Courtney Eaton and Jonathan Bellini stars in Forever 21’s Spring 2016 Campaign

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Courtney Eaton and Jonathan Bellini stars in Forever 21’s Spring 2016 Campaign
( magnxsklaus )
– Uh, essa é fácil de responder. Por que eu viria de palhaço e esconderia essa carinha linda? E sinceramente, pode dizer o que quiser, mas você adorou a brincadeira. – Respondeu observando-a com uma sobrancelha arqueada pela proximidade. Niklaus tinha os olhos atentos a outra e uma risada deixou seus lábios ao ouvir a conclusão, a puxando pela cintura para… um pouco mais perto de si. – Esse desejo pode ser facilmente realizado entre quatro paredes, sweetie. Basta você querer. – Pontuou olhando em seus olhos com um sorriso malicioso em sua face.
“ Tem seus atrativos, mas nada que eu considere ‘ohhhh’ ”, debochou, com um risinho, enquanto passava o indicador na bochecha alheia, para então se afastar minimamente, tomando um pouco de ar puro longe da influência do príncipe. “ Não fica nada sexy quando começa a se gabar, se quer saber ” — ergueu o queixo para analisá-lo mais uma vez, sabendo que aquela se tratava de uma mentira. Se Niklaus fosse mais humilde, talvez não soasse tão atrativo, mas era a consciência da atração que exercia que fazia com que Khya voltasse seus olhos para ele, e o poder de seu toque, sempre que entrava em contato com áreas como sua cintura, ou a pele exposta de suas costas. “ Fácil assim? Onde está o desafio nisso? ”, semicerrou os olhos, ajeitando as lapelas da veste masculina. “ Gosto de emoção, Niklaus. Pense nisso ”
( damnjango )
❝ —— ♜ A expressão de ofendido era totalmente teatral, e este fato deixava-o um pouco mais irônico do que normalmente era. — Pois saiba, prinzessin¹, que me ofendeu sim. Saiba que sou capaz de segurar vossa mão e jamais soltar, caso me conceda tamanha honraria. Mas não parece disposta à soltar-se de seu mundo para criar o nosso. — A língua foi estalada de forma dramática, acompanhando o menear da cabeça ao permitir-se ser afastado da princesa. Pedia por espaço pessoal, mas não parecia saber respeitar o dos outros, gostando do jogo de toques e aproximação; provocação. — Em todos os sentidos? Está descartando fácil demais a minha companhia, Khya. Mas, já que implora, irei reconsiderar. — O uso do tom jocoso retirava certa seriedade, principalmente quando sorria de lado para a morena. Com o restante das palavras alheia, fingiu pensar por um momento, apoiando ambos os cotovelos na barraca e ocasionando uma nova aproximação entre eles. — Nada de altura ou giros. Assim você limita bastante minhas opções, Herz². O que acha dos balanços? Eu posso te empurrar enquanto reclamo de você estar me usando. Ou podemos dar uma volta pelas barracas, ouvi dizer que estão vendendo ótimas bebidas próximo ao carrossel…
Narel sabia como Damjan poderia ser irônico, e ao usar da ironia com ele, não podia esperar receber outra coisa em troca, dada a perspicácia do garoto. Por mais que tivesse certeza de que estava se embrenhando em terreno perigoso, era incapaz de parar, curiosa demais sobre até que ponto o belga iria. A atenção que lhe dispensava também fazia com que Khya se sentisse lisonjeada, especialmente em se tratando de homem tão atraente. Diante da fala alheia, revirou os olhos de maneira teatral, o sorriso de alargando em contrapartida. “ Isso é mais do que eu poderia querer de um homem. Que sorte tê-lo encontrado, senhor ” – por mais que a vontade fosse rir, a Lowbrace limitou-se a direcionar ao moreno um sorriso de canto que guardava segundas intenções. “ É um descarte necessário. Devia me agradecer por não lhe dar falsas esperanças. Antes sinceridade do que ilusão, não é mesmo? ”, completou, com um suspiro, sabendo que aquela conversa não levaria a destino algum, considerando-se que Damjan era um conhecido Don Juan. “ Gosto. Parece bem personalizado, como se você tivesse parado para pensar ”, provocou, enquanto sinalizava para que alguém viesse fazer um turno na barraca. “ Balanços primeiro. Bebidas depois. Mas nada que me deixe bêbada. Não posso correr esse risco com você por perto, Boleslav ”
( irelandprincess )
—— Não foi o que eu disse, mas se é assim que se sente… —— A loira deu de ombros, não estava com vontade de tentar convencer a outra do contrário. Além do que não poderia negar que tinha suas dúvidas. O olhar decaiu sobre a outra incrédulo ao ouvir suas palavras. Ela estava realmente falando aquilo sobre um brinquedo? A respostas as suas dúvidas parecia ter chegado mais rápido do que imaginava. —— Loucura? Sério? Khya é um brinquedo. Crianças vão nele. Tudo bem, pode assumir que está com medo, ninguém vai te julgar…Além de mim, é claro. —— Um falso sorriso se formou em seus lábios, que logo se desfez acompanhando um revirar de olhos da loira. Ela estava mesmo lhe lembrando sobre as regras de sua mãe? Observou sobre os doces postos na bancada, e levou a mão ao escolhido, mordendo um pedaço. —— Hm, realmente ela não gosta… ainda bem que ela não está aqui.
Não era bem uma rivalidade aquilo que se via entre as duas. Do prisma de Khya, o que se tinha era apenas os ciúmes exacerbados de uma filha caçula que temia perder ser favoritismo. Nada tinha contra Anya, mas o certo é que não tinha com a loira a mesma proximidade que se observava com os irmãos mais velhos. “ Crianças com pais negligentes, você diz. Todos deveriam ver como isso é perigoso, não tem o mínimo de segurança, como cintos e capacetes ”, soltou, inspecionando as unhas, sem dar o braço a torcer. “ Está vendo? Você não tem o mínimo de empatia ” – negou com a cabeça, ofendida com a insinuação alheia de que iria julgá-la. Ao seu ver, não havia nada de ridículo ou irracional em temer despencar de cabeça de uma altura de seis metros. Conteve o impulso de dar um tapinha na mão da Turlach antes que ela pegasse o doce, observando que desobedecia de propósito as ordens da rainha. “ Mas ela não gostaria de saber dessa traição... Do quanto você não dá atenção ao que ela fala ” — quem a visse falando, pensaria que era ela a traída. “ Se pegar mais um, vou ser obrigada a contar ”
( felicixfelicious )
⊰ — ❊ Ante feições de Khya, não se tornou necessário a outra começar a falar para que Felícia suspirasse e concordasse, já sabendo que não adiantaria insistir no assunto — não que sua insistência tenha encerrado devido o fato. ❛ Você não irá morrer, Rakena. Não seja tão dramática… ❜ O tom jocoso e o sorriso nos lábios disfarçava a leve advertência, mas sequer ela poderia julgar aquele tipo de comportamento — acreditava que poderia morrer caso ficasse sozinha em um recinto com um dos palhaços. Ao ouvir o comentário sobre o doce, o franzir do nariz acompanhou o movimento de devolvê-lo à barraca, e então, pegar o anil que a princesa havia instruído. ❛ Azul, é claro. Eles deixam as mensagens de preconceito escondidas até mesmo nos doces. Isso é lamentável, mas estão realmente bons… ❜
Ser dramática estava no cerne da fijiana, de modo que já nem soava como uma ofensa quando a acusação vinha à tona. A morena limitou-se a dar de ombros, deixando que um “ Não dá pra garantir ” escapasse de seus lábios, em teimosia. Para a sua sorte, Felicia não era tão julgadora como a maioria das pessoas, e dificilmente usaria seu medo para ridicularizá-la. Certo é que não havia, realmente, garantias de que não cairia de lá; se houvesse, entraria sem medo. Levantou o olhar diante da constatação seguinte, deixando que as sobrancelhas se arqueassem devagar enquanto encarava o chão. Não era segredo que a loira militava em favor dos vermelhos, mas Khya convivia com pessoas tão preconceituosas que era difícil falar de seus reais posicionamentos. “ Era de esperar que fizessem diferente? Num festival como esse? Vamos continuar vestindo azul e fingindo que está tudo bem ”, comentou, limpando as mãos de glacê. “ Mas não se preocupe, Lice. Estamos do lado dos privilegiados. Nada de ruim pode acontecer conosco ”, concluiu, com um riso sem humor.
( flxrenc )
❛ — decerto que o título de miss simpatia fez de você uma persona melhor. uma princesa e tanto, eu devo supor. comentou enquanto assentia, sem mostrar interesse verdadeiro naquela informação. pouco a importava tampouco, a verdade é que a galesa apegava-se a coisas mais importantes e não via-se perdendo tempo com informação desnecessária. era muito direta, o bastante até mesmo, para passar por cima do que outrora deveria lhe ser importante; tratava a todos com sarcasmo e apenas os que a conheciam perfeitamente, tinham o entendimento que aquele era um tratamento comum dela. não conseguia ser divergente quando tudo lhe era sem valor, quando apenas importava-se com o próprio umbigo. ❛ — dieta? questionou deixando que os olhos recaíssem sobre a própria silhueta. ❛ — não faço dieta, não preciso. ela sorriu divertindo-se com a ideia de ter de ficar controlando o próprio querer quanto a alimentos. ❛ — por sorte, isso não tem chances de acontecer. e se acontecesse, acredito que mesmo acima do peso, continuaria incrível. vai me servir o doce ou não? achei que esse fosse seu intuito.
“ Uma pena que nem todas as princesas possam ostentar este título ”, falou, direcionando à outra um sorriso que não mostrava os dentes. Se Florence utilizaria de sutilezas, Khya poderia fazer o mesmo, e ela que interpretasse como quisesse. Deixava evidente sua opinião, contudo, já que não era capaz de disfarçar tanto quanto gostaria, e tinha para si que Mountbatten não entenderia apenas se não quisesse. “ Que inveja ” – essa deve ser sua única qualidade, afinal, pensou consigo mesma — “ Gostaria de poder dizer o mesmo, mas é só colocar alguns desses na boca que... boom, já sabe ”, deu de ombros, batucando os dedos na mesa, impaciente, esperando que a galesa terminasse de uma vez sua passagem. Era difícil sentir-se confortável na presença de alguém que mantinha constante pose julgadora. Conteve o desejo de revirar os olhos diante do metabolismo perfeito da galesa; tudo nela parecia funcionar tão bem que chegava a ser irritante. “ Incrível, claro. Ninguém pode dizer o contrário ”, continuou, fazendo um careta. “ Se você diz que não vai ter problema... ” — selecionou um dos doces da mesa, o que menos tinha gostado, entregando nas mãos da loira. “ Talvez devesse pegar mais de um? Para a viagem ”
( thataustralian-girl )
⊰ — 🔅Belle acompanhou o olhar da outra em direção a roda gigante, a australiana estava animada para aproveitar o brinquedo, porém queria uma companhia para faze-lo. - “Eu vou aceitar um sim, obrigada.” - respondeu com um sorriso pegando um dos doces, mas sem prova-lo ainda. - “Tem certeza que não pode tirar cinco minutinho para me acompanhar? Vai ser divertido, e todos estamos aqui para aproveitar a feira, não tem de ficar trabalhando, e me disseram em algum momento, que ‘uma vez princesa, sempre uma princesa’. Então?” - ergueu uma sobrancelha para a outra.
Impossível não simpatizar de imediato com a princesa, dada a simpatia mostrada. Khya não era a melhor companhia, se fosse pensar, mas estava longe de ser rude com quem se mostrava tão gentil. “ Talvez possa... Eu teria de implorar para alguém ficar no meu lugar ”, falou, dispensando um riso nervoso a Mirabelle, esquecendo-se momentaneamente de seu medo de altura. “ Concordo, embora duvide que seja essa a opinião dos organizadores, já que ninguém se preocupou em me trazer um copo d’água, quanto mais se oferecer para ficar na barraca ”, reclamou, cruzando os braços. “ E você acha que essa lei universal serve pra mim também ” — negou com a cabeça, mordendo o lábio inferior. “ Não devia acreditar em todos os contos de fada que te contaram ”
( leonycastilla )
Limpou a garganta sentindo a bochecha esquentar diante da pergunta de Khya.Leonardo havia entendido bem o que ela queria dizer e teve que olha para os lados umas duas vezes antes de se atrever a responder, a voz não passando de um sussurro “Você notou que cada ano estão mais altas?” Perguntou, medindo a roda gigante com os olhos. Sabia, em parte, de que era um medo irracional. Não iriam colocar os herdeiros em risco, principalmente depois do acidente em Aspen. Mas ser racional não impedia de que sentisse um frio na espinha sempre que pensasse por mais de dois segundos em se pendurar em um dos assentos dos brinquedos. “Quando eram menores, eu me sentia mais seguro. Agora, você tem razão, não sei onde eu estava com a cabeça quando pensei e me meter naquele atalhozinho de cemitério. Pior ainda, arrastar alguém comigo…” Respondeu ainda sussurrando e balançando a cabeça como se tivesse caido em si. Apesar da vergonha inicial, era bom conversar com alguém que entendesse o medo de lugares altos mesmo que não fosse lá algo muito bem explicado. “Putz, que horror. Ajudar nas festividades da igreja deveria ser um dever de todo mundo, não só para alguns. Podemos revesar ou dividr o trabalho se você não se importar…” Respondeu, um pouco irritado pelo descaso de alguns herdeiros com os serviços religiosos. Se deu conta que ele mesmo não estava em nenhuma atividade e se sentiu envergonhado. “Olha, eu não tenho nenhum problema com nozes não. Mas já que houve um caso de surto alérgico, vou acabar ficando meio parnóico com isso o dia inteiro então melhor escolher outro… Qual você indica?”
A timidez do outro era uma graça. Khya quase não via garotos mostrando-se vulneráveis, e a admissão fez com que Leonardo ganhasse pontos com ela pela sinceridade. Não que tivesse se dado conta do que estava fazendo — devia ser apenas a postura habitual do moreno. “ E ainda há quem diga que não é perigoso ”, parafraseou, lembrando-se dos tantos convites que haviam lhe direcionado naquele dia, sob a alegação de que ela estava apenas exagerando. “ Bem, eu acho que elas nunca me pareceram pequenas. Deve ser uma questão de proporcionalidade ” — era alta para os padrões femininos, mas isso não fazia com que sentisse mais tranquila perto de um monstro de metal daqueles. Um olhar direcionado ao outro de cima a baixo dizia que ele com certeza não devia se assustar com aquilo, pois era, tranquilamente, uns quinze centímetros mais alto do que Khya. Não teceu qualquer comentário, porém, já que não o julgaria justamente pelo mesmo medo que experimentava. “ Você? Ahm, tem certeza? ” — mordeu o lábio inferior, sem saber se poderia fazer aquilo. Normalmente, não pensaria duas vezes em se mostrar um pouco egoísta e aproveitar o festival, mas também não parecia justo fazer aquilo com Leonardo. “ Eu me importo com você deixando de divertir. E com toda a certeza tenho mais débitos com a igreja para que tenha que passar o dia todo aqui sem reclamar ”, respondeu, em tom jocoso. “ Pois então... elas são deliciosas, mas não indico para quem não quer arriscar. Que tal o de limão? Um pouco azedo, mas o glacê compensa ”
( thirdromanova )
“E desde quando pessoas morrem em rodas gigantes? Além do mais, eu achava que você era uma pessoa que gostava de fortes emoções.” Desafiar as pessoas com apelos ao seu orgulho para que cedessem às suas vontades era uma especialidade de Maria, que já havia conseguido muitas coisas fazendo uso daquele pequeno ardil. A russa cruzou os braços, arqueando uma das sobrancelhas para Khya diante de sua pergunta. “Claro que há mais gente para ir comigo, mas pensei que você gostaria de uma pequena pausa em seus deveres. Se chama solidariedade, você devia tentar de vez em quando também. É revigorante e faz bem para a pele. E, bom, eu sou a grã-duquesa da Rússia, então acho que podemos dizer que eu tenho esse poder todo.” Completou, falhando completamente em disfarçar o tom presunçoso em sua voz. A troca de impertinências era algo comum entre as duas, mas se fosse sincera, a Romanova não podia dizer que desgostava da outra, embora o rolar de olhos ao ouvir a expressão exagerada da princesa. “Tudo bem, então, sem roda gigante. O quão disposta você estaria a ir na montanha-russa?”
“ E eu gosto ” – defendeu-se, alargando o sorriso. “ Quando elas envolvem coisas que me sinto tentada a fazer. Não pode falar que pessoas não morrem em rodas gigantes. Não sabemos... ” – franziu o cenho, pensando que realmente não tinha tido a experiência de ver alguém morrendo no brinquedo, mas isso devia ter acontecido em algum lugar do mundo e os meios de comunicação não chegaram a noticiar. “ Muito bondosa você, Masha. Agora, se queria me dar uma pausa, podia ficar no meu lugar ”, sugeriu, pendendo a cabeça e duvidando que uma grã-duquesa fosse se submeter àquilo. “ Ou pode sair daqui e pedir para que sua fila de admiradores a acompanhe na roda-gigante. Tenho certeza que estão bem ansiosos ”, completou, fazendo um gesto de dispensa com a mão. Que suas personalidades eram incompatíveis não era surpresa, e aquele era o máximo de simpatia que Khya podia esboçar com a russa, especialmente quando ela trazia a tona seu título real. Foi com uma careta de incredulidade que ouviu a sugestão seguinte. Ela achava que a montanha-russa seria melhor? “ Disposta nível ‘não estou a fim de vomitar meu almoço neste ensolarado dia de St Jude’. Captou? ”
( brilhabriana )
❛ —— Não seja tão cruel consigo mesma, Khya. Várias pessoas por aqui conseguem enxergar o seu valor. ❜ a italiana disse com uma espécie de consolo, lançando um olhar solidário para a sua amiga enquanto as pontas de seus dedos tocavam o braço da outra em um gesto simbólico de apoio. Tinha plena consciência de como os nobres daquele colégio poderiam ser cruéis em vários aspectos e, bem, não a surpreendia que tratassem os exilados de maneira tão perversa. Todavia, a confusão da fijiana fizera com que o cenho da italiana se enrugasse enquanto o resto de sua expressão facial passava a transmitir a sua confusão, ambas as suas mãos sendo elevadas e gesticuladas. ❛ —— Oh, não! Você me compreendeu mal. O que quis dizer é que… ❜ ela começou a falar, mas acabou se calando ao perceber que não valia a pena. Era melhor deixar o assunto de lado. ❛ —— Esqueça! Tem razão. Eu imagino que seja um trabalho muito árduo. ❜ confirmou com um breve manear de cabeça, lançando-lhe um rápido sorriso. ❛ —— Sì, lo farò!¹ Apenas sairei daqui se eles aceitarem te liberar desse serviço também. E, como você mesma disse, eu sou a herdeira da Itália. Garanto que algum dos coordenadores aparecerá aqui em menos de sete minutos para nos liberar… Então, aproveite para comer alguns doces enquanto pode. ❜
“ Perdão. Devo estar sendo dramática. De novo. Mas quem poderia me culpar? Não é fácil ser eu ” — Briana era tão sensível que era difícil resistir a seus conselhos, de modo que Khya permitia que dissesse aquele tipo de coisa, chegando até mesmo a concordar, de momento, por mais que soubesse que não se tratava da realidade. Era uma renegada e se estava em Hyacinthum era graça aos Turlach e não ao título perdido. A Lowbrace sequer percebera o início do pedido de desculpas, tão voltada estava para os próprios pensamentos. Quando a memória de seu exílio retornava, era difícil só seguir em frente. “ E é por ser árduo que não combina com uma princesa. Combinaria com sua irmã, claro ” – mencionou, alargando o sorriso de canto que indicava seu desdém – “ não faria mal se Verena fizesse algo útil da vida, só pra variar, mas não é o seu caso. Já faz muita coisa, com todas aquelas pesquisas loucas e tudo o mais ” – entendia praticamente nada de genética, considerando assunto muito complexo; só o fato de ser objeto de trabalho de Briana já fazia com que Narel a admirasse completamente. “ Actually, é um bom plano ”, concordou, pensativa. “ Só temos que torcer para que dê certo, porque preciso ir ao banheiro. Eu já disse que estou apertada? E nem cerveja eu bebi ”
( shxlloh )
Na mente de Shilloh não existiria nenhuma complicação naquela situação, deixariam o maldito canto da festa onde o palhaço estava e poderiam continuar curtindo a celebração, como se nada tivesse acontecido. Mas é claro que a sua namorada precisava complicar! O árabe não conseguiu conter o longo suspiro e levantou a mão direita, passando-a por sua têmpora enquanto a sua cabeça era levemente inclinada para o lado. Existia apenas uma maneira de sair daquela situação sem arrumar um problema desnecessário no relacionamento: contando a verdade. —— Certo, Khya. Eu tenho pavor de palhaços desde que me entendo por gente. —— confidenciou em um tom baixo o suficiente para que apenas ela pudesse ouvir, sua mão sendo abaixada apenas para que pudesse alcançar o copo de cerveja que havia sido deixado com a outra. —— E eu não costumo te fazer muitos pedidos. Então, nós podemos sair daqui, por favor? Existem muitas outras coisas que você pode fazer por aqui para se divertir. —— disse entre dentes, revirando os olhos ao parar em frente a princesa. —— Nunca me informaram que sorrir para as paredes é sinônimo de felicidade em um relacionamento. Não seja ridícula!
Faltava a ela a sensibilidade, a perspicácia e o discernimento para perceber que Shilloh não estava confortável na presença de palhaços. Isso, por si só, fazia de Khya uma namorada muito ruim, porém, não era como se o Qadir estivesse percebendo as falhas da mesma. Foi justamente por sua falta de compreensão que Narel surpreendeu-se com a reação alheia, dando um passo involuntário para trás, como se quisesse escapar da ira do árabe. Ela tinha dito alguma coisa errada? Revisou mentalmente suas palavras, chegando á conclusão de que nada poderia soar tão ofensivo a Shilloh. Quando a revelação veio, o impulso inicial foi rir – era tola a esse ponto – mas conteve-se pelo bem do relacionamento, e porque também tinha medos irracionais. “ Eu... não sabia ” – disse o óbvio, como se isso servisse como pedido de desculpas. No entanto, o moreno parecia além da irritação, e da reparação. “ Não costuma, realmente. Mas isso é opção sua ”, comentou, já se pondo a andar para sair dali, desviando da figura do namorado. “ Ridícula? Então agora sou ridícula? ”, perguntou, elevando o tom de voz, sem se importar com quem estava observando a cena. “ Quando foi que você começou a me tratar do mesmo jeito que trata as pessoas que despreza aqui? ”
rcblheart.
“ —— Se não está com medo por que arrumar tantas desculpas para fugir de uma volta?” retrucou enquanto recostava-se na barraca e imitava o movimento dela, inclinando-se minimamente para frente. “ —— ou é medo de altura, ou, é medo de sujar sua roupa bonitinha. Um dos dois.” provocou, lançando um olhar demorado para as vestes da morena e engolindo em seco pelo modo como o tecido se moldava ao corpo alheio o deixando muito mais bonito, porém, não se demorou e voltou a encará-la diretamente nos olhos. “ —— tudo bem, Khya, eu entendo que você não é assim tão corajosa como diz ser e não consegue assumir o seu medo e por isto fica achando desculpas, eu compreendo totalmente.” insinuou voltando a postura original e então passando os olhos ao redor, para dizer por fim. “ —— vou achar outra pessoa para me fazer companhia, se você não se importa, uma que não esteja ocupada e com medo como você.”
“ Porque... ”, hesitou por um momento, tentando pensar em algo que não a entregasse. “ Não vejo graça nenhuma nesse brinquedo. Me deixa um pouco zonza ” — deu de ombros, rearranjando os doces na mesa, como se isso fosse suficiente para fazer com que Martín desistisse. A verdade, no entanto, era que ela não queria que ele desistisse. “ Qual o problema com a minha roupa? ”, perguntou, erguendo o queixo. “ Até com isso você vai complicar? ” — revisou mentalmente o traje, buscando alguma falha em seu senso de estilo. Até onde sabia, sua roupa estava impecável para a ocasião: nada exagerado envolvendo pedrarias, mas ao mesmo tempo nada que soasse como vermelho. Se Martín não percebia isso, era porque não sabia apreciar o que era bonito. Sequer percebera quando o olhar dele recaíra sobre si, e se tivesse, desconfiaria que era de julgamento. “ Não sabe o que está dizendo, D’Cabot ”, começou, sua boca formando um “o” a medida em que ele concluía seu pensamento. Como ousava? Não era por que tinha sido exilada que perdera todo o prestígio. Entretanto, não foi a ofensa que a atingiu, mas a sugestão final de que procuraria outra pessoa; ciúmes a corroendo por dentro. “ Okay... ”, falou calmamente, limpando as mãos uma na outra para tirar sujeira inexistente. “ Você venceu, idiota. Vou mostrar como não tenho medo de nada ”. Os momentos seguintes, contudo, deviam ser os mais constrangedores, vez que Khya perdeu algum tempo pensando em como faria para conduzi-lo até a roda-gigante sem tocá-lo. “ Vamos logo! ”, disse, por fim, caminhando a frente, antes que mudasse de ideia.
magnxsklaus.
Os olhos de Niklaus percorreram as letras na placa presa a seu pescoço sobre o terno perfeitamente ajustado ao corpo do dinamarquês antes de olhar para o outro. Um longo suspiro deixou os lábios do príncipe e ele largou a placa, colocando as mãos nos bolsos em seguida. “ – Ah, por favor. Pelo menos tenha o decoro de fingir que está surpresx com isso.” – Disse ao outrx se referindo a placa presa em seu pescoço com os dizeres “Causa perdida”.
Os olhos curiosos vistoriaram a placa, já esperando alguma gracinha da parte do outro. Niklaus adorava ser o centro das atenções, porém Khya não poderia julgá-lo, vez que naquele aspecto eram muito parecidos. Próxima do herdeiro, ela passou os dedos na escrita — uma desculpa para se aproximar — como se precisasse ler com os dígitos, sentindo toda a firmeza do peitoral alheio. “ Hmmm, por que não vir fantasiado de alguma coisa realmente engraçada, como um palhaço? Já que faz questão de se expôr ao ridículo... ” — não era uma repreensão verdadeira, visto que não tinha qualquer gerência sobre a vida do moreno. “ Podia ficar mais interessante se estivesse vestindo somente ela, no entanto ”, sussurrou, com um riso baixo.
hybrnx.
“ - Bem me quer… Mal me quer… “ As pétalas caíam da mão do jovem que se encontrava encostado na parede do poço, no pátio onde ocorria a festividade, absorto às risadas e burburinhos alheios.
O quanto daria para realmente ter alguém para torcer que a última pétala fosse um “bem me quer”?
Muito?
Pouco?
A questão não o perturbou mais do que um segundo para largar o que sobrou da flor, ainda com pétalas restantes. Seus olhos se voltaram para o fundo do poço, vendo apenas o brilho das moedas mergulhadas na água, escondidas na escuridão, mas ainda cintilando. Vasculhou seus bolsos e tirou de um deles um pequeno disquinho de metal entre o polegar e o indicador. “ - O que deveria pedir? “
Parecia uma tradição tola, mas tinha certeza que já a viam como infiel o suficiente; desdenhar daquilo seria pior. Além disso, Khya fazia de tudo para encaixar-se no mundo dos herdeiros de Alcatraz, e não custaria fazer mais aquilo. Quanto pensava no que poderia querer, imagens de sua família e do mar límpido das Ilhas Fiji regressavam à sua cabeça, um cenário que há muito havia ficado para trás, e que ela não poderia arriscar desejar de volta. Não quando dizia a plenos pulmões que não mais se importava com os Rakena-Lowbrace. Sentia o peso ínfimo do metal em sua mão, comprimindo-o com a mesma força que comprimia os lábios — não tinha nada a pedir. Foi nesse intervalo de tempo que a princesa percebeu a aproximação da figura esguia, e foi como se sua fala ecoasse os pensamentos de Narel. Ela quase sentia-se tentada a acompanhar a trajetória alheia, como se ele fosse contar em voz alta seu desejo; talvez dissesse algo que fosse servir de inspiração para a maori. “ Que dilema... Se houvesse garantia de que vai se realizar, ou de que não vai se realizar, mesmo assim não saberíamos pelo que pedir ”
ᒥ outfit ᒧ ::: princess khya narel rakena lowbrace ,
❝ st jude’s festival. ❞
leonycastilla.
Leo gostaria de poder falar que sua parte favorita da comemoração de São Judas era a religiosa. De fato, era muito importante para o uruguaio comparecer às celebrações na igreja. Como católico convicto, comparecia a todas as missas e os dias santos eram muito respeitados e celebrados por ele. Mas, para além das orações e dos ritos dedicados ao santo, poucas coisas o deixavam tão genuinamente feliz como festas como a de São Judas. Apesar das ruas de Montevidéo nunca contarem com brinquedos, as festas religiosas de caráter popular e familiar tinha toda uma cara de casa para ele e, quase sempre, sentia-se na obrigação de visitar todas as vendas de comidas típicas e, nas horas mais animadas, arriscava até uma visita ao parque de diversão. “Você tem certeza que não é muito seguro?” Perguntou, enquanto escolhia os doces sem muita pressa. Leo morria de medo de altura e, num lampejo de animação infantil, decidiu que deveria ir na roda gigante. Mas ir sozinho não era uma opção, não que ele fosse admitir. Diante das palavras de Khya, já estava cogitando sua própria ideia. “Mas escuta, você é obrigada a ficar aqui o dia inteiro?” Leonardo lembrava-se de Martín ter comentado alguma coisa sobre a noiva e, agora que já estava ali, resolveu que talvez puxar papocomo quem não quer nada para ajudar o primo com informações poderia ser uma boa ideia. “Vou querer sim, pode ser aquele último ali de trás, perto do vermelho.”
Ergueu os olhos assim que ouviu a voz de Leonardo, sem que tivesse percebido anteriormente a presença do príncipe. A semelhança com o primo chegava a ser assustadora, e Khya tinha de se conter para não dar a ele o mesmo tratamento que dava a Martín. As personalidades, no entanto, eram muito diferentes. Era possível ver no uruguaio uma doçura que não se via em qualquer um, e que tornava impossível para ela tratá-lo com menos do que simpatia. “ Você também faz parte do grupo? ”, cochichou, em tom conspirador, abrindo um sorriso ao final. Pela expressão apreensiva e pela pergunta, Narel só podia presumir que ele também não estava ansioso para fazer aquilo. “ Eu que não vou pagar pra ver. Quero dizer, eles colocaram esses brinquedos aí tem menos de um dia. Devem até ter sido montados às pressas. Na verdade, deveríamos caminhar para longe dessa roda-gigante, apenas para não corrermos o risco de estarmos embaixo dela quando desabar ” — quando: era só uma questão de tempo, afinal. Para ajudar, sua barraca era quase ao lado do dito brinquedo, e Khya sabia que não sairia dali tão cedo. “ Ou até alguém se oferecer para fazer o trabalho, o que acho que não vai acontecer ”, falou, tamborilando as unhas bem feitas no braço. “ Isso significaria parar de beber para servir um bando de gente exigente que está acostumada a ser servida na boca. Não é o seu caso, não se preocupe ” — se apressou em dizer, antes que o moreno se ofendesse. “ Hm, você gosta de nozes? Tenho que perguntar. Antes uma pessoa engoliu um desses e teve um surto alérgico... Não foi muito bonito ”
flxrenc.
❛ — ahn, aquilo? é para crianças. comentou enquanto a expressão transformava-se em desaprovação. florence era adulta e ainda que, na infância não tivesse aproveitado muito do que estava a seu dispor naquele momento, não tinha vontade de fazê-lo naquele instante. ❛ — com esse seu humor, com certeza vai vender muito. havia sarcasmo em suas palavras, mas não demorou-se quanto observar a outra; os olhos recaíram sobre os doces que estavam a venda. ❛ — veja-me um deste. deve ser saboroso. os ombros foram dados de leve, sem ao menos ter a consciência do porquê encontrava-se diante daquela barraca.
“Uh, verdade”, concordou com a cabeça, assentindo, como se tivesse pensado isso desde o início e fosse tão refinada quanto a Mountbatten. Estava em parte aliviada por a loira não estar pedindo que fosse com ela até a roda e em parte envergonhada pela ideia ter passado por sua cabeça. “ Fui escolhida Miss Simpatia cinco vezes no meu reino, e isso tudo antes dos dezoito. Acho que meu humor não é um problema, querida ” — talvez fosse com ela, a partir do momento em que captara o sarcasmo e o tratamento que lhe dispensava. Imaginava que Florence fosse outra daquelas princesas que não viam nela nenhuma valor após a perda do título. “ Tem certeza? Pode atrapalhar a sua dieta ”, falou, afastando o doce do alcance da loira. “ Seria uma tragédia se não entrasse num dos seus bonitos vestidos ”