pelos deuses! aquela ali passeando na praia é 𝑯𝑬𝑹𝑨? ah, não, é só 𝑷𝑨𝑵𝑫𝑶𝑹𝑨 𝑹𝑰𝑽𝑬𝑹𝑨 𝑶𝑹𝑻𝑰𝒁, uma 𝑰𝑵𝑽𝑬𝑺𝑻𝑰𝑮𝑨𝑫𝑶𝑹𝑨 (𝑭𝑩𝑰) nos agraciando com sua beleza nos halls do aletheia hotel. as moiras avisaram: mesmo com os 𝑻𝑹𝑰𝑵𝑻𝑨 𝑬 𝑫𝑶𝑰𝑺 anos nesse novo corpo, segue tão 𝑾𝑶𝑹𝑲𝑨𝑯𝑶𝑳𝑰𝑪 𝑬 𝑺𝑨𝑮𝑨𝒁 quanto na antiguidade. repararam também que ela lembra muito 𝑷𝑹𝑰𝑺𝑪𝑰𝑳𝑳𝑨 𝑸𝑼𝑰𝑵𝑻𝑨𝑵𝑨? a maldição levou tudo, menos sua beleza. que prazer tê-la como 𝑯𝑶́𝑺𝑷𝑬𝑫𝑬 do nosso hotel!
𝑯𝑬𝑹𝑨: Ἡρη era a rainha olímpica dos deuses e a deusa do casamento, das mulheres, do céu e das estrelas. geralmente era representada como uma bela mulher usando uma coroa e segurando um cetro real com ponta de lótus. era a filha mais velha de cronos e reia, e irmã de zeus. de acordo com os poemas homéricos, ela foi criada por oceano e tétis, pois zeus havia usurpado o trono de cronos; e posteriormente tornou-se esposa de zeus, sem o conhecimento de seus pais. após o casamento com zeus, ela passou a ser tratada pelos deuses olímpicos com a mesma reverência que seu marido. o próprio zeus ouvia seus conselhos e comunicava seus segredos a ela, em vez de a outros deuses. hera também se considera justificada em censurar zeus quando ele consulta outros sem o seu conhecimento. seu caráter, conforme descrito por homero, não é dos mais amáveis, e suas principais características são o ciúme, a obstinação e uma disposição briguenta, que às vezes faz seu próprio marido tremer.
Orphic Hymn 16 to Hera (Greek hymns C3rd B.C. to 2nd A.D.).
𝒈𝒆𝒕 𝒕𝒐 𝒌𝒏𝒐𝒘 𝒉𝒆𝒓 𝒔𝒕𝒐𝒓𝒚.
pandora cresceu naquilo que se poderia chamar de típica família latina em um subúrbio quente demais e barulhento demais, em downey, califórnia. seus pais, netos de porto-riquenhos, não tinham fortuna, mas compensavam em afeto. a mãe era faxineira em três casas diferentes. o pai, barbeiro, conhecido por todo o bairro. eram trabalhadores até o osso e criaram as filhas, ela e sua irmã mais nova, sem faltas emocionais. as vezes, poderia ser que a ausência custasse, consequência do trabalho exaustivo, sentimento que precisava ser tratado com as reuniões familiares quase todo mês. o primeiro contato dela com a violência veio cedo. um tio assassinado em um assalto quando ela tinha doze anos. o crime nunca foi inteiramente resolvido. e talvez tenha sido ali, naquele funeral sufocado pelas ladainhas de vizinhos, que a ideia de se tornar policial deixou de ser vaga. ela estudou abrindo livros emprestados, treinando corrida em parques públicos, exigindo do próprio corpo mais do que deveriam exigir de uma adolescente. tinha um objetivo em mente, nascido de todas suas próprias observações do mundo, da necessidade de resolver o que era desconhecido. definira o que precisava, e passara os demais anos completamente devota à conquistar.
e por isso, aos dezoito, entrou na NYPD police academy. formatura na academia, alguns anos como police officer, provas internas, recomendações, desempenho operacional, entrevistas, avaliações psicológicas, promoção para detective third grade, depois para second, até finalmente alcançar o first grade. pandora cumpriu cada etapa com uma mistura de obsessão e virtude; era o tipo que chegava antes e saía depois, que anotava tudo, que revisava cada relatório. foi nesse período, já destacada em investigações, que conheceu gavin sawyer. colega de trabalho, grau semelhante, humor contagiante que os permeava enquanto preenchiam papéis depois de cada cena de crime. não demorou muito para que culminassem em um pseudo-relacionamento. ela engravidou aos vinte e três, um susto que virou história, um casamento que aconteceu rápido demais, uma casa que se encheu de riso e fraldas e olheiras. sylas nasceu, e pandora nunca havia amado nada daquela maneira. ela e gavin haviam sido o sonho que sequer conhecia ter. não era exatamente o tipo de alguém que sonhava com família, o trabalho sempre viera em primeiro lugar. talvez, por isso que a perda houvesse sido tão dolorosa.
a morte dele veio quando tinha cinco anos. um parque. um instante de desatenção. um hit and run que desapareceu entre câmeras, testemunhas vagas. o casamento não sobreviveu ao luto. ela ainda amava gavin, mas carregava a culpa como se fosse dela, e ele carregava a própria de um jeito que nunca verbalizava. separaram-se porque não conseguiam respirar na mesma casa sem lembrar do que perderam. pandora passou os dois anos seguintes em estado de sobrevivência, trabalhando mais horas do que qualquer superior recomendaria. ela dormia mal, comia pouco, e montava mapas de possibilidades para o caso do próprio filho, enquanto seguia conduzindo o próprio trabalho. uma obsessão paralela. quando finalmente encontrou o responsável, descobriu também que já não havia a quem responsabilizar; um criminoso com várias passagens, dirigindo um carro roubado, morto meses depois em outra ocorrência. era um fim anti-clímax para a maior dor de sua vida. mas trouxe algum tipo de fechamento.
depois disso, vieram alguns meses de absorver o que restou dela mesma. tempo suficiente para aprender a conviver com a sensação de que algumas respostas simplesmente chegam tarde demais. o trabalho continuava sendo o único lugar onde pandora sabia exatamente o que fazer com as próprias mãos, com a própria mente. foi assim que acabou envolvida em um caso que se arrastava pelas bordas da costa leste dos EUA, um serial killer, paciente, cuja lógica exigia exatamente o tipo de atenção obsessiva que ela sempre oferecera às investigações. o caso a levou novamente para nova york, reassumindo posição na NYPD e, inevitavelmente, trabalhando ao lado de gavin outra vez.
foi nesse intervalo, quando o trabalho começava lentamente a assumir novamente o ritmo normal de sua vida, que pandora recebeu um convite para um casamento em santorini. aceitou pela rara oportunidade de sair da rotina sufocante das investigações, e sem saber ao certo a sensação que a puxava para grécia. a viagem deveria ter sido apenas isso, alguns dias de descanso, vinho, paisagens impossivelmente azuis e a companhia de pessoas que conhecia apenas de passagem. assim, na noite do desaparecimento de thea, pandora estava entre os convidados. no início, seu envolvimento foi tratado com cautela. ela foi interrogada, observada, suas conexões analisadas com o mesmo rigor que aplicariam a qualquer outra pessoa. mas a análise não encontrou nada além do que já estava ali. uma detetive de histórico impecável, coincidencialmente presente em um evento que se tornara o centro de um caso inexplicável.
uma vez afastada qualquer suspeita de associação com o desaparecimento, sua presença passou a ter outro tipo de utilidade. algumas semanas depois, o investigador responsável pelo caso se demitiu sem explicações claras, deixando para trás um conjunto de pistas incompletas e uma investigação que parecia ter perdido o rumo. o histórico de pandora chamou atenção do FBI, e sua inserção ali fazia com que o convite viesse de forma direta. não como testemunha ou consultora informal, a queriam como alguém que poderia ajudar a reorganizar uma investigação que já começava a escapar pelas mãos de todos. pandora aceitou pelo mesmo motivo que aceitara tudo o que veio antes em sua vida... ela não sabe virar as costas para um mistério não resolvido.
𝒂𝒏𝒅 𝒘𝒉𝒂𝒕 𝒊𝒔 𝒔𝒉𝒆 𝒍𝒊𝒌𝒆?
pandora é, acima de tudo, uma mulher orientada por propósito. desde muito jovem aprendeu a organizar o mundo em padrões observáveis, causas e consequências, uma forma de raciocínio que a tornou naturalmente difícil de enganar. no trabalho, essa característica se traduz em uma atenção quase obsessiva aos detalhes, uma paciência rara para examinar aquilo que outros descartariam como irrelevante e uma capacidade muito precisa de ler pessoas. raramente levanta a voz ou perde o controle; prefere observar em silêncio até que o momento certo de agir se apresente. há algo de rigoroso em sua moralidade, uma convicção profunda de que certas coisas simplesmente estão erradas e precisam ser corrigidas, que faz com que muitos a enxerguem como inflexível. para pandora, no entanto, trata-se apenas de coerência.
fora do ambiente profissional, sua personalidade revela contradições mais humanas. apesar da postura segura e da língua afiada, ela é alguém que se envolve profundamente com as pessoas que permite entrar em sua vida. pandora ama com intensidade e lealdade teimosa. também possui um senso de humor, frequentemente irônico, pequenas provocações, comentários secos ou observações inesperadamente espirituosas. ao mesmo tempo, carrega uma tendência silenciosa ao autocontrole excessivo; prefere processar dores e conflitos internamente a dividi-los com os outros, o que às vezes a faz parecer mais distante ou fria do que realmente é.
𝒕𝒉𝒆 𝒄𝒖𝒓𝒔𝒆 𝒘𝒊𝒕𝒉𝒊𝒏…
na mitologia, hera era conhecida tanto por sua devoção feroz ao casamento quanto pela forma implacável de transformar o amor conjugal em algo que oscilava constantemente entre proteção e punição. a maldição de pandora discorre essa contradição. ela ainda acredita no matrimônio, ainda carrega dentro de si aquela autoridade silenciosa que hera possuía sobre os laços e promessas. mas sempre que tenta habitá-lo plenamente, algo se contamina. o destino parece empenhado em corroer a ideia.
pandora, como reencarnação de hera, é tomada pela inclinação, desejo obstinado da ideia de casamento. ansiar por parceria, promessa duradoura, um vínculo que se sustenta contra o mundo. a maldição distorce exatamente isso, ela deseja a estabilidade do casamento, acredita nela, trabalha para mantê-la... e ainda assim, algo sempre se quebra antes que a estrutura possa realmente se consolidar. em outras vidas, essa falha se manifestou de forma mais difusa. relações que nunca se concretizavam, promessas que não sobreviviam ao tempo, parceiros que desapareciam antes que o compromisso pudesse ser firmado. mas nesta vida o destino decidiu ser mais direto, talvez mais cruel. pandora finalmente casou-se com ele, com zeus, renascido em outra pele, outro nome, outra história. e por um breve período, aquilo pareceu correto, como se o ciclo se resolvesse. a punição veio dolorosa. a perda de um filho. sylas não foi só uma tragédia, foi o instrumento da maldição. a forma mais eficaz de destruí-los. não apenas separando-os fisicamente, mas envenenando a própria lembrança do que significava ser uma família. para ela, o casamento nunca deixou de ser sagrado. a maldição apenas garante que ele nunca permaneça intacto por tempo suficiente para que ela possa realmente viver dentro dele.
𝒋𝒖𝒔𝒕 𝒂 𝒇𝒆𝒘 𝒅𝒆𝒕𝒂𝒊𝒍𝒔 𝒎𝒐𝒓𝒆.
nasceu em downey, califórnia, estragos unidos;
tem 1,65m de altura;
pandora nunca exatamente deixou de sentir nada por gavin. na verdade, ainda tem uma foto dos três na carteira. acontece que incutiu em sua mente que ele nunca seria capaz de perdoá-la, e por isso, mina qualquer chance que os dois tenham antes que ela sequer tenha possibilidade de se instalar;
é completamente inábil na cozinha. num geral, costuma se esquecer de suas necessidades mais frequentemente do que assume, e precisa as vezes sair em horários não convencionais para fazer compras emergência para sua casa;
ela não fala nunca sobre sylas;
não conseguiu se habituar em morar em outro lugar que não no seu prédio antigo;
tem um vício silencioso por listas. faz listas para tudo, suspeitos, tarefas domésticas, itens de primeira necessidade, metas da semana;
odeia a própria caligrafia, por isso prefere digitar relatórios. mas rascunha sempre à mão;
dorme mal desde o acidente. cochila mais do que dorme, e raramente consegue desligar antes das três da manhã;
guarda todos os presentes que sylas fez para ela: desenhos, cartões, colagens. tudo dentro de uma caixa que nunca abre;
odeia perder tempo, mas quando está sozinha, se pega vendo entrevistas antigas sobre criminologia só para preencher o silêncio;
nunca chega atrasada. se atrasa, significa que algo está muito errado;
tem o hábito de rolar o pescoço quando está irritada ou muito concentrada;
bebe café demais. chega a três, quatro xícaras antes das nove da manhã, e atualmente é viciada em uma cafeteria que existe um quarteirão de distância do hotel;
guarda um casaco velho de gavin. às vezes usa sem perceber;
seu quarto do hotel é extremamente organizado, mas tem pequenas pilhas de papéis que ela jura que vai revisar amanhã. e até realmente revisa, embora os papéis se juntem numa velocidade maior do que consegue avaliar todos.
Talvez a amizade entre Esther e Pandora não fosse a mais óbvia. Possivelmente havia acontecido por terem se encontrado em um momento oportuno onde ambas precisavam de um ombro amigo. Ou, talvez tivessem mais em comum do que a maioria das pessoas esperava numa primeira vista. — Não é um pouco clichê demais todo esse teatro para escrevermos pedidos em uma garrafa e lançar no mar? Inclusive eu ouvi algum nerd natureba falar sobre a poluição e etc. O que você vai pedir?
“vou pedir pelo fim dos nerds naturebas...” disse com uma solenidade fingida. se pensasse muito a fundo, talvez até concordasse com ele em algum grau irritantemente razoável. mas quando a ideia do pedido voltou ao centro da conversa, pandora sabia que sempre valia a pena apostar em uma brincadeira. já soubera exatamente o que pedir. antigamente, acreditava na intensidade de um desejo; no rosário apertado entre os dedos, nas rezas repetidas. acreditava que, se pedisse com força suficiente, o universo se curvaria um centímetro. hoje, não. hoje havia aprendido a negociar com a descrença. prevenção pela falta de expectativa. se não espera, não se decepciona. “eu realmente não sei.” deu de ombros. “você vai, de fato, fazer um pedido?” os olhos se estreitaram um pouco, avaliando-o com curiosidade genuína. “eu estou chocada.”
Sawyer soltou uma risada com a fala da ex-mulher, balançando a cabeça mesmo com o sorrisinho ainda pairando no rosto. "Você nunca mais vai me respeitar depois daquela festa, não é?" Ele brincou, mas não se arrependia de ter se vestido todo para alegrar um pouco o dia da afilhada. Não foi só ela que ficou rindo da fantasia, mas os amigos e Pandora também. Ele pegou a bebida azulada que ela lhe ofereceu, mas resolveu ficar por perto dessa vez, sem tentar afastar-se, por mais que achasse que devia. Eles e festas não eram uma boa combinação, já que depois da última que participaram acabaram tendo uma pequena e intensa recaída. "Acho que o terno branco é mais a minha cara." E já tinha usado aquele terno em específico vezes demais, Pandora bem sabia. Seu olhar desceu pelo vestido dela, enquanto levava o copo aos lábios, bebericando um pouco do líquido azul. "Mas você está muito bonita." Continuou, mordendo o lábio inferior... mas não era porque estava fazendo charme e nem algo do tipo. Era porque... bem, começava a sentir os olhos lacrimejando... por algum motivo? Por que Pandora estar bonita demais naquela noite estava fazendo seu coração apertar tanto? Sentia falta dela, ou...? Resolveu beber um pouco mais só para não ter que pensar muito no sentimento de tristeza que começava a tomar conta de si. "Hum... E-então... você quer... fazer alguma coisa?" Perguntou, focando-se na barraca de flechas mais próxima.
“pelo contrário. te respeito muito mais. te respeitaria mais ainda se tivesse repetido o look.” a risada parecia esconder que parte dela realmente pensara naquela fantasia por dias demais, imaginando como teria sido viver aquilo em outro tempo, com outro desfecho. como teria sido vestir sylas, ajustar alguma fantasia mirabolante dele, discutir maquiagem colorida em um banheiro apertado enquanto riam. o pensamento vinha sempre assim, silencioso. e enquanto os olhos passeavam por ele agora, ali diante dela, surgiu aquela sensação esquisita outra vez, como se tivessem queimado rápido demais. estrela de arder intenso e breve, deixando apenas o fantasma do próprio brilho no céu escuro. era isso que restava? ele descrevia o terno, e quase automaticamente as falanges dela tocaram o tecido, suavizando amassados. precisava daquela confirmação tátil, saber: sim, era essa a sensação. como se houvesse algo a viver que ficara suspenso, interrompido no meio de uma frase que ninguém terminou. o olhar dela subiu para o dele quando a última afirmação foi dita, e o que encontrou ali a desarmou mais do que gostaria. a preocupação atravessou sua expressão antes que pudesse ser contida; os dedos foram até o rosto dele, instintivos. “você está emocionado com minha beleza? sawyer, o que houve?” o tom tentava brincar, mas havia algo genuinamente atento por baixo. foi só depois que percebeu o próprio gesto. a proximidade. o papel que não deveria mais assumir com tanta naturalidade. piscou algumas vezes, limpou a garganta, afastou a mão como se tudo não tivesse passado de um impulso trivial, levando o copo com bebida lilás aos lábios numa tentativa transparente de reorganizar-se. “nós podemos pegar alguma flecha. quer dizer, poderia ser complicado. não sei que tipo de desafio você poderia receber.” o comentário vinha casual, mas havia uma pontada estranha, irritação sem justificativa lógica. a ideia dele cumprindo um daqueles desafios com outra pessoa, ali, diante dela, parecia provocar uma reação que ela não conseguia nomear.
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onde: carnaval do horace.
“é quase difícil de lhe reconhecer sem aqueles adereços. a tiara, as asinhas. elas haviam lhe complementado bem. e sofia concordou.” uma risada, e ela passou para ele uma das duas bebidas coloridas que havia acabado de pegar. verdade é que não haviam se falado bem desde a última vez que se encontraram. excetuando-se por mensagens como feliz natal, feliz ano novo, e poucas trocas mais formais. o que não havia fornecido tempo para que discutissem os últimos acontecimentos. e precisavam, exatamente? era apenas normal uma pequena recaída. “mas tem seu charme assim também. não quis adotar a toga?”