Saber que nĂŁo tinha coragem de fazer o que era necessĂĄrio, me fez sentir horrĂvel.
Charles BukowskiÂ

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Saber que nĂŁo tinha coragem de fazer o que era necessĂĄrio, me fez sentir horrĂvel.
Charles BukowskiÂ
Sou uma carta gigante, chata, cheia de erros, longa demais, muito complicada.
Tati Bernardi.Â
Enquanto nĂŁo encerramos um capĂtulo, nĂŁo podemos partir para o prĂłximo. Por isso Ă© tĂŁo importante deixar certas coisas irem embora, soltar, desprender-se. As pessoas precisam entender que ninguĂ©m estĂĄ jogando com cartas marcadas, Ă s vezes ganhamos e Ă s vezes perdemos. NĂŁo espere que devolvam algo, nĂŁo espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gĂȘnio, que entendam seu amor. Encerrando ciclos. NĂŁo por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo jĂĄ nĂŁo se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem Ă©.
Fernando Pessoa. Â
Mas quando penso em alguĂ©m Ă© por vocĂȘ que fecho os olhos.
Jota Quest.Â
SuicĂdio Ă© que nem uma mulher bonita num bar. VocĂȘ olha ela e algo dentro de vocĂȘ cresce e diz âeu preciso dessa mulher pra mimâ. AĂ vocĂȘ pede um whisky e começa a pensar no que falar pra ela. Eu pergunto o nome dela? Ou eu chego me apresentando? Eu pergunto o que ela gosta de fazer ou tento encantar ela com as coisas que eu gosto? VocĂȘ vai ficando nervoso, pede mais uma bebida e se questiona: por que eu quero essa mulher tanto? Mas vocĂȘ nĂŁo consegue responder. Ă algo maior que vocĂȘ. Quando vocĂȘ finalmente toma coragem e se levanta, o caminho entre o balcĂŁo e ela parece uma eternidade. VocĂȘ chega perto dela e trava. Fica com medo. VocĂȘ desiste e volta pra casa agoniado por nĂŁo ter conseguido falar com aquela mulher. Chega em casa e se masturba pensando naquela mulher. VocĂȘ nĂŁo consegue entender o conflito entre existir algo dentro de vocĂȘ dizendo que vocĂȘ quer; e, quando vocĂȘ tenta fazer, outra coisa dentro de vocĂȘ diz que nĂŁo Ă© pra fazer. SuicĂdio Ă© que nem uma mulher bonita num bar.
Charles Bukowski. Â
Num canto qualquer, um quarto cheio â cheio de vazio, e um silĂȘncio cheio de significado. Um jovem qualquer, uma agonia invisĂvel, uma vontade de ir. De ir para onde? Para longe dali, do quarto, da cidade, dos contatos frios. Seria loucura? Ă certo que sim, mas nĂŁo Ă© de loucuras que se vive o homem? Precisa coragem â queimar seus navios. Desbravar novas terras, novos olhares, novas pessoas que se falem de perto, que se dĂȘem as mĂŁos, que se cheirem e se ouçam â se sabe da voz.
Caio Augusto LeiteÂ
Ăs vezes sĂł precisamos de um amigo verdadeiro para aumentar as nossas forças.
Taynara Braz. Â