the lines we draw || madmore
podmore-stuā:
As palavras de Jazz fora inesperadas. Stu estava por perto tempo o suficiente para saber que a tatuadora nĆ£o era do tipo que oferecia palavras amigas a qualquer um. Ela mesma parecia ter esquecido como ser qualquer coisa alĆ©m da mulher casca grossa que era. Saber disso tornou o momento ainda mais significativo para o rapaz e ele sorriu timidamente, guardando o sentimento quente em seu peito Ć sete chaves. āThanks Jazz. Itās nice to know that someone is cheering for me in this fucked up mess weāre living.ā, as palavras era sinceras, nĆ£o da boca para fora como normalmente falava para ganhar uma garota. Ele nĆ£o precisava fingir ou mentir ali, porque ele nĆ£o queria que Jazz fosse só um caso passageiro na sua vida. Sabia que ela nĆ£o tolerava aquelas merdas.
O resto do processo foi silencioso, Stugis observado atentamente todos os movimentos da tatuadora. Quando a mesma sinalizou que tinha terminado, o homem puxou o braƧo para ver mais de perto o trabalho de Jazz. Era parecido com as tatuagens que ela mesmo tinha, vivas. O desenho que tinha visto estĆ”tico no papel, agora se movimentava na pele, o cigarro quebrando ao meio e a palavra āfuckā surgindo na pele. Era realmente a cara dele, mas mais do que isso, tambĆ©m era o trabalho dela para sempre gravado em sua pele. Se existia qualquer esperanƧa de Sturgis conseguir esquecer a mulher e viver a sua vida, isso estava definitivamente fora de questĆ£o. āItās awesome. Youāre awesome, you know that?ā, disse puxando Jazz para si e lhe dando um beijo rĆ”pido nos lĆ”bios. NĆ£o eram do tipo que trocavam carĆcias em pĆŗblico daquele jeito, atĆ© porque nunca tinham conversado sobre o status daquele relacionamento que tinham, mas Sturgis agiu por impulso. āThanks. Letās get out of here so I can pay you properly?ā, o rapaz deixou explĆcito no tom da sua voz como gostaria de pagĆ”-la e ofereceu um dos seus sorrisos sugestivos para Jazz.
O momento entre eles deixou um misto de satisfação e temor em Jazz. Ela estava acostumada com pessoas se abrindo enquanto ela trabalhava em suas peles, mas nĆ£o estava acostumada a se importar; com Sturgis era diferente, a tatuadora nĆ£o se entediava com o falatório dele e levava em consideração suas palavras; isso, por si só, jĆ” era diferente do seu MO e ela ainda sentia contentamento em ser a receptora da confianƧa de Sturgis. Ele podia nĆ£o ser tĆ£o descrente quanto ela, mas Jezebel sabia que ele pouco confiava nos outros e, quando o fazia, era parcialmente. Por outro lado, isso significava que ela estava deixando mais de si aparecer para ele e nĆ£o duvidava que logo o loiro estaria fazendo piada sobre como ele a havia deixado soft - quando o fizesse, Stu somaria mais um hematoma em sua coleção. O pior Ć© que ele nĆ£o estaria errado, pois ele havia cavado um espaƧo no coração de Jazz que ela nĆ£o estava pronta para admitir, mas nĆ£o negava a ideia.Ā
- Of course I know. - respondeu deixando-se levar pelos braços do rapaz, estava ficando cada vez mais fÔcil deixÔ-lo guiÔ-la daquela forma. O que eles eram um para o outro não tinha nome e Jezebel tampouco se importava com isso, o companheirismo que compartilhavam era o suficiente para ela. - Well, I have to be back in an hour. Think you can make it up to me in that time? - desafiou-o, sabendo que Sturgis era mais do que capaz. Se ela chegou alguns minutos atrasada no estúdio aquela manhã, ninguém precisava saber o motivo.
[finalizado]

















