Ω Megumi
E como se não bastasse a sequência de coisas estranhas, ela não relutou durante o beijo e não o bateu após tal. Após se distanciarem, ele a fitou com um sorriso vitorioso, pois parecia que tudo aquilo que já fazia um tempo pelo qual ele lutava, ele havia finalmente conseguido. E talvez pela primeira vez ele não estava envergonhado, tanto que não parou de fitá-la bem nos olhos nem mesmo por um segundo após ela ter se distanciado.
— Mas e então, Megumi? O que era que você tinha para falar? — perguntou na esperança de que ela falasse o que ele tanto queria ouvir. Parecia que agora as coisas iriam se descomplicar. Pelo menos em parte.
Claro, mas é claro. Obvio que ele faria ela pronunciar aquelas palavras. Auto satisfação né. Sempre. Grrr. Megumi colocou as mãos fechadas na frente da sua boca, desviou dos olhos penetrantes de Alduin e ficou encarando o chão, alternando entre o chão e o tanquinho dele mais especificamente.
Respirou fundo, estufou o peito e empinou o nariz. Ela não diria aquelas preciosas palavras como uma gatinha medrosa e envergonhada. Diria como sempre falava quando o chamava de pirralho. -- Eu amo você.
-- Que fique bem claro, pois não repetirei, guarde muito bem isso nessa sua cabeça oca. -- Megumi se sentia muito aliviada, como se todo aquele peso em seu coração sumisse. Ela não sabia que apenas dizer o que sente era tão... bom.












