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@fechaduras-quebradas
Não repara se eu sumir. Agradece. Estou te livrando desse desastre que eu sou.
Motivando. (via frienta)
Estilhaços foram jogados. Os cacos que caiam ao chão brilhavam ao sol, seguindo a luz como se fosse um girassol. Como uma lagarta fique de bruços, suba até o topo, faça seu casulo e se transforme. Evolua, eleve o patamar da sua vida, da sua dor. Se arraste sobre os cacos no chão, não se preocupe se alguns pulsos forem cortados, pois no final, a dor do corte é sempre menor. Não fique com medo da mudança, no inicio você estara presa, praticamente sufocada, mas, tudo isso vai valer a pena. Suas asas a tornaram livre. Estilhaços foram jogado. Os cacos que brilhavam no chão, refletiam o sol como se fosse um farol. Agora. Como uma borboleta, se liberte dessa opressão chamada casulo, olhe para o alto, veja e siga a luz, e quando chegar nela, voe, não tenha medo. Como uma borboleta, se jogue na luz e brilhe, a luz é linda e você sabe disso. Não tenha medo, a luz te cega mas também te salva. Agora, como a borboleta, ouça o vento e o que ele diz. - Pule! Não fique com medo, é o melhor a se fazer. - Como a borboleta se aproxime da luz, e se jogue, vá de braços abertos, pois suas asas serão sua liberdade. - Agora voe! - É o melhor a se fazer você sabe disso. Peça perdão a quem você ama, e perdão a si próprio. - Não exite! Pule! Anda! Vá sem medo. Se entregue. - Como a borboleta chegue a luz e morra, suba até onde conseguir e caia como se estivesse com medo de voar, como se não tivesse asas. Como uma borboleta. Voe! Voe! Porque no fim, a vida se resume a isso. A quantas vezes você ousou se arriscar. A quantas vezes você esteve na beira do abismo e ousou se jogar. Voe, e veja o quanto pode alcançar. Ou pule, e veja o quanto pode cair. Não importa. Nada disso importa. Como uma borboleta, passe por transformações. Como uma borboleta que um dia foi uma lagarta, mude de pele quantas vezes forem necessárias. Mude até atingir o seu melhor. Mude tanto por fora, quanto por dentro. Mude quantas vezes for preciso. Mude até atingir o seu pior. Mude e forme sua fortaleza interior. Para que coisas que te machucam agora, não te atinjam mais. Voe e se entregue à vida. Pule e vá de encontro à morte. A morte do seu ser acabado. Daquele que não vê mais esperança por dias melhores. Como uma borboleta que passou pela metamorfose por não aguentar mais ser lagarta; que não suportou mais ser aquela que rasteja pelos cantos; ser aquela que a maioria evita; aquela que poucos têm afeição, mostre para eles quem você se tornou. Como uma borboleta que achou que o ciclo da vida seria fácil de se lidar. Achou que tudo já estava escrito no manual da vida, que era só seguir e obedecer as regras preditas. Mas nada na vida é tão simples assim. A vida não é tão fácil assim. Surgiram coisas que você não estava preparada para suportar. Não tinham te avisado que teria que lidar com situações que te destroçaria aos poucos. Não tinham te avisado que esses destroços te mudariam, e te marcariam para sempre, e que você não poderia voltar a como era a um tempo atrás. Não te avisaram que você, como aquela frágil borboleta, teria suas asas quebradas, e ainda assim, fosse obrigada a voar. Como uma borboleta sem asas, que está a beira do penhasco, se atire, e fique atenta ao que o caminho, até o fundo dele, irá te mostrar.
Christiellen Pinto & Brendon Moraes. (via adesejar)
Falta-me coragem para expressar o que sinto. Das diversas vezes que senti algo semelhante, como uma bomba, eu explodi toda a verdade com medo de ser tarde demais. Entretanto, dessa vez, as palavras não saem. Talvez por amadurecimento da vida adulta, e com a idade vem o medo de dizer o que passa em nossa mente, pois nessa fase da vida, já temos que arcar com as consequências de nossos atos. Você está entalado em minha garganta, e seu nome não sai de minha mente. Conto os minutos para que possa me chamar de novo e torço para que me convide para te ver. Nem que seja por uma tarde, nem que seja por uma noite com horário para voltar para casa; alegra-me te ver. Não importa-me se há transa ou não, pois sinto-me em êxtase apenas por sentir teu cheiro. Dói em mim esse medo que me consome. Medo de perdê-lo, medo de ser tarde demais, medo do “não” vindo como resposta a mais um sentimento não-recíproco. Dói em mim quando chega minha hora de despedir de ti, pois sei que só lhe verei tempos depois. Dói em mim, não saber tanto de ti. Dói em mim ter que esperar que queira me ver também. E o que sinto por ti, consome-me, e faz com que meu mundo gire em torno do relógio, na expectativa que chegue a hora em que você chegue aqui. Arranque de mim essa dor, ou massageie-a em seus braços uma vez mais de infinitas outras.
Yaisa.
É estranho, mas cheguei à conclusão de que há uma pequena dose de dor em tudo o que envolve o amor. O amor dói em forma de saudade, quando sentimos a ausência de alguém, por distância ou mesmo morte. O amor dói pela solidariedade, pois quando sabemos que o ser amado sofre, sofremos juntos. O amor dói fisicamente, pois trazer alguém ao mundo, como fizeram todas as mães, é um ato nobre, mas extremamente dolorido. O amor traz a angústia da falta, mas nos recompensa pela eventual presença física e nos traz a felicidade de algumas certezas indizíveis e indescritíveis; afinal, sabemos quando somos amados. Ele não precisa ser reafirmado durante as 24 horas do dia. Não precisa ser juramentado ou confirmado em cartório. Ele apenas existe, paira sobre as almas e os corações como se fosse um anjo de asas generosas e grandes. Traz-se o medo da solidão, traz, por outro lado, a certeza da companhia. Existem várias formas de amor: o fraternal, o romântico, o filial, o maternal ou paternal. Cada um se manifesta de forma diferente. Cada um traz angústias peculiares, mas todos eles guardam uma carga de emoção tão forte que não pode ser explicado por palavra qualquer, e muito menos ser medida por qualquer aparelho. O amor dói, também, quando nos sentimos impossibilitados de ajudar, quando nos sentimos impotentes diante da dor do amado, diante do sofrimento do outro. Amor é sinônimo de sincero interesse pelo bem estar do próximo, é antônimo de desprezo. Não há nada mais belo no mundo do que amar de forma franca, sem qualquer dissimulação. Assim, saiba que sempre que penso em você, meus pensamentos são os mais puros e sinceros. Você é uma joia, algo raro, belíssimo e valioso, que eu quero guardar comigo, em meu coração, pelo resto da vida, mesmo que isso ainda me custe mais algumas inquietudes. Saiba que eu, sinceramente, amo você. E farei qualquer coisa em nome deste sentimento.
Jhennifer Werneck (via a-u-t-o-r)
E que o verão do seu sorriso nunca acabe.
Natiruts. (via sucedas)
O eco das palavras que te machucaram é eterno.
Jhennifer Werneck (via promessasvazias)