gavinleatherwood - I found a banana 🍌
Keni
Phantogram Three
Sweet Seals For You, Always
Mike Driver
Cookie Run:Kingdom Official!
One Nice Bug Per Day
EXPECTATIONS

pixel skylines
No title available
RMH
occasionally subtle
Sade Olutola
untitled

PR's Tumblrdome
Color Me Curious

No title available

Discoholic 🪩
Cosmic Funnies
No title available
YOU ARE THE REASON

seen from Malaysia
seen from Russia
seen from Indonesia

seen from Canada
seen from United States

seen from Germany
seen from Malaysia
seen from Trinidad & Tobago

seen from Indonesia

seen from Switzerland

seen from Saudi Arabia

seen from United States
seen from Italy
seen from United States
seen from Netherlands

seen from T1
seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Bangladesh
seen from Venezuela
@gwaineliketheknight
gavinleatherwood - I found a banana 🍌
--”Ainda não me conformo que eu vou manchar meu histórico, o histórico da minha casa, porque inventaram que tentar ligar um video-game usando magia é uma infração punível com detenção.”-- Gwaine reclamou para a pessoa a seu lado, suspirando dramaticamente. --”E eu estava tão perto de uma solução quando aquele quadro me dedurou, tsc. Se tem um ramo mágico que deveríamos estar trabalhando mais é magia tecnológica. Faria meu mundo muito mais fácil.”--
Após alguns dias fora a Bettencourt voltara à sua rotina, contudo algo dentro de si parecia incomodá-la, afinal aquela súbita viagem que seus pais a obrigaram a fazer era estranha. A menina se sentia incrivelmente intrigada, porém ela precisa manter o foco nos seus estudos. Assim que escutou alguém chamar sua atenção, Angélique voltou suas íris azuis para o rosto alheio sorrindo ligeiramente de canto. — “ Ahm, não, eu ‘tou bem, sério. Eu…só precisei me ausentar, mas agora ‘tou de volta e prometo que irei atormentar você, hein. “
--”Oh não! Como eu vou suportar esse tormento?”-- dramatizou com o sarcasmo em sua voz, mas abriu um sorriso doce à ela. --”Bem vinda de volta, Angél. Espero que esteja bem e que tenha resolvido seja lá qual for o motivo para ter se ausentado. Não queria te incomodar, mas você por acaso tem um livro de história da magia oriental? Não achei o que preciso na biblioteca, mas lembrei que tivémos essa matéria no sétimo ano então...”--
xicefrostyx:
A aula tinha terminado a poucos minutos, estava do lado delx caminhando para o salão principal. Soltando um suspiro baixo, o garoto alto e com um forte sotaque búlgaro pensou e deveria ou não comentar sobre o sonho que tinha tido. “Então, você teve algum sonho estranho esses dias?” Sondou, observando com cuidado a reação dx outrx. “Porque eu tive um bem deprimente, no minimo.” A pessoa ao seu lado também tinha recebido uma carta da tal Ordem, se a responta fosse positiva então isso significava algo maior do que ele queria admitir.
Gwaine franziu o cenho, olhando imediatamente para Frost e quase atropelando um aluno do primeiro ano que ia na direção contrária da deles. --”Como você... Ok, não deveria estar surpreso sabendo que mentalistas existem. Mas, respondendo sua pergunta, eu tive um sonho bizarro. Não foi exatamente deprimente, mas... Abriu meus olhos para o que eu definitivamente não quero que aconteça com a minha vida depois desse ano.”-- disse com uma certeza que demorou para ter, enrolando o cordão de sua cruz no indicador ao falar. --”Como foi o seu sonho estranho?”--
Hercule precisava ajustar os óculos na ponte do nariz, e aquilo o incomodava, os óculos, além da ajuda com a visão, claro, eram praticamente um símbolo, um sinal de que Hercule estava em mais uma de suas horas incansáveis dentro de estudos e pesquisas, agora mais que nunca ele precisava se aproveitar das bibliotecas da escola. Ainda acreditava que precisava procurar pelas casas da família, mas isso teria que ser deixado para outro momento, ele não achava que seu avô o veria com bons olhos se o pegasse entrando nos escritórios da Casa D’Orléans para achar informações extra. Talvez ele devesse se manter apenas com os livros dos Travers e Picques para isso. Entrou no salão comunal apenas pelo poder da magia, quando tinha livros flutuando perto de si além dos que carregava consigo, mais os livros que havia escondido junto de suas coisas por não ser permitido tirá-los da biblioteca. Isso não seria um problema se ele estudasse na biblioteca, mas lá era o último lugar que ele gostaria de ficar por tanto tempo, principalmente com o assunto em específico que ele queria abordar.
Pousou os livros sobre uma das mesas de centro entre sofás onde, felizmente para o bem estar de Hercule e infelizmente para sua concentração, @gwaineliketheknight se localizava. Quase se esqueceu de se explicar em seu momento de análise dos títulos que havia tirado da biblioteca, a aparência com certeza era de completo caos, já que tinha de todos os assuntos possíveis, aquela não era uma sessão de estudos habitual.
— Herbalistas, elementais, profetas, mentalistas e espirituais. — A cada ramo da magia ele apontava para livros específicos, os livros base de cada um dos ramos — E não podemos esquecer do convidado de honra — acrescentou e tirou o livro do bolso interno do blazer branco, o livro que a maldita Ordem havia mandando para eles — magia de sangue. O que toda essa merda tem a ver uma coisa com a outra? Por que eles estão reforçando isso com nós? Para quê eles precisariam disso? — Talvez Hercule estivesse um pouco obcecado com o assunto da Ordem por completo. Só talvez.
Depois do ultra-realista sonho, Gwaine ficara assustado pela ideia de escolher, voluntariamente, abandonar a magia um dia. Assustado a ponto de ter precisado uns dias para voltar as suas orações matinais diárias, a ponto de surtar e afogar-se nos livros, absorvendo todo e qualquer conhecimento mágico como se bastasse para garantir seu lugar eterno no mundo bruxo. Hoje ele estava melhor, finalmente. Acordara com uma leveza no espírito conhecida de quando passava dias sem dormir direito e depois seu corpo cobrava, fazendo-o dormir doze horas seguidas, e que ele carregou por todo o dia.
Isso significava que era dia de planejar os assuntos que estivera protelando para pensar. Com o fim das aulas do dia, ao invés de se dirigir para a biblioteca como fizera todos os dias daquela semana, Gwaine voltou ao salão comunal da Egalité, jogou-se em um dos sofás e, apoiando os calcanhares na mesa de centro -porque não tinha muitas pessoas ali, não que fossem chamar atenção de um membro do Conselho da Casa-, passou a analisar seu diário de orçamentos e planos. Fazia um mês que não pensava na questão de sua moradia e a ideia de que precisara, no final do verão passado, deixar o apartamento que alugava com seu ex-colega de casa era desesperadora. Oficialmente, ele não tinha um endereço. Estava bem enquanto as aulas continuavam, porém sua formatura estava logo ali no horizonte e ele precisava arrumar um emprego de imediato se não quisesse morar na rua. Voltar para casa de seus pais não era uma opção, principalmente depois daquele sonho.
Usualmente, Gwaine tomava ciência assim que Hercule entrava nas salas, era difícil não notá-lo, afinal. Com sua mente ocupada e os olhos emoldurado pelos óculos finos presos às suas anotações relacionadas a dinheiro e preços médios de alugueis em Paris, foi surpreendido a ponto de pular levemente no lugar onde estava. Recolheu rapidamente seu caderno e a caneta -desculpa mundo mágico, penas são estúpidas- e reprimiu a vontade de xinga-lo. Ok, reprimir talvez não seja a palavra certa, visto que esta -e qualquer outro pensamento, honestamente- sumiu logo que Hercule começou a falar, captando a atenção de Gwaine, sem exigir maiores explicações do comportamento do outro.
Nem tentou esconder o calafrio que o tomou quando o amigo mencionou a magia de sangue, seu desgosto por esse ramo de magia era claro. --”Não tinha pensado nisso ainda. Por que só esses tipos de magia? Devem haver mais, não devem? Se fosse para advinhar eu chutaria que a Ordem está precisando de herbalistas, elementais, profetas, mentalistas, espirituais e, bem, magos de sangue. Eles estão no treinando nessas áreas, e somente nelas, para poderem nos usar depois.”-- ponderou, saindo de seu lugar no sofá ao escorregar para sentar no tapete, encarando os livros que o outro juntara mais de perto. --”Para que eles iriam querer nos usar? Se as magias fossem todas de ofensivas, eu sugeriria uma nova guerra bruxa. Mas não são e temer por guerras é muito... Grã-Bretanha.”-- continuou enquanto folheava o livro que ele apontara como ‘profetas’ antes de voltar a olhar para o Picques. --”Quais as teorias dessa mente brilhante?”--
robinxhall:
Padre? Essa é nova para mim - riu baixo enquanto observava o homem. Todos tinham mudado, estavam em uma versão totalmente piorada e fracassada de seus pais. - acho que se eu começar a contar você vai precisar ir no psicólogo comigo. - brincou rindo brevemente. - fico feliz por te ver, vejo que mudou bastante.
--”Sim, padre. É o que acontece quando você passa anos no seminário, estudando tudo e mais um pouco, depois... Quer saber? Muito complicado de explicar. Mas, sim, eu sou padre agora.”-- desistiu de explicar, dando de ombros levemente. --”Nunca te contaram? Padres são tão bons nesse assunto quanto psicólogos. Estou de férias, mas posso ouvir, se quiser falar. Está tentando insinuar algo com isso, mocinha?”-- levantou uma das sobrancelhas, rindo brevemente. --”Todos mudam, é a graça de ser humano.”--
zcraraz:
- Elas ficam assustadas por um homão igual você ser padre, Gwaine. Unbelievable. - brincou com o amigo, sorrindo fracamente. Era esquisito ter contato humano depois de todo aquele tempo em isolamento. As pessoas na ala psiquiátrica do St. Mungo’s estavam too far gone para manter uma conversa com ela e Zara também precisava fingir estar maluca para não voltar para a prisão. Mesmo assim, era bom ver o melhor amigo novamente. Em seguida, a risada ficou mais audível. - He asks to the girl who just got out of the crazy house. Eu tô… Não sei. Faz tempo que eu não sei. - respondeu, tentando não parecer depressiva demais. - E como vai a vida de padre? É bom que assim você pode rezar pela minha alma e torcer pra que Deus aceite.
--”Ai Zara, nem me lembra disso! Já tive que ouvir sobre isso no confessionário. Eu não sabia se eu ria, se eu chorava ou se eu mandava a mulher ir rezar. Foi um dos momentos mais constrangedores da vida.”-- levou as mãos ao rosto, como se estivesse se escondendo, e riu mais uma vez. --”Hey, é por isso mesmo que estou te perguntando. Como vai sua volta ao mundo real? Se precisar de um lugar para ficar, eu ainda tenho um apartamento em Bonnabri, apesar de que eu não piso lá a 10 anos e deve estar dominado por fantasmas. Mas, se quiser lidar com eles, o lugar é todo seu.”-- ofereceu dando de ombros. Todas as férias que tirava, Gwaine tentava se convencer a ir até Bonnabri ao menos para resolver as coisas do apartamento, mas sempre acabava mudando de ideia. Era o medo de entrar em um lugar mágico como aquele e sentir o peso de suas decisões -ainda mais do que sentia-, sentir a falta que a magia faz. --”A vida de padre não tem muitas novidades. Várias fofocar disfarçadas de confissões, estou pensando em passar umas semanas no Vaticano para fazer um curso de exorcismo, mas por enquanto estou aproveitando minhas quase-férias. Oh honey, Deus aceita todos que se arrependem e se redimem. Mas, bem, eu já rezo por você, de qualquer jeito. Espero que não se ofenda, costumo rezar por todos que eu gosto e por quem eu sei que precisa.”--
maxinevaloisbourbon:
Visitava Gwaine sempre que podia, apesar das escolhas diferentes os dois sempre estariam ligados pela amizade que compartilharam anos atrás. Riu com a fala do amigo, ainda duvidando da tal felicidade e satisfação que o padre exalava. “Ótima.” Mentiu. “E a sua senhor moderninho?”
--”Se tem algo que o Seminário me ensinou, além de que a Bílbia é bem mais complicada do que todo mundo pensa, é a detectar mentiras, Maxine. Eu sou quase um detector de mentirar humano e você não consegue mentir para mim, my king.”-- levantou uma das sobrancelhas para encara-lo, mas não ia pressionar mais o assunto do que aquilo. Sabia que se ele quisesse, Max iria contar a verdade. --”E se você está chamando um padre de moderninho, Maxie, there’s something wrong. Mas minha vida vai muito bem. Estou de férias, estudando, turistando e sofrendo com a nostalgia ao lembrar de nossa época em Beauxbatons.”--
xnnesrmpersd:
Para alguns eles não são mesmo, por isso se surpreendem quando os veem fazendo coisas absolutamente normais. - encolheu os ombros, olhando as pessoas paravam de encara-lo aos poucos antes de deixar um sorrisinho se formar nos lábios pintados de vermelho e levar o copo de café a boca para tomar um gole. - Nunca pensei que eu diria isso, mas também estou. A mesma coisa de sempre… nada realmente importante para ser destacado. E a sua, padre?
--”Nem me fala. Tinha que ver a cara do pessoal da minha cidade quando eu me voluntariei para o time de futebol. Não é tão divertido quanto quadribol, mas dá para se divertir bastante.”-- ponderou, rindo baixo. --”Amo surpreender as pessoas com coisas que padres podem fazer e elas não sabem. Você está afastada da magia também? It’s a difficult life, mas o mundo não-maj tem uma magia própria. A minha não tem muitos agitos também. Tirei umas férias para fazer um curso de bioética e religião por aqui, então estou aproveitando para turistar e revisitar os lugares que eu visitava quando estávamos na escola. Quero ir até Bonnabri, mas é um lugar muito mágico e... Bem faz tempo que não me envolvo com magia.”--
ardentevalentine:
—Isso me lembra agora daquela estátua do tal Lucifer que foi negada na Igreja por fazer o Diabo gostoso demais e então o outro escultor foi e fez uma ainda mais gostosa. Eu curto sua religião, cara. — Ele comentou pensando nas esculturas, se bem que ele tinha que ser completamente honesto, as gregas eram mais interessantes no final, mas o que ele sabia de esculturas? — Você está feliz por me ver? Isso está acontecendo?
--”Do tal Lucifer.”-- Gwaine repetiu rindo, sentira falta de conversar com bruxos. Era uma visão de mundo totalmente diferente da sua, e da dos trouxas com quem ele convivia. --”Lucifer era o melhor dos anjos antes de cair, então talvez não estivesse tão errado. Mas depois? Dude, não sobrou nada bom para ser bonito. É o que o puro mal faz com você.”-- explicou se recusando a assumir completamente o tom solene que usava nas misas, mas deixando um pouco transparecer. --”Claro que estou. I got a thing for saving brokne souls, remember?”-- brincou rindo e tomou mais um gole de sua bebida. --”Falando sério agora, tenho saudades de conversar com bruxos às vezes.”--
--”Honestamente, eu acho hilário quando as pessoas ficam todas assustadas por eu estar bebendo, jogando video-game, ou fazendo qualquer outra coisa civil. É quase como se padres não fossem gente também. Até férias nós temos!”-- Gwaine riu, falando com a pessoa a seu lado em um tom mais alto para ver se as pessoas se tocavam e paravam de encara-lo. --”Estou feliz por nos reencontrarmos. Como vai a vida?”--
Lucifer S4 Netflix Promo
Após o fim de seu décimo ano em Beauxbatons, Gwiane entrou em crise. Sem saber o que faria depois da escola, sem nenhum objetivo real e palpável, e sem A Ordem do Renascimento Draconiano para lhe dar o futuro que tanto desejava, ele virou as costas para o mundo mágico. Retornou a sua família em Pembrokeshire, foi recebido de braços abertos e muitos “eu te avisei” depois de sua alegação falsa de que sua magia acabou e ele não era mais um bruxo. Sem saber o que fazer mais, ele seguiu por um caminho que ele achava que nunca seria uma opção, mas parecia a mais sensata no momento: ele foi para o seminário. Após o fim de seus estudos como seminarista, Gwaine passou por diversas igrejas, mas acabou se tornando o padre regular em um pequeno vilarejo francês.
oheremito:— flashback.
Assim como Nicco, Gwaine era uma pessoa que estava de olhos e ouvidos atentos às coisas que aconteciam ao redor deles. Às vezes até mais do que Nicco, visto que o lado impulsivo e Liberté de Niccòlo seria algo eterno. Gwaine era O Sumo Sacerdote, o que fazia todo sentido para ele considerando que o mais velho frequentemente parecia ser a voz da razão.
Nicco passeava distraído pelo ambiente, focando o olhar fixamente em pontos aleatórios. Ouviu atentamente ao que Gwaine disse e parou de súbito onde estava, lançando-se ao lugar vazio ao lado do amigo no momento em que as coisas começaram a fazer sentido em sua cabeça.
— Ou podem ser todas as três opções juntas. E se realmente for uma sala nova? Faz mesmo sentido não estar no mapa antes. Uma sala nova para propósitos antigos, alguém dentro da escola decidiu tocar essa história de seita bruxa, porque isso de seita deve ser mais velho que os Illuminatti. Eles aparecem mandando a gente quebrar as varinhas, como usar magia de forma mais orgânica… Cara, eles não só estão desafiando o ensino de Beauxbatons, mas também toda estrutura vigente no mundo bruxo atualmente. Alguém dedicado assim só pode estar dentro da escola, ou pelo menos bem perto. Será que isso é algum resquício da parada da La Voisin ano passado? Quer dizer, antes parecia uma coisa mais dos alunos, isso aqui parece… Uma coisa mais antiga mesmo. Eu acho que a possibilidade de estarem mentindo para nós é enorme, porque alguém nessa escola sabe de alguma coisa até que me provem o contrário.
Enquanto acompanhava o amigo com o olhar, Gwaine mexia distraidamente na corrente de sua cruz -sua própria mania constante de quando estava pensando em algo que não entendia ainda. Todo o conceito d’A Ordem e o mistério nela envolto o deixava incomodado, como uma sensação sob sua pele que não pararia de coçar enquanto não descobrisse o que é. Durante duas atividades normais do dia, Gwaine se forçava a pensar em outras coisas para ter um pouco de paz em sua mente, mas trancado na sala secreta da sociedade secreta da qual ele aparentemente fazia parte agora, a curiosidade dentro dele falava mais alto.
--”Está certo. Provavelmente são as três juntas. É muito coisa de bruxo isso e acho que nunca vou me acostumar plenamente. ‘Preciso de um espaço novo, pera que eu vou criar aqui com magia e ninguém vai saber’”-- disse com um tom de voz afetado, suspirando exasperadamente ao final para inflamar seu inconformismo. A magia, de muitas formas, facilitava a vida dele, mas era o pior dos venenos para sua curiosidade, sem sombras de dúvidas. --”Dude! Foi exatamente o que eu falei. Essa Ordem está com muita cara de Illuminattis com um nome mais complicado e acesso a magia. Se forem a mesma coisa, acho que não temos muito a temer, já que estamos dentro da sociedade. Só vamos ganhar poder e dominar o mundo um dia, estou bem com isso.”-- riu baixo, jogando a cabeça para trás e olhando para o teto ao tentar, mais uma vez, fazer magia sem sua varinha. A maioria dos textos do livro indicado pela Ordem eram sobre profecias, então quebrar a varinha ainda era algo muito fora de questão para Gwaine. --”Gosto da ideia de magia mais orgânica, mas só de pensar em quebrar minha varinha eu fico com medo de nunca mais poder fazer um feitiço sequer. Illuminatis cara, só pode ser. Mas, sejamos honestos, é uma estrutura bem bosta. Acho que foi ano retrasado que eu tive que pesquisar sobre Uagadou para um trabalho de História da Magia e eles não usam varinhas lá sabia? É tudo flúido e natural. Será que essa Ordem veio de lá?”-- franziu o cenho com a nova possibilidade.
--”Honestamente? Tenhos dúvidas sobre a participação da La Voisin nisso tudo. Por um lado, ela tinha muito a cara de alguém que faria tudo por poder. Por outro, ela só não era mais rígida porque não era uma estátua então fazer algo tão fora do sistema não parecia ser coisa dela. Mas tem uma chance, porém. Isso não pode ser coisas só de alunos. Quero dizer, talvez fizesse sentido se fosse algo dos formandos para os alunos mais novos, mas eu não estaria aqui se fosse, certo? Então ou os professores tem que estar envolvidos ou coniventes de alguma forma, ou são bruxos ainda mais poderosos do que imaginamos e que passaram por baixo do radar de todas as autoridades de Beaux. De qualquer forma, é algo antigo com toda certeza. E poderoso.”--
𝒷𝑒𝑔𝒾𝓃𝓃𝒾𝓃𝑔𝓈
xmaxinebourbon:
FLASHBACK
Maxine revirou os olhos em uma ação quase que automatica, um ato de puro fingimento na tentativa clara de demostrar despreocupação. ‘‘Meu amor por você, Gwaine. Mas as vezes é muito difícil esconder, admito.’’ Retrucou, tinha um sorrisinho sarcástico e maroto formado em seus lábios. Max realmente amava Gwaine, afinal, ele e Nicco eram seus melhores amigos. Os amava tanto que se recusava deixar suas visões sobre ele serem mudadas em razão pequena como aquele saquinho cheio de pó guardado cuidadosamente em sua jaqueta. A segunda pergunta do moreno o fez balançar os ombros, um ato que deixava claro sua despreocupação. ‘‘Eu vi o Arden mais cedo mas, nada de Nicco.’’ Pausando, o loiro ponderou por alguns segundos. ‘‘Provavelmente ele está muito ocupado transando, no time for friends when the dick comes around.’’
Pensando nisso a tatuagem em sua costela o fez lembrar da conversa que tinha tido com Gwaine dias atrás sobre a mesma, no fundo ele ainda não acreditava que tinha mesmo feito aquilo e temia pela reação do amigo quando descobrisse, porém, Gwaine provavelmente só se sentiria orgulhoso por Max finalmente fazer algo que queria. ‘‘Olha isso..’’ Levantando a camiseta, o loiro expôs a pele pálida que agora tinha uma grande tatuagem magica cobrindo sua antiga cicatriz. ‘‘Fiz com a Robin mais cedo, o que acha?’’ A pergunta lhe traria outras perguntas, coisa que Max esperava do moreno para finalmente poder também expor seu pequeno segredo.
--”Não revire os olhos para mim, Maxine.”-- reclamou, fazendo careta para a voz em sua mente que lhe disse que estava falando que nem seu pai. Mas não podia evitar de agir assim com os amigos, só queria protegê-los e, só Deus sabia como Maxine complicava essa sua missão. --”Oh, please. Isso você nunca consegue esconder, Maxie. Está escrito na sua cara o quanto você me ama, sinto lhe informar.”-- entrou na brincadeira, seu tom tão sarcástico quanto humanamente possível, para que o amigo não achasse que conseguiu desviar o assunto. --”Ok, se você viu o Arden mas não viu o Nicco, não tem como eles estarem transando. E estamos no meio de um festival dos mortos. Eles não far- Ok, talvez eles fariam isso, mas estou com uma sensação estranha.”-- passou uma das mãos nos cabelos, desconfortável por não saber o que fazer com aquela sensação bizarra de que tinha algo errado. Talvez tivesse um sonho importante naquela noite.
Como um bom amante de tatuagens mágicas, a visão da nova tatuagem de Max fez com que Gwaine deixasse, por hora, os questionamentos de lado. --”Irado, cara! Ficou muito boa e escondeu perfeitamente sua cicatriz. O artista que fez está de parabéns... Espera. Que?”-- franziu o cenho à última afirmação, finalmente processando o que ele falara. --”Ai minha Virgem Maria... Por que você fez uma tatuagem com a Robin, Maxine? Por favor me diz que não se meteu num pacto inquebrável nem nada assim.”--
Os jardins de Beauxbatons eram um dos lugares preferidos de Geneviève. Desde que havia descoberto como os labirintos podiam ser divertidos, aquele foi o primeiro lugar que a loira pensou em ir depois daquela manhã. O La Touissant havia trazido realizações fortes e as surpresas do dia não haviam parado por aí, principalmente após o café da manhã. Não queria pensar em nada, só queria ficar longe das pessoas. Infelizmente, seu desejo não durou pouco porque acabou topando com alguém em uma viela do labirinto. Não esperava ver alguém ali, mas é óbvio que não podia esperar ser a única a pensar em usar os labirintos mágicos. Muitos faziam por diversão, porém a Harcourt só queria ficar longe. Se acabasse se perdendo e nunca mais voltando seria um bônus e resolução fácil para os problemas. — Ai, que susto, merde! — exclamou, bastante surpresa.
O Labirinto, usualmente, não era um lugar que Gwaine frequentava. Mas naquele dia em particular, as paredes do Dormitório Flamel pareciam uma cela e a movimentação habitual do dormitório não estava fazendo bem à sua concentração. Acontecia de vez quando, ele sempre precisava de mais espaço e silêncio quando tinha uma péssima noite de sono -leia isso como ‘além do normal’, algo com premonições pesadas e que exigiam mais dele. Foi assim, com a ideia de clarear a mente e conseguir estudar eficientemente, que ele foi parar no Labirinto de Beauxbatons. Sabia que poucas pessoas voluntariamente iam para lá e ficar no meio do jardim ajudava. --”Desculpa lhe assustar, Geneviève. Acho que ficar sentando em silêncio no meio do labirinto não é a melhor forma de não parecer uma ameaça.”-- brincou rindo um pouco, mas sem se levantar de onde estava sentado, de pernas de cruzadas, com certeza sujando seu uniforme impecavelmente branco da Egalité. --”Está aqui pela aventura ou pelo silêncio?”--