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titsay
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@theartofmadeline
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JVL
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blake kathryn

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@infelicitar
“We’re growing up.” - “We sure are.”
Deixa eu te explicar uma coisinha sobre o amor, meu bem. Ele não é fácil. Não tem nada a ver com rosas, noites e vinhos. O amor machuca, arde, corta, torce. O amor dói. As mãos são dadas porque todo mundo tem medo de ficar sozinho. Amar exige aceitar o outro, os defeitos do outro, o desejo torto do outro, as escolhas erradas do outro. O amor exige que você seja o outro. Que esqueça as suas vontades, que desista do seu singular, que você seja outra coisa, porque o amor é outra coisa. Não é só festa, nem só beijo, e muito menos, é sexo gostoso todos os dias. Amor é estar certo e deixar passar, é chorar escondida no banheiro baixinho, porque a discussão te machucou muito e mesmo assim você não quer magoá-lo. Amor é subir com as compras dez andares, e descer vinte às pressas, porque alguém esqueceu a chave, de novo. Sei que você já leu histórias, viu filmes e sonhou outra coisa. Mas amor, amor mesmo é ferida aberta, é coração acelerado e unhas na boca toda vez que ele bebe e sai com o carro. Amor é a família dele inteira na sua casa no seu domingo de folga, que aliás, você preferia ficar na cama, quietinha. Amor é fazer sacrifícios, desistir de coisas, conquistar outros valores. Amor é casar não com o corpo, mas com o espírito do outro, com a vida do outro. Amor é ligar-se. Amor é querer-se um pouco menos, só para querer o outro um pouco mais. Amor é aprender a cozinhar, aprender a ouvir, aprender a calar. Amor é espera. É abrir o tão sonhado zíper nas costas e permitir que o outro tire e coloque o que bem entender dentro de você. Amor é entender. É mais que mensagem de texto, ligação às quatro da tarde. Amor é dano. Não é calmaria, nunca foi. Amor é enlouquecer, é permitir, é aceitar. Amor é sentir medo e pedir baixinho que a dor da saudade passe. Amor é ficar. É muito mais do que alguém já conseguiu escrever. Amar é dar a mão, e segurar também.
Ciceero M. (via importunarei)
Porque eu prefiro ter paz do que ter razão.
Supercombo. (via docearei)
Me desculpe se muitas vezes eu fiquei em silêncio quando você queria ouvir o que eu sentia. É que todas essas vezes o que eu sentia não era tão simples de se resumir em palavras.
Karol Félix. (via delator)
Odeio ser clichê. Odeio nhe-nhen-nhen. Odeio inho-inho-inho. Odeio, odeio, odeio. Até que penso em você e me pego escrevendo pra você e digito coisas que tem “amor”, “nós” e “sempre” na mesma frase. É ridículo, eu sei. Eu te amo da forma mais babaca que existe.
Aleatoriamente, você. (via diminuido)
Olhos nos olhos já bastavam.
Flores de cerejeira. (via importunarei)
E se não der certo? — A gente vai tentando até acertar.
PS. Eu te amo. (via almalizei)
E quando ele me olhava nos olhos, podia saber exatamente o que estava sentindo.
Flores de Cerejeira. (via importunarei)