ATENÇÃO - O começo deste texto se encontra em nosso Instagram: @espiritismoanimal
Quando consumimos essa carne, estamos consumindo essas baixas energias. A energia vital absorvida é encaminhada ao nosso corpo vital (o mesmo que corpo etérico), que é um campo de energia fixadora do perispírito (corpo astral) ao corpo biológico. O nosso corpo etérico ao absorver a energia vital do animal torna-se mais denso e oleoso dificultando o trânsito das energias do corpo biológico para o corpo espiritual (perispírito).
Essa dificuldade de trânsito acarretaria em: maior dificuldade na captação de energias espirituais, na doação de energia (passe), maior dificuldade de receber o passe também...
Veja o que acontece em um matadouro, através de alguns trechos do Livro: Todos os Animais Merecem o Céu, de Marcel Benedeti, autor, médico veterinário, médium e espírita, já desencarnado. Onde o personagem principal o qual era cético, se desdobra e vai parar em uma colônia espiritual para animais e ali começa a estudar, adquirir conhecimentos. Nesses trechos ele está junto de outros alunos que também estão ali desdobrados igualmente a ele para aprende, em um tipo de excursão astral a um matadouro.
Antes, vale ressaltar que o livro em questão, segundo o próprio Benedeti foi parte psicografada, outra intuída e ainda há uma espécie de lembrança de seus desdobramentos (viagem astral) durante seu sono, quando visitava o plano espiritual e trazia informações obtidas diretamente das colônias que tratam animais, ou seja, ele conclui que mais de 50% do livro foi psicografado.
_Temos post falando sobre as Colônias de Animais, aqui em nosso Insta, caso queiram ler é só clicar AQUI.
Outra coisa, se possível comprem o livro, vale muito a pena, ele é em formato de história (um romance) bem leve.
_ Temos um post com a sinopse do livro, sobre o autor e com minhas considerações. Caso queiram ler é só clicar AQUI.
Agora sim, vamos aos trechos do livro:
“Aquelas mesmas pessoas passaram a conduzi-los forçosamente em direção a um cercado que dava em um corredor que se estreitava cada vez mais, até que passasse apenas um de cada vez. Os animais eram obrigados a seguir por ali, pois os encarregados aplicavam descargas elétricas por meio de um aparelho para que através da dor obedecessem e seguissem ao corredor. Grandes bufadas e respiração ofegante seguidas de mugidos tristes e lamentosos podiam ser ouvidos entre os animais que esperavam o encontro com o carrasco na outra extremidade do corredor.
Entre choques e gritos dos encarregados, os bovinos, amedrontados, encaminhavam se ao único local onde poderiam ao menos se livrar dos choques. Sem opções, iam se enfileirando no corredor estreito, entrando somente um de cada vez.
O grupo de estudantes observava tudo, mas nada podiam fazer além de observar. Notavam os olhares de angústia e desespero em cada animal que não notava suas presenças.
Os olhos dos bovinos estavam esbugalhados de terror.
Anésio pede aos alunos que apurem a Visão e percebam as presenças estranhas dentro do cercado e ao redor.
— Observem a quantidade de entidades desencarnadas que se encontram entre os animais.
Eram centenas ou talvez milhares de seres com aparência medonha como aquelas vistas durante a visita ao umbral, com seus corpos deformados. Pareciam personagens de filmes de horror, que se movimentavam rapidamente como sombras, entre os animais que sentiam e temiam suas presenças. Eram entidades escuras, de baixo padrão energético. Alguns corriam alucinados de um lado para outro, gritando Como dementados, outros cavalgavam os animais por diversão, Outros gritavam aos funcionários estimulando-os a aplicarem mais descargas elétricas nos animais para que estressados, produzissem mais adrenalina e cortisol.
Estressados, os animais produzem maiores quantidades de energias densas das quais se alimentavam como esfomeados, sugando-os, ao agarrar-se aos animais. Estes tentavam fugir desesperadamente das entidades que os assustavam mais que os funcionários com seus aparelhos de tortura, mas não tinham para onde ir. Aqueles seres riam alto, felizes com a possibilidade de absorverem as energias dos animais prestes a serem abatidos. Gritavam e uivavam como lobos à espera de mais energias produzidas pelos pobres animais que já estavam impregnados delas. A cada choque que os funcionários aplicavam nos animais, ouviam-se gritos de estímulo ao redor, pois significava mais energia para serem sugadas.
Aproximam-se rapidamente, acreditando estar diante da chance de se livrarem do cativeiro, mas quando a porteira se fecha diante deles impedindo sua passagem ou seu retorno, faz com que fiquem presos no corredor da morte. Nesse momento, ouviu-se um grito longo de satisfação de uma das entidades que estavam sobre a grade da porteira. Dá um salto e imediatamente agarra-se ao tórax do animal que se assusta com seu movimento brusco para sugar-lhe a energia que escorria em fluxo acinzentado mais abundante ainda espesso como graxa, o que para eles era um banquete.
Anésio pediu que observassem acima da porteira. Havia um funcionário escondido, portando uma enorme marreta. A porteira se abre e o animal, com esperança de deixar aquele sofrimento, vai em busca de uma provável liberdade, que não encontrará vivo. Ao entrar, as porteiras se fecham e o animal não pode mais retroceder e antes que note a presença do funcionário, ela desce sobre sua cabeça, fazendo-o perder os sentidos.
A marreta caiu pesadamente sobre o crânio do animal que desacordado rolou para dentro do prédio. Antes que recobrasse a consciência os funcionários o penduraram pelas pernas de trás em um dispositivo elevatório e cortam lhe as jugulares que jorravam sangue em abundância. Nesse momento centenas de entidades que estavam à espreita saltaram sobre o sangue, aos montes, como moscas sobre o açúcar.
Lambuzavam-se daquele líquido como animais selvagens sobre a sua presa. Outros agarravam-se à carcaça da pobre vítima para sugar-lhe as últimas energias.
Anésio pede para observarem a carne já embalada e pergunta:
— Os senhores notam algo de diferente nesta carne em relação ao que acompanharam até o momento?
Todos observaram melhor e viram ainda entidades abraçadas aos pedaços de carne e uma nuvem escura ao redor da peça comercial de carne.
— Esta energia permanecerá com a carne enquanto existirem células vivas nela e enquanto não se deteriorar a última célula, aqueles seres permanecerão ali, tentando sorver o que puderem. Mesmo após cozida, a carne levará parte desta energia, em um bife, por exemplo, que poderá ser servida a qualquer pessoa. A pessoa que ingeri-la, absorverá parte daquela energia escura conseqüente ao que passou o animal antes de sua morte e algo das entidades que se mantiveram em contato com a peça o tempo todo.
Em relação à carne vermelha, o que a diferencia de uma branca é a quantidade de mitocôndrias, isto é, microestruturas encontradas dentro das células musculares da carne de consumo. As mitocôndrias são pequenas fábricas, do ponto de vista espiritual, de ectoplasma. Isso significa que ao nos alimentarmos desse tipo de carne estamos ingerindo ectoplasma impregnado por aquelas energias de sofrimentos pré-agônicos do abatedouro.
— Professor — chamou uma aluna.
— O que acontece quando ingerimos esta energia? — perguntou Emi, uma descendente de japoneses.
— Vamos ver o que acontece ‘in loco’ — respondeu Anésio.
— Vamos ao refeitório do matadouro, onde as pessoas estão se alimentando de carne agora mesmo.
O professor Anésio abriu uma tela fluídica à frente dos alunos e pediu que observassem qual o trajeto da energia no organismo:
— Vejam. A pessoa que ingere carne, imediatamente, tem a cor de sua aura alterada. Os tons tornam-se escuros. Observem os intestinos. Notem como revestem-se de uma espécie de fuligem negra. As células intestinais parecem relutar para absorverem, mas assim que o fazem, tornam-se escuras. Essa energia escura circula pelo sangue fazendo agregar moléculas de gorduras, nas paredes dos vasos sangüíneos levando a risco de formar estreitamentos. Ao chegarem às células do corpo, essas também tornam-se escuras, vejam — e apontou o dedo indicador para a tela onde se podiam ver as células corporais intoxicando-se com essas energias.
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Escrito por: @espiritismoanimal
https://lambidasamigas.wordpress.com/a-densa-energia-dos-matadouros/
https://icefaovivo.com.br/pensamentos-sentimentos-alimentacao-e-energias/
BENEDETI, M. Todos os Animais Merecem o Céu. 1ª edição. São Paulo. Editora Mundo Maior, Ago, 2012