As ninfas espalharam que ENDELLION BONGSEON JEON chegou ao acampamento e estão dizendo que se parece com CHO HASEUL, mas deve apenas ser o poder da névoa o confundindo. Ela tem VINTE E DOIS anos e é do panteão CELTA, filha de BRIGIT. Dizem as más línguas que LIO é MEDROSA, mas também é CRIATIVA em seus melhores dias, por isso está na QUARTA COORTE e é MAGA. Espero que se adapte bem, estamos muito felizes por tê-lo aqui!
resumo
Com vários irmãos, todos também filhos de Brigit, a Jeon nasceu e passou alguns anos antes de ir para Meraki. Mais ligada a floresta de uma forma mística, Lio acabou se tornando maga, sendo Loki seu patrono. Porém antes de sua primeira missão, Loki lhe deu um presente, que acabou se tornando uma maldição. Uma espada que não consegue usar, mas também não consegue se livrar. Uma espada que não pode ser usada por mais ninguém e com graves consequências se mantê-la longe por muito tempo. Lio é conhecida por estar sempre com uma espada na cintura, mas nunca realmente empunhá-la. Mas o que uma maga faria com uma espada tão grande?
nome
Endellion Bongseon Jeon. Endellion foi escolhido por sua mãe, e Bongseon pelo seu pai. Na verdade, Lio não gosta de nenhum dos dois nomes, então acaba sempre usando só o apelido Lio. Os únicos que usam um dos seus nomes são seus irmãos quando discutem.
idade
Vinte e dois anos (22) anos de idade. Nasceu no dia 2 de fevereiro, dia que, no hemisfério norte, é comemorado o Imbolc (início da primavera).
família
Brigit (Mãe, divindade celta), Ankor Bom Jeon (irmão mais velho).
maldições&bençãos
Assim que chegou no acampamento, Lio não era tão medrosa, e isso a deixava sem freios. Não perdia uma oportunidade de mostrar suas habilidades na luta, que não eram muitas, mas para uma pessoa que saíra da normalidade mortal há tão pouco tempo, qualquer coisa era muita coisa. Fora seus poderes de cura, que já existiam de certa forma, mas se tornaram perceptíveis graças a ajuda de outros semideuses, e seus estudos de magia. Toda essa ganância por mais poder praticamente morreu em sua primeira missão. Pouco antes de sair, Loki, seu patrono, lhe deu uma Claymore. Mas não lhe disse como usar, claro, era apenas uma espada. Com honra e vaidade, Lio empunhou a grande lâmina, certa de que tudo daria certo. Tanto que não levou mais nenhuma outra arma para a missão. No final, a missão foi um sucesso, entre aspas. De três semideuses que saíram, apenas Lio voltou.
Não importa o quanto Lio treinou, se sabia ou não portar uma espada, durante o mês que ficou afastada do acampamento, Lio só passou a acertar algum alvo quando finalmente aceitou uma arma emprestada de um de seus companheiros de missão. Lævateinn está fadada a não ser usada, pelo menos não até Lio descobrir seus mistérios, desvendar sua magia. O que parece impossível, soa impossível. A espada carrega uma maldição, e Loki sabia disso. Lio já estava preparada, ou achava que estava. Conselhos de outras pessoas que também trabalham com Loki, ou até filhos do deus. Mas sua ambição por poder, principalmente véspera de sua primeira missão, a despreparou. Não fez perguntas, não desconfiou, apenas aceitou em adoração cega.
Quando presenteada à Lio, a espada se conectou diretamente a ela. A maldição não era mais somente de Lævateinn (não a original, apenas um nome em homenagem), mas também de quem a recebeu de braços abertos, ou seja, Lio. Por isso quando qualquer outra pessoa tenta empunhá-la não aguenta seu peso. O que importa é a intenção, se for apenas pegar, ou carregá-la de um lugar para o outro, não tem problema. Mas a espada não lhe trouxe apenas a maldição, mas também uma benção. Ou é o que foi lhe dito, porque Lio ainda não viu a parte que foi beneficiada nessa história toda.
poderes
Conselheira serpente: Alguns sussurros passavam pelo acampamento, mas ninguém pensou em cutucar e perguntar porque tinha uma serpente muito pequena dormindo no ombro de uma campista. Depois do alvoroço ao descobrir que a serpente fala (e que prefere ser chamada de "Gunborg"), e uma pequena conversa, Lio acha que a presença da serpente está relacionada a benção de Loki. Aparentemente ali para dar conselhos, Gunborg não é, na verdade, a melhor conselheira que tem por aí. De qualquer forma, a serpente passa a maior parte do seu tempo dormindo, fixamente no ombro de Lio. Até consegue tirá-la de lá, mas com certeza vai ter que aguentar reclamações ininterruptas até voltar ao seu devido lugar.
Cura por fogo: Uma pequena chama flutua a alguns centímetros de sua mão, que dança e brilha como fogo de verdade, mas que não emana calor. Endellion não controla fogo, como inicialmente pensava, mas sim algo que parece a essência de uma chama com capacidade de curar ferimentos externos. Não sabe muito bem o limite do poder, mas sabe que tem capacidade de curar ferimentos mais profundos e graves, desde que tenha tempo a seu favor. Quanto maior a ferida, maior o tempo de regeneração.
Conhecimento de flora: Como uma sabedoria no seu sangue, Lio identifica na ponta da lingua qualquer planta ou fungo que ver ou sentir o cheiro. Há alguns anos tenta treinar seu tato para reconhecer ao toque, mas até agora nada. Mas seu poder se limita a plantas que já conhecia anteriormente, por isso a importância de seus estudos. Quando morava em Jeju, mantinha uma horta com coisas mais usadas no restaurante da família, o que chamava atenção dos arredores. Com a cultura de comidas semi-prontas na Coreia do Sul, um restaurante com horta própria chamou muito atenção na época. Depois que começou a estudar poções, o poder veio a calhar.
arsenal
Lævateinn, uma arma que não consegue usar, mas também não consegue se livrar. Hoje em dia, Lio tecnicamente consegue se virar em campo de batalha, mas o único motivo que realmente chama atenção é por estar sempre com a espada no cinto. Apesar de levar o mesmo nome que a espada de seu patrono, Lævateinn é uma Claymore (tipicamente escocesa, o que marca a região origem de sua mãe, Brigit). Fora Lævateinn, a arma dada por Loki, é comum Lio estar com uma bolsa com alguns itens essenciais, como pequenos frascos, seu caderno de anotações, kit de primeiros socorros, uma lanterna, pedras bonitas para dar sorte, e algumas outras coisas básicas.
personalidade
Lio é um ótimo exemplo de como coragem e covardia podem habitar em uma única pessoa. Sempre animada, apta a ajudar os outros não importa a hora do dia, e o assunto em questão. “bora fazer um bolo as duas da manhã aqui no chão mesmo?” Não sei como mas bora. “me ajuda nisso” é pra já. “vamo assaltar um banco”. Talvez seu senso básico seja um pouco distorcido, mas Lio confia muito em seu instinto. Se seu instinto diz que não tem problema roubar de rico, que assim seja. Para uma pessoa tão medrosa, Lio é bem imprudente. “Mete o loco e se arrepende quando dá ruim”. Em um todo, Endellion sempre esteve entre extremos. Extremamente cuidadosa, com pessoas com quem se importa. Extrovertida, mas silenciosa e que prefere os cantos dos cômodos.
background
Imbolc, festival que marca o início da primavera no hemisfério norte. Não tem como saber se foi intenção da deusa, mas faltavam algumas horas para o fim do dia, início da noite, quando Endellion nasceu. Saudável, um pouco rabugenta desde neném, mas nada demais. Lio cresceu bem, uma das mais novas entre muitos irmãos. Sempre foi um pouco de tal coisa, mas nada demais. Fechada, mas falante quando empolgada. Egoísta, mas daria qualquer coisa para aqueles que se importava. Barulhenta, mas quando necessário, some de vista. De todos os irmãos, Lio é a mais introvertidamente extrovertida. Por causa disso, desde sempre passa a maior parte de seu tempo na floresta. A companhia de ninfas era tão normal quanto estar em um café movimentado. Lio sabia que tinha alguém ali, mas não se importava. Desde que não fizesse mal a ninguém, também a deixariam em paz. Nisso, Lio aprendeu naturalmente a lidar com elementais.
Lio se diz medrosa por natureza, mas quem a conhece a mais tempo sabe que nem sempre foi assim. O sentimento de impotência de sua primeira missão a mudou tão profundamente que a simples ideia de uma batalha a assusta. Desde então, seu primeiro instinto em uma situação de perigo, ou pelo susto de simplesmente um barulho inesperadamente alto, é se esconder, e quando possível fugir. Endellion nunca fala sobre isso com ninguém, mas sempre foi perceptível sua mudança, suas tentativas de mudar de assunto quando alguém tenta falar sobre isso, sobre lidar com traumas. Ter que sair para outra missão é algo que vez ou outra passa pela mente de Lio quando tenta dormir, é dos pensamentos que mais a assusta. Talvez por isso que tenta tão desesperadamente focar em poções, em ficar na retaguarda, em não tentar descobrir como usar sua espada. Pode parecer um desperdício de uma lâmina tão bem feita, mas escarar de frente o que sei lá tiver que encarar para desvendar a maldição da espada, parece muito mais assustador.
Antes de chegar no acampamento, Endellion não realmente conhecia os irmãos. Sendo a mais nova, nasceu depois que todos partiram para o acampamento. Foram alguns anos somente ela, o pai e as ocasionais visitas da deusa Brigit, sua mãe. Em troca de um favor de um conhecido, com oito anos de idade, Lio viajou de avião sozinha até Houston, no Texas, no aeroporto, foi recebida por tal amigo, e então seguiu uma viagem de carro até metade do caminho, depois continuou sozinha até Meraki. Até então, Lio se sentia confiante, achava que podia enfrentar tudo, ou no caso, poderia fugir de qualquer coisa que aparecesse. Antes de suas primeiras aulas de defesa pessoal quando chegou no acampamento, Lio sabia muito bem que não era páreo nem para as mais fracas das criaturas.
Endellion faz parte da Quarta Coorte e sempre se orgulhou muito. Se não fosse por eles, provavelmente ainda não saberia da mera existência de sua habilidade de fogo curativo, e estaria completamente perdida no mundo das poções. No acampamento, tem uma certa fama por sempre estar com sua espada, mas nunca ter sido vista realmente a usando. A última vez que usou sua espada em público foi quando pediu ajuda dos filhos de Hefesto (sem muito resultado, inclusive... por enquanto), e em treinamentos sempre usa espadas emprestadas, ou algumas espadas substitutas simples.
trivia
→ Mestre de poções: Desde que soube da área de estudos, ficou completamente obcecada. Algo que não envolveria tanto perigo, e que usa suas habilidades como conhecimento de flora.
→ Endellion tem medo de fantasmas, mas no momento que se acostuma com uma presença específica, não parece ligar muito para a diferença entre humanos, criaturas, fantasmas, enfim. Talvez o que realmente tenha medo é do desconhecido, do inesperado. O que não a torna nem um pouco mais calculista nem nada, só bem assustada.
→ Gunborg parece sentir quando Lio precisa de sua ajuda, ou não. A serpente sempre acorda para dar pitaco em alguma coisa, mas quando Endellion acha que precisa muito de um conselho (em alguma coisa que Gunborg parece achar que Lio consegue se virar sozinha), a serpente nem reage, e continua dormindo. Apesar das péssimas decisões que Gunborg já a tenha feito passar, considera a serpente quase como uma amiga.
(em desenvolvimento...)



















