É um risco. Mas ser estúpido dá muito mais prazer do que viver sob o jugo da inteligência. Sendo estúpidos, somos mais felizes. A intenção não é incorporar o senso da idiotice, mas os elementos benéficos que aí flutuam como oligoelementos: a felicidade, certo distanciamento, capacidade de não padecer da minha empatia, uma leveza de vida, de espírito. A indiferença!
Martin Page. (via cerejeiro)



















