church-boy:
já podia sentir aquela discreta queimação percorrer sua barriga, descendo pelo baixo ventre, e coincidentemente as poucas vezes em que experienciara tal sensação fora enquanto via ou imaginava seokhwa e jinsoo. tinha que admitir, ao menos para si mesmo, que havia acontecido mais de uma vez, e noah não se sentia mais tão culpado pelos pensamentos impuros. e por um momento até se passou por sua mente como seria se seokhwa também estivesse em meio àquela bagunça de mãos e beijos molhados. o perigo eminente só aumentava a cada vez que o moon se movia em seu colo, e o sullivan sabia bem que todo singelo movimento feito por ele era exclusivamente para se insinuar. já havia pegado o jeito. desta vez o afastou com propriedade, mas não soltou-se do aperto que seus dedos criaram no tecido da camiseta que o garoto vestia. —— isso… o seokhwa hyung ainda não fez. as palavras saíram murmuradas e entre suspiros que tentavam recuperar o fôlego perdido, não só pelo beijo, mas por todo aquele contato exacerbado que colocou o corpo de noah em alerta, que agora agarrara-se à sua última gota de sanidade para controlar jinsoo.
⋙ Jinsoo não podia negar e dizer que permanecia não afetado por Noah. Quando ele se afastou um pouco, o Moon aproveitou e respirou fundo, tentando retomar o controle do próprio corpo, por assim dizer. “Eu me empolguei um pouco”, admitiu, as bochechas já coradas avermelhando um pouco mais (como se ele tivesse algum tipo de vergonha). “O hyung é mais contido do que eu.”, completou. Bem mais. Até demais, quis dizer, mas deixou quieto. Encostou a testa na de Noah, roubando rapidamente um beijo. Talvez tivesse gostado mais do que deveria. Jinsoo sorriu e deitou ao lado do mais velho no piso frio, uma cena engraçada para quem visse de fora: dois jovens ofegantes deitados no chão.












