quero cósmico o teu gozo em mim, constelações escorrendo pelos cantos da minha boca. te quero mergulhando abismos, caindo precipícios ao me despir da roupa. louca, te sussurrando absurdos, te pedindo para ir mais fundo gemendo rouca. quero tua boca mordendo os meus caminhos, os teus carinhos guarda. no meu corpo eu só quero as marcas de quem não tem medo de espinhos. h. conrado












