AMUSE girl ♥
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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

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Kiana Khansmith
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❣ Chile in a Photography ❣

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@kimnacun
AMUSE girl ♥
Daisy Jones & The Six, Taylor Jenkins Reid
daisy jones & the six, 2019
question is, have you seen anyone prettier
w: @shsunmi
Estava em uma das suas pausas no trabalho quando seu telefone tocou. Era um número desconhecido dizendo que tinha sido sorteada. Normalmente não dava seu nome e seu número de telefone para pessoas aleatoriamente, mas como o sorteio iria acontecer patrocinado por um dos supermercados que sempre frequentava no bairro - e por conhecer boa parte dos funcionários -, não se recusou a participar, ainda que não imaginava que ganharia. Com uma data e um horário marcados para passar no supermercado para buscar seu prêmio, a coreana não deixou de comparecer. E lá estava na hora marcada. Entrou ao supermercado cumprimentando algumas pessoas que passavam perto de si, seguindo firmemente até a recepção do estabelecimento. Com um sorriso gentil, se dirigiu à funcionária. — Olá, boa tarde! Eu sou a ganhadora do sorteio, vim buscar meu prêmio. — a enfermeira disse aquelas palavras oferecendo o próprio documento de identidade como confirmação. “Boa tarde! Parabéns pelo prêmio. Agora podemos entregar os ingressos, você e a outra ganhadora já estão aqui. Irei chamar nosso gerente, um minuto”, a recepcionista a respondeu, deixando-a ali enquanto a funcionária iria atrás do gerente. Enquanto esperava, puxou o celular do bolso em busca de alguma distração.
w: @dohyunn
Era madrugada. A hora tinha passado rapidamente, era essa a impressão que Naeun tinha. Era sua folga do trabalho e usara boa parte do dia para estudar alguns casos de doenças e cirurgias específicas que precisavam de sua atenção. Geralmente não bebia enquanto estudava, mas a garrafa de vinho tinto suave já estava apoiada na mesa de jantar que usava como apoio, e a taça já tinha sido esvaziada algumas vezes, contrariando o bom senso. Com uma queda abrupta da energia, o apartamento foi mergulhado em um breu total, para a surpresa da coreana, que fora forçada a interromper o que fazia. Completamente despreparada, a enfermeira recorreu ao celular, mas ele estava em seus últimos respiros de bateria. Pegando sua carteira e suas chaves, trancou o apartamento e seguiu quase às cegas para o prédio vizinho em direção ao apartamento do melhor amigo, Youngbin. Ao chegar ao andar dele, com certa dificuldade nas escadas, encontrou o apartamento vazio para sua decepção. “Como compraria velas ou lanternas se basicamente todo o bairro estava no escuro e só tinha seu cartão de crédito?”, pensou, pessimista, buscando alguma forma de encarar a situação. Passando por um dos corredores do prédio Aurora viu vestígios de luz pelas frestas da cortina de uma das janelas de uns dos apartamentos que davam para o corredor. Com uma ousadia que não lhe pertencia, não normalmente, principalmente para alguém tão tímida e introvertida, Naeun decidiu que pediria ajuda. Tocando a campainha, esperou pacientemente em frente a porta do apartamento.
w: @quanzhes
— Pode segurar o elevador para mim, por favor? — Naeun estava exausta. Era visível em suas expressões. Com todas as compras do mercado no carrinho de rodinhas e algumas sacolas em ambas as mãos, penduradas em ambos os braços, a enfermeira seguia em direção ao elevador. Estava mais que atrasada para seu compromisso. Teria um almoço com seu pai naquele dia e prometeu que faria a comida. “Perdi a cabeça?”, pensou na hora, mas era tarde demais, o convite estava feito, não tinha como voltar atrás. Essa era a razão de estar cheia de sacolas. Sua geladeira e a despensa estavam completamente vazias, não tinha para onde fugir. — Obrigada! Bom dia! — agradeceu ao outro com um gesto mínimo de cabeça, e com a ponta do dedo apertou o número do seu andar.
𝐒𝐓𝐀𝐑𝐓𝐄𝐑 𝐂𝐀𝐋𝐋 ✨
mintcttoo:
você é rica então? por que sempre sou eu que pago as nossas saídas? tsc, naeun não sabia que você era assim… comentou mais para provocá-la e encostou o ombro no da mulher. não negaria nunca a companhia de naeun e youngbin seria louco para não admitir que ela não estava bonita. você está bem bonita, por sinal. veio aqui conquistar um velho rico? se uma dessas coroas topasse me patrocinar, eu aceitaria na hora. estava brincando e naeun deveria saber, mas até que a ideia não era tão ruim. mas pensar aquilo o fazia ver que talvez estivesse começando a ficar bêbado. logo se viu fazendo careta enquanto olhava o salão cheio de gente mascarada. nem me fale, eu to aqui reclamando dos petiscos, mas nem mesmo fui convidado. mas prova isso aqui, nem parece que é um evento de gente rica. levou um dos doces que estava no prato na direção dela para que naeun provasse e comprovasse seu ponto. e youngbin se viu suspirando e quase revirou os olhos. eu juro pra você que não vou chegar perto da mesa onde devo sentar. só tem as senhorinhas querendo saber se eu já casei pra me arrumar as netas delas. uma até mesmo me mostrou a foto de uma das netas, que tinha quinze anos. QUINZE ANOS. exclamou em desgosto e logo voltou a tomar a bebida que tinha na taça. estamos no século 18 novamente? que realidade essas pessoas vivem? youngbin sabia que estava reclamando demais para alguém que nem deveria estar ali, mas todo o álcool em seu sistema já estava começando a mexer com seus sentidos. ah, não julgo você. eu juro que já vi gente que parece que eu sei quem é, mas não quero ferrar tudo e sair daqui direto pra cadeia, então eu resolvi que vou beber e comer, pelo menos. comida e bebida de grátis nunca é demais. e terminou com apenas um gole a bebida para dar ênfase em suas palavras. você mulher, é perigosa. vai fazer esse bico pros coroas, eu não tenho dinheiro pra você arrancar de mim. murmurou enquanto a olhava pelo canto dos olhos.
#flashback
— Se eu fosse rica, você não acha que já teria sabido disso antes? Meus pais são ricos, na verdade. Não que o dinheiro deles tenha algo a ver comigo, ok? Então, nada de usar essas desculpas mais. Se está se sentindo tão injustiçado, na próxima vez eu pago. Poderemos comer churrasco, tenho sonhado com barriga de porco há alguns dias. — Naeun não era a pessoa que se sentia mais confortável no mundo falando sobre seus pais, mas Youngbin tinha essa aura que a fazia se sentir mais leve, mais confortável, por isso a confissão saiu tão naturalmente. A enfermeira imitou o gesto do outro, escorando-se no ombro do outro por alguns segundos. Ao ouvir o elogio, não deixou de sorrir, direcionando para ele uma piscadinha rápida por brincadeira, emendando numa rápida girada de corpo para que ele pudesse ver todo seu look para a noite do baile. — Gostou? Tive que me produzir bem. Caso sejamos presos mais tarde, preciso ter uma foto bonita na minha ficha criminal, que nem aquelas fotos de detentos que viralizam. Imagina? Eu também não me importaria de ser patrocinada, por uma mulher ou um homem, tanto faz na verdade. Não deve ser uma vida ruim. Deixemos isso de lado por enquanto, você está bem elegante também, muito bonito, talvez até um pouco sexy, não que isso seja uma novidade. — direcionou um sorriso para o outro após seu elogio, estava sendo sincera; Youngbin era naturalmente um homem muito bonito, muito mesmo, mas ganhava ainda mais brilho quando estava tão elegantemente arrumado. Era sexy. À mando do mais velho, abriu a boca para receber um dos doces que ele a ofereceu. Ao degustá-lo, fez uma leve careta, concordando com o outro, fazendo questão de levar aos lábios o restante do seu champanhe. — Fizeram uma festa tão bonita, mas decidiram economizar logo na comida, isso não é legal. Ah, nem me fale sobre isso que já fico revoltada, estamos em pleno século 21 e essas coisas ainda acontecem, é revoltante. Isso nem era para existir. — Ninguém merecia ser tratado como um objeto, como algo lucrativo, sendo oferecido como se fosse comida. Era no mínimo humilhante. Revirou os olhos consternada, emputecida mesmo. Ao sentir um garçom se aproximando, tratou de deixar sua taça vazia na bandeja e trocou por uma cheia, agradecendo em seguida. Uma vez livre da interrupção, Naeun voltou sua atenção para o amigo, o respondendo. — Quem você acha que viu? Eu não andei prestando muito atenção, fiquei com medo de alguém me reconhecer. A bebida compensa o risco de ser presa, a comida nem tanto, mas entendo seu ponto. — cruzou os braços ainda com a taça meio cheia, se continuasse naquele ritmo, ficaria alta em pouco tempo, por isso decidiu deixar a bebida um pouco de lado. Não pode deixar de rir da fala do amigo em seguida, fazendo questão de manter o bico nos lábios. — Eu só queria uns beijos. Nada demais… talvez algo a mais também. É pedir muito? É de graça. Você acha que isso é por conta da idade? Com a idade ficamos mais carentes, mais necessitados? Não sei. Eu só sei que não durarei muito por aqui se as coisas permanecerem as mesmas. Eu nem sou tão exigente, sou? Pode ficar relaxado, seu dinheiro eu arranco com comidinhas nas noites de cinema e nas madrugadas, lanches, da vida, acho que é mais que o suficiente.
hcrmony:
ela já havia perdido a conta naquela noite de quantas vezes já havia sentido que iriam pedir que ela se retirasse, seu coração batia forte toda vez que algum dos seguranças passava perto dela. e talvez aquilo não fosse uma boa coisa, visto que jingyi se sentia levemente tonta e ela não havia bebido nada! experimentar as coisas pela primeira podia ser um tanto esmagador, então jingyi sabia que precisaria seus remédios em algum momento da noite, por isso aproveitou os bolsos do vestido alugado para colocar tanto seu celular quanto a bolsinha com os comprimidos. depois de ter perdido woojin de vista e estar se sentindo sufocada por diversas razões, jingyi pediu licença para ir ao banheiro e pegando uma garrafa de água no caminho para tomar seus remédios e esperar o efeito dos mesmos a ajudarem a acalmar. não prestou muita atenção ao fato da porta estar fechada e se apressou em entrar. estava tirando a bolsa com os remédios do bolso quando viu que já havia alguém ali dentro, e jingyi ficou com medo de que a mesma visse o que tinha nas mãos. mas logo todo pensamento foi se esvaindo de sua mente quando viu quem era e arregalou os olhos. “naeun…sshi? é você mesmo?” se aproximou da mulher, ainda surpresa de vê-la ali. “você vai fazer uma doação para a caridade?” perguntou levemente confusa, não sabendo que naeun era tão rica, visto as pessoas ali no evento.
#flashback
Era o que mais temia naquela noite de baile. Ouvir seu verdadeiro nome ser pronunciado por outra pessoa fez seu coração quase parar de vez, não só pela surpresa, mas pelo susto de possivelmente ter sido pega fazendo algo errado. Era exatamente como voltar a ser criança novamente, com medo de ser repreendida pelos pais por ter sido uma menina má. Se não fosse a maquiagem em sua face, provavelmente sua palidez poderia ser notada, mas não fora o caso, com um baixo pigarro, ajeitou os ombros e virou em direção à voz que lhe falava. Não teve dificuldade em reconhecer de quem se tratava, era boa com fisionomias. Com um sorriso gentil, quase nenhum pouco afetado pelo momento anterior, Naeun dirigiu as palavras para a outra. — Sim, sou eu mesma. Como está, Jingyi-sshi? Prazer revê-la. Você está linda! Hmm, não exatamente. Estou apenas de… acompanhante. — não era exatamente uma mentira, já que tinha sim chegado a festa acompanhada com alguém, ainda que aquela resposta não respondesse de fato a questão levantada pela mais nova. Continuou a falar, mudando de assunto. — Não esperava encontrar algum rosto conhecido. Você está curtindo a festa?
nckyvm:
Sim, conversas superficiais! Como esse povo vive desse jeito? No bar onde eu trabalho, duas doses de uísque e já tem gente contando os traumas de infância… Você deu sorte, pode torná-la conhecida, se tiver um pouco de ousadia!
Olha, bom ator eu não sou não. Eu sou é cara de pau. Quer dizer! É o que dizem as más línguas, obviamente. Mas essa história de sinal é boa, eu gostei. A gente pode fazer algo bem discreto, tipo uma mexidinha no nariz assim, como quem não quer nada…
#flashback
É aterrorizante. Um homem aparentemente muito bonito, não posso afirmar cem por cento por conta da máscara, se aproximou de mim agora há pouco. Já chamou minha atenção de cara, mas bastou poucos minutos para deduzir que era péssimo na conversa. A conversa foi tão entediante, você não imagina, tão sem conteúdo. Muito pelo contrário, quero que ela continue pouco conhecida, prefiro não me arriscar mesmo, não estou podendo dar uma passadinha na cadeia, não tenho dinheiro para a fiança. Eu só ficarei aqui me servindo… disfarçada.
Deveríamos ter combinado esse gesto antes…. eu não precisaria ter ouvido tanta coisa, teria me poupado tempo. É, acho que é um bom gesto, uma mexidinha do nariz não chama atenção. Combinado, então! Ficarei de olho em você pelo salão, se precisar, já sabe… Sobre sua situação, já tentou procurar as informações do Hanbin e do tal cavalo na internet? Talvez tenha sorte… Já se arrependeu de ter aparecido na festa? Por favor, se conseguir algum dinheiro com a senhora, não seja egoísta, divida com os amigos, ‘tá?
mintcttoo:
até agora, a taça de champanhe não se comparava com as garrafas de soju que ele gostava de beber. a comida era pequena demais para seu gosto, como iria matar a fome com apenas um prato de sobremesa e alguns quitutes? mas foi pulando de canto em canto até estar razoavelmente satisfeito com as pequenas porções de comida. já tinha perdido a conta de qual taça de champanhe estava bebendo, mas seu paletó já estava em alguma cadeira qualquer e droga, ele tinha que buscar porque tinha emprestado do chefe e precisava devolver, e as mangas da camisa que usava enroladas até o cotovelo. foi assim que ele decidiu se aproximar da mesa onde mais taças estavam sendo colocadas. decidindo mudar um pouco a bebida, youngbin pegou uma com vinho tinto, tomando tudo num gole só e estalando a língua logo depois. só não percebeu que tinha alguém do seu lado e deu um meio sorriso e um cumprimento de cabeça, pegando outra taça de vinho e roubando um doce de um dos pratos esquecidos ali na mesa.
— Agora me lembrei o motivo de odiar acompanhar minha mãe nesses tipos de festa quando mais jovem. Que tédio! Não acredito que passei horas me arrumando... E sequer é algo que posso reclamar, pois vim aqui por vontade própria, e sem sequer ser convidada propriamente. — Naeun disse aquelas palavras em sussurros, fazendo questão de olhar de um lado ao outro discretamente, por cima dos ombros, para ter certeza absoluta que ninguém estava próximo o suficiente para ouvir a conversa. A coreana tinha feito isso boa parte da noite, meio receosa de alguém reconhecê-la ou saber que não era a pessoa do convite, mas até aquele momento nada tinha acontecido para sua sorte, ainda que seu coração errasse uma batida sempre que alguém se aproximava demais. — Então, fez ou viu algo de interessante até agora? Não vou mentir que quis já me aproximar de algumas pessoas nessa festa, mas como vou julgar com essas máscaras? — bufou quase exasperada, inconformada que nada de muito interessante tenha acontecido consigo. Precisava de algo que valesse todo aquele esforço. Olhou para o amigo com um leve biquinho nos lábios, continuando a falar. — Youngbin-oppa, não precisa me julgar, eu sei que o que eu disse soou meio fútil, ainda mais numa festa para se arrecadar fundos para uma creche, mas não pude evitar de mencionar. Acho que vou chegar no primeiro que chamar minha atenção e só… — não fez questão de terminar a sentença, interrompendo-a para tomar mais um gole daquele champanhe caro.
nckyvm:
Você acha que está em uma situação ruim? A avó do cara que eu peguei o convite está aqui e está falando das conquistas do Hanbin no hipismo para todo mundo. Se alguém vier perguntar o nome do cavalo dele, eu vou tomar tanto no cu que nem sei… Mas, se eu conseguir enrolar a mulher, talvez consiga uma grana antes da festa acabar…
— Você ganhou, sua situação é pior! Algumas pessoas se aproximaram de mim, mas nada demais aconteceu, só conversas mais superficiais. Seja lá quem for essa Chaeyoung, ela não deve ser tão conhecida. Agora me diz, como você conseguirá sair dessa fria, hein? Você é um bom ator? Se você sentir a necessidade, podemos combinar um gesto só nosso para salvarmos um ao outro, caso precisemos. Acho que é o mais coerente. Podemos limpar a barra um do outro, caso algo aconteça.
w: @hcrmony
Quando finalizou o penteado para aquela noite de baile, a coreana sabia que teria problemas com a máscara; sabia perfeitamente que o cabelo estava escorrido demais e a máscara não permaneceria encaixada no rosto perfeitamente duraria toda à noite. E era exatamente o que tinha acontecido. Sentindo a máscara afrouxar da face, Naeun pediu licença para as pessoas que mantinham consigo uma conversa amigável, e seguiu em direção ao banheiro feminino para cuidar da máscara. Com toda a naturalidade – apesar da ansiedade interna –, esperou que o banheiro se esvaziasse e retirou totalmente sua máscara, encarando seu próprio reflexo no espelho do cômodo, desacreditada da besteira que estava fazendo. Sozinha no banheiro, expulsou o ar que estava prendendo em decorrência da ‘adrenalina’, e retirou da bolsinha de mão os grampos que usaria para fortalecer as amarras da máscara no couro cabeludo. Aproveitou que estava sem máscara e retocou a maquiagem, usando um pó compacto para disfarçar alguns defeitos que o atrito da máscara na pele causara a pintura no rosto. A tranquilidade do banheiro vazio se esvaiu quando ouviu a porta se abrir. Por não ter tempo de recolocar a máscara, apressou em montar uma expressão impassível, para mostrar certa naturalidade. Sequer olhou em direção da pessoa que entrara, evitando de propósito o olhar alheio a fim de passar despercebida.
kim naeun ahn chaeyoung at the masquerade ball
kakaotalk! ~~ @mintcttoo
Youngbin: Desculpa, mas quem é você?
Youngbin: Que eu me lembre, eu era oppa semana passada.
Youngbin: Mas acho que era a bebida falando mais alto, huh?
Youngbin: Sim, eu recebi isso também.
Youngbin: Ir aos correios?
Youngbin: Erraram seu nome, mas o endereço é o seu.
Youngbin: Não vou devolver nada, eu vou nessa festa. Ninguém vai saber que sou eu, de qualquer forma.
Youngbin: Que horas eu passo pra te buscar?
Naeun: Não sei do que você está falando... Quando isso aconteceu? Não lembro!
Naeun: O que eu disse bêbada, está muito além da minha responsabilidade. Se eu não lembro, não fiz....
Naeun: Está bem, está bem. Youngbin-oppa! Você me perdoa? Fico te devendo uma, amigo.
Naeun: Recebeu também? Como assim?
Naeun: Você está falando sério? Se eu te conheço bem, acho que está falando sério sim. Você teria coragem de entrar nessa festa de penetra?
Naeun: Isso pode se enquadrar como crime de falsa identidade?
Naeun: Você ainda quer que eu vá junto com você? Poderemos ser presos, nós dois. E nem ficaríamos juntos na prisão, já que eles separam detentos pelo sexo biológico.