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ontem desci no ponto ao meio dia, contramão me parecia. na cabeça a mesma reza: Deus, que não seja hoje o meu dia. faço a prece e o passo aperta, meu corpo é minha pressa.
ouviu-se um grito agudo engolido no centro da cidade… e na periferia? quantas? quem? o sangue derramado e o corpo no chão.
guria.
por ser só mais uma guria, quando a noite virar dia nem vai dar manchete. amanhã a covardia vai ser só mais uma que mede, mete, e insulta: vai, filho da puta!
painho quis de janta eu, tirou meus trapos e ali mesmo me comeu. de novo a pátria puta me traiu e eu sirvo de cadela no cio…
e eu corro, pra onde eu não sei.
socorro, sou eu dessa vez. hoje me peguei fugindo e era breu, o sol tinindo; lá vai a marionete. nada que hoje dê manchete… e ainda se escuta: a roupa era curta, ela merecia! o batom vermelho, porte de vadia, provoca o decote, fere fundo o forte.
morte lenta ao ventre forte. eu às vezes mudo o meu caminho quando vejo que um homem vem em minha direção, não sei se vem de rosa ou espinho, se é um tapa ou carinho, o bendito ou agressão.
e se mudasse esse ponto de vista e o falo fosse a vítima, o que o povo ia falar? trocando, assim, o foco da história, tirando do homem a glória de mandar nesse lugar! socorro, tô num mato sem cachorro, ou eu mato ou eu morro e ninguém vai me julgar. e foda-se se me rasgar a roupa, te arranco o pau com a boca e ainda dou pra tu chupar pra ver como é severo o teu veneno!
eu faço do mundo pequeno… que Deus permita me vingar. que Deus permita me vingar.
que Deus
permita me
vingar.
Mulamba.
By Eylül Aslan