De tanto deixar para mais tarde, em uma tarde, foi tarde demais.
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De tanto deixar para mais tarde, em uma tarde, foi tarde demais.
De tanto deixar para mais tarde, em uma tarde, foi tarde demais.
“Eu não queria nada disso. Eu queria estar contigo e só, principalmente hoje.”
— Esteban Tavares.
“Deus não está preparando uma bênção pra você. Ele está preparando você para a benção.”
“Deus não está preparando uma bênção pra você. Ele está preparando você para a benção.”
Eu amo a maturidade que meu coração alcançou ao ponto de sentir saudade de alguém mas entender que aconteceu o que tinha que acontecer e tudo está no seu devido lugar e se não estiver uma hora o mundo se engarrega de cruzar os caminhos.
Hoje eu me quero!
Um dia eu te quis tanto mas hoje eu me quero muito mais, houve um tempo que me coração pulava de alegria ao escultar o seu nome, hoje apenas sinto muito.. sim! Sinto muito pelo mulherao da porra que tu jogo fora, sinto muito pela pouca idade e não saber que A vida não é apenas curtição.. sinto tanto que você só perceberá isso lá na frente com seus 30 e poucos Anos. E quando esse dia chega, quando lembra de mim, quando seu coração acelar e você percebe que era eu que sempre foi eu a mulher dá tua vida... Será tão tarde quanto se tem cede em uma seca no sertão! Um dia eu te quis comigo, um dia eu sonhei com nossa casa, nosso filho, e nosso cachorro um dia eu te amei com toda as minhas forças... Porém um dia eu recebi um surra da vida ela me mostro que não, não era você o pai dos meus filhos muito menos o homem dá minha vida! Um dia você vai tar sentando no sofá da sala em um domingo qualquer vai vai ligar a TV na sua série favorita e vai lembra de nós ou melhor de mim! Nesse momento você vai entender que a mulher da sua vida é apenas uma e que se perde ela perdeu tudo! Muitas te darão prazer, muitas te darão carinho e amor, mais apenas uma toca no teu interior!
#umdiatequis #hojeeunequero
Você não merece isso. Você não merece a raiva que eu acabei de sentir. Você não merece o ódio que me dá quando lembro de você enquanto estou sozinha. Você não merece que eu te olhe desse jeito carinhoso que eu inventei de te olhar. Você não merece me atormentar só porque está agora com outra pessoa e não comigo. Você não merece que eu automaticamente adore todas coisas que você adora, só pra me sentir mais por dentro da sua vida, das suas coisas, de nós dois. Você não merece todas as horas que eu gasto pensando em você ao invés de estudar todas aquelas bostas sem sentido que o Kafka escreveu e vão cair na prova amanhã, no primeiro período. Você não merece que eu imagine você no lugar do meu namorado quando ele está com aquele peso todo em cima de mim. Você não merece um pingo de lágrima que eu já irriguei de saudade das nossas conversas. Você não merece meu ímpeto de sempre voltar à essa cafeteria fedida. Você não merece me derreter como se tivesse a porra de um raio laser implantado na sua íris. Você não merece ser a única pessoa em todo o planeta que sabe como me fazer sentir alguém admirável e especial no meio dessa aglomeração selvagem de gente histérica e egoísta por todo lado. Você não merece modificar toda a minha estrutura de vida apenas sendo isso que você é. Você não merece! Não merece! Não merece!
Gabito Nunes (via alentador)
Os amigos não precisam estar ao lado para justificar a lealdade. Mandar relatórios do que estão fazendo para mostrar preocupação. Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira. Temos o costume de confundir amizade com presença e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão. Amizade não é dependência, submissão. Não se têm amigos para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da letra. É independência, é respeito, é pedir uma opinião que não seja igual, uma experiência diferente. Se o amigo desaparece por semanas, imediatamente se conclui que ele ficou chateado por alguma coisa. Diante de ausências mais longas e severas, cobramos telefonemas e visitas. E já se está falando mal dele por falta de notícias. Logo dele que nunca fez nada de errado! O que é mais importante: a proximidade física ou afetiva? A proximidade física nem sempre é afetiva. Amigo pode ser um álibi ou cúmplice ou um bajulador ou um oportunista, ambicionando interesses que não o da simples troca e convívio. Amigo mesmo demora a ser descoberto. É a permanência de seus conselhos e apoio que dirão de sua perenidade. Amigo mesmo modifica a nossa história, chega a nos combater pela verdade e discernimento, supera condicionamentos e conluios. São capazes de brigar com a gente pelo nosso bem-estar. Assim como há os amigos imaginários da infância, há os amigos invisíveis na maturidade. Aqueles que não estão perto podem estar dentro. Tenho amigos que nunca mais vi, que nunca mais recebi novidades e os valorizo com o frescor de um encontro recente. Não vou mentir a eles, “vamos nos ligar?”, num esbarrão de rua. Muito menos dar desculpas esfarrapadas ao distanciamento. Eles me ajudaram e não necessitam atualizar o cadastro para que sejam lembrados. Ou passar em casa todo o final de semana e me convidar para ser padrinho de casamento, dos filhos, dos netos, dos bisnetos. Caso encontrá-los, haverá a empatia da primeira vez, a empatia da última vez, a empatia incessante de identificação. Amigos me salvaram da fossa, amigos me salvaram das drogas, amigos me salvaram da inveja, amigos me salvaram da precipitação, amigos me salvaram das brigas, amigos me salvaram de mim. Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia, do blog. Significativos em cada etapa de formação. Não estão em nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinando, de modo imperceptível, as nossas atitudes. Quantas juras foram feitas em bares a amigos, bêbados e trôpegos? Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue. A serenidade.
Fabrício Carpinejar. (via romanteios)
Um dia alguém vai pegar esse seu coraçãozinho de pedra e chutar para bem longe. E todos aqueles que você um dia chutou não vão estar lá para te ajudar.
José Neto. (via delator)
Me desculpe, mas eu não acredito no amor. Eu até queria acreditar, mas a vida vem me obrigando a fazer o contrário. Quando eu acreditei que seria sincero, acabei me deparando com o que costumo chamar de “decepção” ou “tapa na cara”. Sabe aquela escorregada que você precisa dar pra aprender a levantar? Então, é disso que estou falando. E tem sido assim. Não acredito no amor, não acredito nas pessoas, não acredito em mim. As pessoas não gostam de você pelo o que você é, elas gostam pelo o que você pode oferecer a elas. Costumam chamar de “desilusão” quando descobrem que o que queriam, você não pode dar e te descartam como objetos. Então, pergunto a mim mesma: o que move o mundo, o desejo de parecer ou o desejo de ter? Indago-me algumas vezes, percebo que sou incapaz de compreender. Ao menos sei que o que move o meu mundo é o desejo de ser, ser alguém que ama e acredita, confiante, que é amado. Mas, por enquanto, continua sendo apenas um desejo.
Caio Fernando Abreu. (via delator)
“A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz.” (Sigmund Freud)
Se passaram o quê? Quatro anos? Vinte? Dez mil? Sei lá, só sei que eu mentia pra mim, dizendo repetidas vezes: já passou, cara, já passou. Até olhar no espelho e enxergar ela refletida ali atrás, sorrindo com escárnio, sussurrando suas monossílabas irritantes no meu ouvido, bem devagar, pra foder com a porra da minha razão. Quem inventou essa coisa de razão devia ter deixado um manual de instruções tatuado na minha testa, dizendo como usá-la nessas horas. Vai ver, o filho da puta deve ter passado por uma situação assim e quis que a maioria da humanidade compartilhasse a porcaria de não saber o que fazer, mesmo nos raros momentos quando há o que fazer. E são raros mesmo, cara. Falo sério. Tão raros que eu quase nunca percebo quando aparecem. E quando percebo, acabo não tendo tempo pra pensar em algo, porque um par de meias rosas, uma escova de dentes, um dvd de uma cantora que eu não sei o nome e uma calcinha do Bananas de Pijamas se esconde entre um objeto e outro, na bagunça do meu quarto, me obrigando a levantar a bunda da cadeira e ir arrumar. Ela não teve tempo de levar toda essa parafernália, e nem fez questão de voltar pra buscar. Eu não tive tempo de levar ela daqui, e nem fiz questão também. Esse sempre fora o motivo de quase todas as minhas encrencas: os meus desejos carnais acerca de garotinhas teimosas não me permitiam jogar tudo fora de uma hora pra outra, de um ano pra outro. Mas, como me tornei um bom campeão na arte de se sentir indiferente a tudo nesses muitos anos de autodepreciação pós-rejeição, já não ligo muito. Joguei fora o par de meias, a escova de dentes, o dvd, a calcinha, eu, ela, nós, a coisa toda. Adeus, Banana de Pijamas. Não volte mais. Não faça como ela tentou fazer, quando me viu com outro sorriso, me reerguendo aos poucos com a ajuda daquela minha meio-colega meio-ficante de escola, que me deu umas boas palpitações nesse negócio que chamam de coração, e algumas poucas histórias pra contar – pra mim mesmo, enquanto fui capaz de lembrar com detalhes. Em geral, é assim que as coisas funcionam. Tudo se vai por algum lugar e você se acostuma a narrar seu próprio roteiro para si mesmo, devido a ausência de um ouvido que ouça atenciosamente toda a merda que você tem pra falar. E, quando vê, lá está você novamente, futucando o cotovelo e de cara emburrada no canto do quarto ou numa mesa solitária de um desses bares que ficam em avenidas pouco movimentadas. As nossas próprias desgraças já não são boas pros nossos próprios tímpanos, quem dirá pro dos outros, que já ouviram as mesmas histórias contadas por outras bocas que já ouviram de outras bocas que estão procurando outras para o caso de não ter com quem reclamar, amanhã, ou até mesmo em dez mil anos, numa noite de carência exterminadora de corações acinzentados. Foram quantos anos assim, hein? Quatro? Vinte? Dez mil? Não sei. Além do mais, certas histórias viraram histórias porque tiveram a necessidade de virar. Está tudo bem. Sempre está, é o que eu digo a quem pergunta. Não penso mais nessas coisas como antigamente, como eu disse. Já que meu coração partiu, e agora aparentemente escolheu outro lugar que não permite novos inquilinos, devo passar os meus próximos meses na fossa, de novo, pensando naquela carinha angelical e naquele meio-sorriso que conheci num dia desses, sem saber muito o que fazer. Em silêncio, claro. Isso é uma lei que eu mesmo criei, mesmo sem estar consciente ao averiguar os prós e os contras: Artigo número um: gostar, em silêncio; Artigo dois: sei lá o que eu faço agora, então continuarei em silêncio. Tudo bem, tudo bem. Vou ao inferno de novo, se preciso. Não me importo mais em queimar por lá. Da próxima vez que eu for passar pela passarela em chamas, tentarei pedir um manual de instruções a alguém que não seja eu. E o guardarei pra mim, até achar alguém que, estranhamente, queira dividi-lo comigo, me ensinando a compartilhar as coisas como um ser humano normal. Nem que demore quatro, vinte ou dez mil anos.
Junior Lima. (via diminuido)
Quando Jesus me abraçou, pensei: É aqui que eu quero morar.
Júllia Farias (via con-sagrada)
Eu sinto. E sinto muito. Só me falta coragem para demonstrar.
(via cri4tividade-escass4)
Se você der a Deus o direito de controlar sua vida, ele fará de você um experimento santo. E os experimentos dele sempre dão certo.
Oswald Chambers (via nossoflorescer)
Eu te garanti prazer, não garanti amor.