QUERO
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$LAYYYTER
Stranger Things
will byers stan first human second
Claire Keane
noise dept.
Monterey Bay Aquarium
Misplaced Lens Cap

@theartofmadeline
Xuebing Du

if i look back, i am lost
I'd rather be in outer space 🛸
cherry valley forever
YOU ARE THE REASON

祝日 / Permanent Vacation
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"I'm Dorothy Gale from Kansas"

Kiana Khansmith

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Sade Olutola
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@ireallydnotcare
QUERO
Me desculpe por sempre ter que pedir desculpas.
Everton (via promessasvazias)
Se dessa vez for amor, eu juro, não vou deixar o melhor pro fim.
Gabito Nunes. (via promessasvazias)
Mas se você quiser me prender em seus braços, eu não me importaria de pegar prisão perpétua.
Descriar. (via promessasvazias)
As coisas vão ficar pesadas, você vai sofrer, vai cair, vai chorar muito ainda nessa vida, mas não se preocupe, no final tudo ficará bem, sempre fica.
Mateus Sousa (via promessasvazias)
- Já disse que te amo.- Não faça isso. Não me ame.
Velho Bukowski. (via inverbos)
Eu lia demais, eu sofria demais, eu ria demais, eu sabia demais, eu vivia demais. Ou tudo demais, ou tudo de menos. Eu não sei ser feliz pela metade, eu não sei amar pela metade. Não existe meio cheio, tampouco meio vazio. Ou você tinha o meu exagero, ou você tinha o meu vazio. E a julgar pela saudade, muitos tiveram o melhor. E foi aí que houve o desperdício de mim mesmo.
Alugue Felicidade. (via inverbos)
Quero você pra cuidar de mim. Deitar no seu abraço enquanto você fala as coisas baixinho no meu ouvido. E rir, porque nós nos divertimos muito juntos… E perceber o quanto é bom estar junto de alguém que te faz feliz.
Clarice Lispector. (via inverbos)
Jennifer Lawrence attends the 88th Annual Academy Awards at Hollywood & Highland Center on February 28, 2016 in Hollywood, California.
Por você eu dançaria tango no teto, eu limparia os trilhos do metrô, eu iria apé do Rio a Salvador. Eu aceitaria a vida como ela é, viajaria a prazo pro inferno, eu tomava banho gelado no inverno. Por você eu deixaria de beber. Por você eu ficaria rico num mês, eu dormiria de meia pra virar burguês. Eu mudaria até o meu nome, eu viveria em greve de fome, desejaria todo dia a mesma mulher. Por você conseguiria até ficar alegre, pintaria todo céu de vermelho, eu teria mais herdeiros que um coelho.
Barão Vermelho. (via inverbos)
Jennifer Lawrence in Passengers (2016)
a to the g to the u to the std
Por bem, decidiram então pelo fim. Depois de ininterruptos cinco anos. O primeiro foi de tremedeira nas pernas. No segundo, atingiram o nirvana sexual. Com o terceiro veio junto o apartamento. No quarto, desejo mútuo por terceiros. Finalmente, o quinto mostrou que haviam se tornado dois. Definitivamente, duas novas perspectivas de vida. Ela não pediu que ele ficasse. Ele chorou porque sempre foi o pilar sentimental do casal, e só por isso. Ela ficou com o apartamento. Ele com o labrador, com nome de ex-craque do Internacional. A última coisa que ele fez foi catar seus discos da Legião Urbana. Ela deu uma última olhada em volta. Ele entregou a chave. Ela deixou escapar que nunca vai esquecê-lo, de alguma forma. Ambos relembraram o plano de provar pra todo mundo que dava para coabitar romanticamente. A porta se fechou dando fim ao que não tinha fim. Ela decidiu rever tudo. Jurou que seria eternamente fiel à liberdade. Agora, madruga suas noites em discotecas, na companhia de estranhos e envolta em novos braços peludos. Aos sábados, dorme até meio dia para esquecer a antiga rotina de acordar cedo, fazer jogging no Parcão e almoçar os bifes maravilhosos da mãe dele. Não assiste mais novela, passou a usar mais vestido, começou a ouvir Bossa Nova e cogita tatuar o pé. Ele planejou uma revolução. Decidiu conhecer alguém novo, ligou para uma garota de programa. Hoje, não fica um dia sem compartilhar o violão com velhos amigos no Bar dos Podres. Invariavelmente, passa os domingos de chuva na cama, na companhia do Falcão, uma garrafa de Merlot e A Montanha Mágica, de Thomas Mann. Perdeu seis quilos no último mês, deixa roupas penduradas, trocou de emprego e cogita passar o feriadão em Ilha Bela. E suas vidas continuam, sob nova direção. Outro mês se foi, e eles não tem notícias e nem previsão de reprise. Ele é grato a si mesmo pela implosão das grades. Ela sente um mundo de possibilidades inflando ao seu redor. Ele pede aos amigos que digam a ela que até está bem, levando, obrigado. Ela não oculta uma certa tristeza no olhar na frente deles. Ele espera que ela esteja feliz e bem acompanhada, com alguém decente, que tenha ao menos o carinho que ela merece. Ela torce secretamente para que tão cedo ele não encontre uma garota “melhor”. Querendo ou não, ele pensa nela de quando em quando. Toda noite, se aproxima do velho apartamento com o labrador Falcão, e questiona as luzes apagadas já na tarde-noite. Fica imaginando se aquela dor crônica no pescoço curou, se tem comido beterraba e controlado direitinho a tireoide, conforme prometeu que faria. Agora, desconfia que as novas garotas da sua vida serão meros passatempos. Sente falta de ouvir aquela voz meio gasguita. Chega a pegar o telefone. Não telefona. Bem ou mal, ela sente sua ausência. Toda noite, evita estar em casa lembrando que o espaço do apartamento triplicou por um milhão. Sente falta de camisetas espalhadas aleatoriamente. Fica lembrando ele cozinhando espaguete al pesto, ou quando ele sentava na janela dedilhando “Tears In Heaven”, ou assistia o colorado comportadinho, roendo as unhas sem parar, os pés no sofá. Hoje, coleciona casos com cafajestes fajutos. Sente falta dos sermões que levava por andar descalça no chão frio. Verifica o funcionamento do telefone: tu-tu-tu. Presos pela liberdade, prosseguem cada um na sua, conectados por um fio invisível que não conduz mais eletricidade. Um fio de saudade dissonante e a certeza de que, amor como aquele deles, não acontece no tocar de uma varinha de condão.
Gabito Nunes. (via inverbos)
Então continuamos nos beijando em silêncio, sorrindo suavemente com nossas bocas e nossos olhos. Depois de termos nos beijado a ponto de ficar quase chato, sussurrei: ‘Quer namorar comigo?’. E ela disse: ‘Da, quero sim’. Dormimos juntos em seu saco de dormir, que me pareceu um pouco apertado, para ser sincero, mas foi gostoso. Eu nunca tinha sentido o corpo de outra pessoa contra o meu enquanto dormia. Foi um ótimo desfecho para o melhor dia da minha vida.
Quem é você, Alasca? (via trovejo)
Aprendi que amores eternos podem acabar em uma noite, que grandes amigos podem se tornar grandes inimigos. Que o amor sozinho, não tem a força que imaginei , que ouvir aos outros é o melhor remédio e o pior veneno, que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal, gastamos uma vida inteira para conhecer a nós mesmos, que os poucos amigos que te apoiam na queda são muito mais fortes do que os muitos que te empurram , que o “nunca mais“ nunca se cumpre. Que o “para sempre“ sempre acaba, que minha família com suas 1000 diferenças, está sempre aqui quando eu preciso, que ainda não inventaram nada melhor do que colo de mãe desde que o mundo é mundo. Que vou sempre me surpreender seja com os outros ou comigo, que vou cair e levantar milhões de vezes e ainda não vou ter aprendido tudo.