yesornott:
Sorry not sorry, Teddy, eu vendi seu boné para um menino do primeiro ano.
Como é?
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@l-teddy
yesornott:
Sorry not sorry, Teddy, eu vendi seu boné para um menino do primeiro ano.
Como é?
✧ Fight Til The End ⦃POV⦄
Teddy abriu os olhos para se ver em um lugar escuro e úmido. Claramente não estava mais na floresta onde perseguia aqueles bruxos das trevas. Ao tentar se mexer, pôde sentir que seus braços estavam presos atrás de seu corpo por correntes e foi aí que a realidade lhe veio à mente. Ele havia sido capturado. Se debatendo, sentado no chão molhado, o garoto lutou contra as correntes, tentando sair dali, sem realmente pensar no que estava fazendo. Sua voz ecoava pelas paredes grossas feitas de pedras ao seu redor. A única luz do cômodo vinha de uma porta de metal, longe demais para que ele conseguisse chegar perto. -- SEUS IMUNDOS, ME SOLTEM, ME TIREM DAQUI! -- seus pulsos ardiam com a força que ele fazia para tentar se soltar.
puddlemere-robin:
Er… acho que você não vai gostar muito de saber.
Por quê?
Onde tá?
thelxstkrum:
“Como não? Você não é, tipo, parente da anfitriã, a Roxanne? Uh! Por acaso tem alguma treta de família aí? Adoro saber sobre essas coisas…”
Sou e não sou. E não tem treta. Eu só devo ter deixado passar essa informação.
Mas se a ressaca ta durando até hoje... Foi até melhor eu não ir. Chegar no instituto destruído não ia ser muito bom.
puddlemere-robin:
É um com três listras vermelhas e o nome “Teddy” escrito de canetinha no lugar onde ajusta?
É sim! Onde você viu?
thelxstkrum:
“Ei, pode ir parando! Quem está aqui pra ser julgado é você, hat loser, não eu!”
Hey! Sem julgamentos. Eu to é triste que não fiquei sabendo desse “rolê.”
thelxstkrum:
“Absoluta. Posso estar de ressaca e com uma dor de cabeça horrível, mas não cega. Desculpa perguntar, mas… Se já perdeu tantos, por que não deixa de usá-los?”
Por que meu cabelo não é muito discreto e... Você está com ressaca? Hoje é tipo, terça feira...
thelxstkrum:
“Não, nenhum boné por aqui.”
Tem certeza?
Eu não acredito que perdi mais um boné.
Alguém viu meu boné? É um preto.
Edward “Teddy” Remus Lupin possui 27 anos e seu status sanguíneo é mestiço. Trabalha como Auror da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e Dumbledore Institute of Advanced Magic. No momento encontra-se disponível, e seu face claim é Matt Hitt.
✧ Ex-Lufano ✧
✧ Varinha: Madeira de pinho, Pelo de unicornio, 13 ½’’ e inflexível. ✧
✧ Patrono: Gato. ✧
✧ Espelho de Ojesed: Os pais. ✧
✧ Bicho-papão: Agulhas. ✧
✧ Animal de Estimação: Gato. ✧
✧ Player: Barbarah. ✧
Com nome de uma lenda, e afilhado de um homem que significou muito na história bruxa da Inglaterra, Teddy já nasceu uma tragédia, órfão de heróis de guerra e neto da mulher que renegou sua família por amor, apenas para se ver viúva antes da hora e enterrando a filha — um grande erro na ordem da natureza. Ele foi criado por sua avó com o apoio do padrinho, desde sua infância ele sentia como se vivesse em dois pequenos mundos separados, dentro e fora de casa. Dentro de casa ele era apenas Teddy, de cabelos e olhos multicoloridos que denunciavam suas emoções, agitado, com uma risada alta demais que ecoava pela casa de Andromeda Tonks preenchendo os cantos vazios com sua energia. Fora de casa ele era o pobre Edward Lupin, visto como uma criança solitária e um lembrete ambulante da falta de seus pais na comunidade bruxa, aquele que mesmo que fosse considerado sem hesitação parte da família Potter e Weasley ainda era visto com olhos pesarosos e um ar de condolências que davam a crianças abandonadas.
Conviver com essa dor fantasma era algo que ele aprendeu a fazer muito cedo, sentir saudades de pessoas que não se lembrava de ter conhecido era parte dele como a metamorfomagia ou o ódio por aspargos, simplesmente estava lá. Quando crescia tinha uma preferência grande por passar seus dias na casa do padrinho ou n’A Toca com os demais Weasley próximos à sua idade, mas mesmo assim, não podia negar o quanto a calma e familiaridade da casa da avó lhe agradavam, eram lá que os as coisas de sua mãe estavam guardadas, já que Andrômeda nunca teve o coração para jogá-las fora, apenas tirar do campo de vista. Era lá que álbuns de fotos estavam guardados em caixas, achava inacreditável o número de fotos da infância da mãe que ele tinha, e mesmo com a pequena dor em seu peito que a saudade e desconsolação deixavam-no, ele não conseguia evitar de se sentir próximo dela, já que haviam nos dois tantas similaridades.
Só viria a aprender onde divergia em personalidade do que havia herdado da mãe em seu primeiro ano em Hogwarts, ser colocado na Lufa-Lufa havia sido um acontecimento contado para a avó e o padrinho com muito êxtase numa carta escrita em letras grandes e uma grande quantidade de pontos de exclamação, mas com relação à escola era aí que ele deixava de ser o filho de Tonks para ser visto como o filho de Lupin, graças ao seu tempo passado perto da diretora da escola desde quando era criança, ele aprendia muito que o padrinho não sabia direito sobre Remus, coisas que a diretora havia visto ela mesma quando lecionava transfiguração para o jovem lobisomem que desde já tinha que passar por muitas diversidades, porém com um apoio incrível de seus amigos mais próximos.
No que ele tinha as manias e agitações da mãe, ele também tinha a serenidade e foco do pai, era um aluno excepcional e a monitoria não havia sido menos que merecida a ele, mesmo que seu estilo não fosse algo que combinasse com o cargo, o Lupin não se importava de ser algo além do que os olhos podiam ver, na verdade até gostava daquilo. Altamente leal aos amigos, seus três anos na monitoria haviam sido recheados de livrá-los de detenções pesadas e fazer parte de pegadinhas que raramente tinham seus envolvidos descobertos.
Via com um ansioso saudosismo sua formatura, quando estava dividido entre a animação de ingressar na Academia de Aurores e aquele desejo de quem via o tempo passar de que pudesse voltar para seu primeiro dia e fazer tudo mais uma vez, sem nenhuma mudança. O ingresso na Academia havia sido uma das coisas mais importantes para ele, e algo que eventualmente tornaria a base do que era, seguir a carreira da mãe era um objetivo que tinha desde que aprendeu mais sobre o tipo de profissional ela era e sempre havia a inspiração de ver seu padrinho no mesmo cargo.
O início de sua carreira havia sido bem complicado, com um estágio em seu último ano de faculdade entreouvia ocasionalmente o questionamento se ele não estava lá graças ao seu nome. Enquanto crescia nunca havia pensado que o nome que carregava o traria nada além do vazio em seu peito pela falta das duas figuras que eram para terem sidos as construtoras de sua base como uma pessoa, mas com aquele tipo de pensamento enraizando-se no fundo de sua mente ele mergulhou fundo em seu trabalho, fazendo o máximo que podia durante o estágio sem perturbar suas notas e estragar suas chances de formar com um bom currículo, mas assim que se viu diplomado e dentro do treinamento, ele havia abraçado aquilo com força. Tinha sua cabeça fixa em provar que ele merecia aquele lugar, sendo chamado de lado várias vezes pelo padrinho para que ele relaxasse um pouco mais naquilo, mas ele podia ver que mesmo com suas palavras preocupadas havia nele um tom de reconhecimento, que levou Teddy a tomar aquilo como incentivo para continuar pensando alto e trabalhando duro.
Eventualmente ele calou qualquer um que havia dito alguma vez que era o nome dele que o havia colocado lá. Ele estava voando rápido em suas conquistas, mas então foi colocado um obstáculo súbito em sua carreira que o havia obrigado a frear com força e se ver no meio de um desastre. Durante uma perseguição à bruxos das trevas repentina ele havia sido pego dentro de uma armadilha do grupo, mal equipado para a ocasião e apenas com seu parceiro, os dois sido capturados e aparatados para um galpão escuro e apertado. Teddy havia sido intensamente interrogado e torturado para tirarem dele informações confidenciais do Ministério, e o resultado de sua recusa em dar a eles o que eles demandavam havia sido a morte de seu parceiro diante de seus olhos, sendo enfeitiçado e forçado a assistir àquilo — que não havia sido nem rápida muito menos misericordiosa. Estava muito perto de cruzar o limite da sanidade, a equipe de resgate apareceu como deus ex machina naquele galpão, mesmo que atrasada para salvar seu parceiro. Haviam consegui capturar alguns dos bruxos das trevas, mas outros ainda haviam escapado, mas no momento Teddy achava difícil pensar naquilo quando sua consciência ameaçava abandoná-lo quando seu corpo achou sua primeira oportunidade de relaxar.
Depois da recuperação de seus traumas físicos, ele havia sido forçado a tomar mais algumas semanas fora do trabalho, mas o ócio apenas o deixava mais inquieto e nervoso. Só depois da terceira tentativa de terminar mais cedo suas férias indesejadas que o padrinho, também seu chefe, cedeu em deixá-lo voltar à ativa, porém, e ele almadiçoaria este porém, ele estava sendo afastados de missões até segunda ordem, o que na cabeça do Lupin havia soado muito como permanentemente, e então foi mandado para trabalhar na escola de Hogwarts e no Dumbledore’s Institute. E ele tinha ainda que aprender a lidar com aquele fato.
✧ Depois do que aconteceu há dois anos, Teddy está tendo dificuldades de voltar ao seu normal, tendo passado a procurar o conforto mais e mais na bebida.✧
✧ Por muito tempo o garoto tentou controlar a mudança de cor dos seus cabelos, porém, depois de perceber que nunca conseguiria a concentração necessária passou a usar bonés sempre que pode ✧
✧ Têm uma mania insistente de estalar os dedos das mãos, e dos pés, sempre que pode ✧
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