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eu te amo. notei que eu te amava quando o que eu sentia de bom por você se mostrou mais forte do que qualquer um dos meus incômodos. e quando eu me apaixonei até pelo formato do seu nariz. eu te amo. soube quando acordei no meio da noite às 3 da manhã porque seu rosto se misturava aos meus sonhos e eu não conseguia mais dormir. porque você não estava aqui pra me acalentar nos seus braços e me proteger do resto do mundo. eu te amo. senti, quando às 16h52 indo embora da terapia eu tive vergonha e medo do que tinha dito e a única pessoa com quem eu quis conversar foi você. e enquanto eu era toda urgência e tempestade, você era todo calor de fim de tarde e calmaria. eu, explosão. você, reconstrução. eu te amo. vi quando resolvi insistir em nós mesmo sabendo que a gente queria coisas diferentes e vivia em mundos quase opostos. que eu precisava da certeza pra acalmar minhas urgências e você precisava do afrouxamento pra continuar com a sua tranquilidade. e eu queria respostas. eu queria que você acreditasse que a gente realmente poderia dar certo, além do amor. que a gente tinha o que bastaria pra querer estar junto, apesar das incompatibilidades. mas você não conseguiu notar. você não consegue. ainda assim, eu te amo. e talvez, por isso, eu precise ir embora. porque você merece mais do que alguém que não é capaz de acompanhar o seu ritmo. você precisa de alguém que não necessite de tantas certezas. alguém mais parecido contigo, que te permita confiar. então, talvez eu precise mesmo ir embora. mas eu não vou mentir dizendo que faço isso apenas por você. eu também me amo. e eu me amo mais do que amo você e, ao menos dessa vez, eu me coloco em primeiro lugar.
Textos cruéis demais (via passaro-selvagem)
Anna Karina en “Le petit soldat” (1963) Jean-Luc Godard
sou cais e o próprio caos sou bússola sem norte sou fraqueza sou forte sou esquina e avenida
sou caminho sem destino sou corrida sem chegada sou espaço sem vaga sou isso e sou aquilo sou soco e tapa na cara sou refluxo sou palavras
sou tudo e quase sempre sou nada.
/Kenedy Vinicios.
Estou com tanto sono, noite passada mal dormi. Fui deitar e nada do sono vir; porque você ficou o tempo todo nos meus pensamentos. Quando adormeci em sonho você apareceu. Estou enlouquecendo! E aquela música não sai da cabeça, impregnou em mim. Já escutei mais de cem vezes, fechei os olhos e de saudades chorei.
Nessa Cross (via passaro-selvagem)
Nicholas Harding (Australian, b. 1956, based Sydney, Australia) - Underground, 2012 Paintings: Oil on Canvas
Quando eu acho que a vida tá sorrindo pra mim, na verdade ela tá rindo da minha cara.
this is so cute.
you’re the type of person poetry is written about