– Quer apostar? – Retrucou, com um sorriso afetado, apertando omachado no punho de forma a denunciar que não estava sendo de todo irônica. Avontade de expor os miolos de Merida era nutrida por comentáriospretensiosos como tal. E não lhe restava dúvidas de que, fosse armada oucorpo-a-corpo, poderia derrotar a outra sem esforços. – Com prazer. – Recuou, em seguida apoiando o machado no ombro. – Bom, eusei me virar. – Justificou-se despreocupada, indicando a arma. – Eu poderia perguntar a mesma coisa. – Objetou,defensiva. Não devia satisfações a Merida. Ao menos não sem receber alguma de volta. – Já brincou o bastante? Acho que está na hora de tomar seu rumo de volta. Odiaria vê-la arrumando encrenca.
-- Eu apostaria e tenho certeza que ganharia. Não seria a primeira vez que eu ganho de você. -- Merida disse meio provocando, de um jeito sério e de voz branda como se tirasse sarro da menina, a questão era que Astrid sabia tirar Merda de seu eixo. Sentiu-se mais aliviada quando a garota se afastou, podendo se por de pé direito e ajeitar tanto a aljava nas costas quando o arco ainda em sua mão. -- Ora Astrid, eu sei que se preocupa comigo, mas isso não é necessário, eu já estou bem acostumada com a Floresta, mas obrigada, da próxima vez não precisa vir certificar-se de que eu ficarei bem. -- disse num tom de piada provocativa, já começando a andar, continuando com seu rumo -- Pode voltar para o acampamento agora, onde é seguro para as crianças.












