Sabe, eu não deveria estar falando com estranhos, mas sinto que já te conheço! Foi você o sonho bonito que eu sonhei, certo? Você costumava ser conhecida como GANAEL, do conto LENDAS ARTURIANAS antes da maldição atingir o seu mundo FLORESTA ENCANTADA e o seu reino DUNBROCH. Agora, em Storybrooke, você é conhecida como SIOBHAN PAVAGI, uma TELEFONISTA de 27 ANOS anos de idade. Você me lembra um pouco ANYA CHALOTRA, mas deve ser só a névoa da maldição me confundindo…
O PERSONAGEM ESTÁ ACORDADO? Apesar das expectativas depositadas a ela, Ganael não se encontra acordada... ainda. Sua natureza pende a uma influência, e suas habilidades podem ser valiosas à quem interesse no âmbito dos vilões.
HEADCANONS:
como num conto de fadas, “shiv” pavagi tem como estória de sua história um vida comum em storybrook. filha de uma local e um pai imigrante, a família era comum, discreta. shiv tivera, até então, uma vida simples como qualquer outra. ainda assim, traços de traumas de supostas memórias de coação ao longo de sua formação que moldaram alguns traços de sua personalidade social.
atualmente, vive sozinha numa casa modesta que antes pertencia a seus pais, que vieram a falecer em algum momento condescendente de sua vida (mesmo que ela não consiga dar certeza de qual, exatamente).
é estudante de arqueologia na faculdade local, contudo, trabalha como uma dos telefonistas na delegacia de polícia.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA BACKSTORY:
a bruxa apresentara sempre um único nome de batismo. “filha da floresta” era como costumavam chamá-la, no entanto, pois parecia haver brotado do chão como um fruto de origem incógnita, sua origem e linhagem permanece desconhecidas, tendo como herança somente o nome, também sem muitos significados específicos além de lhes pertencer e dar alcunha.
acolhida também por uma feiticeira, foi criada de maneira reclusiva, tendo contato com uma rede espaçada. seu primeiro contato com uma comunidade de fato fora sua acepção a uma nova horda de aprendizes de merlin, o grande mago. este não era correspondente direto de sua cuidadora, contudo, muito precocemente suas habilidades se manifestaram e deram a entender ter inclinações instáveis.
inda que todos os outros fossem perigosos, a natureza de ganael a custava suas possibilidades sociais, sendo assim, crescera com uma personalidade introspectiva que custou a ser alternada pelas necessidades. a má relação com aqueles de seu ciclo precedeu sua fama, e não muito tardiamente, tornou-se sua ruina.
a magia do caos contida em ganael não propositava essencialmente uma quebra de seu caráter, mas sua posição social sim, dentre feiticeiros, o quão mais poderosa demonstrava tornar-se, mais próxima de um pária era, consequentemente, conforme imposta, abraçava sua alcunha.
durante o rogo da maldição, ganael encontrava-se alienada de suas possibilidades de voz ativa, contudo, num momento conturbado da vida, onde sem dúvidas houvesse chance, haveria cedido ajuda aos vilões.
ajeitava-se, como de costume, em sua mesa no atendimento da delegacia. após toda a animosidade dos eventos natalinos, aquele era um dos dias posteriores mais tranquilos, uma vez que todos estavam em sua grande maioria em suas respectivas casas recuperando-se das festividades.
servira uma das xícaras de café a figura a sua frente: mackenzie. que sem dúvidas era uma das poucas pessoas que esperava encontrar naquele ambiente sob aquelas circunstâncias. a ruiva era obstinada e extremamente dedicada, e com a sua presença recorrente nos arquivos, até mesmo shiv abstraíra de sua natureza introspectiva ao aceitar “jogar conversa fora” quando a outra se encontrava presente. — a única certeza que tenho é de que não me recordo de nada, a não ser claro, de ter tido uns sonhos esquisitos demais pra formar uma estória coerente pra te contar. eu realmente espero que ninguém esteja envolvido com drogas na cidade.
A última vez que Vincent se sentiu daquela maneira foi certamente quando seu irmão morreu. Era como se a esperança tivesse sido arrancada de si como um curativo, e agora Vincent percebia aquele grande vazio em si; algo que talvez já estivesse por ali há muito tempo, algo que foi mascarado com a distração no trabalho ou a bebedeira que se enfiava recentemente. Parou o carro em uma das calçadas, sabendo que não conseguiria dirigir. Sentia suas mãos dormentes, e os olhos já se enchiam de lágrimas, fazendo seus pensamentos se tornarem caóticos. Em suas lembranças da cidade, foi um acidente de carro que levou seu irmão; o que era mentira. Gerardt morreu na guerra dos gigantes na Floresta Encantada. Aquela confusão, no entanto, não deixava de parecer real, fazendo o carro parecer apertado demais. Notou um vulto no canto do olho, percebendo que havia alguém próximo. Saiu do veículo, precisando de um pouco de ar. A moça parecia bem fisicamente, então constatou que não a acertou com o carro, mas ainda tinha uma feição assustada estampada em seu rosto… e ele não devia estar tão diferente. “Desculpe, eu… eu não te vi aí. Te assustei com o carro?”
“você precisa se acalmar...” o vozerio em mente era uma mescla da própria consciência ungida pela graça da mentira e do medo, e por mais que quisesse sentir o que de fato faria sentido, o luto, sentia na verdade a centelha de uma angústia e rancor incendiários. ela havia se afastado da aglomeração central aos poucos, contudo sem se atentar a quaisquer características e percepções ambientais que não fossem um eco em sua cabeça. “isso provavelmente é uma crise de pânico”, shiv havia bebido menos do que se poderia registrar razão do desencadeamento daquela sensação de irrealidade, em momentos como esse as memórias comuns suscitavam a imagem de uma mãe carinhosa e um pai compreensivo para colocá-la novamente nos eixos, contudo essa imagem falhara, e onde estes deveriam estar se sobrepunha uma voz feminina a qual sentia que deveria reconhecer.
os calafrios e a falta de ar traziam a sensação de uma frieza imediata da carne, mas era menos como sentir um balde de água fria, e mais como se um líquido denso e asfixiante. acorde. o comando era mais uma sensação que uma palavra proferida. um símbolo pelos faróis áureos dos olhos de... um carro. um carro?
o reflexo de se afastar a pegara de súbito, o que fez com que shiobhan tropeçasse alguns passos para trás e quase caísse no asfalto. não se recordava em como havia parado no meio daquela rua, parecia que ela havia andado tão pouco, ou fora demais? encarou a figura a sua frente até que ele se centralizasse em sua concepção, e que ela “retornasse a terra”. os lábios secos penaram em proferir uma resposta, enquanto o purpúreo das íris ressaltava ainda mais ao leitoso dos olhos, que ainda encontravam-se arregalados, inda que ela arfasse menos. — bom, você não me atropelou isso já é algo. — arqueou as sobrancelhas, um tom de galhofa havia tomado seu semblante em um reflexo que nem a mesma havia compreendido. tomou ar. — desculpe. não eu-... era eu quem estava vagando irresponsavelmente pela rua, desculpe. você está bem? — franziu o cenho, esquadrinhando no rosto do outro algum sinal de lesão.
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👮♀️ - muse e shiv estão sozinhos nesta data e decidem partir juntos no expresso polar, podem ter se encontrado na delegacia ou até mesmo na própria fila de embarque. dependendo da natureza de seu muse, isso pode ser um date de última hora platônico ou não, mas já aviso que essa versão da feiticeira não é lá muito exibicionista, e ela vai penar em te ceder uma dança. (0/1 - f ou m)
🔮 - muse e shiv caíram juntos num globo de neve. (2/2) - cecilia hopkins, kayn jinhyung
🥡 - hangover buddies, shiv e muse trocam informações, impressões e dicas de cura-ressaca na pós loucura natalina. (1/1) - mackenzie duncan.
H(S)APPY NEW YEAR!
🔐- é final de ano, a cidade é pequena e todos estão se juntando para apreciar os últimos momentos de 2021 na comemoração oficial, mas é claro que muse a e muse b arranjariam problemas justamente nessa data, e óbvio, com nenhum policial presente. shiv fica responsável pela mediação entre os dois até que uma figura de autoridade retorne. (1/2) - indigo,