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@kingxftheseas
— * 🌊 。* YOUR HIGHNESS, PRINCE WILLIAM
Não era o primeiro ano que o príncipe participava da barraca do beijo. O que iniciara como uma brincadeira entre seus amigos, tornou-se um tipo de tradição. Seu esforço, porém, não estava associado ao possível selar de seus lábios no final, mas sim às risadas e divertimento a situação atrelados. Aproveitava o momento para aproximar-se de jovens que, em geral, possuía pouco contato e conhecê-las melhor em um ambiente amigável e festivo. Assim, foi com um sorriso desenhado em sua boca que ele se aproximou de Ally, fazendo uma reverência elegante ao posicionar-se a sua frente. ❝—— Ó bela dama, cujo olhar convidou-me ao felizes para sempre e o sorriso arrancou minha sanidade, daria-me a honra de um momento desfrutando de tão estimada companhia? —— ❞ Ele estendeu-lhe a mão, esperando por uma resposta positiva Ele inclinou-se em sua direção, como quem vai partilhar um segredo. ❝—— Se estiver disposta a tentar, eu gostaria de ganhar a competição. —— ❞ Sussurrou em tom divertido, lançando-lhe uma piscadela ao regressar a posição inicial.
drcmkllr:
Erinia realmente odiava ter que correr de salto, mas era quase impossível não usá-los quando estava dando aulas e era impossível não correr atrás de Sphynx quando este decidia que queria brincar pelos corredores. ❝ Sphynx! Pare. ❞ A voz de ordem de nada adiantou e não demorou para que o pequeno loiro esbarrasse em alguém indo ao chão, Erinia se apressou para pegar o filho mal encarando a pessoa enquanto checava a criança em busca de machucados. ❝ Desculpe por ele. Eu realmente sinto muito. ❞
Com o olhar sobre o bracelete dourado, peça sempre em seu braço —— inicialmente um presente herdado da família, agora, aquilo que o mantinha preso —— William atentou-se a presença da criança tarde demais, não podendo evitar o colidir do pequenino contra si. Já ajoelhava-se diante do mais novo, quando sua mãe amparou-o, seu olhar cuidadoso em busca de possíveis ferimentos. ❝—— Na realidade, eu que peço desculpas, deveria ter estado mais atento. —— ❞ Justificou-se, a atenção logo se voltando para o rapaz. ❝—— Você está bem, campeão? Quase me derrubou com esse seu tamanho e toda a sua força! O que sua mãe anda lhe dando de comer para estar tão grande? —— ❞
rxwenna:
A tonalidade azulada de seus olhos tomava uma coloração ainda mais clara com as lágrimas que insistiam em rolar pela face rosada. Nunca fora difícil para Rowenna chorar. Pelo contrário, bastava para a garotinha apenas um pequeno esforço para que as lagrimas de crocodilo rolariam ininterruptamente e aquele ato sempre funcionava com os adultos. Ela não o faria caso a desconhecida do corredor não tivesse tratado a pobrezinha tão mal e a empurrão para fora de seu acento, claro. Entretanto, a outra o fizera e ela, que não possuía tamanho algum para vingar-se, utilizou-se dos recursos em suas mangas: as outras pessoas. Sua presença em Ethereal não havia completado nem uma semana, mas ela já conseguira ver que era bem quista ali. Beliscou a si mesma nos bracinhos desprovidos de qualquer tecido para cobri-los e então gritou para que todos ouvissem. Dor e desespero eram os sentimentos que ela empregava em sua voz enquanto falava. ❛ Ela me bateu ❜ entre soluços ela dizia, mostrando a quem estava tentando acalmá-la os hematomas. Apontava para sua agressora, chorando compulsoriamente. Ora, Rowenna não era uma criança mentirosa… Apenas aumentava alguns contos. Já se diz com o ditado: quem conta, aumenta mais um ponto.
Acompanhado de alguns amigos, William desfrutava do intervalo entre suas aulas, quando escutou o choro da menina. Imediatamente ele voltou-se para a fonte daquele barulho desconcertante, o semblante franzido expressando parte de sua preocupação. Jamais gostara das lágrimas de tristeza, especialmente da de pequenas garotinhas como a que tinha próximo a si. Sua mente desconectou-se do círculo de amizade, concentrando-se nas possibilidades para findar o desespero feminino —— uma habilidade adquirida por ser o mais velho de sete irmãos —— e, antes que se desse conta, estava ajoelhado a sua frente. ❝—— Mostre-me onde dói, raio de sol. —— ❞ Disse em tom suave, os polegares percorrendo as bochechas rosadas da menor, secando-as. Ele levantou o olhar para a referida agressora, lançando-lhe um olhar torto, antes de voltar a atenção para a menininha. ❝—— Por que não vamos pegar um pouco de gelo para o seu machucado? Um sorvete também, se tivermos sorte de encontrar na cozinha. —— ❞
Would you help me?
William tinha os olhos pressionados com força. O roçar de seus pés na água trazia-lhe uma sensação familiar, próxima de reconfortante. E, em tal contexto, ele até poderia fingir estar de volta ao mar. Ao menos quase. O lago, porém, jamais seria seu lar. Ele bufou, a frustração evidente em seu semblante inquieto. O espalmar da mão sobre a água foi o movimento conseguinte, terminando por molhar suas vestimentas —— não que ele realmente se importasse com a sensação do tecido aderindo a sua pele. A frustração o envolvia quando ele levantou-se da beirada, os punhos cerrados e o cenho franzido exprimiam a determinação em findar tal sentimento. E, com auxílio, faria-o.
Contatar os alunos em questão não mostrou-se uma tarefa de difícil realização —— algumas perguntas acompanhadas de um de seus típicos sorrisos gentis às pessoas certas foram o suficiente para localizá-los. Se eles poderiam, de fato, ajudá-lo era o real problema. Derya coçou a nuca, desalinhando os cabelos quando, enfim, Sarah e Pacific chegaram ao local marcado. O motivo de tê-los escolhido? A jovem era bastante habilidosa no que dizia respeito ao domínio da magia, ao passo que o outro era filho da bruxa dos mares e portanto, poderia reconhecer mais facilmente o tipo de feitiço usado —— se é que seu avô e a mãe dele realmente tinham poderes semelhantes, como o Triton julgara. ❝—— Eu os chamei aqui porque preciso da ajuda de vocês. Mas preciso de total sigilo. O que me dizem? Posso contar com vocês? —— ❞ Ele perguntou por fim, seu olhar alternando entre a garota e o rapaz.
Vi que acabou de conhecer a versão de conto de fadas do CHACE CRAWFORD! Por aqui o nome dele é WILLIAM DERYA TRITON e ele tem 24 ANOS de idade. Você, no entanto, deve conhecê-lo como a prole de ARIEL E ERIC (A PEQUENA SEREIA). Recomendo que fique de olho nele, pois, apesar de ser ALTRUÍSTA e CORAJOSO, também pode se mostrar muito IMPULSIVO e TEIMOSO. Bom, agora que as devidas apresentações estão feitas, espero que tenha a chance de vê-lo novamente em breve, provavelmente andando pelos corredores da ARMIS! ❞
— ✕ HEREDITARIEDADE;; ❞
Primogênito.
— ✕ HEADCANONS e HABILIDADES;; ❞
✧ O reerguer da bruxa dos mares se deu próximo ao início da Guerra dos Espinhos. Mais poderosa e cruel do que jamais fora, ela buscava o poder que julgava lhe ser de direito. Seu fim, no entanto, se deu semelhante aos demais. Ao aproximar-se da inevitável derrota, a vilã amaldiçoou a sereia responsável por seu fracasso. O primogênito, ela jurara, estaria fadado a um trágico fim nos territórios que, um dia, Ariel chamara de lar. E, nas terras cujo domínio pertencera a Úrsula, nada poderia ser feito para salvá-lo. Por muitos anos, o casal evitou conceber a criança condenada, contudo, um pequeno descuido foi o suficiente para que Derya nascesse —— e eles amaram o pequenino com todo o coração. Aflitos com o que poderia suceder, os reis de Atlântida —— reino conhecido por ser parte imerso e parte não, habitado, portanto, por criaturas marítimas e terrenas —— proibiram o jovem de ingressar o mar. Ele, porém, herdara o desapreço da mãe pelas regras.
✧ Em meio a escapadas silenciosas e desculpas do melhor amigo para acobertá-lo, William encontrou a possibilidade de desbravar aquele mundo misterioso que, pouco a pouco, encantava-o. Era como se o mar o convidasse, ele justificaria ao fiel companheiro, explicando sua necessidade de estar em contato com a água salgada. E, de certa forma, ele era realmente chamado: uma voz vinda do fundo do oceano, entoada de forma melódica, convocando-o a sua tragédia. No dia de seu vigésimo terceiro aniversário, a vilã quase foi bem sucedida. Mais alguns metros e Derya teria alcançado os territórios da bruxa do mar e, assim, sujeitado-se ao final que lhe fora prometido. Tritão, porém, impedira-o a tempo, enfeitiçando o bracelete que lhe fora dado como herança da família para aprisioná-lo na terra.
✧ HIDROCINESE — Sua habilidade em moldar o elemento ao bel prazer é mais eficiente quando em contato com a água salgada, desgastando-o menos. Após intenso treinamento, adquiriu completo domínio sobre o dom, no entanto, a exaustão conseguinte ainda é um árduo obstáculo a ser enfrentado.
✧ CAPACIDADE DE RESPIRAR EMBAIXO D’ÁGUA.
— ✕ EXTRACURRICULARES;; ❞
Música, Vela, Estudos Náuticos, Corrida de Dragões (lépido) e Gestão de Reinos.
@fftyshades
A risada preenchia o espaço ocupado pelo círculo de amizade de William, alguma piada que ele, distraído ao notar a figura feminina, sequer escutara. Ela estava deslumbrante naquele vestido, todos haviam de concordar. E ele, ansioso pelo momento que tentaria unir a chama em seus olhos azuis a um sorriso nos lábios rosados. No momento em que a moça com quem Iras falava se distanciou, ele pediu licença aos demais presentes e foi ao seu encontro. Estando sua atenção direcionada ao lado oposto ao por ele percorrido, a mulher tardou a notar sua aproximação —— fato o qual rendeu-lhe a vantagem necessitada. Seus olhares se encontraram quando poucos passos os separavam, distância essa que ele apressou-se em findar. Mais perto do que seria considerado seguro, ele passou o dedo indicador suavemente pelas têmporas femininas, tocando a mecha solta de seus cabelos e, enfim, passando-a para atrás de sua orelha. Ao recuar, um dos sorrisos típicos do Triton iluminava suas feições. ❝—— Pronto, agora você poderá enxergar melhor quando estiver mirando para jogar o que é que tenha em mãos em mim. —— ❞
giovannalefxy:
Giovanna perambulava pelo local do evento com um copo cheio na mão, seus instintos sendo controlado o tempo todo para não perder a paciência com os pequenos encrenqueiros, pelo menos não no meio de todos. Assim que avistou um sofá vazio ao longe, - o que era um milagre em seu ponto de vista - a Le Fay praticamente se jogou no mesmo, ocupando pouco mais de um espaço. “Ugh, não tem nem uma hora que cheguei e já quero levar uma garrafa de bebida para meu quarto, essas crianças não param de gritar nunca…”
William tinha duas garotinhas acomodadas nos braços: a priminha, que mal continha a felicidade de, enfim, ingressar a academia onde se passavam suas aventuras preferidas —— histórias as quais ele lhe contava antes de dormir, ao visitar a sua casa ——, e uma de suas recém formadas amiguinhas. Ele mostrava-lhes os segredos da decoração exuberante, permitindo que as pequeninas observassem-na mais de perto. O olhar maravilhado, acompanhado dos lábios entreabertos das mais jovens, era suficiente para tornar o esforço valho. Ao decidirem se juntar às demais colegas, o Triton girou-as uma última vez —— recebendo suas doces gargalhadas em retribuição —— e colocou-as no chão. A satisfação o preenchia ao se dirigir a suas companhias. ❝—— Nos vemos mais tarde, sereinha. E foi um prazer conhecê-la. —— ❞ Despediu-se, bagunçando levemente os cabelos ruivos da menininha. Não longe de onde estava, avistou um sofá parcialmente ocupado e não foram necessários mais do que alguns segundos para que se decidisse por preencher o espaço disponível. ❝—— Estou aqui há tempo suficiente para concluir que gostaria de ter um pouco mais da energia delas. —— ❞
sultxnx:
Os colegas na mesa da Armis não pareciam nem um pouco dispostos a fugir do protocolo, seguindo à risca as regras de etiqueta tão valorizadas em Ethereal, razão pela qual Dhinazade rapidamente se cansou dos assuntos deles, levantando-se da mesa e passando a perambular pelo salão enquanto o jantar não era servido. A maioria estava ali por obrigação, ela sabia, mas não a Shariar. Ela gostava do ambiente da Academia, e gostava mais ainda da diversidade de pessoas ali encontradas. Suas abordagens nunca eram sutis, e foi por isso que soltou o primeiro comentário que lhe veio à mente ao ver x outrx, sem reparar muito em seu estado de ânimo. “Então quer dizer que não está se divertindo o suficiente? Ora, é uma pena, principalmente num lugar como esse” — a presunção vinha do fato de encontrá-lx sozinhx num salão abarrotado de pessoas.
Tal qual a progenitora, o Triton jamais fora um grande apreciador de regras —— uma característica muito criticada por seus tutores, especialmente aqueles que prezavam pelos bons modos e polimento. Ainda que se esforçasse, seu desinteresse pelo assunto lhe era intrínseco e, apesar dos alertas do gêmeo, se viu deixando seu lugar na mesa para dar uma volta pelo salão. Seu olhar passeava pela decoração, recordando-se das histórias uma a uma. O que ao olhar dos veteranos já poderia ser caracterizado como irritante, era por Derya apreciado. Seriam suas aventuras um dia contadas com a mesma emoção? ❝—— Por que não estaria? Considero minha própria companhia uma imensa diversão. —— ❞
mclody:
-Desvantagens de bailes….Minha máe sempre me obriga a usar vestido, mesmo que diga que não, especialmente ela escolhe os mais arrojados. Mas pelo menos, eu pode escolher os meus acessórios. Já não estou assim tão irritada.
❝—— Mas não há porque se queixar, maninha. Você está linda. —— ❞ O homem direcionou-lhe um de seus típicos sorrisos, aquele que diziam muito se assemelhar ao de seu progenitor. ❝—— Na realidade, talvez eu devesse reclamar com a nossa mãe, visto que esse contexto somente torna meu trabalho de irmão mais velho protetor mais difícil. —— ❞ Seu tom era divertido como de costume, por mais que houvesse certa verdade por trás de suas palavras. Os gêmeos faziam um trabalho em conjunto no que dizia respeito a cuidar de seus entes, algo realmente trabalhoso, dado o tamanho da família.
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