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@invocada
“Talvez você encontre alguém melhor. Com mais maturidade que eu, com menos orgulho, com mais experiência, com menos… Problemas. Alguém que não seja um problema em si. Alguém que vai facilitar tudo pra você, ao invés de dificultar mais ainda, alguém que vai te proteger e afastar de tudo que te assusta. Que vai saber as coisas certas pra dizer e a hora certa de dizer também. Que não vai ter orgulho quando se trata de você. Que andaria até a puta que pariu a pé só pra ver teu rosto. Que escalaria o Monte Everest se isso fosse o necessário pra arrancar um sorriso de você. Que iria até o fim do mundo pra conceder teus desejos e vontades. Mas, na moral? Achar alguém que te ame mais do que eu… Isso aí já vai ser difícil. Enfim, boa sorte aí.”
“Talvez você encontre alguém melhor. Com mais maturidade que eu, com menos orgulho, com mais experiência, com menos… Problemas. Alguém que não seja um problema em si. Alguém que vai facilitar tudo pra você, ao invés de dificultar mais ainda, tá me entendendo? Alguém que vai te proteger e afastar de tudo que te assusta, alguém que vai compreender teus medos bobos e que vai te dar colo naqueles teus momentos sensíveis e acessos de choro. Que vai saber as coisas certas pra dizer e a hora certa de dizer também. Que vai respeitar teu tempo e espaço. Que não vai ter orgulho quando se trata de você. Que andaria até a puta que pariu a pé só pra ver teu rosto. Que escalaria o Monte Everest se isso fosse o necessário pra arrancar um sorriso de ti. Que iria até o fim do mundo pra conceder teus desejos e vontades. Mas, na moral? Achar alguém que te ame mais do que eu… Isso aí já vai ser difícil. Enfim, boa sorte aí.”
Acho que viver é isso. Viver é mudar. Você não é o mesmo de ontem, e nem o mesmo de amanhã.
Gabito Nunes. (via dsejos)
Eu sou poeira eu sou cosmos eu sou espírito eu sou carne, eu sou imperfeita eu sou falha eu sou incompleta, sem você.
Jhennifer Wernek (via segredou)
"Reclama que nada da certo, mas máscaras aqui caem aos poucos, a tua vida não vai pra frente porque cê tá vivendo a dos outros..." 👍👏👌
Talvez porque amor seja tentar sempre, ou tentar nunca mais. Dessas coisas que simplesmente não acontecem porque a vida, como um mistério ou um milagre, não se sabe, interrompe o fluxo e deixa que tudo agonize e morra. Debater-se até a morte para não acontecer-se. O amor, quem sou para dizer o que é ou não? E talvez seja essa, a coisa toda: não saber o quanto se pode conter nos braços e nas faces marcadas. Tudo se abraça e não perece, não tem fim, mas dói. Pulsa. Lateja. Eu não sei muito bem de tudo, mas sei que talvez seja o não-acontecer. Tenho andado procurando explicações pro que não ocorre e a explicação própria deve estar no fato de que não há. E a vida apenas segue sem que dê certo: as relações entre palestinos e judeus, os casos de morte entre aqueles que ficam e aqueles que vão. Não se sabe como, mas há amores de subsolo em que se tem tudo, menos a possibilidade de salvar-se; de sair da toca e, como num piscar de olhos, sorrir. Talvez porque amor seja o beijou que não durou 36 segundos na rodoviária e a mãe quase teve um ataque e só não morreu porque foi socorrida por deus; aquela pressa de quem precisa, desesperadamente, não atropelar-se e acaba por perder-se no tempo, e entre as estações e espaços que o mundo oferece. O que existe em mim é um sentimento de que amor pode ser aquela ferida que não cicatriza de jeito algum e dói, e dói tanto, e dói muito e dói assim, que não sabe-se dimensionar. Aquela conversa não-realizada entre eu e papai enquanto todos riem e nós dois estamos amargurados, querendo falar porém o ar seco e lança na goela não deixam. Tenho pra mim que amor é aquele princípio de coisa, aparentemente despercebida, que depois vamos esquecendo e vamos nos afogando em outra, que pensamos ser mais relevante. Quantos bordéis há no centro da cidade e quantos livros pelo chão? eu conto os passos para encontrar um novo amor e sei que estes talvez não existam em sua plenitude. Porque nada existe. Porque nada se completa entre os amargores e amarguras e pedaços e partes e cacos. Diria que, se existirem, estão por aí, gaseificando no ar, borbulhando uma possível solidão. Talvez amor seja o quase, ou o não-amor. Ou não seja absolutamente, absurdamente e inacreditavelmente nada. Nada da qual possamos nos orgulhar e ferir o peito. Talvez seja até pecado nós dizermos que amamos. Prostitutas ainda choram e eu não vi um final feliz para o filme. Nada da qual possamos fazer parte, não há algo maior, simplesmente. Amor é amor demais que não é. Talvez seja forte até demais, porque tentou-se, ou deixou-se de tentar. Só se sabe que ele está por aí, entre os esgotos, entre as bocas imundas de quem não sabe pronunciá-lo, dentro de um abraço entre dois homens, duas mães, dois deuses, duas farsas, duas deduções. Abraço o amor e quero morrer; não, e quero viver; não, e quero outras coisas outros poderes outros choques outras maneiras de não parecer-me infeliz. Porque talvez, e só talvez, o amor esteja escondido sob as telhas das casas na csijordânia, em meio às armas e às pólvoras de quem realmente amou o susto e vomitou a esperança. Porque talvez, e só talvez, o amor esteja lutando com uma meretriz no centro da cidade para ver quem está mais sozinho. E a vida passa, sendo tudo que não se concretizou.
Floresinexatas. (via calcarios)
Jamais desconsidere a maravilha das suas lágrimas. Elas podem ser águas curativas e uma fonte de alegria. Algumas vezes são as melhores palavras que o coração pode falar.
A Cabana. (via autografia)
Você me fazia um bem danado.
I miss you. (via aclamou)
É tudo uma questão de às vezes. Às vezes eu gosto de você, às vezes não estou nem aí pra você.
Soulstripper. (via en-tardecer)
O que sinto por você é imenso, mas cabe direitinho em nossas alianças.
Vinicius Sartori. (via velejo)
As coisas são muito claras. Você tem uma vida, valores, educação, lembranças, consciência. Você tem escolhas, caminhos, passado, presente, futuro. Você tem todas as chances do mundo para escolher como quer viver. Falta ousadia. Falta verdade. Falta sinceridade. Falta vontade. Falta parar de reclamar e olhar para o mundo como ele realmente é. E sei, sei bem, que nem sempre o mundo é amigo. As pessoas podem - e são - cruéis. O mundo muitas vezes nos passa a perna. E a vida segue. Você às vezes se quebra, mas a vida segue. A gente erra, acerta. Ganha e perde. Você pode ter perdido família, amigos, amores. E ter se encontrado. Você pode ter família, amigos, amores. E nunca ter se achado. O que vale, na verdade, não é tudo o que você conquistou ou teve que abandonar. O que vale é a forma como você lida com isso.
Clarissa Corrêa. (via versificar)
Sofro, choro, desabo. Mas você não vai me ouvir reclamando por aí.
Allax Garcia. (via odeiorotulos)
Se o espelho da sua casa mostrasse sua alma, você se reconheceria?
Sean Wilhelm (via segredou)
A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam. Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete. Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum. Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças? Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um. O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total. Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês…
Cecília Meireles (via decepciona)