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Os Vestígios de uma sociedade-fastasma.
TEXTO RETIRADO NA ÍNTEGRA DO GAZETA PARISIENSE DE 14.10.1948
Yo, ho Por nós Nossas cores erguer Ladrões e mendigos Não aceitam morrer. Yo, ho Todos juntos Nossas cores erguer Ladrões e mendigos Jamais irão morrer. Desde os remanescentes da humanidade, os homens procuram organizar-se em grupos levando em conta sua afinidade com os demais membros ou com o propósito da comunidade. Invariavelmente, ao integrar anseia-se pelos benefícios dessa adesão. Essa busca pode ser consciente, como aqueles que juntam-se aos clubes da alta sociedade procurando por influência, ou inconsciente, a reunião dos amigos que tenciona apenas suplantar os pesados fardos da rotina. Alguns grupos têm caráter público, são abertos a qualquer um que expressar o desejo de participar de suas interações, enquanto outros tomam para si uma característica privada, levantando, assim, teorias da conspiração. Uma dessas organizações anônimas encontra-se em Paris e sua existência acompanha o desenvolvimento da cidade. A sua condição confidencial é tamanha que o grupo ganha o status de lenda urbana. A Sociedade Secreta dos Ladrões. As informações são de que inúmeros bruxos reúnem-se sob esse título e não há qualquer característica comum aos integrantes que permita sua identificação. Sem padrões, é composto por homens e mulheres de alta sociedade, assim como membros das camadas mais baixas, contudo não há qualquer “comportamento discriminatório” entre os irmãos, ali todos são iguais. Seu propósito é simplório: Compartilhar suas habilidades com os semelhantes. O tráfico de influência é uma prática comum e supõe-se que as grandes negociações feitas entre as potências da economia da cidade são feitas nos seus salões. Todos ali tem um talento natural para ladroar. Não existem cargos na Sociedade dos Ladrões, apenas dois. O Rei dos Ladrões, responsável por manter a “ordem” e aplicar a Lei quando essa é infringida por algum dos membros. Aliás, os ladrões possuem um código pessoal. O Imediato do Rei é visto como um conselheiro do líder e é o responsável por assumir o controle, caso o monarca esteja impossibilitado de fazê-lo por morte ou qualquer outra ocorrência. As especulações tratam que o grupo foi fundado por um pirata. Durante o período que a caçada a embarcações clandestinas, um capitão aportou na França e seguiu até Paris. Por terra, deram continuidade ao legado que tinham no mar, pilhado cidades e vilarejos. Ao chegar até a cidade-luz, fundou a Sociedade Secreta dos Ladrões e os marujos de sua tripulação, que o seguiram através do país, foram os primeiros membros. Com a passagem dos anos, que trouxeram a morte do fundador, a irmandade cresceu e perpetuou-se. Ao menos, é o que dizem os rumores.
Por Azazel von Rothbart Historiador Mágico.
Eu grito porque você merece. Você está sendo ridículo há tanto tempo que eu nem consigo dizer o quanto estou envergonhada por você
Rosalie von Rothbart
Lorenzo Eccher, Hasegawa me pediu para informar que Theseus está morto
Lallys Stefanski
OS CAÇADORES: Após descobrir a violação ao cofre dos von Rothbart e os perigos que envolvem a situação, Lexie Welch procurou por ajuda. A auror foi orientada por uma figura misteriosa a recorrer a uma relíquia mágica histórica: Bassin de Viviane. Assim, foram escolhidos os bruxos reunidos por Lexie para investigar o roubo da Rosa de Pedra. Ao longo da narrativa, outros uniram-se a formação dos caçadores (seu nome informal), uma vez que suas habilidades e conhecimentos foram necessárias para desvendar os mistérios que envolvem o crime.
Patrulha Vivianus: Os heróis “reais” da França, por Azazel Von Rothbart.
TEXTO RETIRADO NA ÍNTEGRA DO GAZETA PARISIENSE DE 23.02.1953
Desde que teve os contornos dos seus territórios fixados (e muito antes disso também), a história da França é marcada por inúmeros ataques a sua soberania. Ascendendo de origens diversas, o objetivo dos insurgentes é único: Instaurar o caos. Através dos mais diversos meios, as ameaças avançaram deixando um rastro de terror e carregando consigo a possibilidade de um futuro amargo. Contudo, seus intentos foram interrompidos por figuras que ergueram-se em defesa do país e combateram. Sendo esse o ciclo natural da história, ele repete-se incansavelmente, manejado pelas mãos pesadas do destino. Atualmente, a sociedade mágica vivencia os resultados de um desses ciclos. Ainda que dez anos tenham se passado desde que o bruxo britânico Albus Dumbledore derrotou Gellert Grindelwald, as feridas permanecem estão abertas. O Ministério Mágico Britânico, assim como seu povo, ainda tem na sua respiração um ritmo descompassado e angustiante. As memórias das mortes deixadas pelo antagonista ainda estão vivas e pulsantes nas mentes dos que vivenciaram seus feitos. A Europa ainda sussurra com assombro sobre as atrocidades cometidas por ele. Os que antes alimentavam corações inocentes, compreendem que a paz não é um estado perene. A pergunta que mais ronda a mente dos bruxos, embora permaneça impronunciada, é: Quem será o próximo adversário a ser enfrentado? E o mais importante: Quando ele virá? Ainda que não tenha sido a França a sentir os principais impactos das ações de Grindelwald (embora tenha reflexos de sua passagem), tem seus próprios fantasmas. Um dos mais sublime deles data do reinado de Luís VIII. A desgraça foi trazida pelo mar, a bordo de um navio, representada pela figura do Capitão, um pirata. Empunhando suas varinhas, os homens e mulheres que compunham sua tripulação desembarcaram e tentaram desencadear uma anarquia. Assaltaram e aterrorizaram muitas regiões, deixando a população em sofrimento. Luís VIII, na condição de monarca regente, precisou encontrar uma solução.
Luís VIII, o leão. Rei da França entre 1223 e 1226. No século XIII, os trouxas e bruxos ainda dividiam os mesmos espaços, os dois mundos eram apenas um. O Estatuto Internacional de Sigilo Mágico foi assinado apenas no século XVII. Por tratar-se de uma problemática envolvendo bruxos, o rei recorreu a uma solução mágica. Através de seu conselheiro, Rei Luís, o leão, tomou conhecimento da existência de uma relíquia mágica capaz de responder a qualquer questão feita a ela por um coração digno. Por sua participação nesse fragmento da história francesa, o artefato passou a ser conhecido como Águas de Luís VIII. Seu nome original, no entanto, é relato como Bassin de Viviane. Ao colocar-se diante dela, o nobre pediu por bruxos capazes de lidar com a ameaça que caminhava em suas terras. Uma voz feminina emergiu, sem forma, contudo, da bacia de prata onde o fluido permaneceu plácido. Um a um, os nomes dos primeiros escolhidos foram apontados por ela. Os portadores dos nomes indicados foram chamados na presença do rei e questionados sobre sua vontade de servir ao reino. Os que recusaram tiveram sua vontade respeitada. Os que aceitaram a missão formaram a primeira Patrulha Vivianus, que tornou-se vitoriosa sobre o inimigo-pirata, ainda que os confrontos tenham sido custosos. Os patrulheiros passaram a ser vistos como heróis da França, mesmo seu nome não estando gravado de modo oficial na história nacional. Embora não existam estátuas ou feriados para comemorar seu feito, sua importância para o presente é incontestável. Após a vitória, foram agraciados com todas as regalias que a coroa pode oferecer. A Patrulha permaneceu unida por alguns anos, realizando outros serviços em nome de Luís VIII. Com a morte do rei, os patrulheiros separam-se diante da promessa de retomarem seu convívio se a França precisasse deles outra vez. Nenhuma urgência revelou-se por alguns anos. Um a um, assim como foram convocados, os patrulheiros deixaram a vida e a Patrulha Vivianus tornou-se apenas um fragmento histórico.
Fleur-De-Louis. De sua existência, restam alguns símbolos, principalmente, a flor de lís. A flor de Luís. Fleur-de-Louis. O ícone era usado para marcar os objetos dessa ordem, assim como encontrava-se gravada nas casas dos patrulheiros e em seus locais de encontro. Ao longo dos anos, a flor de lís foi adotada como um símbolo universal para representar poder, soberania, honra e lealdade, além da pureza do corpo e da alma.
Por Azazel von Rothbart Historiador Mágico.
LILITH VON ROTHBART: Você tem um nome? ED: Ed, meu nome é Ed. Mas não gosto de Ed... Ed é nome ruim. LILITH VON ROTHBART: Snow. Seu nome será Snow. Snow Earnshaw.
FLASHBACK: LEIA NA ÍNTEGRA
Isso vai soar idiota, eu sei, mas a abotoadura dele foi parar lá de alguma maneira, correto? Porque estavam tentando jogar a culpa para cima dele e todas essas coisas, então quem fez isso teve algum contato com ele, ou sabia como conseguir isso ou, você sabe, réplica?
Daisy Retschitzi
O que tu tens que entender, Lilith, é que eu não to dando a minha palavra. Estou lhe dando minha alma
Olliver Bradley
Então estamos aqui pra isso? Para descobrir que fomos feitos de idiotas?
Lilith von Rothbart
Algum espertinho está querendo mudar o rumo da investigação.
Connor von Frühauf