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@guarda-solechuva
aprendi a veranizar.
castillo de alusiones forest of mirrors
CÉSAR, A.C.
Sobre a intervenção militar.
Fagulhas
Abri curiosa o céu. Assim, afastando de leve as cortinas. Eu queria rir, chorar, ou pelo menos sorrir com a mesma leveza com que os ares me beijavam. Eu queria entrar, coração ante coração, inteiriça, ou pelo menos mover-me um pouco, com aquela parcimônia que caracterizava as agitações me chamado.
Eu queria até mesmo saber ver, e num movimento redondo como as ondas que me circundavam, invisíveis, abraçar com as retinas cada pedacinho de matéria viva.
Eu queria captar o impercebido nos momentos mínimos do espaço nu e cheio.
Eu queria ao menos manter descerradas as cortinas na impossibilidade de tangê-las.
Eu não sabia Que virar pelo avesso Era uma experiência mortal.
E quando dei por mim, já amava Ana.
Se a dúvida entre querer-me ou não te aflige:
Te poupo da loucura
Afago tua crise
Previno a próxima gastrite
Me solto
Me volto
Te invoco no eco:
Se afaste!
Tua retina não reflete mais a minha.
Minha pressa praguejou teu tempo implorado
Silêncio covarde
Mudez compassiva
Devoraria de pronto as palavras que me ofereceu.
Em verdade, saciariam minha pressa.
Em verdade
Na pressa
Devorada fui eu.
Enterrar um vivo no buraco do peito, a sete palmos da pele. Sem choro, nem vela.
Mia Couto
Faço questão de cafuné, massagem no pé e muitos chocolates só pra mim.
Banda do Mar