Quantas vezes desejamos viajar o mundo para apreciar suas belezas, sem sequer semos capazes de vislumbrar ao final de um corretor, uma terna, simples e divina beleza. https://www.instagram.com/p/B0hTJp0AlKC/?igshid=1ei1jtdolsz7i

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Quantas vezes desejamos viajar o mundo para apreciar suas belezas, sem sequer semos capazes de vislumbrar ao final de um corretor, uma terna, simples e divina beleza. https://www.instagram.com/p/B0hTJp0AlKC/?igshid=1ei1jtdolsz7i
Você já encontrou Aslan hoje? https://www.instagram.com/p/B0MTONNg0I0/?igshid=1kfi25x6fubw8
Caminho. https://www.instagram.com/p/Byq3VVqngRY/?igshid=1kvjnifjtnumi
A moldura era janela
E quem pintava a tela
Era a chuva
Escurecia
Clareava
Coloria de arco-iris o céu que eu via da sacada
A pintura mais vivida
Feita pela gota d'água
A obra de arte mais líquida
Da qual eu me molhava
A moldura era a janela
E a tela
Era a chuva quem pintava
O que me alegrava
Já que passando pela porta
Parte da obra eu me tornava
Amado de minha alma. Dia após dia sigo indigna de Ti. Vejo tua face desfigurada pelo seu amor e percebo o quanto sou indigna deste e de qualquer gesto de amor que proceda de Ti. Voltaste teu rosto para mim e como uma adolescente continuo a desviar-Te o olhar. Perdão, Querido. Sou incapaz de entender tamanha grandeza. Quantas vezes disse-Te que te amava, enquanto tudo o que fazia ou desejava tratava-se apenas de mim?
Gotas de sangue, chagas expostas. A morte nunca foi tão vida. Fecha-se os olhos hoje para quem fechou seus olhos em agonia e nos permitiu a vida. Nega-se a verdade por pura preguiça. Esquece-se de que "Eu sou o caminho, a verdade e a vida" e correm pelo mundo sem sua sobriedade. Há sombra, sem conhecer Vossa Excelsa Majestade.
Resilio
Conta teus casos a teu Amigo mais querido. Alegrar-se-á com as tuas conquistas. E não te esqueces de agradece-lo, porto que a graça venho Dele.
Veste a tua certeza mais certa e questiona-te de onde vem. Usa o teu habito mais continuo e te pergunta o porquê. Calça tua sensação favorita e percebe se ainda te cabe bem, vê de onde vem. Veste a tua juventude e serve-se como melhor lhe convém. Pois quando usares tua bengala, já não lhe adiantará culpar a mais ninguém.
Resilio.
Em Pinhais
E se eu te dissesse que o homem foi a praça, ao mercado, como a todo o lugar que vai, procurando nada além do sentido da vida¿ A questão que mais leva o homem ao colapso é não saber, reconhecer ou entender o sentido da própria existência. Sem entender que tudo em essência tem um propósito, sem saber que há uma direção para seguir, o homem busca respostas no mundo, onde certamente as encontrará, porém não verdadeiras. Uma vez que a verdade é o que é independente do que queremos que ela seja. E em suma, o que se apresenta é o homem decidindo o que as coisas são, o que eles próprios são, e então buscam, se debatem, esvaziam suas forças na tentativa de fazer com que aquilo seja a realidade. Na fuga da verdade, vêem-se criando realidades, sem sequer perceber-se incapaz de impedir-se de afogar-se sozinho. O homem nasce corrompido e no batismo se reconcilia com Deus, mas isso não lhe tira as falhas, as concupiscências. Diante disso, nascem “culturas” que tem por missão expandir as falhas do homem. Com sede de respostas aceita qualquer água, sem sequer saber as conseqüências que pode lhe causar. Percebe que aqui ou ali parece haver verdade nos discursos e os repete sem sequer buscar o fundamento.
No meio do mar, agarrado a qualquer pedaço de qualquer coisa, incapaz de racionalizar, deixa-se levar pela correnteza.
Se ao menos parasse e examinasse a si mesmo, aos motivos pra agir como age ou aos fatos por detrás daquilo que repete. Inconsciente, morto em vida.
Clama por forças a qualquer Deus que possa existir, por um sentido, um caminho para seguir. Não vê barcos, não vê terra firme. Adormece.
Quando alguém ciente desi encontra essa alma, tenta lhe apresentar uma saída, que por vezes o homem insiste em negar. Mas, quando tomado poralgo que sequer compreende, dá ouvidos e tenta, ouve. Descobre-se em uma guerra-fria consigo mesmo. Até que por meio da razão e amparado pela fé reconhece sua jornada.
Acorda quando um pescador o chama ao mar. De longe não compreendia o que o homem falava. Aproximou-se. Ouviu-o. Foi salvo. Obteve a chance de pisar em terra firme e trilhar o seu caminho.
Resílio
Foi-te dedicado amor
Sem pudor
Sem temer a dor
Foi-te entregue um livro em branco
Para tu encheres de encanto
Foi-te dedicado o sacrifício
E por vezes, tu sequer percebes isto
Foi-te dado tudo
E, mesmo contudo
Quando cobrado tu fostes
Tu foi-te
Resílio
O tempo passa e ao mesmo tempo parece não passar. Eu não quero questionar, mas será que tu não podes checar? Os ponteiros do relógio fazem barulho e parecem andar, mas há 5 minutos que a hora é a mesma. Mas que demora em passar! Creio que o relógio possa ter travado, ou talvez até estragado. Se descobrires o motivo, poderias me esclarecer esta questão? Não basta seu looping interminável, de hora em hora sem cessar, toda hora repetida, todos os segundo novamente no mesmo lugar e mais uma vez, as horas são todas iguais. Até os dias as vezes parecem repetir, um looping constante de 1 a 12, de hora em hora. De 1 a 7, dia apos dia. E o pensamento que anda em círculos na mente, que gira tanto e não sai do lugar, que vai a todo o lado e para o início parece voltar. Pensamentos, relógio, tempo. Já tem minutos que estou a pensar e o ponteiro ainda está no mesmo lugar. Isto não esta certo. Tem de haver algum problema. Por quanto tempo mais irá durar este dilema?
Resílio
Logo pela manhã, Júlio levantou-se e foi ao banheiro, onde lavou seu rosto e logo começou a escovar os dentes. No meio da escovação, ele se pegou em um dilema: Desligo ou não desligo a torneira? Quero economizar. Mas ja vou enxaguar. Vai ser rapinho.
Enquanto os pensamentos pairam em sua mente, a torneira seguia jorrando água. Logo em seguida ele fechou a torneira. Seguiu sua higiene matinal e sua manhã de trabalho, mas o pensamento persistia naquele dilema e por quantas vezes já havia passado por ele. Em quanta água já havia ido fora. Em quantas vezes se pegou tendo o mesmo pensamento e nunca mudou em nada. No tempo em que a água esteve jorrando enquanto ele não decidia-se, enquanto não agia. Trocou a água por tempo e percebeu que o relógio, afinal, não o desfavorecia, era ele quem havia o deixado correr enquanto não se decidia, enquanto atitude alguma tomava, enquanto o tempo corria.
Resílio