou.
Nem mesmo ela havia percebido que estava tão perto de gozar de novo.
Suas pernas perderam a força, tremendo sem parar. Ela desabou. Só não caiu no chão porque foi segura pelo parceiro. Ele, no entanto, não havia gozado de novo ainda. E queria mais.
Sensível, a Senhorita M. tentou se desencaixar, tentou se recompor, mas o parceiro aproveitou a fraqueza dela e se impôs mais.
Montou sobre seu quadril como conseguiu, no pouco espaço que tinha.
Meteu. O mais fundo que conseguiu.
A Senhorita M. ainda estava tremendo e sem energias graças ao segundo orgasmo seguido.
E teve o terceiro orgasmo. Quando também o menino gozou.
Sem conseguir articular uma única palavra, a Senhoria M. ficou jogada no banco de trás, enquanto o menino ligou o carro para sair do acostamento.
Depois desse dia eles iriam se reencontrar e tentar repetir tal façanha, mas jamais conseguiram.
Será que algum dia você pensou em mim? Algum dia você acordou querendo falar comigo? Mandar aquela mensagem esquisita que você sabia que ia mexer comigo? Será que algum dia, antes de dormir você riu de algum meme pensando que eu também iria gostar? Será que em algum dia você pensou em mim no exato momento em que eu estava pensando em você? Será que a gente já se cruzou no mundo dos sonhos? Vivendo nossos dois sonhos ao mesmo tempo? Será que um dia você olhou pro horizonte e me esperou chegar? Será que um dia você já escondeu o celular da sua namorada pq escreveu algo pra mim e não mandou? Será que você tem ideia que eu fico aqui pensando esse tanto de será sobre você?