As vezes eu quero me esconder. Quase sempre aquela sensação de anseio por uma caverna-casulo que seja tão apertado quando escuro, difícil de ver e impossível de conhecer. Meandros de águas que secaram a muito tempo perdido ali no meio de tal forma que eu me esconda atrás da minha própria costela, bem emaixo do coração. E bem na ponta, em uma entrada não autorizada haverão um mapa e uma lanterna cheios de poeira, simplesmente porque sim.










