(1) nova mensagem de Faheera D.
Faheera D.: Você também recebeu aquilo?
Freddie Day: olha... não é por nada não, mas eu vou precisar que você seja um pouquinho mais específica
Freddie Day: aquilo o que? uma carta? uma nude? um pacote? um e-mail?
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@freddieday
(1) nova mensagem de Faheera D.
Faheera D.: Você também recebeu aquilo?
Freddie Day: olha... não é por nada não, mas eu vou precisar que você seja um pouquinho mais específica
Freddie Day: aquilo o que? uma carta? uma nude? um pacote? um e-mail?
(3) novas mensagens de geneviève
Geneviève: eu sei que a gente não tá conversando agora
Geneviève: quer dizer, eu n to conversando com vc ou whatevs
Geneviève: mas isso é mais importante agora
Geneviève: você recebeu alguma intimação em casa??
Frederick: ou whatevs
Frederick: vc tá querendo dizer da polícia?
Frederick: pera, ignora isso. você não viu isso.
Frederick: claro que vc tá querendo dizer da polícia
Frederick: e eu recebi sim. vc recebeu uma também??? eu imaginei que eu tinha me metido em alguma coisa que não devia me meter e é por isso que estava sendo chamado
(3) novas mensagens de geneviève
Geneviève: tá aí???
Geneviève: acabou de rolar algo e preciso saber uma coisa.
Geneviève: URGENTE!!!
Frederick: meu deus
Frederick: tá tudo bem???
(1) nova mensagem de Faheera D.
Faheera D.: Eu preciso falar com você.
Freddie Day: wow, você por aqui. ao que devo a honra?
andrcmd:
diante da pergunta do garoto, ela apenas semicerrou os olhos e o fitou com seriedade; ele quase havia a matado de susto, muito embora não tivesse como prever que ela tinha companhia e vice-versa. andromeda agora fitava freddie de mais perto, prestando atenção na maneira como a água escorria pelos cachos alheios ❛ não tinha saber que estava aí. na próxima vez, deixa uma placa ‘jaz submerso frederick, silêncio’ talvez seja mais fácil ❜ brincou com o garoto, muito embora fosse uma ideia que pudesse ser considerada. uma eternidade; fora o tempo que pareceu passar no que o outro começara a falar. questionava-se como ele não se engasgava, já que parecia desesperado em respondê-la; andy não conseguiu segurar-se, o riso lhe escapou e ela precisou colocar os braços envolta da barriga para que pudesse conter ( ou tentar ) a dor que a tomava pelo esforço ❛ você é muito esquisito, desculpe ❜ dissera controlando-se para parar de rir ❛ se consegue ficar tanto tempo assim embaixo d’água, por que não se inscreve para o guiness book? seria um grande legado. ❜
ele riu um pouco mais do que admitiria da ideia da placa, completamente absurda do jeito que era. imaginou a cena e isso só o fez se perguntar ainda mais de onde a garota poderia possivelmente ter tirado esta ideia. depois de terminar de falar, honestamente orgulhoso de como conseguiu e quase imperceptivelmente ser ar (apesar de que, este fato poderia muito bem ser culpado nos mergulhos que estava dando), estampou uma expressão cômica de surpresa, chegando até a colocar a mão no peito para maior efetividade. “estranho? você acabou de me chamar de estranho, andy girl?” e largou a expressão de surpresa, sendo substituída por uma desprovida de emoção. “nunca ouvi maior calúnia, como você poderia sequer pensar algo assim de mim?” e ao invés de deixar as pernas flutuarem por conta própria, tão brancas que pareciam refletir a luz em ambientes mais ensolarados, nadou com leveza em um semicírculo em volta da inglesa. “veja bem, baby, eu prendo a respiração excepcionalmente bem para quem não treina nado há anos. para quem nada há anos, bem, não chega a ser muito mais que acima de média. mas a gente não precisa necessariamente segurar muito a respiração para nadar bem, não é mesmo?” e parou abruptamente na borda mais um vez, dessa vez do lado oposto ao que tinha anteriormente. “besides, você sabe qual o recorde para maior tempo debaixo d’água? vinte e dois minutos, andy girl. vinte e dois minutos. por que você não tenta, hm?”
clemantim:
Durante a segunda aula do dia, Clémentine resolveu andar pela academia. Estava com o passe pro banheiro, então não era bem matar aula, certo? Apesar de não estar mais de férias e não estar mais em Paris, Clem ainda estava bastante chateada com a mãe. Tanto que nem atendeu quando ela ligou mais cedo. Estava se sentindo injustiçada pela mãe não acreditar nela. Mas quem é que acredita em adolescentes, não é mesmo? Estava tão perdida em pensamentos que nem notou aonde estava indo até sentir o cheiro de cloro da piscina. Foi então que resolveu tirar seu isqueiro do bolso, a única coisa que sua mãe não conseguiu confiscar. Ele acabou caindo no chão e quase rolando até a piscina. Clémentine praguejou. “Quase.” Disse ao pegá-lo. Não sabe se foi o menino emergindo do nada da água ou ouvir sua voz em seguida que a assustou. Mas a loira acabou deixando o isqueiro cair de novo e dessa vez o objeto caiu na água. Na frente do menino, que agora passado o susto ela achava o rosto familiar. Fechou os olhos e respirou fundo antes de pedir. “Pode por favor pegar ele pra mim?” Indicou com o dedo.
frederick abriu um sorriso, olhando para o isqueiro como pegava alguém no flagra, mas não falando nada. não era de sua conta, não importava o quanto seu sorriso sugerisse ao contrário. e ele não era estúpido, que parecia estar debochando com o sorriso, mas já estava tão enraizado no seu comportamento que simplesmente deixava passar. “claro, loirinha, estou aos seus serviços”, disse com animação e logo prestou continência, o tom de piada jovial evidente. ele mergulhou mais uma vez, sempre sentindo o jeito que quebrava a barreira da água como se fosse a primeira vez, e recuperou o isqueiro da garota do fundo da piscina. quando emergiu na piscina, o objeto em mãos, cuidadosamente o depositou na borda. “eu só espero que você não tenha esperança de que volte a funcionar porque, acredita em mim, it ain’t happening.”
explosivc:
Nicodemo Versace já nasceu teimoso. E se tinha algo que ele não aceitava era que sua injúria atrapalhasse e mudasse toda a sua rotina, não mais do que já tinha o feito. Então, naquele dia, ele saiu do fisioterapeuta e foi direto para a academia, onde passara boa parte do seu tempo no ano passado e pretendia repetir o feito. O problema, porém, de frequentar uma academia que era próxima à escola, era que a possibilidade de encontrar colegas de turma era alta. Normalmente, ele não passava nem perto da piscina, mas era ele estava testando coisas novas e seu treinador lhe recomendou a natação como uma forma de manter seus músculos enquanto não podia voltar para a musculação pesada. “Oh porra.” reclamou após entrar na piscina e reconhecer o garoto. “Relaxa ai, isso é uma piscina quase pública e você é capaz de dividir ela, imagino.”
frederick encarou o rapaz e, em círculos, sendo tão discreto quanto podia, afastou-se dele. não tinham um bom relacionamento, mas também não tinham um relacionamento ruim -- quer dizer, era preferível dizer que não tinham nenhum tipo de relação. imaginava o que o rapaz devia pensar dele por associação e não se importava, mas também não precisava gostar. o modo como freddie lidava com isso era se distanciando, tanto figurativamente como fisicamente. não mudava nada na sua vida. “se eu não soubesse, estaria em um lugar privado, não é?” surpreendentemente, naquele momento freddie emanava a maior onda de gentileza gera gentileza que já fez em sua vida, mas logo sentiu vontade de se justificar, porque isso não era de seu feitio. “sei lá, tomei um baita susto, saiu de uma vez.” e, pensando bem, quem logo sairia era ele. agora que não estava mais sozinho, era difícil fazer as estrepolias de antes, e ficar parado na água criando gelhas nos dedos não lhe parecia nem um pouco apelativo. “o que faz aqui, afinal?”
kristpty:
“ ─── quantos anos você acha que ele tem?” perguntou, não se preocupando em desviar os olhos da tela do celular, entretida em vasculhar sua conta do instagram enquanto inúmeras mensagens apareciam na tela de modo frenético. “ ─── já é a terceira vez que eu recebo dm desse cara, super simpático o bonito…” aí, finalmente bloqueou a tela do celular, e se encostou sobre a porta do armário, de frente para a companhia. “ ─── mas né, nunca se sabe se o tiozão quer saber de maquiagem ou de mamada nos dias de hoje.”
frederick observou o display do aparelho com desconfiança. não se podia confiar no que se via na internet esses dias. quer dizer, ele não conseguia sequer dizer se seu perfil era verdadeiro. “olha, ele não parece ser tão velho, mas nunca se sabe. sei lá, mais novo que quarenta, mais velho que trinta? isso te dá uma margem gostosa de dez anos. e também, eu não sei dizer se a conta é de verdade.” e então, coçou os cabelos na base da parte de trás do pescoço e pensou bem. quem trabalhava com instagram era ela, imaginava que ela fosse saber dessas coisas melhor que ele. “bem, mas você é uma expert no assunto, então deve saber se é de verdade.”
“When you least expect it, nature has cunning ways of finding our weakest spot.”
Call Me by Your Name (2017) dir. Luca Guadagnino
Geneviève respirou fundo, a porta que dava entrada ao corredor principal da Truffau logo à sua frente. Como sempre, estava vários minutos adiantada, mas a loira podia notar que não tinham poucas pessoas ali dentro. O coração deveria estar batendo rápido com a ansiedade — mas se fosse honesta, ultimamente era como se fosse impermeável à qualquer tipo de emoção. Existia tanto que aquele lugar remetia e que Viv precisava esquecer: as lembranças com o ex, as lembranças com Eloise e como ainda continuava a mentir e impedir que fosse descoberta a verdade sobre sua morte.
Antes que pudesse tomar alguma decisão de correr para o lado contrário ou entrar de uma vez, ela acabou dando um encontrão em alguém. ❝ — Desculpa.❞ — pediu ela, sem realmente olhar para a pessoa, claramente tentando esconder um momento de fraqueza.
o esbarrão que deu na garota chegou a chocar o moreno, que olhou para baixo e se deparou com cabelos loiros. sabia que geneviève provavelmente não estava muito feliz com ele naquele momento, e não tirava nem um pouco de razão da garota. não considerava pouco o tempo que sabia da situação, mas definitivamente tudo estava acontecendo há bem mais tempo do que quando ele descobrira. ainda sim, se sentiu preso na situação e sem saber exatamente o que fazer, mas não consegue deixar de se sentir culpado. culpa essa que lhe dá uma pontada no coração quando ouve o tom derrotado da garota. não sabia o quão confortável ela se sentiria com um abraço, mas bem, freddie acreditava que não tinha como ficar pior do que estava. ele passou o braço pelos ombros da loira e tentou guiá-la para um lugar com menos pessoas. “eu sei que você provavelmente não quer falar comigo agora, e eu entendo. mas 'cê ‘tá bem?”
docminc:
De todos os lugares na academia, a piscina não era nem de longe o favorito da suíça. Uma péssima nadadora, Nic nunca cogitou inscrever-se na atividade extracurricular, muito menos rodear o perímetro do grande corpo d’água completamente sozinha. Não estaria ali se não fosse para conseguir alguns minutos sozinha, e responder a mensagem de voz enviada pela secretária da empresa onde estagiava. Precisava do mínimo de silêncio, por isso adentrou a área dedicada ao esporte. Respondendo a mensagem não dava atenção ao lugar, escorando o braço numa prateleira com algumas pranchas de treino, a suíça derrubou duas destas, o barulho abafado tomando contra do final de sua mensagem. “ —- Droga…. —- ” sequer teve tempo de resmungar mais, interrompida pela figura que surgiu da piscina, Nic sentiu seu coração acelerar. “ —- Freddie, que merda, me deu um susto —- ” travou a tela do celular, devolvendo este para o bolso antes de agachar-se para recuperar as duas pranchas. “ —- Me escorei na estante e derrubei essas porcarias…. O que você está fazendo aqui essa hora? Nadando sozinho, não devia esperar a hora do treino? —- ”
primeiro, frederick fitou as estantes caída e, depois, a garota. ele lançou um sorriso brincalhão em sua direção e logo nadou até a borda, apoiando lá as mãos e impulsionando com os pés, forçando-se para fora da piscina. pegou a toalha que tinha deixado próxima e, colocando-a ao redor do pescoço depois de secar o excesso do corpo, andou em direção à garota. “eu te dei um susto?”, perguntou, incrédulo “que graça.” segurou as pontas da toalha e trocou o pé em que apoiava o peso, questionando-se como diabos a garota conseguira derrubar não uma, mas duas estantes. logo teria que tomar um banho rápido e se secar, e mais tarde teria que voltar para a piscina e tomar outro banho depois... talvez ter ido nadar tão cedo não tivesse sido a melhor das ideias. se resignou a ficar com a pele seca e irritadiça pelos próximos dias, já que não havia nada mais a ser feito. “bem, eu não estava treinando. e se eu esperasse pelo treino eu não ia poder nadar sozinho. a graça é não ter que ficar dentro do limite das raias, sweets.” e riu, o nariz se franzindo no processo e uma sobrancelha se erguendo. “mas, vem cá, me conta um negócio”, ele começou, pronto para sanar a dúvida que tinha lhe surgido mais cedo “como diabos você conseguiu derrubar duas estantes?”
andrcmd:
a morena nunca tivera uma ligação especial com a água, não até adentrar para o time de natação e entender o significado por detrás de algumas braçadas; andy encontrara ali um método de aliviar-se das tensões do dia-a-dia de todas as cobranças que a deixavam cansadas, sempre tratando-se do seu dilema. portanto, naquele instante ela aproveitou de uma pausa nas aulas para descansar os pés debaixo da água; sentada a beira da piscina, ela mergulhou os membros inferiores na água morna e fizera-se silêncio. um pequeno instante de silêncio até que a porta do vestiário bateu, a tirando do pequeno transe; consequentemente, o barulho revelara a presença do garoto que jazia imerso e passara despercebido ❛ porra, fred ! ❜ andromeda acreditava que estava sozinha e queria aproveitar disso, muito embora imaginasse que o outro sentisse o mesmo ❛ a porta do vestiário bateu ❜ ela o respondera na intenção de acalmá-lo ❛ a quanto tempo ‘tá ai? ❜ questionou curiosa.
esfregou as costas da mão nos olhos por força do hábito, com intenção de tirar a água, mesmo sabendo que só faria entrar mais, só forçaria cloro para dentro. ele sacudiu os cachos antes de nadar até a borda e se apoiar ao lado da garota com os braços dobrados. “o que eu fiz?”, perguntou, dissimulado, piscando os olhos exageradamente para deixar claro que sabia exatamente o que tinha feito. “em minha defesa, você também me assustou p’ra caralho. ou o barulho. que seja. eu estava in my zone, relaxando, livre como, bem, um peixinho, e aí do nada parece que rolou um tiro. ‘tô com o coração disparado até agora.” era exagerado. sabia que era exagerado e um amigo do país natal já tinha lhe dito, brincando, que podia muito bem tentar ser ator já que gostava tanto de fazer drama. “hm? há quanto tempo? essa pergunta pode ter muitos significados minha cara. se quer dizer neste mundo, dezoito anos, se está falando na escola, desde de manhã, se fala desta piscina em específico.... huh, acho que mais de meia hora? mas! se você está falando quanto tempo embaixo d’água, porque está preocupada com minha incrível habilidade de ficar sem respirar..... aí você está pedindo demais de mim. não faço ideia”, tagarelou, com o fôlego que só alguém que consegue ficar um tempo significativo debaixo d’água consegue fazer, e com seu sorriso característico estampado no rosto.
riotvngel:
𝐨𝐬 𝐟𝐢𝐨𝐬 rebeldes insistiam em se desfazer do pedaço preso de seu cabelo, grudando em sua nuca devido ao calor emitido pelo seu corpo. ainda que seu treino de vólei houvesse acabado, a morena sentia a inacabável energia afluindo pelo corpo, chegando até a 𝗽𝗼𝗻𝘁𝗮 de seus dedos e aos últimos fios de cabelo. angélique poderia ainda correr uma maratona ou escalar alguma montanha, com o alento infido, sempre possuiu energia demais para ser acalentada tão rapidamente depois de ser incentivada. seguia para área da piscina, com intuito de guardar a rede que era usada, também, pelo time de esporte aquático, passando pelo outro único ser presente focado no nado, angel abriu o armário apenas para ter todo o conteúdo desse caindo sobre si —﹕ ❝ cứt ! — o xingamento vietnamita foi alto e seguindo da voz já conhecida, sendo o catalizador de sua irritação. de todas, todas as pessoas que poderia trombar em seu retorno, encontrava logo com o filhote de mexilhãzinho ? — oh, me desculpa, eu te atrapalhei ? ’ — não ligava. angelique não dava a mínima. e a ainda que a voz simulasse preocupação, fez questão de deixar o tom dual. — relaxa, foi só esse armário. quem é o idiota que guarda isso aqui ? — perguntou indignada, enquanto pegava alguns objetos, zangada com a bagunça do lugar. tentava recolocar alguns instrumentos da maneira mais organizada possível, em busca pouco de paz interior com o fim da desordem.
finalmente notando a presença alheia, um dos cantos da boca de freddie não pôde deixar de subir involuntariamente, denunciando o quanto considerava a situação engraçada. ele nadou até a borda, até que pudesse cruzar os braços em cima dela e então depositar a cabeça em cima dos membros molhados. “imagina, anjinha. eu não estava bem treinando. mas sabe como é, quando a pessoa está super concentrada é meio difícil não se assustar quando alguém entra parecendo um elefante, derrubando tudo. realmente complicado”, comentou brincalhão, mas tinha certeza que sua fala somente agravaria a irritação da garota ainda mais. fechou um dos olhos para impedir que a água que pingava de seus fios entrasse ainda mais nas orbes, antes de decidir sacudir o cabelo para impedir que voltasse a acontecer. “assim, claramente o time de polo aquático. mas levando em conta que é o primeiro dia do ano, também pode ter sido o treinador. sabe como é, ele prefere deixar esse trabalho para os alunos.”
uma das primeiras coisas que frederick se pôs a fazer quando chegou à academia foi dar um mergulho. não o entenda mal, amava água de qualquer jeito que fosse, mas tinha algo sobre dar voltas e voltas em uma piscina, esvaziando a mente até que essa se enchesse com estática e sem se preocupar em ter alguém por perto, em machucar alguém, tinha algo sobre isso que era relaxante para o rapaz. apesar de imediatamente se encontrar tenso quando pensava em verdadeiramente treinar, para competir. estava submerso, os olhos fechados e aproveitando o sentimento de invencibilidade que só um corpo de água podia lhe proporcionar, leve, rápido e flutuante, quando um barulho abafado lhe chamou a atenção. subiu com rapidez à superficie, e quando não tinha mais água saindo pela boca, questionou: “yo, quem 'tá aí?! o que foi isso?”
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