A Kenya Pena Lifestyle Design nasceu de um desejo pessoal de descobrir, co-criar e refazer meu projeto de vida para que eu pudesse viver fazendo o que amo (comunicar, orientar, desenvolver, direcionar e conectar pessoas que estão em busca de descobrir, criar, lançar e melhorar, sua carreira, seu negócio, seus sonhos, talentos, objetivos...) com planejamento e criatividade. A Kenya Pena Lifestyle Design é um projeto de vida que não é somente “meu” e sim um projeto de todo mundo que quer viver de acordo com seus objetivos e propósitos. Acreditamos no desenvolvimento pessoal integral, por dentro e por fora, em versão low cost. Dessa forma possibilitamos a democratização e o acesso a todos aos nossos serviços e apostamos em um trabalho personalizado e completo, sem complicações, onde todos podem obter os benefícios que a Consultoria, a Mentoria, o Coaching e a terapia corporal, podem fazer para te auxiliar no atingir dos seus objetivos, de sua autoestima e realização pessoal e profissional. Nossa maior realização é ver nosso trabalho impactar mais e mais pessoas que buscam transformar seus sonhos e projeto de vida em realidade. “Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito”. (Aristóteles) Bora trabalhar juntos?
Qual é o seu sentido de vida? Estar conectado com sua criatividade, com o que te faz bem, faz parte disso. Muitos sobrevivem na vida e isso é muito triste, não escolher o que vive, apenas viver a partir do que acontece. Muitos só fazem no seu dia a dia o que não gostam e isso vai os matam aos pouquinhos. É preciso de doses diárias de conexão com o que você realmente gosta. Fazer algo por si próprio sem a esperança de ser salvo por alguém ou algo e sim se salvar todos os dias com ações diárias para você.
Sobre um dos atendimentos de hoje: Cliente: Como fazer para acabar com uma paixão avassaladora por um terceiro na relação(amante)? Eu: Só casando. Cliente: Por quê? Eu: Porque a paixão é garantida pela impossibilidade. Uma vez tornada possível, a paixão acaba. . Minha resposta foi baseada em uma afirmação do autor Gaudêncio. Ele diz que na paixão todos os impulsos são vividos com máxima intensidade, é uma explosão de impulsos, é o máximo de amor, de ódio, de ciúme. Mas a paixão vive na impossibilidade. Acabou a impossibilidade, acabou a paixão. A paixão mobiliza, mas o que mantém é o amor. . É! Talvez o amor enquanto sentimento, não mereça esse nome se ele não contiver em seu âmago uma série de afinidades como a aceitação e o respeito à alteridade. Afinal, cada um precisa ter qualidades pessoais para sustenta-lo e fazer crescer. Sem dúvida, o amor, a admiração, o prazer em estar junto com o parceiro são ingredientes que sustentam a relação, revelando zonas de afinidades e de interesse em comum. Por isso quanto mais facetas da nossa personalidade se engatarem com as do outro, melhor, porque maior será a possibilidade de troca. . Pense! Se cada um for responsável pela felicidade do outro, qualquer frustração tende a tornar-se intolerável, a tal ponto que a razão de se manterem juntos facilmente se esvai.
Super estudo sobre o impacto dos traumas infantis no câncer de cabeça e pescoço. Trauma na infância é fator de risco em adultos com câncer. A psicóloga Bruna Sarafim e o professor Daniel Bernabé: histórico de episódios traumáticos na infância deve ser considerado durante o tratamento de câncer de cabeça e pescoço. O histórico de episódios traumáticos na infância apresenta associação com fatores clínicos e psicológicos em pacientes com os tipos mais comuns de câncer de cabeça e pescoço e deve ser considerado durante o tratamento da doença, indica pesquisa da psicóloga Bruna Amélia Moreira Sarafim da Silva, estudante de pós-graduação da Faculdade de Odontologia de Araçatuba da Unesp (Universidade Estadual Paulista), sob orientação do professor Daniel Galera Bernabé, coordenador do Núcleo de Pesquisa em Psicossomática do Centro de Oncologia Bucal da universidade. O estudo, que deriva da dissertação de mestrado da psicóloga, reuniu avaliações clínicas, dados biocomportamentais e psicológicos de 110 pacientes com câncer de boca, orofaringe ou laringe do Centro de Oncologia Bucal da Unesp, em Araçatuba (SP). O estudo foi publicado nesta segunda-feira (6) pela revista científica Cancer, da Sociedade Americana de Câncer e uma das mais conceituadas na área de oncologia. O estudo representa um importante passo para uma melhor compreensão dos mecanismos envolvidos no abuso do consumo de álcool e na ocorrência dos sintomas de ansiedade e depressão em pacientes diagnosticados com câncer. A história de vida do paciente, incluindo os sentimentos derivados de traumas psicológicos ocorridos na infância, devem ser considerados pela equipe de saúde responsável pelo tratamento oncológico”, complementa o professor Daniel Bernabé, que tem como linha de pesquisa “Psicossomática e Câncer” e estuda com sua equipe a influência dos fatores psiconeuroendócrinos e comportamentais sobre a progressão do câncer de cabeça e pescoço.
Sobre perpetradores: Os perpetradores tornam outras pessoas impotentes, pq elas os tornaram impotentes. Negam os próprios delitos, pq outras pessoas negaram sua condição de vítimas. Agem sem consideração, pq outras pessoas não tiveram consideração com eles. Acham normal a violência, pq outras pessoas julgaram normal a violência contra eles. Se antes eram os mais fracos, agora buscam outras pessoas ainda mais fracas que eles para que possam dominar. Pq estão cheios de medos, expõem outras pessoas a medos mortais. Isso significa que podem mudar de uma estrutura de perpetrador para uma estrutura de vítima. Alguém se torna perpetrador a partir de experiências traumáticas pessoais ou por ação de um trauma de simbiose.
Em uma relação de casal se um muda, o outro não consegue permanecer o mesmo. Talvez este outro não mude, em sua essência, mas tem que mudar em boa parte de suas respostas. Talvez não mude suas motivações mais profundas, mas algo sempre muda, uma vez que as conexões emocionais acontecem de outras formas e por meio de novos canais. Em contrapartida, o rompimento também pode indicar que uma das partes conseguiu libertar-se das amarras, enquanto a outra permanece no mesmo estágio de desenvolvimento, recusando-se a crescer. Mas não necessariamente. As vezes, uma das partes decidiu deixar com o outro seus males projetados e abandoná-lo pode estar a serviço de um desejo secreto, imenso e incontido de abandonar as partes ruins de si mesmo.
Até onde você está disposto a ir para mudar seu estado atual? Sofrer faz parte da vida assim como ser feliz. Faça uma escola e se dedique a ela todos os dias.
"Eles estão jogando o jogo deles. Eles estão jogando de não jogar o jogo. Se eu lhes mostrar que os vejo tal qual eles estão, quebrarei as regras do jogo, e receberei sua punição. O que eu devo, pois, é jogar o jogo dele, o jogo de não ver o jogo que eles estão jogando." Ronald Laing . Está situação mostra bem como é as relações familiares, principalmente entre pais e filhos.
Sobre viver de forma saudável segundo Franz Ruppert: Você tem capacidade de: Percepção aberta da sua realidade. Expressar seus sentimentos de forma adequada. Lembrar com clareza do que te aconteceu. Confia em outras pessoas. Construir ligações emocionais. Livrar-se de ligações complicadas. Respeitar a autodeterminação sexual dos outros. Disposição para refletir sobre suas próprias ações. Disposição para assumir adequadamente responsabilidades. Vontade de verdade e clareza em tudo que vive. Esperança de boas soluções para os problemas. (em Ville de Montagne)
Sobre quando você está sobrevivendo na vida: Sua psique (alma) grava a lembrança do que foi traumático para você. Consequentemente você permanece na idade psíquica que tinha quando ocorreu o trauma ou psicotrauma. Procura uma saída, mas no fundo sua saída é guardiã do psicotrauma e não a solução de fato deles. As emoções geradas pelo psicotrauma ou trauma podem ser disparadas a qualquer momento e se tornam um foco permanente de intranquilidade.