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@lionserena
“I’m actually 12 years old & basketball boobies make me laugh.”
(flashback) You might be right, but I don’t care|| Thorena
Haviam dias que seu trabalho poderia ser duro e perigoso quando tinha de fazer as entregas ou quando se aventurava dentro de um laboratório. Até mesmo quando tinha que usar seu contato militar, e haviam outros dias como aquele onde tudo que fazia era tedioso. Como não tinha trabalho para fazer ficava dentro do cassino ajudando no que era solicitada. Foi quando viu vários funcionários reunidos discutindo quem que levaria todo aquelas sacas de material de máquinas quebrados para o depósito que ficava em outro bairro. Como estavam sem carros teria de ser na mão e ninguém queria levar todo aquele peso. Serena revirou os olhos. Patéticos. Não conseguem lidar com um pouco de esforço. "Eu faço isso." A garota resmungo empurrando-os enquanto colocava duas sacas em seus braços. Estava pesado, mas ela já tivera treinamentos militares muito piores.
Conforme andava pelas ruas até o deposito podia ver que trazia muitos olhares indiferentes para si. O mundo de hoje era tão machista. As sacas cegavam sua visam, pois cobriam sua cabeça, mas ela sabia o lugar para onde ia e quando atravessava as ruas tinha que usar seus sentidos mais aguçados. Quando estava já perto sentiu o peso de seus abraço diminuir e um alivio momentâneo. Aquilo era estranho, depois percebeu que alguém havia tirado a sacas de seus braços. - Desculpe-me, mas o que você pensa que está fazendo? - Indagou confusa com tudo o que estava acontecendo ali, ela sem dúvidas não precisava de ajuda.
'Cause it makes me that much stronger makes me work a little bit harder || Arrena
Para Serena não havia outra coisa para se fazer, a não ser, chutar um grande saco de luta. Eles haviam tido sorte já que nenhum egípcio havia sido realmente pego pela força tarefa, mas simplesmente pelo fato deles acharem que poderiam invadir o local já trazia um pouco de insegurança por conta do local. Não que ela não conseguisse se defender e escapar de alguns homens, mas o fato de terem feito aquilo em sua casa. Não poderia deixar de estar satisfeita por ver os membros de outras máfias presos, mas ficaria muito melhor se tudo aquilo tivesse acontecido em outro lugar. Lembrava-se de como tudo havia acontecido e como queria ter certeza que Ramsés estava o mais longe possível dali. Se pudesse colocar alguém no fogo cruzado que havia sido tudo aquilo sem dúvidas que Yelena seria sua única escolha, a mulher merecia ser punida. Era a imagem dela que via enquanto chutava os sacos durante aquela manhã até ver suas mãos ficarem vermelhas, e então passava mais e mais fitas, ela não desistia tão fácil. Começara a treinar os chutes quando algo chamou mais a sua atenção.
Os treinos de luta de MMA haviam começado e todos os homens pareciam loucos para lutar uns contra os outros. Quando havia começado havia toda aquela empolgação, mas assim que Aaron chegou as pessoas começaram a ficar um pouco apreensivas e até mesmo voltaram para seus treinos. Todos conheciam Aaron, e acima de tudo a violência do mesmo. A mulher revirou os olhos, todos eram um bando de covarde. Quando o último cara que deveria treinar com Aaron caiu no chão em poucos segundos o treinador perguntou se havia algum voluntário. Serena olhou ao seu redor, ninguém havia se oferecido. Todos pareciam ter evacuado um pouco. Foi quando Serena decidiu levantar a mão. Muitos balançaram a cabeça ou riram dizendo que ela não duvidaria. Serena adorava provar o quanto estava errados, e acima de tudo provocar Aaron. Era muito óbvio o fato dele ser melhor, por sempre derrotá-la, mas Serena não era o tipo que desistia fácil. Ela só desistiria quando suas duas pernas e braços fossem quebrados, até lá ela lutaria sem desistir para tentar superar o mesmo.
A mulher entrou pulando no ringue e encarou o homem. - Com o máximo de força que puder. - brincou como mesmo tentando provocá-lo. Não tinha muitas chances contra o homem por ele ser grande e forte, mas ela era menor e mais rápida. Tinha que aproveitar suas vantagens e tentar atacá-lo por baixo no abdômen e tentar não se machucar muito. Treinar um pouco de defesa também. Sorriu para Aaron. - Me mostre o que tem.. - O treinador saiu do meio depois de falar as palavras de sempre e a garota focou-se na luta começando em posição de defesa e esperando um primeiro movimento do adversário.
(flashback) between love and blood || Lorena
Há poucas semanas desembarcara na província de Ismaília, no árido Egito, acompanhada dos mesmo amigos que deixaram suas raízes britânicas para atrás em busca de liberdade. Infelizmente, para Lorna Collins, este não passava de um mero detalhe para abandonar o único membro com ar nos pulmões. O real motivo para deixar o clima cinzento ainda era uma ferida aberta, fazendo o possível para camuflar sua dor ao esboçando um sorriso contagiante e encantar as pessoas com sua personalidade despojada. Não queria preocupar os outros com seus problemas, achando-os desinteressantes para compartilhar, preferindo escultar o dos outros e fazer o possível para ajudar. Demostrando todo altruísmo herdado da genitora falecida. E aceitar o convite de explorar novas culturas lhe mostrou a oportunidade de ignorar as feridas, já que estaria ocupada demais se adaptando aos costumes locais e as relações proibidas que encobria com entusiasmo, principalmente quando lhe era concedida a honra de juntar amores verdadeiros, mesmo que ilegalmente.
Pouco lhe importava regras tradicionalistas ou articuladas pelas igrejas derivadas do Vaticano, pois vivia com três regras simples: amor, liberdade e diversão. Considerava uma pessoa triste aquela que não fosse capaz de amar ou tivesse liberdade ou diversão em sua curta passagem pela terra, sendo essa forma de pensar que gerava conflitos dentro de casa. Sua aura positiva mesclava-se com o realismo, em suma doloroso, durante a jornada por novos caminhos. E foi isso que fez Lorna sair do apartamento alugado, acompanhada de um ou outro amigo de origem inglesa, para se divertir em um bar local. A temperatura elevada da cidade a irritava, mas após algumas doses de tequila misturada com cerveja já não sentia tanto calor. Com o tempo fora deixada sozinha pelas companhias conhecidas, restando apenas ela e uma garrafa gelada de cerveja. Suas iris azuladas observava os desenhos formados pelas gotículas que escorriam pela garrafa até o balcão escuro, onde ficaria marcado por não fazer uso do porta-copos, até escultar um estralo de algo quebrando.
Num flash sua atenção abandonou a garrafa para observar a morena limpar as mãos ensanguentadas. Juntou as sobrancelhas surpresa por não tê-la visto reclamar de dor ou feito algum escândalo desnecessário, pelo menos para Collins, instigando sua curiosidade em entender o motivo de tanto mal-humor. O cotovelo apoiado no balcão serviu de alicerce para sustentar o queixo fino na palma, deixando a bebida esquentar sem esboçar qualquer preocupação que não fosse curiosidade, sem perceber que estava a encarando por um bom tempo. Apenas saiu do transe ao escultar as indagações em sua direção, piscando os olhos antes de esboçar um sorriso acompanhado de uma risada anasalada. Ajeitou-se no banco de couro redondo mantendo as costas eretas, mas com ombros relaxados que demostrava o quão descontraída a loira se encontrava, encontrando as iris esverdeadas que contrastava perfeitamente com o tom chocolate da pele da mulher. - Talvez a minha curiosidade - respondeu com simplicidade, dando uma risada. - Você é tão bonita… - disse analisando-a de cima a baixo, encantada com sua beleza egípcia. - Não acredito que estava desacompanhada! - exclamou ultrajada. Não estava bêbada, provavelmente alta, mas tudo que saia dos lábios levemente carnudos era a mais pura verdade. A estranha possuía uma beleza exótica, sendo impossível compara-la com outra pessoa, que atraía os olhos extrovertidos da estrangeira e seu sorriso de canto.
O calor de Ismailia deixava aquele bar cheio e quanto mais pessoas chegavam mais possuía vontade de sair daquele local. Não aguentava lugares cheios ou simplesmente ter que fingir a social. Ela nunca fingira, e nem precisava. A mulher sempre teve problemas para confiar em pessoas, e era por isso que sentia-se segura e até animada quando estava em no exercito. O fato era que a garota nunca fora a melhor em se comunicar com pessoas que não fossem autoridade os seus pais. Houve a época que nem com as autoridades ela conseguia respeitar por sempre lutar pelo que achava que era certo. Não importava se conhecesse ou não as pessoas. Não era tão anti social, quando o humor estava melhor a mulher até tentava conversar um pouco. Geralmente suas conversas eram inteligentes ou quando se inscrevia para trabalhos voluntários em hospitais ou coisas do mesmo gênero. A morena suspirou, ela não deveria ter saído de casa naquele dia. Seria muito melhor para ela se tivesse simplesmente ficado em casa bebendo suas cervejas, mas precisava que a cabeça esfriasse um pouco de tudo o que estava acontecendo.
Seus olhos focaram-se na garota a sua frente, e não entendeu nada do que ela falava. Revirou os olhos, e depois balançou a cabeça negativamente. Ela deveria ter errado, pessoas não eram tão descaradas, mas reparou no sotaque da mesma e pode ver que não era dali. Serena sempre odiou estrangeiros. O ódio havia começado quando seus pais haviam sido mortos por conta de um ataque terrorista. A mulher nunca soube da origem do ataque, pois pensava que estavam em segurança naquele local. Do que adiantava a mulher estar lá fora protegendo seu país, enquanto seus pais eram assassinados aqui. Sua única esperança era a bebida, e alimentar o sentimento de vingança, pois sem dúvida ela se vingaria. Poderia não ser agora, mas um dia ela vingaria seus pais. Como não sabia quem eram seus inimigos seu único modo de manter-se focada nesse objetivo era a raiva com todo o estrangeiro que via a sua frente. A mulher na sua frente já não estava ajudando muito, a situação somente havia piorado.
O certo seria virar dar a volta e ir embora, mas ainda assim o sangue quente da morena falava mais alto ainda mais depois de um pouco de cerveja. Ela sabia que aquilo não era certo, mas o que era certo em um mundo daqueles? A mulher não sabia muito o que fazer, então somente cruzou os olhos limitando-se a olhar para a loira. - Então se eu fosse feia seria normal eu não ter ninguém? Patético. - Lutou contra a vontade de começar uma luta ou atacar alguma coisa na mulher, e simplesmente fez o que era certo voltou para o seu lugar. Beberia mais duas vezes e iria embora. O tempo foi passando e com isso Serena permitiu a si mesma desligar-se de tudo ao seu redor conforme bebida. Seu olhar assassino já estava estampado em sua cara quando a garota decidiu que deveria parar de beber, antes que tivesse a vontade de brigar com o homem ao seu lado. Olhou para o bar e viu que a mulher já havia ido embora. Melhor, assim não teria problemas. Pagou pelas suas bebidas e saiu do mesmo agora ajeitando-se em sua jaqueta como a mudança climática. Saiu do bar já estava em direção de sua casa, pois sua cabeça estava doendo. Foi quando ouviu alguns barulhos. Como sempre seus instintos a levaram até um beco atrás do bar onde vários homens pareciam cercar uma garota, e amigos dela. No momento não reconheceu por conta da bebida. - Largue eles. - Puxou o cara para trás, e bateu em seu rosto. Sua violência começando a sair de dentro de sua mente e batendo nos homens a volta. Quando estavam no chão permitiu ver o grupo de estrangeiros. - Vocês estão bem? Você de novo. - sua última frase saiu por meio de resignação do que estranhamento.
Serena Rashida é a versão humana da deusa Sekhmet. Ela possui vinte e cinco anos e pertence a máfia Ankh sendo uma fiscal. Se parece com Logan Browning e está indisponível.
My history is made of false memories:
Criada para proteger o grande deus Rá, Sekhmet, vivia seus dias para punir todos os homens que ousavam achar que eram capazes de crueldades ou planejarem contra o grande deus. Sua raiva acabou tomando controle de suas punições, e Sekhmet não sabia mais como controlar sua justiça. Rá, temendo pela humanidade havia criado a cerveja vermelha, embriagando-a para que pudessem controlar a deusa. Essa havia sido a razão para que Sekhmet nem tivesse prestado atenção direito sobre qualquer mudança que pudesse estar por vir. Ela só queria fazer o seu trabalho, mas a bebida deixava-a fraca demais. Quando o grande clarão veio, não sabia se era por conta da bebida ou da magia que havia desmaiado.
Nascida em Ismaília, Serena Rashida nunca se conformou com a presença britânica e francesa na região que morava. Sempre gostou da cultura de sua cidade, e país. Seus pais tentavam controlar o gênio da garota, mas nunca tiveram muito sucesso. Na escola sempre acabava indo para direção por discutir com seus professores ou simplesmente proteger aqueles que ela via como indefesos. Com doze anos já havia sido transferida de três escolas e seus pais já não sabiam o que fazer com a filha. A solução havia sido colocá-la em um colégio militar. Pensavam que a filha aprenderia disciplina, e assim poderia controlar melhor seus impulsos e raiva. O que eles não esperavam era a garota se destacar tanto na escola por conta de sua força e coragem.
O caminho de Serena para o exercito era mais do que óbvio seus pais não gostavam que a filha fosse tão bruta, mas aquele era o único jeito da garota expressar sua raiva sem machucar outra pessoa, então não atrapalhavam o destino da garota. Porém, havia algo que incomodava a todos. Ela poderia ser uma excelente soldada, mas ainda era uma mulher. Não deixavam que a garota treinasse junto aos homens, mesmo ela podendo derrotar boa parte deles. A solução havia sido empurrá-la para outros conhecimentos como era a parte de enfermagem. A garota acabou sendo uma boa aprendiz e aprender a fabricar vários produtos. Tudo ainda era bastante pacifico até seu pais começar a sofrer atentados.
Um desses acabou custando a vida de seus pais, e tudo que ainda havia de racional da garota havia ido embora junto com os pais. Ela podeira ter sido chamada para participar do exercito tanto na parte de combate como ajudar com os feridos, mas ela não tinha mais apresso por isso. A garota somente lutava com vingança dentro de si, e durante a noite usava a bebida por modo de escape. Ela nunca fora muito boa com a bebida, então era mais do que claro para todos que quando a garota gritava com todos ou recusava-se a aceitar pacientes durante a noite era porque havia algo errado. Foi quando seu capitão decidiu fazer uma vistoria em seu quarto, e achou todos os frascos de bebida.
Fora da única coisa que a mantinha sã, Serena acabou envolvendo-se em mais e mais problemas por conta da bebida e quando alguém tentava algo para cima dela a mesma estava pronta para dar uma lição na pessoa. Não era muito boa em ouvir sermões acabando sempre se envolvendo em lutar. Foi em meio a tanta escuridão que descobriu a grande máfia. Ouvindo sobre a mesma teve um pouco mais de esperança, uma vez que a máfia não aceitava competições e Serena queria mais do que tudo acabar com pessoas que não fossem egípcias por conta de seus pais. Serena logo mostrou para seu líder que seria de grande importância para a máfia, uma vez que ela entendia de produtos químicos e pelo fato dela não ter medo de fazer um trabalho bem feito durante as entregas e que não tinha nada que pudesse pará-la.
Entrou como um soldado, mas assim que seu valor foi realmente visto começou a subir de ocupação. Poderia ter se contentado com o cargo de capitã, mas quando descobriu que Fiscais tinham mais ações ela pediu por uma vaga, e faz de tudo para impressionar o grande líder.
The time changed but i’m still the same:
Na época que ainda era uma garota poderia ter algum traço de afeto com seus pais, mas após a morte dos dois a garota tornou-se uma fortaleza. Por conta de seu fraco com as bebidas, Serena poderia ter entrado em uma forte depressão e isso a levava a raiva e violência. A única solução para a mulher havia sido a esperança de vingança que viu dentro da máfia.
Serena é uma mulher justa, agora que está sóbria. Dedica-se boa parte do tempo ao trabalho e assim mantem a mente focada. Algumas vezes quando está no cassino e tem que relaxar um pouco pode ter um pouco de sua antiga personalidade nos poucos minutos que permite desligar sua mente sobre tudo a sua volta, mas não pode tomar mais do que alguns copos de bebida antes que comece a se sentir mais vulnerável e consequentemente irritável.
Pode ajudar também aqueles dentro da máfia que acabam se machucando uma vez que ganhou diploma em enfermagem dentro de seu colégio militar, mas não gosta muito dessa parte já que havia sido obrigada a fazer a matéria por ser uma mulher. Só exige a função quando é extremamente necessário.
Relationships:
→ A mulher ficou impressionada com Ramsés Sadat e desde o momento que entrou de cabeça na máfia não consegue deixar de admirar o líder. Não somente por conta do modo como liderava tudo assim como sua paciência e inteligencia, traços que Serena almeja para si, mas que nunca conseguia alcançar.
→ Não confia em Yelena Kohns, e tenta fazer de tudo para que a mulher não se envolva tanto em suas mercadorias. Não sabe o porquê do sentimento, mas sabe que a mulher não é uma santa e tenta fazer de tudo para que Ramsés não confie tanto na mesma, talvez seja somente uma forma de proteção que a garota tem, mas ainda não gosta das atitudes do homem quando a mulher está por perto.
→ Por conta de sua ocupação acabou sendo próxima de Stephen Sobek, próxima seria considerado mais como colegas. Uma vez que a garota nunca deixasse conhecer ninguém. Muitas vezes aprecia a companhia do mesmo já que ele não é do tipo que reclama por ter de trabalhar ao lado de uma mulher, e concordam com o fato de que Yelena não ser uma pessoa confiável.
SEKHMET: THE LIONESS HEADED GODDESS OF UPPER EGYPT.
In Egyptian mythology, Sekhmet, was originally the warrior goddess as well as goddess of healing for Upper Egypt, when the kingdom of Egypt was divided. She is depicted as a lioness, the fiercest hunter known to the Egyptians. She is also known as the “lady of slaughter” because in her aspect as the “eye of Ra” she stained the battlefields red with the blood of humans. It was said that her breath formed the desert.
(flashback) between love and blood || Lorena
Não importava quantas vezes, Serena olhava para o copo vazio, sabia que nada estava bem. Algo dentro dela já aclamava dizendo que a bebida não melhoraria aquela sensação, mas ainda assim para a morena era a única solução que havia arranjado para esquecer de seus problemas. Algo que Serena sempre gostou de acumular. A única coisa que a mantinha sã e no controle havia também escapado de seu controle. Havia ido embora junto com seus pais, mas a diferença era que seus pais não voltariam. Eles estavam mortos. Cada vez que se lembrava dos ataques e da situação a garota tinha vontade de revidar ou fazer alguma coisa, mas o que ela poderia fazer em uma situação como aquela? Nada além de beber. Quanto mais ela bebia, mais perdia o controle de si.
Deveria ser algo familiar, problemas com bebida, mas seu pai não estava vivo para explicar aquilo para Serena. Então ela tinha que encarar aquilo, e no momento ela preferia não enfrentar e simplesmente beber. Era fácil ficar em um bar durante toda a noite, e depois voltar para sua cama. Repetir aquele ciclo vicioso. Em sua cabeça sabia todo o potencial que tinha e o fato de já ter sido caracterizada com um gênio por conta de seus produtos durante a academia e depois por seus feitos em campo de batalha, e até mesmo os foras do mesmo enquanto cuidava dos feridos. Só que tudo aquilo havia sido esquecido por conta de momentos como aqueles. Momentos onde a garota teve que recorrer a bebida para ter que aguentar mais um dia, e o que haviam dado para ela como recompensa? Havia expulsado-a.
Não havia percebido que estava tão nervosa até o copo que havia enchido novamente se quebrar em sua mão. Acabou sujando a si mesma, e um pouco da pessoa ao lado. Foi quando percebeu que alguém a observava. Uma linda garota, loira e muito arrumada. Ótimo, agora também servia como obra de arte. Serena não gostava de ser observada muito menos que pensassem sobre si. Limpou o sangue de seus cortes com uma toalha que o homem do bar ofereceu para ela. A mulher em casa faria um curativo mais descente. Não suportando a atenção desceu do banco em foi em direção a mulher. - O que está acontecendo? Perdeu algo ali, por acaso? - Suspirou, não deveria ter ido tirar satisfações. O álcool muitas vezes falara mais alto em diversas ações que a morena enfrentara. Não entendia o que a mulher pudesse estar pensando, mas o jeito como ela encarava a situação deixava Serena um pouco irritada. Franziu o cenho enquanto cruzava os braços esperando alguma reação da mulher.
Serena nunca foi boa em conversar com pessoas. Era por isso que preferia animais ou ficar em seu espaço. Seus pais sempre pensaram que poderiam mudar aquele traço dela, mas Serena nunca conseguiu de verdade. Então naquele momento não se arrependia pelo que estava fazendo. Só esperava que se acalmasse para não causar uma cena. Ela muitas vezes não conseguia se controlar em brigas, e não tinha dó de machucar uma garota. Precisava encontrar toda a paciência dentro de si para simplesmente deixar a mulher se explicar.
Oh, minha querida Serena. É um dia muito bonito para ficar com o rosto tão fechado.
O dia não vai deixar de ser bonito se eu não ficar sorrindo para as paredes.
O que foi teve alguma de suas ideias?
Aparentemente uma mulher não pode estar de bom humor.
Depende se o bom humor dela não é conveniente somente a ela.
Sekhmet was associated with the goddesses given the title ”Eye of Ra”. According to myth, Ra became angry because mankind was not following his laws and preserving Ma’at (justice or balance). He decided to punish mankind by sending an aspect of his daughter, the”Eye of Ra”. He plucked Hathor from Ureas on his brow, and sent her to earth in the form of a lion. She became Sekhmet, the ”Eye of Ra” and began her rampage. The fields ran with human blood. However, Ra was not a cruel deity, and the sight of the carnage caused him to repent. He ordered her to stop, but she was in a blood lust and would not listen. So Ra poured 7,000 jugs of beer and pomegranate juice (which stained the beer blood red) in her path. She gorged on the “blood” and became so drunk she slept for three days. When she awoke, her blood lust had dissipated, and humanity was saved.