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@i-am-jamesiriuspotter
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Tom riu baixinho ao ouvir o que James havia falado. “Ser novo tem as suas vantagens,” disse Tom. “Não se lembrar de nada e não ficar preocupado com isso. E, Rowena, sobre Salazar… Se ele é tão inofensivo quanto meu filho, bom, eu prefiro não me aproximar.”
“Não é?”, disse atras de Tom. “James, James… quero conhecer a garota que um dia vai acabar com essa sua farra. Se isso acontecer, é claro.”, riu olhando o garoto. “Bem, Tom… Seu filho não conhece algo que tenha que temer de verdade. Não como Salazar.”, disse dando de ombros. “Afinal, ele é um ótimo aluno, com notas boas, com respeito em aula, os professores o admiram. Acho que até eu, um pouco. Ele não tem ameaças, a não ser as coisas dele que não ouço falar.”
"Se um dia isso ocorrer Rowena, até eu ficarei surpreso." Ele riu com vontade. Eles abriram a porta do Salão Comunal e entraram na bagunça que estava materializada naquele espaço. "Teremos muito trabalho." Ele disse. Os bichos corriam um atrás do outro, tentando se morder, ou estavam simplesmente brincando.
“Ah, sim.” Ele percebeu que aquele assunto havia encerrado ali. Ele deu de ombros e olhou para o céu, que já estava estrelado. “Eu ainda não sei porque me impressiono com a beleza desse lugar.” Comentou pensativo para Rowena. O pequeno corvo voou pela sua cabeça e se empoleirou em uma árvore. “Tchau pequeno amigo. Rowena, o que acha de irmos para o Salão ver o tamanho do estrago?” Ele riu.
“Eu já vi.”, disse olhando o céu. “É, tá bonito lá, bem bonito.”, respirou fundo. ‘Ande, Rowena, você tem que arrumar aquilo uma hora ou outra.’, sua mente a repreendeu. “Vamos lá, aproveitamos para tomar um chá.”, disse pegando Tom pelo braço e o levando com eles. “E você, James… Lembra-se de como foi sua noite ou a bebida o fez esquecer?”, perguntou olhando o garoto pelo canto do olho com um sorriso travesso.
James se lembrava vagamente. "Bom, só sei que tinha muita bebida e uma garota, nos jardins. E eu não acho que a gente ficou só na bebida, se é que tu entende." É claro que ela entendia. Ele riu, tentando lembrar da cara da garota, mas era impossível. "Se eu pelo menos lembrasse quem era que estava comigo ontem, bah."
“Sempre sai perfumado e volta ainda mais…” James repetiu as palavras, tentando entendê-las, mas ele simplesmente deu de ombros. O corvo voltou para o seu ombro e começou a passar o bico em seu rosto. James acariciou suas penas carinhosamente. Ele pegou sua varinha e arrumou sua roupa, que estava toda suja e com um odor nada agradável, seu cabelo voltou a erguer em um topete. “Bem melhor. Mas e a sua relação com ele Rowena, continua cheia de brigas?” James deu uma risada gostosa.
“Ahn… basicamente.”, disse ainda pensativa. “Paramos de discutir com aquela frequência e as discussões que andamos tendo são leves, bem leves. E nunca em público.”, deu de ombros olhando o garoto. “Me perdoe, James.”, disse antes de pousar as duas mãos sobre os ombros do garoto e lançar um feitiço rápido. Sentiu como se água gelada escorresse de suas mãos para as veste do garoto, mas não parecia isso. Segundos depois as vestes pareciam melhores e o cheiro havia sumido. “Não aguentei. A sensação fria passa.”, completou antes que ele discutisse com ela.
“Perdoe pelo…” A voz do garoto sumiu. Uma sensação de água corrente passou pelo seu corpo, “lavando” toda a sujeira e o cheiro. Depois seu corpo ficou gélido, como um banho de água fria. Seus pelos se ouriçaram e depois de 15 segundos tudo voltou ao normal. Ele se sentia bem melhor, sua ressaca havia passado. “Isso foi realmente estranho, mas estou me sentindo muito melhor Rowena, muito obrigado.” O garoto sorriu para sua amiga “milenar”. “Bom, vocês não discutindo em público já é um grande avanço, comparado a um tempo atrás. Lembro-me de uma vez que vocês dois quase se mataram na frente de uma multidão.”
“Ah, eu estava com o temperamento forte.”, disse voltando os olhos para o vestido. “Na verdade, ambos estávamos .. Agora estamos mais coerentes e firmes. Ou distantes.”, riu e prensou os lábios um no outro. Depois que ambos leram sobre seus respectivos futuros ambos tiveram épocas terríveis E depois, em uma ultima discussão, ambos aceitaram todos os fatos e toparam seguir cada um a sua vida, esquecendo seu futuro, ou história. “Matamos a vontade de matar um ao outro jogando. Faz mais bem a saúde.”, piscou para o garoto fugindo dos próprios pensamentos.
"Ah, sim." Ele percebeu que aquele assunto havia encerrado ali. Ele deu de ombros e olhou para o céu, que já estava estrelado. "Eu ainda não sei porque me impressiono com a beleza desse lugar." Comentou pensativo para Rowena. O pequeno corvo voou pela sua cabeça e se empoleirou em uma árvore. "Tchau pequeno amigo. Rowena, o que acha de irmos para o Salão ver o tamanho do estrago?" Ele riu.
“Sempre sai perfumado e volta ainda mais…” James repetiu as palavras, tentando entendê-las, mas ele simplesmente deu de ombros. O corvo voltou para o seu ombro e começou a passar o bico em seu rosto. James acariciou suas penas carinhosamente. Ele pegou sua varinha e arrumou sua roupa, que estava toda suja e com um odor nada agradável, seu cabelo voltou a erguer em um topete. “Bem melhor. Mas e a sua relação com ele Rowena, continua cheia de brigas?” James deu uma risada gostosa.
“Ahn… basicamente.”, disse ainda pensativa. “Paramos de discutir com aquela frequência e as discussões que andamos tendo são leves, bem leves. E nunca em público.”, deu de ombros olhando o garoto. “Me perdoe, James.”, disse antes de pousar as duas mãos sobre os ombros do garoto e lançar um feitiço rápido. Sentiu como se água gelada escorresse de suas mãos para as veste do garoto, mas não parecia isso. Segundos depois as vestes pareciam melhores e o cheiro havia sumido. “Não aguentei. A sensação fria passa.”, completou antes que ele discutisse com ela.
"Perdoe pelo..." A voz do garoto sumiu. Uma sensação de água corrente passou pelo seu corpo, "lavando" toda a sujeira e o cheiro. Depois seu corpo ficou gélido, como um banho de água fria. Seus pelos se ouriçaram e depois de 15 segundos tudo voltou ao normal. Ele se sentia bem melhor, sua ressaca havia passado. "Isso foi realmente estranho, mas estou me sentindo muito melhor Rowena, muito obrigado." O garoto sorriu para sua amiga "milenar". "Bom, vocês não discutindo em público já é um grande avanço, comparado a um tempo atrás. Lembro-me de uma vez que vocês dois quase se mataram na frente de uma multidão."
A bruxa assentiu para Tom pensativa. A questão agora era, falar para Salazar que ele tinha ganhado ou ganhar um colar com uma grande pedra azul… “Salazar pode conversar comigo todos os dias. O que é tirar uma festa dele?”, ela deu de ombros. “Como se ele já não tivesse feito isso.”, comentou mais baixo até que revirou os olhos e desistiu do garoto novamente. “Gentleman.”, repetiu numa risada baixa.
“Mas temos que concordar que Salazar consegue espantar as pessoas muito fácil quando quer, apenas com um olhar,” disse Riddle, lembrando-se de como o outro fundador encarava Malfoy na noite anterior. “Magpies são pássaros, Sr. Potter, da mesma família dos corvos. Dizem que, dependendo do número deles que você vê, alguma coisa vai acontecer… Os versos variam de lugar para lugar, eu só conheço os de Yorkshire: um para tristeza, dois para alegria, três para uma garota, quatro para um garoto, cinco para prata, seis para ouro, sete para uma história que não deve ser contada, oito você vive, nove você morre e os dez pássaros sempre me fogem da cabeça com o significado.”
“Curiosos esses Magpies. Já que vocês estão falando em Salazar, como vai ele Rowena? Faz um tempo que eu não o vejo, e sabe, eu gostava dele. Principalmente das conversas com vocês dois, Rowena.” James ficou pensativo, se lembrando de algum longo tempo atrás.
Rowena teve que rir. Salazar consegue praticamente tudo com um olhar. Godric também. Era complicado viver com os dois. “Bem, não se deixe espantar por Salazar. Ele não fará mais do que uma mosca.”, disse piscando para o homem. Faria… mas não fará. Pelo menos acreditava nisso. “Salazar vai bem. Viajando bastante. Sei que tem andado bastante pelo Beco Diagonal, sempre sai muito perfumado e volta ainda mais, pelo menos o perfume não é enjoativo. Aparece por aqui de 2 em 2 dias, quando tenho sorte.”, Rowena disse como se lê-se um curriculo e soltou um suspiro com uma risada fraca já perdida em pensamentos sobre os Magpies. “Interessantes eles… não me lembro de ler sobre eles… Acho que vou procurar algo mais tarde.”, disse pensativa.
"Sempre sai perfumado e volta ainda mais..." James repetiu as palavras, tentando entendê-las, mas ele simplesmente deu de ombros. O corvo voltou para o seu ombro e começou a passar o bico em seu rosto. James acariciou suas penas carinhosamente. Ele pegou sua varinha e arrumou sua roupa, que estava toda suja e com um odor nada agradável, seu cabelo voltou a erguer em um topete. "Bem melhor. Mas e a sua relação com ele Rowena, continua cheia de brigas?" James deu uma risada gostosa.
A bruxa assentiu para Tom pensativa. A questão agora era, falar para Salazar que ele tinha ganhado ou ganhar um colar com uma grande pedra azul… “Salazar pode conversar comigo todos os dias. O que é tirar uma festa dele?”, ela deu de ombros. “Como se ele já não tivesse feito isso.”, comentou mais baixo até que revirou os olhos e desistiu do garoto novamente. “Gentleman.”, repetiu numa risada baixa.
“Mas temos que concordar que Salazar consegue espantar as pessoas muito fácil quando quer, apenas com um olhar,” disse Riddle, lembrando-se de como o outro fundador encarava Malfoy na noite anterior. “Magpies são pássaros, Sr. Potter, da mesma família dos corvos. Dizem que, dependendo do número deles que você vê, alguma coisa vai acontecer… Os versos variam de lugar para lugar, eu só conheço os de Yorkshire: um para tristeza, dois para alegria, três para uma garota, quatro para um garoto, cinco para prata, seis para ouro, sete para uma história que não deve ser contada, oito você vive, nove você morre e os dez pássaros sempre me fogem da cabeça com o significado.”
"Curiosos esses Magpies. Já que vocês estão falando em Salazar, como vai ele Rowena? Faz um tempo que eu não o vejo, e sabe, eu gostava dele. Principalmente das conversas com vocês dois, Rowena." James ficou pensativo, se lembrando de algum longo tempo atrás.
i-am-tomriddlesr:
“Bom dia, Sr. Potter,” disse Tom, divertindo-se ao ver Rowena agindo quase feito sua mãe enquanto arrumava as vestes do rapaz. “E, sim, Srta. Ravenclaw, ele mesmo. Bom… A senhorita estava entretida com seu… Amigo, ontem, e o Sr. Malfoy achou melhor não atrapalha-los.”
“Obrigado Rowena.” O garoto disse pegando o copo e o virando. “Bom dia Sr. Tom, como vai o senhor? Rowena, se eu disser que provavelmente dormi nos jardins você não irá ficar brava, não é?” O corvo que estava em seu braço deu um pequeno ‘piu’ e voou para o ombro de sr. Tom.
Rowena tratou de sumir com o copo e olhou para Tom surpresa. “Ahn… Abraxas queria… falar comigo?”, piscou duas vezes tentando engolir a surpresa, o que não foi difícil com James. “James!”, ela riu entre dentes. “Provavelmente não.”, ela ajeitou os cabelos do garoto. “Mas podia ter passado em um banheiro antes de sair andando por aí, hum?”
“Querer falar ele queria, mas, como já disse, não quis atrapalhar a sua conversa com Salazar,” respondeu Tom, virando o rosto para olhar o corvo em seu ombro. “Eles sempre me lembram uns versinhos que eu me lembro de ter ouvido quando era mais novo… Apesar de não falarem especificamente sobre corvos e sim de magpies.”
"As vezes você parece minha mãe Rowena." James esperou ela tirar a mão para bagunçar seu cabelo novamente. "Esse Abraxas é um gentleman, não?" Ele deu uma risadinha irônica e se voltou para o Sr. Tom. "Magpies?"
“Não se preocupe.” Tom riu, sacudindo a cabeça. “Foi uma conversa interessante, realmente. Ele me reconheceu… Digo, achou que eu era parecido com alguém. Aparentemente meu filho já o mandou ficar quieto ‘de uma maneira nada educada’ e ele me achou parecido com o ‘jovem paspalho’. Aposto que os alunos aqui nunca ficam entediados… É só achar um quadro para ter uma conversa boa,” disse Riddle. “Te dou uma chance para adivinhar a pessoa que qualquer tipo de poema me lembra.”
James saiu do Salão Principal -que estava praticamente deserto- e foi tomar um ar, para ver se aquela maldita ressaca melhorava. Ao sair das comodidades do castelo, ele notou Rowena e Tom conversando, e foi até eles puxar um papo. “Bom dia ou boa tarde, não sei dizer. Não importa, alguém tem um pouco de água ai?” Disse se aproximando dos dois.
Rowena abiu um sorriso pequeno. “Abraxas Malfoy.”, riu de leve abaixando a cabeça. “O vi tão pouco ontem.”, comentou baixo pensativa, as vezes preferia ter perdido a aposta de Salazar. Desviou os olhos para um aluno que se aproximava. “James!”, ela riu revirando os olhos. “Olhe o seu estado.”, estalou a língua arrumando o terno do garoto. Estalou os dedos e um copo de água apareceu. “Você por acaso foi para o seu quarto desde a noite passada?”
“Bom dia, Sr. Potter,” disse Tom, divertindo-se ao ver Rowena agindo quase feito sua mãe enquanto arrumava as vestes do rapaz. “E, sim, Srta. Ravenclaw, ele mesmo. Bom… A senhorita estava entretida com seu… Amigo, ontem, e o Sr. Malfoy achou melhor não atrapalha-los.”
"Obrigado Rowena." O garoto disse pegando o copo e o virando. "Bom dia Sr. Tom, como vai o senhor? Rowena, se eu disser que provavelmente dormi nos jardins você não irá ficar brava, não é?" O corvo que estava em seu braço deu um pequeno 'piu' e voou para o ombro de sr. Tom.
Riddle riu. Rowena parecia ter tido uma noite tão boa quanto a sua, a julgar pela sua aparência.
“Foi uma boa noite. Fiquei sabendo de todos os rumores mais estranhos que circulam entre os quadros graças à uma figura chama Sir Ca… Cadogan, se não me engano. Ele ficava repetindo o nome dele o tempo inteiro depois de parar de achar que eu era um safado impostor ou coisa assim, mas é bem capaz de eu estar enganado,” disse Tom. “E você, Srta. Ravenclaw?”
Rowena arregalou um pouco os olhos surpresa. “Ah, Tom. Perdão. Talvez eu tivesse que ter verificado o que tinha por lá. Sir Cadogan era, é… um assunto sério. Devo-lhe uma noite bem dormida.”, ela riu baixo e olhou o céu rapidamente. Comparado com a noite linda de ontem, este céu não parecia anteceder aquela noite. Nuvens de neblina claras que não deixavam nem um toque azul do céu que havia abaixo aparecer. “Minha noite foi completa por poemas e pergaminhos antigos cheios de poeira.”, levou a mão a boca e bocejou.
“Não se preocupe.” Tom riu, sacudindo a cabeça. “Foi uma conversa interessante, realmente. Ele me reconheceu… Digo, achou que eu era parecido com alguém. Aparentemente meu filho já o mandou ficar quieto ‘de uma maneira nada educada’ e ele me achou parecido com o ‘jovem paspalho’. Aposto que os alunos aqui nunca ficam entediados… É só achar um quadro para ter uma conversa boa,” disse Riddle. “Te dou uma chance para adivinhar a pessoa que qualquer tipo de poema me lembra.”
James saiu do Salão Principal -que estava praticamente deserto- e foi tomar um ar, para ver se aquela maldita ressaca melhorava. Ao sair das comodidades do castelo, ele notou Rowena e Tom conversando, e foi até eles puxar um papo. "Bom dia ou boa tarde, não sei dizer. Não importa, alguém tem um pouco de água ai?" Disse se aproximando dos dois.
James apareceu no Salão Principal acabado, de ressaca. Ele havia saído da festa para caminhar e encontrou uma garota e, bem, eles beberam todas e mais um pouco. Ele viu que o Salão não tinha quase ninguém, algumas ali e algumas cá. Ele pegou um copo de água e sentou em uma cadeira. Um corvo em miniatura pousou em seu ombro. "Olá garoto." Disse, acariciando o pescoço do animal.
Oi
A decoração do Salão estava impecável, todos a admiravam. Nada faltava, e cada casa tinha simbolos devidamente espalhados por ali para representá-las.
Victoire alcançou James, que estava na mesa de bebidas. “Então, Jay, um firewhisky pra nós?” riu fraco.
“Firewhisky,…
Victoire pegou o copo que James enchera. “Obrigada.” olhou para as cobras passeando pela mesa “Ah sim, Rowena sempre consegue nos impressionar…Quando eu der uma festa, chamarei ela para decorar.”
“Pois é.” Ele virou o copo e o colocou na mesa. “Quer dançar?” Ele sempre achava melhor dançar com alguma prima, pois nunca tinha algo a mais nisso. Bom, pelo menos para ele não tinha.
Victoire terminou de beber seu firewhisky e deixou o copo na mesa. “Claro, vamos.” Vic adorava dançar e como James era seu primo, seria apenas uma dança e ainda por cima, seria divertida, afinal James era uma das pessoas mais divertidas que conhecia. “Vamos mostrar a eles se dança.” riu para o primo.
Ele pegou na mão de Vic e a levou para a pista de dança, que estava mais lotada do que imaginava. Ele cumprimentou alguns amigos e conhecidos e foi para o meu, com Victoire em seu encalço. “Aqui está bom.”
Ela não se lembrava de que havia tanta gente ali quando chegou. Observou alguns alunos que vestiam trajes com detalhes em vermelho e dourado, Grifinórios, quase não percebeu quando James chegou ao meio do Salão e parou. “Sim. Agora dançamos, porque nada melhor do que uma dança para animar a festa, não é?” E começou a dançar com James.
James dançava com a prima, a música era animada e todos em volta dançavam também. Percebeu então que alguma coisa se movimentava abaixo deles, olhou lentamente para o chão e… “Vic, sem querer assustar mas…acho que tem uma cobra aqui nos nossos pés.”
A música estava divertida, todos dançavam animados. Depois do comentário de James, Victoire olhou para os pés de ambos, onde uma cobra de um tamanho nem tão pequeno os rondava “Oh meu Merlin…Acho que temos um problema aqui Jay…” Lentamente Victoire tentou mexer os pés, sem sucesso pois a cobra rodeava seus pés. “Por favor, diga que alguém aqui é ofidioglota.”
‘Pelo jeito Rowena não deu um jeito em tudo.’ Ele pensou, enquanto todos entravam em pânico. “Vic, fique calma. Só sai de perto dela, ela dever ser inofensiva.”
A garota observou Rowena chegar até eles pegando a cobra nos braços e pedindo desculpas. “Sem problemas, e obrigada, Rowena.” sorriu. “Ufa…”
James acenou para Rowena. “Eu disse que era inofensiva” disse, se dirigindo para Victoire. Ele deu de ombros e voltou a dançar, como se nada tivesse acontecido.
“É que, não é como se ela parecesse ser inofensiva sabe…” riu e voltou a dançar também, esquecendo o acontecido logo em seguida.
Depois de algum tempo dançando, as pessoas começavam a sair do meio do Salão e se sentarem ou procurarem por bebidas, os pés de Vic doíam um pouco. “Que acha de irmos nos sentar um pouco, Jay?”
“Tanto faz.” James segui Vic para fora do salão e foi até a mesa de bebidas. Pegou uma garrafa de firewhisky e começou a bebê-la.
Victoire olha as bebidas, escolhe cerveja amanteigada dessa vez, pega a garrafa. “Conte-me, James, como estão as coisas? Como vão as aulas? Harrry e Gina estão bem? Não falo com eles faz algum tempo…”
“Vão bem, você sabe, muito puxadas, mas bem. Eles devem estar em casa agora, não sei.” Fazia muito tempo que ele não falava com seus pais, mas ele não queria ficar pensando nisso. “Tia Fleur e tio Gui estão bem também?”
“Eles estão bem também, recebi uma carta dos dois na semana passada..Tudo calmo por lá.” Vic apoiou a garrafa em cima da mesa, por um momento pensou em onde estava sua irmã, bem, ela deveria estar dançando, provavelmente. Pegou a garrafa e bebeu novamente.
James acabou de beber a firewhisky e colocou a garrafa vazia em cima da mesa. "Vic, vou fazer uma coisinha e já volto." Ele se despediu da prima e saiu do Salão.
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A decoração do Salão estava impecável, todos a admiravam. Nada faltava, e cada casa tinha simbolos devidamente espalhados por ali para representá-las.
Victoire alcançou James, que estava na mesa de bebidas. “Então, Jay, um firewhisky pra nós?” riu fraco.
“Firewhisky,…
Victoire pegou o copo que James enchera. “Obrigada.” olhou para as cobras passeando pela mesa “Ah sim, Rowena sempre consegue nos impressionar…Quando eu der uma festa, chamarei ela para decorar.”
“Pois é.” Ele virou o copo e o colocou na mesa. “Quer dançar?” Ele sempre achava melhor dançar com alguma prima, pois nunca tinha algo a mais nisso. Bom, pelo menos para ele não tinha.
Victoire terminou de beber seu firewhisky e deixou o copo na mesa. “Claro, vamos.” Vic adorava dançar e como James era seu primo, seria apenas uma dança e ainda por cima, seria divertida, afinal James era uma das pessoas mais divertidas que conhecia. “Vamos mostrar a eles se dança.” riu para o primo.
Ele pegou na mão de Vic e a levou para a pista de dança, que estava mais lotada do que imaginava. Ele cumprimentou alguns amigos e conhecidos e foi para o meu, com Victoire em seu encalço. “Aqui está bom.”
Ela não se lembrava de que havia tanta gente ali quando chegou. Observou alguns alunos que vestiam trajes com detalhes em vermelho e dourado, Grifinórios, quase não percebeu quando James chegou ao meio do Salão e parou. “Sim. Agora dançamos, porque nada melhor do que uma dança para animar a festa, não é?” E começou a dançar com James.
James dançava com a prima, a música era animada e todos em volta dançavam também. Percebeu então que alguma coisa se movimentava abaixo deles, olhou lentamente para o chão e… “Vic, sem querer assustar mas…acho que tem uma cobra aqui nos nossos pés.”
A música estava divertida, todos dançavam animados. Depois do comentário de James, Victoire olhou para os pés de ambos, onde uma cobra de um tamanho nem tão pequeno os rondava “Oh meu Merlin…Acho que temos um problema aqui Jay…” Lentamente Victoire tentou mexer os pés, sem sucesso pois a cobra rodeava seus pés. “Por favor, diga que alguém aqui é ofidioglota.”
‘Pelo jeito Rowena não deu um jeito em tudo.’ Ele pensou, enquanto todos entravam em pânico. “Vic, fique calma. Só sai de perto dela, ela dever ser inofensiva.”
A garota observou Rowena chegar até eles pegando a cobra nos braços e pedindo desculpas. “Sem problemas, e obrigada, Rowena.” sorriu. “Ufa…”
James acenou para Rowena. “Eu disse que era inofensiva” disse, se dirigindo para Victoire. Ele deu de ombros e voltou a dançar, como se nada tivesse acontecido.
“É que, não é como se ela parecesse ser inofensiva sabe…” riu e voltou a dançar também, esquecendo o acontecido logo em seguida.
Depois de algum tempo dançando, as pessoas começavam a sair do meio do Salão e se sentarem ou procurarem por bebidas, os pés de Vic doíam um pouco. “Que acha de irmos nos sentar um pouco, Jay?”
“Tanto faz.” James segui Vic para fora do salão e foi até a mesa de bebidas. Pegou uma garrafa de firewhisky e começou a bebê-la.
Victoire olha as bebidas, escolhe cerveja amanteigada dessa vez, pega a garrafa. “Conte-me, James, como estão as coisas? Como vão as aulas? Harrry e Gina estão bem? Não falo com eles faz algum tempo…”
"Vão bem, você sabe, muito puxadas, mas bem. Eles devem estar em casa agora, não sei." Fazia muito tempo que ele não falava com seus pais, mas ele não queria ficar pensando nisso. "Tia Fleur e tio Gui estão bem também?"
A decoração do Salão estava impecável, todos a admiravam. Nada faltava, e cada casa tinha simbolos devidamente espalhados por ali para representá-las.
Victoire alcançou James, que estava na mesa de bebidas. “Então, Jay, um firewhisky pra nós?” riu fraco.
“Firewhisky,…
Victoire pegou o copo que James enchera. “Obrigada.” olhou para as cobras passeando pela mesa “Ah sim, Rowena sempre consegue nos impressionar…Quando eu der uma festa, chamarei ela para decorar.”
“Pois é.” Ele virou o copo e o colocou na mesa. “Quer dançar?” Ele sempre achava melhor dançar com alguma prima, pois nunca tinha algo a mais nisso. Bom, pelo menos para ele não tinha.
Victoire terminou de beber seu firewhisky e deixou o copo na mesa. “Claro, vamos.” Vic adorava dançar e como James era seu primo, seria apenas uma dança e ainda por cima, seria divertida, afinal James era uma das pessoas mais divertidas que conhecia. “Vamos mostrar a eles se dança.” riu para o primo.
Ele pegou na mão de Vic e a levou para a pista de dança, que estava mais lotada do que imaginava. Ele cumprimentou alguns amigos e conhecidos e foi para o meu, com Victoire em seu encalço. “Aqui está bom.”
Ela não se lembrava de que havia tanta gente ali quando chegou. Observou alguns alunos que vestiam trajes com detalhes em vermelho e dourado, Grifinórios, quase não percebeu quando James chegou ao meio do Salão e parou. “Sim. Agora dançamos, porque nada melhor do que uma dança para animar a festa, não é?” E começou a dançar com James.
James dançava com a prima, a música era animada e todos em volta dançavam também. Percebeu então que alguma coisa se movimentava abaixo deles, olhou lentamente para o chão e… “Vic, sem querer assustar mas…acho que tem uma cobra aqui nos nossos pés.”
A música estava divertida, todos dançavam animados. Depois do comentário de James, Victoire olhou para os pés de ambos, onde uma cobra de um tamanho nem tão pequeno os rondava “Oh meu Merlin…Acho que temos um problema aqui Jay…” Lentamente Victoire tentou mexer os pés, sem sucesso pois a cobra rodeava seus pés. “Por favor, diga que alguém aqui é ofidioglota.”
‘Pelo jeito Rowena não deu um jeito em tudo.’ Ele pensou, enquanto todos entravam em pânico. “Vic, fique calma. Só sai de perto dela, ela dever ser inofensiva.”
A garota observou Rowena chegar até eles pegando a cobra nos braços e pedindo desculpas. “Sem problemas, e obrigada, Rowena.” sorriu. “Ufa…”
James acenou para Rowena. “Eu disse que era inofensiva” disse, se dirigindo para Victoire. Ele deu de ombros e voltou a dançar, como se nada tivesse acontecido.
“É que, não é como se ela parecesse ser inofensiva sabe…” riu e voltou a dançar também, esquecendo o acontecido logo em seguida.
Depois de algum tempo dançando, as pessoas começavam a sair do meio do Salão e se sentarem ou procurarem por bebidas, os pés de Vic doíam um pouco. “Que acha de irmos nos sentar um pouco, Jay?”
"Tanto faz." James segui Vic para fora do salão e foi até a mesa de bebidas. Pegou uma garrafa de firewhisky e começou a bebê-la.
A decoração do Salão estava impecável, todos a admiravam. Nada faltava, e cada casa tinha simbolos devidamente espalhados por ali para representá-las.
Victoire alcançou James, que estava na mesa de bebidas. “Então, Jay, um firewhisky pra nós?” riu fraco.
“Firewhisky,…
Victoire pegou o copo que James enchera. “Obrigada.” olhou para as cobras passeando pela mesa “Ah sim, Rowena sempre consegue nos impressionar…Quando eu der uma festa, chamarei ela para decorar.”
“Pois é.” Ele virou o copo e o colocou na mesa. “Quer dançar?” Ele sempre achava melhor dançar com alguma prima, pois nunca tinha algo a mais nisso. Bom, pelo menos para ele não tinha.
Victoire terminou de beber seu firewhisky e deixou o copo na mesa. “Claro, vamos.” Vic adorava dançar e como James era seu primo, seria apenas uma dança e ainda por cima, seria divertida, afinal James era uma das pessoas mais divertidas que conhecia. “Vamos mostrar a eles se dança.” riu para o primo.
Ele pegou na mão de Vic e a levou para a pista de dança, que estava mais lotada do que imaginava. Ele cumprimentou alguns amigos e conhecidos e foi para o meu, com Victoire em seu encalço. “Aqui está bom.”
Ela não se lembrava de que havia tanta gente ali quando chegou. Observou alguns alunos que vestiam trajes com detalhes em vermelho e dourado, Grifinórios, quase não percebeu quando James chegou ao meio do Salão e parou. “Sim. Agora dançamos, porque nada melhor do que uma dança para animar a festa, não é?” E começou a dançar com James.
James dançava com a prima, a música era animada e todos em volta dançavam também. Percebeu então que alguma coisa se movimentava abaixo deles, olhou lentamente para o chão e… “Vic, sem querer assustar mas…acho que tem uma cobra aqui nos nossos pés.”
A música estava divertida, todos dançavam animados. Depois do comentário de James, Victoire olhou para os pés de ambos, onde uma cobra de um tamanho nem tão pequeno os rondava “Oh meu Merlin…Acho que temos um problema aqui Jay…” Lentamente Victoire tentou mexer os pés, sem sucesso pois a cobra rodeava seus pés. “Por favor, diga que alguém aqui é ofidioglota.”
‘Pelo jeito Rowena não deu um jeito em tudo.’ Ele pensou, enquanto todos entravam em pânico. “Vic, fique calma. Só sai de perto dela, ela dever ser inofensiva.”
A garota observou Rowena chegar até eles pegando a cobra nos braços e pedindo desculpas. “Sem problemas, e obrigada, Rowena.” sorriu. “Ufa…”
James acenou para Rowena. "Eu disse que era inofensiva" disse, se dirigindo para Victoire. Ele deu de ombros e voltou a dançar, como se nada tivesse acontecido.