Ω Megumi
Continuou com aquele mesmo tom em seu rosto, só que agora dez vezes pior, o vermelho nunca tinha ficado tão forte. O estranho era que, ela não esperava que ele realmente fizesse isso com ela, não, ela sabia, mas queria pensar que essa possibilidade poderia não acontecer, ela se sentiria mais tranquila. Mas como seus lábios se tocaram de verdade, e da maneira certa, Megumi não sabia o que fazer a seguir. Ouvi algumas histórias de como funcionava o beijos, mas obvio que ela não se lembraria de absolutamente nada.
Espremia os olhos fortemente, com medo de acabar vendo o rosto de Alduin tão perto, semi abriu a boca mas era porque ela tentaria respirar, sim, ela esqueceu que poderia respirar pelo nariz. Foi quando que, sentiu a ponta de macia e úmida língua dele. Então ela finalmente caiu na real. Aquilo era realmente um beijo. Num desespero momentâneo e falta de folego, ela abriu os olhos. Ainda presa pelos braços de Alduin, afastou a cabeça com a expressão congelada. Parecia mais que não estava acreditando no que estava fazendo, e ainda com ELE.
É, ela gostava dele, e gosta muito. Bem, mas não podia acreditar que se apaixonou por um tampinha.
E como se não bastasse a sequência de coisas estranhas, ela não relutou durante o beijo e não o bateu após tal. Após se distanciarem, ele a fitou com um sorriso vitorioso, pois parecia que tudo aquilo que já fazia um tempo pelo qual ele lutava, ele havia finalmente conseguido. E talvez pela primeira vez ele não estava envergonhado, tanto que não parou de fitá-la bem nos olhos nem mesmo por um segundo após ela ter se distanciado.
— Mas e então, Megumi? O que era que você tinha para falar? — perguntou na esperança de que ela falasse o que ele tanto queria ouvir. Parecia que agora as coisas iriam se descomplicar. Pelo menos em parte.







