“Como me acostumar a um mundo em que a casualidade virou moda? Não vejo encanto no que é passagem; eu quero a viagem inteira. Não quero que o perfume acabe, quero o cheiro de alguém impregnado em mim. Quero mais que pele com pele, quero que meus olhos abriguem uma alma como quem descobre uma nova cor.
Pintaria minhas fotos com o sorriso dela, como se os sonhos coubessem num porta-retrato, não de uma vida dividida, mas compartilhada.
Casual? Passageiro? Não. Eterno, até os olhos se fecharem, morada em outro coração.”
Nebulento.














