as palavras no espaço perdem a gravidade

oozey mess

titsay
noise dept.

gracie abrams
occasionally subtle

blake kathryn
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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
No title available
he wasn't even looking at me and he found me

roma★
𓃗
YOU ARE THE REASON
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Cosimo Galluzzi
cherry valley forever
🪼

❣ Chile in a Photography ❣
Cosmic Funnies
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@florirsofia
as palavras no espaço perdem a gravidade
Imagine-se entretanto que a roda do moinho desacelera. Que o grão de trigo escasseia. Que a abelha já não vem tanto como dantes... E agora? O sol ainda brilha lá fora... O verde ainda é verde. Mas o gato tem fome.. e tem de comer! Cadê o comer? Onde estão as chaves da dispensa? E que porta é esta? A poesia alimenta a alma. A música dá cor às cores! - Música!????? E o corpo? Como se nutre este corpo? Este tronco, estas raízes, estes galhos!? Podes procurar pela casa toda. Podes seguir as pistas de um gato. Mas dizem que não podes morar no seu olhar... Peixinho da horta não é o seu manjar! Ah mulher!! Essa coleira está lassa. Podes tirá-la! Ele que se prepare para perder as botas! Vamos lá..! - Ele quem? - Ele, Ela, Eu, Nós.. é tudo a mesma coisa! Vamos! -- Desafio de Escrita do Triptofano
parallels.
sentei-me no lugar marcado, pus o cinto, e respirei fundo, inspirando profundamente e expirando devagar. coloquei o capacete e agarrei-me ao assento. 5 4 3 2 1 Go! o entusiasmo grita. não há dúvidas, os meus sentidos estão apurados, é impossível negar o que os meus olhos vêem. não sei quem sou, não sei que sou, não há dúvidas. apenas reajo àquilo que experiêncio. sede, fome, desejo, sono. apetites ou vontades.. várias. não sei quanto tempo passou, só sei que quando retirei o capacete as dúvidas eram gigantes! "onde estou?" "quem sou eu?" "quem era eu?" "o que é que eu estou aqui a fazer?" e "porque é que eu vim?" não havia espelhos por perto, não me via, era! não me dei tempo para reflectir devidamente pressionei o botão do "próximo episódio" coloquei o capacete respirei fundo. a andar para trás via a vida a andar para a frente e quando dei por mim estava no meio de uma purga e estava a brotar as entranhas! em sentir, em rir, em lágrima. histórias de amor histórias de dor, histórias h i s t o r i a s i t s i a s h o r o concreto discreto, o subtil complexo, a simples ousadia, a impertinente sofisticação, os alongamentos, os engajamentos, a conexão, a palpitação, aplaudir e sair de olhos em bico.
"pausa"
retiro o capacete como quem sai de uma sala de espelhos distorcidos. distorcidos... não da realidade mas de mim em mais ou demais em menos, ou.. menos muito menos! "onde estou?" "quem sou eu?" "quem era eu?" "o que é que eu estou aqui a fazer?" e "porque é que eu vim?" talvez seja isso.. ser testemunha de... do que quer que seja. talvez da vida!? ou da pura imaginação! qual delas a mais colorida? som, palavras, gestos, corpos.. movimento! resistência, fakirs, arremessos, defesas, um exército para garantir a proteção! inculta contradição do sentir, e das variáveis da percepção... dessapiens. como quem.. se desfaz no desconhecido. num puzzle desfeito. e vice versa! fui para casa com sono com fome com impotência. deitei-me sobre os assuntos e adormeci com a esperança que tudo faça mais sentido nos sonhos.. numa oração para que o caos se torne lírico! sem consumo, não há sumo. sem digestão, não há nutrição. não mexe. não estraga. desacelerar. decrescer. acordo e tento persuadir-me à vida! vamos Sofia! não é na primavera que se hiberna.. vamos.. segue a marcha! uma noite de cada vez! menos é mais. nada está parado. menos é mais. sempre? ns nem sempre! muDanças. por Amor!
-- Desafio de Escrita do Triptofano
vestir o belo par de calças que se teceu calçar os sapatos fazer a trouxa e andar. andar, dançar e... escrever!? maktub!? mas em que andar? andar a pé andar de bicicleta andar de trotinete andar de patins andar de metro andar de autocarro andar de comboio andar de carro andar de dragão andar de vagar andar de-pressa andar ao meu ritmo e sempre que possível na média do ritmo da companhia. andar segundo o próprio andar. até no segundo andar. andar mais perto do solo mesmo que seja a solo! de olhos bem abertos ou de olhos bem fechados, para a frente e também para trás até que o sentir dite o parar. e a viagem continua... por dentro ou por fora! música maestro! pode então desabrochar-se a dança. dar início à efémera procissão de uma desenraizada fluidez entre água, sabão e ar. sabão? sim sabão.. a prática! há que saber olear e transmutar... descobrir o sal da vida! eh.. okay!? e escrever!? qb o quanto baste! à medida dos possíveis. a impossibilidade é um compasso para re-descobrir o norte e re-ajustar o sentido da viagem! e o destino? o coração da rocha este grande "terceiro calhau a contar do sol"! -- Desafio de Escrita do Triptofano