، ≀ ﹙PROFISSÃO﹚⠀╱ Domador de dragões;
، ≀ ﹙QUALIDADES﹚⠀╱ Auto-consciente, autoritário, reservado e confiante;
، ≀ ﹙DEFEITOS﹚⠀╱ Contraditório, impaciente, impassível e exigente;
Covardia nunca esteve no dialeto, tampouco no dicionário, de Hiccup. Ele, que nunca teve privilégios diante de seu título entre os vikings de Berk, também nunca quis abusar dos mesmos. Seu espírito livre era muito mais fiel às aventuras que proporcionava a si mesmo do que no vilarejo aprendendo a ser um bom soldado como o pai tanto queria.
Era estranho para os outros pensarem que alguém tão dedicado a uma causa poderia se dar bem, e dentre os vikings nunca existiu punho leve para nada, muito menos para ideias que fugiam do que era regrado há décadas. Hiccup acreditava no contrário, sempre foi o do contra, e isso mantinha sua mente ligada ao novo e desconhecido, sendo considerado a ovelha negra do vilarejo por tal pensamento, afinal: fora isso que sua mãe havia o largado para conhecer — ou pelo menos assim descobriu após um tempo.
Banguela veio para um capítulo de sua história que era necessário ser descoberto e desvendar tais mistérios que perambulavam os dragões e todo o estigma que carregavam consigo por anos afinco, era de maior interesse de Hiccup. Junto de seus amigos, ele buscava maneiras de integrar os bichos em sociedade mais uma vez, tomando à frente de sua mãe com o ensino para com estes. Domá-los, treiná-los e se conectar com dragões não era fácil, mas Hiccup nunca gostou de nada fácil mesmo.
Seu maior desejo hoje em dia é o de exibir suas conquistas e criar um ambiente acolhedor entre todos, e não apenas isso, mas: reconectar-se com sua mãe após descobrir que a mesma ainda está viva. Esses acontecimentos recentes em sua vida não foram compartilhados com o pai e, honestamente, ele não sabe como fazê-lo, já que estão em lados opostos em uma briga.