⸻ Boas vindas à Mansão Umbra, JASON BROOKS! Você chamou a atenção de Larc Crimson com a habilidade de FUMOCINESE há DEZ ANOS. Desde então, foi batizado como PHANTOM e ocupa o cargo de TÉCNICO. Embora tenha apenas TRINTA E QUATRO ANOS, suas responsabilidades como vilão não serão um peso fácil para carregar, afinal, deixar SEATTLE, WASHINGTON e ignorar seu COMPORTAMENTO APÁTICO e ORGULHOSO, permanecendo apenas DETERMINADO e LEAL, é um fardo enorme até para um extraordinário.
⸻ HABILIDADE : Fumocinese. Jason possui a habilidade de gerar e manipular fumaça, podendo alterar sua densidade, direção e forma. Ele pode usar a fumaça para ofuscar a visão dos oponentes, criar distrações ou até envolver o próprio corpo para dificultar sua detecção. No entanto, sua habilidade possui limites: ele não pode criar fumaça do nada, dependendo de uma fonte como fogo, vapor ou substâncias combustíveis. Motivo esse que sempre carrega cigarros consigo, embora um isqueiro já bastaria. Além disso, a fumaça densa pode afetar sua própria respiração se usada em excesso, e ventos fortes podem dissipá-la rapidamente, reduzindo sua eficácia.
⸻ AESTHETIC : ༄ A fumaça se dissipa, mas o estrago já foi feito. ༄ Alimentando as cinzas. ༄ Seu pensamento perdido na brasa. ༄ Afogando-se em um mar de neblinas. ༄ Um lobo solitário uivando para a lua se dissipando. ༄ Não traga vela à escuridão. ༄ O cheiro de gasolina é viciante. ༄ O cigarro gira entre os dedos, mesmo quando ele não pretende acendê-lo.
⸻ HEADCANONS : “eu espero que um de vocês volte para me lembrar de quem eu era quando eu estiver desaparecendo em meio àquela boa noite (boa noite)” Desde pequeno, Jason foi criado sob a sombra das expectativas de sua família. Seus pais, fascinados pela grandiosidade dos extraordinários, esperavam que ele manifestasse um poder digno da Stargate Enterprise. Com oito anos, quando finalmente começou a demonstrar sua habilidade, a reação foi o oposto do que esperava. Em vez de admiração, recebeu olhares desconfortáveis. Sua fumocinese não era algo belo, poderoso ou inspirador – era suja, associada a poluição, doença e vícios. O orgulho familiar se converteu em desapontamento e repulsa. Ele foi afastado aos poucos, realocado para viver com seu avô, um homem mais rústico e indiferente à ideia de extraordinários.
“em cada esquina tem um fantasma (oh)” Antes de ser recrutado para a mansão, ele já usava sua fumocinese para espalhar medo. Na cidade onde cresceu, histórias sobre vultos e aparições sobrenaturais eram comuns – mas a verdade é que ele era o responsável. As vítimas dessas manifestações não eram aleatórias: ele escolhia as famílias dos bullies que o atormentavam, assombrando suas casas com figuras nebulosas, sombras que se moviam sozinhas e pequenos barulhos no escuro. Ninguém nunca conseguiu provar que algo de fato acontecia, mas os relatos de noites de terror se espalharam pela cidade, tornando sua vingança silenciosa e eficiente.
“eu tenho fumado mais, mas as memórias não param.” O desastre aconteceu em uma pequena convenção de publicidade da Stargate Enterprise. O plano era simples: Jason deveria criar uma entrada grandiosa para Os Nove, usando sua fumaça para formar um corredor cinematográfico até o palco. Mas o ambiente externo não foi levado em conta. O vento dispersou a fumaça para a plateia, causando pânico e tosses generalizadas. Antes que Jason pudesse reagir, Os Nove já estavam em cena, resgatando os espectadores e "salvando o dia". A narrativa estava pronta: Jason não só falhou como colocou pessoas em risco. A empresa usou o erro para reforçar a imagem dos seus queridinhos enquanto ele se tornava o indesejado do dia.
Nos anos seguintes, Jason continuou pagando pelos prejuízos. Multas, encargos, compensações. Era como se a Stargate fizesse questão de lembrá-lo diariamente do incidente, ter desprezo total pelo seu poder. Ele suspeitava que tudo fora armado, que a empresa quisera um espetáculo onde Os Nove brilhassem – e ele fosse a fumaça que encobria sua própria queda. Então, um dia, em meio às cobranças habituais, uma carta diferente chegou.
A caligrafia era firme. As palavras, afiadamente escolhidas. "Nós nascemos para guerra." Jason não acreditava em promessas vazias, mas aquela carta foi como uma tocha entre névoas. Pela primeira vez, alguém enxergava sua frustração, sua revolta. O manifesto de Larc Crimson não oferecia perdão ou redenção. Ele oferecia vingança. Oferecia a chance de transformar tudo aquilo em algo maior. A carta da Stargate foi uma sentença. A de Larc, um convite. Entre as cinzas do que perdeu, Jason encontrou um novo fogo para seguir.
⸻ STATUS : ༄ Adaptação: 06/10 ༄ Atenção e observação: 07/10 ༄ Força física: 05/10 ༄ Sociabilidade: 04/10 ༄ Estabilidade emocional: 05/10 ༄ Estratégia: 07/10 ༄ Oratória: 04/10



















