Ela estava sentadinha ao lado do mais velho apenas observando e cobiçando aquelas intenções que não eram direcionadas para si, a mulher sentada na frente deles com a mesa inteira de distância nem poderia imaginar como a colega de trabalho desejava que ela sumisse dali.
Essa oneshot contém: Harry mulher cis; Ltops; Degradation kink; Subspace e Overstimulation; Bitekink (mordidas).
WC: + 5.5k
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As luzes artificiais eram frias e fortes em seus olhos, as câmeras enormes escondiam os profissionais por trás e o teleprompter passava de forma rápida o roteiro que a boca carnuda e pintada de vermelho acompanhava com muito costume e agilidade. Os olhos verdes mal piscavam diante das tantas informações passadas e quem via de longe não conseguia notar o nervosismo transbordando o corpo branquinho e moldado pelo vestido lápis midi na cor preta. A peça tinha um decote formal em V, bem como uma tira grossa branca na cintura e o cumprimento beirava o joelho, mas parecia uma segunda pele de tão colada que ficava.
– Esse foi o programa de hoje, tenham uma boa noite e um ótimo final de semana! – finalizou com um sorriso brilhante e com as covinhas charmosas à mostra.
– E.. corta! – A voz masculina e até um pouco ríspida gritou, encerrando, assim, o primeiro de muitos dias de trabalho juntos.
Harry é jornalista e apresentadora de uma grande emissora de TV e foi recentemente transferida para um outro programa, então era esperado que ela estivesse um pouco nervosa em seu primeiro dia. Mas apesar disso, seu profissionalismo e competência se mantiveram, mostrando a todos o porquê dela ser tão bem sucedida na profissão mesmo ainda jovem e com atitudes, fora das câmeras, um tanto polêmicas.
A nova equipe de trabalho se mostrou bastante amigável e simpática, fazendo até mesmo uma mini festa de recepção à nova integrante do grupo. Além de Harry tinham poucas mulheres trabalhando ali, como já era esperado de uma produção em que se lida com tantos equipamentos pesados e em um meio ainda tão conservador, mas isso não a desanimou e logo já estavam apresentadora, maquiadora e a moça que cuida do áudio em uma conversa animada enquanto seguram seus copos de café e um pratinho com uns salgados mais finos do que estavam acostumadas.
O diretor do programa já tinha se apresentado a ela mais cedo e avisou que, por dirigir também algumas novelas, ele raramente ficava no set enquanto gravavam, mas deixou claro que o produtor era bastante responsável e desempenha com maestria ambos papéis, o de produtor do programa e diretor das filmagens. Restava saber agora, dentre tantos olhares de repúdio, desdém e desejo que ela recebia vindo dos homens que ali trabalhavam, qual deles tinha como dono o seu novo “chefe”.
Os olhos azuis gélidos passaram o tempo todo observando a mais nova contratada. Louis olhava dos cabelos ondulados na altura dos seios até o salto alto preto que a mulher usava e não conseguia enxergar toda a admiração que as pessoas sentiam por ela. Certo que ela conseguia prender a atenção do telespectador, falava de forma eloquente, era bonita e tinha um corpo proporcional, mas não via o apelo por trás de mais um rostinho belo que escondia atitudes repulsivas.
Era de conhecimento geral a reputação da apresentadora, ela nunca foi imparcial ao dar notícias, fazia questão de demonstrar seus ideais políticos e sempre tentou inspirar e encorajar meninas que a assistiam a serem o que elas quiserem ser. O problema é que o fato de ter participado quando mais nova de uma banda popular e com músicas um tanto chulas não seria facilmente esquecido. Postar diversas fotos no instagram vestindo os biquínis da moda e pulando o carnaval de Salvador com o abadá servindo de saia e o busto coberto de glitter com duas tarjas tapando os mamilos, e só isso, também não conduzia a uma boa primeira impressão para Louis.
– Louis Tomlinson, produtor do programa e sou eu quem dirige as coisas por aqui a maior parte do tempo. – se apresentou, não fazendo questão de soar gentil ou mesmo de abrir um sorriso. A mão estava estendida na altura das costas que tensionaram ao ouvir a voz atrás de si e logo o corpo mais alto girava devagar em sua direção.
– Olá! – Ela não se deixaria intimidar por nenhum homem com síndrome de superioridade então abriu um sorriso estonteante e apertou a mão do outro. – Harry Styles, nova apresentadora, mas você já deve saber. – tentou brincar para amenizar o clima, pena que não deu tão certo. Parece que senso de humor não é o forte do mais baixo, ela só espera que ele faça o trabalho direito.
Algumas informações essenciais foram trocadas, nada de conversa fiada, e logo cada um se despediu do pessoal que ainda restava na sala e foram para suas respectivas casas. O programa passaria todas as quartas e sextas, sendo que na sexta era ao vivo e eles se veriam pelo menos três vezes por semana já que o roteiro apresentado na quarta seria gravado antes e eles deviam estar à disposição enquanto exibem para o caso de haver algum imprevisto e precisarem improvisar.
Ou a convivência tornaria essa relação mais fácil ou eles iriam se detestar fervorosamente assim que as câmeras fossem desligadas.
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Os dias passaram como a água de um rio, quem tá de longe não percebe o movimento, mas quem está dentro dele tentando nadar vê a força e rapidez da correnteza. As filmagens iam bem, a nova “cara” do programa teve uma enorme aceitação por parte do público e, com isso, o clima no ambiente de trabalho foi se tornando mais amigável e confortável.
Apesar de ter se aproximado de todos os colegas de trabalho, Harry ainda sentia um tom de impessoalidade nas falas de Louis direcionado apenas a ela. Ele era o único que não deu espaço para uma simples conversa, eram só cumprimentos educados ao chegar e sair com acenos de cabeça nada mais do que frios. Toda essa aura distante do mais velho só servia para despertar na mulher uma coceirinha no fundo do ego conhecida como curiosidade.
Harry e Emilly, a maquiadora baixinha das bochechas fofas e olhos puxados revelando a descendência asiática, estavam conversando sobre assuntos triviais enquanto uma fina camada de pó solto era passada na pele quase pálida para que nada além de um aspecto saudável seja refletido nas câmeras quando a luz forte fosse ligada.
– Então, me conta, qual é a desse cara? – a mudança brutal de assunto foi acompanhada por sobrancelhas franzidas e um tom mais baixo na voz. Os olhos verdes estavam semicerrados analisando cada micro-expressão no rosto de Louis: a barba rala o dava um aspecto mais sério, uma postura de homem; a pele dourada pelo sol parecia brilhar mesmo que as luzes não estivessem direcionadas a ele; o cabelo meio bagunçado contradiz o olhar rígido e sério, como se tudo o que passou por ali foram os dedos tatuados jogando os fios lisos para frente e para o lado. Era intrigante e intimidante ao mesmo tempo.
– Quem? O senhor Tomlinson?! – a menina parou de retocar os pontos do batom nude que passava para encarar o homem um pouco atrás dela que folheava alguns papéis. – Ele é bem gentil, na verdade. Eu trabalho aqui há alguns anos e nunca ouvi ninguém reclamar, porque?
– Sim, eu não sei.. tem alguma coisa nele, a gente não trocou mais que duas frases desde que cheguei. – pausou a fala para deixar a amiga terminar seu trabalho, mas a conversa não ia parar ali. Harry queria todas as informações e detalhes que pudesse arrancar. – Pode ser só uma impressão errada né, só que parece que ele faz questão de não se aproximar de mim. Você não percebeu nadinha mesmo?
– Assim.. não é como se ele fosse melhor amigo dos funcionários, entende?! – os olhos castanhos vasculharam a sala para garantir que ninguém mais ouviria o que ela compartilhava. – Acho que a única pessoa que ele trata realmente diferente aqui é ela – apontou discretamente para a loira que ficava com fones gigantes cuidando de cada detalhe do áudio nas filmagens, – digo, ela não é privilegiada aqui dentro nem nada, mas parece que ele tem uma quedinha pela vizinha há algum tempo.. bom, acabamos aqui e eu não te falei nada, ouviu?!
Harry acenou satisfeita com a cabeça enquanto uma covinha se afundava na bochecha esquerda, agora ela finalmente tinha uma coisa que poderia usar para se aproximar do mais velho e quebrar de uma vez por todas essa má primeira impressão. Ajudar ele a conquistar a loirinha seria uma ótima oportunidade.
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O plano não era tão mirabolante assim, Harry só começou a puxar os assuntos mais triviais possíveis cada vez que se encontravam pelo estúdio e um deles, intencionalmente, foi a colega de trabalho que descobriu ser o interesse amoroso do mais velho. De primeira, ele não ficou à vontade para compartilhar informações tão pessoais com a novata, mas a carinha compreensiva e manipuladora dela conseguiu convencê-lo a se abrir.
Foi assim que deram início a uma espécie de amizade, talvez um pouco distorcida para o homem que só queria a ajuda de alguém que provavelmente sabe mais que ele sobre o que as mulheres se atraem, e distorcida também para Harry que só não aguentava mais ser tratada de maneira diferente por algum preconceito sem fundamento que o outro tinha. Seria benéfico para ambos então.
– Além de trabalharem juntos, vocês são vizinhos e você nunca falou com ela? É inacreditável. – Harry disse em uma de suas conversas.
– Eu só não queria parecer um daqueles patrões que assediam as funcionárias, tá legal? E talvez eu não seja tão bom vizinho assim.. a gente sequer se esbarra pela rua. – a fala de Louis foi tão resignada que despertou algumas ideias na cabecinha ondulada.
– Uma semana na sua casa e pelo menos um jantar com ela eu garanto. – o tom era de brincadeira mas eles não tinham nada a perder e com um dar de ombros Louis aceitou.
Simples assim e a cacheada já estava devidamente instalada na casa do mais velho para ajudá-lo com esse pequeno problema. A residência fazia jus ao salário que Louis devia receber, era grande e espaçosa, bem decorada com móveis práticos e modernos e pela quantidade de quartos que tinha era impossível violar a privacidade do outro com sua humilde presença. Além disso, não é como se a garota fosse passar dos limites e abusar da hospedagem alheia agindo como se estivesse em casa.
As dicas que ela dava ao menor eram sutis, coisas como oferecer um café no trabalho, uma carona quando saíssem mais tarde, sorrir mais quando se despedirem na porta e, quando Louis estivesse mais confiante, chamar a vizinha para um café da tarde ou um jantarzinho depois do expediente. Por incrível que pareça estava tudo dando certo e Louis ficava cada vez mais satisfeito com essa nova amizade que estava rendendo bons frutos em sua vida pessoal. Ele até chamou a moça para um café em sua própria casa, aproveitando que a cacheada ainda estaria lá para ajudá-lo caso fizesse alguma besteira ou ficasse sem assunto.
É..
Talvez não tenha sido tão boa ideia assim. Harry estava um tanto desconfortável sentada naquela mesa servindo de companhia para o casalzinho. A luz do sol iluminava parcialmente a mesa redonda disposta na varanda em que eles estavam, a toalha branca no centro e as cadeiras de ferro davam um charme ao local, bem como os diversos salgados e bebidas encomendadas. De qualquer forma, parecia um grande investimento para um simples lanche da tarde e talvez a cacheada estivesse com algum ciúme ou inveja da situação.
O jeito que Louis sorria para a outra mulher, o olhar viajando por todo o corpo dela como um flerte mal disfarçado, a postura dele relaxada e com as pernas abertas no estofado da cadeira e a língua rosa que despontava no canto da boca fininha a cada sorriso que Louis dava.. tudo isso estava provocando sensações controversas no corpinho e mente de Harry. Ela estava sentadinha ao lado do mais velho apenas observando e cobiçando aquelas intenções que não eram direcionadas para si, a mulher sentada na frente deles com a mesa inteira de distância nem poderia imaginar como a colega de trabalho desejava que ela sumisse dali.
A mais nova estava tão perdida em seus pensamentos confusos que não notou a colega pedindo licença para ir ao banheiro e só quando Louis pousou a mão quentinha em suas pernas desnudas foi que ela voltou a prestar atenção na realidade. Ele falava alguma coisa mas seus ouvidos pareciam tapados e ela só conseguia acompanhar com os olhos aquela boca se movendo e os olhos azuis concentrados em si. O lábio carnudo de Harry foi preso entre os próprios dentes e a garganta estava cada vez mais seca.. seria possível que o mais velho passou a ser tão atraente assim do nada ou ela simplesmente precisava de um incentivo, ou uma concorrência, para se tocar?! Tais pensamentos não paravam de surgir e poluir a cabecinha cacheada que em um impulso percebeu ter se aproximado o suficiente do outro para estar em pé entre as pernas dele.
– Ei, você tá bem? O que houve? – os olhos confusos passeavam por todo o corpo branquinho, procurando por algum problema visível que justificasse aquelas reações estranhas dela.
– Tudo bem, eu só.. – com o foco ainda nos lábios alheios, Harry apoiou as mãos delicadas nos ombros de Louis. Cada vez mais perto, os peitinhos durinhos quase se esfregavam no rosto confuso dele. – É que você fica tão gostoso flertando.. tão sexy.. e eu não sei como não tinha percebido isso antes.
Foi estranho e lisonjeiro para Louis ouvir isso da mais nova. Ele não sabia que era desejado dessa forma por ela, mas aqueles olhares que recebia agora e o corpinho quase grudado ao seu estava deixando-o, de repente, quente. As mãos bronzeadas subiram e tomaram lugar no quadril da garota, a saia jeans que ela usava com uma blusinha clara e casual deixavam muitos pedaços de pele à mostra, o que fez a boca de Louis salivar com o desejo de marcar aquela pele macia por completo. Os dedos apertaram tanto a cinturinha fina com esse pensamento que sentiu seu pau começar a endurecer e marcar a bermuda preta que ele usava ao que Harry não conseguiu, ou não quis, segurar um ofego.
Quando barulhos de passos foram ouvidos cada vez mais próximos e notando que a meia ereção podia ser facilmente notada, Harry tomou mais uma decisão no impulso e virou rapidamente sentando no colo do mais velho como se aquilo fosse o normal entre eles. Talvez ela seja mestre em tomar decisões impensadas.
O corpo quente embaixo de si ficou tenso no mesmo instante e os olhos azuis levemente arregalados viajavam entre o próprio colo, que agora continha uma bunda grande e redondinha lhe pressionando, e a outra mulher que pareceu confusa com o desenvolvimento daquela tarde mas continuou gentil e sem encarar muito a posição dos outros dois em sua frente. O constrangimento que a cacheada sentiu ao se dar conta do que acabou de fazer só não foi maior do que o aperto em suas coxas por baixo da mesa, onde não podiam ser vistos, e definitivamente não era maior do que a ereção cada vez mais evidente entre suas bandinhas macias do bumbum.
O assunto que o ex-futuro casal ainda conversava entrou em total desfoque para a mais nova e tudo que ela conseguia ouvir era o próprio coração batendo rápido e bombeando mais sangue para sua grutinha que piscava querendo sentir aquele contorno não sob a calcinha, mas sim dentro dela. A região ali estava cada vez mais quente e era impossível se manter quieta, por isso Harry passou a se esfregar bem devagarzinho e quase inconscientemente no colo do moreno. As pernas embaixo dela eram tão duras e tensas, os dedos apertando suas coxas branquinhas e quadris pareciam querer arrancar a pele para lhe sentir ainda mais perto, tornando a cacheada apenas um monte de células desesperadas em busca do próprio prazer.
Ela estava tão desconexa que quase chorou de felicidade e alívio quando notou estar, finalmente, sozinha com Louis. A vizinha tinha ido embora e Harry sequer faz ideia se conseguiu pelo menos se despedir ou se apenas passou pela humilhação de parecer uma cachorrinha no cio se esfregando no amigo enquanto ele estava, ou era pra estar, flertando com outra.
– É tão dificil assim se controlar? Você estava praticamente se engasgando para eu te foder e nem se importaria se eu fizesse na frente dela, não é? – o rastro quente que a mão dele deixava enquanto subia e descia pela extensão das pernas nuas, arrepiou todos os pelinhos que Harry nem imaginava ter.
As bochechas coraram rapidamente com a insinuação e o calor se espalhou pelo rosto e pescoço enquanto o melzinho deixava uma sensação engraçada ao que ela sentia escorrer uma maior quantidade cada vez que o mais velho era duro e rígido com ela.
As mãos fortes em um instante levantaram o corpo totalmente entregue da garota que estava, agora, em pé de costas para Louis e Harry deu um pulinho assustado quando viu a mesa posta completamente arrumada ser desfeita de uma vez quando o menor passou o braço por ela sem se importar com os pratos e talheres quebrando no chão. Os lábios vermelhinhos se abriram em choque e a língua rosada parecia inchada, produzindo cada vez mais saliva no desejo de lamber e babar todo o corpo magrinho do homem atrás de si.
Após ter liberado espaço suficiente na mesa, Louis finalmente pôde ter disposto ali algo que realmente lhe daria fome quando jogou sem cuidado algum o corpo de Harry na mesa. A bundinha marcada pela saia estava na quina, uma bela visão a ser apreciada, e os peitinhos marcados pela blusa fina se arrastavam pela renda da toalha de mesa. Os olhos verdes vidrados em si deixavam o menor um tanto orgulhoso e prepotente, sem acreditar que conseguiu dobrar aquela mulher tão intimidante das telas.
– Já está tão afetada.. eu consigo ver a mancha que tá deixando na sua calcinha como a boa putinha que você é. – E como se quisesse provar um ponto, Louis abaixou a saia e calcinha até os joelhos que tremiam em ansiedade e tesão. Como um produtor, ele entendia sobre enquadramentos e coisas boas de serem vistas e apreciadas, e aquela imagem da pele branquinha e redonda totalmente exposta para ele, definitivamente era uma das melhores cenas do mundo.
– Louis f-faz alguma coisa logo.. por favor – a situação chegava a ser a mais patética da vida da cacheada se ela parasse para analisar. Estava totalmente molhada e rendida por um cara que era, supostamente, interessado em outra, sem contar o fato de estar totalmente exposta em plena luz do dia para ele. Porra, ela parecia um banquete só esperando ser devorado.
– Por que eu faria algo? Até onde eu sei uma vadia exibida como você já deve ter rodado a cidade inteira e eu não curto dividir. – ele percebia como aquela conversa suja estava deixando Harry insana pelos gemidos que ela não conseguia conter e choramingos que escapavam entre eles. Louis queria deixá-la muito sensível e as gotas transparentes escorrendo pelo interior das coxas pálidas eram um indicativo que estava no caminho certo.
A cacheada queria responder à altura e mostrar que Louis não era tanta coisa assim.. mas tudo que ela conseguia fazer era gemer de forma manhosa e soltar uma série de “por favor” sussurrados. Os olhos verdes estavam fechados e as mãos delicadas da garota estavam estendidas juntas acima da cabeça, totalmente entregue. Louis não tinha forças o suficiente para resistir àquilo.
Os dedos gordinhos deslizaram quentes por toda a bundinha exposta até chegar na grutinha que pingava, os dígitos marcaram cada pequena dobrinha molhada até chegar no pontinho inchado que fez a mais nova dar um sobressalto e gemer ainda mais alto. Louis brincava ali tão devagar.. tão levinho que Harry queria gritar de frustração. Os joelhos enfraquecidos estavam cansados de sustentar o peso pela posição e ela estava a um passo de se deixar cair e só receber tudo o que o outro estivesse afim de dar.
Harry se sentia nas nuvens e no inferno ao mesmo tempo. Ela queria sempre mais e estava insatisfeita com a calma e paciência de Louis, mas agradecia com a voz falhada a cada toque que lhe era dado. Louis estava delirando com essa entrega total.
– Você quer que eu te foda com os meus dedos, não quer?! Tenho certeza que passou a tarde toda imaginando isso enquanto fingia conversar normalmente.. – falou já levando dois dos seus dedos até a entradinha que latejava e piscava sem parar. – Veio com essa história de me ajudar.. – enfiou de uma só vez, o mais fundo que conseguiu, e a cacheada soltou um grito. – Dormiu por dias na minha casa.. – estocou bruto mais uma vez. – Tudo na intenção de sentar no meu pau como uma vagabunda.
– Não.. eu- eu n- hmm.. – lágrimas despontaram do cantinho dos olhos bonitos e o cérebro dela parecia ter derretido assim como sua boceta.
Louis continuou estocando com os seus dedos na entradinha apertada e febria, reduzindo a velocidade e força cada vez que a menina se mostrava mais inquieta e próxima do orgasmo. Os quadris rebolavam doloridos pela pressão contra a madeira, o rosto caído contra o local já tinha marcas fixas do tecido branco, os mamilos rígidos ardiam sensíveis com o atrito e os braços e pernas sem força alguma traziam a ideia de imobilização que Harry não imaginava gostar tanto.
Perdida nas sensações físicas e mentais que estava sentindo, ela não conseguiu sequer gemer ao que uma ardência se esgueirou pela superfície da sua bundinha. A quentura no local passou rápido e logo deu espaço para o arrepio que o vento gelado, por estarem em um local aberto, causou. Louis não conseguiu se controlar e deu uma mordida na pele branquinha, afinal aquela parte tão gordinha e macia da cacheada parecia implorar por isso. Harry ainda tinha lágrimas secas no rosto e novas brotando nos olhos quando Louis passou a marcar com mordidas e chupões bem fortes cada pedaço a vista enquanto deixava de estocar os dedos para esfregá-los bem forte no clitóris. A mistura entre dor e prazer, submissão e entrega total fez a cacheada gozar forte fechando com afinco os dedos da mão, contraindo os músculos e revirando os olhos.
Observar a boquinha judiada aberta em um gemido mudo quase fez Louis gozar nas calças, mas ele ainda tinha muito para aproveitar daquele corpinho que, por enquanto, estava ao seu dispor.
– Levanta, eu não acabei com você ainda. Quero essa bocetinha de puta recebendo meu pau bem gostoso agora, vem.
– Eu não consigo.. Lou, eu não.. – o estado dela era lastimável por tão pouco, mas ninguém podia julgá-la.
– Vadiazinha preguiçosa – riu com um escárnio encenado – Estava se esfregando no meu pau como uma cadela, agora não consegue se levantar e eu nem te comi apropriadamente ainda..
Louis pegou Harry no colo, manuseava ela tão fácil quanto uma boneca de pano e a garota não ousava reclamar, ele tirou as próprias roupas e as peças que faltavam de Harry com pressa. O corpo molinho e cansado foi deitado no sofá da sala e logo as pernas longas estavam suspensas, apoiadas nos ombros largos do mais velho.
O pau grande estava a tanto tempo duro que doeu quando Louis movimentou a própria mão pela extensão, latejava e expelia pré porra só com a visão da garota toda aberta para si, sem nenhum empecilho ou barreira. Aproximou a glande arroxeada até a entradinha vermelha e acabada de Harry, não demorando até enfiar toda a extensão ali.
A entrada abrupta esquentou e esticou o canal apertado, deixando a mais nova ainda mais sensível. Harry teve suas pernas juntas novamente quando Louis, com toda a ereção no ponto mais profundo da menina, cruzou ambas as pernas e recostou elas no ombro direito, tendo agora a visão dos grandes lábios gordinhos apertando ainda mais seu cacete e, consequentemente, apertando também o clitóris dela.
Foder com ela assim, tão mais apertada e mais suscetível a o que o mais velho quisesse fazer, era um incentivo e tanto para Louis arranhar com mais força as unhas nas coxas suspensas e apertar com propriedade os montinhos duros que eram os mamilos rosados de Harry. Parecia que ela poderia aceitar tudo o que fosse pedido naquele momento e Louis se viu aumentando a velocidade e angulando o quadril em quase um rebolado enquanto o sofá rangia pela movimentação.
As respirações pesadas e grunhidos do fundo da garganta dos dois poderiam ser ouvidos de qualquer cômodo da casa e Harry se sentia cada vez mais próxima de uma novo orgasmo, com o diferencial que sua florzinha já estava sensível por ter gozado uma vez e que o pontinho especial já estava sendo apertado há alguns minutos pela posição. O pau grosso estocando rápido e fundo dentro de si, bem como os gemidos roucos do mais velho e o corpo bronzeado em sua frente brilhante pelo suor também não facilitavam a situação.
– Louis!! Eu- eu não consigo mais segurar.. porra, hm..
– Goza, babe. Quero uma putinha bem obediente gozando gostoso no meu pau.
Ele sentiu exatamente o momento em que os músculos internos e externos da mais nova se tensionaram e logo depois relaxaram completamente enquanto todo o corpinho deitado tremia e tinha espasmos. A intensidade que Harry gozou foi tanta e tão forte que tirou toda a energia restante dela, deixando os olhos pesados, ouvidos tapados e a bocetinha dormente. A sessão de humilhação e restrição de movimento que passou pela primeira vez sobrecarregaram o corpo e mente da cacheada em um nível que ela nunca tinha experimentado. Se sentia tão longe e tão desesperada por não conseguir sentir mais o membro de Louis lhe invadindo que um choro alto saiu rasgando a garganta e os olhinhos fechados enquanto ela dizia várias vezes que queria ele mais perto e que não conseguia senti-lo.
Louis ainda estocava lentamente quando notou o estado de transe da maior e perdeu a batalha para si mesmo ao ver o rostinho bonito manchado pelas lágrimas e o desespero da menina que tinha a entradinha tão acabada e dormente que não sentia mais ele lá dentro. Os rastros quentes da porra branquinha mancharam o interior e escorreram pela pele marcada de Harry ao que Louis gozou forte com a cabeça jogada para trás e os olhos fechados com força.
A garota ainda soltava alguns choramingos e grunhidos baixinhos quando ele se retirou e juntou as pernas pesadas e exaustas sobre os braços fortes, apoiando também as costas suadas e a cabeça com os cabelos bagunçados em seu peito, levando ela em direção ao seu próprio quarto.
– Eu vou cuidar de você agora, você foi muito boa pra mim bebê.. pode descansar.
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- Em trinta minutos começamos pessoal! - deu duas palmas e se encaminhou até a cacheada que estava de canto o observando - Harry, posso falar com você um minutinho? - agarrou suavemente o antebraço dela, notando a pele macia se arrepiar ao toque, e a levou até a sala ao lado que funcionava como um pequeno escritório de Louis.
O corpinho pecaminoso foi pressionado com força na madeira assim que a porta fechou. Os cachos caíam no rosto e grudavam no gloss que ela usava, o rosto pressionado na porta estava arruinando a maquiagem perfeita que tinha finalizado há pouco, os peitos gordinhos esmagados pela posição faltavam pular pelo decote e a bundinha era rodeada por duas mãos que a deixava cada vez mais empinada.
- Louis! A gente não pode fazer isso aqui, oh, porra.. - Harry perdeu totalmente o raciocínio, bem como as forças nas pernas, quando sentiu o corpo firme em suas costas. A calça social que o outro usava não a impedia de sentir o pau totalmente duro e grande esticando o tecido e se esfregando na bundinha ainda coberta.
- Caladinha, você não quer que seus colegas de trabalho descubram a vagabunda que você é né? Nós vamos ser rápidos, babe.
O suor já se acumulava dentro do blazer preto estampado que a mais nova usava e a saia lápis precisou ter toda a resistência que a própria Harry não tinha para resistir à puxada que Louis deu. O tecido se acumulou na cintura, deixando exposta a pele macia modelada por uma minúscula calcinha de tecido preto quase transparente e tão frágil que seria muito satisfatório vê-la rasgar.
Em algum lugar do cérebro enevoado, Harry lembrou que a porta não estava trancada e que há poucos passos dali tinha um cômodo cheio com pessoas esperando por eles, mas ao sentir Louis se ajoelhar no chão e a respiração quente dele bater em sua bocetinha ao que os dedos grossos afastaram a calcinha para o lado, ela não conseguia realmente se importar com mais nada. A sua única preocupação de agora em diante seria conter os gemidos, tarefa que percebeu ser muito difícil assim que a língua molinha deixou um rastro molhado por toda sua intimidade.
A grutinha expelia mais lubrificação a cada vez que a barba de Louis roçava e ardia na pele sensível das coxas branquinhas, seu melzinho caindo direto na língua rosada que fazia questão de chupar tudo e não deixar escapar nenhum resquício. Louis rodeava de levinho o clitóris com a língua só para deixar a cacheada inquieta desejando um contato mais forte e quando percebia o quadril se movimentar buscando mais daquilo, ele alternava os movimentos passando a penetrar só a pontinha da língua na entradinha sensível que não parava de contrair.
- Lo- Lou, vai.. me come, por favor.. - os gemidos saiam desesperados, ainda que em sussurros.
- Não consegue mesmo esperar uns minutinhos né, tão desesperada pelo meu pau.. tsc tsc - estalou a língua na boca negando com a cabeça enquanto voltava a ficar de pé. As mãos eram ágeis ao desafivelar o cinto e abrir o zíper, colocando só a ereção completamente sensível para fora. As veias grossas rodeavam a base, pulsando cada vez mais sangue para o local. - Eu vou te foder bem forte agora e você vai ficar bem quietinha, ouviu?! Vou te deixar escorrendo minha porra para todo mundo perceber como você é uma putinha dando pra o seu chefe minutos antes de uma gravação.
Harry mal terminou de assentir rapidamente com a cabeça quando sentiu a glande quente e gorda passando por toda sua intimidade, captando todo o melzinho que escorria para facilitar a penetração. O frio na barriga e os tremores nas pernas pela adrenalina não tiveram espaço ao que todo o corpo dela foi preenchido por puro deleite e excitação ao ser alargada pouco a pouco por Louis.
Os olhos verdes foram pressionados, assim como os lábios foram mordidos e Louis só deu um tempo para a garota se acostumar com a invasão quando sentiu as bolas pesadas baterem no clitóris inchadinho. Harry sentia o pau grande o mais profundo possível pela posição e seu canal contraia ao mesmo ritmo da respiração descompassada, deixando ambos enlouquecidos e desesperados para gozar.
Os sons eram quase inaudíveis, afinal não era só Harry que estava se esforçando para não serem tão altos, mas as respirações pesadas e o barulho das peles batendo eram impossíveis de controlar. Assim que Louis pegou o primeiro impulso, socando forte e duro na entradinha apertada, o que se seguiu foi uma série de estocadas rápidas e certeiras deixando, consequentemente, a pele avermelhada pelo atrito com o quadril ainda vestido do menor e as bolas cheias de porra se chocando com o pontinho especial dela pareciam tapas a deixando a beira de um orgasmo.
- Você é tão gostosa, babe.. Eu queria que todo mundo visse o quanto sua bocetinha me aguenta tão bem - sentiu a nuca se arrepiar ao tê-lo falando assim baixinho ao pé do ouvido, e a pele ali parecia tão deliciosa que Louis não se conteve em deixar diversas marquinhas que ficariam arroxeadas depois.
- An.. não, não me marca.. por favor.. isso não pode aparecer.. hmm.. Louis!
- Shh.. tá tudo bem, ninguém vai ver, você vai pedir pra sua amiguinha cobrir com maquiagem depois.. e quando ela perguntar o que houve você vai dizer que gosta de ser marcada enquanto eu te fodo. - finalizou a fala encontrando um pedaço do pescoço branquinho que ficaria lindo ostentando uma bela mordida.
Por isso rodeou um dos braços até tocar pela frente o clitóris sensível, fazendo movimentos rápidos e circulares, enquanto cravou os dentes do lado direito do pescoço de Harry, passando a língua logo depois para amenizar a dor.
As sensações tão fortes se misturaram e foram tão bem recebidas pela mais nova que o orgasmo não pôde ser impedido. As pernas longas num instante se juntaram prendendo ainda a mão do mais velho, o quadril teve tantos espasmos que o pau de Louis só não saiu dela porque a bocetinha se contraiu o apertando lá dentro, tomando para si toda a porra que ele jorrou ao gozar.
A testa suada com os fios lisos grudados foi apoiada nas costas de Harry enquanto eles tentavam controlar a respiração e o ritmo cardíaco, sabendo que o resto como roupas amassadas, cabelos despenteados e maquiagem borrada não daria pra disfarçar. Se ajeitaram o máximo possível e voltaram para o estúdio, mas antes de tomarem suas devidas posições, Louis disse:
- Cuidado para não parecer tão inquieta.. espero que ninguém perceba minha porra escorrendo pelas suas pernas.
Harry e Louis sempre foram amigos desde do jardim de infancia, mas de uns anos pra cá as coisas mudaram um pouco
Louis 19
Harry 18
Breeding kink (leve), exibicionismo (leve), uso de maconha, h!inter
(Vi a ideia do plot no tiktok mas perdi a conta)
Edward, harry e louis eram amigos desde do jardim de infância. Era o trio inseparavel desde de sempre
Louis praticamente morava na casa dos styles, sempre indo para jogar video game ou jogos de tabuleiro com os irmãos gêmeos
Harry não pode negar que nunca achou o melhor amigo pelo menos um pouco atraente, agora no final de seus 19 anos, ele tinha musculos aparentes e tatuagem que pintava todo o seu braço e pescoço, o cabelo em um topete bagunçado pro lado e os olhos em azul profundo como o oceano
Harry tinha seus 18 anos, uma cascata de cachos cor chocolate caiam sobre seu ombro, olhos verde como esmeraldas e covinha adoraveis em ambas bochechas
Agora depois de uma discursão boba com o irmão, harry se encontrava jogada no quarto completamente entediada e rolava pelo seu feed do instagram
Era sexta feira, a noite e graças ao seu querido irmão ela não pode ir na festa que acontecia na casa de sua amiga
[Tommo😒]
"Ta ai?" Ela envia e vê a resposta chegar praticamente no mesmo segundo
"Ta com saudade?"
"To entediada, ed estragou minha festa"
"Não me diz que brigaram, é horrivel passar o dia com vocês quase se matando pelo olhar"
"Boa sorte na tarde de jogos amanhã então"
"Ta afim de dar uma volta? Já pegou o novo carro ne"
"Entendi agora"
"Era tudo um plano pra andar na minha bebezinha"
"Se eu ficar mais um minuto em casa eu morro de tedio"
"Ta bom, passo ai em 20 minutos"
Harry desliga o celular e se levanta indo dar um jeito nos cachos rebeldes e trocar o pijama por uma roupa apresentavel.
✨️
Passado os 20 minutos harry se encontrava na frente da casa usando uma t-shirt oversized provavelmente roubada do guarda roupa do irmão, short jeans e seus tipicos adidas forum
Ela vê a ferrari 812 GTS preta estacionar em sua frente e louis que usava uma jaqueta preta e fumava um cigarro
"Uber para harry styles?"
"Papai tava de bom humor na hora de comprar o carro pelo visto" ela entra no carro e louis da a partida "vou aprender a dirigir nessa"
"Nem sonhe" ele joga a bituca do cigarro pela janela "algum destino em especifico?"
"Rodovia" les começa a tocar baixinho na radio
"Quer ir pro lugar secreto?"
"é uma boa ideia tambem" harry diz e o garoto acelera chegando aos 90km/h
Essa era um dos rolês favoritos dos dois, desde que louis tirou a carteira eles saiam para dirigir de noite para algum lugar aleatorio na cidade
Era simplesmente revigorante sentir o vento bater no rosto e a adrenalina do carro correndo em alta velocidade nas ruas vazias
"Não teve nenhuma festa da faculdade pra ir" harry pergunta pegando um maço de cigarro e isqueiro do porta-luva
"Eu tava numa, muito chata aliás" ele acelera o carro e aumenta o som do radio, agora os acordes iniciais de 505 tocavam nas caixas de som
"Coitado do pequeno tomlinson, nenhuma gatinha quis dar beijinhos no garanhão" ela zoa e traga o cigarro
"Idiota" ele ri e em seguida cantarola o verso da musica
"Não devo estar errada" a cacheada fecha os olhos e deita a cabeça no banco enquanto sente a brisa noturna
Louis se deixa perder o foco olhando a garota que fumava ainda de olhos fechados no seu lado
Ele tambem não pode negar que harry tinha ficado extremamente atraente depois da puberdade
Ele observa os labios rosados soprarem a fumaça, os cachos voarem devido ao vento, os cilios descançarem nas bochechas rosadas, os pelinhos do pescoço e braços arrepiados, a pintinhas que se espalhavam pelo pescoço e colo da garota. Louis não podia negar que ele sentia borboletas no estomago de vez em quando.
"Porra eu amo essa musica" harry diz enquanto aumenta o volume do carro e dealer começa a soar
"Não está com frio? Pode ficar doente com o vento gelado"
"Não é pra tanto" ela traga o cigarro
"Pega o moletom no banco de tras" ele diminui a velocidade do carro se aproximando de um posto de gasolina "preciso abastecer rapidinho"
Harry veste o moletom preto e o cheiro do perfume forte de louis invade seu olfato
Ela se encolhe no banco enquanto observa o mais velho abastecer o carro
"Esse perfume é muito fedido, por isso que não pega ninguem desde da quinta classe"
"Fala logo que me ama, styles" ele apoia a mão em cima do vidro enquanto espera o tanque encher
Os olhos de harry caem em uma mulher loira que se aproximava do carro, andando em passos lentos como um animal espreitando sua presa
"Oi" ela diz simples "bonito carro, e dono do carro tambem" louis ri agradecendo e tirando a bomba do carro "sou hailee, qual teu nome?"
"William" ele paga a gasolina e encosta na porta do carro, apoiando o antebraço no vidro
"meio tarde pra estar abastecendo" ela continua "viagem?"
"Quase isso"
"Bem, posso talvez dar uma volta nessa maquina?" Louis ri e harry contorna a tatuagem do 28 em seus dedos "ou teu numero pelo menos?" Harry aperta a mão de louis e o garoto aperta de volta enquanto olha para a cacheada pelo canto do olho
"Não vai rolar, eu to com a minha namorada" ele fala curto antes de entrar no carro e seguir o caminho para a praia sem falar nada.
Mesmo assim harry podia sentir os relances do olhar de louis em si enquanto o mais velho fumava outro cigarro
Ela cantarolava a letra de "oh mami" que tocava agora
E louis acelerava o carro cada vez mais, apertando o volante enquanto se concentrava na estrada
"Ooh, Mami, this a new 'Rari
Hit 150 on the dash, I bent the corner
Then she bent it for me sideways, uh
I might have to fuck her on the highway, yeah (oh, whoa)"
Ele viu o exato momento que harry reecostou na porta junto a letra da musica enquanto fumava o cigarro de maconha
"Namorada?" Ela foi a primeira a cortar o silencio
"Ela não ia largar do meu pé tão facil" os olhos azuis estavam agora focados na estrada começando a sentir a brisa do mar em seu rosto
"Só isso então, william?" os olhos verdes baixam para a calça preta de moletom do mais velho "isso tambem foi só pra fugir dela" ela aponta pra ereção evidente que louis tentava ignorar
"Porra harry" ele para um tanto quanto agressivamente o carro no acostamento "tu mexe com a porra do meu cerebro, eu não consigo pensar racionalmente enquanto tu me olha como uma puta" ela ri enquanto traga o resto do cigarro "é realmente muito engraçado" ele tira o cinto de segurança e fecha o teto do carro
A mão de harry aperta a ereçao dolorida do de olhos azuis que a olha nos olhos procurando alguma outra confirmaçao que ela não estava só brincando
Ele observou os labios gordinhos imaginando o quão macio poderiam ser
"Agora vai ficar só olhando?" Ela fala e esse foi o estopim para o auto controle de louis
Os labios se unem em um beijo rapido e necessitado, harry acaba desistindo de lutar por dominancia apenas seguindo o ritmo agressivo de louis
"Banco de trás" louis os separa e harry passa para o banco de trás sem a minima dificuldade, louis a segue enquanto tira a jaqueta e a camiseta
"Porra eu esperei tanto tempo" ela diz juntando novamente suas bocas e se encaixando no meio das pernas de louis
"Me chupa" ele deixando pequenas mordidinhas do pescoço branquinho de harry, que ajudou louis a abaixar a calça moletom.
O pau duro gotejando cai sobre o baixo ventre do mais velho
A cacheada deixa chupões desde do pescoço até a pelves de louis que gemia baixinho observando harry com devoção
Ela segura o pau começando uma punheta lenta que fez louis respirar fundo procurando apoio nos apoios do banco
"Harry... chupa..." ela ri e circula a cabecinha com a lingua
"Apressado" louis geme agarrando os cachos ao sentir o calor molhado da boca da garota
Ele empurra a cabeça de harry até sentir o nariz da garota em sua pelve
"Oh...hazza... sim" ele solta a garota que volta se engasgando levemente, ela coloca ele na boca, rodeando a cabecinha com lingua e aproveitando o gostinho salgado da pré-porra que saia aos montes
Ela olha para cima, os olhos verdes encontrando os olhos azuis e ele faz um rabo de cavalo desajeitado usando de apoio para foder a garganta da garota
Ela o olhava com os olhos chorosos, engasgando e babando no pau mas não se afastando
"Caralho eu vou gozar" as estocadas se tornam mais urgentes e ele afasta ela enquanto bombea o pau se liberando no rosto e boca da garota
"Porque tirou?" Ela limpa com o dedo e leva pra boca sentindo o gosto da porra quentinha
"Caralho harry" louis diz ofegante vendo garota tira o moletom e a tshirt, ela não usava nenhum sutiã
O tomlinson se aproxima da garota levando a mãos para a cintura pequena e apertando o local
Ele beija a garota enquanto aperta um dos peitos dela que cabiam perfeitamente em sua mão
As mãos tremulas de harry tiram seu short ficando apenas com a calcinha de renda rosa, essa sendo a unica coisa que separava ambas intimidades
"Me fode" harry puxa a cintura de louis contra a sua procurando algum estimulo no clitoris dolorido
"Não quero te comer no carro" ele espalha mordidinhas e chupões por todo o torso da garota
"Lou, por favor..." harry arqueia as costas sentindo o halito quente de louis extremamente perto de sua pelves
"Não tenho camisinhas" os indicadores vão para os lados da calcinha pequena, puxando-a devagar para baixo
"Não precisa, eu tomo remedio e to limpa se você tiver tambem não tem problema" ela se apoia no antebraço
"Não quero de comer na beira da estrada como uma puta barata" ele beija a pelves da garota enquanto suas mãos apertam possesivamente as coxas de harry a mantendo abertas "mas isso não significa que eu não vá fazer nada" harry geme arrastado sentindo a lingua do mais velho passear por todo seu grelo
Ele chupava o clitoris inchadinho enquanto suas mãos apertavam a cintura da garota ao ponto de provavelmente deixar marcas, harry gemia deleitada e puxava os fios castanhos de louis
"Docinho" os olhares se encontram mais uma vez e louis pode ver o exato momento que as orbes verdes reviraram ao que ele penetrou o dedo medio "gostosa pra um caralho" ele beija a garota que gemia arrastado
"Preciso do seu pau" lagrimas escorriam pelas bochechas coradas
Louis voltou a chupar harry enquanto penetrava mais um dedo, a cacheada tremia e se apertava nos dedos indicando o quão proximo ela estava
"Goza nenem" ele massageia o clitóris lentamente observando ela gemer jogando a cabeça para trás e molhar toda sua mão
"Minha casa" ela fala baixo ainda sentindo-se aerea pelo orgasmo
Louis sobe a calça de moletom e veste harry somente com o moletom antes de ir para o banco da frente dirigindo o mais rapido possivel
Era quase metade do caminho quando o olhar de louis caiu em harry pelo retrovisor, a garota tinha os cachos suados, bochechas vermelhas e os labios inchadinhos de tanto morder
Mas ao descer o olhar ele pode ver a garota se tocando devagar enquanto o olhava pelo retrovisor
"Não consegue esperar nem alguns minutos?" Ele foca na estrada vazia e acelera o carro "provavelmente iria amar se alguem te visse, era por isso que queria ser fodida na beira da estrada?"
"Com certeza não seria uma má visão"
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Louis estaciona o carro meio de qualquer jeito na frente da casa de harry e veste a t-shirt antes de sair do carro e seguir harry até a porta
A casa estava escura e silenciosa, julgando por ser 3 da manhã todos ja estavam dormindo
Foi só o tempo de entrarem no quarto que harry praticamente ataca os labios louis que trancava a porta
Eles andam em passos desajeitados até a cama grande no meio do quarto, nesse processo as roupas era espalhadas pelo quarto
"Vem" ele dá duas batidinhas coxas e ve harry sorri sentando com uma perna de cada lado
Louis agarra os dois peitos intercalando beijos e mordidas por todo o colo
Harry sentiu sua calcinha molhar ao ver louis chupando um de seus peitos como uma criança faminta e a olhando com brilho nos olhos
As unhas rosinhas puxam o cabelo suado em busca de apoio enquanto rebolava sentindo o falo duro embaixo de si
Ele solta a garota a jogando na cama e se encaixando no meio das pernas da mesma
Eles começam um beijo agressivo e com desejo e harry inverte as posições sentando na pelves de louis
Ela rebola devagar vendo louis se apoiar no antebraço a olhando como uma presa
"Caralho princesa, eu vou enlouquecer" as mãos fortes vão para a cinturinha que ja estava marcada pelos apertos de antes
"É tão grande, acho que mal vai caber" ela levanta puxando a boxer de louis liberando o penis duro "quer fumar?" Ela pega um cigarro de maconha e um isqueiro da mesa de cabeçeira e senta novamente em cima do pau grosso tragando a droga
Ele estica a mão pegando o cigarro e tragando junto sentindo as reboladas lentas da garota
"Afasta a calcinha" ele traga e libera a fumaça na boca da cacheada
Ela deixa a calcinha de lado e louis ajuda a encaixa na grutinha apertada
Harry geme com a sensaçao do pau a alargando e louis geme com o quão apertada a garota era
Ele devolve o cigarro para harry e agarra a cintura da mesma como apoio para começar a investir o quadril contra ela
"Tão grande lou" ela fala devagar, mais como um gemido e a droga começava a fazer efeito em ambos
O barulho das peles se chocando e os gemidos baixinhos ecoavam pelo quarto
Harry arqueava as costas e maltratava um de seu mamilos
Louis inverte as posições novamente a deixando de quatro porem seu rosto estava encostado na cama
Eles estavam envolvidos na bolha de prazer que não prestaram atenção quando batidas na porta ecoaram no local e o celular de harry
"Porra oque esse caralho quer" ela faz a menção de se afastar mas louis a segura no lugar e apenas entrega o celular que tocava sem parar "ficou louco?" Ela fala com dificuldade vendo que louis não tinha a menor intençao de parar
"Melhor atender" ele diminui a velocidade das estocadas agora a fodendo lento mas fundo
"Oi edward" ela responde seco
"Tava dormindo? Te ouvi chegando, queria me desculpar"
"E precisava atrapalhar meu sono?" Ela afasta o celular e tapa a boca quando louis coloca mais força nas estocadas "f-fala amanhã"
"Tem alguem ai?"
"Não" ela xingou o irmão mentalmente e rezou para ele não ver o carro de louis parado na frente da casa
Louis vira a cacheada deixando de barriga pra cima, vendo a garota desesperadinha tentando abafar os gemidos
"Desculpa eu fui um babaca te dedurando pra mamãe mais cedo" harry revira os olhos sentindo louis pressionar seu baixo ventre
"Não goza" ele silibou em um sussuro
"Ainda bem que tu sabe, ta bom edward to com sono e cansada me deixa dormir" harry arregalou o olhos no exato momento que louis se curvou escondendo o rosto no pescoço marcado e perigosamente perto do celular
Ela tenta afastar ele mas só piorou a situação quando ele gemeu arrastado estocando mais forte
"Tem certeza que ta tudo bem?" A voz de edward ecooa do altofalante do celular
"Sim edward, tchau" ela desliga o celular com pressa e o joga em qualquer canto da cama
"Esse moleque é um porre" louis segura a cintura da garota a puxando contra as estocadas
"Não importa" ela puxa o de olhos azuis para outro beijo e se sentindo cada vez mais perto do orgasmo
Ela empurra os ombros largos e fica por cima sentindo cada centimetro dentro de si "goza em mim" ela abraça louis escondendo o rosto no pescoço e gemendo baixinho "bem fundo" ela quica com mais urgencia
"Hazza... tão boa..." ele aperta a bunda redondinha da cacheada e geme deleitado no exato momento que a grutinha da garota sufucou seu pau se liberando em um orgasmo e molhando ambos, louis não pode se segurar se liberando na garota que tremia em seu colo
"Fundo... cheia de bebes" louis jurou que um dia essa garota ia o matar
"Cheia de bebes" ele deixa um beijo na testa de harry que estava sonolenta em seu colo "hazza, vem precisamos nos lavar" ele tenta afastar a garota que estava grudada em si como um coala mas não obtem nenhuma resposta
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Harry acordou no dia seguinte sentindo um peso em cima de si e observou louis apagado abraçando sua cintura
Ela observou em volta, tudo parecia meio arrumado e ela usava um de seus pijamas favoritos de seda, o edredom cheirava a amaciante e ela cheirava a sua colonia de lavanda
Louis dormia tranquilamente mas ela não pode deixar de notar os arranhoes e chupoes pelo corpo do mais velho que dormia apenas com uma boxer
Ela fez carinho nos cabelos macios pensando se aquilo tudo era realmente real
"Harry a mamãe pediu pra vir te acordar porque ja sao 4 da tarde e em caso tu esteja morta pra organizar o velo- LOUIS?" Edward entra com tudo no quarto assustando harry e acordando louis que dormia impertubavel "que porra..."
Plot: Onde Harry descobre que está sendo traída pelo namorado no dia do aniversário de seis meses de namoro e vai chorar no colo do melhor amigo, Louis, que é apaixonado por ela a anos.
Avisos: HarryFem, Traição (não entre os larry) Sexo explícito, Desuso de preservativo, Um pouco (bem pouco) de manipulação, Humilhação, Dirtytalk, Pornwithplot, Aftercare (se tiver mais e eu esqueci, peço perdão)
Harry: 18 anos
Louis: 22 anos
Harry está andando de um lado para o outro, se segurando para não chorar enquanto espera o futuro ex-namorado chegar para buscá-la para o grande encontro de comemoração aos seis meses de namoro, mas eles nem vão chegar ao encontro já que Harry descobriu estar sendo traída.
Ela estava mexendo nas redes sociais quando recebeu uma mensagem de um perfil anônimo com prints e fotos do seu namorado em uma festa aos beijos com uma menina que ele jurava ser "apenas uma amiga", quando ela foi questionar a pessoa que mandou as informações, ela já havia sido bloqueada, a pessoa literalmente jogou a informação e saiu correndo.
Agora ela está na sala de sua casa sozinha, já que seus pais foram viajar, pensando em como vai terminar e por incrível que pareça, ela não está triste e sim com muita raiva, a ponto de querer chorar e quebrar coisas aleatórias só para extravasar tudo o que está sentindo e quando ela pega o celular pela milésima vez para ver a hora, a campainha toca e ela sabe exatamente quem é, respira fundo e anda com pressa para abrir a porta e dar de cara com o motivo de toda a sua raiva.
– Boa noite, meu am-AI! – A fala de Mike é cortada por um tapa forte em seu rosto. – Que porra é essa, Harry?!
– Eu que te pergunto! – Ele a encara confuso enquanto entra na casa e vê ela desbloquear o celular e virar para ele. – Que porra é essa, Mike?! – Ele arregala os olhos e engole seco.
– Não sou eu. – Ela ri desacreditada. – Amor, pelo amor de Deus, quem te mandou isso?
– Não interessa quem mandou, Mike, interessa que é você sim e não adianta tentar mentir. – Diz com raiva e ele a encara tentando pensar em todas as desculpas possíveis. – Eu só quero saber desde quando?
– Foi só uma vez. – Ele diz desistindo de se defender. – Foi ontem, na festa que eu fui, lembra? Eu bebi muito e usei outras coisas também, eu não estava pensando direito, eu nunca faria isso com você, amor, você sabe. – Ela apenas o encara e nega com a cabeça. – Ei, me perdoa, por favor, vamos sair pra jantar, passar a noite juntos, isso nunca mais vai acontecer. – Se aproxima, mas ela se afasta rapidamente.
– Vai embora.
– Hazz...
– Vai. embora. agora. – Diz pausadamente e ele ameaça chorar. – Não adianta chorar, não adianta fazer cena e nem se desculpar, acabou e eu não quero nunca mais olhar para você, vai pedir colo para a sua "amiga" e some da minha vida. – Ela diz não dando abertura para discussão enquanto abre a porta esperando que ele simplesmente saia e ele faz, mas antes de sair se vira para ela e diz:
– Você ainda vai voltar pra mim, Harry, você sabe que vai.
Ele sai e ela fecha a porta com força, correndo para o quarto e se jogando na cama, sentindo seus olhos lacrimejando ela pega o celular e liga para a única pessoa que ela confia e precisa agora, seu melhor amigo.
– Alô? – Louis atende com a voz rouca como se tivesse sido acordado.
– Lou? Você tá' ocupado? – Harry tem a voz chorosa e Louis se preocupa, levantando da cama no pulo.
– Haz? O que foi?!
– Você ainda trabalha hoje, Lou?
– Não, princesa, cheguei quase agora do meu plantão, o que aconteceu?! – Pergunta preocupado e Harry agradece mentalmente, sabendo que ele vai até ela.
– Você pode vir aqui em casa? Eu meio que terminei com o Mike... – Louis não responde de imediato, chocado pela informação e internamente feliz. – Lou?
– Oi! Desculpa, princesa, fiquei meio em choque, mas é claro que eu vou, quer conversar enquanto eu me arrumo ou você espera eu chegar aí? – Pergunta colocando o celular na cama e no viva voz enquanto tira o uniforme do trabalho e se prepara para entrar no banho.
– Eu te espero, Lou, só vem rápido por favor...
– Em vinte minutos eu estou ai, linda. – Ela agradece e desliga a chamada.
Harry fica deitada na cama após trocar de roupa e colocar um pijama confortável e extremamente curto, mas ela não se preocupa, pois Louis está acostumado a ver ela com esse pijaminha que ela ama.
Exatamente vinte minutos depois da ligação ela recebe uma mensagem de Louis avisando que ele chegou e ela desce as escadas correndo para abrir a porta e pular nos braços do melhor amigo enquanto tenta controlar o choro.
– Ei, princesa... Deixa eu entrar, hm? – Diz sem solta-la e ela ri em meios as lágrimas dando passos desengonçados para trás ainda agarrada nele que ri fraco e chuta a porta sem tirar os braços dela. – Quer me contar o que aconteceu?
– Ele me traiu. – Diz em meio a soluços e Louis engata a respiração antes de pegar a mais baixa no colo com cuidado e caminhar até o sofá para ficarem mais confortáveis, ela não diz nada até se ajeitar no colo de Louis e deitar em seu ombro. – Eu não estou nem triste... – Diz e o mais velho olha para ela confuso. – Eu estou brava, com muita raiva mesmo sabe? Queria bater na cara dele até ele chorar, mas eu sou uma menina com classe. – Diz fazendo Louis rir.
– E por que não fez isso?
– Olha meu tamanho, Lou! Vai que eu faço isso e ele da a louca e me bate também? Eu estou com raiva, mas não sou burra. – Diz como se fosse óbvio e Louis sorri achando ela a coisinha mais fofa gesticulando toda nervosa.
– Se ele te batesse, você ia me falar e eu que ia bater nele até ele chorar mesmo. – Pisca charmoso e Harry sorri, Louis sempre foi muito protetor com ela. – Mas sério agora, como você está se sentindo em?
– Eu não sei, ninguém gosta de ser traído né? Mas foi o que eu falei, eu não estou triste e não acho que vou sentir falta dele, mas estou com raiva, ele feriu meu ego e me fez de idiota, não gosto de ser feita de idiota.
– Isso soou narcisista, princesa. – Ele diz divertido enquanto faz um carinho leve na coxa exposta da garota e ela ri dando de ombros.
– É, talvez.
– Ele sempre foi babaca e ainda traiu você, a mulher mais incrível que ele vai encontrar na vida?! Tem homem que é burro mesmo. – Harry sente suas bochechas esquentarem e volta a deitar a cabeça no ombro de Louis para disfarçar, mas ele a conhece muito bem e sabe que ela está envergonhada e sorri. – Te deixei com vergonha?
– Você sempre faz isso...
– Isso o que? – Pergunta se fingindo de sonso e ela revira os olhos.
– Fala essas coisas do nada e eu não sei reagir.
– Eu só falo a verdade sempre. – Ela revira os olhos de novo e ele se imagina fazendo todas as piores coisas com ela, só para tê-la revirando os olhos assim.
– Você é muito besta. – Diz sorrindo boba. – Você sempre me avisou sobre ele, né? E eu nunca ouvi e ainda te chamei de louco.
– Acontece... Você estava apaixonada, é normal ignorar algumas coisas para não sofrer.
– Mas no final eu sofri.
– Você nem tá sofrendo, Harry. – Diz rindo fraco e ela ri também. – Só está com raiva.
– Você já traiu, Lou? – O mais velho olha para ela assustado com a pergunta repentina. – É só que... Você é muito incrível sabe? E sempre sabe o que falar e fazer, quem namora você tem sorte.
– Eu nunca trai, mas já terminei porque queria ficar com outra pessoa e não queria o título de ter traído, mas magoei ela mesmo assim. – Dá de ombros e Harry concorda com a cabeça e se ajeita para deitar no colo de Louis.
– Você fez o certo e faz sentido ela ter ficado chateada, eu também ficaria se fosse você terminando comigo.
– Eu não terminaria com você. – Diz praticamente sussurrando, mas ela escuta e sorri.
– Mamãe acha que a gente ainda vai namorar, casar, ter filhos e tudo mais, sabia? – Pergunta e Louis a encara sorrindo.
– Óbvio que sei, ela faz questão de mostrar a felicidade dela em saber que eu ainda to' solteiro toda vez que ela me pergunta e a tristeza quando fala "A Haz ainda tá' com o Mike". – Diz forçando um tom triste e Harry ri. – Fazer o que né, princesa? Eu sou incrível.
– E a narcisista sou eu?
– Os dois podem ser. – Dá de ombros sorrindo e começa a fazer carinho no cabelo da cacheada que apenas aproveita os minutos em silêncio.
– Vamos pro quarto? Assistir alguma coisa? – Ela pergunta e Louis apenas acena com a cabeça se levantando depois dela.
Eles sobem até o quarto e deitam na cama, Harry escolhe "amizade colorida" e eles começam a assistir enquanto comentam sobre o filme aleatoriamente.
Em certa parte do filme, onde eles começam a tal da amizade colorida, Harry começa a pensar nas possibilidades de conseguir isso com Louis.
A verdade é que: Ela sempre sentiu aquela atração por ele e sempre pensou em como seria se eles ficassem, nunca tentou nada por medo de estragar a amizade de anos que eles tem, mas a vontade sempre esteve ali e quando ela começou a namorar, ela apenas começou a ignorar o desejo por ele, mas agora vendo o filme abraçada com ele, enquanto uma mão dele está em volta da sua cintura e a outra fazendo carinho em seu cabelo, ela só consegue imaginar e criar todos os cenários possíveis em que ele beija e fode ela do jeito mais bruto e intenso possível.
– Você acha que amizade colorida funciona? – Harry pergunta querendo entrar no assunto e ver se ele percebe e faz algo, Louis desvia os olhos da TV a encarando confuso. – Eu nunca tive uma, mas meus amigos tiveram e falam que é bom.
– Eu já tive. – Ela sussurra um "eu sei" e Louis sorri. – É bom, muito bom, mas sempre tem a chance de um desenvolver sentimentos a mais né?
– Eu queria ter uma...
– Você acabou de terminar, Harry. – Diz divertido e a garota revira os olhos e levanta para sentar no colo de Louis, isso é algo que eles sempre fizeram, mas agora Harry está com outras intenções, então senta propositalmente em cima do pau de Louis que trava a respiração por alguns segundos, mas tenta disfarçar.
– A traição foi só uma desculpa melhor do que "Não suporto mais você." – Louis ri nervoso enquanto Harry apenas dá de ombros se mexendo "sem querer" em seu colo fazendo ele imediatamente levar as mãos para sua cintura na intenção de a segurar e impedir que ela se mexa mais.
– Você deve ter vários amigos que qurem te beijar... Só tentar que você com certeza vai ter uma amizade dessas. – Diz disfarçando o incômodo que sentiu ao dizer aquilo.
– Eu sempre quis ficar com um amigo meu... mas não sei se ele ficaria comigo. – Ela diz abaixando a cabeça e se sentindo corar enquanto Louis sente seu estômago remoer em ciúmes.
– Quem? O Brian? – Ela nega com a cabeça e se mexe mais ainda fazendo Louis segurar um suspiro afetado e Harry disfarça um sorrisinho satisfeito ao perceber. – O Zack? – Mais um aceno negativo. – O Luke? – Mais um não. – Vai, Harry, me fala quem é!
– Não posso... – Rebola devagar e "inocentemente" sentindo o pau começar a endurecer.
– Por que? É alguém que eu não gosto? – Pergunta realmente confuso e ela nega mais uma vez e dessa vez realmente se mexendo sem querer – Princesa, sei que esse não é o assunto, mas fica quietinha, sim? Se não você vai acabar sentindo o que não quer. – Ele diz divertido e ela ri baixinho.
– Desculpa... E eu só to' com vergonha, Lou... – O mais velho se sente cada vez mais confuso, Harry sempre o conta tudo, nunca tem vergonha de nada e eles sempre tiveram liberdade para falar sobre qualquer coisa.
– Eu não tô' entendendo, princesa... Você sempre me fala tudo, porque não quer falar isso? – Harry cria coragem e rebola com mais força sobre o pau de Louis, que não segura o gemido baixo, e diz:
– É você... – Fala em um sussurro tão baixo que Louis não escuta e pede para ela repetir enquanto aperta cada vez mais forte sua cintura. – É você, Lou... – Fala mais alto.
Louis paralisa no lugar, afrouxa o aperto e literalmente fica paralisado, ele esperou tanto por esse momento que pela primeira vez na vida não sabe como reagir a um "flerte".
– Eu?
– Sim... Eu não quero que nada fique estranho entre a gente, Lou, mas você é tão lindo e tão incrível que eu sempre tive esse desejo por você... só nunca soube expressar.
– Porra, linda... – É a única coisa que Louis consegue expressar antes de cair na real do que está acontecendo e juntar seus lábios nos de Harry e realizar tudo o que ele imaginou por seis anos. – Você não tem noção do quanto eu queria isso...
Louis a beija de novo sem dar espaço para Harry fazer perguntas e ela se sente realizada, o beijo começa meio lento e calmo, apenas para os dois conhecerem esse lado um do outro, mas quando Harry aperta levemente os fios de cabelo do mais velho e rebola com cada vez mais intensidade tudo muda.
Louis vira na cama ficando por cima de Harry e entre suas pernas fazendo a garota suspirar em meio ao beijo e tentar ainda mais aproximar seus corpos (como se isso fosse possível).
– Lou... – Ela praticamente geme quando o mesmo desce os beijos pelo seu pescoço e começa a deixar pequenos chupões pelo caminho. – V-você tem certeza que quer i-isso? – Louis solta uma risada fraca contra o pescoço de Harry a fazendo arrepiar por completo.
– Eu quero isso desde sempre, Harry... – Isso faz a menina engatar a respiração, como ele nunca falou isso para ela? – Era sempre complicado falar com você disso, porque ou você estava namorando ou saindo com alguém. – Diz parecendo ler os pensamentos de Harry.
– É... mas no fundo, o único que eu realmente sentia atração e queria pra' mim era você. – Isso faz Louis sorrir de um jeito que Harry nunca viu antes, um sorriso cafajeste que fez tudo em Harry ferver e sua buceta molhar cada vez mais.
E Louis não diz mais nada além de voltar a beijar seus lábios de um jeito ainda mais intenso, suas mãos passando por todos os lugares que ele alcança até parar na alça da blusinha do pijama, ele para de beija-la só para a encarar e esperar o consentimento.
E quando ela acena com a cabeça um tanto quanto desesperada, ele puxa para baixo deixando seus seios a mostra, ele fica hipnotizado por alguns segundos observando os seios com os mamilos arrepiados subindo e descendo rapidamente devido a respiração desregulada de Harry.
Harry está prestes a implora para que Louis faça alguma coisa logo quando ele se abaixa e começa a distribuir beijinhos molhados antes de finalmente colocar o mamilo na boca e começar a chupar com força, como se sua vida dependesse disso e o gemido alto que Harry solta só o incentiva ainda mais.
– Tão sensível aqui huh? – Diz quando se afasta para intercalar entre apertar, chupar e morder, deixando Harry cada vez mais molhada e necessitada.
– L-Lou, por favor, faz mais, eu preciso de mais! – Louis sorri ladino e se afasta aproximando os lábios do ouvido de Harry.
– Não sabia que era uma puta tão desesperada, meu bem. – A fala com a voz rouca de Louis fez Harry gemer alto e manhosa, ela ama se sentir humilhada e apenas uma coisinha pequena na hora do sexo e Louis percebe isso com aquela reação.
– Eu sou, Lou... Eu preciso tanto tanto de você. – O biquinho nos lábios rosados e inchado de tanto morder faz Louis soltar um riso fraco percebendo a tentativa de manipulação de Harry para ter o que quer.
– Deixa eu te contar como isso vai funcionar ok? – Ele começa e ela assente desesperada e completamente submissa, pronta para obedecer e fazer tudo que puder para ser boa para o melhor amigo. – Eu vou fingir que não percebi e que não estou chateado com fato de você estar me usando para superar sua traição... – Ele diz em falsa chateação e Harry arregala os olhos negando desesperadamente com a cabeça pronta para argumentar. – Shii.. Eu falo agora, você fica quietinha e só fala quando eu mandar, entendeu? – Ela assente rapidamente em concordância. – Ótimo, voltando, vou fingir que não estou chateado se me prometer que vai me deixar te usar e brincar com você o tanto que eu quiser, vai ser obediente e vai ser uma boa puta pra' mim, prometo que não vai se arrepender se fizer isso, sim? – Ela assente de novo e ele sorri. – Preciso de uma palavra, uma palavra que você vai falar caso for demais pra' você aguentar e quiser me fazer parar imediatamente, qual vai ser?
– Vermelho. – Ela diz baixinho, mas segura e ele apenas concorda com a cabeça começando a puxar o shortinho do pijama e sorrindo quando percebe que ela esta sem calcinha.
– A partir de agora você pode gritar, pedir pra' parar, chorar, mas eu só vou parar se falar "vermelho".
Diz e apenas dá o tempo de ela assentir antes de puxar a blusinha para baixo e passar por suas pernas a deixando completamente nua enquanto ele ainda tem todas as peças de roupa no corpo.
Ele vai descendo beijos desde seus lábios até seu pescoço, onde distribui beijos, mordidas e chupões para depois descer mais um pouco até os seios novamente e se perder ali por alguns minutos, tudo isso na intenção de fazer com que ela chegue no limite e a única coisa que ela consiga fazer é implorar por mais e mais.
– Lou... - Ela chama em meio a um gemido mais alto quando ele morde o mamilo com mais força a fazendo arquear as costas e ficar cada vez mais desesperada.
– Hm? - Se afasta para olhar nos olhos dela e quando vê as lagrimas se acumularem nos cantos solta um riso fraco. – Você é tão desesperada a ponto de chorar por um pau, princesa? – Diz descendo a mão até a buceta deferindo um tapa não tão fraco que faz Harry dar um pulinho pelo susto junto de um gemido manhoso, ele começa a passar os dedos ali calmamente, sentindo sua boca salivar ao sentir quão molhada ela está e sentindo seu pau doer por baixo da calça. – Você tá pingando e eu não fiz literalmente nada, Haz.
– É que você é tão bom... – Praticamente grita quando após sua fala Louis esfrega seu clítoris com mais força. – Louloulou, por favor, eu preciso tanto de você! – Ele ri do desespero de Harry e se afasta para tirar a camiseta rapidamente, deixando ela hipnotizada com a visão dele sem camisa, com as tatuagens a mostra e aquele sorriso que é capaz de matar qualquer um. – Para de ser malvado comigo, Lou, eu to sendo tão boa pra você...
Ele volta a se aproximar ignorando a fala dela e encaixa o rosto entre as pernas de Harry que geme em ansiedade e praticamente grita quando sente a língua quente lamber desde sua entradinha até o clítoris sensível.
Louis começa a chupar com mais intensidade, levando Harry do céu ao inferno em segundos, os gemidos de Harry estão deixando Louis completamente louco e cada vez mais duro e dolorido, mas não vai parar até que ela esteja gozando na sua boca.
– Lou... Caralho! Tão bom! – Diz em meio aos gemidos altos.
– E você é tão gostosa, vai gozar tão gostoso pra' mim, não vai? – Ela apenas geme mais alto em concordância e grita quando Louis volta a chupar com cada vez mais vontade e começa a passar dois dedos na entradinha pulsante e ameaçando enfiar só para ver Harry se contorcendo para tentar mais contato.
Harry começa a sentir aquela sensação gostosa e sabe que está perto demais de gozar e ter o que pode ser considerado o melhor orgasmo de sua vida e isso apenas com ele usando a boca.
– Eu vou gozar, Lou! Eu posso? Por favor! – Ela pede desesperada, querendo ter certeza que vai ser boa para Louis.
– Goza pra' mim, meu bem. – Diz voltando a chupar e enfiando dois dedos de uma vez, fazendo Harry gritar e gozar imediatamente em sua boca, o gosto gostoso de Harry se fazendo ainda mais presente na língua de Louis o fazendo gemer satisfeito e começar a movimentar os dedos intensamente, deixando Harry desesperada e chorosa pela sensibilidade.
– L-Lou, espera um pouquinho, tá' sensível, por favor... – Pede ainda tremendo e tentando afastar Louis de si, mas como ele disse antes que faria, ele ignora – D-Deixa eu chupar você, sim? Eu quero t-tanto, Lou.
Louis sabe que Harry está dizendo isso apenas para ele se afastar e deixar ela se recuperar, mas a ideia de Harry ajoelhada, tentando tomá-lo todo na boca deixa impossível recusar.
Ele se afasta e levanta parando ao lado dela na cama, começa a abrir e descer a calça junto com a cueca boxer, com Harry
acompanhando cada movimento e parando em seu pau, sentindo a boca salivar vendo o tamanho.
– Vamos, princesa, me mostra o que essa boquinha faz, sim? – Ela é tirada do transe pela voz grossa e a mão em seu cabelo a puxando para o chão com força, mas ainda sim com certo cuidado. – Me faz gozar e eu vou te foder do jeitinho que você merece.
A mais nova segura o pau grosso e grande subindo e descendo com a mão algumas vezes e lambe lentamente da base até a ponta arrancando um gemido rouco de Louis que está claramente desesperado, mas ainda tenta manter a postura para continuar no controle.
Harry continua com as lambidas lentas aproveitando para provocar Louis até que ele a tome pra si e isso não demora muito para acontecer.
Louis logo perde a paciência e segura os cabelos de Harry a puxando para trás, Harry sorri sabendo que conseguiu o que queria.
Louis bate duas vezes com o pau no rosto de Harry e depois nos lábios indicando para que ela abra a boca e ela faz de muito bom grado, logo recebendo até o fundo de sua garganta, Louis joga a cabeça para trás e geme arrastado quando finalmente sente o calor em volta de seu pau que está latejante.
– Porra... Uma boca de puta tão boa e é isso que você é né? À vagabunda perfeita pra' mim. – Ele diz investindo com força contra a garganta de Harry sentindo ela gemer em concordância e enviando vibrações por todo seu pau.
Louis começa a foder a boca de Harry com força e vai aumentando a velocidade aos poucos, logo estando em uma velocidade que faz Harry engasgar de vez em quando, mas nunca tendo coragem de pedir para parar, já que é tudo tão gostoso.
– Eu vou gozar na sua boca e você vai engolir tudo, sim? – A pergunta mais sai como uma afirmação e Harry consegue apenas murmurar em concordância passando a língua na fenda sensível fazendo Louis jogar a cabeça para trás e estocar com mais força gozando bem no fundo da garganta de Harry e ela faz sons satisfeitos enquanto engole tudo. – Deixa eu ver. – Ela abre a boca e coloca a língua pra fora e Louis da dois tapinhas em seu rosto enquanto sorri orgulhoso.
Ele puxa ela pelos cabelos sem força apenas para ela levantar e se assusta quando Harry apenas o empurra na cama, senta em seu colo bem no pau, que mesmo após gozar continua duro e ainda mais sensível, Louis se assusta com a mudança repentina, mas não consegue segurar o gemido baixo quando Harry rebola lentamente e se abaixa para dizer em seu ouvido.
- Se você pode provocar, eu posso também. - Diz e sorri satisfeita quando Louis solta um gemiddo sofrido. - É ruim quando você não está no controle né?
- Não... porque eu sei que você não vai aguentar muito tempo sem implorar pelo meu pau. - O mais velho retruca com um sorriso convencido nos labios, mas logo sua expressao muda para completo prazer quando Harry rebola com força em seu colo. - H-Harry...
- O que? - A mais nova pergunta sem parar os movimentos e gemendo baixinho a cada aperto forte em sua cintura e ao sentir o pau esfregando bem em seu clítoris.
- Você vai fazer alguma coisa ou eu vou ter que fazer? - Louis pergunta com a respiração ofegante e Harry ri fraco. – Eu vou foder você tão bem, sabia? Te deixar toda abertinha e cheia, pronta pra receber meu pau todo dia, é isso que você quer, meu bem? – Harry para os movimentos se sentindo afetada demais pela fala de Louis e ele ri a virando no colchão e voltando a ficar por cima. – Eu vou cuidar de você agora. – Diz em seu ouvido e ela sente sua buceta pulsar em ansiedade. – Você tá' tão desesperada, amor... E só eu te deixo desesperada assim, hm? – Pergunta enquanto desce mais beijos e chupões do pescoço para peito de Harry e quando não recebe uma resposta dá um tapa forte na coxa a fazendo gemer ainda mais. – Responde, Harry.
Harry não sabe exatamente o que ele perguntou já que estava mais concentrada nas sensações, mas ela diz que sim, ela falaria sim para qualquer coisa que Louis o perguntasse agora e ele sabe disso.
Louis sorri ao ver o estado que deixou a mais nova com tão pouco e então finalmente segura seu pau e começa a passar pela buceta molhada e ameaçando entrar a deixando cada vez mais e mais ansiosa e desesperada.
- L-Lou... - Harry choraminga e Louis a encara sorrindo cafajeste.
- O que você quer Harry? - Pergunta enfiando a cabecinha e tirando rapidamente a fazendo gritar e literalmente chorar.
- V-Você Lou, eu quero você! Por favor! – Louis está se divertindo com isso, vendo o quão sensível e desesperada ela está.
- Mas eu estou bem aqui... - O cantor responde em falsa inocencia e Harry sente vontade de socar a cara dele, mas não tem forças para isso.
- Eu preciso de você dentro de mim, agora, por favor, Lou... - Harry não sabe como conseguiu falar sem gaguejar, mas suspira aliviado quando Louis ri fraco, mas volta a entrar com calma e os dois gemem juntos ao que Louis entra por completo
Louis começa a se mexer devagar, mas forte e fundo, segura um dos peitinhos de Harry e começa a apertar logo se abaixando para voltar a chupar o mamilo durinho e sensível, fazendo Harry ver estrelas com todas as sensações e estímulos.
Harry quer que Louis se mova com mais força e velocidade então começa a se mexer impaciente para tentar cada vez mais contato e Louis ri contra seu peito sabendo que ela está impaciente e cada vez mais desesperada.
- Você é tão linda... - Louis começa a ir cada vez mais rápido e fundo fazendo com que Harry arqueie as costas em completo prazer sem consegur emitir nenhum som. - Tão gostosa... - Continua indo cada vez mais forte e ela não consegue mais raciocinar. - E agora toda minha. - Após dizer isso ele da uma estocada tão forte que faz Harry gritar e lágrimas escorrerem.
Louis não sabe como está conseguindo manter o controle, ou pelo menos disfarçar, tendo a imagem de Harry cada vez mais entregue a ele, aos seus toques e a o que ele quiser fazer e tudo o que ele quer fazer é foder Harry pelo resto da noite, em todas as posições possíveis, mas ele quer levar Harry ao limite e a fazer implorar por isso.
- Eu achei que você era melhor... talvez eu deva voltar com o Mike, porque ele fodia tão bem – Óbvio que é mentira, mas ela sabe que isso vai deixar Louis puto e com vontade de provar o contrário para ela e ela tava certa.
Após ouvir o que ela disse, ele para os movimentos, a encara com o maxilar travado, os olhos cerrados em pura raiva e ciúmes, os olhos azuis cobertos pela pupila dilatada e ele não diz nada, apenas a vira com força na cama e a coloca de quatro, deferindo três tapas fortes em sua bunda a fazendo gritar e tentar se afastar.
Ele a puxa pelo cabelo dessa vez sem delicadeza nenhuma a fazendo encostar as costas em seu peitoral, passando a apertar o pescoço na pressão certa a fazendo engatar a respiração e gemer afetada.
– Sua vagabunda, se você citar o nome de qualquer outro de novo eu te deixo aqui, Harry, eu tava tentando ser gentil com você, mas uma puta igual você não merece gentileza né? – A cada palavra dita Harry geme cada vez mais alto e isso faz Louis sorrir de canto e voltar a entrar nela com força, sem dó e em uma velocidade que a faz chorar cada vez mais, ela nunca chorou de prazer. – Merece ser tratada como um brinquedinho inútil que só serve pra foder e mais nada. – Continua e Harry grita. – Fala, Harry, me fala o que você é. – Manda dando um tapa forte em sua coxa a fazendo quase cair no colchão, mas ele a segura e mantem na mesma posição.
– E-eu sou uma puta, um brinquedinho que só serve pra' foder, a sua puta, lou.
Após ouvir isso, Louis manda todo o auto controle para o espaço e volta a posicionar Harry de quatro, forçando seu rosto contra o colchão e a fodendo como se sua vida dependesse disso, deixando tapas na bunda e coxas, apertando e deixando marcas por todo o corpo branquinho.
– Lou! E-eu quero olhar pra' você, eu quero gozar olhando pra v-você. – Pediu em meio aos gemidos e choro, fazendo Louis sorrir e a virar de volta para ele. – Me beija? Por favor.
Ele não diz nada, apenas se aproxima e beija os lábios vermelhos e inchados de um jeito tão gostoso que faz Harry gemer ainda mais contra seus lábios.
Louis desce a mão até a buceta de Harry e começa a estimular o clítoris junto com as estocadas, sentindo a buceta se contrair contra seu pau, o fazendo gemer um pouco mais alto e rouco.
– Vai gozar pra mim, meu bem? – Pergunta sem parar os movimentos sentindo que também está perto do seu ápice.
– E-eu vou, posso, Lou?!
Louis volta a beijar e chupar o pescoço de Harry a deixando toda marcada por ele. – Goza agora. – A voz rouca, a ordem junto com todos os estímulos que Harry está recebendo faz com que sei corpo simplesmente obedeça, ela sente suas pernas tremerem, a buceta se contrai e ela tem o que ela acredita ser o melhor e mais intenso orgasmo da sua vida e quando Louis sente a buceta se contrair e observa de perto Harry se contorcendo e gemendo alto enquanto goza, não aguenta gozando junto dentro dela, a fazendo gemer satisfeita por estar cheia.
Louis ameaça sair, mas Harry contrai o mantendo ali e ele geme completamente sensível e afetado.
– Fica mais. – Pede manhosa, passando a fazer carinho no braço de Louis que sorri e apenas se mexe para virar os dois de frente um pro outro para ficarem mais confortáveis.
– Eu te machuquei muito? – Pergunta preocupado vendo as marcas no pescoço e seios de Harry que sorri negando com a cabeça.
– Não... Eu gosto assim. – Ele sorri e deixa um selinho demorado nos lábios dela que se inclina querendo mais.
Eles se beijam por alguns minutos, de um jeito carinhoso e completamente diferente do que foi a minutos atrás.
– Você sabe que agora vou querer o tempo todo, não sabe? – Harry pergunta manhosa e quase dormindo aproveitando o carinho de Louis e ele ri fraco.
– Isso é bom, porque depois de hoje, eu não sei se conseguiria não te ter mais desse jeito. – Responde e ela abre os olhinhos cansados só para o encarar sorrindo toda fofa. – Não é pra' dormir ainda sua preguiçosa, vou te dar um banho. – Ela choraminga completamente manhosa e se mexe para ficar mais perto de Louis e os dois gemem quando o movimento faz o pau, que ainda está dentro dela, mexer e nisso Louis finalmente tira e ela geme baixinho sentindo a porra escorrer. – Vem, meu bem, vamos tomar banho, sim? – Ele chama baixinho vendo que ela praticamente já está dormindo.
– Você vai ter que me carregar, eu não consigo andar. – Diz com um biquinho lindo e toda manhosa fazendo Louis rir e se levantar.
– Fica toda manhosa depois de transar, é? – Pergunta a pegando no colo e indo devagar até o banheiro.
– Só com você, você tirou todas as minhas forças com uma foda. – Ele ri alto enquanto liga o chuveiro e a posiciona em baixo da água quente. – Vai dormir aqui comigo né? – Pergunta parecendo meio insegura e Louis estranha.
– Óbvio que eu vou, que pergunta é essa?
– Mike fazia isso... As vezes ele só queria transar, ai ele vinha e ia embora logo em seguida. – Louis sente seu corpo todo travar com a raiva que sentiu.
– Eu não acredito que você nunca me falou essas coisas... Mas saiba que eu não sou ele, ok? Vou cuidar de você, dormir abraçadinho e amanhã faço um café da manhã bem gostoso pra gente e a gente pode ficar o dia todo assistindo alguns filmes bobos que você gosta, o que acha? – Pergunta enquanto lava os cabelos dela e ela sorri genuinamente feliz concordando com a cabeça vezes demais.
– Você é incrível, não quero te perder nunca, Lou... – Diz e Louis sorri desligando o chuveiro e a puxa para um beijo gostoso e intenso.
– Você não vai.
Ele a pega no colo, leva para o quarto, seca todo o corpinho com calma, dando beijinhos em todas as marquinhas roxas que ele deixou, a veste com carinho e a deita na cama, desce as escadas para pegar uma garrafinha de água e volta para o quarto encontrando ela ja dormindo, sorri apaixonado e deita ao lado dela a puxando para deitar em seu peito e ela se ajeita mais, suspirando satisfeita e feliz e Louis faz o mesmo logo caindo no sono também.
Os dois sabem que uma nova parte da história deles acabou de começar e estão mais que preparados para o que vier.
you know what they say about us - parte I 🔗 one shot h!inter
Descrição: Harry Styles é a nova coisinha do presidío que, não importa onde passa, dá o que falar e atrai a atenção de absolutamente todos. Além de ter um rosto adorável, olhos verdinhos e cabelos de anjo, chama atenção pelo seu corpinho e pelo boato de ter supostamente uma buceta entre as pernas. Fazendo parte do grupo de um homem chamado Salvador, que Harry acreditava ser um dos homens mais poderosos e respeitados da prisão para conseguir proteção, não demora para Styles descobrir um rival do grupo ainda mais poderoso e antes escondido em uma das alas de segurança máxima: Louis Tomlinson, um homem perigoso, atraente e simplesmente irresistível que vira tudo de ponta cabeça e faz Harry enlouquecer, pois mesmo com todos os riscos, deseja mais do que tudo ter pelo menos uma casquinha da luxúria de estar sob os lençóis com o homem.
tag's: h!inter - cenas de inspeção - pequenas menções de violência - possessividade - louis dodói ameaça o harry um pouco - queimadura com cigarro - exibicionismo - voyeurismo - pequenas cenas envolvendo um pouco de CNC - talvez tenha outra coisa, mas agora não consigo lembrar
boa leitura! 🩶
Aquele era o horário em que os detentos do prédio D e F se encontravam no extenso pátio da penitenciária para tomar um banho de sol. Em diversas partes tinham grupos de homens conversando, treinando nas barras de ferro, jogando xadrez e até mesmo lendo a Bíblia.
Por algum milagre, aquele dia não estava nublado como os outros e os raios solares se espreitavam por entre as nuvens cinzentas do céu. E por isso que a figura adorável, Harry Styles, saiu do prédio de tijolos vermelhos com um sorriso iluminado usando o característico uniforme laranja berrante.
Assim que Harry tinha entrado no pátio, alguns olhares se voltaram para ele. O “garoto” tinha acabado de chegar e era basicamente o assunto do momento por ser um tipo de novidade que não estão acostumados a ver. Quer dizer, detentos novos estão sempre chegando e isso não é novidade nenhuma, mas nem um desses conseguiu ser tão interessante quanto Harry, uma figura tão atraente por si só.
Então claro que por Harry chamar tanta atenção por ser apenas ele mesmo com aquele rostinho adorável, olhos verdes grandes com cílios pretos extensos e a boquinha rosa com os dentes de coelho fofos, os outros homens mais agressivos e consideravelmente mais fortes que ele, também entediados pela falta de visitas ou companhia, tentariam tirar proveito disso com pelo menos algumas provocações na tentativa de passar o tempo.
Os homens se sentiam ainda mais tentados a provocá-lo quando descobriram que ele tinha uma cela apenas para ele. Claro que junto a essa sede por diversão, veio a curiosidade do porquê do garoto receber esse tratamento especial. E foi em um dia que alguns homens combinaram de encurralar o garoto para uma pequena diversão que descobriram o tentador motivo.
Harry como sempre tinha aproveitado os últimos minutos do almoço para ir tomar uma ducha rápida, onde um guarda supostamente deveria estar na porta vigiando e aguardando para cronometrar os dez minutos que tinha. Só que foi justo nesse momento em que Harry foi encurralado por um grupo de cinco homens, que o cercaram no banheiro contra a parede gelada de azulejos, flagrando pela primeira vez sua bucetinha entre as pernas.
Todos eles ficaram tão surpresos que não conseguiram se mover no primeiro momento, não tendo muita certeza de como deveriam reagir dali em diante. Mas bastou Harry dizer com um sorrisinho “por favor, não me machuquem. Eu faço qualquer coisa” caindo de joelhos sobre o chão molhado pela água do chuveiro ligado, aquele olhar cheio de intenções que servia como um claro convite, e eles logo souberam o que poderia ser feito.
E é um pouco óbvio que o que aconteceu naquele banheiro não permaneceu naquele banheiro e entre as pessoas envolvidas, logo se espalhando um comentário de que o novato de olhos muito verdes era “a nova putinha de qualidade” do presídio. Harry também não facilitava nenhum pouco. Na cela em que ficava ele fazia certa questão de tirar sem qualquer motivo aparente a calça laranja grande demais para ele, a bunda empinada na direção da grade fazendo um pequeno show para as celas no outro lado do corredor e até mesmo dos homens nas celas dos lados, que usavam espelhos para assistir também ao espetáculo – nesses dias coincidentemente ficavam pelo menos quatro guardas fazendo patrulhas somente naquele corredor, indo e voltando dando uma atenção especial para a cela de Styles.
Harry simplesmente adorava receber tanta atenção e ser considerado como um tipo de troféu ali dentro. Tanto adorava aquela atenção e gostava tanto de ser caridoso com os homens ali, que muitas vezes ia deitar para dormir sem a calça incômoda, ficando com as pernas abertas. Tinha vezes que ele fingia que já tinha caído no sono, fazendo questão de escutar todas as coisas pervertidas que aqueles homens falavam sobre si, enquanto sutilmente tocavam o próprio pau.
Nas últimas duas semanas Harry estava andando com um grupo em particular que tinha prometido “protegê-lo” em troca de uma pequena diversão com todos os seus membros de vez em quando. Fora que Harry também deveria agradar um ou dois dos guardas em suborno para conseguirem contrabandear algumas coisas para dentro e fora da prisão, precisando ser mais discreto que nunca em relação a isso.
Então, Harry estava no céu, porque aquilo não chegava de modo algum a ser um problema para ele. Harry adorava sexo em sua forma mais degradante e suja.
Isso só pro caso de não ter ficado claro.
— Que sorriso é esse? — Salvador, um cara enorme e chefe do grupo, perguntou quando Harry se aproximou deles e deu um pulinho para sentar na mesa junto a Steve – esse secretamente era um dos favoritos de Harry de todo o grupo.
— O dia está bonito. — Harry respondeu com um dar de ombros, aceitando de bom grado o cigarro que Steve, homem de cabelos pretos e olhos cinzentos, tirou dos lábios e ofereceu para ele dar uma tragada.
— Pra mim tá normal. — Terrance disse com a carranca de costume e o beiço confuso, quase infantil demais, mas que combinava com seu rosto idiota.
— É por causa do sol, imbecil. — Steve revirou os olhos, pegando o cigarro de volta, olhando em uma direção específica. — Olha lá quem apareceu na cerca, resolvendo dar as caras. — Comentou com a voz um pouco mais alta e todos procuravam a quem ele se referia, inclusive Harry.
Tinha um outro pátio um pouco menor que aquele em que estavam, por exemplo. Esse era um pouco mais protegido para evitar que os próprios outros detentos se misturassem com aqueles daquele outro lado da cerca.
O homem do qual eles estavam falando, apesar da distância, Harry conseguia identificar algumas diversas tatuagens que ele tinha nos braços, maçãs do rosto levemente ressaltadas – e Harry sempre teve um fraco por esse tipo, por isso ficou se esforçou um pouco mais para observar mais detalhes nele. Porém infelizmente não conseguiu enxergar mais nenhum detalhe interessante, só que ele tinha ambas as mãos nas grades das cercas, falando com pelo menos três detentos que tinham se aproximado pra conversar com ele, lhe passando um cigarro por um dos buracos.
— Caralho, nunca mais vi ele. — Harry ouviu um deles dizer surpreso, não fazia ideia de qual devia ser a droga de seu nome. — Eu até pensei que ele não saía mais, sabe?
— Claro que sai. — Salvador disse em um tom mais mal humorado que o de costume, e Harry logo quis saber o que tinha por trás daquilo. — Só fica pro outro lado do pátio. Soube que ele tem todo aquele pátio só para ele pelo menos uma vez por semana.
— E por quê? — Harry perguntou com interesse, vendo o momento que o tal homem tombou a cabeça para trás em uma risada, ao mesmo tempo que liberava a fumaça da nicotina.
— Boneca, ali fica os que estão na segurança máxima e pegaram pena máxima daqui, que é a perpétua. — Steve explicou naquele mesmo tom calmo e um tanto didático de sempre, pelo que Harry ouviu falar, ele já tinha sido professor em algum momento da vida. — Preferem separar a gente deles tanto pra organizar, quanto pra evitar rebelião ou que literalmente nos matem, ou a gente mate alguns deles. — Ele riu voltando a tragar o cigarro. — Às vezes acontece de alguns deles voltarem a ser transferidos pra esse lado, mas é muito raro.
— E eles não se matam por lá? — Harry voltou a perguntar, Steve virando o rosto para liberar a fumaça para o outro lado.
— Eles dividem bem os grupos por blocos de celas pra evitar isso. Se algum morre, é porque eles queriam que acontecesse por algum motivo. — Steve falou tranquilamente e aquilo fez algo em Harry estremecer um pouco. — Tommo tem o pátio só pra ele por causa do acordo que o advogado conseguiu. O cara antes de ser preso acumulou muito dinheiro... conseguiu tanto e acabou assim.
— Ele ainda tá melhor que a gente. — Salvador cuspiu no chão e Harry já tinha passado tempo o suficiente ao lado dele para saber o que aquilo significava. O assunto estava começando a irrita-lo, estava tocando em alguma ferida e muito em breve ele começaria a descontar em alguém.
Então, no final das contas, tinha um alguém ainda mais poderoso que Salvador ali dentro, e era claro que aquilo enfurecia Salvador. E por mais assustador que aquilo soasse, Harry meio que se sentiu excitado por todo o cenário e ideia da coisa.
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Tinha alguns dias da semana em que Harry trabalhava na lavanderia e aquele era um desses. Simplesmente detestava ficar separando todos aqueles uniformes fedidos e cuecas nojentas com manchas duvidosas, empurrando carrinhos pesados com pilhas e mais pilhas de roupa que não pareciam ter fim nunca.
Os dias de trabalho na lavanderia tendiam a serem chatos de tão repetitivos, mas uma novidade em particular fez com que algo no interior de Harry se revirasse em empolgação.
Todos os detentos que trabalhavam na lavanderia deveriam chegar pontualmente às 08:15 da manhã. Eles precisavam passar todos juntos por uma porta dupla bem protegida e essa porta só poderia ser aberta depois, quando todos fossem sair para o horário de almoço e em seguida voltarem para suas celas. Mas naquela manhã em especial, trinta minutos depois de todos já terem entrado e começado a trabalhar, ouviram o som alto e característico das portas sendo abertas e um detento com algemas nos pulsos e tornozelos entrar escoltado por dois guardas.
Harry no mesmo instante reconheceu ser o tal “Tommo” que os homens de seu grupo falaram sobre outro dia. Eles dois estavam há poucos passos de distância um do outro e foi fácil para Harry ver daquela vez que ele tinha olhos muito azuis, os cabelos raspados nas laterais com alguns fios grisalhos e uma barba curta de tom levemente ruivo. Algo ferveu em Harry quando percebeu que estava sendo tão observado por esse tanto quanto, sua empolgação murchando feito balão quando ele simplesmente parou.
— Hoje vocês trabalharão juntos. — Um dos guardas falou olhando para Harry, enquanto o outro tirava as algemas dele. — Styles, passe todas as atribuições de Tomlinson.
Harry não respondeu propriamente com palavras, assistindo o Tomlinson esfregar os pulsos quando se viu livre das algemas, caminhando alguns passos na sua direção.
Ele ficou parado na frente de Harry com um olhar que gritava “vamos logo nessa, me mostre o que eu tenho que fazer”. Fora que ele tinha aquele jeito de olhar um pouco intimidante, que fez Harry se apressar no que estava fazendo para conseguir lhe entregar logo as roupas separadas, indicando depois onde deveria levar e o que fazer.
Foi impossível para Harry não começar a se questionar do porque aquele homem estaria ali. Com certeza se tratava de algum acordo que o advogado conseguiu, para que por algum motivo o juntasse com os outros detentos e pudesse participar daqueles trabalhos idiotas na lavanderia, oficina, limpeza dos terraços ou cozinha. E muito curioso e disposto a saber porque, Harry aos poucos estava empurrando partes da timidez para de baixo do tapete, começando a preparar perguntas que poderia fazer a fim de saber um pouco sobre o homem de rosto interessante.
— E os carrinhos você traz pra cá. — Harry informou ao empurrar as portas duplas de uma sala, Tomlinson logo atrás de si empurrando um dos carrinhos ao qual se referia. Ele se virou a tempo de ver como Louis olhava com interesse na direção de uma outra porta que ficava sempre trancada e as grades da tubulação de ar. — Alguma dúvida? — Perguntou com intuito de chamar sua atenção, os olhos azuis logo voltando a pousar sobre si.
— Não.
Ele estava prestes a dar as costas e sair, quando Harry resolveu perguntar de uma vez por todas:
— Por que de repente trabalha aqui? — As palavras saíram de sua boca, antes mesmo que pudesse se impedir.
Harry assistiu Louis parar e voltar a se virar lentamente para olhá-lo, tendo aquele olhar e postura que o fazia pensar que poderia ser facilmente quebrado como uma coisinha por aquelas mãos rudes. Percebeu como ele ficou o olhando em silêncio por mais alguns segundos, como se quisesse ter certeza de que ele havia realmente feito aquela pergunta, naquele tom tão casual, para um homem como ele entre quatro paredes longe da vista dos guardas.
Tentando afastar um pouco aquele clima pesado e tenso no ar, Harry fez algo que sempre costumava fazer quando precisava amolecer o coração de qualquer um dos idiotas daquele lugar: o olhou de baixo com um beicinho sutil junto a um sorrisinho pequeno, piscando os olhos verdes lentamente.
Quase imediatamente Harry tinha como saber se o cara iria ceder aos seus encantos. Eles geralmente avançavam mais um passo, começavam a responder rapidamente quais fossem as suas perguntas, sempre arrumando algum jeito de tocá-lo. Porém Tomlinson permaneceu parado no mesmo lugar, o olhando daquele jeito indecifrável.
Até que respondeu:
— Por que eu falaria sobre qualquer coisa com uma putinha idiota do Salvador? — Perguntou em um tom cortante e um sorriso quase assustador, que fez Harry estremecer ao mesmo tempo que a buceta curiosamente fisgava.
— Então você me conhece. — Essa foi a única parte a qual Harry deu atenção, sorrindo com direito as covinhas estupidamente angelicais.
Harry viu Louis olhar na direção das portas antes de se voltar para si e começar a avançar na sua direção, fazendo-o se assustar começando a recuar vários passos até as costas baterem na parede e ele ser encurralado pelo maior e mais forte.
Os lábios de Harry se entreabriram na intenção de pedir por ajuda pela primeira vez desde que chegou ali, mas foi impedido com Louis agarrando suas bochechas com uma única mão, o obrigando a olhar em seus olhos com os rostos a poucos centímetros de distância.
— Eu não sei quais são suas intenções. Se está de algum jeito querendo agradar o fodido do seu chefinho buscando informações, ou se é só uma putinha do caralho que gosta de abrir as pernas para qualquer um desse lugar de merda. — Louis começou rouco, empurrando cada vez mais seu corpo contra a parede e Harry se sentindo muito perto de explodir. — Mas não vai rolar comigo, vadiazinha. Tô avisando desde agora: fica longe de mim, ou na próxima não vou ser mais tão bonzinho.
Harry tinha certeza de que Louis era capaz de senti-lo estremecer da cabeça aos pés, piscando os olhos verdes a cada palavra dita com mais intensidade contra seu rosto. Porém, quando Harry entreabriu os lábios parecendo ter a intenção de falar alguma coisa, a mão um pouco menor segurou o pulso do homem forte e nada além de um gemido escapou da sua boca rente ao rosto dele.
Por alguns segundos Harry foi observado pelo homem, que sem escrúpulos o deu uma olhada de cima a baixo, antes de largá-lo de repente e se afastar saindo da sala sem nem olhar para trás. E quando Harry foi deixado sozinho, se viu enfiando a mão na calça larga, a ponta dos dedos dedilhando os lábios da buceta e sentindo ali como estava encharcada.
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Ao contrário do que se pode imaginar, Harry não falou com Salvador ou qualquer um dos homens de seu grupo sobre o que aconteceu na lavanderia. Ainda mais quando descobriu que estava certo sobre o que tinha pensado e o que Steve tinha comentado brevemente outro dia, em relação a Tomlinson com certeza ter conseguido algum acordo e que por isso tinha sido colocado junto com outros detentos no prédio F – que ainda conseguia ter uns homens muito, muito assustadores.
Ou seja, deveria ter rolado mudanças no caso reaberto e a pena de Tomlinson provavelmente tinha sido diminuída.
Harry não conseguiu para de pensar no que aconteceu entre ele e Tomlinson na lavanderia nem por um instante. Seus pensamentos giravam em torno de como se sentiu tão assustado e com medo do que poderia acontecer, do que Tommo poderia fazer consigo... como esse medo que conseguia aflorar por todas as partes de seu corpo foi capaz de fazê-lo ficar tão excitado e molhado.
O garoto insaciável ainda lembrava com perfeição de como foi ter o corpo preso com tamanha força contra aquela parede, a sensação incrível da mão forte agarrando suas bochechas como se ele não passasse de uma coisinha. Só a lembrança desse momento era capaz de fazer algo dentro de Harry se revirar em excitação, e ele ainda chegava a ofegar tolamente de um jeito um tanto desesperado.
Agora que Tomlinson estava frequentando o mesmo pátio que os presos do prédio D, era um pouco óbvio que o comentário estava rolando solto e chegava a ser surpreendente como bastava Louis – Harry finalmente tinha descoberto seu primeiro nome – passar para que muitos abaixassem a cabeça. Por medo de conflitos ou respeito? Harry não saberia dizer. Mas era inegável o fato de que aquilo conseguia ser no mínimo excitante de se assistir.
Dentre esses vários comentários sobre Louis, um em específico feito por um cara que Harry costumava conversar, foi capaz de fazê-lo se sentir quente e levemente enciumado ao mesmo tempo em mais pura inveja.
“O Tommo não fode qualquer um igual esses idiotas, desesperados por qualquer buraco” comentou fazendo um gesto vago com a mão que segurava um cigarro acesso, se referindo aos outros homens no pátio “Ele quem escolhe... e fode muito, muito bem”. Disse com um sorrisinho nos lábios, fechando os olhos por um momento como se estivesse se deleitando com alguma lembrança específica.
“Você já esteve com ele” Harry não perguntou, o seu tom soou mais como uma afirmação. O cara, chamado Kyle, assentiu ainda com aquela droga de sorriso no rosto, liberando a fumaça da nicotina no rosto de Harry.
“Ah sim... mas já faz um tempo que rolou” aquele sorriso sumiu de seu rosto, dando lugar a uma pequena carranca, ficando de pé pronto para se afastar “É decepcionante que ele só me quis uma vez e nunca mais. Filho da puta, não? Mas um homem como ele pode ser”.
Porra, Harry não lembrava de um dia ter se sentido tão tentado e desesperado para ser fodido por um alguém específico antes.
Quando Louis estava por perto, Harry não se continha em ficar olhando para ele, observando suas mãos fortes e os braços tatuados com algumas cicatrizes, essas se possível deixando ele ainda mais atraente. Harry então imaginava cenários onde era apertado e segurado com força por aquelas mãos, ou chupava aqueles dedos grossos e tatuados só porque podia fazê-lo.
Era difícil porque Harry também precisava tomar certo cuidado para que Salvador e seus homens não percebessem nenhum desses momentos “suspeitos”, ou ele iria acabar se complicando muito, tendo que explicar quais eram suas intenções em olhar daquele jeito para um dos principais rivais do líder de seu grupo.
A prisão era sem dúvidas uma merda. Harry sempre gostou muito de sexo e o que tornava seus dias ali toleráveis, eram as fodas rápidas e desajeitadas nos chuveiros e às vezes na lavanderia, quando era o turno de “guardas amigos” que gostavam de assistir Harry ser compartilhado por um grupo de pelo menos cinco homens. Não tinha como negar que muitos deles conseguiam ser decepcionantes e Harry não se sentia nem perto de gozar. Mas também tinha alguns que pareciam verdadeiramente dedicados em tentar fazer Harry se sentir bem e só aquelas pequenas demonstrações de que estavam tentando ser prestativos, eram capazes de fazê-lo se sentir pelo menos um pouquinho satisfeito.
Mas acontece que só aquela migalha da agressividade que Louis tinha o mostrado, tinha sido o suficiente para deixar Harry embriagado e querendo experimentar o que ele realmente tinha a oferecer. Então quando Harry estava sendo fodido por algum dos caras, sempre dava um jeitinho de ficar por cima e literalmente usar seus paus, os olhos fechados enquanto se colocava a imaginar que na verdade se tratava de Tomlinson o forçando a se foder forte em seu pau.
Antes que Harry pudesse se conter, se via alcançando uma das mãos do cara com quem estava fodendo, a levando até seu rosto e indicando silenciosamente que deveriam apertar suas bochechas, exatamente como Louis tinha feito. Os caras nunca questionavam quando Harry os colocava para fazer determinadas coisas, ocupados demais em gemer prazerosos com a buceta de Harry os apertando com tamanha força, conforme subia e descia por todo o membro.
Talvez Harry estivesse enlouquecendo por de repente se sentir tão atraído e obcecado por um homem claramente perigoso. Ele mesmo não era capaz de entender quais eram as suas motivações. Seria por que pela primeira vez sentiu prazer com o medo? Seriam os comentários sobre Louis supostamente foder bem pra caralho e Harry estar em um tipo de abstinência por uma foda incrível de verdade? Ou seria o simples fato de que ele sempre teve a tendência a se atrair por tudo que supostamente poderia destruí-lo?
Todas as opções poderiam estar certas.
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Ao longo da semana Harry tentou de muitas maneiras chamar a atenção de Louis e fazê-lo sentir pelo menos um pingo de interesse por si, até que finalmente fosse um de seus escolhidos.
Porém nada parecia adiantar e Harry sentia todas as suas opções se esgotarem.
Todas as dicas silenciosas como trocas de olhares e sorrisos provocativos não surtiram efeito algum, Louis simplesmente o ignorava. Harry chegou ao ponto de apelar a um dos homens na lavanderia ou nos chuveiros, quando Louis estava por perto, gemendo e se esforçando muito em fazer com que eles gozassem rápido com suas reboladas dedicadas, tentando fazer com que isso fosse prova o suficiente para Tomlinson “Veja! Por favor, veja como eu sou bom. Me escolhe”.
Mas não adiantava e Harry ficava cada vez mais frustrado, tendo dias que seu mau humor era tão extremo, que se recusava a permitir que qualquer um dos homens o tocassem. E se Harry estava batendo o pé e os afastando com tamanha agressividade, era porque realmente havia algo de errado, afinal aquilo era novidade para uma putinha como ele.
E Harry tinha a impressão que quando o seu humor estava para baixo por causa daquela situação, Louis parecia saber perfeitamente bem o que estava acontecendo, pois era justo nesses momentos que resolvia falar brevemente com ele.
— Algum problema? Por que a gente tem que terminar isso aqui logo. — Louis disse naquela manhã de trabalho na lavanderia com o mesmo tom impaciente de costume, fazendo Harry despertar dos pensamentos.
— Não, nenhum. — Harry respondeu piscando os olhos algumas vezes, um beicinho nos lábios rosinha, seguindo logo atrás de Louis empurrando um carrinho cheio de roupas.
— Por que não tá se jogando em cima desses caras, como sempre faz? — Louis perguntou quando novamente estavam naquela sala mais fechada, se recostando na parede tirando uma maço de cigarros presa no elástico da calça. — Salvador deixou a putinha de castigo?
— Não. — Harry tinha um tom baixinho, observando com os olhos brilhantes ele levar um cigarro ao lábios e acendê-lo em meio a uma tragada. — Por que ele deixaria? — Sua pergunta fez Louis rir pela primeira vez, enquanto liberava a fumaça de nicotina.
— Bom, porque eu no lugar dele, se soubesse que minha puta anda por aí dando em cima de um cara que não gosto nenhum pouco, não pensaria duas vezes antes de punir ela do jeito certo. — Louis falou aquilo usando certo tom, que dava espaço para um duplo sentido em sua frase, fazendo Harry se mover com certa inquietação sobre os pés.
— E o que você faria? — Harry perguntou em um fio de voz, engolindo em seco quando Louis se aproximou de onde ele estava. Louis parou por um momento, o dando uma olhada de cima com aqueles olhos muito azuis e intimidantes, Harry não fazendo questão de virar o rosto quando ele soprou a fumaça da nicotina em sua direção.
— Daria uma boa surra na frente dos meus homens e ainda tiraria aquilo que tanto gosta de ter. — Harry ofegou um pouco quando ele chegou ainda mais perto, os lábios perto de sua orelha. — Uma boa foda... Não teria permissão de foder com ninguém, muito menos comigo até que aprendesse a lição. E se eu ao menos imaginasse que tinha se tocado sozinho, faria ainda pior e com mais força.
Mais uma vez, Harry sentiu o exato momento em que vazou lubrificação de sua buceta pela excitação. Tentou ser muito discreto quando apertou as pernas uma contra a outra, mas um ofegar ainda escapou de seus lábios gordinhos ficando mais que claro como tinha o afetado.
Louis o olhou de cima a baixo com um sorriso cretino, a cabeça balançando em negação algumas vezes, como se não fosse capaz de acreditar.
— Mas no final das contas, isso não seria o bastante pra você, huh? Consegue ficar excitado só de pensar nisso, a vadiazinha.
Na mesma hora a porta foi aberta por um dos guardas, que de modo grosseiro mandou que saíssem dali e voltassem imediatamente ao trabalho, dizendo que era melhor Louis jogar aquele cigarro fora, antes que fizesse alguma coisa. Harry não ouviu muito mais, nem se dando ao trabalho de dar atenção ao que ele dizia, pois a cabeça ainda estava dando voltas e voltas com as últimas palavras de Tomlinson e ainda mais por ele ter as dito tão perto de si.
Depois que o guarda reclamou que os dois estavam a tempo demais na sala, provavelmente imaginando que ou estavam tramando uma coisa ou apenas tentando escapar daquele trabalho ridículo, eles saíram juntos com a intenção de voltarem com o que tinham que fazer.
O coração de Harry ainda estava acelerado, a mente ainda tentando entender e digerir o que tinha acabado de acontecer, a buceta molhada e levemente pegajosa servindo como um lembrete eficaz do poder que Louis conseguia ter facilmente sobre ele. Era facilmente perceptível como Harry estava um pouco fora de órbita, não sendo capaz de se concentrar 100% no que tinha que fazer.
Foi quando Harry sozinho precisou levar um saco de roupas até uma parte em específico da lavanderia que ficava um pouco distante dos outros que um problema aconteceu.
Ele entrou lá dentro e deixou a porta aberta, não fazendo a menor ideia de que tinha outro alguém ali, Só soube que tinha companhia quando ouviu o barulho da porta sendo fechada, se virando para encontrar um guarda desagradável que sabia se chamar Jimmy.
— Styles. — Jimmy falou com um cigarro aceso entre os dedos, dando uma olhada em Harry de cima a baixo.
— Jimmy. — Harry cumprimentou de volta em um suspiro, não se sentindo nenhum pouco a fim de lidar com aquela merda. Todos os seus encontros com Jimmy conseguiam ser extremamente cansativos de se lidar.
— Senhor Jimmy pra você, Styles. — Falou naquele tom nojento de tão prepotente, enquanto se aproximava cada vez mais de Harry, que precisou fazer um esforço dos infernos para não revirar os olhos na sua cara e ter que passar mais tempo lidando com aquilo. — Lembra do que eu disse? Eu não sou seu amigo, muito menos somos coleguinhas. Aqui nesse buraco, estou acima de você e você como uma coisinha me deve respeito.
— Sim, o senhor Jimmy tem toda razão. — Harry disse rapidamente, querendo fugir daquilo o quanto antes. — Se me der licença agora, preciso voltar pro trabalho. Acabaram de chamar minha atenção.
Harry tentou avançar para desviar dele e ir na direção da porta, mas foi impedido quando o guarda se moveu ao mesmo tempo para ficar na sua frente. Não demorou muito para entender o que ele estava tentando fazer e não tentou ir embora novamente, ao invés disso recuando um passo e ficando parado, esperando que ele dissesse de uma vez por todas qual era a sua intenção.
Jimmy deu uma última tragada no cigarro antes de jogá-lo no chão e pisar em cima, enfiando ambas as mãos nos bolsos frontais da calça, observando Harry por completo.
— Não é novidade para nenhum aqui o quanto você consegue ser bem nojento transando com muitos desses imbecis aqui dentro. Eu nem preciso dizer o quanto isso é uma atitude de merda e desesperada, mas eu meio que te entendendo. — Ele falava lentamente, começando a andar em volta de Harry em uma clara tentativa de amedrontá-lo. — Antes de vir pra cá era a única coisa que sabia fazer e, além disso, teria ficado atolado em um monte de merda com cada uma dessas gangues se não tivesse se prestado a ser uma putinha.
— O que você quer? — Harry perguntou, não fazendo mais tanta questão de esconder sua irritação.
— Apesar de não ter gostado do seu tom, posso responder isso. — Ele parou de andar bem atrás de Harry, os lábios perto de seu pescoço. O rosto de Harry se franziu em uma careta ao sentir seu cheiro desagradável. — Quero saber se os comentários são verdade. Se realmente tem uma buceta aí embaixo.
— Não. — Harry respondeu de imediato, cruzando os braços contra o corpo em uma reação quase defensiva.
— O que disse? — O homem voltou a dar uma volta, até estar na frente de Harry novamente, uma confusão aparente nas linhas do rosto.
— Eu disse que não. — Aquela foi a vez de Harry em dar uma olhada de cima a baixo nele, com o olhar mais desprezível que conseguia carregar. — Não vou te mostrar porra nenhuma e muito menos fazer qualquer coisa por você, só pro caso de ter a intenção de pedir algo.
— Faz isso com todos aqui. — Ele começou a desafivelar o cinto e Harry balançou a cabeça em negação, voltando a repetir não ao que se afastava. — Não vai me dizer que tem uma conduta pessoal que o impede de fazer isso com policiais?
— Eu faço isso com quem eu quero e eu não tô afim com você. Eu já falei não. — Harry o empurrou e isso não o impediu de se aproximar mais uma vez, prensando Harry contra uma mesa de inox. — Não! Eu disse não!
Harry gritou e deu uma joelhada em sua virilha com toda a força que conseguiu, ao mesmo tempo que fincava as unhas curtas em seu rosto, fazendo ali um arranhão feio. Com o coração acelerado no peito e a respiração descontrolada, Harry ficou parado assistindo ele grunhir com dor, ambas as mãos no local onde tinha sido atingido.
Harry viu o momento em que ele ergueu a cabeça para olhá-lo com aquele ódio refletido em seus olhos muito escuros, ao mesmo tempo que apertava um botão de emergência do rádio na cintura, gritando algum código específico.
Sabendo exatamente o que aquilo significava, Harry já se aproximou da parede mais próxima e colocou ambas as mãos ali, ouvindo atrás de si o policial grunhir “A vadia vai pagar caro. Eu vou fazer o que eu puder pra foder sua vida aqui dentro”.
E Harry sabia que ele tentaria mesmo.
Outros guardas chegaram e algemaram as mãos de Harry atrás das costas com violência, perguntando com grosseria se ele estava calminho ou tentaria mais alguma gracinha. Harry precisou repetir muitas vezes que estava tranquilo, enquanto era levado na frente de todos até a solitária de seu prédio, ouvindo atrás de si Jimmy gritar que ele tinha simplesmente resolvido de repente pegar sua arma.
Agora, como ele explicaria o cinto desfivelado e a calça desabotoada, Harry estava ardendo em curiosidade de saber. Mas era um pouco óbvio que naquela situação, Harry seria o único a se foder completamente, porque os caras enfardados com suas arminhas e distintivos sempre iriam proteger uns aos outros em absolutamente todas as situações, por mais suspeitas que essas fossem.
Harry, que desde o começo teve um comportamento consideravelmente tranquilo e nunca deu quaisquer dificuldade para qualquer guarda daquela prisão, precisou ficar três dias na solitária respondendo por agredir um policial em consequência de tentar roubar sua arma por um motivo misterioso.
Os três dias na solitária foram longos e terríveis. Harry sempre imaginou que não faria tanta diferença assim, já que todos os dias se encontravam preso em uma cela idiota e quando saía não tinha tanta liberdade assim. Mas a solitária provou com perfeição a sua terrível fama para com Harry, que sofreu muito em seus três dias ali.
No quarto dia, de manhã bem cedo, Harry foi tirado por um guarda e levado até sua cela em que ficava desde que chegou. Harry nunca imaginou que chegaria um dia em que sentiria saudades daquela cela e olha ali ele feliz em estar novamente naquele lugarzinho terrível. Porém, a felicidade de Harry não durou muito.
“Junte suas coisas. Você foi transferido de cela e prédio.”
Parece que o senhor Jimmy realmente falava sério com aquele papo rancoroso de que iria foder com a vida de Harry, só porque não abaixou a cabeça aos seus caprichos nojentos. Harry, que reconhecia os seus privilégios de ter uma cela exclusiva, estava um pouco apavorado com a ideia de ser colocado em uma cela junto a alguém, ainda mais em outro prédio onde não conhecia ninguém.
Então imaginem como ele se sentiu muito perto de ter um treco e cair para trás quando soube que tinha sido considerado “perigoso o suficiente” para o colocarem no prédio F. Aproveitem e imaginem também sua surpresa quando, andando pelo corredor e sendo provocado com assobios e gritos pelos detentos em suas celas, os dois guardas junto a ele pararam bem em frente a cela de Tomlinson.
— Conseguiram um colega de quarto pra você, Tomlinson. — Um dos guardas junto a Harry falou em tom de provocação, enquanto o outro se certificava de que Louis ficaria parado no canto da cela e não tentaria nada. — Te desafiaram a tentar não matar esse.
Harry engoliu em seco tendo as algemas tiradas, tendo a impressão que aquele era o motivo de Louis nunca ter tido alguém para dividir cela nos últimos anos. Lembrou do que Steve o disse, que se alguém aparecia morto, era porque queriam que isso acontecesse e ele coincidentemente tinha sido mandado para aquela maldita cela.
E ele ainda tinha passado as últimas semanas provocando e ultrapassando a linha com aquele homem, tentando fazê-lo finalmente pensar que definitivamente precisava fodê-lo, todas as vezes invadindo seu espaço pessoal mesmo com as ameaças. Louis meio que tinha motivos o suficiente para sufocá-lo no meio da noite, só por tê-lo tirado do sério e o enchido o saco por todos aqueles dias.
Harry quis chorar. Apesar de não parecer, ele ainda tinha amor à vida e realmente não podia acreditar que iria morrer daquele jeito por ter reagido a uma tentativa de abuso.
— Se divirtam! — Um dos guardas gritou, rindo junto ao outro conforme se afastavam depois da cela ter sido trancada.
Harry continuou parado de costas para Louis com as mãos na cela, do mesmo jeito que tinha sido deixado pelo guarda, em claro medo de enfrentar o que vinha pela frente. Acabou ouvindo os passos de Louis atrás de si e congelou em medo, franzindo o cenho em confusão ao ouvir o ranger da beliche e se virar um pouquinho, vendo pelo canto do olho ele subir e deitar de costas, olhando para o teto em silêncio.
O garoto não se impediu de suspirar silenciosamente em alívio, sentando na beliche de baixo causando mais um ranger, olhando para as próprias coisas em uma bolsa branca ridícula no chão perto das grades. Harry definitivamente não tinha cabeça para arrumar aquilo naquele momento, puxando a bolsa junto ao travesseiro para a cama e se deitando por um momento com o rosto enfiado no colchão duro, começando a chorar.
Ele não sabia porque, mas sabia que o choro definitivamente não era de tristeza. Parecia algo mais intenso. Raiva.
Harry estava chorando de raiva. E ele garantiu de não fazer barulho algum para não incomodar o novo colega, que coincidentemente, era o homem mais temido e perigoso de todo aquele lugar.
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Agora Harry não estava mais no prédio D e não tinha mais como ser 100% protegido por Salvador e seus homens, ainda mais quando ele tinha perdido o direito de ter uma cela exclusiva para si. Ao mesmo tempo que Harry estava tentando digerir o que tinha quase acontecido entre ele e Jimmy, tentava pensar também o que deveria fazer para garantir que nada de ruim lhe aconteceria.
A coisa mais lógica a se fazer sempre é recorrer para o homem mais forte e poderoso do lugar. Harry tinha feito isso no começo, recorrendo a Salvador e se prontificando em fazer tudo que ele ou seus homens lhe pedissem, descobrindo um pouco depois que na verdade Louis era aquele que estava acima de tudo e todos ali. Mas ele aparentemente não tinha perdido nada ao deixar passar essa informação, já que Louis parecia ser muito crítico nas pessoas que escolhia para manter ao seu lado.
Já fazia quase dois dias que Harry estava dividindo uma cela com Louis e ele em momento algum falou consigo ou pelo menos o olhou – essa última parte chegava até ser um absurdo porque era tecnicamente impossível manter os olhos longe de Styles por muito tempo.
Quando Harry voltou a se reunir com os outros presos em um horário de almoço, sentou sozinho em uma das mesas ao fundo por estar muito ocupado pensando em qual deveria ser seu próximo passo. Em meio a isso ele viu Salvador e seus homens se aproximaram em grupo de onde ele estava, já imaginando que boa coisa não podia ser.
Os homens sentaram diferentes lugares na mesa, Salvador fazendo certa questão de sentar logo ao seu lado com aquela carranca costumeira no rosto.
— Então agora você divide cela com aquele puto. — Foi literalmente a primeira coisa que Salvador falou em quase quatro dias sem vê-lo.
Harry, já sem muita paciência mediante a situação um pouco complicada em que se encontrava, largou a colher sobre a bandeja com um barulho e olhou para ele com uma expressão azeda.
— O que quer com essa pergunta? Acha que eu tive voz ativa e decidi dividir cela justo com o cara que você não gosta? — Perguntou com um mau-humor aparente na voz e na feição, engolindo em seco quando ele segurou seu rosto com força usando apenas uma das mãos.
— Muito cuidado com a maneira que fala comigo, Harry. — Salvador grunhiu rente ao seu rosto, apertando-o cada vez mais na frente daqueles homens que permaneceram assistindo tudo em silêncio. — Não me faça te lembrar da sua posição nesse grupo. E também... — Aproximou os lábios de sua orelha e Harry fechou os olhos para que ninguém o visse os revirando. — Eu sei muito bem o tipo de puta que estou mantendo do meu lado e sei exatamente o que anda acontecendo entre você e Tommo. Ou você acha que eu sou um tipo de idiota que não sei o que se passa? Por isso toma muito, muito cuidado com o que você vai fazer e do lado de quem vai ficar.
Harry engoliu em seco, mas ainda se esforçou para manter-se firme, ainda mais quando ele voltou a afastar o rosto um pouco para que olhassem nos olhos um do outro.
— Entendeu bem o que eu disse? — Salvador perguntou com firmeza e Harry se desvencilhou do seu toque da melhor maneira que pôde, se voltando para a comida na bandeja a sua frente.
— Sim, chefinho. — Disse se contendo muito para não deixar claro seu tom irônico.
Harry olhou para o outro lado do refeitório e seus olhos pararam justamente sobre Louis e seus dois homens em uma única mesa. Louis já estava o observando de uma maneira indecifrável, enquanto falava algo para Norman, um homem que era seu braço direito e com traços muito semelhantes aos seus, olhos azuis e cabelos um pouco longos, esse também o observando.
Foi então um pouco mais tarde quando Harry foi tomar uma ducha, que coincidentemente ele acabou encontrando tanto Louis quanto Norman nos chuveiros e dentre outros presos do prédio F.
Como já estava fazendo nos últimos dias que tinha saído da solitária, se direcionou automaticamente para os chuveiros que ficavam no final do extenso banheiro a fim de não chamar atenção. O que, claro, não adiantava nada quando ele passava e os homens gritavam algumas provocações na tentativa de atraí-lo para fazerem alguma coisa. Ainda assim, Harry se mantinha quieto e entrava de baixo do chuveiro com água morna, sentindo a água molhar seus cabelos longos aos poucos e deslizar ao longo de seu corpo.
Mesmo com os olhos fechados e se concentrando em relaxar os músculos sob a água que milagrosamente se encontrava em uma temperatura perfeita, Harry soube o exato momento em que alguém se aproximou de onde ele estava e ligou o chuveiro logo ao lado do seu.
— Eu não quero uma rapidinha com você. Não, eu não me senti atraído por você. E eu sei, eu faço com todos, mas eu só faço com quem eu quero e eu não quero você. — Harry já começou dizendo com os olhos fechados, passando os dedos pelos cabelos molhados para desembaraçar os fios longos, conforme a água caía sobre sua cabeça.
— Pelo visto você não tá pra papo hoje. — Harry ouviu aquela voz rouca familiar e quase imediatamente saiu do jato só chuveiro e passou a mão no rosto molhado, olhando para Louis que passava a mão pelo peitoral para tirar o sabote. — Meu colega vai ficar um pouco chateado com isso.
— Do que está falando? — Harry perguntou interessado e Louis se virou na sua direção, o garoto não resistindo em dar nele uma boa olhada de cima abaixo e percebendo que ele já estava com o início de uma ereção. E daquele jeito o pau já tinha um tamanho bem generoso.
Harry gostou de imaginar que Louis tinha ficado daquele jeito por sua causa, mesmo sem ter certeza de nada.
— Ei. — Louis passou o dedo indicador sob seu queixo e o fez olhar para cima, usando dois dedos para apontar para os próprios olhos. — Meus olhos estão bem aqui.
— Sim, senhor. — Harry tinha um tom quase provocativo piscando os grandes olhos verdes e Louis precisou fazer certo esforço para não demonstrar como se afetou ridiculamente fácil.
— Prestando atenção? — Louis perguntou cortante e Harry balançou a cabeça em afirmação imediatamente. — Um dos meus homens, Norman, está interessado em você. Interessado em ver exatamente como você é. — A última parte ele disse olhando exatamente para aquela região entre as pernas de Harry, que tinha alguns pelos no monte de vênus pelo tempo que não se depilava e conseguia soar tão atrativa.
— Só o Norman tá interessado? — Harry perguntou sem ser capaz de conter o pequeno beicinho, avançando um pequeno passo na direção dele. Diante da expressão séria no rosto dele e a falta de resposta, aquele biquinho ficou ainda maior nos lábios dele e ele juntou as mãos na frente do corpo com um pequeno dar de ombros. — O que ele quer exatamente?
— Não sei, não perguntei. — Louis deu de ombros, apoiando uma das mãos na parede. — Só disse que tá interessado em ver. Por quê essa preocupação? De repente a putinha ficou com medo do Salvador? — Tinha um sorrisinho nos lábios e de repente parecia que ele estava genuinamente interessado.
— Ao que parece, ele andou sabendo de algumas coisas sobre mim em relação a você. — Harry comentou se recostando na parede gelada, sentindo as borboletas darem cambalhotas em seu estômago quando Louis se aproximou mais e quase o encurralou ali. — E-Então ele meio que- que me ameaçou. — Harry corou pela maneira que soou tão falho e desesperado pela pequena proximidade, se esforçando muito para ignorar os comentários altos dos outros presos os observando.
— É mesmo? E o que ele ficou sabendo pra ter ficado tão irritado? — Louis tinha um tom dissimulado que só serviu para deixar Harry ainda mais excitado. — Porque, pelo que eu lembre, nada nunca aconteceu entre nós. E como eu já devo ter demonstrado, eu nunca foderia com uma putinha imunda dele.
Aquele tom frio e as palavras humilhantes pareciam servir como um estimulante eficaz para deixar Harry além do nível de excitado. Ele nem mesmo fazia questão de disfarçar o seu estado, mordendo um pouco o lábio inferior e levando uma das mãos até a bucetinha, apenas para deixá-la ali.
Harry piscou os olhos algumas vezes e fez um pequeno esforço para despertar dos pensamentos quando Louis pigarreou, demonstrando que ainda esperava por sua resposta.
— Ficou sabendo que eu... que tenho deixado a entender que eu quero você. Que eu quero que você me foda. — Harry explicou se sentindo um pouco tímido, olhando por um momento para baixo.
— Você é mesmo uma vagabunda, não é? — Louis perguntou baixinho, se aproximando um pouco mais com seus rostos ficando a centímetros um do outro. Daquele jeito, bastava somente um impulso para que seus lábios se juntassem, mas Harry ainda não se sentia descontrolado o suficiente para uma atitude impensada dessa. — É uma putinha desesperada por pau, Styles? O pau de todos aqueles homens de Salvador todos os dias não é o suficiente pra você? Responda. — Exigiu um pouco mais duro e Harry engoliu em seco, piscando os olhos algumas vezes.
— Não. — Respondeu em um fio de voz e Louis franziu o cenho, balançando a cabeça em negação.
— Não o quê? Não te entendi.
— N-Não... o pau deles não é o suficiente. — Harry respondeu obedientemente, tendo aquela mão entre as pernas sendo observada com certo divertimento pelo mais velho.
— O que foi? Essa merda te deixou excitado de verdade? — Louis ainda olhava para a sua mão entre as pernas e Harry balançou a cabeça em afirmação muitas vezes. — Puta merda. — Louis riu segurando o pulso de Harry e puxando sua mão para próximo de seu rosto, vendo ali a lubrificação de Harry na ponta dos dedos trêmulos. — Porra, você é muito sujo... que tipo de merda não deve te excitar de verdade, huh? Salvador e os homens dele devem ter muito trabalho com você.
Então ele de repente soltou o pulso de Harry e começou a se afastar, com certeza fazendo um tipo de missão pessoal em ignorar o quanto o próprio pau estava duro em consequência daquele pequeno momento entre os dois.
Se dando conta de como ele estava cada vez mais distante, em um ato desesperado Harry disse em voz alta.
— Eu faço! Eu mostro pro Norman. — Isso fez Louis parar e se virar na sua direção quando já estava junto a Norman no outro lado.
Louis não disse nada, se afastando para sair da área dos chuveiros, enquanto Norman o dava uma olhada de cima a baixo com um sorriso discreto nos lábios, também se retirando logo em seguida em um silêncio.
Mas ainda assim, Harry sabia que aquilo não era tudo. Não tinha acabado.
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Harry tinha razão, ainda não tinha acabado. E soube daquilo com total certeza em um dia de trabalho na lavanderia com Louis e Norman, vendo o momento que Norman entregou algo para um dos guardas e fez um gesto indicando que Harry deveria segui-lo até uma das portas.
Estar naquela prisão com todos aqueles homens decepcionantes já fez Harry imaginar que estar com Norman não seria grande coisa. Que ele seria só mais um desesperado demais para adiantar o processo e ir direto ao ponto da coisa em si.
Mas Harry começou se surpreendendo um pouco ao ver que ali também estava Louis, que antes tinha se mostrado totalmente desinteressado naquilo que Norman tinha colocado tanta expectativa. Encontrá-lo naquela sala fez com que automaticamente uma parte de Harry acendesse em excitação.
Aquela podia ser sua chance de mostrar para Louis que ele podia ser muito, muito bom e que valia a pena pegá-lo e tê-lo para si. Quem não iria querer?
Sem Norman nem mesmo pedir, Harry se apressou em tirar a calça e a deixou em um canto, erguendo um pouco as sobrancelhas em surpresa quando ele indicou que tirasse a camisa também – infelizmente os homens dali com quem Harry tinha casos geralmente não tendiam a pedir aquilo com frequência.
Assim que Harry obedeceu e estava completamente exposto, livre de qualquer peça de roupa em seu corpo, Norman se aproximou um pouco mais e deslizou as mãos lentamente pelas curvas de sua cintura e bunda, as mãos fortes apertando a carne macia ali por um momento. Os lábios de Harry se pressionaram um no outro para conter qualquer som prazeroso, se assustando quando de repente foi colocado para virar de costas.
— Alguma vez aqui já te foderam por trás? — Pela primeira vez ouviu a voz de Norman, no mesmo momento as mãos dele puxando sua bunda para os lados e expondo seu buraco apertado.
Harry apoiou as mãos em uma das enormes máquina de lavar que estava quebrada, os olhos um pouco arregalados com a sensação do hálito quente dele batendo contra sua intimidade por tamanha proximidade.
— Não. — Harry respondeu, mesmo que confuso pela pergunta, arfando e apertando os dedos na beirada da máquina quando sentiu ele de repente pressionou a ponta de um dos dedos em sua buceta.
— E você me deixaria colocar o pau aqui? — Norman perguntou, pressionando o que parecia ser o polegar sobre seu cuzinho e Harry engoliu em seco, balançando a cabeça em afirmação ao mesmo tempo que dizia “sim”.
E tudo isso para tentar agradar Louis, que assistia tudo encostado em uma parede, fumando um cigarro aceso entre os dedos grossos.
Norman o fez arrumar a postura e voltar a se virar para ficar de frente para ele, as mãos começando a apertar seus peitinhos e os dedos esfregarem seus mamilos sensíveis. No mesmo instante Harry não conteve um lindo gemido, os olhos fechados com a cabeça pendendo para trás.
Harry não resistiu e colocou uma das mãos sobre a dele, o incentivando a continuar e fazer mais, enquanto sua atitude era observada por um Louis silencioso. Ele sempre foi muito sensível e facilmente estimulado nos mamilos. Poucos, quase nenhum daqueles caras, se mostrava interessado em brincar pelo menos um pouco com eles.
E então, Norman simplesmente apertou um deles com a intenção de fazer mais volume em sua mão, em seguida começando a chupar o mamilo arrebitado com tanta vontade ao que esfregava a língua quente, que um soluço surpreso escapou dos lábios de Harry e os dedos automaticamente agarraram os cabelos da parte de trás da sua cabeça. Era perfeitamente fácil de se deduzir que Harry adorava aquela merda e que parecia muito feliz de estar recebendo aquele pequeno tratamento. Da boquinha aberta não paravam de sair gemidinhos, as costas se arqueando em prazer, descontando toda aquela sensação em puxar os fios do cabelo longo de Norman.
— Você gosta? — Norman perguntou baixinho e rouco rente ao seu peito, um sorriso sacana nos lábios finos, voltando a chupar seus mamilos para soltá-los com um barulhinho estalado.
— Sim. — Harry balançou a cabeça, sentindo as mãos de Norman agarrarem sua bunda e o levantar para colocá-lo sentado sobre a máquina de lavar gelada.
Norman voltou a mamar em seu peitinho causando mais sons molhados e estalados, fazendo Harry enlouquecer porque pela primeira vez estava sendo estimulado e tendo a buceta negligenciada pela falta de atenção, o que conseguia deixá-lo ainda mais molhado.
Com os olhos fechados, Harry ouviu os passos de Louis se aproximando de onde ele estava e ainda assim Norman não parou o que fazia, os olhos azuis claros o observando de baixo. Harry abriu os olhos para conseguir ver Louis, gemendo feito uma puta olhando para ele, enquanto outro brincava com seus peitinhos sem parar.
A mão forte de Louis voltou a agarrar suas bochechas daquele mesmo jeitinho que tinha feito na primeira vez em que conversaram, e Harry quis derreter com aquele toque e a proximidade de seus rostos.
— Você quer que eu te foda nessa sua buceta? — Louis perguntou em um grunhido, liberando a fumaça da nicotina em seu rosto, vendo Harry assentir desesperadinho. — Vai precisar fazer por onde, mostrar que merece isso. E eu só gosto de bucetas apertadas, Harry... você acha que sua buceta é apertada o suficiente para mim?
— Sim! Ela é, eu juro! — Harry não refletiu muito sobre suas ações quando puxou o braço de Louis e levou a grande mão até sua buceta, pressionando a ponta dos dedos dele ali. — V-Veja, veja você mesmo.
Estava sendo um pouco difícil para Harry pensar coerentemente, Norman não dando nenhuma pausa nas sucções insistentes e ainda esfregava o rosto contra seus peitos, a barba curta fazendo cócegas na região e a deixando avermelhada com o atrito. Então Louis ainda estava o segurando pelas bochechas como uma coisinha, aquele cigarro aceso muito próximo da buceta de Harry sendo capaz de queimá-lo se não tomasse cuidado.
Harry abriu ainda mais as pernas em um claro convite para Louis ir em frente com aquilo, as coxas estremecendo ao sentir uma queimação no inferior de uma delas, como resultado de Louis pressionando a bituca acesa do cigarro bem ali. O mais novo chiou de dor, os dedos magros ainda apertando com força tanto aquele pulso de Louis, enquanto a outra puxava Norman para ainda mantê-lo por perto.
Foi quando Harry de repente sentiu os dois dedos grossos de Louis invadir sua buceta de uma só vez e de modo nenhum pouco delicado ou cuidadoso. A boca de Harry se abriu em um gritinho dolorido, sentindo a bucetinha arder quando foi forçada a se alargar de repente para receber aqueles dois dedos.
A cabeça de Harry pendeu para trás pelo prazer que toda aquela situação estava o fazendo sentir, não sendo capaz de acreditar que estava em uma situação como aquela, pela primeira vez em muito tempo sentindo aquele tipo de prazer intenso que você sente genuinamente consumir seu corpo.
E veja só, ele ainda estava em uma situação um tanto degradante, mas que ainda era capaz de deixá-lo fora do eixo.
Os dedos de Louis começaram se mover para dentro e para fora de sua bucetinha com tamanha força que o fazia ofegar, causando também aqueles barulhos excessivamente molhados que podiam ser perfeitamente escutados. Norman daquele momento em diante, estava fazendo certa questão de raspar a ponta dos dentes nos biquinhos sensíveis e àquela altura já inchados de tanto serem chupados.
Norman parecia ter decidido parar de judiar um pouquinho de seus peitinhos, os lábios molhados fazendo uma trilha molhada ao longo de seu busto e pescoço, mordiscando e sugando a pele durante aquele processo. Isso enquanto Harry estava precisando fazer muito esforço para não enlouquecer com aqueles movimentos específicos que Louis realizava com os dedos, enfiados até o fundo dentro de si.
Talvez a parte mais fodida de toda aquela situação, era que Louis parecia realmente estar conferindo se sua buceta era boa o suficiente. Ele ainda carregava aquela expressão séria no rosto, olhos azuis muito frios analisando sua expressão, ao que curvava ou afastava os dedos um do outro realizando movimentos de tesoura.
— L-Louis? É bom o suficiente pra você? — Harry perguntou com certa ansiedade, piscando os olhos verdinhos muitas vezes.
Com um beicinho, Harry assistiu Louis puxar para fora da sua buceta os dedos completamente melados e brilhantes com seu melzinho, aquela expressão ainda séria na rosto observando como os dígitos tinham saído extremamente molhados.
Louis então enfiou aqueles dedos na boca de Harry, que no mesmo instante sentiu o próprio gosto e logo começou a chupá-los como um bom garoto a fim de limpar a própria bagunça. O pior era que enquanto aquilo, Harry continuava olhando diretamente nos olhos dele feito a maior das putinhas, começando a usar a língua quente e molhada para esfregar e brincar com os dedos.
E aquele era o problema de Harry. Ele tornava praticamente impossível a missão de não demonstrar o quanto ele era capaz de desestabilizar qualquer um facilmente.
Harry era perfeito e parecia ser exatamente aquilo que Louis tanto procurou por aqueles anos. Só precisava ser cuidado e ensinado corretamente, até que se tornasse exatamente aquilo que Louis precisava que ele fosse.
No momento em que Louis tirou os dedos da boca de Harry, Norman se afastou o suficiente de Harry para que daquela vez fosse Tomlinson a estar posicionado devidamente entre as pernas abertas dele. Harry engoliu em seco pela expectativa, Louis posicionando ambas as mãos em seu rosto para que lhe olhasse de volta com bastante atenção.
— Você sabe que, se for pra ser mesmo meu, vai ter que fazer tudo e exatamente o que eu mandar, huh? — Louis perguntou com seus rostos muito próximos e Harry assentiu baixinho com os olhos levemente marejados. — Que você não vai ter o poder de questionar absolutamente nada, Harry. Só vai confiar cegamente no meu julgamento do que acho ser certo pra você. Consegue entender bem o que digo?
— Sim. — Os olhos de Harry se arregalaram e ele arfou assustado, ao que a palma da mão de Louis atingiu sua bochecha com força, fazendo seu corpo balançar um pouco e ele se sentir tonto por alguns segundos. — Sim, eu entendi. Vou obedecer tudo. — Harry disse um pouco mais alto e com aquele sorrisinho safado nos lábios.
— Muito bem. — Louis disse, aparentemente satisfeito com as palavras e obediência do mais novo, se afastando da máquina de lavar onde ainda estava sentado, mandando Norman “terminar logo o que ainda tinha para fazer com Harry" antes de sair fechando a porta.
Então quando Harry viu Norman abaixar um pouco as calças e puxar o pau duro para fora, segurando o membro pela base, ele nem mesmo precisou falar ou insinuar nada. O próprio Harry movido pela empolgação do que tinha acabado de lhe acontecer e as possibilidades do que estava por vir, por conta própria desceu da máquina e se posicionou no chão sobre os joelhos logo em frente a ele, ainda com aquele sorrisinho cuspindo na cabecinha antes de começar a punhetar todo o pau, enquanto o levava até a boca.
Em certo momento Harry só ficou com a boquinha bem aberta e deixou que Norman a fodesse do modo que queria, gostando de ouvir os gemidos prazerosos dele conforme estocava contra sua boca até a cabecinha atingir constantemente o fundo de sua garganta.
Norman puxou o pau para fora de sua boca e punhetou rapidamente até gozar forte sobre seus peitos, rastros de porra branquinha deslizando ali por toda parte. Assim que ele terminou e tinha se recuperado o suficiente, puxou Harry gentilmente pelos pulsos para ajudá-lo a se levantar.
— Você foi muito bom. Obrigado, boneca. — Norman agradeceu baixinho deixando um pequeno selinho em seus lábios, em seguida se afastando para sair da pequena sala.
E Harry foi deixado sozinho para trás exposto e em uma completa bagunça, mas ainda com um sorriso no rosto sentindo a garganta arder e a bucetinha dolorida de quando os dedos de Tomlinson invadiram ela.
Foi sujo pra caralho e Harry ainda se sentiu tão fodidamente bem. E ele queria mais.
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Quando se está preso, você não tem muitas coisas para fazer. Se pode até tentar distrair a mente durante os trabalhos que te colocam pra fazer em diferentes áreas da prisão de semana em semana, como a lavanderia ou cozinha, por exemplo. Fora isso, não há exatamente muitas formas de lazer.
Por isso que quando coisas acontecem entre os presos, não demora muito para que essas coisas virem comentários e se inicie uma grande fofoca por toda parte.
Seguindo por base nisso, nem é necessário dizer muito para saber que logo todos estavam comentando sobre Harry -- um membro do grupo de Salvador e conhecido por prestar seus ótimos serviços para com ele e seus membros – ter supostamente ficado por tempo demais em um local um pouco mais reservado com Tommo, grande rival de Salvador, e um de seus homens de confiança após subornar um dos guardas.
Muitos dos que trabalharam na lavanderia naquela mesma manhã, falaram sem problema algum sobre como Harry foi o último a sair da “pequena sala reservada” e ainda com uma aparência levemente... suspeita. E isso no sentido de uma pessoa que aprontou algo no mínimo interessante trancado dentro daquela sala com dois homens como Louis e Norman.
Harry não era nenhum pouco estúpido para acreditar genuinamente que as coisas ficariam por aquilo e ele futuramente não teria problemas com Salvador. Antes o homem já tinha o dado um aviso bem claro sobre querer que ele se mantesse comportado e distante de Louis – o mais distante que seria possível ao se dividir uma cela com esse alguém que está sendo obrigado a evitar.
Mas claro que Harry fez o completo contrário, no banheiro aceitando dar um pequeno agrado para Norman, de sobra ainda levando dois dedos de Tommo na buceta.
Sim, ele fez tudo direitinho, do jeito que lhe mandaram fazer.
Harry se esforçava para soar convincente na sua missão de tentar ao máximo não demonstrar o quanto estava no mínimo preocupado com o que viria pela frente. O máximo que podia evitar estar sozinho em lugares um pouco mais fechados, ou com as pessoas erradas, ele fazia.
E mal sabia ele que não estava se saindo tão bem assim em disfarçar, pois tinha Louis com os olhos sobre ele mais do que o normal, percebendo que ele estava deixando de ir ao pátio, ou deixando para tomar banho no último minuto e o mais rápido que podia para não ter qualquer tipo de supresa.
Então certa noite, na cela, quando as luzes já foram apagadas e nenhum dos dois estava cansado o suficiente para cair rapidamente no sono, Louis estava sentado no banco com um cigarro aceso entre os dedos e observando Harry deitado silencioso na beliche de baixo.
O local estaria no completo breu e silêncio, se não fosse por uma única luz que era mantida acesa no meio do extenso corredor e os outros presos ainda não estivessem conversando em voz baixa uns com os outros em suas respectivas celas. De onde Louis estava, era capaz de ver Harry deitado com a cabeça sobre o travesseiro e a camisa laranja um pouco levantada, deslizando distraído a ponta dos dedos na própria barriga.
— O que aconteceu pra te transferirem de cela? — Louis acabou perguntando em tom baixo, enquanto liberava a fumaça de nicotina, chamando a atenção de Harry que no mesmo instante o olhou e tinha um sorrisinho sapeca nos lábios. — Como alguém como você veio parar em uma das alas mais perigosas desse lugar de merda?
Diante da pergunta, Harry se virou para ficar de lado olhando na sua direção, o cotovelo apoiado no colchão e o queixo na mão, não evitando dar uma boa olhada em Tomlinson sem camisa laranja e usando sim uma regata branca, os braços tatuados e malhados com tatuagens e algumas cicatrizes ficando a mostra.
Como podia Louis ser tão gostoso daquele jeito e conseguir torturar Harry com tão pouco?
— Não ficou sabendo? Tentei pegar a arma de um guarda. — Harry respondeu, não disfarçando aquele deboche na voz e ainda com o sorrisinho. — Logo sou perigoso e meu lugar é aqui.
— Eu ouvi falar nessa historinha ridícula. — Louis disse balançando a cabeça em negação, os olhos semicerrados observando Harry. — Acredite em mim, estou há tempo o suficiente nesse lugar pra entender bem como as pessoas que entram aqui funcionam. Até mesmo esses imbecis — Louis apontou para o lado de fora da cela, indicando os outros presos daquele corredor. — que supostamente já não tem mais nada a perder e poderiam fazer qualquer coisa, não teriam a atitude de pegar a arma de um tira daqui. Quer mesmo que eu acredite que logo alguém como você faria isso? — Daquela vez Louis quem tinha um sorrisinho nos lábios, Harry ficando em silêncio o observando por um momento.
— Tem ideia de como soou bem presunçoso agora, senhor Tomlinson? Sua sorte que é atraente e cai bem em você. — Harry o lançou uma piscadela e viu Louis revirar os olhos, se divertindo ao assistí-lo puxar um pouco a calça da virilha.
— Para de mudar de assunto, isso não cola comigo. — Louis disse em um tom sério.
— Tô vendo. — Harry ainda tinha um tom divertido e então sentou se encostando na parede de cimento, abraçando as pernas contra o peito. — No dia que a coisa aconteceu, depois que nos falamos na lavanderia, precisei deixar o saco de roupas limpas naquele depósito no final do corredor. Jimmy estava lá, até parecia saber que eu entraria em algum momento, e pediu pra me ver. Disse que seria saber se os comentários sobre mim eram verdade. Eu falei que não, que não ia mostrar nada e ele ficou confuso... dizendo que eu mostrava pra todo mundo.
Harry observou aquele vinco que se formou entre as sobrancelhas de Louis e sua expressão franzida em... Nojo? Raiva? Desprezo? Uma mistura dos três, talvez?
— Nisso ele não mentiu. — Harry continuou com um pequeno dar de ombros. — Eu posso mostrar pra todo mundo, mas eu só faço isso porque quero. E eu me recuso a fazer algo que realmente não quero fazer... Então eu vi que ele ia me forçar.
— Por isso a versão de que tentou pegar a arma dele?
— Antes eu tivesse tentado. — Harry já estava com um tom um pouco mais irritado, um beiço quase infantil nos lábios rosa. — Só o acertei no saco e me afastei. Claro que ele ficou irritado porque não deram pra ele o que ele queria, então criou essa versão de que de repente fiquei violento, o encurralei – um homem duas vezes mais alto que eu, diga-se de passagem – e tentei pegar sua arma.
Harry fechou os olhos por um momento e respirou fundo, percebendo só então como a história ainda o afetava tornando-o irritadiço. Então voltou a olhar para Louis, que tinha ficado de pé e caminhado até às grades da cela, apoiando os antebraços ali.
— É Jimmy o nome dele é? — Louis perguntou com a voz um pouco distante e estranha, Harry olhando confuso para as costas dele.
— Jimmy é o apelido. O nome do idiota é James... Dawson? Eu acho. — Harry respondeu e ouviu Louis murmurar em compreensão. — Por quê? — Acabou perguntando curioso e interessado.
— Nada. Só é bom tentar saber o máximo quando se tem um doente assim por perto. — Louis voltou a se virar para olhar na sua direção novamente, se encostando nas grades e cruzando os braços. — Mas não é por causa dele que esses dias está preocupado e com medo até da própria sombra, huh?
Aquilo pegou Harry um pouco de surpresa, para em seguida um sorrisinho se voltar para seu rostinho levemente corado. Então Louis definitivamente o observava e prestava atenção nele, tanto quanto Harry sem vergonha alguma fazia com ele.
Harry então balançou a cabeça em negação e voltou a deitar de ladinho na cama, puxando o travesseiro para abraçá-lo, ao que balançava a cabeça em negação dando a entender que não era nada. Mas Louis não parecia nenhum pouco satisfeito com sua resposta, se aproximando da sua cama e sentando na beirada, Harry engolindo em seco quando ele passou os dedos por seu cabelo e os apertou um pouco.
— Huh, Harry? — Louis aproximou um pouco seus rostos, os olhos azuis muito frios intimidando Harry ao extremo. — Agora eu tô mandando você me contar. Antes você disse que iria me obedecer, sim? Eu lembro muito bem de você garantindo que faria tudo que eu mandasse.
— E eu vou fazer. — Harry disse baixinho, temendo ter feito besteira e Louis acabar desistindo dele, porque se ele disse que iria obedecer então ele realmente o faria.
Então ele voltou a sentar e daquele jeito ficou bem pertinho de Louis, seus rostos a pouco centímetros de distância um do outro, Harry observando sem escrúpulos os lábios entreabertos dele e a barba curta no rosto atrativo. Além daquela proximidade que já deixava Harry com uma pequena tensão pela situação, Louis ainda mantinha os dedos apertando seus cabelos para mantê-lo por perto e olhando em seus olhos.
— Eu admito que estou um pouco preocupado com Salvador e os homens dele. — Harry confessou em um tom baixinho, pressionando os lábios por um momento. — E à essa altura você já deve estar sabendo que, bem, todo mundo tá comentando sobre aquele dia e você não é exatamente a pessoa favorita de Salvador. Agora que eu basicamente o trai, decidindo ir com você e Norman, ele com certeza quer o meu pescoço pra dar uma lição.
— E você acha que ele vai fazer alguma coisa com você?
— Se ele tiver a chance, pode apostar que sim. — Harry falou com os olhos um pouco arregalados, como se aquilo já fose um fato mais do que óbvio.
— Então acha que eu deixaria algo acontecer com você? — Louis perguntou de modo genuíno e com um real interesse de saber sua resposta.
Aquela fala pegou Harry um pouco de surpresa. Na sua cabeça, depois do que aconteceu entre ele e Norman com uma pequena particição de Louis, não era como se tudo já estivesse certo e Louis definitivamente estivesse o devendo algo como proteção, nesse caso.
Tudo bem que Louis já deveria imaginar que logo surgeriam comentários sobre Harry estar se envolvendo com seu grupo bem sob o nariz de Salvador e que poderia arrumar problemas sérios para o garoto. Mas ainda assim, Harry não pensou que Louis se preocuparia com essa situação até que algo definitivamente acontecesse entre os dois, ou até que as coisas ficassem tão preocupantes ao ponto de Harry precisar implorar por ajuda.
Louis ter falado daquele jeito, dava a entender que já estava tomando as precauções para que não lhe acontecesse nada. Que Harry já estava seriamente envolvido com ele e seus homens, e que nada lhe aconteceria por causa de um grupo anterior. E isso sem Harry nem mesmo ter feito sexo ou algo significante para com ele, além de Norman – que também não tinha recebido nada além de um boquete.
Aquilo era um território novo para Harry. Sabia que quando estava com Salvador e seus homens idiotas, eles nem mesmo se preocupavam de verdade em protegê-lo de certas situações, quando Harry constantemente era colocado contra a parede pelos outros presos que nem mesmo conhecia e tentavam se aproveitar de si e conseguir sexo. E se Harry ousava se mostrar insatisfeito com isso, logo acabava como culpado por estar sempre “provocando” ou “não cumprindo corretamente com sua parte do combinado”.
E talvez fosse por isso aquela surpresa de Harry. Louis estava ali dando a entender que não seria idiota o suficiente erm deixá-lo vulnerável depois do que aconteceu.
— Bom... — Harry encolheu os ombros um pouco tímido e sem jeito. — Imaginei que você ainda não achava que tinha algo a ver comigo e que eu só deveria... me virar, eu acho.
— Não me entenda errado, Harry, eu sou um homem meio merda, mas não nesse ponto. — Louis o soltou, mas Harry ainda se manteve por perto, o assistindo pegar o isqueiro e maço de cigarros que mantinha preso no elástico da calça, acendendo mais um entre os lábios em meio a uma longa tragada. — E não é querendo te assustar e nem nada, mas você estava certo em ficar preocupado. Se já não tivesse gente de olho em você, eles provavelmente tinham te feito alguma coisa.
— Legal. — Harry falou aquilo com um pouco de dificuldade, ao que engolia em seco. — Você é ótimo com as palavras, Tommo. — Disse em um tom levemente sarcástico.
Harry voltou a deitar, inegavelmente mais tranquilo após aquela pequena conversa com Louis, mesmo que na última parte ele tenha o assustado um pouco. Claro que não significava que ele podia ficar de guarda baixa e se permitir ficar vulnerável, quando absolutamente qualquer coisa podia lhe acontecer se não tomasse cuidado o suficiente.
Porém, sabendo que Louis estava realmente sendo cuidadoso em relação a sua situação, Harry já podia voltar a andar com naturalidade pelo refeitório e até mesmo ir tomar seu banho de sol no pátio – algo que estava evitando fazer nos últimos dias.
Em determinado momento, Harry, ainda com seus olhos fechados e um sorrisinho discreto de alívio nos lábios, teve a sensação de estar sendo muito observado. No momento em que abriu os olhos, eles se encontraram com as íris muito azuis observando seu rosto e em seguida seu corpo.
Foi inegável como isso foi capaz de fazer as borboletas no estômago de Harry dançarem alegremente e ele ter a impressão que nunca se acostumaria com Louis perto daquele jeito, e ainda o observando daquele jeito. Harry fez certo esforço para lançar sua timidez aos ares, esticando o braço para a ponta dos dedos tocarem o braço de Louis, fazendo ali um pequeno carinho discreto ao que contornava lentamente os traços escuros da tinta gravada em sua pele bronzeada.
— Isso significa que eu sou seu agora, huh? — Harry perguntou baixinho, aquele sorrisinho adorável nos lábios e formando covinhas nas bochechas rosa. Mas Louis não respondeu, se limitando a continuar o olhando em silêncio, esperando pelo seu próximo passo. — Sabe, você tem toda essa fama de ser bem seletivo com quem quer manter por perto ou não, e fica um pouco difícil de não me perguntar... há quanto tempo você não fica com alguém? — O garoto avançou um pouco mais, a mão na coxa de Louis e os dedos muito perto de sua virilha. — Tendo tanta responsabilidade nas costas, deve ser um pouco difícil não ter com quem desestressar e espairecer a mente...
— Onde quer chegar com isso? — Louis perguntou em um tom levemente humorado com aquelas investidas nada discretas do mais novo, observando o exato momento que ele começou a empurrar a calça lentamente pelos quadris e coxas, e fingiu que aquilo não lhe afetava nenhum pouco.
— Você me falou que já está garantindo minha proteção, então eu quero agradecer. — Harry falou com um beicinho e dar de ombros, a mão finalmente alcançando seu pau e os dedos apertando ali levemente, umedecendo os próprios lábios com a sensação de como ele ali já conseguia ser grande.
— Não é assim que funciona comigo. — O sorriso sumiu da feição de Harry, ao que teve a mão afastada por Louis e ele ficou de pé. Sua reação automática foi sentar novamente, observando com atenção ele se afastar da cama e recostar contra a outra parede, olhando na sua direção. — Voce faz por merecer. É assim que funciona.
— E como faço isso?
— Você agora não é pra ser um dos meus? Prove o seu valor fazendo algo útil para mim e um dos meus homens... e não, não estou falando de sexo. Sexo qualquer um aqui dentro pode fazer. — Louis deu de ombros, lançando uma olhada para o lado de fora da cela. — Eu estou falando de risco.
Louis deu uma última tragada no cigarro, antes de apagá-lo na parede e jogar a bituca no pequeno mictório ao canto da cela, os olhos de Harry ainda presos nele. Harry engoliu em seco com Louis se aproximando e apertando ambas suas bochechas com uma só mão lhe arrancando um biquinho, daquele jeitinho que já estava se tornando costume de fazer.
— Mostre que é útil e que é o tipo de pessoa que eu quero manter ao meu lado. Que o que eu precisar, independente do que seja, você vai se mostrar disposto a fazer sem pensar duas vezes. — Com tamanha proximidade, Louis o provocou um pouco deslizando o polegar sobre sua boquinha, rindo anasalado quando Harry colocou a língua para fora tentando alcançá-lo. — Só quando fizer isso, vou realmente te foder do jeito que quer e vai ser todo meu. Me deixe saber que entendeu.
— Eu entendi. — Harry falou com a voz embolada, as bochechas ainda sendo apertadas.
Então, sendo pego totalmente de surpresa, Louis juntou seus lábios por alguns segundos, o que fez Harry arregalar os olhos e permanecer paralisado, mesmo quando foi soltado e Louis acertou tapinhas em sua bochecha corada.
— E é claro que enquanto isso, ninguém vai te foder nessa buceta. Sim, Harry? — Harry balançou a cabeça afirmando em resposta, ainda muito abalado pra conseguir formular uma fala e dizer de modo que soasse coerente. — Muito menos você vai poder tocá-la. — Louis falou em teste, mas Harry voltou a assentir depressa em uma necessidade de agradar, e aquilo foi mais que o suficiente para o mais velho ficar satisfeito. — Muito bem... você vai guardá-la somente pra mim. Como uma putinha virgem e obediente.
— Sim, Louis, eu vou. — Harry foi solto e Louis voltou a deixar mais tapinhas em sua bochecha, antes de se afastar para subir na beliche, dizendo em voz alta que deveria ir dormir.
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Os dias estavam se passando e Harry ficava cada vez mais desesperado.
Não, ele não estava tendo problemas com Salvador ou nenhum outro homem do antigo grupo, além de tentarem intimidá-lo com olhares mortais ou insinuações levemente assustadoras do que queriam fazer com ele caso ninguém estivesse vendo. Ao contrário do que deve se pensar também, Harry não conseguiu de imediato criar uma boa relação com os homens de Louis, que tinham certo problema com ele por estar vindo de um grupo rival.
Harry precisou se esforçar muito para se mostrar um alguém agradável e útil para cada um deles, mesmo que muitas vezes fosse recebido com olhares de desprezo, sendo ignorado e alguns desses dizendo com todas as letras “saia da porra da minha frente, ou aí sim teremos muitos problemas”. Harry não seria idiota o suficiente para ir até Louis falar o que estava se passando, ele não chegava a ser imbecil e tão sem noção nesse ponto.
Então o que alguém como Harry, sem força física ou capaz de fazer coisas grandiosas e notáveis, podia fazer por aqueles homens e até mesmo por Louis, para conseguir desse aquela atenção que tanto almejava? – detalhe que ele não poderia usar do sexo como já estava acostumado a fazer antes mesmo de pisar os pés naquele presídio.
Porque sim, Harry estava mais do que disposto de mostrar para Louis que ele era capaz de realmente obedecer ordens e se mostrar 100% leal ao que lhe mandavam fazer.
Outra coisa que o complicou muito naquele processo de se conectar de verdade com o novo grupo que estava, foi que Harry teve a impressão de que aqueles homens estavam na verdade frustrados pela falta de sexo com ele.
Talvez eles tivessem pensado que com Harry finalmente ao lado deles, poderiam conseguir um novo tipo de diversão diária. Então Louis chegar e dizer que não era bem assim que as coisas funcionariam, acabou não pegando legal para Harry, que no final das contas era quem estava pagando por essa coisa toda.
Você pode estar se perguntando agora “Então o que Harry fez para conseguir aos poucos a aprovação de cada um desses caras?” Ele fez o que ele fazia de melhor: convencer e provocar até finalmente conseguir o que queria. E adivinhe? Estava dando certo.
Harry estava conseguindo contrabandear através de guardas que nutriam certa afeição por ele e simplesmente o adoravam coisas que eram do interesse desses homens de seu grupo sem eles nem mesmo pedirem.
A maioria daqueles homens optava por fingir que a presença de Harry pouco lhes importava e falavam uns com os outros sobre assuntos que eram de seu interesse. Poucos, realmente pouquíssimos deles direcionavam um par de palavras para Harry, então ficava fácil para o mais novo estar por perto em silêncio, escutando tranquilamente eles conversando sobre suas coisas, guardava para si o que era útil e secretamente pedia o que estava no alcance dos guardas lhe conseguirem.
Em resumo estava dando mais do que certo e aos poucos ele conquistava cada um daqueles homens só em oferecer agrados e prestar favores ao que conseguia coisas lá dentro com mais facilidade.
E a melhor parte de tudo aquilo era que Harry tinha aqueles dois guardas em específico enrolados na ponta do dedo, que nem mesmo precisava fazer sexo com eles para poder pedir e conseguir coisas.
Mas claro que de acordo que o tempo passava, mais Harry fazia pedidos e nada acontecia, os dois homens estavam começando a ficar levemente frustrados e insatisfeitos. A sorte de Harry era que ele já tinha agradado todos que precisava agradar e não precisava mais pedir nada – pelo menos por enquanto.
Claro que em determinado momento chegou até Louis os comentários de todas essas coisas boas que Harry estava conseguindo para cada um daqueles homens. Aquilo significava que Harry tinha realmente dado ouvidos a uma parte de tudo o que tinha lhe falado naquela noite na cela.
Diante daqueles comentários foi um pouco difícil Louis não começar a se questionar como Harry estaria conseguindo aquelas coisas. Imaginou que Harry teria ignorado sua ordem de que não deveria transar com qualquer pessoa ali dentro sem sua autorização. Só a ideia de que Harry poderia ter o desobedecido fez algo ferver no inferior de Louis, que já se encontrava mais estressado que o normal diante de assuntos de negócios que fazia ali dentro.
Louis estava disposto a tirar aquilo a limpo e descobrir por conta própria se Harry tinha ou não feito algo por suas costas.
— Tire a calça. — Louis mandou de modo direto e sem maiores cerimônias, ao que pulou da beliche de cima pegando Harry sentado lixando as unhas em completa surpresa.
Louis já tinha lhe dito antes que se fosse para Harry ser seu, o garoto teria que obedecer e aceitar o que lhe fosse dito sem levantar perguntas sobre o seu julgamento. Por isso que Harry, mesmo com os olhos um pouco arregalados pela ordem repentina, silenciosamente levantou e começou a tirar a peça de roupa junto a roupa íntima até que essas estivessem jogadas em seus pés.
Louis ficou em silêncio o observando por alguns segundos, parecendo pensar em qual poderia ser seu próximo passo, antes de mandar que Harry tirasse a camisa laranja também – o que Harry também fez sem questionar.
Não entendam errado. Harry foi colocado para deitar novamente e com as pernas abertas para Louis, mas ele internamente tinha muitas dúvidas do que estaria acontecendo para o mais velho de repente o cobrar aquilo. Claro que diante das circunstâncias, ele por um momento imaginou que Louis finalmente iria querer fazer algo com ele, talvez em uma recompensa por estar realmente se esforçando para ser útil.
Mas esse pensamento não demorou muito a sair de sua cabeça, diante da nova fala de Louis:
— Quando foi a última vez que fodeu com alguém? — Harry mais uma vez foi pego de surpresa, engolindo em seco e ficando um pouco sem ar ao que a pergunta foi feita ao mesmo tempo que Louis empurrava mais suas coxas para os lados, indicando que queria suas pernas mais abertas.
— Duas semanas, eu acho... — Harry respondeu em um tom baixo e incerto, se esforçando muito para ignorar que estavam claramente sendo observados pelos detentos nas celas do outro lado do corredor.
— Você acha? — Louis perguntou em um tom impaciente, puxando o único banco da cela para perto da cama, sentando ali com os olhos azuis estudando a expressão de Harry.
— Sim, eu acho. — Harry voltou a repetir, se apoiando nos antebraços para poder ver o rosto dele, se segurando para não perguntar de uma vez por todas o que estava acontecendo.
Harry comprimiu os lábios quando Louis se inclinou mais na direção de sua intimidade, no mesmo instante sentindo ele pressionar os dígitos nos lábios da sua buceta gordinha coberta por pelinhos escuros, puxando-os para os lados com a justa intenção de abri-la e deixá-la mais exposta.
Para Louis ter o mandado tirar as roupas e ainda estar o tocando daquele jeito específico o observando com atenção, como se quisesse averiguar algo, foi muito rápido para Harry juntar as coisas como em uma simples soma de 2+2 e entender perfeitamente o que estava acontecendo.
Foi necessário muito esforço da parte de Harry para não esboçar de jeito nenhum um sorrisinho sapeca e provocador, agora que finalmente entendia o que estava acontecendo. Ele relaxou e deitou as costas no colchão ficando à vontade para Louis continuar fazendo o que bem entendesse, os dedos grossos e um tanto rudes dedilhando sua buceta em todos os pontos e na intensidade que bem entendesse.
Em certo momento Louis posicionou a ponta dos dois dedos juntos na entrada daquela buceta, enquanto olhava atentamente para a expressão de Harry. Sem nenhum preparo ou preocupação em lubrificá-los antes, Louis os empurrou para dentro do calor apertado até o fundo e ouviu Harry choramingar, seguido de um longo gemido quando eles começaram a curvar com certa força lá dentro com as pontas atingindo aquele pontinho específico e tão gostoso.
Talvez o mais louco e intenso de tudo aquilo, fosse que Harry sabia perfeitamente que Louis não estava o dedando e fazendo aquilo com a intenção de oferecê-lo algum prazer. Se tratava de Louis apenas se certificando de que ninguém tinha brincado com algo que agora era seu e apenas seu.
E sim, por mais nojento ou humilhante que aquilo pudesse soar, Harry estava simplesmente amando a ideia daquele Louis que tanto desejou e deseja, sentindo certa possessividade em relação ao seu corpo.
Na mesma rapidez que Harry foi enviado para aquela pequena bolha de prazer com os dedos de repente invadindo sua buceta e estimulando seu ponto, ela estourou derrubando-o de cara no chão e deixando-o levemente desnorteado piscando os olhos algumas vezes, ao que Louis de repente os tirou e olhou atentamente para eles, observando o próprio polegar esfregar nos dígitos melados com a lubrificação natural que a bucetinha expeliu.
Os lábios de Harry estavam abertos deixando escapar pequenos ofegos e voltou a olhar na direção de Louis, sabendo que ele tinha terminado quando indicou com um gesto que deveria colocar as roupas de volta. Harry, ao invés disso, sentou na beirada da cama chegando mais pertinho de onde Louis estava ainda sentado naquele banco.
— Eu não transei com ninguém. — Harry falou pela primeira vez e sua voz saiu baixinho, de um jeito adorável chamando atenção de Louis.
— Eu vi que não. — Louis levou os dois dedos melados até a boquinha de Harry, que os recebeu de prontidão para chupá-los com certo brilho nos olhos verdes, fazendo questão de gemer baixinho olhando diretamente nos olhos muito azuis que começavam a ser tomados pelos pretos das pupilas. — Posso saber exatamente como conseguiu aquelas coisas?
Harry balançou a cabeça em afirmação e no mesmo momento Louis puxou os dedos para fora de sua boca, demonstrando que queria explicações naquele mesmo momento. Mesmo com um beicinho decepcionado por não ter mais aqueles dois dedos grossos que por pouco não preenchiam completamente sua boca, Harry iniciou.
— Tem dois guardas que gostam muito de mim. — Explicou com um pequeno dar de ombros e sorriso nos lábios. — Eles até queriam algo comigo em troca das coisas que pedi, mas sempre consegui enrolar eles e nunca aconteceu nada.
— Nem mesmo na sua boca? — Louis perguntou com certa curiosidade e interesse, Harry balançando a cabeça em negação.
— Nadinha. — Harry levantou da cama e se aproximou de Louis mais um pouco, parando de pé naquele espaço entre as pernas abertas dele, flagrando a olhada de cima a baixo que ele deu no seu corpo exposto. — Você não me deu permissão, lembra?
— Hum. — Foi tudo o que Louis se limitou a murmurar, se sentindo tentado a puxar Harry para seu colo, tanto quanto o garoto queria se aconchegar pelo menos um pouquinho sobre si. — Bom saber isso. Já tenho me estressado com merdas o suficiente.
— Eu sei. — Harry suspirou e não tentou se conter mais, finalmente sentado de lado em uma das coxas de Louis, tentando se manter calmo mesmo diante daquele olhar intimidante dele. — Antes de brigar comigo... sei exatamente o que posso fazer pra te ajudar com esses problemas.
— Ah, sei. — Louis disse de modo debochado e descrente, imaginando que Harry estaria sutilmente o oferecendo sexo como uma maneira de "tirar o estresse". Ele até chegou a revirar os olhos e suspirar, olhando para o outro lado.
— Não estou falando disso. — Harry também revirou os olhos, já presumindo o que tinha se passado por sua mente. Segurou o rosto dele com uma das mãos e o fez olhar novamente, um sorrisinho meigo nos lábios. — Sei como fazer os guardas novos ficarem sob controle. Não vai precisar se preocupar, vai dar para continuar com seus negócios sem maiores problemas.
— É mesmo? E como pensa em fazer isso? — Louis tinha os olhos semicerrados, observando Harry com atenção.
— Primeiro, eu teria que ter permissão sua para fazer um pequeno agrado para esses dois novos guardas... — Pela expressão de Louis e a maneira que ele abriu os lábios com a intenção de dizer algo, Harry rapidamente o impediu colocando os dedos sobre seus lábios. — Esses guardas que coincidentemente são os mesmos que me dão coisas, que gostam de mim. — Continuou um pouco mais rápido, sem que Louis tivesse a chance de interromper sua linha de raciocínio.
— Você tem que ser muito idiota pra pensar que vou te dar autorização pra transar com dois policiais. — Louis falou em um tom grave e cortante, vendo Harry suspirar – não de decepção, mas sim porque se excitou com o tom que ele usou.
— Eu não preciso transar com eles, só fazer um pequeno agrado. — Harry tinha um pequeno beicinho. — Eu sei que teve essas vezes em que consegui coisas sem nem precisar olhar nos olhos deles, mas eu acho que, pra pedir uma coisa desse tamanho, piscar meus olhos e sorrir não vai ser o suficiente. — Harry começou a usar aquele tom lento e um tanto dengoso, os dedos começando a contornar os traços escuros da tatuagem de seu peitoral que estava um pouco exposta na gola da regata branca. — Fora que não é também como se eu quisesse realmente ter algo com eles, quando só consigo pensar em você fazendo coisas comigo. E eu quero fazer algo pelo menos uma coisinha por você, porque isso dando certo é algo que você precisa muito. Essa é a minha chance de fazer algo grande e mostrar que mereço sua atenção.
Suas palavras fizeram Louis pensar por um momento e Harry desde o começo soube que de uma forma ou de outra Louis iria aceitar, pois um tipo de acordo funcionar com os novos guardas era extremamente importante para a continuidade dos negócios que Louis tinha começado no presídio com outros detentos.
— Tudo bem... você quer muito fazer isso. Mas eu sei que alguém como você vai querer pelo menos uma coisinha em troca. — Louis observou, flagrando o momento que as bochechas de Harry ganharam um pequeno rubor e ele tentou disfarçar abaixando um pouco a cabeça.
— Tem uma coisinha que eu quero... na verdade, é algo que quero fazer. — Harry parou por um momento e percebeu pela expressão de Louis que ele estava apenas esperando o momento em que finalmente iria dizer o que queria. Harry mordeu o lábio inferior um pouquinho e se aproximou um pouco mais de sua orelha para dizer baixinho. — Quero que me deixe te chupar.
Louis ficou em silêncio por um momento, mas Harry sentiu contra a pele o exato momento que ele suspirou longamente, o hálito quente o atingindo. A falta de resposta fez Harry segurar o rosto dele com ambas as mãos, fazendo-o olhar em seus olhos e ergueu as sobrancelhas, mostrando que estava esperando por algo.
— É só isso que quer? — Louis perguntou olhando por um momento para a região de seus peitinhos e Harry balançou a cabeça em afirmação com um sorrisinho.
— Eu sei que vou conseguir convencer aqueles dois facilmente. Obviamente não precisa ser agora... só depois quando tudo tiver certo, como um tipo de recompensa. — Terminou dizendo com um sorrisinho, os olhos de Louis voltando a se semicerrar e logo ele estava sorrindo pequeno também.
Então Louis concordou que Harry desse um jeito, mas frisou perfeitamente que nenhum dos dois deveriam foder Harry de jeito nenhum, e que se Harry fosse contra isso era melhor ele nem saber o que seria feito à respeito. Aquilo assustou Harry? Deveria, mas ao invés disso uma parte de si esquentou e formigou em expectativa.
Mas, claro, ele não faria nada do tipo porque tinha dado com sua palavra e não fazia o tipo que gostava de desobedecer -- talvez de vez em quando, pois quem às vezes não cede e gosta das coisas um pouco mais duras, huh?
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— E como você vai fazer isso? Precisa de contatos com novos policiais pra fazer a mercadoria entrar aqui dentro de algum jeito, huh? — Um dos homens perguntou descrente, o braços cruzados e ainda lançando aquele olhar para Louis.
— Já tenho alguém se assegurando de que isso vai acontecer do jeito que precisa acontecer. — Louis disse sem dar muita importância para o tom que o outro usou.
No mesmo instante em que disse isso, Louis viu mais ao longe Harry entrando no pátio para se juntar a ele naquele pátio em que tinha direito a ficar "sozinho" algumas vezes. Esperou que ele olhasse na sua direção para levantar o braço e fazer um gesto com os dedos segurando o cigarro, indicando que o garoto deveria se aproximar.
Assuntos sobre os negócios continuaram e Norman sentado logo ao lado de Louis respondia com tranquilidade algumas das questões que os homens vinham a ter, porque o outro de olhos azuis estava muito interessado em esperar até que Harry estivesse perto o suficiente de si.
Harry parou de pé logo ao seu lado, cumprimentou todos e olhou em seus olhos em silêncio, fazendo um gesto com a cabeça indicando que já tinha feito o que precisava fazer com os dois policiais. Mesmo com aquela informação, Louis não disse nada e só ficou por um momento o observando, como se estivesse tentando arrancar alguma coisa nova de si só com o olhar, descobrir alguma sujeira que poderia estar escondendo, mas foi impossível de saber.
— Harry. — De repente ouviram a voz de um dos detentos que estava naquela espécie de reunião. O garoto olhou na direção dele, querendo saber o que era. — Você sumiu. Onde que tava até agora?
— Ah, me chamaram pra falar do meu novo cronograma de trabalho. Me transferiram da lavanderia para a cozinha agora. — Harry disse a última parte olhando para Louis, indicando mais uma vez que tudo tinha dado certo. — Vou trabalhar alguns dias da semana lá, ajudando a preparar as refeições e lavando aquele monte de louça.
— Hum, trabalhar na cozinha aqui é sempre um bom sinal. — O mesmo detento falou e logo começou a explicar quando viu o olhar questionador de Harry. — Sempre colocam quem tem bom comportamento e não vai mais ficar tanto tempo aqui.
Aquilo era em parte verdade. A outra parte do porque Harry estava sendo colocado na cozinha era a facilidade de conseguir dali as mercadorias e levar para Louis tudo o que ele precisaria.
O assunto de conseguir trabalho na cozinha se estendeu mais um pouco entre os homens, enquanto aquilo Harry sendo pego de surpresa com Louis o puxando para fazê-lo sentar em seu colo – algo que até aquele momento nunca tinha feito. Ele até chegou a enterrar o nariz na curva de seu pescoço e inalou profundamente o seu cheiro, tentando descobrir se algum outro não estava gravado ali junto a ele.
Na mesma intensidade que os homens estavam fingindo não ver nada de diferente acontecendo bem na frente deles, Harry se esforçava para fingir que estava tudo certo e sob controle. Que estava pouco se importando com a ponta do nariz e os lábios junto a barba se esfregando na pele sensível de sua nuca, enviando arrepios gostosos para todo seu corpo.
Mas bastou Louis apertar o inferior de suas coxas e deslizar a mão um pouco mais para cima, os dedos pressionando sua buceta ainda sob calça laranja, que Harry fechou os olhos em um ofego excitado. Os homens continuavam conversando para não dar tão na cara de que observavam o que estava se passando entre eles dois, mas ainda que tivesse os olhos fechados para evitá-los e focar na sensação dos lábios e barba de Louis contra sua pele, Harry ainda era capaz de sentir o quanto estavam sendo observados.
— Eu consegui. — Harry disse baixinho, mesmo que tivesse certeza de que Louis já tivesse se dado conta daquilo. Talvez ele tivesse um pouquinho desesperado por algum tipo de aprovação. — Foi fácil... só tive que mostrar pra eles e usar um pouco as mãos...
— Ainda assim quero ver você. — Louis disse de maneira irremediável e Harry deu de ombros, começando a falar que quando voltassem para a cela o mais velho poderia fazer o que quisesse. — Não, eu quero agora. E acho que ninguém aqui vai se incomodar.
Harry engoliu em seco e de repente tinha se instalado um silêncio no grupo, provando ainda mais o fato de que estavam prestando muita atenção naquele diálogo entre os dois.
Não era como se ele já não tivesse ficado exposto inúmeras vezes para diferentes homens daquele lugar, isso mais vezes do que era capaz de contar. Mas alguma coisa fazia Harry sentir de certa forma que era diferente daquela vez e ele não conseguia entender bem porque. Aquilo também não queria dizer que não queria concordar com aquilo, só estava se sentindo um tantinho ansioso.
— Agora, agora? — Harry ainda perguntou e Louis balançou a cabeça em afirmação.
Harry respirou fundo por um momentinho e ficou de pé, se forçando a ignorar um pouco os olhares conforme tirava a camisa sobre a cabeça e os braços, deixando a peça de roupa sobre uma das mesas para seguir e tirar a calça também laranja e larga. O garoto nunca esteve tão grato por aquele dia estar fazendo sol e logo sentir o calor aquecendo seu corpo muito exposto, ainda que o vento um pouco frio o atingisse e fizesse seus cabelos pouco abaixo dos ombros balançarem loucamente.
No momento que Louis indicou que deveria se aproximar mais novamente, Harry atendeu de prontidão e até estremeceu um pouquinho pela empolgação. Harry parou de pé naquele espaço entre as pernas dele, olhando atento para Louis levando as mãos para sua cintura, os polegares deslizando sobre os ossos proeminentes de seu quadril.
— Por que pararam de conversar? — Louis questionou em voz alta, sem tirar os olhos do corpinho adorável de Styles. — Continuem. Ignorem a gente. — Como se isso fosse humanamente possível.
Norman foi o primeiro a voltar a falar e chamar a atenção dos outros, que ainda assim continuavam se alternando entre dar atenção para aqueles dois e Norman.
As mãos de Louis apertaram a curva de sua cintura um pouco e seus quadris por um momento, as deslizando em seguida até sua bunda, apertando ali com tanta força e puxando-as para os lados, expondo seu buraco apertado para os homens sentados logo atrás que observavam tudo, ficando cada vez mais excitados conforme os minutos passavam naquele pequeno show.
Harry gemeu um pouquinho sentindo o bumbum arder somente com a força que Louis apertou a carne, em seguida acertando um tapa em ambas as nádegas e segurando para puxá-lo mais para perto. Se sentindo um pouco mole com aquela mistura de sentimentos consumindo o seu corpo, Harry rapidamente apoiou as mãos nos ombros de Louis e ofegou com a sensação da língua quente dele deslizando lentamente de seu baixo ventre até o umbigo.
— Eles gozaram em alguma parte sua? — Louis perguntou, parando por um momento com o que fazia, se divertindo um pouco ao reparar como Harry já estava tão corado e afetado com tão pouco.
— Não... não deixei. — Harry arregalou os olhos um pouco, assustado que Louis o puxou de repente para voltar a sentar de lado em seu colo. — Fiquei com medo que pensasse... que pensasse algo errado. Que eu fiz algo errado, sendo que não fiz.
— Está tão preocupado assim em ser bonzinho e fazer a coisa certa para mim? Para alguém que gosta tanto de sexo deve estar sendo difícil. — Louis comentava em uma voz baixa e lenta, enquanto orientava Harry a abrir bem as pernas da melhor maneira que podia, Harry abraçando o seu pescoço para ter onde se segurar. Os dígitos grossos logo começaram a dedilhar os lábios da buceta e sentia ali os pelinhos escuros por não se depilar já ter um certo tempo. — Por que está tão molhado? Eu não fiz nada. — Harry sentiu Louis rir baixinho contra sua orelha e isso, se possível, conseguiu excitá-lo ainda mais, ao ponto de choramingar um pouco se movendo inquieto em seu colo.
Assim como tinha feito da outra vez, Louis ficou olhando para os movimentos que os próprios dedos faziam provocando os lábios da buceta dele, às vezes esfregando os dedos no montinho com um pouco mais de afinco para sentir Harry estremecer.
Harry o tempo todo se manteve parado e com as pernas abertas do modo que Louis desejava. Tão focado estava na sensação dos dedos grossos explorando e brincando com diferentes pontos da sua buceta, que tinha decidido ignorar de uma vez por todas aqueles olhares penetrantes sobre si, porque Louis o tocando sempre seria a coisa mais importante para se dar atenção.
Os dedos de Louis afastaram os lábios de sua buceta para os lados e a deixou bem mais exposta, ele se curvando um pouco para olhar bem ali se não tinha "algo errado". Depois seguiu para posicionar dois dedos sobre sua entradinha e, já deduzindo que Louis faria a mesma coisa que fez da primeira vez que o inspecionou, Harry agarrou o tecido de sua camisa e apertou forte em precipitação.
Eles estavam olhando nos olhos um do outro quando Louis deslizou a ponta dos dedos para dentro e fez o restante com certa lentidão. A boquinha de Harry estava aberta em um suspiro e as pálpebras estremeceram um pouco, ao que se forçava a ficar com os olhos abertos e não perder nada daquela expressão no rosto bonito e sério de Tomlinson.
— Sente? — Harry perguntou baixinho com um pouquinho de dificuldade, pressionando os lábios, mas ainda não sendo suficiente para conter um gemidinho com os dedos grossos começando a se curvar dentro de si. — Ainda estou bom pra você.
— Shh, relaxa. — Louis murmurou baixinho, rindo um pouquinho do desespero dele. — Não inspecionei tudo ainda.
Ele puxou os dedos para fora da buceta tão apertadinha de Harry e deu uma olhada em como eles saíram bastante molhados, somente da lubrificação que ele expeliu, nenhum sinal de que tinham gozado dentro dele.
Então ele voltou a levar os dedos para sua intimidade somente para os deslizar um pouco mais para baixo e pressionar na borda de seu cuzinho, mostrando que tinha realmente a intenção de colocá-los para dentro. Por isso Harry se empertigou e inconscientemente se apertou com força, os olhinhos se fechando tentando se preparar para o que vinha pela frente.
Ele quis muito gritar e implorar para Louis não fazê-lo, pois sem qualquer preparação ele poderia acabar se machucando e dolorido, fora que ele realmente não tinha aprontado de jeito nenhum. Mas sabia que Louis precisava tirar uma prova completa e que precisava ser bonzinho e maleável para receber sua recompensa.
— E-Espera. — Harry pediu levando a mão até o pulso dele, segurando um pouco e engolindo em seco, tentando se preparar psicologicamente para aquilo. E para sua completa surpresa, Louis de fato esperou e podia sentir o olhar dele queimando em si.
— Você não fez nada de errado, fez?
— Não, juro que não. — Harry disse agoniado e respirou fundo, finalmente soltando o pulso dele.
— Algo me diz que está falando a verdade. — Louis disse, mas ainda estava tentando colocar os dedos em sua bunda. — Por isso vou ser gentil dessa vez. E pense, se fosse para fazer isso com raiva, eu já tinha feito há muito tempo, huh?
— O-Obrigado. — Harry tinha um sorrisinho nos lábios, olhando na direção de Norman no mesmo momento que Louis começou a empurrar os dedos lentamente para dentro de seu cuzinho.
Harry gemeu dolorido e abriu bem mais as pernas, tendo certa satisfação quando os dedos de Norman começaram a acariciar distraidamente seu tornozelo, como se estivesse silenciosamente lhe passando um tipo de apoio.
Estava decidido de uma vez por todas que Harry adorava receber aquele tipo de atenção.
— Viu? Eu estou bem? — Harry tinha um tom ofegante, olhando sobre o ombro para conseguir ver o rosto de Tomlinson, que demonstrava o quanto estava satisfeito.
— Muito bem. — Louis aproximou mais os lábios de sua orelha e Harry sorriu tolamente, se movendo inquieto sobre seu colo. — Estou orgulhoso.
Louis voltou a puxar os dedos para fora de seu cuzinho e acertou uns tapinhas na lateral da coxa de Harry, dando um sinal de que ele podia se levantar.
E no momento que Harry recebeu permissão para sair do seu colo, não demorou a se posicionar no chão sobre os joelhos, assistindo com certa empolgação e prazer Louis se desfazer do nó do cordão de sua calça e puxar a calça um pouco pelas coxas junto a cueca para expor o pau e as bolas.
Um sorriso genuíno marcou os lábios rosa do garoto e os olhos verdes chegaram a brilhar, sem acreditar que aquilo finalmente estava acontecendo.
— Todo seu. Você fez sua parte. — Louis falou apoiando os antebraços na mesa logo atrás de si, dando liberdade para Harry ir no ritmo que bem entendesse.
— Obrigado. — Harry sussurrou dando uma boa olhada no membro grande semi-ereto, a cabecinha rubra tentando a levá-la logo para a boca, aqueles pelinhos na virilha de Louis deixando-o mais irresistível aos olhos do garoto.
Tão empolgado Harry estava com a situação, nem se dava conta dos comentários que alguns dos homens estavam fazendo sobre ele tão submisso daquele jeito, outros precisando de conter muito em não tocarem os paus que começavam a ficar duros nas calças com a visão da bunda redondinha virada na direção deles.
Harry se curvou mais em direção ao pau, empinando a bunda para trás um pouquinho mais, colocando a linguinha para fora começando pelas bolas cheias e subindo lentamente até a cabecinha. Deixou ali um longo rastro de saliva, se afastando a tempo de ver ela escorrer lentamente até as bolas dele.
— Oh, merda... — Norman praguejou logo ao lado de Louis, assistindo tudo aquilo bem de perto e se sentindo excitado pra caralho.
Harry olhou um pouquinho na direção de Norman e sorriu, segurando a base do membro do Louis e logo levou a glande até a boca, começando a chupar do jeito que tanto queria há tanto tempo. Mas claro que ele começou mamando devagarzinho, colocando cada vez mais na boca até a a glande atingir o fundo de sua garganta, e voltando para trás deixando ali bagunça de saliva.
Louis tinha os lábios entreabertos em excitação, escapando pequenos suspiros excitados com a sensação da língua quente e macia se esfregando na base da sua glande.
Já fazia um certo tempo que Louis não ficava com alguém daquele jeito. Não era por falta de vontade, mas na posição em que estava, de alguma forma tornava aquilo um pouco mais complicado do que realmente era. Então apareceu Harry tentando à todo custo chamar sua atenção e conseguir algo de si, qualquer mísera coisinha, que foi praticamente impossível de não ceder aos seus encantos e fora que Louis meio que sentia falta de "estar com alguém" daquele jeito.
E ali estava Harry se dedicando tão bem em chupar seu pau, os olhos verdes bem abertos querendo flagrar cada mínima expressão em seu rosto, gemendo deleitoso em volta da ereção todas as vezes que a fenda expelia pré-gozo em tesão diretamente em sua língua.
Harry amava pagar boquetes. O peso da ereção deslizando por sua língua e a cabecinha atingindo sua garganta até o fundo, a língua se esfregando na pele e gemendo com a sensação daquele pau contra sua língua porque tudo conseguia ser tão gostoso.
— É verdade, Norman... — Harry escutou a voz de Louis que saiu em um pequeno ofego, se mantendo atento para ouvir o que ele tinha a dizer. — Ele realmente tem uma boca incrível.
Harry precisou se controlar muito para não gemer diante do elogio, mas Louis soube que foi o suficiente para afetá-lo só pelo modo que começou a chupar seu pau mais rápido, usando a mão para trabalhar em punhetar o que ainda não conseguia colocar na boca.
O que era mais fodido daquela situação, era que Harry não fazia questão alguma de esconder o quanto estava excitado só de chupar um pau. Ele gemia gostoso em meio às sucções molhadas e apertava as coxas uma contra a outra, tentando de alguma forma esfregar a bucetinha negligenciada sem Louis perceber e poder repreendê-lo.
Mas era óbvio que Louis percebia e apenas conseguia se divertir com o desespero excitado de uma putinha como ele. Do jeito que Louis estava, conseguia ver perfeitamente Harry rebolando e que os olhos de todos os homens presentes estavam presos bem ali.
E Harry era um garotinho tão obediente, que em momento algum levou a mão até a bucetinha para se tocar pelo menos um pouquinho, porque sabia que ainda não tinha recebido autorização para aquele tipo de coisa – e mais uma vez, ele conseguia ser um garoto muito bom.
Harry levantou a cabeça e deixou o pau de Louis escapar com um barulho estalado e molhado, sorrindo com a boquinha babada e levando a mão para punhetar o pau inteiro, seus olhares presos um no outro naquela bolha que havia se criado entre os dois.
Harry soube que tinha acertado em cheio quando voltou sua atenção para as bolas cheias dele, se alternando em colocar uma de cada vez na boca e chupar tendo cuidado em raspar a pontinha dos dentes na região sensível. Isso arrancou a reação de Louis em erguer os quadris um pouco para cima, ambas as mãos agarrando seus cabelos com tamanha força que Harry sentiu o couro cabeludo arder, rindo abafado com os grunhidos excitados dele.
— Putinha imunda do caralho. — Louis grunhiu excitado entredentes, acertando tapas na bochecha dele com sulcos pelas sucções nas bolas. — Não! Se afastem. Ninguém toca nele.
Harry se assustou um pouco com o tom que Louis usou, imaginando que um dos homens deveria estar se aproximando para começar a tirar proveito da situação. Choramingou excitado tanto pelo tom que Louis havia usado, quanto pela ideia de que ele estava realmente dedicado em manter sua buceta intocada até último momento.
Harry assistiu o momento que o pau dele pulsou e liberou um pouquinho de pré gozo com aquele estímulo em específico, não demorando para por conta própria puxar a calça dele um pouco mais para baixo e colocar a língua para fora, lambendo onde alcançava em seu períneo até alcançar novamente as bolas até a cabecinha.
Foi praticamente impossível Harry não se sentir satisfeito ao perceber que tinha descoberto mais uma coisa que Louis supostamente gostava muito, e mal podia esperar para oferecer aquilo para ele como uma bela coisinha desesperada para agradar.
A fenda da glande de Louis tinha jorrado mais um pouco de pré gozo após aquilo e Harry rapidamente levou a cabecinha até a boca, começando a mover a cabeça para baixo e para cima depressa, querendo fazê-lo gozar de uma vez por todas em sua boca.
— Puta merda... — Louis gemeu com os olhos rolando em prazer, não se contendo em acertar tapas na bochecha com sulcos do garoto, que apenas gemia movendo a cabeça para frente e para trás tomando com facilidade todo o seu comprimento grosso na boquinha. — Você é a maior das putas, não é? Você ama estar nessa posição, de joelhos feito uma coisinha e tendo essa boca usada na frente de todos esses homens. Eu acho que você iria amar ser usado sem parar por todos eles, um atrás do outro, só pra sentir algo nessa buceta.
Louis flagrou Harry choramingar, enquanto ainda chupava seu pau sem parar em momento algum, balançando a cabeça de um lado para o outro como se negasse. Aquilo pegou o mais velho um pouco de surpresa, chegando a puxá-lo para que parasse com a sucção por um momento, a mão apertando suas bochechas fazendo-o olhar bem em seus olhos.
— Responde o papai. — Louis disse baixinho, os lábios a centímetros de distância do dele, se divertindo ao perceber que aquelas simples palavras tinham sido o suficiente para fazê-lo choramingar e seus olhos marejarem.
— Eu quero que você me toque. Você. — Harry falou especificamente e aquilo fez Louis se sentir ótimo.
Quando Louis o puxou um pouquinho mais para perto, Harry pensou que Louis tinha a intenção de beijá-lo, e meio necessitado imediatamente entreabriu os lábios e quis chorar quando sentiu os lábios dele, ao invés de tocarem os seus, se pressionaram em sua bochecha na região próximo a sua orelha.
— Me faz gozar e depois eu te dou um agrado. O que você acha disso? — Harry nem precisou responder propriamente com palavras, aquele sorriso em seu rosto e o ato de voltar a mamar a cabecinha de seu pau foi o suficiente para Louis. — Muito bem, minha putinha, continue.
Louis relaxou mais a postura e com tamanho estímulo daquela boca deliciosa envelopando todo o seu pau, a línguinha rosa e macia se esfregando por toda parte só para piorar ainda mais as coisas, não ia ser muito difícil para ele finalmente chegar lá.
E Louis definitamente sentiu que estava vindo quando a virilhar formigar e aquela sensação se estender por todo o seu pau. Harry o sentiu pulsar enfiado até o fundo em sua garganta e fez questão de pressionar os lábios na base um pouco mais e se dedicar ainda mais naquela sucção gostosa.
As mãos de Louis agarraram seu cabelo e ele por impulso lançou os quadris um pouco mais para cima, enquanto vinha fortemente em um grunhido excitado que foi capaz de fazer Harry se arrepiar por inteiro e a buceta molhar de maneira absurda.
Harry precisou se manter bem firme durante aqueles segundos em que Louis estava gozando longamente, sua garganta tão bem preenchida com o membro grosso e ainda engolindo aquela porra, que os olhos dele até se encheram de lágrimas e o rosto ficou bem vermelho por estar sendo privado de ar.
Louis finalmente o soltou e Harry se afastou depressa, respirando bem fundo com a sensação do gosto de Tomlinson por todo o seu palato. Quando deixou o pau de Louis escapar da sua boca, os lábios acabaram ficando um pouco melados com o gozo dele, e Harry não demorou a recolher tudo com a ponta dos dedos para chupar olhando diretamente em seus olhos muito azuis.
Harry ficou de pé com os joelhos vermelhos pelo tempo em que ficou ajoelhado em uma mesma posição e eles estavam doloridos demais, mas o garoto simplesmente não conseguia se importar mais com aquilo. Tinha aquela sensação da garganta ardendo feito o inferno pelo tanto que chupou aquele pau e aquilo conseguia ser o motivo de felicidade genuína para si.
— Obrigado. — Harry falou com um pouquinho de dificuldade, não pensando muito sobre possíveis consequências quando simplesmente apoiou ambas as mãos nas coxas de Louis e se inclinou em sua direção para beijar carinhosamente sua bochecha. — Muito obrigado.
— Bom trabalho. — Louis sussurrou rente a sua orelha, a mão apertando deliciosamente a sua bunda e dando uns tapinhas ali, indicando que ele deveria ir.
Então Harry juntou as roupas que estavam jogadas, disse baixinho "tchau, Norman" que sorriu para ele e acenou com a cabeça, e então se afastou ainda completamente pelado para sair do pátio, sentindo o olhar dos homens do grupo de Tomlinson queimando em si e até mesmo dos guardas, que nem tiveram coragem de repreendê-lo por estar sem o uniforme.
Harry e louis eram a definição de amizade cão e gato, pelo menos eram oque todos achavam, Ate uma festa que revelou o real motivo pelas brigas bobas.
Eles viajavam junto com os amigos para o sul da espanha, tudo normal mas harry tinha outros planos para louis que não a tocava ha um tempo consideravel
Harry,20
Louis,20
Tw: H!inter, negação de orgasmo, exibicionismo, sexo anal
Ib: anon
Admito que ela ta bem basica e normal comparado com as ultimas
Boa leitura!!
O sol quente do verão europeu brilhava no ceu azul sem uma nuvem sequer
Louis, luke, calvin, zayn, harry e mais algumas amigas da garota faziam sua viagem anual de verão, o destino do ano sendo marbella no sul da espanhã
O grupo começou no fim do ensino medio quando zayn, melhor amigo de harry, apresentou a garota e seu grupo para os seus amigos e desde dai eles tornaram um grande grupo de adolescentes inconsequentes
Harry e louis nunca deram muito bem sempre em uma briga interna, louis contra argumentando algo que harry falava e harry xingando o garoto
Mas essa briguinha acabou se tornando algo a mais quando em alguma festa os dois acabaram bebendo demais e bem, como dizem, bebados dizem oque não tem coragem de dizer sobrios. Mesmo depois daquela noite - e de mais algumas - harry e louis nunca conseguiram engolir o orgulho então para o grupo de amigos eles seguiam a dupla de cão e gato.
Era o terceiro dia de viagem, todos estavam na area externa da casa de praia que foi alugada. Harry e hailee tomavam sol em algumas espreguiçadeiras proximo a piscina
Calvin, louis, melanie e luna começavam uma briga de galo na piscina enquanto luke e zayn bebiam em outras espreguiçadeiras
Harry observava louis por trás dos oculos de sol, não conseguindo desviar os olhos principalmente quando viu melanie subir nos ombros de louis puxando os fios castanhos para apoio
Ela viu o garoto rir segurando as coxas da garota, harry sentiu seu corpo esquentar se lembrando de algumas noites antes quando louis passou a noite em seu apartamento mas ao mesmo tempo ela sentiu uma dose de ciume consumir seu corpo vendo aquela cena
"Zayn, passa uma cerveja porfavor" ela grita para o moreno devido as caixas de som que tocavam musica alto e ele joga uma latinha de cerveja no mesmo instante
Harry abriu a latinha vendo louis sair derrotado da piscina, os cabelos pingando e goticulas de agua escorrendo por todo seu torso bronzeado. Ele senta em uma espreguiçadeira ao lado de zayn e pega uma cerveja junto com um cigarro da caixinha que estava na mesa com bebidas
"Não serve nem pra briga de galo, tomlinson?" A cacheada se aproxima do grupo de amigos "tenho pena de quem dormir com o garanhão. Mel pode me ajudar a ver se a marquinha ja ta marcando?" Ela afasta as alcinhas do sutiã do biquini preto pequeno como se checasse, fazendo o mesmo com a calcinha minuscula do biquini
"Pode ter certeza que nisso eu me garanto, styles" ele traga o cigarro observando a garota
"Ja ta bem melhor, hazza. Ja da pra notar" melanie responde alheia aos olhares provocativos entre styles e tomlinson
"Ai otimo acho que esse bronzeador que a hailee indicou realmente bronzea mais rapido" ela sorri antes de voltar para a espreguiçadeira, o olhar de tomlinson acompanhando os passos calmos
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Era o quinto dia de viagem, harry continuava nas pequenas provocações com tomlinson mas nunca passando disso, louis sentia que poderia explodir se a garota continuasse com isso, mas ele tambem tinha planos para a cacheada
Era sabado e como sempre todos estavam nas espreguiçadeiras da piscina a maioria de ressaca por causa da noite passada
Harry usava um biquini azul escuro de cordinha minusculo que mal cobria todo seus peitinhos, as cordinhas amarravam a calcinha do biquini em seu corpo mas se prestasse atenção era como se a garota não usasse nada, a bunda bronzeada engolindo toda a parte de tras do biquini e os peitos pareciam que em qualquer momento poderiam escapar da cortininha do biquini
Louis usava um short solto preto e oculos escuros enquanto fumava deitado em uma das espreguiçadeiras
Os olhos azuis acompanharam a cacheada por trás das lentes escuras observando a garota caminhar em passos lentos até uma espreguiçadeira proxima e deitar enquanto conversava com luna
"Louis vai ir na festa de hoje?" Louis murmurou apenas um "uhum" voltando a tragar seu cigarro e sentar de um jeito que não marcasse o volume em suas calças
Harry caminha ate a piscina mergulhando e refrescando todo o corpo quente
"Zayn trouxe os salgados?" Ela se apoia na borda da piscina
"Estão na mesa" ele aponta com a latinha de energetico
A garota sai da piscina indo para a mesa que ficava exatamente na frente de tomlinson ficando de costas para ele
"Zee pode amarrar pra mim de novo, sempre que eu amarro ele solta" harry vai ate zayn que amarra a calcinha do biquini sem falar nada
Louis não era idiota, ele sabia que por mais que zayn fosse melhor amigo de harry por muitos anos, ele tinha alguns sentimentos pela garota e tambem que os dois ja tinha ficado em festas passadas mas isso nunca incomodou tomlinson, até hoje.
"Esses salgados estão otimos, luke. Tia marie sempre faz os melhores" o garoto sorri enquanto bebe a cerveja
"Não quer sentar não harry?" Louis pergunta acendendo outro cigarro e afastando as coxas fazendo o pau duro marcar em seu short
"Se continuar fumando assim vai matar todos seus ultimos neuronios, tomlinson" o moreno sopra a fumaça indo para o rostinho da garota
ele senta na espreguiçadeira aproveitando quando harry se aproxima para a puxar a fazendo sentar em seu colo
"Porra tomlinson!" Ela fala alto tentando sair mas as mãos do outro seguravam firme sua cintura
"Quieta" ele fala contra o ouvido da garota e afasta a calcinha minuscula do biquini e encaixa seu pau na buceta apertada aproveitando que ninguem estava olhando
"Louis" ela chama a atenção do garoto e prende a respiração sentindo o falo duro a preencher "a gente ta no meio de todo mundo"
"E eu sinto a essa buceta ficando ainda mais molhada só em falar isso" louis fala rente a orelha da garota apertando a cinturinha para estocar uma vez devagar "fica quietinha me aquecendo" ele pega uma cerveja no cooler proximo
"Pegou o numero daquela garota da festa de ontem, louis?" Luke pergunta estranhando a cacheada no colo dele mas não comentou sobre
"Peguei, ela me passou mensagem essa manhã" as mãos tatuadas faziam carinho nas coxas de harry que segurava a vontade de rebolar no pau grosso que a preenchia tão bem "ela perguntou se iamos na festa de hoje" ele toma um gole da cerveja sentindo harry contrair em si
Louis fingiu ajeitar a posição que sentava consequentemente estocando contra harry que suspirou segurando um gemido em sua garganta
Ele observava a garota sentadinha em seu colo apertando as própias coxas em busca de auto controle
"Tão boa pro lou mas tão atrevidinha, acha que eu não percebi que está a viagem toda se mostrando pra todos que quiserem ver, parece uma puta, amor. Só que essa puta é só minha né?" ele fala baixo no ouvido da garota que se desconcerta em seu colo, ele beslica a bunda branquinha sentindo a garota se molhar cada vez mais em seu pau, ela afasta louis tentando manter a consciencia ali, vez ou outra ela podia sentir os olhares dos outros garotos em si "que foi, nenem? Não está gostando de ser util pro lou? Achei que gostasse de ser puta ou será que é tão exibicionista que queria que eu te fodesse aqui na frente de todo mundo, aposto que nem ligaria" ela choraminga sentindo o aperto discreto em sua cintura "eu sinto você se molhando toda, não adianta fingir que não gosta" ele aproveita que ninguem estava prestando atenção e beija o pescoço lisinho da cacheada
Louis observa luke, zayn, hailee e melanie entrarem na piscina e luna entrar para dentro da casa aproveitando todos distraidos para estocar algumas vezes contra a garota
"Lou... deixa eu gozar" ela geme baixinho agradecendo pela musica alta que tocava pelas caixas de som
"Não, brinquedinhos não merecem gozar" ele para de esticar e acende um cigarro sentando despojado na cadeira sentindo harry se apertar em si "se gozar eu paro"
"Lou-" o gemido é interrompido quando luna caminha ate harry com dois vestidos perguntando sobre qual ela iria usar
Louis estocou fraco contra a garota que reprimiu um gemido "o r-rosa" a cacheada suspirou aliviada vendo a outra garota se afastar
"Você acha que não vi quando veio tomar sol sem biquini quando sabia que só eu e zayn estavamos na casa, amor? Acha que não vi quando andava só de camisa e calcinha pela casa?" Ele aperta a coxa palida "eu deveria te deixar aqui sem gozar, só servindo de deposito para a minha porra"
harry percebe os olhares de zayn e luke atentos em louis e si, ela afasta as pernas dando a visão do pau de louis entrando devagar em sua buceta, os dois garotos sorrindo de lado com a cena ao que harry goza por todo o pau de louis que sente a garota ter pequenos espamos em seu colo e esmagar seu pau, ela apoiou a cabeça no ombro do mais velho sentindo seu corpo molinho, louis alheio aos olhares dos amigos
"Vadia" ele afasta a garota colocando seu pau de volta no short
"Lou! Volta" ela fala segurando o braço de louis "porfavor... desculpa"
"Louis traz uma cerveja" ele escuta a voz de zayn
"Sai" ele fala pra cacheada que ainda estava mole em seu colo "vai pro 2 quarto do segundo andar depois que as meninas sairem" ele fala rapido antes de levantar e pegar duas latas de cerveja
🌟
"Qual é louis essa é a melhor festa do ano! Não acredito que tu vai dar esse bolo na gente" zayn falava terminando de trocar de roupa, ele sabia que era uma desculpa porem louis não fazia a minima ideia
"Foi mal, não to me sentindo tão bem acho que vou gripar" louis se encontrava afundado nos edredons da cama "eu vou ficar em outro quarto pra vocês não griparem tambem" ele levanta caminhando ""abatido"" até o local marcado com harry, zayn soltou uma risada com o fingimento do tomlinson
Ele deita na cama observando o quarto impecavelmente arrumado mas não demorou muito para duas batidinhas na porta serem ouvidas e harry entrar pela porta
"Tranca" diz curto e a garota faz antes de caminhar até a cama, ele observa a garota que usava um shortinho de moletom e um top branco de alcinha sem sutiã fazendo os peitinhos marcarem no tecido fino "tão linda meu nenem" ele puxa a cacheada para perto de si puxando-a para si a fazendo ajoelhar entre suas pernas na cama
"Lou me fode, sim?" A garota puxa o top para baixo fazendo os peitos redondinhos pularem para fora proximo ao rosto de louis
"Você é tão apressadinha, amor. Passa uma semana sem levar pica nessa buceta gostosa que ja fica toda manhosinha" ele lambe uma linha desde da parte de baixo do peito até o biquinho durinho chupando ali e fazendo com que a garota vacilasse em seu colo "mas eu vou te comer bem gostosinho, sim? Te deixar cheinha de porra até vazar por toda suas coxas mas você não vai gozar sequer uma vez" ele mordisca o biquinho sensivel antes de virar deitando harry na cama
"Lou... eu pedi desculpa" Ela puxa louis pela correntinha prateada começando um beijo lento enquanto o seu shortinho era arrancado de seu corpo deixando a xotinha livre qualquer tecido "deixa eu gozar"
"sem calcinha, amor? É realmente mais putinha do que eu imaginava" ele desliza o indicador desde do clitoris até a entradinha ainda larginha por causa de mais cedo
Ele penetra o indicador e o anelar na garota que arqueia as costas gemendo no meio do beijo
Ele deixou mais um beijo nos labios inchadinhos antes de virar a cacheada de costas e penetrar voltando para o aperto da bucetinha que ele tanto gostava
Ele começa as estocadas firmes fazendo-a solavancar embaixo de si gemendo abafado no traveseiro
Ele estapeava e apertava a bunda bronzeada sentindo a garota vazar em seu pau
"Louis? A gente trouxe alguns remedios" louis xinga baixo ouvindo a voz de calvin do outro lado da porta
"Deixa ai depois eu pego" ele fala rapido voltando a foder harry, essa que segurava os gemidos
"Tem certeza que ta bem? Se quiser a gente te leva no hospital" harry deixa escapar um gemido fazendo louis tapar sua boca enquanto a puxava contra si
"Eu to bem, só um mal estar, podem ir pra festa" ele escuta algumas risadinhas e os passos se afastando "filhos da puta" ele fala baixo soltando a boca de harry e estocando com força fazendo a cabeceira da cama bater contra parede e harry gemer alto pouco se importando se ainda tinha gente na casa
"Louis... me deixa gozar" ela apertava o braço de louis que estava em sua cintura
"Não" ele a fode mais algumas vezes antes de gozar suspirando aliviado por todo o tempo que estava segurando
"Lou por favor" ela acaricia o rosto do outro ao que ele deita em seu lado "eu vou ser boa eu prometo" harry senta no colo de louis rebolando em cima do pau semi-duro
"Sai, ta me sujando harry" ele fala serio de olhos fechados
"Louis..." o tom choroso de harry ecoa pelo quarto "eu ja pedi desculpas e fui boa pro lou" ela beija o pescoço do de olhos azuis
"Mas deveria ter pensado isso antes de me desobedecer" a garota funga baixinho escondendo o rosto no pescoço de tomlinson
"Ta doendo lou" ela tenta novamente mas louis apenas começa um carinho nas costas macias "porque você ta sendo mau?"
"Ta doendo amor?" Ele abre os olhos vendo a garota ja com o nariz vermelinho e lagrimas escorrendo pelas bochechinhas vermelhas. Ele sabia o quão sensivel e ao mesmo tempo dramatica harry poderia ser "vamos dormir que passa" ele tira harry de cima de si a deitando em seu lado, harry sente os braços fortes abraçarem sua cintura e a respiração calma em seu pescoço
Ela se mexia inquieta tentando o minimo contato com o pau atras de si, mas quando conseguia louis afastava os quadris fazendo a garota choramingar frustada
"Louis" ela vira de frente para o mais velho que tinha os olhos fechados "não consigo mais" ela passa a perna pela a cintura de louis abraçando ele e conseguindo se roçar no pau duro embaixo de si "eu sei que você não esta dormindo, só ta sendo mau" ela esconde o rosto novamente no pescoço de louis enquanto algumas lagrimas escorriam pela sua bochecha por ser rejeitada pelo mais velho
Louis se segurava para não sorri pelo quão adoravel que ela parecia
Ele penetrou o pau no cuzinho apertado que estava molhado de melzinho e gozo enquanto contraia no nada ao que sentiu harry ficar mais calma em seu colo
Louis fodia a garota devagar ouvindo os pequenos ofegos em seu pescoço
"Para... eu preciso ir no banheiro" harry tenta se afastar empurrando o peito de louis que apenas continuou a fodendo e brincando com o clitoris sensivel e as vezes penetrando a pontinha do indicador
"Pode gozar, amor" ele fala tranquilo sentindo harry começar a tremer em seu colo gemendo alto e esguichando molhando seu baixo ventre
Ele penetra mais algumas vezes antes de gozar no cuzinho da garota que choramingava abraçando seu pescoço se sentindo cheia em todos os buraquinhos
"Obrigada lou" ela beija louis em um beijo calmo "não faz mais isso" ela abraça o mais velho deitando a cabeça em seu peito
"Tudo bem" ele acaricia o cachos cor de chocolate de harry e deixa um beijo na testa da mesma
Louis ainda teria que responder as milhares de perguntas e lidar com os olhares maliciosos dos amigos pelo resto das ferias
Harry achava que era só uma festinha que ela ia escondida do namorado, so nao esperava que louis, o delegado da cidade e seu sogro estaria presente para cobrir uma denuncia da festa
Harry, 17
Louis, 40
Tw: age gap, privação de ar (levinha), h!inter, breeding, traiçao, desuso de camisinha
Ib: anon
"Sim, amor eu sei" harry entrava pela 20° vez no closet enquanto falava no telefone "sim mas eu falei para anna que eu iria para a festa de 80 anos da avó dela" ela suspira
Harry tinha seus quase 18 anos completos e namorava com adrian desde de seus 15, eles se conheceram no colegio e desde dai moravam praticamente juntos
Ele era um bom garoto, sempre calmo, ele não era do tipo de brigas então isso chamou atenção na harry de 15 anos
Mas isso não excluia o fato de que o garoto era completamente egoista na cama, ele não fodia bem e não deixava harry ao menos se tocar enquanto era fodida da maneira mais sem sal do mundo, ele sempre gozava e nem ligava para o prazer da garota muitas vezes ela só fingia um orgasmo na tentativa de acabar mais rapido
Isso era o principal motivo de sair pelo menos nas sextas quando não dormia na casa do namorado
"Sim, te ligo quando eu chegar" ela deixa o celular no viva-voz enquanto observava os dois vestidos em sua mão
"Se quiser eu posso ir te buscar"
"Não precisa, vou dormir na casa de anna depois. Preciso ir, amor. te amo" ela desliga e continua se arrumando sabendo que a amiga estaria na porta de sua casa em alguns minutos
✨️
Harry dançava no ritmo da musica animada, ela usava um vestidinho tomara que caia colado e tinha seus cachos soltos caindo pelo seu ombro, ela tinha um copo de vodca na mão e se apoiava em um garoto aleatorio que conheceu minutos atrás
Ela se afasta indo até o bar pegando mais bebida, ela vê um garoto de olhos castanhos se aproximar de si com um sorriso enquanto bebia algo de seu copo
Ela levanta o beijando sem perder muito tempo sentindo as mãos do desconhecido apertarem sua bunda
"Fudeu chamaram a policia" harry escuta alguem falar alto e logo as luzes do giroflex iluminavam a frente da casa, ela olha em volta para se esconder ou sair mas os policiais já entravam na casa e foi nesse momento que ela viu a pessoa que menos queria ver
Louis tomlinson, a porra do pai de seu namorado
Ela sente os olhos azuis a encarando e se afasta tentando sair do campo de visão do outro
Ela sabia que seu sogro era delegado da maior delegacia da cidade mas nunca imaginaria que ele estaria presente em uma ronda por causa de denuncia de festinha
"Olha só quem temos aqui, que surpresa harry" ela escuta a voz de tomlinson extremamente perto de si "por acaso adrian tambem está aqui?" harry nega com a cabeça, louis ja sabia a resposta mas o olhar de medo nos olhos verdes o divertia "saindo sozinha styles? E até onde eu sei você só faz dezoito mês que vem" ele tira o copo vermelho da mão de harry "preciso que me acompanhe" harry estava paralizada no lugar com seu coração batendo rapido
"Não conta para adrian que me viu aqui" ela fala rapido ainda parada no mesmo lugar
"oque? Não vou contar nada pro seu namoradinho" os olhos azuis a fitam serio "preciso que venha, é o meu trabalho" ele segura o pulso da cacheada a puxando para fora da casa
"Ai louis meu pulso!" O mais velho abre a porta de uma das viaturas
"Delegado tomlinson" ele fala antes de a empurrar no banco do co-piloto e fechar a porta novamente
"Bruto" ela murmura cruzando os braços
Louis começa a dirigir pelas ruas movimentadas, harry observava o mais velho e ela não pode negar que já teve uma quedinha pelo homem, os musculos forte sempre marcando na manga da camisa preta, a calça apertada tambem preta com uma pistola no suporte em sua coxa, o cabelo castanho com alguns fios grisalhos e a barba curtinha que combinavam perfeitamente com seu rosto
Harry nunca foi de gostar de homens mais velhos, porem pra tudo se tem uma exceção
"Pode parar de me olhar como uma puta?" Ele diz serio ainda sentindo o olhos verdes o olhando de cima a baixo, louis traga o cigarro tentando se concentrar na estrada
"Posso fumar?" Ela estica a mão tentando alcançar o cigarro nos dedos do outro
"Está realmente pedindo isso? Você é menor de idade harry" ele para no sinal vermelho afastando a garota
"Só por um mês" ela apoia as pernas no banco e abraça seus joelhos "e eu to pedindo para o louis e não para o delegado tomlinson" ela fala com um bico nos labios vermelhos
Ele respira fundo e coloca o cigarro na boca da cacheada que traga ainda surpresa
"Sabe harry" ele traga o cigarro tranquilo voltando a dirigir ao que o sinal abre "você é mais puta do que parece" harry o olha "todas as vezes que ia em casa para ver adrian e ficava me encarando que nem uma cadela, todas as vezes que ia dormir lá e ficava gemendo que nem uma vadia, era proposital, amor?" Ele encosta a viatura de qualquer jeito na calçada de uma praça e liga o giroflex "você é nojenta harry" ele segura o rosto da garota a vendo arregalar os olhos verdes "quantos garotinhos de fraternidade já puderam botar as mãos nessa bunda? Tudo isso enquanto fingia a boa moça lá em casa" ele vê o momento que as coxas branquinhas se pressionam uma contra a outra "você é patetica" ele solta o rosto de harry vendo a marca de seus dedos na bochecha corada
"Lou-" sua frase é cortada com um tapa em sua coxa, ela choraminga baixinho sentindo sua calcinha molhar
"Já falei que é delegado tomlinson, amor. Ainda estou de farda certo?" Ele tira o cinto e empurra o banco para trás "vem aqui" ele da dois tapinhas em suas coxas e harry tira o cinto obedecendo o pedido
Ele puxa o rostinho corado iniciando um beijo agressivo enquanto apertava as coxas em seu colo, harry leva as mãos para os fiozinhos em seu pescoço enquanto louis continuava a apalpar todo o corpinho em cima de si
A diferença de tamanho era notavel, louis era alto e másculo enquanto harry era consideravelmente pequena para as garotas de sua idade e seu corpinho aparentava ser tão fragil que parecia que poderia quebrar facilmente
Louis abaixa com facilidade a parte do vestido que cobriam seus peitinhos os liberando
"Está com vergonha, amor?" Ele fala ao que a garota abaixa a cabeça com a bochechas queimando
Louis segura os peitos da garota que cabiam perfeitamente em sua mão, ele aperta vendo a garota suspira apertando seu ombro
"Chupa eles, delegado" ela fala baixinho em um tom envergonhado
Louis sorri sacana antes de colocar o mamilo em sua boca enquanto brinca com o outro
Ela geme baixinho rebolando no pau duro embaixo de si
Louis estava embriagado no cheirinho de morango que harry tinha e nos gemidinhos baixos da garota
Harry sentia a arma de louis em sua panturrilha e não pode deixar de imaginar louis a fodendo com o cano da arma
O mais velho deixa de chupar o peitinho que ja estava vermelho e começa a deixar marcas por todo o torço da garota pouco se importando se ela iria se encontrar com seu filho no dia seguinte
"Chupa" ele se afasta da garota e abre a calça não suportando mais o aperto do tecido
Harry se abaixa entre o banco e o volante se colocando no meio das pernas de louis que abaixa a calça na altura de suas coxas liberando o falo duro que cai em seu abdomen, a cabecinha vermelha e brilhando pré-gozo
Harry segura o pau pela base enquanto deixa beijinhos por toda a extensão sem tirar os olhos de louis que ofegava segurando seus cachos
Ela coloca a cabecinha em sua boca, rodeando a lingua na fenda que vazava pré-gozo
"Oh harry..." ele estoca os quadris para frente vendo a garota engasgar e se afastar rapidamente "agora eu sei porque adrian nunca te largou, uma boquinha tão boa" ele acaricia a bochecha rosada "aposto que a bucetinha é tão boa quanto"
Ele segura os cachos fazendo a garota engolir toda a extensão e os olhinhos verdes o olharem suplicantes
Ele estoca devagar contra a garganta da cacheada que apertava suas coxas, ele resolve testar apertar o nariz da garota a privando totalmente de ar, ela começa a bater desesperadinha nas coxas e se mexer inquieta com lagrimas nos olhos
"Shh... ta tudo bem" ele acaricia os cachos enquanto termina de contar até 10 mentalmente
Louis solta a garota que se afasta puxando o ar rapidamente, ele punheta o pau duro vendo o estado da garota embaixo de si
Ele goza sujando o rostinho de harry com a tiras grossas de gozo
"Ainda mais linda" ele passa o dedão pela porra levando para os labios inchadinhos, ela chupa de bom grado
Harry senta no colo de louis novamente tentando tirar o colete apressadinha
"Me fode lou" ela rebola no colo de louis que tirava o colete e a blusa jogando para o banco de tras, harry gemia baixinho apoiando a cabeça no ombro de louis enquanto esfregava o clitoris inchadinhos em seus dedos
"Você é tão desesperadinha assim por um orgasmo, amor?" Ele abaixa o ziper e puxa o vestidinho do corpo de styles a deixando apenas com a calcinha branca toda molhadinha
Ele levanta a cintura da cacheada e afasta a calcinha para encaixar o cacete duro na entradinha apertada
"Caralho harry" ele aperta a cinturinha buscando apoio para não foder a garota que se apertava em seu pau "tem certeza que não é virgem? porra apertada pra um caralho" ele encosta a cabeça no encosto do banco ao que sente harry engolindo todo seu pau e gemendo em seu pescoço
"Fode lou, me deixa toda abertinha e vazando porra" ela rebola devagar sem conseguir se mover muito por causa das mãos fortes em sua cintura
Ela se apoia no joelho de louis para rebolar sentando contra o cacete, sentindo ele ir fundo em si
Louis gemia deleitado no aperto da buceta em seu cacete, as luzes vermelho e azul iluminavam o corpinho de harry que tinha a cabeça jogada para trás enquanto quicava em seu colo
Louis deitou mais o banco antes de puxar harry contra seu peito e a virar deixando-a embaixo de si e começando a estocar fundo contra a garota que gemia e arranhava as costas de louis
"Louis... tão fundo" as maozinhas com as unhas pintadas em um vermelho quase vinho esfregam os olhos verdes que lagrimejavam "tão bom..." ela abraça o pescoço do mais velho o olhando com devoção
"Porra" ele aperta estapeia a coxa que estava apoiada em sua cintura sentido seu baixo ventre revirar
Ele vira a garota de costas para si, a bunda empinada roçando em seu caralho
Ele entra em harry novamente ouvindo a garota gemer arrastado e apoiar a testa no apoio do banco
"Já foderam esse cuzinho amor? Ele penetra a ponta do dedão no cuzinho apertado fazendo a garota arquear as costas praticamente gritando em seu pau
"Não... nunca" ela se sentia mais proxima de um orgasmo que nunca "deixa eu gozar lou"
"Quer gozar amor?" Ele escuta um "uhum" baixinho enquanto ela acena com a cabeça "goza, nenem" ele brinca o clitoris da garota que pulsava em seus dedos
Ela se aperta em louis gozando no pau que ainda a fodia fundo e tremendo perdendo as forças sendo segurada pela mão de louis que rodeava sua cintura
Louis a vira sentando-a em seu colo novamente e ela sente as estocadas ficarem mais descontroladas antes do mais velho gozar tudo dentro de si gemendo contra seu pescoço
"Me diz que você toma pilula" ele acaricia a cinturinha cheia de marcas da garota
"Tomo" ela enfia o rosto no pescoço de louis, respirando o perfume forte
Louis sai de dentro dela a deixando de lado em seu colo ainda com o rosto em seu pescoço e os olhinhos fechados
"Eu te levo para casa" ele faz a menção de voltar o banco para o lugar mas harry agarra mais o seu pescoço se aconchegando no colo
"Depois"
(Parte dois com eles fodendo na delegacia ou na casa do louis????)
Louis era o maior empresario do ramo de tecnologia, mesmo com todo o dinheiro em sua conta ele era um cara reservado e que trabalhava praticamente todos os dias da semana. Até ele conhecer harry em uma confreternização da empresa
Louis, 37
Harry, 22
Tw: age gap, prostituição, breeding, desuso de preservativo, piercing (no mamilo), H!inter
Louis bebia o segundo energetico do dia enquanto tentava se concentrar na 3° e ultima reunião do dia, depois que saisse da empresa ele teria mais um jantar em comemoração ao sucesso do lançamento do novo aplicativo da empresa
Ele sentia frustado e sem paciencia para ouvir o time de marketing falando sobre novas estrategias para alcançar mais publico, talvez metade da culpa disso estava na falta de um orgasmo decente há meses
Bem, ele sempre estava muito ocupado gerenciando a empresa e até mesmo dormindo no propio escritorio. Ele não tinha tempo para arranjar e gastar com alguma namorada tendo em mente que ele não era muito do tipo "só uma foda"
Ele passa as mãos nos fios castanhos suspirando aliviado com o fim da reunião, ele levanta juntando todos os papeis na pasta e se despedindo de todo mundo enquanto saia com pressa
"Fala luke, eu ja to atrasado então espero que seja importante" ele entra no sedan preto jogando o celular no viva-voz no banco do lado
"Tenho algumas surpresinhas para o jantar"
"Cancelou com o restaurante em cima da hora? Eu ia amar" ele afroxa a gravata dirigindo pela ruas estranhamente calmas de manchester "desembucha"
"Contratei umas diversõeszinhas"
"Não é uma festa de aniversario de 5 anos para contratar o patati e patata, luke." Ele tira o telefone do viva-voz caminhando em passos rapidos até seu apartamento
"Você sabe do que eu to falando, tomlinson." Louis desliga o telefone impaciente, ele tinha exatos 40 minutos para tomar um banho rapido, se arrumar e chegar no restaurante
🍾
Louis comprimentava os socios de sua empresa finjindo um sorriso amigavel
Ele caminhava no salão depois de ter comprimentado todo mundo e indo até uma mesa mais reservada no canto pedindo outra taça de vinho
"Esse não se parece tanto com o tão aclamado pela midia louis tomlinson" louis observa uma garota com cachos castanhos caindo por seu ombro
"O louis tomlinson tão aclamado pela midia não pode beber sozinho?" Os olhos azuis fitam a garota de estatura media que usava um vestidinho vinho colado com um decote longo e que marcava suas curvas
"Normalmente ele estaria cercado de amiguinhos paparicando o grandioso tomlinson" ela bebe o champagne
"Se não se importar, preciso ir falar com gente mais importante..." ele fez uma pausa esperando pelo nome da cacheada
"Harry styles"
"Srta. Styles" ele levanta indo até a area externa enquanto acende um cigarro
🍾
"Nossa quanta gente importante" louis escuta a voz familiar atras de si, ele ja estava no 3° cigarro tentando passar o tempo mais rapido e poder sair daquele lugar
"Quem te pagou?" Ele fita a garota que tinha agora uma taça de champagne na mão
"Só porque coincidentemente nos encontramos de novo já assume que eu sou uma puta?" Os olhos azuis fitam a garota de cima abaixo rindo baixinho
"Luke? Zayn? Calvin?" Ele traga o cigarro
A garota se aproxima brincando com a correntinha que estava pendurada no pescoço de tomlinson
"Pelo visto deve ter problema pra ter uma ereção ou algo do tipo, caso o contrario não estaria sozinho todo esse tempo" os olhos verdes encontram os azuis parando ali por um tempo
"Pode ter certeza que esse não é o caso" ele fala baixo apoiando uma das mãos na cintura da garota
"Não passa muita credibilidade" nessa altura os rostos de ambos estavam a centimetros de distancia
"Quer tirar prova?" Ele segura as bochechas gordinhas com uma mão a puxando contra si
Ele observa os labios vermelinhos formando um biquinho quase que adoravel antes de juntar suas bocas em um beijo quente e agressivo
As mãos da garota passeiam pelos fios castanhos e ombros largos do mais velho que a afasta enquanto joga bituca do cigarro no chão e pisa apagando-a
"Tem sua prova mas eu não sou do tipo que apoia a prostituição" ele caminha de volta para o restaurante deixando a harry do lado de fora raciocinando oque aconteceu, não é tambem como se ela fosse desistir facil
🍾
Louis caminhava de volta para o carro segurando o terno em um dos ombros e o cigarro acesso em sua outra mão
"Tommo!" Ele escuta alguem lhe chamando e vira para tras vendo harry se aproximar de si com os saltinhos pretos na mão e a outra mão segurando a barra do vestidinho que insistia em subir "nossa a tequila que eles estão servindo la dentro é otima" ela se apoia no mais velho que a olha confuso "vamos pra casa já?" Ela passa os braços pelo pescoço de louis que suspirava tentando arrumar uma desculpa para se livrar da garota
"Eu vou para minha casa e você pra sua, se quiser eu chamo um uber" ele tenta afastar a garota que estava grudada em seu pescoço para poder pegar o celular em seu bolso
"Não loulou eu não vou pra casa" ela fala beijando o pescoço arrepiado de louis "vou com o louis" ela fala meio embaralhado
Louis suspira desistindo e colocando a garota no banco do passageiro enquanto a mesma cantarolava alguma musica e ria sozinha
"Me fala onde voce mora" ele entra no carro colocando o cinto vendo a garota contar "patos no ar" "vamos harry eu quero ir pra casa ainda hoje"
"Casa...sim" ela vira o rosto observando o rosto masculo de louis, as maças do rosto tão marcadas quanto a mandibula, uma barba aparada contornava seu rosto "loulou tão bonito" harry leva uma mão para a bochecha de louis fazendo carinho ali
O mais velho ri a afastando
"Onde é a casa?"
"Do lou sim" ela fala sem sentido mais uma vez
Depois de alguns longos 30 minutos ele conseguiu um endereço de uma aparentemente amiga de styles que achou enquanto ligava para alguma das poucas pessoas na lista de contatos no celular da garota
"Vamos harry, chegamos" ele ajuda a garota, que estava praticamente dormindo, a sair do carro
"Casa do lou?" Ela levanta a cabeça olhando para casa em sua frente "oh essa não é a casa do lou" ela abraça o pescoço de louis começando uma nova batalha que foi fazer a garota o soltar e entrar na casa
🍾
Ja fazia uma semana desde dos acontecimentos da festa e louis não conseguia esquecer os olhos verdes da garota
Ele tinha deixado seu cartão de contato esperando que harry entrasse em contato mas nada tinha chego ainda
"Amalia chama zayn, luke e calvin para meu escritorio, por favor." Ele fala voltando para seu escritorio após o horario de almoço, ele estava decidido em encontrar harry
Nao demorou muito para os tres homens aparecerem em sua sala
"Quem de vocês contratou harry?" Louis fala serio sentando despojado na cadeira
"Ah harry" luke começa "foi um plano em conjunto"
"Que pelo visto não deu certo e agora o senhor ai nos deve 300 libras cada" zayn fala em um tom entediado
"Eu quero o numero dela"
"Só tenho o numero da casa" calvin fala tirando o celular do bolso "posso ver oque eu consigo"
"Otimo"
🍾
Harry terminava de arrumar a maquiagem antes de entra no palco, seu cabelo em um rabo de cavalo alto e um conjunto de langerie preto combinando com os saltos de plataforma
Assim que harry se preparou para começar a apresentação seus olhos cairam no homem usando um terno cinza e tinha um copo de bebida na mão, ela poderia reconhecer aquela silhueta em qualquer lugar
Louis.
Ele conversava com alguem no bar e apontava a ela sem tentar ser o minimo discreto
A musica começa a tocar e ela começa a coreografia no pole sentindo o olhar de louis queimar em si
Ele se aproxima sentando em uma mesa proxima ao palco, as pernas afastadas em uma postura despojada que nao combinava nada com as roupas chiques que ele usava, ele tinha um sorriso de canto nos labios enquanto bebia a bebida em seu copo
Harry escuta as ultimas batidas da musica e se abaixa para pegar algumas das notas que jogaram, louis se levanta jogando um bolo de notas de 50 e 100 libras, segurando o pulso da garota ao que ela faz a mençao de pegar o dinheiro
"Me encontra no camarim" ele fala serio antes de sair ate os fundos da boate entrando apenas com um aceno de cabeça para o segurança
🍾
"Porque não me respondeu?" É a primeira coisa que harry ouve ao entrar no camarim, jogando o dinheiro na bolsa e vestindo um robe de seda para cobrir seu corpo
"Do que ta falando?" Ela senta no sofá amplo do camarim
"Não finja que não sabe"
"Não peguei no meu celular hoje"
"Te vi online"
"Não te devo respostas, você mesmo disse que não apoia prostituição"
"Não estou te pagando pra se prostituir, me da uma chance de me desculpar por ter sido um idiota da ultima vez"
"Pois já está sendo idiota de novo"
"Vem em um jantar comigo" ele tira a caixa de cigarro junto com o isqueiro do bolso
"Não gosto do cheiro de cigarro no meu camarim e eu tenho que trabalhar, não nasci milionaria"
"Ja paguei tudo que poderia ganhar hoje, tinha 10 mil lá" ele coloca o cigarro no bolso do terno novamente "não precisa ir tão arrumada, é um restaurante simples" louis observa a garota imovel no sofá "por favor"
🍾
"Você é engraçada quando ta bebada" louis tentava cortar a tensão no carro mas não parecia ter tanto efeito
"Me drogaram" ela fala sem muitas expressões olhando pela janela, louis fica em silencio "obrigada por me levar na casa da taylor naquele dia"
"Fiz o minimo" ele estaciona na frente do restaurante de aparencia rustica mas ainda sim sofisticada
Eles caminham para dentro do restaurante indo até a mesa ja reservada por tomlinson
"Eles servem de tudo, o meu favorito é o Steak tartare mas pode pedir qualquer coisa do cardapio"
"Vou querer esse Lagostas e coquilles saint jacques" ela diz simples
"Vou pedir de entrada um Foie gras, ok?"
"Pode ficar a vontade" ela toma um gole do vinho branco "agora indo pro assunto principal, porque me procurou?"
"Queria me redimir por sexta, não que isso justifique mas eu estava tendo um dia ruim" as orbes verdes estavam atentas em cada palavra "e se você quiser podemos ir para um hotel muito bom que eu conheço" a entrada é posta na mesa "não estou te forçando a nada, nao ache que o jantar foi por causa disso, eu só..." ele observa a garota atenta "queria te conhecer melhor"
"Então isso é um encontro?"
"Se quiser pode chamar assim" ele sorri
"Que jeito mais criativo para me chamar para um encontro, jogando dinheiro na minha cara e me tirando do meu trabalho"
"Tudo consensual"
"Você consegue ser um querido quando quer, tomlinson"
"Louis. Mas pode chamar de loulou se quiser" ele brinca vendo a garota engasgar no vinho e ficar vermelha
"Eu falei isso?"
"Uhum" ele mastiga lentamente "a quanto tempo trabalha com isso?"
"Uns 5 anos" louis a olha surpreso "começei trabalhando como garçonete com 17 anos, mudei para dançarina com 19"
"Já pensou em parar?"
"É meu sustento, louis. Não posso largar tudo"
"Não querendo ser emocionado nem nada mas se quiser ficar comigo eu posso te dar o dobro do que ganha no mês, pode fazer outra coisa se quiser mas não é obrigada a nada"
"Isso é futuro, louis. Por enquanto a realidade é outra"
"Só deixando claro" ele da de ombros
O resto do jantar ocorreu tranquilamente, os dois conversando sobre coisas bobas como "qual é melhor: marvel ou dc" e conforme o tempo passou a tensão entre os dois acabou sumindo
Louis pagou a conta saindo do restaurante seguido de harry e dirige até o hotel que tinha feito outra reserva
"Planejou tudo, tomlinson?" Ela fala entrando no quarto do hotel que cheirava a lavanda
"Talvez" ele deixa o terno em cima do sofá "olha se não quiser fazer nada não precisa,ok? Se quiser só dormir não tem prob-" harry cala o mais velho com um selar rapido de labios
"Ta tudo bem, eu quero" ela leva as mãos para os fios castanhos fazendo um carinho ali "pode fazer oque quiser"
Louis leva as mãos para a cintura da cacheada começando um beijo cheio de desejo e tão agressivo quanto o primeiro beijo dos dois
O ziper do macacão que a garota usava é solto e a parte de cima cai sobre sua cintura liberando os peitos que tinham os mamilos durinhos e a joia do piercing brilhava nos dois montinhos
"Porra" louis não resiste a vontade de a colocar na boca ouvindo a garota gemer baixinho ao que a lingua brincava com as pedrinhas do piercing
Ele caminha desajeitado até a cama sentando ali e puxando a garota para seu colo
Eles começam outro beijo enquanto as mãos apressadas de harry vão para os botões da camisa social e louis tirava o cinto e desabotoava a calça social
"Goza rebolando na minha coxa" ele fala calmo enquanto ajuda a garota a tirar o macacão e sentar em seu colo apenas com a calcinha pequena de renda cobrindo seu corpo "você fica tão linda assim, com o pescoço todo marcadinho e rebolando em mim como uma cachorrinha" ele sente a buceta molhar ainda mais sua calça "voce gosta de ser puta né filhote?" Ele segura a cintura da cacheada ditando os movimentos "aposto que nem sabe quantos ja foderam essa buceta" ele aperta as coxas brancas deixando a marca de seus dedos no local "mas nenhum nunca vai fazer tão bem quanto eu faço, ouviu amor?" Ele ve a garota concordar com olhinhos fechados, as bochechas vermelhas e a boquinha sendo maltratada pelos dentinhos de coelho
Ela começa a tremer em seu colo e foi só louis começar a masturbar o clitoris inchadinho para a garota gozar molhando ainda mais a calça social cara
"Muito bem, nenem" ele senta harry na cama e se levanta para tira a calça ficando só com a cueca preta que marcava o volume do falo duro preso no tecido "deita com as pernas abertas" ele se ajoelha na cama vendo a garota fazer oque foi pedido
Louis se apoia em seus antebraços ficando proximo da bucetinha molhada da garota, ele beija o interior das coxas palidas e deixa algumas mordidinhas no local fazendo as pernas da cacheada tremerem. Ele deixa pequenos beijos desde do baixo ventre ate a pelves de harry que lutava contra o reflexo de fechar as pernas conforme ele chegava mais perto de sua grutinha
Ele afasta a calcinha vendo a bucetinha vermelha que pulsava no nada "toda molhadinha" ele deixa um beijo no clitoris proeminente da garota
Ele chupa o local olhando a reação da cacheada que leva automaticamente as mãos para os fios castanhos de louis, a barba aparada roçando em suas coxas deixando-as vernelinhas
"Lou...ainda ta sensivel" harry fala chorosa sentindo louis passear com a lingua por toda a buceta, ela puxava seus cabelos e empurrava os quadris para cima tentando tem mais contato
"Amor você consegue ser ainda mais gostosa do que eu imaginei" ele aperta o pau dolorido na cueca observando o melzinho escorrer ate o cuzinho apertado da cacheada
Ele coloca a calcinha de volta no lugar e senta na cama colocando o pau para fora da cueca começando uma punheta lenta
Ela engatinhou ate ficar entre as pernas de louis substituindo a mão dele pela sua
Ele segura os cachos de harry e beija os labios vermelinhos
Harry separa o beijo deixando rastro de chupões por todo o torso bronzeado de louis e deixando um beijinho na cabecinha vermelha que vazava pré-gozo antes de colocar toda a extensão na boca
O de olhos verdes apoia uma mão na cama e a outra nos cachos cor de chocolate da garota, juntando todo seu auto-controle para não foder a garganta apertada da garota, essa que chupava o pau com afinco vez ou outra engasgando
"Deixa eu foder?" Ele fazia um carinho calmo nos cachos, os olhos verdes encararam louis e ela abriu a boca dando autorização para louis, ele levou ambas as mãos para trás da cabeça de harry usando de apoio para estocar contra a garganta quente da garota
Os olhinhos verdes ja começavam a acumular lagrimas ao que louis forçava sua cabeça para baixo a forçando a abrigar todo o pau, com uma mão ele segurava a cabeça e a outra ele levou para o pescoço da garota sentindo o volume ali
Harry começava a ficar desesperadinha sem ar e apertar a coxas de louis enquanto tenta se afastar, louis da uma estocada contra a garganta da garota apenas para a ver engasgar e depois a solta vendo ela se afastar tossindo e respirando desregulado
Louis limpa uma lagrima que escorria pela bochecha corada da garota antes de empurra-la contra o colchão novamente, sua boca volta para os biquinhos sensiveis da garota, chupando ali enquanto brincava com o outro
Harry gemia apertando os ombros largos vez ou outra marcando com as unhas ali, ela aproveita a posição que estavam para tentar ter algum contato com o pau duro tão proximo de sua buceta
"Me fode porfavor lou" ela puxa o mais velho o fazendo parar de maltratar o mamilo sensivel e roçar consequentemente o pau contra sua buceta
Ele alcança o pacote de camisinha na mesa de cabeçeira mas harry tira de sua mão jogando do outro lado da cama e puxa a cueca de louis liberando totalmente o pau do aperto do tecido, louis suspirou aliviado puxando a calcinha de harry tambem para fora de seu corpo
Ele deita por cima da garota apoiando a mão proximo a cabeça dela e encaixando o cacete na grutinha que vazava lubrificaçao aos montes
"Porra hazza, tão apertada... nem parece que gosta de dar essa buceta para qualquer um que queira" harry choraminga abraçando louis pelo seu pescoço enquanto sente sua entradinha se alargar no cacete
Louis a sente ficar menos tensa e começa estocar devagar contra a garota que gemia baixinho apertando as unhas em suas costas, ele fica de joelhos apertando a cinturinha e puxando-a contra suas estocadas fazendo harry arquear as costas e gemer alto puxando os lençois da cama
Ele apertava a cintura tão forte que tinha certeza que seus dedos ficariam marcados ali, o barulho dos corpos se chocando e dos gemidos de ambos ecoavam por todo o quarto
"Tão gostosa, eu poderia te foder pra sempre" ele deixa um tapa ardido contra a coxa proximo do bumbum branquinho de harry, ela geme gritado fechando os olhos e se contraindo contra louis enquanto goza sentindo suas coxas tremerem, louis goza dentro da garota que ainda tinha pequenos espasmos embaixo de si
Ele observa harry de olhos fechados embaixo de si, as bochechas corada, testa suada com alguns cabelinhos grudando ali, a boca com pequenos filetes de sangue devido as mordidas e ela respirava calmamente
Ele deita puxando a garota para seu peito enquanto desenhava circulos invisiveis com o dedo na costa da mesma
"Eu quero mais" ela senta na pelves do de olhos azuis encaixando o membro semi-duro entre os labios de sua buceta e rebolando ali em cima sentindo a porra vazar de sua entrada "me fode mais uma vez lou, foi tão bom" o mais velho segura a cintura marcada a virando na cama e a puxando contra si e encaixando o pau já duro com a propia porra ajudando nos movimentos "oh lou... me fode tão gostosinho" a cacheada puxa um traveseiro afundando o rosto na almofada macia e abafando os gemidos que ficavam cada vez mais desesperados
"Geme amor, mostra o quanto o lou te fode bem" ele puxa a garota pelos cachos encostando a costa dela contra seu peito
"Loue..." ele solta o torso da garota que deita na cama deixando a bunda empinada que era apertada e estapeada por louis "caralho louis" ela geme alto sentindo seu corpo tremer em outro orgasmo e depois de algumas estocada sente a porra de louis a preenchendo novamente e ele saindo de dentro de si
O gozo escorrendo devagar por suas pernas
Harry deita de costas no peito de louis que a abraça fazendo carinho na cintura da cacheada
"Vou preparar a banheira" ele deixa um beijo no topo da cabeça cacheada e levanta pegando as roupas no chão "o serviço de quarto é 24 horas então podemos pedir algo para comer se quiser" ela murmura um "certo" enquanto abraça um traveseiro macio em sua frente
Louis prepara a agua da banheira jogando alguns sais de banho que cheiravam a morango e coloca as roupas na cesta para mandar para a lavanderia do hotel
"Quer que eu carregue a madame para a banheira tambem?" Ele ri apoiando um joelho na cama
"Sim mordomo me leve" ela estica os braços rindo e louis a pega no colo estilo noiva
"Acho que está numa temperatura boa" ele abaixa harry devagar na banheira
"Entra tambem, é grande o suficiente" ela segura o pulso com o nó tatuado
Ele solta a toalha da cintura entrando na banheira e sentando atras da garota, ela se deitando confortavelmente contra o peito do mais velho
"Mandei as roupas para a lavanderia do hotel eles entregam de manhã" ele observava a harry contornar as tatuagens em seu braço
"Uhum" ela murmura sonolenta sentindo louis esfregar o shampoo com cheiro de morango em seu cabelo, ele enxagua os cachos com a ducha
"Deixa eu lavar o seu cabelo" harry senta de frente para louis pegando o vidro de shampoo no apoio da banheira e despejando um pouco em suas mãos depois esfregando nos fios castanhos, ele sorria bobo vendo a garota concentrada em passar o shampoo com a pontinha da lingua aparecendo nos labios gordinhos
Ela alcança a ducha fazendo o mesmo que o homem fez antes
Ela senta de costas para ele novamente e ele espalha o condicionador nas pontas do cabelo
Eles terminam o banho e harry obriga louis a sentar na cama para secar o cabelo, oque ele fez sem pestanejar muito. O vento quente secava seu cabelo enquanto harry bagunçava com a mão
Ele fez o mesmo com ela depois de ter ganhado um tutorial de como secar do jeito certo por causa dos cachos
Era 8 da manhã e harry dormia na cama macia de lençois trocados e louis fumava na varanda esperando o serviço de quarto
Os olhos azuis não conseguiam desviar da garota no meio dos lençois, os cachos espalhados pelo travesseiro, um biquinho adoravel e ela abraçava enfiando o rosto no travesseiro de louis
Ele terminou o cigarro e voltou para o monte de lençois brancos onde harry deitava e deitou ao lado dela com as costas apoiadas na cabeçeira e fazendo carinho nas costas nuas, ela desperta rapidamente logo dormindo substituindo o travesseiro de louis por ele propio
Ele deita mais confortavelmente com a garota em seu peito enrolando ali até ouvir a campainha indicando que o serviço de quarto havia chegado
"pedi café, salada de frutas, torrada, queijo, presunto e suco" ele fala ao ver harry surgir caminhando sonolenta no corredor, ela usava um robe de seda dado pelo hotel
Ela senta na mesa de dois lugares que tinha ali, observando louis sentar ao seu lado
"Obrigada"
"Eu falei que iria tentar me redimir" louis sorri bobo
"Mas se continuar assim nem vai dar tempo de se redimir completamente" ela se refere ao cheiro de cigarro do outro
Harry não odiava, ela sentia conforto ao sentir o cheiro de cigarro com café e isso acabava por lembra-lá de louis
Louis ainda não a lembrava casa, mas lembrava algo similar
"Eu te dou uma chance" ela espeta o kiwi na vasilha com as frutas "podemos nos conhecer melhor" essa frase foi oque faltava para louis passar o resto da semana com um sorriso bobo no rosto
Louis desde que começou no seu novo estagio percebe os olhares diferentes da diretora do colegio, harry que desde que botou os olhos no jovem não conseguia parar de imaginar o quão bom o garoto quietinho poderia a foder
Louis, 25
Harry, 35
Tw: lactation kink, breeding, traição
Ib: anon
(Vou adicionar a capa depois pq to viajando e a internet não me ajuda a carregar as fotos)
Louis caminhava pelos corredores da escola sentindo a mesma ansiedade como se fosse um primeiro dia de aula, ele apertava a alça da bolsa em sua mão, respirava desregulado tentando chegar na sala da diretoria para pegar as informações para o estagio
"Olá, ahm... posso entrar?" ele fala apos abrir uma fresta da porta da diretoria encontrando uma figura cacheada sentada na cadeira de couro preta
"Ah sim, bom dia, pode entrar. sou harry styles, você é?" a mulher levanta apertando a mão do outro e sorrindo amigavel
"Sou louis tominson, começo meu estagio hoje"
"Prazer senhor tomlinson, creio que veio para pegar os seus horarios, certo?"
"Sim, não pude vir para a reunião de inicio de semestre" ele senta em uma das cadeiras em frente a mesa comprida de vidro
"Acredito que já esteja impresso, me da só um minutinho" a cacheada pega o telefone fixo na mesa e liga para a secretaria que cuidava dos documentos
Louis usou esse tempo para analizar a sala, as paredes pintadas em um tom claro de cinza, uma estante com livros, trofeus e fotos, Um armario atrás da porta e um sofá do outro lado, em sua frente ficava a mesa de vidro com uma pilha de papeis e porta canetas, computador e a cadeira de escritorio em um couro preto.
Seu olhar caiu em harry que usava uma blusa social branca levinha, seus cachos soltos em seu ombro e o crachá de identificaçao pedurado em seu pescoço, louis suspirou sem jeito quando notou que pelo jeito que a mais velha sentava ele podia notar a rendinha do sutiã vermelho aparecendo na blusa que tinha os 3 primeiros butões soltos e como suas coxas pareciam esmagadas na saia preta colada que ela usava.
"Sr. Tomlinson?" Ele sai de seus desvaneios ao ouvir a voz calma o chamando "aqui está sua grade com as salas e o professor principal, qualquer duvida ou problema pode vir aqui" ela entrega a folha de papel fitando rapidamente o moreno sentado em sua frente
Ele usava uma camisa polo azul escuro que marcava o braço com alguns musculos aparentes mas nada muito extravagante, ele usava uma calça preta social mas que ficava perfeitamente apertada em seu corpo
"Obrigada sra. Styles" ele levanta rapido saindo da sala e regulando a respiraçao descopensada caminhando sua primeira aula completamente aos olhares de styles
📚
Louis puxava os dois adolescentes pelo corredor, ele mal tinha feito seis meses de estagio e ja tinha que lidar com briguinhas bobas de estudantes
"Bom dia sra. styles, está muito ocupada?" Ele estra notando a sala vazia mas alguns barulhos vinham do banheiro que tinha a porta fechada
"Só um minuto" ele escuta a mais velha fala e ele senta os dois garotos nas cadeiras em frente a mesa e se apoia na parede proximo a porta de vidro fosco "ah olá professor tomlinson, desculpe ouve um probleminha" ele observa a cacheada colocar oque parece que são duas garrafinhas na pequena geladeira da sala "oque aconteceu?" Ela senta na cadeira atrás da mesa
"Pelo oque me falaram victor começou a provocar thomas por causa de algum motivo besta e thomas avançou dando um soco no rosto dele e começaram a brigar na cafeteria durante o intervalo, mas nenhum quis falar nada" os olhos verdes caem no garoto que segurava uma bolsa de gelo contra a bochecha e o outro que tinha a cabeça baixa
"Quem vai começar falando? Se os dois não quiserem entrar em grande problema então e melhor esclarecerem tudo" ela fala seria e louis volta a se apoiar na parede observando a cena, harry usava hoje uma blusa social soltinha em um tom de cinza com os primeiros botões desabotoados e uma saia preta como normalmente usava
Ele nota as unhas pintadas de branco enquanto ela escreve algo em um caderno
"Victor ganha 3 horas de detenção após a aulas e thomas 3 horas e meia" ela observa os dois adolescente e continua quando thomas faz a menção de protestar "mesmo que tenha sido provocado não é motivo para querer resolver com violencia e os pais tambem vão ser notificados, estão liberados" harry guarda o caderno na estante proxima de sua mesa e chama louis antes que ele feche a porta "tomlinson preciso que assine uns papeis sobre o passeio de turma do 9° ano, coisinha besta mas esqueci de pedir antes" ela puxa algumas folhas da gaveta ao lado da mesa enquanto tomlinson se senta em sua frente
Ele pega uma caneta e lê em silencio antes de assinar
"Tem filhos?" A cacheada o olha confusa "quer dizer, e-era garrafinhas de leite que colocou no frigobar?"
"Ah sim, tenho uma garotinha de 9 meses" ela liga a tela do celular mostrando a nenem que sorria na tela de bloqueio, ela parecia uma exata copia de harry com os olhos verdes grandes e os dentinhos de coelho junto com as covinhas fundas
"Adoravel" ele diz sorrindo sem mostrar os dentes "não sabia que era casada, não usa nenhum anel" ele levanta ao ouvir o sinal tocando indicado que o intervalo tinha chego ao fim
"É complicado" ela diz baixo
"Desculpe, fui invasivo" ele abre a porta se preparando para sair
"Sua grade de horarios irá mudar, o administrativo não me passou ainda mas passa aqui no final das aulas para ver se já está aqui" louis acena com a cabeça antes de sair da sala
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Louis pega suas coisas saindo da aula que teve que substituir, ele amava pedagogia mas dar aulas para 6° e 7° anos pode ser um karma de alguma vida passada
"Licença sra. Styles" ele dá dois toques vendo a cacheada concentrada em algo no computador, ela o olha atraves das lentes do oculos que combinava perfeitamente com seu rosto
"Ah sim vou pedir para imprimirem, pode ser sentar" ela digita algo no computador e reencosta na cadeira olhando para louis que estava sentado em sua frente encarando o chão "dia cansativo? Teve duas substituições certo?" Ela puxa assunto tomando um gole da sua xicara de café
"Sim, professor elias estava doente essa semana"
"Fiquei sabendo, pobre homem sempre tão trabalhador" harry cruza as pernas observando o moreno que estava visivelmente desconfortavel "quer um café? Chá? Agua?" Ela levanta caminhando até o frigobar
"Aceito uma agua" a cacheada tira uma garrafa de agua e deixa na mesa
"Vou pegar a grade" ela caminha indo para fora da sala mas trava antes de passar por tomlinson que sentava despojado bebendo sua agua "merda" ela diz baixo levando as mão para seus seios "desculpe tomlinson me de somente uns minutinhos" ela fala apressada indo até o banheiro e encostando a porta
"Está tudo bem?" Ele para atrás da porta falando em um tom preucupado
"Sim sim, é só que meu leite acabou vazando, hoje tive que tirar mais, não é geralmente assim, é só quando estou em casa ou exc..." ela corta a frase deixando louis levemente confuso
'Excitada?' Ele pensa consigo mesmo
Ele se senta na cadeira novamente vendo harry sair alguns minutos depois do banheiro, agora usando uma camisa social branca, levinha e quase transparente
"Doi?" Ele aponta para a bombinha que estava na pia do banheiro que tinha a porta aberta
"Um pouco, quando estou em casa é melhor porque tenho a nenem mas aqui não tenho muita opção" ela o olha diretamente nos olhos, a imensidão verde encontrando o azul "e você tem esposa? Ou namorada"
"Não namoro" ele responde curto desviando o olhar da mais velha, ficando alheio ao sorrisinho nos labios vermelhos
"vou pegar a grade" ela caminha ate a porta e sai da sala
Louis continua na sala levemente atordoado pelo o olhar da cacheada, ele não era ingenuo, ele ja tinha notado os olhares e até algumas ações da mais velha para si
No inicio ele achou que estava delirando e que era coisa da sua cabeça, mas depois quando notou os labios vermelinhos sendo mordidos e as coxas grossas se pressionando enquanto as orbes verdes o olhavam descaradamente durante uma reunião
Ele soube que tinha algo ainda mais errado quando sonhou com aquelas coxas na mesma noite
"Aqui sr. Tomlinson, desculpe o atraso" ela senta na cadeira novamente, harry sente seu peito vazar, ela não teve tempo de esvaziar totalmente então agora ela tinha mais uma blusa suja mas ela não fez nada, seu olhar encontrou os olhos azuis curiosos olhando para seus peitos
"Eles estão..." ele fala meio acanhado observando por cima da camisa a pequena mancha molhada passando pelo bojo do sutiã
"Sim eu não tive tempo..." os olhos azuis disfarçam a olhando e concordando sem ao menos saber com oque
Ela oprime um sorriso observando as bochechas vermelhas de louis e como ele estava inquieto na cadeira "não gosto de tirar com a bombinha, eles doem tanto" ela aperta os peitos fazendo mais leite escorrer por dentro da roupa "eles ficam cheinhos tão rapido" louis sentia sua calça jeans ficar apertada "você pode me ajudar lou?" Harry o olhava como uma 'gatinha manhosa'
Louis continua parado de costas para a porta e seus olhos acompanham os passos de harry ate si
"Sra. Styles... " ele fala apreensivo
"Você não quer tomlinson?" Ela fica em sua frente, poucos centimentros de encostar o torso molhado em si
Louis não poderia negar mas tambem sabia que harry era bem mais experiente que si, afinal a mais velha tinha até uma filha
Ela senta no sofá desabotoando a camisa molhada, nunca tirando os olhos verdes do mais novo
Louis se aproxima de harry lentamente, ela o da a mão o puxando para deitar com o torso em seu colo como um bebê, ele fica meio desnorteado mas apenas faz oque a mulher o manda
Ele vê o exato momento que ela solta o sutiã liberando os peitos cheinhos que vazavam leite
"Mama, amor" com o dedo do meio e o indicador ela guia o biquinho rosinha do peito para a boca de louis, que o chupa devagar ainda com receio
Ela ofega e empurra a parte de tras de sua cabeça contra seu peito o fazendo colocar mais da mama em sua boca
O liquido doce quentinho escorria aos poucos para sua boca, o gosto invadindo todo seu palato
Louis terminou de mamar todo o liquido de um lado e sentou no sofá puxando harry para seu colo antes de continuar no outro lado, essa que gemeu surpresa com o movimento repentino e sentiu o caralho pressionar contra sua bunda
Louis colocou o outro peito na boca voltando a chupar todo o liquido gostosinho enquanto harry gemia manhosa, puxava seu cabelo e rebolava em seu colo
"Oh lou... tão bom para mim..." ela ofega enquanto brinca com o outro biquinho ainda sensivel "tão bom lou... agora toda vez que eu precisar eu vou te chamar, não me importo se estiver dando aula" ela geme olhando nos olhos azuis que a olhava, o preto tornando o azul quase inexistente "solta, amor... ta doendo" ela tenta afastar o mais novo que continuava grudado em si mamando no peito que já não vazava nenhum liquido
Ele se afasta por fim observando harry sair de seu colo e se ajoelhar entre suas pernas
Ela abriu seu cinto e a calça puxando de sua cintura
"Sra. Styles... não podemos" ele segura a mão da cacheada quando ela faz a menção de baixar sua cueca
"Porque não amor? Não tem mais ninguem na escola" ela deixa beijinhos no falo duro por cima da cueca fazendo louis suspirar e agarrar os cachos cor de chocolate
Ela sorri sentindo as puxadas em seu cabelo enquanto beijava toda a extensão presa na cueca, era quase como louis estivesse usando aquilo para manter seu auto controle
Ela aproveita a baixa guarda do moreno ao que ela chupa a cabecinha inchada por cima da cueca e puxa o tecido para baixo fazendo o cacete duro bater em sua bochecha corada, ela coloca a cabecinha na boca e rodeia com a lingua fazendo pré-porra vazar aos montes
Louis geme alto tentando afastar a mais velha que segurava sua cintura continuando a chupar o pau em sua frente, ela o olhava com os olhos verdes, lagrimejando quando tentava levar toda a extensão em sua boca
"Harry..." ele geme, sua respiraçao desregulada e seu baixo ventre revirando
"Goza pra mim, amor" ela punhetava rapido o pau duro ouvindo os choramingos de louis que tentava se esquivar de seu toques ao que gozava em tiras grossas em sua boca
Ela chupa a cabecinha sensivel antes de se afastar sentando no colo de louis de novo, esse que tinha os olhos fechados e choramingava baixinho ao que sentiu harry rebolar contra seu membro ainda sensivel
"Me fode lou" ela rebolava devagar sentindo o calor das mãos de louis em sua cintura e o pau começando a endurecer de novo embaixo se si "deixa eu sentir seu pau me fodendo ate o fundo, me deixando cheinha de porra" ela rebola mais urgente levantando a barra de sua saia ate sua cintura
Ele afasta a calcinha de renda que ja estava encharcada e guia seu pau meio incerto para a entradinha apertada da buceta
"Oh loue... tão grande" ela senta devagar engolindo todo seu pau
Louis gemia apertando as coxas que quicavam em seu colo, ela o apertava e vazava melzinho aos montes deixando tudo mais molhado e liso
"Harry??" A cacheada ouve as batidas na porta e congela no colo de louis quando ouve a voz de seu marido "harry já estou esperando tem 40 minutos, maggie está enjoada com sono" ele tenta abrir a porta mas estava trancada "harry?"
"E-eu ja vou" ela fala alto "tive um imprevisto com a bombinha mas já resolvi" louis testa estocar o quadril vendo os olhos verdes se arregalarem e ela enfiam o rosto em seu pescoço abafando um gemido
"Abre a porta eu espero ai dentro junto com a nenem" ele bate novamente
"Não consigo sair do banheiro agora..." ela sente louis guiar o seu quadril em reboladas lentas, o cacete estava até o fundo em sua buceta "vai sujar a sala" louis geme rouco em seu ouvido quando sente a buceta o apertar "m-me espera no carro" ela fala por fim esperando que o marido não atrapalhasse a melhor foda que ela tinha há meses
Ouve-se um murmuro do lado de fora e logo passos se distanciando
Ela começa a quicar mais urgente contra louis sentindo seu orgasmo mais proximo do que nunca
"Deixando o marido esperando enquanto fode com outro" ele fala devagar deixando uma mordida fraca no pescoço de harry que arqueava as costas e gemia alto " esconde a aliança só para foder com novinhos?" Ele fala deixando para tras qualquer resquicio de vergonha
A cacheada tremia em seu colo, gozando por todo seu pau e o apertando fazendo ser impossivel de segurar o propio orgasmo, ele goza fundo na buceta apertada enquanto harry tentava regular a respiração deitada em seu peito e com o rosto em seu pescoço
"Preciso ir, ele pode desconfiar de algo e pode prejudicar teu estagio" ela levanta arrumando a calcinha e a saia no lugar e pega uma blusa, agora preta, do armario
Louis levanta arrumando a calça no lugar e penteando seu cabelo com a mão
Harry puxa louis para um beijo rapido, o encostando contra o vidro da porta, ele pousa as mãos na cintura da garota antes dela se afastar e pegar algo na gaveta da mesa, louis vê ela colocar a aliança dourada novamente em seu dedo, e o entregar uma chave
"Essa é a chave reserva, eu vou sair primeiro e depois voce sai e tranca" ela pega as coisas e deixa um beijo nos labios de louis antes de sair da sala e ir até o carro de seu marido como qualquer dia normal
Louis sai um tempo depois mas harry, tal o marido e a filha ainda estavam parados em frente ao carro estacionado na garagem
Louis observa a cacheada brincar com a criança em seu colo, que ria e esticava as maos tentando alcançar a mãe
Quem olhava de longe imaginava que era só uma familia feliz mas louis sabia que harry podia sentir sua porra escorrer pela suas coxas.
you're the bad boy that I always dreamed of 🥊.。*♡ twoshot h!inter (II)
Descrição: Agora Harry finalmente entendia a frase, e da melhor maneira possível - "Todos os bons garotos vão para o céu, mas os garotos maus trazem o céu até você".
tag's: porn with plot - harry intersexo - harry às vezes sendo tratado no pronome feminino - traição entre personagens - size kink (diferença de altura, onde louis será maior e mais forte que o harry em muitos aspectos) - breve descrição de uso de drogas (maconha) - dominação - daddy kink - praise e voice kink - pequeno controle de orgasmo e estimulação - privação de ar pesada - face sitting - tapas na buceta - pequena humilhação - fear play - menção breeding kink - um pouco de choro - contato visual forçado - pequenos elementos do CNC (Consensual Não-Consensual)
🥊.。*♡
Os amigos do cara ajudaram ele a se levantar e Harry viu de esguelha o rosto dele manchado com sangue, algumas pessoas ao longe perguntando se era para chamar a polícia e ele o tempo todo balançando a cabeça em negação. Ouviram falar depois que esse homem já teve alguns problemas com a polícia e que possivelmente era esse o motivo para querer evitar colocá-los no meio – mais uma vez.
Os dois realmente escutaram a música duas vezes, mas foi impossível para Harry não perceber que depois de toda aquela euforia como Louis parecia diferente e distante. Quando a música acabou pela última vez, Harry pegou com jeitinho a mão de Louis e deu uma olhada, fazendo um beicinho preocupado que tivesse se machucado de alguma forma.
— Vamos limpar isso, hum? — Harry sugeriu, se afastando apenas para pegar alguns guardanapos de uma mesa vazia, depois puxando Louis pelo braço para irem até o banheiro, ignorando o olhar de algumas mulheres o acompanhando.
Os dois já estavam dentro do banheiro, Harry ajudando Louis passando com cuidado guardanapos um pouquinho molhados em seus dedos levemente machucados e ensanguentados. Estava certo de que durante todo aquele processo o mais velho tinha os olhos muito atentos nele como se tivesse a intenção de dizer algo, porém nada saía e estavam em silêncio já tinha um certo tempo, ouvindo uma música distante tocar no bar.
— Estique eles um pouco. — Harry mandou baixinho e Louis não demorou muito para fazer, deixando o garoto ver ele abrir e fechar os dedos agora limpos com facilidade. — Dói? — Perguntou preocupado, olhando para o rosto tenso do boxeador.
— Não. — Louis respondeu com simplicidade, sentindo os dedos gentis de Harry acariciarem as costas de sua mão com carinho.
— Então por que parece tão preocupado? — Harry jogou os guardanapos no lixo, em seguida dando um pulinho para conseguir sentar na bancada da pia. Teve a intenção de puxar Louis pela camisa para se aproximar mais um pouco, porém esse recuou e se encostou contra a parede gelada bem em frente a ele. — Não machucou tanto assim, né? Não vai te atrapalhar naquele torneio que comentou com seus amigos. — Harry disse ficando ainda mais preocupado, Louis balançando a cabeça em negação lentamente.
De alguma forma, se Louis no final de tudo aquilo tivesse se ferido e então se prejudicado, Harry logo se sentiria culpado e responsável pensando que não deveria ter aberto a boca, começando mesmo sem intenção aquela discussão acalorada.
— Não é isso. — Louis coçou a nuca um tanto sem jeito, os olhos azuis evitando olhar para o rosto de Harry. — Na verdade, estou mais preocupado em ter te assustado e estragado tudo entre eu e você com o que fiz. — Se explicou e Harry entreabriu os lábios em surpresa diante da confissão, pensando um pouquinho no que poderia dizer.
— Vem aqui, por favor? — Harry chamou com jeitinho, vendo Louis se aproximar dele ainda um tanto receoso, sendo necessário o próprio bailarino puxá-lo pelas vestes para que se encaixasse entre suas pernas, quando ele ainda tentou manter uma distância segura entre os dois. — Agora olhe para mim… assim. — Harry ditou com ambas as mãos se posicionando delicadamente nas suas bochechas, fazendo-o olhar em seus olhos verdes. — Nada, absolutamente nada, foi estragado entre nós dois por causa do que aconteceu. Consegue acreditar nisso?
Louis ficou alguns segundos olhando bem em seu rosto, como se quisesse ter certeza de que ele estava falando a verdade e não era algo que dizia por achar que era o que ele queria e precisava ouvir. Quando estava convencido de que sim, aquilo estava vindo realmente do Harry, a tensão que nem sabia existir escapou dos músculos de seus ombros e ele suspirou fechando os olhos por um momento, encostando a testa contra a sua.
— Admito, me assustou um pouco porque aconteceu tudo muito rápido e… ninguém nunca tinha feito algo assim por mim. — Harry dizia baixinho, a ponta dos dedos brincando com a barba curta dele. — Aquele cara foi um cretino e você estava tentando me proteger.
— Sim. — Louis assentiu rapidamente, colocando a mão sobre a de Harry em sua bochecha, virando o rosto para beijar o seu pulso com delicadeza. — Me desculpa por ter te assustado.
— Tudo bem. Só não faça mais isso… — Harry iniciou dizendo e Louis parou por um momento para ouvir o que ele diria. — Você quase machucou muito sua mão! Já pensou se não fosse conseguir competir?
Pegou Louis um pouco de surpresa saber que naquela situação Harry estava mais preocupado com o que poderia ter acontecido com ele, e não com o estado que o homem imbecil tinha ficado, acabando por despertar algo curioso dentro de si. O garoto tinha todos os motivos para querer distanciar Louis depois da briga e seria perfeitamente capaz de entender aquilo. Agora que estava um pouco mais calmo na companhia de Harry, percebia que talvez a situação não devesse ter cobrado tanto da parte dele.
Mas Harry ainda estava ali junto a ele, era o que realmente importava.
Ao se dar conta daquilo, Louis finalmente se sentiu mais confortável com a proximidade entre os dois, chegando um pouquinho mais perto para deixar um beijinho na testa de Harry, não vendo o sorrisinho tímido dele diante do gesto doce repentino.
Os olhos de Harry acabaram se fechando por um momento, sentindo os lábios de Louis deslizarem mais um pouco pela lateral de seu rosto até sua bochecha. Tamanha a proximidade de Louis, que Harry inconscientemente entreabriu os lábios se preparando para beijá-lo, mas ele não foi mais adiante. Ao invés dos lábios de Louis deslizando contra os seus, sentiu o polegar dele brincar com seu lábio inferior por um momento, acabando por tirar dali um pouquinho do gloss com sabor.
Mesmo que todas as células do corpo de Harry gritassem na necessidade de ter Tomlinson o beijando, se manteve parado com o rosto há poucos centímetros do dele, lábios não se tocando por muito pouco.
— Você não quer me beijar? — Harry perguntou baixinho e de modo preocupado, flagrando o sorriso de Louis com sua fala.
— Tava esperando você pedir por isso. — Louis respondeu provocador, gostando quando os dedos de Harry seguraram a barra de sua camisa e ele se inclinou um pouquinho para deixar um beijinho em seu queixo. — Assim você torna um pouco difícil de resistir.
Antes que Harry pudesse responder, Louis segurou o rosto dele e finalmente juntou seus lábios em um beijo que o garoto tanto tinha esperado naqueles últimos dias. Os quadris de Louis estavam bem posicionados entre suas pernas, as coxas de Harry se apertando ali de jeitinho necessitado.
Harry sentiu a bucetinha curiosamente pulsar quando a mão do boxeador se posicionou em seu pescoço, os dedos tatuados apertando as laterais levemente e ainda com certa firmeza capaz de deixá-lo ainda mais entregue. O bailarino acabou levando a própria mão para segurar o pulso tatuado com delicadeza, em um incentivo para que continuasse segurando-o daquele jeitinho.
As pernas de Harry estavam bem abertas para receber Louis entre elas, o vestidinho lilás subindo aos pouquinhos por suas coxas, a mão livre do mais velho deslizando sob seu vestido para apertar bem sua coxa e em seguida sua bunda. Em certo momento Louis apertou e puxou sua bunda com tamanha força, ao mesmo tempo que empurrava os quadris contra sua virilha, que Harry por um momento esqueceu onde estavam e deixou um gemidinho gostoso escapar contra a boca de Tomlinson.
Louis parou de beijá-lo por um momento, tirando a mão de seu pescoço para puxar seu vestidinho para baixo e expor seus peitinhos. Harry estava pronto – e muito ansioso também – para ter Louis mamando neles de novo do jeitinho que tinha feito em seu quarto, mas por algum motivo ele parou e ficou os observando um tanto... admirado.
— Eles ainda estão assim? Desde aquele dia. — Louis perguntou com um sorrisinho cretino, os polegares esfregando os biquinhos em movimentos circulares, os olhos azuis atentos nas marcas levemente arroxeadas de quando chupou ali bem gostoso.
— Uhum. — Harry assentiu um pouquinho ofegante pela excitação de estar de novo em um momento como aquele com Louis. Ainda mais depois do que esse tinha feito por ele há alguns minutos atrás, se questionando se era muito errado ter se sentido levemente excitado com aquilo…
— Oh, você realmente é uma boneca. — Louis agarrou ambos os peitinhos dele, se alternando em chupar um pouquinho ambos os biquinhos, soltando-o com um barulhinho de sucção. — E é uma boneca muito delicada. — Louis então levantou mais ainda seu vestidinho, olhando com atenção para sua cintura e quadris vendo que também tinha pequenas marcas ali. — Tão delicada e sensível que é preciso ter muito cuidado para te tocar e não quebrar. Tudo sobre você é tão perfeito, Harry… como eu posso com isso?
Harry corou violentamente e mordeu o lábio um pouquinho, se arrepiando por conta do frio que começou a sentir a partir daquele momento. Louis parecia ter percebido aquilo, pois voltou a beijá-lo lentamente ao mesmo tempo que arrumava seu vestidinho na região do busto e puxava por seus quadris para ajustá-lo devidamente.
Em meio àquilo, Louis tirava a própria jaqueta preta, e então se afastava um pouco de Harry para ajudá-lo a colocar. Aquele sorrisinho tímido se voltou para os lábios de Harry, as covinhas voltando a surgir em suas bochechas coradas, se inclinando para deixar um selinho em seus lábios em agradecimento.
— Vou te levar para casa. — Louis informou em meio aos selinhos que deixava em seus lábios, percebendo quando Harry fez um beicinho e olhou com olhinhos de filhote. — O que foi? — Perguntou com um sorrisinho.
— Então a gente não vai continuar? — Harry nem mesmo escondeu seu descontentamento, esfregando o rostinho em peitoral um pouco. — Não quero que acabe agora.
— E para onde você quer ir? — Louis voltou a acariciar o rosto dele, assistindo ele se recostar contra sua buscando mais. — Minha casa? — Sua fala fez Harry piscar algumas vezes e os lábios se entreabrirem com a intenção de dizer algo.
— Se você estiver me convidando... — Harry deu de ombros piscando os grandes olhos verdes algumas vezes, fazendo certo charme que arrancou um sorriso do mais velho.
— Vamos, então. — Louis o agarrou pelos quadris para ajudá-lo a descer da bancada da pia com um único braço, esse continuando a segurar sua cintura quando os dois saíram do banheiro.
Os dois se aproximaram da mesa onde um grupo de amigos de Louis ainda estava e ele não demorou muito para dizer que estava tudo bem, mas que precisariam ir porque Harry tinha que voltar para casa e que no começo da noite Louis já tinha se comprometido em dar uma carona para ele.
Harry educadamente se despediu de cada um e agradeceu por pela noite divertida, fora também que todos foram muito gentis com ele desde o começo. Chegava a ser cômico como Louis ficava o seguindo por todos os lugares que ele ia, a mão possessivamente em sua cintura e algumas vezes dando pequenos apertos ali, indicando que fosse um pouquinho mais rápido.
Eles finalmente saíram do bar e como de costume Louis conferiu se a trava se segurança do capacete estava devidamente colocada, antes de subir na moto e esperar pacientemente que Harry se juntasse a ele, dando partida quando o garoto estava se segurando bem apertado em si.
🥊.。*♡
— Então, você não mora sozinho. — Harry comentou sentado no sofá de couro sintético preto, assistindo Louis se movimentar pela sala para fechar as janelas que estavam abertas.
Eles tinham chegado no apartamento de Louis fazia alguns minutos. No momento em que entraram, o homem que morava ali junto a Louis estava saindo com um mochila e cumprimentou os dois educadamente, se afastando pelo corredor até o elevador sem falar muito mais.
As duas janelas da sala estavam abertas, deixando o cômodo um pouco frio pelo vento que insistia em irromper por elas. Louis talvez tenha visto a maneira que se encolheu um pouquinho dentro da jaqueta dele, cruzando os braços contra o corpo, pois indicou que ele sentasse no sofá, enquanto cuidava disso
— Não, divido o apartamento tem uns seis meses. — Louis respondeu quando terminou, se aproximando para sentar na mesinha de centro de frente para Harry. — O cara é gente boa. Ele respeita meu espaço, eu respeito o dele. Nunca tivemos problemas. — Comentou tocando em sua perna, indicando que deveria colocar o pé sobre seu joelho e Harry o fez, sorrindo como tolo com ele tirando seu sapatinho cuidadosamente.
— E ele vai voltar que horas? — Harry perguntou tentando disfarçar que estava um pouquinho preocupado do homem chegar de repente e os dois estarem em alguma situação comprometedora. Mas de pouco adiantou, porque Louis parecia muito bom em lê-lo como um livro aberto.
— Ele trabalha em período noturno, não se preocupe. — Louis provocou apertando seu tornozelo levemente, enquanto tirava a meia branca, pedindo logo depois o outro pé. — Eu também não deixaria ele ver nada. Só eu posso ver. — Disse em um tom claramente humorado, mas tinha ali uma pequena parcela de ciúme com a simples possibilidade.
Harry sorriu um pouquinho ao se dar conta disso.
— Quer que eu ligue o aquecedor? — Louis perguntou quando ficou de pé assim que terminou de tirar seus sapatinhos junto as meias. — Quer comer ou beber alguma coisa?
— Não precisa, você já fechou a janela. — Harry se aconchegou um pouco mais na jaqueta dele, gostando que ela estivesse cheirando exatamente como ele. — E não quero nada, obrigado.
— Tudo bem. Agora você fica aqui, enquanto eu vou no meu quarto conferir se não tem nenhuma surpresa vergonhosa. — Louis disse de modo honesto se abaixando um pouco para deixar um selinho em seus lábios e Harry riu um pouquinho, balançando a cabeça em compreensão. — Espero que entenda bem, eu não esperava te trazer aqui essa noite. — Comentou se afastando na direção da corredor.
— Own, que adorável. — Harry disse alto o suficiente para ele ouvir do quarto, ficando de pé para ver as fotos em uma das paredes da sala, todas de Louis competindo em torneios e ganhando prêmios.
Nesse meio tempo em que Harry estava distraído vendo as fotos e também uns quadros com pinturas, não acabou percebendo que o celular vibrou em cima do sofá em uma nova mensagem. Poucos minutos depois Louis surgiu no corredor o chamando para irem para o quarto, Harry não esquecendo de pegar o celular e os sapatinhos com meias para que não ficassem jogados e esquecidos no chão.
Assim que os dois entraram no quarto de Louis, esse entrando por último para fechar e trancar a porta com um barulho, Harry ficou um pouco surpreso ao ver que era mais organizado do que tinha imaginado. Até mesmo gostou da decoração, as paredes em um tom mais escuro que o comum, trazendo certo conforto para o cômodo aquecido.
Harry se aproximou e sentou na beirada da cama, deixando os sapatos no chão ali perto, olhando com interesse para as pequenas luzinhas de fada em um tom amarelo instaladas nas paredes, algumas plantas sobre a cômoda, outras na janela e nas prateleiras das paredes.
— É escuro no seu quarto. — Harry comentou um pouco fascinado, ouvindo Louis caminhar até ele e sentar logo ao seu lado, tirando os tênis. — Digo isso de um jeito "Uau! Nunca vi um quarto assim" no melhor sentido. Você viu como o meu é muito claro. — Harry se adiantou em explicar, quando imaginou que poderia ser interpretado errado, mas Louis apenas riu baixinho.
— Obrigado, Harry. — Louis disse em um tom divertido, dando tapinhas na coxa em incentivo para o garoto sentar ali, soando um pouco desesperado como Harry seguiu o comando no mesmo instante. — Hoje vou poder fazer como eu quiser? — Louis provocou em meio aos beijos que deixou em seu pescoço, a cabeça de Harry automaticamente pendendo para trás a fim de facilitar o processo, os dedos acariciando os cabelos da nuca dele.
— Como você quer fazer? — Harry perguntou baixinho, ofegando quando Louis ameaçou morder a região sensível.
— Eu quero fazer muitas coisas… todas que infelizmente não pude naquele dia em seu quarto. — Louis murmurava em um tom tranquilo, os dedos deslizando pelo inferior das coxas de Harry, pressionando a ponta deles sobre os lábios de sua buceta escondidos pelo tecido da calcinha de algodão. — Brincar com sua buceta usando minha língua, ou os dedos… — Louis disse de modo direto, sorrindo com a reação já esperada de Harry em esconder o rosto na curva de seu pescoço, apertando as coxas com força. — Não vou mentir, minha boneca, estive pensando sobre isso desde então.
— Eu também. — Harry sussurrou sua confissão e Louis segurou sua bochecha com cuidado para que olhasse diretamente em seu rosto, vendo divertido como ele estava extremamente corado e tentando desviar o olhar.
— Você também? — Louis perguntou apertando seu queixo ao que ele fechou os olhos. — Não faz assim, seja bonzinho e olhe para mim… assim mesmo. — Deixou transparecer como estava orgulhoso ao que ele obedeceu, o polegar fazendo um carinho nos lábios dele. — Sobre o que você esteve pensando?
— Sobre nós. O que aconteceu. — Harry dizia timidamente, encolhendo os ombros.
— Sobre nós e o que aconteceu. — Louis repetiu em um tom rouco, invertendo as posições com facilidade para que pudesse ficar entre as pernas dele e sobre seu corpo. — Em que exatamente? — Perguntou com os lábios próximos de seu rosto, mas nunca de modo que eles se encostassem.
— Sobre quando me beijou. — Harry ficou aliviado quando as palavras saíram de maneira coerente, e mais aliviado ainda quando Louis juntou seus lábios após isso.
Louis começou o beijando lento, usando os dedos para afastar os fios longos de seu cabelo para que não os incomodasse, a língua deslizando quente e molhada contra a sua de modo lento e tão gostoso, que inconscientemente suas longas pernas se abriram ainda mais para recebê-lo devidamente entre elas.
Os dois gemeram juntos na boca um do outro quando Louis fez questão de empurrar um pouco mais os quadris contra sua virilha, Harry sendo perfeitamente capaz de sentir o volume do pau semi-ereto roçando contra os lábios cobertos de sua buceta.
— E o que mais? — Louis continuou em meio a pequenos beijos estalados, não deixando de perceber a maneira que Harry puxava seus quadris para perto, em um pedido silencioso para que continuasse a esfregar suas virilhas uma na outra.
— Q-Quando beijou aqui, também. — Harry indicou os próprios peitinhos de um modo trêmulo, ainda envergonhado por Louis estar o fazendo falar daquele jeito.
— Hum, mas não foram só beijos, foram? — Louis perguntou puxando seu vestido para baixo pelo pequeno decote, expondo ambos os biquinhos ao ar gelado, começando a deixar beijinhos molhados por ali assim como Harry tinha dito.
— N-Não. — Harry engoliu em seco, se sentindo arrepiar todas as vezes que os lábios de Louis tocavam sua pele, e consequentemente a barba dele também. — Você os chupou… e mordeu um pouquinho.
— Disso eu lembro perfeitamente. — A língua quente dele circundou um de seus mamilos preguiçosamente, antes de começar a mamar nele gostoso, usando os dedos para estimular o outro.
Harry cantarolou em satisfação, a cabeça pendendo um pouquinho para trás, enquanto os dedos se emaranhavam nos cabelos de Louis para fazer um carinho em meio àquela sucção preguiçosa, porém persistente no biquinho sensível.
Percebeu que Louis propositalmente encostava a ponta dos dentes, enquanto se alternava em chupar seus peitinhos com vontade, as mãos agarrando ambos para dar certo volume e torná-los ainda mais apetitosos. Fora que sempre que ele interrompia a sucção, puxava seu mamilo entre os lábios e o soltava com um barulhinho molhado e estalado, o lambendo em excesso de saliva antes de voltar a colocá-lo na boca.
Harry teve a impressão que nunca se acostumaria com a sensação de ter aquela boca trabalhando naquela região em específico, que por si só já conseguia ser tão sensível, o nível indo um pouco mais além com tamanha atenção e dedicação.
Fora que Louis mostrava ter um prazer especial naquela pequena atividade, fazendo certa questão de deixar ali uma bagunça de saliva e diferentes marcas por diferentes partes de seus peitos, que ficavam tão doloridos com seus biquinhos inchadinhos.
Talvez Harry gostasse tanto quanto Louis e tenha até choramingado desgostoso quando ele parou de brincar com seus peitinhos.
— Mais alguma coisa? — Louis estava tão ofegante quanto Harry, aquilo fazendo o garoto rir um pouquinho e o mais velho consequentemente sorrindo também.
— Pensei em como seria você brincando comigo de outros jeitos. — Harry sussurrou, ainda ofegante, se inclinando para conseguir alcançar a boca dele. — Pensei em como me arrependi pelo que fiz naquele dia.
— Se arrependeu de que? — Não foi muito difícil para Harry perceber como Louis parecia levemente preocupado, se adiantando em segurar o rosto dele e juntar seus lábios em um beijinho um pouco mais demorado.
— Me arrependi de não ter deixado você usar os dedos ou a boca. — Harry explicou contra a boca dele. — Isso porque eu nunca- ninguém nunca fez algo assim comigo e eu deveria ter experimentado com você… ter deixado você fazer o que queria, mas fiquei com medo.
— Por que com medo? — Louis precisou fazer muito esforço para não demonstrar como o garoto quase tinha o destruído com aquelas palavras, o pau ficando ainda mais duro nas calças.
— Não sei. — Harry riu tímido. — Como eu disse, seria a primeira vez e acho que ficou muito na minha cabeça. Fora que você podia não… gostar tanto assim.
— Não fala isso… — Louis acariciou seus cabelos. — Ainda tá com medo? — Louis perguntou para se certificar de que realmente estava tudo bem e Harry pensou genuinamente sobre a pergunta, acabando por balançar a cabeça em negação.
— Com medo não, só um pouquinho inseguro eu acho.
— Não precisa ficar inseguro. — Louis fez um carinho em seu queixo, deixando beijinhos em diferentes pontos de seus lábios entreabertos. — Acho que você não tem ideia do quanto me deixou fascinado naquele dia, porque você foi tão incrível. Você me deixou maluco, minha boneca. Quando eu disse que não tinha conseguido parar de pensar sobre o que fizemos, eu realmente não consegui. Te ver durante essa semana todos os dias e não poder te tocar do jeito que eu queria acabou comigo…
— Sério? — Harry perguntou tolamente em um fio de voz, os grandes olhos verdes de boneca brilhantes feito de um filhote.
Foi impossível para Louis não ver que, enquanto buscava sua certeza, Harry levou os dedos até a calcinha para esfregar um pouquinho sobre o tecido macio da calcinha querendo um pouquinho de alívio.
Chegava a ser incrível como Louis conseguia esquecer um pouco o efeito que algumas de suas palavras conseguiam ter sobre Harry, que simplesmente adorava elogios e se afetava ao extremo em ser colocado no centro das atenções em reconhecimento por algo que era ou fazia bem. Foi impossível Louis não acabar pensando que poderia tirar um pouquinho de proveito daquele fator, com o único e principal objetivo de dar prazer para o bailarino e consequentemente deixá-lo mais confortável.
— Muito sério. — Louis endireitou a postura, ficando de pé na beirada da cama e ainda posicionado entre as pernas abertas de Harry. — Quer que eu diga as coisas que pensei? — Esperou que Harry balançasse a cabeça em afirmação ansiosamente antes de continuar, vendo ele continuando a dedilhar a própria buceta enquanto isso, aproveitando para passar as mãos gentilmente por suas coxas em uma desculpa para tocá-lo. — Fiquei me perguntando qual seria o seu gosto. Você já tem uma buceta tão linda e irresistível, eu mal podia podia tirar meus olhos dela. Imagina seu gosto direto na minha boca? Tenho certeza de que eu não conseguiria parar de comê-la.
Harry engoliu em seco e prendeu a respiração por segundos, pressionando e esfregando os dedos com um pouco mais de afinco sobre a calcinha. Até que em determinado momento, não resistiu e decidiu enganchar seus dedos ali, puxando a peça por suas coxas até os joelhos.
Os olhos de Louis se prenderam naquele pequeno pedaço de céu, os lábios e o grelinho esfoladinhos da buceta melados pela lubrificação expelida em tamanha excitação. Louis só de observar a região de aspecto muito macio, sentiu muita vontade de lamber por inteiro e limpar aquela pequena sujeira que o garoto tinha feito.
Louis se recusou a avançar e tocar Harry, sem que esse antes falasse propriamente que queria. Depois que o ouviu dizer que antes estava com medo e agora ainda se sentia um pouco inseguro, queria garantir de todas as maneiras possíveis que Harry fosse gostar daquilo tanto quanto ele e do começo ao fim.
Mas não podia se entender mal, achando que ele estava muito tranquilo, quando parte de si mal podia esperar a hora que teria aquilo que tanto queria há tanto tempo. Era mais difícil ainda quando a tinha exposta, diante de seus olhos, e tão perto que bastava esticar o braço e dedilhar com a ponta ansiosa dos dedos.
Então, Harry falou as palavras mágicas.
— V-Você não quer tocar? — Ele perguntou em um tom que demonstrava sua insegurança e timidez, Louis se adiantando em se explicar.
— Quero muito, boneca. Só preciso ter certeza antes que é isso que você realmente quer. — Louis explicou e Harry assentiu com a cabeça depressa, empurrando a calcinha um pouco mais até essa cair por suas pernas e ficar solta em seus tornozelos.
— Sim, eu quero. — Harry engoliu em seco. — Seus dedos… e sua boca. — Esticou os braços na direção de Louis e alcançou seu pulso, puxando a mão dele em direção a sua intimidade, prendendo a respiração quando os dedos dele roçaram nos grandes lábios da buceta. — Eu quero que você faça isso.
Louis sorriu satisfeito com sua aprovação, fazendo um gesto para que ele se afastasse mais um pouco e deitasse confortavelmente no meio da cama, para que então pudesse se encaixar entre suas pernas abertas. Ali Louis conseguiu deitar de bruços e seus braços agarraram as coxas dele por baixo, o rosto ficando a poucos centímetros de distância da bucetinha molhada e atrativa.
Por mais que estivesse tão ansioso quanto Harry que aquilo finalmente estava acontecendo, Louis não foi direto ao ponto. Queria aproveitar cada parte do que estava recebendo, se demorando no processo de deslizar a ponta do nariz pelo inferior daquelas coxas macias, usando a ponta da língua para provocá-lo e lamber lentamente até sua virilha, mas nunca diretamente onde ele precisava.
Harry engolia em seco todas as vezes que sentia a língua quente deslizar ao longo do inferior de sua coxa até o monte de vênus, Louis se limitando somente àquela região. Às vezes ficava difícil resistir e Harry acabava erguendo os quadris, tentando de algum jeitinho que Tomlinson fosse um pouquinho mais para baixo, ignorando riso cretino desse quando percebia o que estava fazendo.
A boquinha de Harry se abriu em um choramingo dengoso, as mãos no topo da cabeça de Louis para empurrá-lo um pouquinho mais para baixo e fizesse o que finalmente precisava fazer.
— Shh, não seja tão ansioso. — Louis zombou um pouco, deixando um beijinho bem sobre seu clitóris, arrancando um pequeno estremecimento de Harry que foi pego completamente de surpresa. — Sua bucetinha é tão linda, não consigo parar de olhar para ela. — Ele levou polegar para recolher toda aquela lubrificação expelida, facilitando quando começou a esfregar o grelinho em movimentos circulares. — E o seu cheiro, hum... você é todo perfeito.
Louis, muito atento em cada mínima reação do corpo dele, viu o momento que ele se contraiu excitado e em seguida liberou mais lubrificação.
Agora Louis precisava segurar a onda e não ser tão ansioso, assim como tinha dito para Harry, porque achava que nunca se sentiu tão tentado a colocar algo na boca como estava naquele momento.
Era tão fodido... Por que tudo no bailarino tinha que ser tão irresistível?
Louis usou os dedos para afastar os lábios da bucetinha e poder lamber uma longa faixa ali preguiçosamente, gostando de ouvir o pequeno soluço que Harry deixou escapar. A reação dele apenas serviu para incentivar Louis a ir mais adiante, mantendo a língua rígida para dar certas lambidas firmes em que dava uma atenção especial para seu clitóris inchadinho e desesperado por atenção, esse que parecia implorar para ser estimulado.
Louis continuou brincando com sua buceta e Harry gemeu dengoso com a sensação da língua quente deslizando em movimentos circulares sobre seu clitóris, os dedos acariciando os cabelos de Louis que mantinha os olhos bem abertos na sua direção. Toda aquela sensação incrível conseguiu se intensificar ainda mais quando ele indicou silenciosamente que deveria abrir mais as pernas, a calcinha continuando solta em um de seus tornozelos, a boca dele se aprofundando ainda mais no trabalho de brincar com os lábios da sua buceta.
Em determinado momento Louis pressionou mais a ponta do nariz bem sobre seu clitóris, conforme se esforçava para enfiar a língua enrijecida dentro dele, consequentemente fazendo-o vazar melzinho aos montes ao que esfregava o rosto ali e a barba fazia cócegas.
— Você é uma delícia. — Louis sussurrou rente a sua pele, o hálito quente atingindo a região pulsante e molhada. — Eu poderia te comer assim para sempre.
Como Louis esperava, porque reparava bem em seu bailarino e estava entendendo perfeitamente como ele funcionava, ouviu o gemido delicioso que escapou dos lábios rosa após sua fala. Sorriu satisfeito com o feito, passando a distribuir beijos por sua virilha e inferior das coxas, antes de começar a chupar de maneira preguiçosa e especificamente o monte de vênus, evitando propositalmente o clitóris que estava logo abaixo.
Harry ainda assim gemeu com a sensação, o peito levemente ofegante com todas as sensações explodindo em si. Ainda não se sentia capaz de parar aquele carinho constante que fazia nos cabelos de Louis, como se de alguma forma fosse convencê-lo a ser bonzinho consigo.
Mas os segundos estavam se passando e Louis continuava a se alternar entre dar aquelas pequenas chupadas no monte de vênus, e superficialmente deslizar a língua sobre os lábios da buceta. E a cada segundo que passava sob aquela tortura, sentindo a bucetinha formigar e o baixo ventre repuxar em prazer, mais Harry ficava agoniado querendo mais.
Desesperado por algo, mas muito tímido para pedir tal coisa, o próprio Harry levou os dedos com a intenção de estimular um pouquinho seu clitóris em busca de alívio. Porém, Louis segurou seu pulso e o afastou, mantendo-o preso no colchão com um risinho provocador.
— Louis. — Harry choramingou erguendo os quadris, demonstrando seu desespero.
— Shh, boneca. — Louis consolou, segurando seus quadris no colchão novamente, os lábios deixando beijos molhados por sua virilha e o inferior das coxas. — Tudo bem, shh. Só quis brincar um pouco com você, é difícil resistir quando sei que vai agir assim. — Louis assumiu com aquele sorriso cretino, chupando uma marca no inferior de sua coxa em um local escondido.
— Malvado. — Harry disse em um suspiro, os lábios permanecendo abertos em deleite com a língua de Louis voltando a se esfregar em movimentos circulares sobre seu grelinho, o garoto rapidamente se apoiando nos antebraços para poder assisti-lo. — B-Bom... muito bom. — Ele voltou a gemer, as costas batendo no colchão em um som abafado quando voltou a deitar logo em seguida.
Louis riu um pouquinho com a rápida mudança, mas não voltou a parar com os movimentos da língua, se esforçando de verdade para continuar daquele jeito que o garoto demonstrou gostar. Enquanto aquilo suas mãos deslizavam pelos quadris e coxas de Harry até chegar em seus joelhos, o incentivando a colocar ambas as pernas sobre ombros para que pudesse ir mais a fundo no que fazia.
Harry estava tão perdido na sensação de prazer, que se assustou um pouco quando ouviu e sentiu o celular vibrar violentamente bem ao seu lado. Mesmo que ainda estivesse deitado e não tivesse pego o celular, já era capaz de ver o nome de Christopher na tela.
Por mais que tivesse aproveitando muito o momento e quisesse ignorar todo o resto só de estar ali, não tinha como ele ignorar aquela ligação. Podia se tratar de um assunto realmente importante, como por exemplo a apresentação que ele e Christopher fariam juntos.
No momento que Harry tentou alcançar o celular, foi justo quando Louis começou a chupar seu grelinho preguiçosamente, enquanto esfregava a língua ali. As costas de Harry se curvaram com a sensação, as mãos agarrando e apertando os próprios peitinhos para descontar um pouco do prazer que estava sentindo.
Tudo ficou ainda mais intenso quando Harry se deu conta da maneira que Louis gemia prazeroso contra sua buceta. Parecia que ele estava fazendo questão de demonstrar o quanto estava excitado apenas de chupá-lo, fazendo pequenas pausas somente para puxar os lábios de sua buceta para os lados, a fim de deixá-la ainda mais exposta e poder voltar a chupar com mais dedicação.
E Louis parecia disposto a deixar bem claro como estava realmente aproveitando por finalmente ter o que tanto queria. Se provava isso com os pequenos gemidos abafados de satisfação, a sucção dedicada em que fazia sons molhados preencherem o quarto, isso fora a maneira que a ponta dos dedos se afundavam na pele de seu quadril em um claro pedido para que permanecesse de pernas bem abertas.
Harry respirou fundo e esticou o braço para alcançar o celular, o puxando para perto. Enquanto isso, empurrou um pouco a cabeça de Louis para dar um tipo de sinal de que deveria pegar mais leve.
— O que foi? — Louis perguntou se apoiando nos antebraços, os lábios e a barba brilhantes pela saliva e seu melzinho expelido aos montes contra a boca dele.
— Preciso atender. — Harry disse ofegante, atendendo a ligação e levando o celular até a orelha. — Oi, Chris. — Foi a primeira coisa que Harry disse quando atendeu, flagrando o momento que Louis revirou os olhos e se voltou para sua buceta.
— Onde você está? — Christopher perguntou preocupado e Harry foi rápido em ligar os pontos de que ele deveria ter ido até sua casa.
— Eu saí. Com uma a-amiga, depois do trabalho. — Harry mordeu o lábio com força para conter um gemidinho prazeroso, Louis chupando seu clitóris tão preguiçoso e ao mesmo tempo com tamanha dedicação. — O que foi? — Perguntou emaranhando os dedos nos cabelos da franja de Tomlinson para poder ver seus olhos muito azuis.
— Pensei que não tinha problema vir hoje para decidir os demais detalhes da apresentação. — Harry era capaz de identificar na voz dele como estava irritado e impaciente por não estar lá. — Você não pode... voltar? Sabe que isso é importante.
Pelo visto, mesmo que o celular não estivesse no viva-voz, Louis havia escutado e agarrou suas coxas de maneira ainda mais possessiva. Ele começou a comer sua buceta como se tivesse fome, os sons molhados de sucção ficando ainda mais altos e deixando Harry simplesmente louco.
As costas de Harry se arquearam prazerosamente e os dedos agarraram as mechas do cabelo de Louis com uma força capaz de machucar, mas o boxeador não demonstrou incômodo e muito menos parou com sua atividade excitante, se limitando a gemer e ser ainda mais habilidoso com a boca.
— E-Eu não posso. — Harry disse em um suspiro, mas ainda tinha certa indignação em sua voz. — É por isso que marcamos tudo antes. Eu não posso simplesmente largar o que estou fazendo para correr até aí. — Após sua fala ouviu Louis gemer mais uma vez contra sua intimidade em satisfação, os dedos acariciando sua coxa em um tipo de recompensa.
— Mas é algo importante. Se trata da nossa apresentação importante. — Christopher falou lentamente, como se Harry não estivesse sendo capaz de entender suas palavras com perfeição.
— E-Eu...
— Que bom que não me deixou te chupar daquela vez em sua casa, boneca. — Ouviu Louis comentar com a voz rouca, fazendo uma pausa em que utilizava o polegar para estimulá-lo em movimentos circulares. — Porque eu não ia conseguir parar de de jeito nenhum e que se foda o seu namorado. O que posso fazer? Você tem um gosto tão bom.
Harry arregalou os olhos e sentiu que ficou ainda mais molhado, as coxas estremecendo excitado conforme se esforçava para manter as pernas abertas para ele. Louis tinha um sorriso ao flagrar a reação dele com suas palavras, voltando a morder e chupar o inferior de suas coxas, deslizando para cima e para baixo a ponta dos dedos entre os lábios da bucetinha melada.
— Harry? Quem está aí? — Christopher perguntou e por pouco os olhos de Harry não saltaram das órbitas, pois por um momento tinha esquecido completamente que ainda tinha o namorado na ligação.
— Imagina, eu te comendo gostoso e o idiota entrando no quarto no mesmo momento? — Louis perguntou rouco, cuspindo bem sobre o clitóris inchadinho, esfregando os dedos ali em cima com um barulho molhadinho assistindo maravilhado o montinho se mover sob seu dígito. — E eu não ia parar, Harry. De modo algum.
— É uma amiga. — Harry falou depressa, tentando segurar a onda e ignorar as palavras do outro. — Eu disse que tinha saído com uma amiga... Desculpa, Christopher. Amanhã eu não trabalho, resolvemos isso amanhã pela manhã... ou no começo da tarde. — Harry rapidamente se corrigiu, porque não tinha a intenção de ir embora da casa de Louis tão cedo.
— Então vai dormir fora? Que amiga é essa? Não sabia que tinha amigas do trabalho. — Christopher perguntou insistente e interessado.
Porém, pouco a pouco Harry ficava cada vez mais fora de si e muito perto de gozar tão forte como nunca tinha feito. Também não ajudava nenhum pouco como Louis estava brincando com ele, parecendo disposto a desconcentrá-lo e o tornar inteiramente seu naquele momento, sem nenhuma disposição a dividi-lo um pouquinho com o namorado idiota.
Louis foi capaz de perceber que Harry realmente estava perto de vir, então em um tipo de jogada para que ele deixasse Christopher de lado e voltasse a aproveitar o momento como estava fazendo antes, começou a retardar o processo. Deixou de chupar a xotinha para deixar pequenas lambidas no clitóris inchadinho, ou apenas esfregava o polegar ali preguiçosamente.
Harry começou a responder as perguntas de Christopher, olhando confuso na direção de Louis em claro questionamento do por quê ele parou de fazer daquele jeito gostoso de antes, e que agora mais parecia disposto a provocá-lo.
— Você tem uma buceta tão linda. — Louis voltou a falar, os dedos puxando os lábios da xotinha para os lados novamente.
— Christopher, eu posso te ligar depois? Ok. — Harry disse sem nem mesmo escutar sua resposta, não olhando para a tela quando desligou e deixou o celular de lado. — O que foi? Por que parou? — Perguntou com a respiração levemente alterada, não escondendo sua decepção por Louis ter parado o que fazia antes.
— Oh, não sabia que você era tão sujo assim. Queria que eu te fizesse gozar, enquanto ainda falava com seu namorado? — Louis forjou um tom surpreso e Harry engoliu em seco balançando a cabeça em negação, enquanto os dedos dele ainda se pressionam na entradinha apertada da sua bucetinha. — Não? Mas eu acho que é exatamente isso que você queria.
Harry ficou completamente alheio a pequena olhada que Louis deu no seu celular jogado de lado sobre a cama.
— N-Não. — Harry respondeu corado, levando as mãos ao rosto por se dar conta de que sim... talvez ele quisesse aquilo um pouquinho. — Por favor, pare com isso..
— Com isso o quê? — Louis perguntou humorado, afastando os dedos da buceta dele. — Com isso? — Se referiu a tocá-lo e Harry choramingou em reclamação, plantando os pés no colchão e erguendo os quadris, muito necessitado em busca de mais.
— Não. — Harry esticou os braços em direção a ele, usando ambas as mãos para segurar a mão grande dele para colocá-la novamente em sua intimidade. — Me toca, por favor. Eu estava perto. — Disse um pouco envergonhado, mas com tamanha excitação e necessidade, não tinha como dar muito espaço para essa timidez.
— Hum… — Louis cantarolou fingindo ponderar, enquanto voltava a esfregar o polegar sobre o clitóris rosado para estimulá-lo. — Gosto de ouvir você. Me deixe saber se gostou quando eu estava te comendo, agora a pouco. Ou prefere que eu coloque os dedos e foda sua bucetinha com eles?
Harry fechou os olhos por um momento e os dedos magros apertaram com força o lençol escuro da cama, se forçando a conter um gemidinho com as palavras sujas de Tomlinson. Na mesma intensidade que o rosto de Harry corava envergonhado com as coisas que Louis costumava falar com tamanha naturalidade, ele sentia um prazer inegável onde sua bucetinha ficava ainda mais molhada e dolorida em busca de toques ágeis e inteligentes do outro.
— Sua boca… tava muito, muito bom. — Harry se forçou a responder coerentemente, antes que Louis mais uma vez parasse de tocá-lo e o deixasse à beira da loucura.
Talvez Harry tenha ficado um pouco fascinado com o que Louis conseguiu causar nele usando apenas a boca. Era necessário entender e não pensar que ele estava sendo exagerado. Nunca tinha recebido um oral antes, Christopher não fazia o tipo que se importava com aquilo e só então que Harry estava descobrindo que aquilo era uma coisa.
Não o entendam errado, ele tinha amigos que falavam abertamente sobre suas vidas sexuais com companheiros ou companheiras, mas Harry nunca se imaginou recebendo um oral em toda a vida. Quer dizer, ele nunca se imaginou pedindo para Christopher oferecer para ele algo do tipo, mal podia pensar em qual poderia ser a reação desse.
Mas Louis… Louis parecia sentir muito prazer em fazer aquilo, consequentemente tornando Harry em uma bagunça excitada.
— Eu também achei muito bom, boneca. — Louis sorriu usando os dedos para voltar a afastar os lábios de sua buceta para os lados, lambendo uma longa faixa com a ponta da língua. — Porra de buceta gostosa, princesa. — Voltou a chupar seu grelinho proeminente de jeito preguiçoso, usando a ponta da língua para estimulá-lo em meio àquilo.
Harry estremeceu um pouquinho e fechou os olhos com força, não se dando conta da maneira que Louis riu um pouquinho da reação de seu corpinho.
Droga, como ele poderia se manter são com as coisas que Louis dizia tão fácil e tranquilamente?
— N-Não fica falando essas coisas. — Harry choramingou esfregando as mãos no rosto quente, se apoiando em seguida em um dos antebraços para poder assisti-lo, o peito ofegante subindo e descendo sem parar.
Harry sentiu o momento que Louis riu abafado, ainda o chupando causando aqueles sons molhados estalados e tão gostosos, a barba curta fazendo cócegas quando ele fazia questão de esfregar o rosto em sua intimidade vermelhinha.
Pouco a pouco a bucetinha de Harry voltava a dar aqueles sinais de que iria gozar em breve. Estava esquentando e formigando daquele jeitinho familiar, Harry esfregando os pés na cama agoniado, os dedos apertando os biquinhos durinhos dos peitinhos já judiados para descontar um pouquinho de toda a sensação.
— L-Lou… estou vindo. — Harry avisou alerta, os dedos voltando a se emaranhar nos cabelos da franja dele para conseguir ver seus olhos azuis. — M-Muito perto. — Gemeu abrindo ainda mais as pernas e Louis parou de chupá-lo, mas cuspiu sobre o grelinho para esfregá-lo com os dedos em movimentos circulares e ágeis.
— O quanto você está perto? — Louis perguntou de modo claramente provocador e Harry bateu os pés na cama, os olhos de repente começando a lacrimejar tornando o garoto uma confusão.
— Muito! Tão perto, Lou, por favor…
— Você quer que eu te faça gozar, mas você sabe que só bucetas que pertencem ao papai gozam. Sua buceta é minha, Harry? — Aquela fala foi o suficiente para as pernas de Harry terem pequenos espasmos e as costas se curvarem, os olhos revirando sob as pálpebras. — Me responde, Harry, a quem sua buceta pertence? Pertence ao papai?
— Sim! É sim! — Harry disse agoniado e Louis balançou a cabeça em negação.
— Sim o quê? Pertence a quem?
— Ao papai! Pertence ao papai, Lou. Pertence a você, ela é sua e somente sua. — Um gritinho excitado ficou preso na garganta de Harry quando Louis, aparentemente satisfeito com sua resposta, voltou a chupá-lo tão gostosinho e deixando-o tão melado de saliva, que não sobrou um resquício de pensamento coerente em sua cabeça.
Louis o chupando tinha sulcos nas bochechas meladas pela mistura de sua saliva e o melzinho expelido aos montes por aquela buceta, e os olhos azuis vidrados assistindo interessado as expressões prazerosas em seu rosto corado e suado, a boquinha rosada aberta em gemidos chorosos e desesperados. Soube o exato momento em que Harry estava gozando quando repentinamente o corpinho delicado começou a estremecer por inteiro em pequenos espasmos bonitos, tentando a todo custo se afastar da extrema estimulação e fechar as pernas para que Louis parasse.
Naquela névoa de orgasmo prolongado, Harry não era capaz de se dar conta da maneira que gemia "do papai, do papai, do papai…" sem parar. E Louis era persistente, as mãos fortes agarrando com firmeza ambas as coxas de Harry para que ele as mantivesse abertas, o impedindo a todo custo de afastá-lo e evitar que parasse de ter cada vez mais do seu gostinho diretamente na boca.
E com toda aquela estimulação extrema e Harry despertando aos pouquinhos, se acumularam lágrimas em seus olhos de boneca e ele começou a bater ambos os punhos no colchão em um tipo de trégua, choramingando pedidos para que Louis parasse e que não conseguia suportar mais.
Louis finalmente parou, soltando seu grelinho daquela sucção com um barulho estalado e de um jeito extremamente ofegante, alguns fios grudando na testa suada, lábios e barba brilhantes de saliva por toda parte se tornando uma visão e tanto.
Harry finalmente conseguiu juntar ambas as pernas com força tendo as mãos entre elas e as encolhendo se virando de ladinho, tirando aquele momentinho para se recuperar. Durante todo aquele momento, a figura delicada estava sendo observada com atenção pelo boxeador, que se posicionou sobre os joelhos e chegou mais juntinho de Harry. Ali ele se abaixou um pouquinho para deixar um beijo sobre sua bunda, a mão grande acariciando a curva de sua cintura naquele processo.
— Tudo bem? — Louis perguntou com cuidado e ouviu Harry cantarolar em afirmação. Se debruçou sobre o corpinho dele e praticamente o cobriu, apoiando ambas as mãos no colchão nas laterais de sua cabeça, começando a deixar beijos em seu rosto. — Certeza?
— Só preciso de um tempinho… por favor. — Harry pediu ofegante, virando o rostinho mais um pouco para que Louis começasse a beijar sua boca, sentindo seu próprio gosto nos lábios dele.
— Tudo bem. — Louis sussurrou em meio aos selinhos, se afastando dele depois para levantar da cama e alcançar a garrafa d'água que já deixava estrategicamente na cômoda logo ao lado. — Quer um pouco d'água? — Perguntou depois que bebeu alguns goles, observando com certo prazer o bumbum de Harry com algumas marquinhas virado na sua direção.
— Uhum. — Harry assentiu sentando na cama preguiçosamente, sorrindo bobinho quando Louis voltou a se aproximar emaranhando os dedos nos cabelos de sua nuca, levando por conta própria a garrafa para seus lábios.
Harry avisou quando bebeu o suficiente e agradeceu, voltando a deitar de ladinho daquela vez de modo que conseguia ver Louis, assistindo ele se aproximar da cômoda para deixar a garrafa e pegar algo dentro da primeira gaveta junto a um isqueiro.
— Você se importa? — Louis perguntou mostrando o que parecia ser um cigarro, enquanto abria um pouco a janela do quarto.
— Isso é maconha? — Harry perguntou com os olhos semicerrados, sorrindo quando Louis o olhou com um sorrisinho cúmplice. — Não. Vá em frente. — Disse por fim, puxando um dos travesseiros para perto de si, abraçando-o ao que esfregava o rosto ali sentindo o cheiro de Tomlinson.
— Preciso ir com mais calma com você, huh? — Louis disse se referindo a erva em um tom humorado, mas ao mesmo tempo carregava certa verdade
Harry observou Louis acender o cigarro de maconha, enquanto dava um longo e demorado trago, fechando os olhos liberando a fumaça pouco depois muito perto da janela.
Aproveitou aquele momentinho que tinha para se livrar completamente do vestidinho lilás, que àquela altura não passava de um tecido enrolado em sua cintura, deixando-o de lado junto ao seu suéter e a jaqueta de Louis, ficando completamente nu no meio da cama espaçosa.
Harry acabou fechando os olhos e respirando fundo, passando as mãos distraído nos próprios peitinhos sensíveis, circundando a pontinha do dedo nos biquinhos de tom rosado escuro. Ainda distraído passando as mãos no próprio corpo muito exposto, elas deslizaram por sua barriguinha até a virilha e então adentrando o meio das pernas já abertas, usando a ponta dos dedos para brincar na região de cima a baixo entre os lábios molhados da buceta sensível.
Enquanto aquilo, Louis observava a cena atentamente tendo o cigarro aceso entre os dedos grossos, dando mais uma tragada aproveitando para se livrar da calça e cueca que ainda usava.
— Essa tem um cheiro bom. — Harry comentou repentinamente, abrindo os olhos e olhando na direção de Louis, que despertou dos pensamentos.
E estava sendo um pecado Harry deitado tão tranquilamente no meio da sua cama, totalmente nu com os pés plantados no colchão e pernas abertas, dedilhando a própria buceta como se não fosse afetar Louis e deixá-lo simplesmente maluco.
— Quer um pouquinho? — Louis perguntou liberando a fumaça, se aproximando quando Harry assentiu sentando na cama. — Não sabia que minha princesa fumava. — Comentou levando o beck ao lábios do bailarino, que deu uma longa e preguiçosa tragada que segurou um pouco, tossindo pouquinho quando liberou a fumaça depois.
— Já faz um tempinho que não, alguns anos. — Harry disse voltando a deitar, segurando a mão de Louis para que ele sentasse na beirada da cama pertinho de si. — Então a onda pode bater um pouquinho mais rápido que o que considerado normal. — Tinha um sorrisinho nos lábios rosinha e covinhas, Louis sorrindo também segurando suas bochechas para deixar mais um beijinho em sua boquinha.
— Relaxa. — Louis murmurou com os lábios contra os seus. — Mais um pouquinho?
Harry acabou assentindo e assistiu Louis dar mais um longo trago, depois aproximando os lábios dos seus entreabertos para liberar a fumaça preguiçosamente ali. O bailarino sorriu em meio a essa névoa prazerosa, deixando Louis se afastar para colocar o beck em um tipo de cinzeiro de vidro sobre uma mesinha ao lado da cama.
Harry vendo Louis se livrando da camisa preta sobre a cabeça e os braços, lambeu os próprios dedos levando-os de volta até a bucetinha que voltou a dedilhar preguiçoso a região dos pequenos lábios esfoladinhos e ainda melados. Louis parou ao lado da cama, bem de frente para o seu rosto, a grande ereção pendida a poucos centímetros de sua boquinha.
Daquela vez, Louis que lambeu os dedos para molhá-los com saliva, levando-os até a bucetinha de Harry para substituir os dedinhos dele e começar a masturbá-lo com sons molhados.
Com aquilo Harry se apoiou nos antebraços e cuspiu em uma das mãos, antes de começar a punhetar a cabecinha gorda do pau de Louis com jeitinho, puxando-a na direção de sua boquinha aberta para lamber em um excesso de saliva enquanto isso. Harry sorriu um pouquinho ao se dar conta da maneira que Louis suspirava afetado todas as vezes que sua língua se esfregava ali, lambendo com dedicação a região onde estava o piercing prata com duas bolinhas, os dedos dele acariciando a parte de trás da sua cabeça em incentivo para continuar.
— Você quer chupar ele? — Louis perguntou assistindo a língua brincar com o seu piercing, se segurando muito para não demonstrar o quanto ele estava conseguindo deixá-lo afetado com praticamente pouco.
— Você é grande, mas eu posso tentar. — Harry disse baixinho com um sorrisinho nos lábios, movimentando o punho para frente e para trás por todo o seu membro onde os dedos por muito pouco não se fechavam. — E-Eu não sei se vou conseguir ser tão bom quanto você foi comigo…
O pau de Louis se contorceu um pouquinho em excitação com tão pouco, vazando diretamente nos lábios dele um pouquinho de pré-gozo, flagrando o exato momento em que Harry limpou a região com a ponta da língua.
A reação de Louis foi apertar os fios longos de seu cabelo e esfregar os dígitos sobre seu grelinho com um pouco mais de afinco, impulsionando os quadris na direção de seu rostinho corado, Harry com a boquinha bem aberta conseguindo receber sua glande e chupá-la preguiçosamente.
Chupando e ao mesmo tempo usando a língua para circundar a cabecinha daquele pau, Harry não conseguia parar de pensar na maneira que somente a glande era capaz de fazê-lo sentir que sua boquinha estava bem preenchida. Se dar conta disso teve um efeito imediato em sua bucetinha que já pulsava de tesão, liberando melzinho aos montes diretamente nos dedos grossos de Louis, que ameaçava colocá-los ao pressionar a ponta na entradinha, mas nunca ia em frente.
Tinha muitas coisas sobre o boxeador que o tornava consideravelmente maior que Harry, e de uma maneira curiosa o mais novo gostava de verdade desses pequenos detalhes. O preenchia de satisfação inexplicável ter Louis sobre seu corpinho e ele praticamente cobri-lo por inteiro; as mãos grandes e fortes passeando e apertando com certa firmeza seus peitinhos e sua bunda; como parecia que ele poderia facilmente quebrá-lo com qualquer toque em falso em uma força não calculada.
Isso porque Harry já era sensível. Mesmo sendo um bailarino desde que era apenas uma criança, reconhecia sua tendência a ficar dolorido por determinados motivos, ou como um simples aperto ou pequenas colisões poderiam deixar marcas em sua pele alva.
O que Louis tinha dito antes sobre ele ser muito sensível não era exagerado. Harry realmente conseguia ser um serzinho delicado, que sentia algo ferver em todas as partes com a ideia de estar nas mãos de um lutador como Louis.
Esse sentimento, necessidade quase desenfreada, deveria ter um nome, certo?
— Quero comer essa sua buceta de novo. — As palavras de Louis saíram em um fio de voz, no mesmo momento em que Harry fazia certo esforço para levar um pouco mais daquele pau na boca, sentindo o momento que ele gemeu dengosinho em reação às suas palavras. — Te fazer gozar na minha boca e sentir seu gosto… foi uma das melhores coisas que eu poderia ter hoje, princesa. — Louis continuou em um tom baixinho.
Harry não suportou e tirou sua glande da boca, pressionando os lábios com força para evitar que mais sons desesperadinhos escapassem de seus lábios. Mas isso foi em vão com Louis pressionando a ponta do dedo médio em sua entradinha, acabando por enfiá-la ali e aos pouquinhos deslizando cada vez mais para dentro.
Harry se apertou com força envolta daquele único dedo dentro de si, mas que era o suficiente para fazê-lo derreter e sentir algo se revirar em seu baixo ventre. A bucetinha de Harry, que mal tinha gozado forte, voltou a pulsar daquele jeitinho com a sensação.
— Tão apertada… — Louis sussurrou em um tom afetado e falho, olhando nos olhos verdes brilhantes dele. — Tudo bem? Posso colocar outro?
— Sim… — Harry respondeu no mesmo tom, a mão ainda se esforçando para punhetar o pau dele, mesmo com o que acontecia ali embaixo. — S-Seja gentil. — Pediu envergonhado e Louis sorriu, os olhos azuis ainda muito atentos no que fazia.
— Tudo bem, gentil. — Louis repetiu, enquanto pressionava na borda da buceta daquela vez a ponta do dedo anelar junto ao outro, os forçando a entrar juntos lentamente.
Enquanto aos pouquinhos os dois dedos entravam em Harry com certa resistência, Louis assistia ele se mover inquieto e os olhos verdinhos arregalados, lábios abertos com a sensação. Era quente pra caralho assistir ele se esforçar para levar seus dois dedos, imaginando como seria quando estivesse metendo o seu pau ali.
Harry abriu ainda mais as pernas em uma tentativa de facilitar mais para Louis, gemendo dolorido e assustadinho porque ele de repente precisou fazer com um pouco mais de força pois não estava entrando.
— Machucou? — Louis perguntou preocupado, mantendo os dedos parados.
— Espera- só um pouquinho. — Harry pediu de modo ofegante, segurando o pulso dele com delicadeza. — Só um pouquinho… — Repetiu deitando as costas no colchão, a mão continuando a acariciar seu pau e descendo um pouco mais para as suas bolas cheias, arrancando arrepios dele.
— Porra, boneca, não sabia que você era tão apertada. — Louis murmurou mantendo os dois dedos dentro dele parados, mas movimentando o polegar sobre seu grelinho para distrai-lo um pouquinho de qualquer incômodo. — Será que meu pau vai caber aqui dentro?
— Hum, Lou… — Harry se apertou com força, gemendo um pouquinho mais.
— Estou falando sério, meu bem. Tudo sobre você é tão delicado, como eu posso com isso? — Louis disse não escondendo como aquilo conseguia deixá-lo extremamente excitado, chegando a vazar um pouquinho de pré-gozo da sua fenda.
— E-Eu consigo. — Harry disse desesperadinho, tão perdido em tesão e chegando a temer de alguma forma que Louis não fosse querer ir adiante por estar dando certo trabalho.
— Você tá tão maluco por isso quanto eu, huh?
— Sim, sim. — Harry balançou a cabeça em afirmação algumas vezes, rebolando os quadris contra os dedos dele que se mantinham parados a todo instante. — Você já pode mexer eles... pode mexer. — Harry disse rapidamente, pressionando a pontinha dos próprios dedos sobre o dorso da mão dele em sua intimidade para que fosse em frente e fizesse algo.
Mesmo que ainda tivesse certa resistência da bucetinha apertada se contraindo firmemente em volta dos seus dedos, Louis começou a foder aquela xotinha do modo que Harry precisava. E ainda que os movimentos já tenham se iniciado com certa firmeza e força que Harry não estava acostumado, o bailarino foi bonzinho e resistiu ao impulso de fechar as pernas, chegando até mesmo a abri-las ainda mais a fim de facilitar o trabalho do boxeador.
A cabeça de Harry voltou a pender para trás pelo prazer, os fios longos do cabelo castanho com poucos cachos caindo feito cascatas pela lateral do colchão e balançando de acordo com os movimentos dos dedos de Louis fodendo sua xota, esses que impulsionavam seu corpinho para trás.
Notando a maneira que Harry estava começando a balançar e erguer os quadris do colchão, os gemidos gostosos ficando cada vez mais altos e frequentes, a mão livre de Louis se apoiou sobre seu baixo ventre com força para mantê-lo preso e paradinho ali, continuando a fodê-lo daquele mesmo jeitinho.
— L-Louis. — O gemido de Harry saiu arrastado e falho, de acordo que tinha a buceta fodida cada vez mais rápido, os dois dedos grossos começando a se curvar para atingir um pontinho específico e especial dentro de si. — Oh, meu- assim...
— Assim? — Louis começou a curvar mais os dedos e meter com mais força, causando sons molhados tão gostosos junto a gemidos cada vez mais desesperados de Harry, que assentiu vezes demais.
Mas aquilo não durou muito quando Louis de repente parou e teve cuidado, enquanto puxava com certa dificuldade os dedos para fora da buceta de Harry, já que esses eram apertados com tanta força pela bucetinha estreita. Foi irresistível o som molhado que a buceta fez ao que seus dedos deslizaram para fora, isso sem contar o gemidinho dolorido que Harry deixou escapar após o pequeno tapa que Louis deixou sobre os lábios esfoladinhos da bucetinha.
A boquinha de Harry estava entreaberta com a respiração descompassada, assistindo Louis se desvencilhar de seu toque e se afastar da cama na direção da cômoda, onde pegou algo dentro de uma das gavetas. Harry até tentou espiar para descobrir o que era, mas foi em vão.
Enquanto Louis não voltava para a cama, Harry aproveitou um pouco para levar novamente os dedos até a bucetinha já dolorida só dos poucos minutos em que Louis brincou com ela.
Harry melou o dedo indicador com a própria lubrificação, pressionando em seguida a ponta na entradinha até que ele tivesse deslizado devagarzinho para dentro por inteiro. Claro que depois que teve a chance de experimentar a sensação dos dedos grossos de Louis dentro de si, nem se comparava aos seus consideravelmente magros e pequenos demais. Mas ainda assim, eles pareciam uma boa opção para "começar" e se acostumar, antes que de fato pudesse levar os de Louis depois e quem sabe mais tarde o seu pau.
Então Harry aproveitou aquele momentinho para se dedar lentamente, se alternando em movimentar o dedo para dentro e para fora, ou em esfregar o dígito sobre o grelinho para se estimular e ficar um pouco mais molhado.
Tão distraído que Harry estava na missão de se preparar para Louis e facilitar um pouco mais para ele – ainda com aquele medinho ridículo de que o homem pudesse acabar perdendo a paciência consigo – que não percebeu quando o boxeador voltou a se aproximar da cama, só se dando conta quando ele subiu de joelhos no colchão.
Mesmo que Louis estivesse entre suas pernas assistindo com muita atenção ao que fazia, Harry ainda com tamanha timidez não parou – talvez porque a erva que tinha fumado já tinha começado a fazer efeito, deixando-o mais relaxado. Naquele meio tempo, Harry viu que ele tinha deixado de lado, sobre o colchão, um tipo de garrafinha e camisinhas.
Harry decidiu que já poderia colocar outro dedo junto ao indicador, os olhos presos nos azuis de Louis, que acompanhava atentamente os movimentos de sua mão. Pouco depois Harry não resistiu em olhar um pouco mais para baixo, vendo o exato momento em que Louis alcançou o lubrificante derramando um pouco na mão, antes de começar a punhetar todo o pau agilmente.
— Se sente bem? — Louis perguntou baixinho, movimentando o punho por todo o pau com sons molhados, esfregando propositalmente a cabecinha rubra nos dedos de Harry.
— Uhum. — Harry assentiu quando colocou o segundo dedo dentro de si, começando a movê-los juntos. — E-Estou conseguindo.
— Você está. — Louis disse em um tom orgulhoso, olhos atentos em como ele fodia própria buceta devagarzinho à princípio. — Depois os dedos do papai que vão brincar com ela?
Harry tinha esquecido como havia gostado de Louis se referindo a si mesmo daquele jeito, isso servindo como incentivo o suficiente para mover os dedos um pouco mais rápido.
— S-Sim, o papai vai. — Harry não demorou a assentir em um ofego, tendo de bom grado Louis sobre seu corpo se abaixando o suficiente para beijar sua boquinha.
Harry aproveitou aquela proximidade de Louis para puxá-lo ainda mais para perto, até que estivesse novamente deitado na cama junto a si. Harry parou de se tocar, puxando os dedos para fora de si com um barulhinho molhado e um tanto excitante, para levar a mesma mão até o pau de Tomlinson que ainda se punhetava.
Louis sorriu pequeno ao se dar conta da maneira que Harry afastou sua mão para substituir pela dele. Harry ainda se virou para deitar de ladinho, ficando ainda mais juntinho do seu corpo, se apoiando no antebraço na lateral de sua cabeça para poder ver seu rosto e eles ficarem próximos.
— Quero fazer você se sentir bem, também. — Harry disse um pouquinho arrastado e com um sorrisinho, acabando por arrancar um sorriso de Louis também. O punho de Harry já se movia firme, porém em movimentos preguiçosos por todo o membro com uma facilidade causada pelo lubrificante espalhado antes pelo próprio Louis. — Me mostra como é bom pra você. Como você gosta...
Louis nem mesmo tinha dito algo e Harry já tinha se sentado no colchão, se inclinando sobre seu pau ereto que ainda vinha sendo punhetado. Na nova posição em que Harry estava logo ao lado de seu corpo, o garoto estava quase de quatro com o bumbum empinado na direção do rosto de Louis, que tinha os olhos bem atentos naquela região irresistível e estando louco para apertar com suas mãos.
Harry se abaixou mais um pouquinho e voltou a lamber preguiçosamente a cabecinha do pau em movimentos circulares, fazendo uma pequena pausa e olhando sobre o ombro na direção de Louis quando sentiu os dedos dele brincarem com sua buceta exposta, os olhos azuis muito atentos nos movimentos que o próprios dedos faziam.
Os cabelos de Harry, levemente bagunçados, começaram a atrapalhar um pouco e não demorou muito para puxá-los para trás. Lambidas molhadas e preguiçosas continuavam a ser distribuídas por toda parte no membro grosso, facilitando quando a mão de Harry começou a punhetar a parte de baixo, enquanto a boca envelopava a cabecinha gorda com um gemidinho.
Louis engoliu em seco com a sensação da boca quente e molhada na glande sensível, os lábios se abrindo em um gemido quando Harry fez questão de esfregar a língua na região de seu piercing. Após ouvir sua reação positiva, Harry o tirou da boca com um sorrisinho e olhou na direção de Louis, a mão ainda trabalhando em estimular seu pau.
— Fiz bem? — Harry perguntou com as covinhas nas bochechas causadas pelo sorriso.
Louis, olhando para aquela boca rosada e brilhante pela saliva, só pensou nos cenários em que a foderia com força arrancando lágrimas daqueles olhos de boneca.
Só o pensamento foi o suficiente para fazer as bolas repuxarem e o pau pulsar, liberando mais pré-gozo pela fenda. E Harry, que ainda tinha a mão segurando com firmeza seu pau, sentiu o exato momento que isso aconteceu e sorriu mais um pouquinho, se inclinando para voltar a lamber a glande e limpar ali o pré-gozo expelido.
— Sim, você fez. — Louis respondeu com a voz falha, os dedos apertando e massageando a carne macia da bunda do bailarino. — Vá em frente... use bastante a língua. — Louis incentivou e Harry se voltou para sua pequena tarefa, querendo dar o máximo de si para agradar Louis, assim como ele tinha feito consigo.
Harry tinha feito poucos boquetes namorando com Christopher, que nunca fez quaisquer reclamações ou críticas sobre eles. Mas ali com Louis parecia ser uma situação completamente diferente.
Diferente de todas as vezes em que já esteve com Christopher, ali Harry estava desesperado para agradar Louis de alguma forma. Por mais desesperado e tolo que isso soasse, era a mais pura verdade e ele era capaz de reconhecer isso. Louis tinha feito tão bem para ele até aquele momento e Harry só queria mostrar que era capaz de fazê-lo se sentir tão bem quanto.
Apesar de Harry saber o básico sobre boquetes e se sentir pelo menos 10% seguro de que conseguia fazer um bom trabalho, não era como se estivesse acostumado com o tamanho que Louis tinha.
Porque já era fato, tudo sobre Louis conseguia ser consideravelmente maior, se comparado a Harry.
Mas ainda assim Harry focou na missão de levá-lo até a boca e se esforçar muito para fazer um bom trabalho.
Então, Harry respirou fundo e cuspiu sobre a glande, assistindo a saliva deslizar ao longo do membro e só então sua mão voltou a trabalhar por toda a ereção. Depois disso levou a glande até a boca e começou a chupá-la, lembrando de usar a língua como Louis tinha dito, apertando as coxas uma na outra em excitação por já sentir a boca bem preenchida de certa forma. Isso sendo apenas um começo e não sendo o suficiente, Harry logo avançou mais um pouco e se esforçou para colocar um pouco mais na boca, gemendo abafado junto a Louis quando sentiu o canto dos lábios arderem.
Mesmo com aquele pequeno incômodo, Harry continuou ali o chupando e utilizando o máximo que podia da língua para estimulá-lo. Seus olhos se arregalaram e gemeu arrastado quando a ponta de dois dedos dele se pressionaram em sua buceta até ambos entrarem completamente.
Harry balançou o bumbum e tirou seu pau da boca com um ofego, usando os dedos para esfregar a glande, enquanto aproveitava para se recuperar um pouquinho e se acostumar com a invasão.
Então de repente Harry sentiu os dedos deslizarem repentinamente para fora e em seguida um impacto contra uma de suas nádegas, preenchendo o quarto com um som estalado seguido de seu gemidinho surpreso. Harry sentiu a região queimar e latejar com o tapa forte, enviando diretamente para sua virilha uma sensação de formigamento em excitação pelo feito.
— Coloca na boca, de novo. — Louis mandou apertando a carne dolorida da região que tinha atingido, Harry logo entendendo o porquê daquilo. — E chupa direitinho, assim como você acabou de fazer.
— E-Eu vou tentar. — Harry gemeu falho e Louis apertou sua bunda com mais força, fazendo-o estremecer.
— Você vai fazer. — Louis corrigiu sacana, a cabeça pendendo para trás com um gemido preso na garganta quando a boquinha voltou a envelopar seu pau, e ainda se esforçando para levá-lo o mais fundo que podia. — Puta merda... Continue assim.
Harry gemeu e começou a mover a cabeça para cima e para baixo, garantindo de deixar escapar o máximo de saliva que podia, usando a mão para masturbar o que não conseguia colocar na boca. Ele nem mesmo era capaz de perceber como gemia dengoso durante todo o processo, consequentemente deixando Louis ainda mais maluco e tentado a foder sua garganta.
Em um momento em particular, perdido em tesão pela sensação daquela boquinha mamando desesperada em seu pau, a bagunça de saliva e sons molhados junto a gemidinhos gostosos, Louis inconscientemente estocou os quadris para cima contra a boca de Harry.
Harry engasgou desesperadinho, levantando a cabeça para recuperar o ar e se acalmar, lágrimas escapando dos olhos brilhantes. Harry tossiu um pouquinho e respirou profundamente tentando recuperar o ar, o canto dos lábios e a garganta ardendo um pouco.
O bailarino não percebeu que no momento em que se engasgou, Louis tinha se dado conta do que fez e se sentou, a mão afagando suas costas macias querendo se certificar de que estava bem.
— Machucou? — Louis perguntou com a respiração tão desritmada quanto a de Harry, ele se virando para olhá-lo ao que balançava a cabeça em negação.
Antes que Louis pudesse falar qualquer outra coisa, Harry arrumou a postura e voltou a se inclinar sobre seu pau, voltando a chupá-lo da melhor maneira que podia. Assim Louis continuou sentado e apoiou uma das mãos no colchão atrás do corpo, levando a outra para tirar os dedos dele da frente do rosto e poder vê-lo se esforçar para ser bom.
— Tão bonito com a boca cheia com o pau do papai. — Louis elogiou em um gemido, assistindo o momento que Harry gemeu também e fechou os olhos com força, empurrando a cabeça para baixo tentando chupar mais. — Caralho... sua boca é muito gostosa. Como pode tudo em você ser tão bom. — Ele voltou a gemer, trabalhando em juntar os cabelos de Harry em um rabo de cavalo com uma só mão para que não o atrapalhasse.
Harry voltou a fazer mais uma pausa, tirando-o da boca de modo ofegante e o braço se movendo para masturbar seu pau babado, consequentemente fazendo os peitinhos pequenos ainda com marquinhas balançarem um pouco de acordo com os movimentos.
Ainda segurando seus cabelos, Louis puxou sua cabeça para mais perto e a outra mão apertou suas bochechas fazendo um biquinho em seus lábios, não demorando para beijá-lo em uma bagunça excitante de saliva.
— Deixa o papai foder sua boca, deixa. — Louis pediu em meio aos selinhos estalados em seus lábios, Harry tinha os olhos fechados e já estava um pouco fora de órbita.
— Não sei se consigo. — Harry murmurou com um beicinho e Louis sorriu.
— Claro que consegue. Vamos fazer com calma no começo. — Louis esclareceu, passando o polegar por suas bochechas coradas e o queixo melado de saliva misturado ao pré-gozo. — Respira fundo, fica calminho e volte a fazer o que fazia antes. — Ditou guiando sua cabeça de volta para sua virilha e Harry obediente seguiu, feito uma boneca sendo manipulada em suas mãos. — Mas enquanto isso... você precisa se esforçar de verdade... pra chupar tudo. — Louis falou com um pouco de dificuldade, já que Harry tinha voltado a colocá-lo na boca, o garoto cantarolando em compreensão em meio a sua pequena atividade
Com os minutos se passando naquele momento íntimo entre os dois, Louis precisando arranjar forças o suficiente para se manter firme e não enlouquecer, ele não demorou a perceber como Harry gostava de receber instruções e realizá-las da melhor maneira possível.
Louis o cobrou que tentasse colocar todo o seu pau na boca e ali estava Harry, lutando contra os instintos de se afastar desesperadinho e manter a calma sentindo aquele pau enfiado até o fundo de sua garganta. Lágrimas escorriam de seus olhos e molhavam as bochechas coradas, fazendo poucos segundos que estava daquele jeito, mas que eram o suficiente para destruí-lo.
Louis o tempo todo se assegurava de dizer que estava fazendo um bom trabalho, acariciando seu cabelo e sutilmente segurando sua cabeça para mantê-la parada o chupando na base. Harry tinha os olhos fechados com força e a garganta relaxa, a ponta do nariz na virilha do boxeador, sentindo os pelinhos curtos de um tom ruivo queimado fazerem um pouquinho de cócegas.
Mas Harry não resistiu por muito tempo, se afastando com o rosto totalmente corado e tossindo pela falta de ar, um fio longo de saliva e pré-gozo ficando ligado de seus lábios ao pau totalmente babado.
No meio tempo em que se recuperava, Harry escutava a voz de Louis ao longe lhe garantindo que tinha feito um ótimo trabalho. Mesmo que estivesse molinho, Harry ainda assim não parou de punhetar seu pau preguiçosamente, descendo a mão mais um pouquinho para os dedos massagearem suas bolas cheias e cobertas de saliva.
— Vamos lá. Eu sei que você consegue. — Louis voltou a segurar a cabeça de Harry de volta para seu pau. — Respira fundo... assim mesmo, vamos lá.
Harry prendeu a respiração e voltou a abocanhar o pau dele, tomando cuidado com os dentes e fazendo bom uso da língua, rapidamente conseguindo chupar até a base optando por ignorar a ardência no canto dos lábios e garganta, fora a dor no maxilar.
O que ele podia fazer? Descobriu que gostava muito daquilo, mesmo com a pequena dor e o incômodo que acompanhava. Os gemidos e os elogios de Louis serviam como um estimulante eficaz, ainda mais quando ele frisava o quanto sua boca era um céu e que ela o fazia querer mais um pouquinho a cada instante.
Então aquele foi o momento em que Louis deitou as costas no colchão, segurou firme os seus cabelos e manteve sua cabeça parada, começando a estocar o quadris para cima e para baixo em movimentos constantes. Harry começou a gemer com a sensação do pau entrando e saindo em movimentos rápidos, isso fora a maneira que a glande atingia sem parar o fundo de sua garganta e aos poucos gritava cada vez mais alto a sua necessidade por ar.
Harry deu seu máximo e se manteve firme respeitando o próprio limite, até um ponto em que gemeu em meio aos sons molhados e de engasgo, os dedos apertando a coxa de Louis. Entendendo o que estava acontecendo, Louis deu mais algumas estocadas fundas e fortes, antes de permitir que ele se afastasse.
Harry aproveitou aquele momento para tentar se recuperar por completo, respirando profundamente e expirando, limpando a bagunça que estava seu rosto com as costas da mão. O tempo inteiro ele era observado por Louis, que precisou apertar a base do pau com força para evitar que acabasse gozando antes da hora.
Então é possível imaginar como a cabeça de Louis quase entrou em pane quando Harry poucos minutos depois voltou a lamber preguiçoso a cabecinha de seu pau.
Foi preciso Louis afastá-lo cuidadosamente, tentando chamar sua atenção para que olhasse em seus olhos.
— Não, não, Harry. — Louis balançou a cabeça em negação, Harry o olhando confuso com os olhos verdes muito grandes.
— Mas eu quero fazer você gozar. — Harry disse com um beicinho, a mão massageando as bolas de Louis, fazendo-o quase perder a sanidade. — Você me fez gozar assim, lembra? Quero fazer com você também. — Voltou a colocar Louis na boca, mas ainda tinha a garganta ardendo feito o inferno, então decidiu que chuparia somente sua glande e a mão faria o restante do trabalho.
— P-Porra. Tudo bem... eu aviso quando for gozar. — Louis se comprometeu, sabendo que naquele ritmo aquilo não demoraria muito a acontecer.
E realmente não demorou, pois ainda que não estivesse o chupando como antes, Harry colocava certa determinação em mamar na cabecinha de seu pau, propositalmente dando certa atenção em estimular a região de seu piercing.
A cabeça de Louis voltou a pender para trás pelo prazer, os dedos apertando os cabelos da nuca de Harry de modo que tentava descontar um pouco do prazer que estava sentindo, ouvindo o gemidinho que Harry deixou escapar por causa disso. Pouco a pouco aquela sensação ia crescendo cada vez mais no baixo ventre de Louis, fazendo as bolas repuxarem em prazer cada vez mais e se sentindo cada vez mais perto de finalmente vir.
Então, quando finalmente teve a sensação de que não iria conseguir resistir por mais tempo, deu pequenos tapinhas na região entre as omoplatas de Harry que tinham algumas pintinhas marrons espalhadas na pele branquinha, como pequeno aviso de que estava finalmente vindo. Harry parecia ter o entendido de imediato, pois se afastou com um barulho estalado de sucção e a boquinha avermelhada e brilhante com saliva.
Louis foi pego de surpresa com Harry juntando seus lábios em beijinhos estalados, o punho dele se movendo com mais rapidez por seu pau, causando barulhos um pouco mais altos por causa de toda a saliva ali.
Foi quando Harry começou a distribuir beijos por sua bochecha e em seguida pescoço, que as coisas ficaram um pouco mais difíceis para Louis. O que ele podia fazer? Era um de seus pontos fracos.
— Estou vindo. — Louis gemeu excitado e isso incentivou Harry a ser ainda mais rápido nos movimentos, continuando a beijar e lamber carinhosamente a região de seu pescoço e maxilar. — Porra, bebê... assim mesmo.
E Louis continuou a praguejar excitado, enquanto longas tiras de porra escapavam da fenda de sua glande avermelhada. Harry continuou a punhetá-lo até a última gota, a porra deslizando ao longo do membro e sujando as costas de sua mão, parando somente quando Louis segurou seu pulso pela sensibilidade.
Louis respirava ofegante, o peito subindo e descendo fora de controle, observando em silêncio como Harry se alternava em olhar para aquela bagunça que tinha feito em sua mão e o seu pau que ainda pulsava levemente após o orgasmo.
Harry por fim olhou para ele com um sorrisinho expondo os dentes de coelho e covinhas, se inclinando por conta própria para deixar mais um selinho em seus lábios entreabertos.
— Você gozou muito. — Harry disse ainda com aquele sorriso. — Significa que foi bom, não foi? Eu fiz como você gosta.
Louis acabou sorrindo também com o modo ansioso e esperançoso que Harry estava dizendo aquilo, a voz dele rouca por ter tido a garganta fodida momentos antes, fora que estava um pouco mais lenta que o normal — provavelmente por causa da erva.
— Sim, meu bem. Foi ótimo, você foi incrível o tempo todo. — Louis garantiu assistindo o sorriso de Harry crescer um pouco mais, se possível, e apontou na direção da mesinha redonda e pequena ao lado da cama. — Ali tem lenços umedecidos. Você pode pegar e se limpar. — Louis indicou e Harry olhou naquela direção, engatinhando no colchão para pegar a caixa.
Louis voltou a deitar com as mãos atrás da cabeça sobre um travesseiro, os olhos presos na bunda de Harry virada na sua direção, vendo uma marca vermelha em resultado de quando atingiu ali com um tapa. Era claro que, Harry delicado do jeito que era, ficaria mais uma vez marcado por si com tamanha facilidade.
Quando Harry terminou de se limpar após alguns minutos, se voltou rapidamente para Louis, mais uma vez se inclinando sobre ele para juntar seus lábios em um simples selar molhado e demorado. Em meio ao beijo, Louis incentivou Harry a passar a perna sobre si para ficar sentado sobre seu colo, as pernas em cada lado de seu corpo.
O beijo foi aprofundado cada vez mais, as línguas deslizando molhadas e quentes contra a outra e Harry se sentindo cada vez mais excitado por isso, começando a rebolar levemente sobre o colo de Louis bem sobre seu pau semi-ereto pousado sobre o baixo ventre. Acabou esquecendo que Louis tinha acabado de gozar e se encontrava além do estado de sensível, só vindo a se dar conta disso quando ambas as mãos dele agarraram sua bunda com força, forçando-o a parar com os movimentos. Isso fora o pequeno grunhido excitado de Tomlinson, que chegou a morder seu lábio inferior.
— Desculpa. — Harry pediu ofegante e um tanto excitado, Louis sorrindo balançando a cabeça em negação, mostrando que não tinha problema.
— Agora não vamos conseguir fazer isso. — Louis murmurou com os lábios explorando o pescoço dele, algumas vezes esfregando a ponta do nariz ali para sentir melhor seu cheiro. — Mas eu posso sentir que você tá muito molhado e quer gozar de novo, não quer? — O mais velho tinha um tom levemente provocador, Harry apenas conseguindo balançar a cabeça em afirmação muitas vezes. — E você gostou quando eu te fiz gozar com minha boca, huh?
— Sim... Muito. — Os olhos verdes de Harry chegaram a brilhar e Louis quis fodê-lo naquele mesmo instante.
— Então eu posso fazer de novo. — Louis voltou a deixar selinhos em seus lábios. — Senta no rosto do papai e ele pode comer sua buceta mais uma vez. — Louis incentivou puxando-o pelas coxas e Harry se apoiou nos joelhos, olhando para ele de modo incerto e hesitante. — Qual o problema? Vem, querido.
— V-Você tem certeza? — Harry perguntou se movendo sobre os joelhos a incentivo de Louis, que riu divertido dos seus olhos arregalados e rosto extremamente corado. — Parece estranho... — Harry já tinha os joelhos nas laterais da cabeça de Louis, as mãos dele deslizando por seus quadris e os apertando para incentivá-lo a se abaixar.
— Ei, relaxa. — Louis murmurou tranquilo, tentando passar um pouco dessa tranquilidade para ele. — Já fizemos isso antes. Sei que não desse jeito... mas você mesmo disse que gostou sim? Então vai gostar assim também. — Louis virou o rosto e conseguiu beijar parte de sua coxa.
Isso parecia ter servido como incentivo o suficiente para Harry ir em frente e se abaixar pelo menos um pouquinho, porém sendo o bastante para Louis conseguir lamber uma longa faixa sobre os lábios esfoladinhos da buceta vermelhinha.
Harry engoliu em seco e apertou as mãos em punhos sobre as coxas, pois tinha esquecido como a sensação conseguia ser tão deliciosa. Ainda inseguro sobre se abaixar muito e colocar mais de seu peso sobre o rosto do boxeador, Harry fez certo esforço nas coxas para se manter naquela posição não muito abaixado.
Bastou alguns segundos para Louis perceber o que Harry estava fazendo e como ele estava de certa forma "se privando", então não demorou a agarrar as coxas dele com os braços fortes, puxando-o um pouco mais para baixo com a língua ainda trabalhando ininterruptamente em lamber toda sua buceta.
Harry deixou um suspiro afetado escapar, apoiando a mão em uma das pilastras de madeira na ponta da cama, a outra com os dedos trêmulos escovando os fios lisos da franja de Louis. Ficou ainda melhor aquela sensação quando Louis ao invés de lamber, começou a chupar seu grelinho dentro da boca, fazendo questão de deixar em evidência os sons de sucção e os pequenos de satisfação.
Com Louis voltando a chupá-lo daquele jeitinho gostoso, Harry decidiu que nunca se acostumaria com a sensação. Era simplesmente incrível e ele tinha a impressão de que poderia ficar daquele jeito para sempre.
Harry nem percebeu que estava cada vez mais entregue ao prazer, começando a mover aos pouquinhos os quadris contra a boca de Louis, que àquela altura tinha deixado a língua para fora apenas para que Harry pudesse usar como desejasse.
Naquele ritmo as coisas ainda estavam até calmas. Só vieram a se intensificar quando Louis enrijeceu a língua e começou a mover a cabeça para frente e para trás, fodendo a bucetinha do bailarino sensível, que querendo mais daquela sensação consequentemente acabou esquecendo de seus receios.
Louis não ajudava nenhum pouco, enquanto as mãos agarravam da maneira que podia a bunda de Harry para puxar cada vez mais a buceta contra os movimentos de sua cabeça. Mas Louis não precisou fazer aquilo por mais tempo.
Harry já tinha se livrado do último resquicio de timidez de seu corpo e já se encontrava mais relaxado, ambas as mãos agarrando os cabelos de Louis e mantendo sua cabeça parada, começando a quicar e rebolar sem escrúpulos na língua ainda rígida. Na opinião de Louis, a melhor parte de tudo aquilo, tirando o fato que Harry estava literalmente fodendo a própria buceta na sua boca, era os lindos gemidos roucos e desesperados que ele deixava escapar.
Louis decidiu de uma vez por todas que amava aqueles gemidos. Poderia passar uma vida inteira os escutando.
Em certo ponto Harry ficou parado com a língua de Louis enfiada dentro de si o máximo que podia, rebolando ali para frente e para trás, não percebendo que estava estimulando o próprio clitóris o esfregando bem sobre a ponta do nariz de Louis.
Aquela merda era tão excitante e Louis, assim como Harry, queria mais à todo instante. Porém, com um certo pesar, ele precisou pedir um tempinho acertando tapinhas na coxa de Harry em aviso, pois precisava recuperar o ar.
Harry não demorou muito a perceber o que ele precisava, sentando ofegante sobre seu peitoral, observando o rosto dele corado ao extremo, lábios rosa e barba coberta de saliva. Isso fora os olhos azuis em que as íris estavam totalmente tomadas pelo preto das pupilas, ele até parecia um pouco fora de órbita.
Ambos aproveitando aquele pequeno e necessário momento de pausa, Harry começou a deslizar carinhosamente os dedos pela barba dele, por sua testa um pouco suada e depois pela ponta do nariz. Louis o tempo todo beijava o inferior de suas coxas, ou as apertava deliciosamente entre os dedos grossos.
— É bom? — Louis perguntou rouco e com a respiração ainda um pouco descontrolada. Harry rapidamente assentiu com um sorriso, se sentindo na necessidade de esfregar os dedos no clitóris um pouquinho em busca de alívio.
— Muito bom. — Harry corrigiu, o sorriso crescendo um pouquinho mais com Louis fazendo um pequeno esforço para assisti-lo se tocar.
— Volta, vem aqui. — Louis mandou apertando as coxas dele com mais força, Harry voltando a apoiar uma das mãos no pilar da cama e se abaixou com cuidado para não machucá-lo.
Quase imediatamente as costas de Harry se curvaram em prazer e sentiu um friozinho familiar no baixo ventre, enviando diretamente para sua buceta a sensação de pulsar em tesão, vazando melzinho aos montes diretamente na boca de Tomlinson.
Louis fez questão de chupar tudo, pouco se importando se soava desesperado como balançou a cabeça em meio a sucção, se inclinando em meio a isso demonstrando que queria realmente enterrar seu rosto ali. Ninguém poderia julgá-lo, a culpa era de Harry por ter uma buceta tão gostosa.
— Usa a boca do papai pra gozar. — Louis disse rouco, em meio aos beijinhos que deixava sobre seu grelinho, Harry estremecendo sob o toque de cada um dele. — Me deixe saber se está vindo.
— Tudo bem. — A voz de Harry saiu em um sussurro e ele cumpriu bem com o que precisava fazer, pois não demorou muito para voltar a rebolar necessitado no mesmo ritmo de antes.
Assim como Harry, Louis gemia a todo instante, tirando de Harry absolutamente tudo que conseguia, os sons prazerosos de garoto servindo como um estimulante eficaz para buscar ter cada vez mais.
Louis imaginou que Harry estava prestes a gozar quando sentiu as coxas dele nas laterais de sua cabeça estremecerem e se apertarem em suas orelhas, e em seguida os dedos dele agarraram os cabelos de sua franja com um pouco mais de força que antes.
Harry voltou a rebolar os quadris do jeitinho que estimulava o clitóris na ponta do seu nariz, assim como tinha feito antes. Isso fora que ele ainda se empurrava contra sua língua, para que continuasse a foder sua xotinha daquele jeito.
— L-Lou. — Harry gemeu chamando a atenção dele. — Estou vindo. — Avisou assim como ele tinha mandado fazer, choramingando porque Louis parecia ter começado a chupar seu grelinho com mais dedicação. — M-Meu Deus, Lou, assim... assim mesmo. — Harry aprovou os movimentos ágeis da língua rígida de Louis atingindo seu clitóris inchadinho em meio a sucção, olhando direto para os olhos dele que agora estavam pretos por causa das pupilas dilatas, esses atentos na reações de seu rosto.
Harry, um pouco desesperado demais para vir logo, levou os dedos até os grandes lábios da buceta e os separou para lados opostos deixando-a mais abertinha. Daquele jeito, se possível, tornou as coisas ainda melhores e Harry definitivamente estava gozando de novo.
— Meu Deus... — O corpinho inteiro de Harry tremelicava em pequenos espasmos, a mão apoiando na testa de Louis e o empurrando tentando fazê-lo parar. — Louis, pare. — A voz de Harry saiu em um choramingo, tentando se apoiar nos joelhos para evitar que ele continuasse o chupando de modo insistente, prolongando seu orgasmo e consequentemente tornando sua buceta além do nível de sensível.
Mas Louis continuou o máximo que pôde e quando Harry se deu conta já tinha lágrimas nos olhos, soluços escapando dos lábios e filetes de suor deslizando por sua têmpora e ao longo da curva suave de suas costas.
Quando Harry conseguiu escapar de Louis, por muito pouco não caiu da cama, caindo na verdade com um baque surdo no colchão logo ao lado do boxeador de rosto extremamente corado e ofegante. Harry imediatamente levou as mãos até a região pulsante entre as pernas, respirando fundo tentando se recuperar do orgasmo recente, não vendo Louis sentar e chegar mais juntinho de si, os dedos dedilhando e apertando carinhosamente sua cintura até sua coxa.
Harry sentiu o momento que Louis deitou a cabeça sobre sua barriga e abriu os olhos para olhar na direção dele, um sorrisinho preguiçoso surgindo em seus lábios com o boxeador começando a deixar beijos em diferentes partes naquela região.
— Porra... — Harry praguejou em um suspiro, os olhos focados no teto do quarto.
Por Harry não fazer o tipo de pessoa que fala palavrões com tanta frequência – na verdade, Louis não se lembrava de ouvi-lo dizer uma única vez – Louis ficou o observando em silêncio com certa surpresa que transparecia nos olhos azuis. Então Harry continuou:
— Agora eu entendo. — Harry disse um pouquinho grogue e distante, olhos fechados e um sorrisinho no rosto, enquanto acariciava os cabelos de Louis.
— O quê? — Louis perguntou curioso, observando tolamente o rosto bonito e corado do bailarino, aproveitando aquele carinho dos dedos dele no topo de sua cabeça.
— O que falavam sobre sexo. — Harry explicou olhando para ele. — Que é muito bom. Agora eu entendo.
O rosto de Harry ficou ainda mais corado com a maneira que Louis estava olhando para ele, então o afastou e virou para deitar de bruços, afundando o rosto no travesseiro fofo para evitá-lo por um momento e conseguir se recuperar.
Arrepios voltaram a consumir o corpo de Harry com os lábios de Louis fazendo uma trilha de beijos por sua bunda, na curva suave da base das costas e ao longo de sua coluna até sua nuca. Harry ficou ainda mais instigado quando sentiu Louis pressionar a ereção contra sua bunda, encaixando o pau entre suas nádegas e estocando os quadris ali para se estimular.
Os olhos de Harry se arregalaram quando Louis com uma força incrível de repente fez seu corpo virar batendo as costas no colchão e ficar de frente para ele. A boquinha rosa de Harry estava aberta em um ofego e Louis se aproveitou para beijá-lo, enquanto o fazia abrir as pernas e se encaixava ali. Harry gemeu gostoso com suas bocas juntas, com zero escrúpulos em deixar a entender que aquela era sua reação por sentir a ereção dele se pressionar sobre os lábios da sua buceta.
— Ainda quero muito te foder nessa buceta. — Louis assumiu segurando a glande, começando a esfregar ela no grelinho inchado e vermelhinho de Harry de tão estimulado, ouvindo ele gemer dolorido pela sensação. — Acha que podemos?
— Tô' muito sensível. — Harry choramingou segurando as bochechas dele, continuando a deixar selinhos em seus lábios. Por isso que por um momento Louis pensou que Harry diria não, mas então ele continuou. — Então coloca tudo devagarzinho. — Harry sussurrou em meio aos beijinhos, não se dando conta de como o pau de Louis vazou pré-gozo direto na sua buceta.
— Tudo bem, vou fazer devagar. — Louis beijou sua testa e depois se afastou o suficiente para alcançar a camisinha e o lubrificante.
Harry continuou deitado com as pernas abertas e dobradas, os pés apoiados no colchão, daquele jeito ficando com a bucetinha exposta para o outro. Tendo aquele momentinho de calma, Harry começou a brincar distraído com os próprios peitinhos. Com um sorriso ele abriu mais as pernas quando Louis indicou, esse já colocando a camisinha na cabecinha do pau e a deslizando ao longo da ereção até a base.
Louis observava seu corpo atentamente, enquanto espalhava lubrificante por todo o pau com a camisinha e passava a punhetá-lo com barulhos molhados e estalados. Os dedos da mão livre de Louis estava ligados com o lubrificante, aproveitando para levá-los até a buceta de Harry, deslizando dois dedos juntos para dentro dele.
Harry mordeu o lábio e ficou olhando para baixo, assistindo excitado os movimentos da mão dele punhetando o próprio pau e ainda fudendo sua bucetinha com os dedos grossos. Foi difícil de conter o gemido quando Louis começou a curvar os dedos, pressionando exatamente em seu ponto G.
As costas de Harry se arquearam lindamente e ele gemeu com uma porra de sorriso no rosto, que foi capaz de fazer os miolos de Louis derreterem.
— Tá gostoso? — Louis perguntou rouco e Harry balançou a cabeça em afirmação muitas vezes, erguendo os quadris na direção dele em busca de mais.
— Muito. — Harry respondeu dengoso.
— Então, diga "sim, papai." — Louis mandou continuando a curvar os dedos como ele gostou, ouvindo com satisfação ele reagir positivamente com sua ordem.
— Sim, papai. Sim, sim... — Harry continuou gemendo desesperadinho, precisando segurar o pulso dele para que parasse. — Se você continuar... pare, por favor. — Pediu sem conseguir raciocinar muito bem a ordem das palavras e Louis logo o escutou, puxando os dedos para fora.
Harry viu Louis mais uma vez pegar a garrafa de lubrificante, derramando mais um pouco na mão para deslizar no próprio pau e em seguida uma certa quantidade bem sobre seu monte de vênus, o líquido geladinho deslizando pelo seu grelinho e lábios da buceta até seu cuzinho.
Levou a mão até a própria virilha, sentindo a grande quantidade de lubrificante que tinha ali. Deslizou os dedos um pouco mais para baixo, espalhando o líquido melhor por toda parte.
Chegando mais pertinho, o boxeador segurou uma das coxas de Harry com força, e segurando a ereção deu batidinhas no sobre o clitóris dele com a cabecinha do pau. A cada uma dessas batidinhas, o corpinho de Harry tinha pequenos espasmos pela sensibilidade, mas ainda assim mantinha as pernas abertas para o outro.
Louis então se debruçou sobre seu corpo e apoiou o antebraço sob sua cabeça para não colocar todo seu peso em cima dele, seus rostos há pouco centímetros de distância um do outro. A outra mão Louis guiou a glande até a entradinha de sua buceta, empurrando lentamente os quadris para frente até que encaixasse ali e deslizasse de pouco em pouco para dentro do calor apertado.
O bailarino sensível gemeu dolorido sob seu corpo, os lábios abertos e olhos arregalados se mantendo atentos em seu rosto. E assim como ele, Louis tinha os lábios bem abertos e em um gemido satisfeito com a sensação, precisando se abaixar mais um pouco quando Harry o puxou para juntar seus lábios.
Com Harry se apertando com tamanha força, não foi possível Louis entrar um pouco mais, àquela altura tendo somente a glande dentro dele. Louis quem separou seus lábios, se esforçando para ignorar o choramingo de Harry, e voltou a dar atenção para seus peitinhos em que começou lambendo antes de chupar.
— Oh, sim... — Harry ofegou usando os dedos para escovar os cabelos da parte de trás da cabeça dele, que continuava se alternando entre lamber e chupar ambos seus biquinhos inchados e sensíveis.
E Harry já sabia que ele estava fazendo aquilo na tentativa de deixá-lo mais relaxado e consequentemente possibilitar que entrasse um pouco mais. Claro que estava funcionando, Louis já parecia saber perfeitamente o que precisava ser feito para brincar do jeito certo com seu corpo.
— Você é uma delícia. — Louis grunhiu em meio as sucções persistentes em seus peitos, passando a beijar e sugar entre os lábios a pele de seu pescoço. — Tudo em você é tão bom...
— Você... você tá me fazendo corar. — Ao mesmo tempo que Harry tentou falar aquilo de modo descontraído e humorado, ainda ficou muito claro em sua voz como estava prestes a derreter sob o corpo de Louis.
Harry começou a rir baixinho quando sentiu Louis rir contra seu pescoço, ficando satisfeito quando ele juntou seus lábios mais uma vez e aproveitou o momento para ir mais adiante empurrando os quadris para frente. Ambos voltaram a gemer na boca do outro, mas ainda assim não foi o suficiente para interromperem o beijo, não quando Harry segurava sua nuca tão apertado para que continuasse.
Ainda que estivessem tão próximos e colados um no outro, Harry deslizou a mão entre seus corpos começando a dedilhar a própria buceta, se sentindo mais excitado que nunca com a sensação de estar tão esticado para receber Louis. Harry ainda aproveitou para dedilhar provocaticamente a parte do membro de Louis que ainda não tinha dentro de si, em seguida sua virilha e as bolas.
Então Harry logo depois daquela pequena provocação, ainda passou uma perna pelo quadril de Louis, fincando o tornozelo em sua bunda em um pedido silencioso para o dar mais e mais.
Harry voltou a beijar e deixar pequenas lambidas no pescoço de Louis, porque gostava de sentir sua barba, aquela sensação se espalhando por sua virilha só por ouvi-lo gemer baixo e rouco por sua causa. Continuou com aquilo até alcançar sua bochecha e então perto de sua orelha com uma jóia ali, dando uma pequena lambida no lóbulo, antes de dizer:
— Coloca tudo dentro de mim. — Harry pediu em um sussurro, pressionando os lábios e se contraindo com força em volta de Louis quando o ouviu gemer mais uma vez naquele tom grave tão gostoso aos seus ouvidos. — Tudo. — Voltou a repetir e Louis daquela vez levou a mão livre até seu pescoço, se mantendo muito atento em seu rosto corado e olhos verdes de corça.
— Mantenha os olhos em mim, huh? — Louis ordenou e sentiu sob sua palma Harry engolir em seco, balançando a cabeça em afirmação muitas vezes. — Eu quero ver seu lindo rosto, enquanto meu pau te fode até o fundo. Assim como você queria, sim?
— Sim, papai. — Harry daquela vez adicionou o título por conta própria e foi o suficiente para Louis.
Não se podia entender Louis da maneira errada. Ele queria mais do que tudo foder aquele garoto, arrancar tudo dele e o devolver na mais pura forma de prazer. Porém ele não queria de modo algum estragar as coisas com passos maiores que poderia dar.
Em sua mente ainda esta fresco o detalhe de que Harry estava muito sensível. Honestamente? Em outras circunstâncias, ou pessoas, aquilo não seria o problema para Louis. Mas se tratava de Harry Styles em sua cama e sob o seu corpo, e ele esperou muito aquilo com aquele garoto em específico.
Pois bem? Sim, ele estava um pouco ansioso e não queria estragar nada.
Como o próprio Harry tinha pedido, Louis realmente colocou tudo e foi melhor que ambos poderiam ter esperado. Mas ainda que estivesse em um tipo de névoa de prazer, Harry era capaz de ver como Louis parecia no mínimo "preocupado".
Então Louis começou a se mover, para frente e para trás, entrando e saindo até glande e então voltando até que os quadris atingissem os seus. E em todas as malditas vezes, Harry fazia questão de não conter de modo algum seus gemidos, porque queria que Louis soubesse o quanto ele estava gostando, pois realmente estava.
No sexo, de modo geral e um tanto irônico, a penetração nunca foi a parte favorita de Harry, porque se dependesse somente desse fator, ele nunca conseguia sentir prazer de verdade. Talvez no início e em um tipo de calor do momento até sentisse algo, mas logo precisava apelar para os dedos a fim de finalmente conseguir... sentir.
Mas talvez, só talvez, Harry estivesse fazendo sexo errado nos últimos anos, porque apesar de ter apenas começado, tinha algo no modo que Louis estava se movendo. No começo as estocadas foram muito cuidadosas e um tanto experimentais, pois em determinado momento, quando um movimento em particular foi capaz de atingir algo especial em Harry, que não foi capaz de se conter em demonstrar isso, Louis logo fez disso sua missão.
E Harry estava amando cada segundo.
Louis ainda mantinha o ritmo calmo, porém constante, certamente ainda preocupado consigo e era possível notar ele se contendo. E estava sendo o suficiente até o momento em que deixou de ser, porque Harry queria mais e mais. Essa necessidade só não estava sendo literalmente gritada, porque Harry esperava passar bem o recado fincando daquela vez ambos os tornozelos na bunda dele e as unhas curtas afundando na pele de seu quadril em uma tentativa de puxá-lo cada vez mais.
E essa pequena tortura durou até Harry conseguir reunir a coragem e folego o suficiente para dizer algo.
— Assim, mais forte. — Harry pediu em um ofego, as mãos deslizando pelas costas dele até suas nádegas, as puxando contra si em incentivo. — Você não precisa se conter... olhe pra mim. — Harry segurou o rosto dele para fazê-lo olhar em seus olhos. — Eu quero isso com força.
— Eu não quero-
— Me machucar? Não vai. — Harry garantiu desesperadinho. — Se você- se você fizer mais rápido, eu vou me sentir bem e vou gostar. Eu prometo. E você também vai, sim? — Harry barganhou, puxando o polegar da mão dele em seu pescoço, levando-o até a boca para chupar a ponta.
— Tem certeza? — Louis perguntou já começando a acelerar o ritmo um pouco, Harry voltando a balançar a cabeça em afirmação e sem querer mordeu o dedo dele um pouco com a sensação mais intensa que o consumiu. — Você vai se sentir bem?
— N-Nós vamos. — Harry corrigiu com um pouquinho de dificuldade, porque Louis ainda queria sua língua brincando com o polegar dele. — Eu sei que você vai ser bom... você é sempre bom comigo.
Harry mordeu o lábio e engoliu em seco sentindo o momento que Louis deslizou completamente para fora de si, se afastando para descer da cama e agarrar seus tornozelos, puxando seu corpinho para a beirada do colchão. O bailarino se apoiou nos antebraços assistindo excitado ele voltar a segurar a ereção e posicionar novamente em sua buceta, empurrando ela completamente para dentro de si em uma só estocada que foi capaz de arrancar ar de seus pulmões.
O próprio Harry se dedicou muito na missão de ficar com as pernas bem abertas para o boxeador, as mãos fortes dele segurando tão gostoso e apertado seus quadris, puxando-o no sentido contrário de seus movimentos um pouco mais duros.
Harry inconscientemente se apertava com força em volta dele a cada mínimo movimento em que ele ameaçava sair, ainda apoiado nos antebraços de modo que conseguia ver perfeitamente aquele pau grande entrando e saindo. A boquinha de Harry estava aberta e ele fazia questão de deixar Louis ouvir seus gemidinhos e suspiros satisfeitos, àquele ponto o verde das íris já foram tomadas pela escuridão das pupilas dilatadas.
Louis atendeu bem ao que Harry queria e precisava, metendo forte e fundo naquela buceta estreita com gemidos roucos excitados, mas ele ainda optava por se manter atento às expressões de seu rosto corado e levemente suado, ou como ele agarrava um de seus dedos e o apertava como forma de conseguir apoio.
Ele achava incrível flagrar aqueles momentos em que Harry não conseguia conter os gemidos um pouco mais altos, levando tarde demais o dorso da mão até os lábios e mordendo a pele um pouco para descontar seu prazer em algo, voltando a deitar as costas no colchão.
Do modo que Louis estava de pé fora da cama e consequentemente um pouco mais alto que Harry, em determinado momento ele acabou agarrando o corpinho de Harry com um pouco mais de força, trazendo os quadris dele junto a si para ficar na altura de sua virilha. Na nova posição Harry tinha apenas a cabeça e as omoplatas deitadas no colchão, as costas curvadas com Louis daquele momento em diante definitivamente começando a usar sua buceta como se fosse uma coisinha.
As estocadas estavam sendo firmes e certeiras naquele pontinho dentro de Harry, sons estalados preenchendo o quarto toda vez que a pelvis atingia os quadris de Harry, os dois deixando escapar sons prazerosos ora baixos, ora altos. A cama estava rangendo e batendo um pouco na parede, e se Harry não estivesse aproveitando tanto a foda, ele com certeza estaria preocupado com o incômodo aos vizinhos.
Mas ele estava aproveitando muito e não tinha como ele pensar em outra coisa, que não fosse aquele pau o dando a impressão de que estava cada vez mais fundo.
Com aquela sensação de Louis estar cada vez mais fundo e algo diferente em sua barriguinha, Harry se forçou a abrir os olhos e olhou na direção da própria virilha, os olhos se arregalando um pouco quando se deu conta de algo diferente e um tanto estranho.
Todas as malditas vezes que Louis impulsionava os quadris mais para frente e fazia certa questão de ir mais fundo e forte, uma pequena elevação se projetava em seu baixo ventre. Harry não precisou pensar muito para chegar na conclusão de que aquilo deveria ser o pau de Louis, mas ele ainda temia estar vendo coisas de tão excitado e fora de órbita que se sentia.
Em busca de ter um tipo de prova, o bailarino levou uma das mãos até ali e pressionou os dedinhos magros no baixo ventre, deixando escapar um tipo de "oh!" impressionado conforme aquela região subia e descia bem sob seus dígitos.
Louis percebeu a surpresa no rosto dele e como olhava atentamente para uma região em específico, desviando o olhar de seu rosto para tentar descobrir o que era e ficou no mínimo... insano.
— E-Eu acho que- que estou te sentindo na minha barriga. — Harry falou em um tom chocado e ainda excitado, as palavras saindo cortadas conforme Louis batia contra ele.
— Tira a mão. — Louis mandou ofegante e suado, parando por um momento com o que fazia para ver o que estava acontecendo. Harry obedeceu, mas manteve um dos dedos por perto, apontando exatamente onde era para ele acompanhar.
Harry assistiu com certa satisfação Louis realizar os movimentos com certo cuidado para ver o exato momento em que a coisa acontecia, e a expressão que tomou seu rosto corado quando assistiu acontecer foi uma das melhores que o bailarino poderia ter imaginado. Louis assistia aquilo com certa admiração e surpresa, conseguindo segurar um dos lados do quadril de Harry com apenas uma mão, porque queria sentir aquilo acontecer tanto quanto ele, levando a mão livre para pressionar naquela região.
— Isso é incrível. — Louis sussurrou com um pequeno sorriso, começando a meter em Harry com mais força, porém ainda lento de certa forma. — Eu sinto como estou fundo na sua buceta... mas é louco poder ver isso. Você vai me deixar maluco, Styles. Não tem ideia de como isso me deixou tentado a gozar fundo na sua buceta... deixar ela cheia com minha porra pra ficar claro a quem você pertence agora.
— A quem- a quem eu pertenço? — Harry tinha os olhos um pouco arregalados pela excitação que a fala do outro trouxe.
— Ah sim. — Louis tinha um sorriso um tanto sádico no rosto diante da reação dele, permitindo que voltasse a deitar as costas no colchão. Porém Louis puxou e colocou ambas as pernas dele em seus ombros, enquanto voltava a entrar dentro dele. — Porque você agora é todo meu, Harry, e de mais ninguém.
Harry de modo inegável ficou mais corado por conta da nova posição, fazendo-o se sentir ainda mais exposto. Fora que Louis falar daquele jeito sobre sua vontade de gozar dentro dele, fez Harry desejar tanto quanto que de fato acontecesse.
As estocadas já começaram fortes. A cada movimento Harry sentia as bolas cheias dele atingirem sua buceta e aquilo era simplesmente tão quente, todo o seu corpo estava fervendo querendo cada vez mais. Os dedos de Harry foram para os quadris dele e voltou a apertar ali, o puxando para si com certa força para ter mais.
Para Harry a melhor parte daquilo era que o rosto de Louis estava muito próximo do seu e ele era um homem muito vocal no sexo. Harry não pensava que aquilo era um diferencial e uma coisa que o instigava até finalmente ter. Louis não ter problemas em demonstrar que estava gostando tanto quanto ele, fazia algo no inferior de Harry se aquecer pensando "porra, ele está assim por minha causa e eu estou assim por causa dele".
Por isso que muitas vezes ele acabava se impedindo de fazer barulho quando prensava os lábios com força, se concentrando e dando certa preferência aos gemidos prazerosos do boxeador, assistindo a cada detalhe da expressão dele se franzindo em satisfação. Harry assistia e sua buceta vazava mais e mais em volta daquele pau, fazendo uma bagunça deliciosa de ser vista.
Merda, já parecia um pouco óbvio que ele estava amando cada parte daquilo.
— Continua assim. — Harry implorou em um choramingo excitado, as mãos de Louis segurando nas dobras de seus joelhos para continuar no ritmo que Harry tinha gostado. — Oh assim, Louis... você é tão bom. — Ele gemeu com a cabeça pendendo para trás, o corpinho sendo empurrado para trás sempre que a pélvis de Louis atingia sua bunda, e os peitinhos com os biquinhos durinhos balançando tentadoramente em todas as malditas vezes.
Naquela posição em especial, Louis estava conseguindo fazer com que a glande atingisse diversas vezes o seu ponto G e isso fazia Harry sentir como se pudesse ir ao céu em todas elas. Por isso que Harry estava cada vez mais distante, lábios abertos em gemidos que não saíam, mãos apertando e puxando os próprios peitinhos querendo descontar em algo.
Porém Louis não era uma máquina e o bailarino era capaz de perceber que ele estava ficando exausto, a postura que ele estava não era uma das melhores. Acontece que, mesmo reconhecendo aquilo, Harry não se sentia capaz de evitar choramingos descontentes com os movimentos ficando mais lentos, as mãos voltavam a agarrar seus quadris em um apelo.
Era óbvio que o boxeador fazia o máximo que podia para se manter fazendo exatamente como Harry queria, mas logo precisou parar em uma pausa e rapidamente juntou seus lábios em um pedido de desculpas silencioso.
— Vamos com calma... — Louis murmurou ofegante em meio aos selinho em seus lábios. — Você tá acabando comigo. — Isso arrancou um riso baixinho de Harry, que finalmente teve as pernas libertas da posição levemente desconfortável quando Louis se afastou um pouco para arrumar a postura.
Harry também acabou aproveitando o momento para lembrar a si mesmo de respirar um pouco, o coração batendo loucamente dentro do peito. Ele sentia a bucetinha dolorida pulsar de modo que nunca fez antes, Louis tinha saído de dentro dele e uma parte de si se sentia levemente desconfortável em não estar mais tão bem preenchido como esteve nos últimos minutos.
O bailarino foi pego um pouco de surpresa quando Louis o fez virar e de repente ele estava deitado de bruços no colchão. Nem mesmo foi necessário Louis dizer algo e Harry de prontidão se apoiou nas mãos e joelhos, a bunda ficando devidamente empinada na direção de Louis.
No mesmo instante em que Harry olhou para trás sobre o ombro tentando ver Louis, seu corpo reagiu com pequenos espasmos diante da atitude de Louis em puxar suas nádegas para os lados, podendo lamber uma longa faixa de sua buceta até seu cuzinho exposto. A boca de Harry estava aberta em um longo suspiro com a sensação, sorrindo quando sentiu Louis morder sua bunda e distribuir várias outras mordidas em diferentes partes com a clara intenção de marcá-lo o máximo que podia.
Harry deixou escapar um ofego quando, após mais uma mordida seguida de um pequeno chupão, Louis acertou um tapa forte e estalado bem sobre aquela região levemente dolorida com pequenas marcas de seus dentes.
— Me fode. — Harry pediu balançando o bumbum de um lado para o outro, querendo deixá-lo tentado a voltar para sua bucetinha. — Volta, por favor.
— Que garoto bonzinho pedindo "por favor". — Louis provocou voltando a subir na cama, a mão apertando uma das nádegas avermelhada dele, enquanto voltava a colocar a glande na sua xotinha. — Quer tanto assim gozar no pau do papai?
— Sim. — Harry balançou a cabeça em afirmação, sentindo ele entrar até o fundo e só então deitando a bochecha no colchão e os braços na lateral da cabeça, o sorrisinho voltando para os lábios com a sensação de estar preenchido novamente. — Obrigado, papai. — Agradeceu dengoso esfregando o rosto na cama, voltando a balançar a bunda só para provocá-lo um pouquinho e por querer que ele começasse a se mexer logo.
Mas Louis não permitiu que ele continuasse afastado daquele jeito, enrolando o cabelo de Harry na mão e o puxando até que tivesse as costas bem curvadas, bunda devidamente empinada para si e voltasse a se apoiar nas mãos.
Somente quando Harry seguiu bem esse seu comando que Louis voltou a se mover, quadris atingindo a bunda dele em cheio com sons estalados dos corpos se chocando preenchendo o quarto. O fato de Louis já ter começado rápido e forte pegou Harry de surpresa, os lábios dele abertos em gemidos que não saíam e ficando presos em sua garganta, os dedos magros apertando o lençol da cama.
Louis começou a acertar vários tapas seguidos um do outro em suas nádegas durante as estocadas e depois disso foi praticamente impossível para Harry se manter silencioso, ainda mais quando o boxeador fazia questão de apertar a carne dolorida com tamanha força que ele sentia vontade de chorar.
O boxeador sentia que estava há um simples passo de perder a sanidade com seu adorável bailarino fazendo certa questão de gemer feito uma vadia, falando com dificuldade coisas como "você me fode tão bem", "seu pau é tão bom, tão fundo dentro de mim" e "me fode até eu gozar, por favor". Conseguia ser louco como Louis adorava Harry sendo vocal e falando exatamente o que sentia ou queria.
— Porra, minha princesa... é como se sua buceta fosse feita só pra mim. — Louis grunhiu excitado com aquele calor apertando seu pau e os sons molhados com o pau entrando e saindo, Harry engolindo em seco quando o braço forte passou por seu pescoço e foi puxado com as costas grudando no peitoral dele, a cabeça caindo por seu ombro. — Feita especialmente para o meu pau foder.
— Ela foi. — Harry disse mandando a timidez pelos ares, o braço forte de Louis se pressionando cada vez mais em seu pescoço e as estocadas aparentemente ficando cada vez mais profundas impulsionando-o para frente. — E ela- e-ela é sua.
— Sim? Diga isso de novo. — Louis mandou estocando os quadris com força e saindo devagar até a glande, repetindo o processo de modo que Harry ficava sem ar e ainda desesperado por isso.
— Minha buceta é sua. — Harry disse falho, os dedos apertando o braço de Louis e àquela altura seu queixo estava apoiado no canto de seu antebraço e aquilo estava começando a fazê-lo sentir coisas que nunca sentiu antes. — Você a tomou, agora é sua. Só sua.
— Você tem noção de como está soando feito a maior das putinhas falando assim? — Os lábios de Louis estavam rente a sua orelha, eles deslizando no lóbulo com um delicado brinco conforme falava. — Mas é exatamente o que é, huh? Você fica andando por aí com essas roupinhas adoráveis, falando desse jeito meigo e sendo essa coisinha perfeita para todos. Você tem a porra de um namorado e está gemendo feito uma vadia com meu pau te fodendo sem parar, falando que sua buceta me pertence. Putinha do caralho... finalmente tendo a buceta fodida como merece.
Um gemido gutural teria escapado da boca de Harry se seu pescoço não estivesse sendo tão apertado, o impossibilitando aos poucos de respirar com facilidade.
Toda aquela junção de palavras saíram na medida certa para a buceta de Harry esquentar e ele sentir que definitivamente era capaz de gozar só daquele jeito, se Louis continuando o empurrando até a borda de tal modo.
Harry definitivamente não estava conseguindo respirar e aquilo conseguia ser ainda mais enlouquecedor pelo simples fator de que o prazer acompanhava tudo aquilo. Mas apesar que de uma maneira curiosa ele estivesse gostando daquele pequeno fator, ele realmente precisava respirar e tinha a sensação de que não conseguiria fazer as palavras saírem por sua boca, e sabia que precisaria usá-la para alguma coisa.
Então em uma tentativa de passar uma dica para Louis em meio às fortes e constantes estocadas contra sua buceta, todas essas empurrando seu corpinho para frente, a única reação de Harry foi morder o braço de Tominson em meio a gemidos e tentando passar uma dica, fincando seus dentes na pele tatuada e sentindo ali os músculos do braço se tensionarem e a reação dele de grunhir apertando seu quadril com tamanha força que Harry quis chorar mais uma vez – no melhor dos sentidos.
Harry respirou profundamente em total alívio quando Louis o livrou daquele aperto em seu pescoço, porém o braço musculoso permaneceu ali para segurá-lo contra si naquela mesma posição, parando de meter nele por um momento para oferecê-lo a chance de se recuperar um pouco.
— Isso foi muito bom. — Harry disse em um tipo de choramingo, querendo gritar porque aquele pau era tão bom e sua bucetinha estava tão esticada em volta dele. — É como se... você fosse me quebrar. Por favor, não pare.
— Realmente uma putinha do caralho. — Louis parou por um momento nos movimentos e segurou o rosto de Harry por trás, fazendo ele olhar na direção de um espelho na parede em frente a ele para ver o próprio rosto muito corado e suado, alguns fios do cabelo grudando na testa. — Olha só pra você. Quem diria que esse lindo rostinho gosta de uma foda assim? — Os dentes e a língua dele encostavam no lóbulo de sua orelha, e ele usava uma das mãos para apertar seus peitinhos, acabando por flagrar a expressão em seu rosto. — E você tem essa porra de sorriso. Quer acabar comigo.
— Talvez. — Harry ainda sorria expondo as covinhas nas bochechas, começando a se mover para frente e para trás por conta própria, em um claro pedido para que Louis voltasse com o que fazia antes.
Porém, o boxeador não demonstrou ter qualquer intenção de que iria começar a foder o bailarino como esse precisava e muito menos o repreendeu por ter tomado a iniciativa de fazer aquilo por conta própria.
Então quando Harry começou a empurrar a bunda para trás, uma das mãos apoiada na parede ao lado do espelho e a outra segurando aquele braço ainda em seu pescoço, ele não tentou disfarçar o quanto estava sendo difícil. Ele já se sentia dolorido quando era Louis trabalhando em meter constantemente em sua buceta, mas parecia que fazer aquilo por conta própria intensificava ainda mais as coisas.
— Você é tão grande. — Harry sussurrou agoniado, persistindo em se empurrar para trás e para frente por mais dolorido que fosse. — Me deixa tão, tão cheio. — Os olhos se reviraram prazerosamente quando tinha a impressão de que Louis estava voltando a apertar mais aquele braço em volta de seu pescoço, conforme ele rebolava mais rápido e necessitado em seu pau.
— Merda... sua bucetinha é apertada pra caralho, boneca. — Louis voltou a enterrar a ponta do nariz nos cabelos bagunçados de Harry, que choramingava olhando na direção do espelho para aquela elevação que ainda se projetava na barriga lisa.
— Lou-is. — Harry chamou com dificuldade, ambas as mãos puxando a palma grande da mão livre de Louis para que ele pressionasse ela em seu baixo ventre. — S-Sente, papai? Na minha barriguinha. — Chorou propositalmente dengoso e arfante, o ar escapando mais e mais dos pulmões.
— Porra, sim. — Louis grunhiu voltando a meter em Harry, esse incentivando enquanto continuava se empurrando e rebolando no sentido contrário.— Eu quero muito gozar dentro de você. Gozar tão fundo e te deixar cheio de mim de todas as maneiras possíveis. — A voz de Louis continuou rouca rente a orelha de Harry, tendo a impressão que ele se apertou ainda mais forte em seu pau após sua fala. — Eu faria uma bagunça em você... gostaria tanto de ver como seria sua xotinha pingando com minha porra.
— L-Louis! — Os olhos verdes de Harry se encheram de lágrimas e o rosto ficou extremamente vermelho, a boquinha dele continuando aberta buscando por ar.
Harry começou a acertar tapas e fincar as unhas curtas na pele daquele braço de Louis em volta do seu pescoço, sentindo os músculos rígidos sob os dedos e sendo capaz de ver a marca vermelha e bem visível da sua mordida logo ali.
— O que foi, huh, princesa? — Louis continuou o enforcando e ignorou seu apelo, assistindo com certo prazer a expressão desesperada de seu rosto pelo reflexo do espelho. — Você gostou tanto assim da ideia? Sabe que a qualquer momento eu poderia tirar essa camisinha e gozar muito dentro de você. E eu sei que você ficaria desesperado por causa do imbecil do seu namorado... desesperado sabendo que eu estaria te devolvendo para ele marcado por mim de todas as maneiras possíveis com sua xotinha cheia da minha porra. Tenho certeza de que você iria gostar disso, como a vadiazinha que é. E ele teria que limpar toda a minha bagunça em você com a língua e eu sinto que você gostaria muito disso, huh?
— Louis- — A boca de Harry continuou aberta, mas tudo que saiu em seguida foi um pequeno "por favor".
— Shh... tudo bem, tudo bem. Não precisa pedir duas vezes por isso. — Louis disse em um tom tranquilo rente ao ouvido dele e um sorriso um tanto sádico no rosto, sabendo que na verdade o pequeno bailarino estava implorando para respirar.
E Louis nunca faria aquilo de verdade sem Harry pedir antes. Mas ver como a ideia excitava Harry tanto quanto ele, e como sua buceta ficava ainda mais molhada com todo aquele melzinho espalhando por seu pau, conseguia fazer Louis sentir coisas.
Louis só se demorou naquilo um pouco mais, até o momento que sentiu o corpinho do bailarino amolecer contra seu, os olhos muito grandes se revirando e a boquinha rosada aberta com a língua para fora acumulando um pouquinho de saliva. Foi só nesse momento que Louis parou e o segurou com cuidado contra seu corpo, Harry ficando recostado contra seu peitoral e a cabeça pendida em seu ombro, piscando muitas vezes ao que se recuperava pouco a pouco.
— Ainda com o papai, bebê? — Louis perguntou baixinho em sua orelha e Harry escutava a voz dele como se ele estivesse distante, ainda sentindo ele se mover para dentro e para fora de si em movimentos preguiçosos. — Vamos, fale com o papai. — Louis incentivou abraçando sua cintura com um dos braços fortes, usando a outra mão para acertar tapinhas leves em sua bochecha.
— E-Eu... estou b-bem. — Harry garantiu com um pouco de dificuldade e ofegante, mas ainda sorrindo por receber beijos molhados de Louis em seu pescoço e bochecha.
Ainda muito mole para reagir e ficar mais ativo do modo que estava antes, Louis decidiu sentar na cama e trouxe Harry junto a si, em momento algum saindo de dentro dele. Os dois ainda estavam de frente para o espelho, Louis com as pernas abertas e Harry no meio completamente sentado em seu pau.
Harry se sentia como uma boneca nos braços do homem forte. Aquele único braço continuava agarrando sua cintura, segurando seu corpo conforme ele por conta própria levantava os quadris e fodia sua buceta, porque ainda não conseguia se mover. Os minutos estavam se passando e a lucidez batendo na porta da consciência de Harry, lhe trazendo novamente força e disposição para continuar, mesmo com o cansaço de já estarem naquilo há muito tempo.
Em certo ponto Louis nem mais o segurava e tinha ambas as mãos atrás do corpo e apoiadas no colchão, assistindo a bunda machucada de Harry balançar um pouco conforme ele subia e descia preguiçoso por todo o seu pau, de costas para si. Harry, que ainda não estava 100%, se sentia aéreo tanto pela privação de ar quanto pela maconha que há pouco tinha fumado, por isso também tinha as mãos no colchão entre as pernas abertas de Louis e as próprias pernas encolhidas nas laterais das coxas dele para ajudar nos próprios movimentos.
Em algum momento Harry apenas sentou no colo de Louis com aquele pau enfiado até o fundo, assistindo com um sorrisinho a si mesmo no espelho, rebolando gostoso para frente e para trás com glande na barriguinha aparecendo e sumindo constantemente. Harry acabou ofegando com o polegar de Louis se pressionando em seu cuzinho sem parar, ameaçando colocá-la dentro e isso fazia ele ofegar com a pequena ardência, balançando um pouco o bumbum.
Aparentemente só aquilo não era o suficiente para Louis, que gemeu e acertou dois tapas seguidos na lateral de sua bunda, fazendo Harry piscar despertando daquele estado e se esforçando para voltar a subir e descer com gemidinhos.
— Princesa... — Louis disse em um ofego, gemendo rouco quando Harry rebolou um pouco mais forte. — Eu vou gozar logo. — Avisou com os olhos atentos naquela bunda judiada balançando sem parar toda vez que batia em sua virilha com os pelos literalmente molhados de tanto melzinho que escapou daquela bucetinha.
— Uhum! — Foi tudo o que Harry conseguiu responder em um gemido, os olhos fechados e a cabeça pendida para trás, os fios longos do cabelo cor chocolate se movendo de acordo dos movimentos montando.
— M-Meu bem. — Louis chamou com dificuldade, levando os próprios dedos até a buceta dele, começando a esfregar seu grelinho. — Está perto também? Fale comigo. — Pediu trabalhando naquela missão de estimulá-lo e Harry choramingou tocando no dorso da mão dele, incentivando que continuasse.
— A-Assim vou conseguir. — Se referiu a Louis tocá-lo especificamente ali, então Louis continuou e isso fez Harry se mover mais rápido e mais forte, arrancando um gemido dele. — Me avise- me avise quando... — Harry parou de quicar em seu pau por um momento e não conseguiu continuar falando por ora, aproveitando que Louis sabia exatamente como deveria tocá-lo. — Avise quando for gozar. Por favor. — Harry pediu em meio as pequenas reboladas, ouvindo Louis assentir com tanta dificuldade quanto ele.
Louis assentiu da maneira que podia e segurou a cintura dele para incentivá-lo a continuar subindo e descendo. Isso fez Harry choramingar levemente exausto e com as coxas já doloridas, mas ele ainda assim o fez.
O boxeador soube que estava muito perto quando Harry, em meio as quicadas e reboladas em seu pau, começou a acariciar com os dedos suas bolas cheias e meladas com aquela bagunça de lubrificação.
— Louis. — Harry chamou em meio aos movimentos que fazia, a pequena voz dengosa e ofegante. — Eu sei que é errado- mas eu... você tem razão. Eu sou uma vadiazinha. — Ele olhou para Louis sobre o ombro, parando com o pau completamente dentro de si e continuando com reboladas em círculos, vendo a expressão de surpresa e excitação que tomou o rosto suado dele, tirando seus cabelos do meio para conseguir ver o seu melhor. — Eu quero muito você gozando em mim. Dentro de mim. — Harry se corrigiu e Louis prendeu a respiração, a mão em sua cintura apertando tão forte que o bailarino pensou que fosse em ordem para se mover mais e logo o fez, arrancando um grunhido de Tomlinson. — Eu quero, Lou! Eu realmente quero sentir isso- minha bucetinha cheia com você gozando tudo em mim.
— Harry! — Louis chamou alerta, batendo com os dígitos em seu clitóris sensível e se afastando, cedendo ao deitar as costas no colchão.
Ele nem precisou avisar com todas as outras palavras e Harry, ao invés de continuar para ele vir logo, se levantou saindo do colo de Louis até que o pau estivesse fora de si. Louis ia questionar, mas as palavras ficaram presas em sua garganta com Harry voltando a ficar em cima de si, dessa vez de frente, enquanto puxava a camisinha jogando-a de lado.
Então Harry fez a merda mais excitante de todas.
Apoiou uma das mãos em seu abdômen e com a outra segurou seu pau, começando a esfregar a glande gorda e quentinha entre os lábios esfoladinhos da buceta e bem sobre o grelinho, fazendo barulhos molhados misturados aos gemidos roucos dos dois juntos.
— Goza nela, Louis. — Harry pediu ainda esfregando a glande no clitóris inchadinho, gemendo agoniado com a sensação de formigamento que se espalhava cada vez mais em sua buceta, mas de um modo mais intenso e diferente de antes. — Goza na minha buceta. Faz uma bagunça nela.
Perdido em prazer, a cabeça de Louis estava pendida fora da cama e ele estocava os quadris para cima, naquela bagunça molhada a cabecinha escorregando e por pouco entrava dentro de Harry e logo saía. Isso fazia ele grunhir tão excitado e insano, que era um pouco difícil para Harry não acompanhá-lo.
Harry sentiu o exato instante que aquele esquentar e formigar da sua buceta evoluiu a tamanho ponto, que a xotinha começou a esguichar sobre a virilha de Louis de pouco em pouco em meio a um orgasmo. O bailarino gemia alto e desesperadinho balançando o quadris, mesmo sem ter ideia do que estava acontecendo, continuando a se estimular usando o pau de Louis porque a única coisa que sabia era que estava gostoso. Ainda assim sentiu o momento que pau de Louis pulsou com intensidade em sua mão e ele começou a gozar ali por toda parte, os olhos azuis vidrados na bagunça que estavam fazendo juntos.
Louis acabou segurando o pulso de Harry para que ele parasse de segurar seu pau sensível com tamanha firmeza, o puxando para deitar junto a si por um instante, o abraçando apertado quando seu corpinho começou a ter espasmos e ele choramingava a cada um desses.
Em algum momento, mesmo que os dois estivessem uma completa bagunça, Louis virou de lado e ficaram deitados juntinhos um de frente para o outro. Ele puxou logo em seguida o edredom macio sobre seus corpos, dando mais preferência para Harry, que ainda estremecia um pouquinho e Louis tinha impressão que isso se dava por conta do frio também.
Durante aquele momento, Louis não fez perguntas para Harry ou tentou fazê-lo falar, se limitando somente a acariciar seu rosto suado docemente com o polegar, vendo o momento que ele fechou os olhos. A ponta de seus narizes se encostavam e Louis fechou os olhos, continuando com aquele carinho.
— Você tá com frio? — Harry perguntou de repente e Louis voltou a abrir os olhos, se deparando imediatamente com os grandes olhos muito verdes. — Vem. — Louis nem precisou responder e Harry arrumou melhor o edredom sobre ele, puxando-o pela cintura para ficar mais perto.
— Como se sente? — Louis perguntou se inclinando para beijar seu rosto.
— Exausto. — Harry respondeu com um pequeno beiço, mas ele ainda conseguiu sorrir expondo covinhas e os dentes de coelho. — E ao mesmo tempo tão bem. Você também?
— Pode apostar que sim, princesa. — Louis sorriu também e se debruçou um pouco sobre ele, deixando beijos preguiçosos por seu rosto quente até Harry segurar seu rosto e juntar seus lábios finalmente. Sentiu Harry estremecer mais uma vez e se afastou dele com certo pesar. — Vou buscar na sala o aquecedor. Você tá literalmente tremendo.
— Estou tremendo por muitas coisas. — Harry brincou ainda estremecendo um pouquinho, o beicinho voltando para seus lábios quando Louis se afastou e levantou da cama. — Louis, não precisa. — Disse um pouco tímido com a situação.
— Já volto. — Garantiu em voz alta saindo do quarto.
Louis realmente voltou depressa para o quarto e fechou a porta atrás de si, encontrando Harry sentado no meio da cama com o celular em mãos. Pela expressão no rosto de Harry, ele estava lendo algo importante e Louis optou por ficar em silêncio naquele tempinho, voltando para a cama quando o aquecedor estava ligado em um nível bom.
— Ele sabe sobre nós. — Harry disse lento olhando na sua direção. — O Christopher.
— Como assim?
— Sabe quando desliguei o celular? Eu não tinha exatamente desligado, como pensei. — Após isso Harry jogou o celular de lado e voltou a deitar, se enfiando de baixo do cobertor, tendo a impressão que Louis não parecia minimamente surpreso com aquilo. — Então ele escutou algumas coisas... no mínimo.
— E agora? — Louis perguntou interessado, se aproximando um pouco mais dele.
— Ele disse que sabe e que quer falar comigo o quanto antes. Então eu agora, pelo menos agora, não quero pensar nisso. — Harry deu de ombros, puxando Louis para deitar junto a si novamente. — Eu estou acabado e tive a pouco o melhor sexo de minha vida. Me deixe aproveitar esse momento. — Harry virou de costas e puxou o braço de Louis a sua volta, implorando por uma conchinha em que o boxeador não demorou muito para se aconchegar mais junto a ele.
Harry já estava com os olhos fechados e já tinha um sorriso nos lábios quando sentiu Louis se aproximar para falar algo em sua orelha.
— Também foi o melhor sexo da minha vida, Styles. — Louis murmurou rouco na orelha dele e Harry se encolheu timidamente, sentindo os lábios dele na curva de seu pescoço. — Obrigado.
— Você está me agradecendo por sexo? Eu vou começar me achar. — Harry provocou e riu quando Louis reagiu acertando um tapa estalado em sua bunda, massageando a região dolorida em seguida.
Então os dois deitaram juntos prontos para dormir um pouco, antes de terem que se preocupar com questões do dia seguinte. E o tempo todo Louis pensou no quanto mal podia esperar para Harry ser completamente dele, e ele também pertencer totalmente ao adorável bailarino pequeno e delicado que tinha nos braços.
got me spinning like a ballerina 🩰.。*♡ twoshot h!inter (I)
Descrição: Harry é um jovem e talentoso bailarino que há poucos meses começou a trabalhar em uma academia como professor de balé temporário para turmas com crianças na faixa dos 6-7 anos. No novo ambiente e com pessoas novas, Harry acaba conhecendo o atraente treinador de boxe, Louis Tomlinson, que é capaz de fazê-lo sentir coisas que pouco conhecia e nunca se imaginou sentindo antes com o namorado que já tem há pelo menos cinco anos.
tag's: porn with plot - história dividida em duas partes - harry intersexo - harry às vezes sendo tratado no pronome feminino - traição entre personagens - size kink (diferença de altura, onde louis será maior e mais forte que o harry em muitos aspectos) - dominação - dry humping - praise e voice kink.
dry humping - no sentido literal é esfregar no seco, seria tipo um sexo com roupas e muita fricção entre os envolvidos.
🩰.。*♡
— Todos na ponta do pé e com leveza levem a mão lá pro alto. — O professor de balé ditava com a voz tranquila, enquanto realizava os movimentos ditos e os pequenos alunos o seguiam. — Lembrem-se que a postura é algo importante. Agora plié... Muito bem, vocês estão ótimos.
Harry, o novo professor de balé, começou a andar lentamente pelos pequenos alunos para dar mais atenção para cada um deles e se certificar de que estavam realizando os movimentos com perfeição. Em alguns momentos precisou parar e fazer pequenas correções em um ou outro, mas de modo geral todos estavam se saindo perfeitamente bem e Harry não podia estar mais orgulhoso de sua pequena turma.
Harry tinha sido recentemente contratado como novo professor de balé daquela academia. Ficaria alguns meses substituindo um outro professor, que se afastou porque a esposa estava em casa precisando de cuidados médicos. Eles estavam contratando com urgência. O professor precisou se afastar muito rapidamente e duas turmas inteiras de alunos, junto às mulheres da ioga, não podiam ser deixados na mão.
Encontraram Harry depressa e ele foi uma das melhores opções por ter um currículo excelente e um ótimo histórico, fora todas as indicações de trabalhos anteriores.
A aula estava sendo absolutamente incrível naquela tarde. Todas as crianças chegaram no horário certo, não tiveram problemas com o velho equipamento de som e as crianças estavam realmente concentradas na aula.
Bem, realmente estavam, isso no passado. E isso porque todas as crianças se afastaram da barra e correram em direção às grandes portas duplas de madeira que estavam abertas, estando ali um homem de olhos muito azuis e aquele sorriso característico no canto dos lábios finos.
— Tio Louis! — Antes que as crianças o alcançassem, Louis largou a mochila no chão e se ajoelhou de braços abertos, sorrindo abertamente para recebê-los em um abraço caloroso.
Harry suspirou derrotado quando se deu conta de que tinha perdido a atenção dos alunos, assistindo o momento em que Louis caiu no chão e todas as crianças pularam em cima dele rindo. Caminhou na direção em que estava seu celular e o pegou para pausar a música, enquanto isso espiando Louis pelo reflexo dos enormes espelhos nas paredes.
— Como estão meus pirralhos favoritos? — Louis perguntou e as crianças rapidamente responderam e de modo muito alegre. — Estão tendo uma boa aula com esse lindo professor? — Harry paralisou ao ouvir o que o homem disse, alcançando a garrafinha d'água para beber longos goles e tentar disfarçar sua reação, imaginando que estava sendo observado.
Louis Tomlinson.
O homem de olhos azuis claros e intimidantes, barba curta de tom ruivo queimado e maxilar tão marcado, que você poderia correr o risco de se cortar nele, era o treinador de boxe da academia que Harry trabalhava. Antes mesmo de Harry chegar, Louis já tinha firmado um contrato há mais ou menos 5 anos. Querendo, ou não, cinco anos era bastante tempo e todos ali conheciam e respeitavam o homem muito atraente.
Sim, Harry assumia que achava Louis atraente e que era um pouco difícil manter os olhos distante dele. No seu primeiro dia de trabalho, estava extremamente ansioso e perdido na academia, maluco para fazer a coisa certa e que gostassem dele, porque era questão de urgência se manter naquele emprego. Louis foi a primeira pessoa a se aproximar e oferecer ajuda, e ele tinha aquela voz e sorriso de canto capazes de fazer os miolos de Harry derreterem.
Louis apresentou diferentes lugares da academia, o levou até a sala onde os funcionários ficavam no horário do almoço (isso quando não saíam para comer em outro lugar) e era ali também que mantinham algumas chaves em uma tabela de madeira na parede, tinha o balcão com café e chá, e um sofá onde se atreviam a tirar sonecas quando os turnos se estendiam. Depois levou Harry até dois estúdios lindos que poderia usar para dar aulas para suas duas turmas.
Era um lugar legal, mas não significava que as pessoas dali seriam assim também.
Louis estava sendo gentil e Harry era grato por aquilo, mas tinha a impressão que alguns funcionários não estavam indo muito bem com sua cara. Ele e Louis entraram na sala dos funcionários e tinha alguns poucos ali, Louis fazendo questão de os apresentar. Harry se constrangeu um pouco pela expressão em alguns rostos e em como duas mulheres descaradamente começaram a cochichar uma para a outra sobre ele.
"Apenas ignore" Louis disse o acompanhando até o estúdio que trabalharia naquele primeiro dia. "Algumas pessoas aqui gostam de se sentirem superiores".
"Espero que algum dia melhore" Harry murmurou "Aquela mulher me deu arrepios" sua fala fez Tomlinson rir e balançar a cabeça.
"Eu te entendo. Quando cheguei aqui, eu não era um cara muito bonzinho" Esse comentário chamou a atenção de Harry, no mesmo instante os dois parando em frente a porta do estúdio 1 "É só não se importar que elas se cansam e para. Vai melhorar sim"
"Obrigado. E como assim não era um cara muito bonzinho?" Harry não conteve a curiosidade e Louis balançou o dedo indicador.
"História pra outro dia. Boa sorte, Styles"
Depois daquilo, os dois ficaram um pouco próximos e era praticamente impossível Harry não perceber como Louis secava ele quando acreditava não estar sendo visto. Harry sabia daquelas secadas, porque tinha tanta culpa quanto Louis quando se tratava de observar. Mas o que ele podia fazer? Sempre que podia, dava uma olhadinha nele treinando e naquele bíceps tatuado e suado, assim como Louis olhava para dele descaradamente quando estava se alongando sozinho no estúdio.
Harry sabia que era errado, detestava admitir, mas era a mais pura verdade. O que ele podia fazer? Louis ficava uma tentação naquelas bermudas que ficavam pouco abaixo de seus quadris, possibilitando que Styles visse os pelinhos ralos de seu baixo ventre.
— Sim! E o professor Harry fica na pontinha do pé melhor que ninguém. — Violet, uma das alunas mais aplicadas, disse demonstrando isso quando ficou de pé e isso acordou Harry de alguns pensamentos.
— Ah, eu sei. — Louis disse sentando no meio do estúdio com muitas crianças em volta dele. — Disso eu sei bem. — Harry olhou na direção dele sobre o ombro e os dois trocaram olhares, o de Harry sendo mais como um tipo de repreensão.
— Como sabe? — A garotinha perguntou curiosa e Louis piscou algumas vezes, se dando conta do questionamento.
— Esqueceu? Tô sempre passando aqui e vejo um pouco as aulas. Inclusive, vocês estão se saindo muito bem. — Todas as crianças agradeceram alegremente e Louis se obrigou a ficar de pé. — É melhor eu ir. Já tomei tempo demais da aula de vocês e não quero o professor Styles zangado.
— Ah não. Fica mais um pouquinho, por favor! O professor Styles não se importa, não é?
Logo a atenção de todas as crianças estava em Harry e todas elas tinham aquela sombra esperançosa nos olhos muito grandes e brilhantes, deixando Harry até sem jeito.
— Acho que o treinador Tomlinson precisa ir para fazer as coisas dele, pequenos. — Harry informou receoso, ouvindo a turma lamentar um pouquinho e se despedir do amigo.
— Outro dia combinamos algo. Tchau, crianças. — Então Louis olhou na direção de Harry e sorriu de canto daquele jeito mais uma vez. — Tchau, boneca. — E saiu deixando Harry paralisado para trás, enquanto todas as crianças olhavam surpresas para o professor corado.
— O-Ok, crianças. — Harry disse um pouco sem jeito, voltando a caminhar na direção em que estava o celular. — Vamos continuar.
— Professor Styles. — Um dos meninos o chamou e Harry se virou para ele. — Você e o treinador são namorados? — Todas as crianças se juntaram a ele na dúvida e Harry engoliu em seco.
— Não! — Harry respondeu rindo nervoso. — Por que estão dizendo isso?
— Ele tá sempre dizendo que você é bonito... — Violet cantarolou sonhadoramente e Harry riu balançando a cabeça em negação.
— Ele só está sendo gentil. — Harry falou com um dar de ombros. — Tenho certeza que faz isso com todos os outros daqui. Agora, vamos continuar nossa aula, sim? Todos em suas posições, só temos mais alguns minutos.
O restante da aula foi tranquilo e as crianças ainda estavam interessadas, por isso Harry não teve muito trabalho em terminar de passar corretamente tudo o que tinha planejado para a aula daquela tarde.
Finalizando a aula, ajudou as crianças a se certificar de que não tinham esquecido nada e manteve todas na sala até que os pais viessem buscá-las de uma por uma. Algumas vezes precisou tirar dúvidas de alguns pais em relação a apresentação que aconteceria dentro de um mês, outros ele já conhecia muito bem as intenções e sabia que estavam puxando assunto para ter uma desculpa em continuar ali conversando com ele.
Logo todas as crianças já tinham ido e Harry naquele dia tinha autorização para aproveitar o estúdio por mais algumas horas para ensaiar uma apresentação importante. Essa apresentação ele faria junto a uma outra pessoa, que infelizmente não pôde vir para que fizessem aquilo juntos.
Por ficar aquele tempo extra na academia, Harry tinha um molho chaves para se certificar de que tinham trancado corretamente todas as janelas e portas do lugar, que era consideravelmente enorme. Depois que terminasse aquilo, poderia deixar as chaves com o segurança e ir embora.
Então lá estava Harry caminhando pelo extenso corredor que tinha todas as portas das salas fechadas. Aproveitou para pegar o celular e viu algumas mensagens que tinha recebido ao longo da tarde, a maioria delas do pai preocupado para que voltasse logo para casa, perguntando se ele precisaria de carona. Harry sorriu e estava prestes a responder, mas ouviu um barulho assim que pisou na extensa sala com diferentes equipamentos de exercício, mais ao fundo um ringue de luta.
Deu uma olhada em volta, tentando enxergar se tinha alguém ali dentro com ele, mas estava um pouco escuro e não conseguiu ver nada. Voltando a caminhar com a intenção de ir até às portas duplas de vidro, sair da academia e entregar as chaves para o segurança, alguém acabou agarrando sua cintura e agilmente levou a outra mão até seus lábios para abafar seu grito assustado.
Suas costas bateram na parede e ele foi encurralado, o celular por pouco não caindo de sua mão naquele processo. Harry não precisou de muito esforço para ver quem era, porque um feixe de luz que entrava por uma das janelas, iluminou exatamente os lábios da pessoa.
Harry reconheceria aqueles lábios em qualquer lugar.
Um pouco irritado e com o coração ainda martelando fortemente no peito, Harry empurrou aquela mão que estava sobre seus lábios e grunhiu fazendo questão de demonstrar seu descontentamento.
— Louis, que droga? — Harry enfiou o celular na bolsa, ouvindo a risadinha dele. — Tem câmeras aqui, você esqueceu?
— Desculpe, eu não resisti. E não soube? Elas voltaram a quebrar. — Ele falou colocando gentilmente aquela mecha teimosa de seu cabelo bem atrás de sua orelha. — Eu vim te fazer um convite...
— Nem comece. — Harry o empurrou um pouco pelo peitoral, não o deixando terminar. — Eu ainda lembro o que você fez mais cedo e não estou nada contente. Sabia que as crianças desconfiaram? Perguntaram se estamos namorando! Imagina então o que as pessoas daqui não falam ou pensam. — Harry falava nervosamente, enquanto Louis ainda tinha aquele sorriso tranquilo.
— Você sabe que por mim... — Deu de ombros e Harry arregalou os olhos.
— Não, nem vem. O que aconteceu foi apenas um beijo e não vai mais se repetir. Lembra que eu disse isso? — Harry falou sem ter tanta firmeza, vindo em mente justo naquele momento o beijo entre ele e Louis dias atrás. — Não faz mais isso, estou tentando fazer a coisa certa dessa vez. — Harry dizia baixinho e com dificuldade, os olhos de Louis atentos nele. — Eu tenho um namorado. Não é justo com ele, você sabe.
— Se me beijou aquela vez, você se interessa por mim, sim? — Louis perguntou no mesmo tom baixinho, Harry precisando fechar os olhos por um momento para se concentrar. — Não vou fazer nada que você não queira. E o que acho injusto é você continuar com um cara que nem ama mais.
— Eu amo ele! — Harry pareceu uma criança teimando em uma ideia, detestando que Louis tivesse aquele poder sobre ele.
— Não. Pode até amar, mas não do jeito certo. — Louis olhava atentamente para seu rosto, deslizando a ponta dos dedos grossos por suas bochechas coradas até alcançar seu lábio inferior rosado, flagrando o momento em que Harry os entreabriu. — Lembra quando a gente se beijou? Você quis tanto aquilo. Até parecia estar esperando há muito tempo para que eu fizesse. Ficou tão adorável e corado... E adivinhe? Você está assim de novo. — Sua fala fez Harry virar o rosto para o outro lado, a fim de evitar seu olhar profundo, sentindo aquela sensação familiar naquela região entre as pernas. — Como eu já disse, não vou fazer nada que você não queira. Mas só precisa saber que eu quero você desde o primeiro momento que te vi, e você ter um namorado imbecil não muda isso.
Harry entreabriu mais os lábios com a intenção de falar algo, mas acabou voltando atrás. Estava sendo difícil estar tão perto de Louis depois do que aconteceu, ainda mais com tudo isso que foi dito, porque era a mais pura verdade e Harry bem no fundo sabia disso. Temia acabar deslizando e cometendo mais um erro, porque Christopher de modo algum merecia aquilo e era sim algo muito injusto.
Harry fechou os olhos sentindo o corpo de Louis muito próximo de seu, ainda mantendo-o encurralado contra aquela parede, mas ainda com a opção de se afastar e partir. Estava mais do que claro naquele momento que uma batalha se travava na cabeça de Harry, o cérebro gritando que deveria se afastar e sair, enquanto o corpo e o coração o impediam de fazê-lo.
Com os olhos ainda fechados, Harry recostou a cabeça na parede. Seu pescoço ficou um pouco mais exposto e podia sentir com perfeição o hálito quente de Louis atingir a pele sensível. Harry teve a sensação de que os lábios quentes dele estavam muito próximos de sua pele, aquilo fazendo a epiderme se arrepiar ao extremo e um suspiro escapar de seus lábios.
Harry nem mesmo percebeu como estava ofegante e Louis não estava precisando fazer muito, além de ficar perto dele e ameaçar tocar os lábios em sua pele, nunca chegando ao ponto de realmente fazê-lo.
Louis nem mesmo tinha voltado a colocar as mãos nele, veja o maldito estado em que ele estava.
— Não torne tudo tão difícil. — Harry disse baixinho, sentindo contra sua pele o momento que Louis riu anasalado.
— Não tô fazendo nada. — Louis sussurrou ainda muito próximo de seu rosto, Harry abrindo os olhos a tempo de ver a ponta da língua dele umedecer o lábio inferior.
Exatamente. Harry pensou agoniado, faça algo.
Entendia que já tinha a sua parcela de culpa em ter permitido que as coisas chegassem naquele ponto, mas se tratando de Louis era praticamente impossível não acabar se sentindo atraído por ele.
Porém, ele estava disposto a não permitir que as coisas continuassem daquele jeito. Quer dizer, ele iria tentar não cometer mais nenhum erro ou deslize, porque sabia que seria um pouco difícil.
Estava tentando fazer a si mesmo acreditar que aquela seria a última vez. Não era tão idiota para se enganar com a ideia de que teria força de vontade o suficiente para sair dali sem que algo acontecesse. Pelo amor de Deus, Harry se sentia mole e rendido somente com aquele olhar do mais velho, como poderia ir embora sem mais e nem menos?
Harry acabou cedendo de uma vez e levou a mão até o rosto dele, o polegar acariciando o lábio inferior dele também, aquilo servindo como incentivo o suficiente para Louis se aproximar ainda mais. Então Harry ficou um pouquinho na ponta dos pés e encostou seus lábios nos dele, contendo um gemido afetado quando Louis plantou a palma da mão na base de suas costas, puxando-o contra seu corpo e suas virilhas ficaram rente uma na outra, a barba dele fazendo cócegas ao roçar em seu rosto.
Louis quem evoluiu mais a intensidade do beijo, e Harry não se incomodou tanto, pois caso contrário ele mesmo acabaria fazendo no final das contas.
As mãos de Louis deslizaram pela curva suave na base de suas costas, os dedos agarrando com força a sua bunda, conforme suas línguas molhadas deslizavam eroticamente contra a outra. Harry sabia que era idiotice pensar que tudo estava se passando em câmera lenta, mas achava incrível e um tanto assustadora a ideia de que Louis conseguia fazê-lo se sentir daquele jeito todas as vezes em que estavam juntos.
Harry e Christopher namoravam já tinha praticamente cinco anos. Christopher tinha sido o primeiro namorado de Harry, os dois se conheciam desde o começo do ensino médio de uma escola privada de arte. Ao contrário de Christopher, que tinha conseguido entrar mais facilmente porque a mãe era professora de balé naquela escola há muito tempo, Harry desde a terceira série tinha feito audições em uma tentativa de melhorar suas chances quando chegasse a hora certa.
Nos três anos em que esteve na escola de arte, Harry sempre teve muito destaque e era praticamente um aluno estrela. Marilyn, a mãe de Christopher, tinha muito apreço por ser uma das professoras de Harry e não demorou muito para que ele e Christopher ficassem cada vez mais próximos, um relacionamento só vindo a começar quando estavam no terceiro e último ano.
Ou seja, tudo o que Harry conhecia e sabia sobre estar em um relacionamento, veio somente da experiência que tinha com Christopher. Era óbvio que as coisas com Louis eram diferentes, mas Harry não esperava que fossem diferentes naquele ponto.
Não devia ser normal ele sentir coisas tão diferentes com Louis. Coisas que ele nunca sentiu em todos aqueles anos que namorou com Christopher.
Então se era para sentir uma "última vez" aquela sensação ainda mais intensa de quando beijava Louis e tinha ele agarrando seu corpo junto ao dele, não deveria ter tanto problema. Certo?
O beijo, apesar de um tanto necessitado, era lento e deliciosamente preguiçoso. Tudo ficava mil vezes melhor porque Louis estava sempre o tocando, as mãos deslizando pelo seu corpo, os dedos grossos apertando sua cintura, enquanto a outra mão tinha os dedos emaranhados nos cabelos agora soltos de sua nuca puxando ali levemente e era o suficiente para fazer as pernas de Harry amolecerem.
As mãos dele voltaram a deslizar por sua bunda e Harry por um momento pensou que ele iria apertar daquele jeitinho familiar, mas elas desceram mais um pouco até a parte de trás das suas coxas cobertas por uma meia calça. Pela primeira vez seus lábios se separaram um do outro com um som molhado e um fio de saliva os ligando, por causa da maneira que Louis de repente o levantou com um impulso e um som surpreso escapou dos lábios muito róseos e gordinhos de Harry, que rapidamente apoiou ambos os antebraços nos ombros dele.
As pernas de Harry entrelaçaram no quadril de Louis e ambos gemeram baixinho com o modo que seus quadris se encaixaram, Harry mordendo o lábio ao sentir o volume da virilha de Louis contra sua intimidade.
— Sente? Como você me deixa. — Louis sussurrou ofegante, seus lábios se tocando entre as palavras, Harry rapidamente balançando a cabeça em afirmação.
Harry puxou um pouco os cabelos da nuca de Louis em incentivo para que voltasse a beijá-lo, ofegando quando ele começou a impulsionar a pélvis contra sua intimidade, que logo voltou a pulsar em tesão.
— D-Deus. — Harry não conteve o pequeno gemido, escondendo o rosto na curva do pescoço de Louis, que começou a distribuir beijos na pele exposta de seu pescoço. Com os lábios agora rente a orelha dele, Harry sentindo um friozinho do brinco de prata dele que encostava ali, ousou em falar. — E-Estou molhado por sua causa. — Assumiu em um sussurro tímido, porque não era exatamente de seu feitio falar tão abertamente sobre aquilo, mesmo em um momento íntimo.
Sua fala foi o suficiente para deixar Louis ainda mais afetado, deixando um pequeno grunhido prazeroso escapar conforme juntava seus lábios e com uma facilidade incrível o carregou até o ringue para colocá-lo sentado na beirada e poder ficar entre as pernas abertas dele.
Bastou Harry deixar a bolsa de lado e Louis colocar a mão sob a sua saia jeans curta, a ponta dos dedos começando a estimular um pouco sua buceta sobre o tecido fino da meia calça e calcinha, que os dois escutaram o celular de Harry vibrar violentamente dentro da bolsa e a buzina de um carro no lado de fora.
Harry quem interrompeu o beijo e tentou afastar Louis com rapidez, perdendo um pouco o foco pelo modo que ele começou a distribuir mais beijos molhados em seu pescoço e sugar a pele cuidadosamente entre os lábios, a barba arranhando ali em meio àquele processo. Despertando após mais uma longa buzina, Harry voltou a empurrá-lo e Louis daquela vez obedeceu, recuando alguns passos em um estado tão ofegante quanto o seu.
Harry piscou algumas vezes fora de órbita e deu um pulinho para descer do ringue, puxando a alça da bolsa junto, enquanto estava meio bambo tentando parar firme no chão. Começou a passar os dedos nas mechas selvagens do cabelo, a outra mão esfregando o rosto e os lábios rosa, os olhos muito azuis de Louis o assistindo nesse meio tempo.
— Não vai se repetir. — Harry o lembrou, ainda sem muita firmeza, arrumando a saia nas coxas. — Tudo bem? — Perguntou olhando nos olhos dele, vendo o momento que ele assentiu com a cabeça.
— Hum. — Louis cantarolou não tão certo sobre sua fala. — Se é o que você acredita. — Deu de ombros, parecendo acreditar naquilo tão pouco quanto o próprio Harry.
— T-Tchau, então. — Harry disse baixinho, caminhando em passos largos até as duas portas de vidro. — Até amanhã.
Então Harry saiu em chamas, deixando para trás Louis prestes a explodir sozinho.
Harry passou apressado e ofegante pelas portas duplas de vidro, avistando um pouco mais ao longe o carro de Christopher estacionado apenas o esperando. Passando pelo segurança, Harry entregou o molho de chaves informando que tinha trancado as salas e se despediu do homem gentil, desejando uma boa noite.
Caminhando na direção do carro, Harry aproveitou para respirar fundo e tentar se convencer de que não tinha feito nada de errado nos últimos minutos. Talvez ele tivesse passando os dedos pelos lábios muito rosa mais vezes do que o que poderia ser considerado normal, fora a maneira que mexeu nos cabelos querendo se certificar de que estavam em ordem.
De modo geral ele soava um pouco suspeito, algo com certeza tinha acontecido, mas não era momento para pensar aquilo. Harry precisava ser confiante que realmente seria convincente.
Harry abriu a porta do carro e entrou a fechando em seguida com um barulho. Como de costume, cumprimentou Christopher com um beijo no rosto e puxou o cinto de segurança no peito, o colocando na fivela com um barulho.
— Tudo bem? — Christopher perguntou interessado, Harry se dando muito ao trabalho de manter os olhos na própria bolsa, como se os chaveiros nela fossem algo muito interessante e extraordinário.
— Sim. — Harry respondeu em um suspiro, os lábios e bochechas ainda ridiculamente rosa.
— Por que demorou tanto? — Christopher deu ré para sair da área do estacionamento, Harry dando de ombros pensando no que poderia responder.
— Eu ainda estava ensaiando quando você chegou. — Harry explicou cruzando as pernas, a região molhada entre elas servindo como um lembrete do que tinha acontecido momentos antes. — Por isso demorei um pouco a sair, desculpa. — Christopher olhou para ele como se tivesse algo de suspeito e em seguida voltou sua atenção para frente.
— E seu batom tá borrado por quê?
— Eu não- – Harry iria responder que não estava de batom, porque realmente não estava, mas achou que assim seria ainda mais difícil de explicar porque a boquinha estava tão vermelhinha e inchada. — Eu não tinha visto... deve ter sido depois que comi e borrou um pouco.
Como se algum batom ficasse borrado de tal jeito por causa daquilo.
— Hum. — Christopher se limitou a cantarolar em compreensão. — Olha, da próxima vez já fica do lado de fora como combinado. Odeio esperar. — Christopher murmurou a última parte de modo impaciente, então Harry soube que sua pequena demora não era totalmente o motivo da irritação dele. — Tive um dia de merda nos meus ensaios. Deveria ter visto como aquela gente se acha importante...
Então Christopher começou a falar dos próprios problemas e aparentemente tinha ignorado como Harry soava suspeito da cabeça aos pés.
🩰.。*♡
Alguns dias tinham se passado desde que Harry e Louis tinham se beijado pela última vez. Depois daquilo eles não conversaram e ficaram juntos do modo que costumavam fazer, mas era claro que por trabalharem no mesmo lugar ainda se cumprimentavam normalmente, tanto porque não podiam deixar tão óbvio que coisas estavam acontecendo.
Naqueles dias Louis não tinha mais passado no estúdio de balé para cumprimentar as crianças e de algum modo Harry começou a se sentir culpado, porque se julgava responsável por aquilo e os pequenos questionavam qual podia ser o motivo. Ao mesmo tempo que pensava ter culpa, não queria acreditar que Louis fazia aquele tipo, o homem nunca tinha demonstrado ser assim pelo tempo que ficaram próximos.
Tinha vezes que andando pelos corredores eles quase se esbarravam um no outro e Harry pensava em questionar porque dele estar fazendo aquilo, mas não demorava muito para se tocar e achar que seria demais. Fora que temia acabar ouvindo o que não queria, então preferia evitar aquilo a todo custo.
Porém, naquela tarde as coisas foram um pouco diferentes, e Harry quase pensou que estava vivendo outro dia do tempo em que as coisas ainda estavam boas e "normais". Louis tinha aparecido no estúdio cumprimentando todas as crianças, ficando um tempinho conversando com elas do jeito que sempre fazia. Ele deu algumas explicações do porque não tinha aparecido, mas Harry se dedicou muito na missão de fingir que ele não estava ali para não deixar tão óbvia sua felicidade em vê-lo por perto normalmente, então não conseguiu escutar.
Harry ficou surpreso quando em determinado momento ouviu a voz de Louis dizer seu nome. Pensou que era sua mente lhe pregando uma peça, então não se atreveu a dar atenção, continuando na sua missão de manter os olhos na tela do celular. Foi só quando ouviu seu nome ser chamado mais uma vez e passos vindo na sua direção que ergueu a cabeça e rapidamente ficou de pé ao ver que realmente se tratava dele.
— Foi mal. Tô atrapalhando? — Louis perguntou mantendo uma distância entre os dois.
— N-Não! — Harry se adiantou em responder, deixando o celular sobre a mesa. — O que foi?
— Lembra que eu tinha falado sobre aquele centro social que já tá sem professor de balé tem algumas semanas? — Louis começou dizendo um tanto sem jeito e Harry sorriu um pouquinho já imaginando qual era o problema.
— Lembro sim.
— Eu passei essa semana trabalhando com um pessoal e aquele projeto pra arrecadar fundos vai acontecer mesmo, com apresentações e toda essa coisa. — Ele explicou e com aquilo Harry entendeu porque ele esteve distante naqueles dias. — Eu sei que a gente não tá em um bom momento por... enfim, muitas coisas...
— Eu sei. — Harry interrompeu ele. — Eu lembro de ter dito que iria para ajudar dando as aulas nos sábados desse mês, então vou dar as aulas. — Disse sem dar muitos rodeios e viu o momento que Louis sorriu, um suspiro aliviado escapando de seus lábios. — Você só precisa me passar mais informações sobre esse projeto e meus horários.
— Tudo bem, eu te mando tudo por mensagem.
— Ah, eu tenho uma doação pra fazer. — Harry disse antes que Louis tivesse a chance de se despedir. Com a atenção dele em si, voltou a pegar o celular e abriu a galeria de fotos, colocando uma em específico e entregou para ele. — Você tinha comentado sobre algumas crianças não terem sapatilhas. Encontrei lá em casa algumas que ganhei de quando ainda era criança e que acabei nunca usando. Estão praticamente novas, dentro da caixa como você tá vendo nas fotos. Conversei com alguns amigos e eles também tinham algumas para doar, então tá tudo lá em casa.
— Isso é ótimo. — Louis se iluminou mais com aquilo, devolvendo o celular para ele. — São muitas, até as crianças que já tem alguma podem trocar por essas novas. Você vai ver, elas vão enlouquecer. — Isso fez Harry sorrir contente de verdade pela primeira vez naquela semana, Louis espelhando a reação dele.
— São muitas mesmo, como você viu. Eu podia levar todas elas no sábado, mas acho que seria muito para mim. — Harry dizia, enquanto juntava as coisas que tinha em cima da mesa e colocava dentro da bolsa, Louis se recostando ali para escutá-lo com atenção. — No momento eu não tô em uma boa posição pra pedir ajuda do meu pai, ou do Christopher — Harry não percebeu como aquilo deixou Louis um pouco mais alerta, se forçando a mascarar o interesse de saber o que tinha acontecido. — e eu queria saber se você podia pegar algumas lá em casa. Você tem aquela coisa na sua moto, acredito que vão caber metade delas dentro. — Harry disse fazendo um gesto com as mãos para demonstrar a coisa que se referia e sorriu um pouquinho quando viu Louis conter uma risada diante daquilo.
— Tá bom, eu levo metade delas no baú. — Louis arrumou a postura, daquela vez ainda mais perto de Harry. — Quando quer fazer isso?
— Por mim tudo bem hoje. Agora, depois do trabalho. — Harry disse com um pequeno dar de ombros e Louis assentiu, os dois começando a andar um ao lado do outro para se aproximar mais das crianças.
— Muito perspicaz, Styles. — Louis acabou murmurando humorado e Harry olhou para ele confuso. — Faz qualquer coisa para conseguir uma carona minha. — Brincou e sorriu mais um pouco quando Harry riu o empurrando pelo ombro, aproveitando para se afastar na direção das portas. — Te espero lá fora. — Informou em voz alta.
— Te vejo lá!
✧*。
Louis realmente tinha ido para a casa de Harry com a única intenção de entrar para pegar as sapatilhas de balé, levar tudo para o baú da moto e seguir com seu caminho. Mas era claro que se tratando de Harry, as coisas iriam perder um pouco seu rumo.
Tudo estava ocorrendo normalmente no começo. Chegaram e Harry educadamente o ofereceu algo para beber, após recusar com a intenção de acabarem logo com aquilo, os dois subiram até o segundo andar onde ficava o quarto de Harry. Lá dentro Harry começou a separar as sapatilhas, enquanto Louis as pegava e colocava dentro de uma sacola marrom grande.
Foi quando Harry decidiu subir em uma escada pequena para alcançar na parte de cima do guarda roupa uma caixa com alguns acessórios de cabelo que as coisas mudaram um pouco.
Louis, que não queria correr o risco da escada acabar escorregando e Harry cair, se assegurou de ficar por perto segurando. Acontece que por ele estar um pouco mais abaixo de Harry, tinha a visão das belas coxas dele até a maldita saia rosinha de algodão pouco abaixo da curva do bumbum.
Era surpreendente como Harry não precisava fazer absolutamente nada e já tinha Louis de joelhos. Louis não se sentia capaz de tirar os olhos do corpo dele, mas se forçou a fazê-lo porque sabia como soava esquisito.
— Você disse que as coisas não estão boas entre você e seu pai? — Louis perguntou, achando que começar uma conversa sobre outra coisa ajudaria.
— Ahn, sim. — Harry respondeu, ficando na ponta do pé para alcançar o que tanto buscava, Louis impedindo a escada de balançar. — Ele estava implicando de novo com o horário que chego em casa. Falando que essa ainda é casa dele e esse tipo de besteira... Consegui! — Informou quando a tinha em mãos e entregou para Louis, que a deixou sobre a cama e voltou para ajudá-lo a descer, Harry sorrindo adoravelmente para ele. — Obrigado.
— Não é ele quem quer você morando aqui? — Louis perguntou confuso e Harry riu assentindo, colocando a caixa com os acessórios dentro da sacola junto as sapatilhas.
— Ele ainda me quer por perto, mas quer isso do jeito dele. — Harry proferiu com um pequeno suspiro, aparentemente cansado da situação. Louis parou por um momento observando ele, então não resistiu em perguntar.
— E o Christopher? — Sua pergunta fez Harry olhar em seus olhos, pressionando os lábios um pouco, parecendo pensar sobre o que podia responder.
— O mesmo. — Ele percebeu como Louis franziu o cenho em confusão. — Ele me quer, mas sob os termos dele. — Harry explicou sentando na beirada da cama, as mãos apoiadas nos joelhos e os pés descalços um pouco curvados.
Se instalou um pequeno silêncio no quarto porque os dois tinham acabado de pisar em território inimigo. Quando estavam juntos, não falavam nada sobre Christopher e muito menos sobre as pessoas que Louis supostamente estava saindo, porque não era bem o assunto favorito entre os dois.
Com aquele clima não tão agradável, Louis decidiu que era uma boa deixa para ir embora, antes que as coisas ficassem um pouco complicadas. Eles tinham acabado de se aproximar desde a última conversa intensa que tiveram na academia. Não queria de alguma forma que tudo parecesse estranho e distante mais uma vez.
Louis então se afastou de Harry e pegou a sacola marrom com as sapatilhas de balé do chão, fazendo menção a sair pela porta.
— Ele percebeu como eu fiquei distante, depois daquela noite que a gente se beijou. — Harry falou antes que Louis saísse do quarto, isso fazendo ele parar de costas com um pé no corredor. — Quando estou com ele, só penso em você e isso é um problema. Ele não me beija ou toca do jeito que você faz, e eu fico um pouco impaciente porque ele não é você... e eu quero você.
Sua fala fez Louis se virar na sua direção, mas ele continuou parado no mesmo lugar sem mostrar ter a intenção de ir em frente. Então foi o próprio Harry quem ficou de pé e caminhou na direção dele, mas ainda mantendo uma distância segura entre os dois.
— Por que está me dizendo isso? — Louis finalmente perguntou, mas o seu tom não estava irritado ou impaciente.
— Porque eu não sei o que fazer. — Harry disse baixinho em um tom agoniado, se movendo inquieto de um pé para o outro. — Eu não posso terminar com ele, mas eu-
— Mas quer ficar comigo. — Louis concluiu e Harry timidamente cantarolou em afirmação, olhando tímido para as próprias mãos juntas em frente ao corpo. — Sabe, Harry, eu nunca disse que deveria terminar com seu namorado.
— Então o que eu faço? — Harry perguntou e Louis suspirou pensando no que poderia dizer.
— Você já disse e sabe o que quer, só basta fazer... ou pedir. — Louis disse com um pequeno dar de ombros, assistindo o momento que Harry se aproximou um pouquinho hesitante. — E você sabe que eu te quero, boneca, então nada está te impedindo. — A voz de Louis saiu em um sussurro, deslizando as costas dos dedos na bochecha dele, Harry fechando os olhos por um momento e se inclinando contra sua mão em busca de mais.
— Mas é muito, muito errado. — Harry disse baixinho, não demonstrando ter qualquer intenção de se afastar.
— Só é errado se deixar que saibam. — Louis tinha um sorrisinho nos lábios e Harry não entendeu porque aquilo o afetou tanto. Harry paralisou por um momento e prendeu a respiração quando Louis se inclinou na sua direção, os lábios próximos de sua orelha. — E eu sou muito bom em guardar segredo. — Sussurrou com os lábios roçando no lóbulo com um brinquinho rosa, Harry ofegando excitado com a sensação.
— Fica mais um pouco. — Harry pediu em um fio de voz, puxando Louis pela camisa para dentro do quarto novamente.
Em meio a esse processo Louis riu baixinho e um tanto convencido, aproveitando para fechar a porta logo atrás de si com um barulho e deixar a sacola no chão. Harry continuou a puxar Louis até sentir as pernas esbarrarem na cama, rapidamente o virando para que sentasse ali e pudesse agilmente subir em seu colo, colocando as mãos em seu rosto para beijá-lo um tanto afoito.
Harry não conteve um gemido satisfeito com ambas as mãos de Louis apertando sua cintura de um jeito gostoso, elas em seguida deslizando para debaixo da sua regatinha branca de alças finas para arranhar provocativamente suas costas com as unhas curtas.
Louis interrompeu um pouquinho o beijo entre os dois com um som molhado, rapidamente mudando o foco para o pescoço de Harry começando a deixar beijos em diferentes pontos da região sensível. Bastou Louis iniciar pequenas sucções na pele, enquanto esfregava a língua quente e molhada preguiçosamente, para Harry voltar a gemer puxando os cabelos da parte de trás da sua cabeça.
Os beijos de Louis logo estavam na região no busto de Harry e ele tinha a intenção de descer um pouco mais, mas foi impedido pela regata que Harry ainda usava. Foi ali que ele se afastou um pouquinho, dando uma olhada nos peitinhos umedecendo os próprios lábios.
Louis então olhou de baixo para o rosto de Harry, piscando os olhos muito azuis algumas vezes, antes de perguntar:
— Posso? — Louis demonstrou o que queria dizer quando enganchou os dedos na barra da regata a fim de puxá-la para baixo e expor seus peitinhos. Harry acabou balançando a cabeça em afirmação, mordendo ansioso o lábio inferior rosa e brilhando pela saliva.
Apesar do pequeno histórico que tinham juntos, aquela seria a primeira vez que fariam algo do tipo. Nada além de beijos havia acontecido entre os dois e ambos estavam falhando muito na missão de disfarçar o quanto estavam empolgados pelo que viria a seguir.
Louis tinha enganchado os dedos de ambas as mãos na barra da regata e do top branco, puxando ambos para baixo e expondo imediatamente os biquinhos de tom rosado escuro e bem arrebitados. Talvez ele tenha ficado um pouco fascinado olhando para eles, os lábios entreabertos deixando escapar diretamente neles seu hálito quente, arrancando arrepios por toda a epiderme de Harry.
Os lábios de Harry estavam entreabertos em antecipação, assistindo o exato momento que Louis colocou a língua para fora e esfregou a ponta em um de seus mamilos, o outro sendo levemente estimulado pelo polegar que o esfregava em movimentos circulares.
O contato quente da língua molhada contra o montinho sensível fez Harry amolecer um pouco com a sensação, gemendo de um jeito tão dengoso que deixou todos os sentidos de Tomlinson em alerta. Seu adorável som prazeroso incentivou Louis a ir mais adiante, apertando seu outro peitinho para dar mais volume e então poder colocá-lo na boca, começando a chupar com sulcos nas bochechas e causando sons molhados de sucção.
— L-Louis. — Harry ofegou apertando os cabelos de sua nuca, piscando os olhos verdinhos muitas vezes com a sensação da língua dele brincando com seu mamilo, ao mesmo tempo que o chupava.
Louis gemeu abafado com seu peitinho na boca, os olhos azuis olhando-o de baixo disposto a assistir cada uma de suas expressões para ter certeza de que estava fazendo ele se sentir bem. Tinha momentos que Louis parava de chupar para usar somente a ponta da língua para circundar, não deixando de perceber como Harry se empurrava um pouco contra sua boca em busca de mais.
Harry não se lembrava de alguma outra vez ter ficado tão excitado do modo que se encontrava naquele momento. Estava tão perdido no prazer daquela nova descoberta, que não percebia como estava se esfregando tão desesperado no colo de Louis, consequentemente estimulando o pau dele sob si. Somente se deu conta do que estava acontecendo quando ambas as mãos fortes de Louis agarraram sua bunda, controlando seus movimentos sobre seu colo, enquanto ainda mantinha se alternando em lamber e chupar seus peitos.
Aquela sensação já familiar estava ficando cada vez mais insuportável e intensa na intimidade de Harry. Ele sentia a bucetinha esquentar e liberar cada vez mais lubrificação, com certeza deixando uma mancha molhada em sua calcinha. Talvez fosse um erro muito grande pensar daquele jeito, mas Harry nunca tinha se sentido de tal maneira com Christopher em todos os anos que estiveram juntos. Na verdade, Harry não se lembrava do namorado se importar tanto em tocar o seu corpo do modo que Louis fazia.
E tudo só era tão bom.
Em determinado momento Louis deitou no colchão trazendo Harry junto a si e rapidamente inverteu as posições, se encaixando entre as pernas dele, que se abriram para recebê-lo e fizeram a saia subir mais por seus quadris.
Com aquilo Louis parou por um momento para observar o estado ofegante e corado de Harry na cama, os cabelos espalhados pela fronha branca da cama e os peitinhos expostos que estavam melados com sua saliva, algumas marcas vermelhas em volta dos mamilos arrebitados. O peito dele descia e subia ofegante, fora que daquele jeito Louis já podia ver a mancha molhada que ele tinha na calcinha, não evitando se sentir ótimo por ter feito aquilo.
— São tão lindos, boneca. — Louis sussurrou, os polegares brincando com os biquinhos durinhos, os olhos verdes de Harry acompanhando os movimentos com certa excitação. — Você é perfeito... muito perfeito.
Aqueles pequenos elogios foram o suficiente para mexer muito com Harry de modo um tanto curioso, porque fez a bucetinha dele pulsar em tesão e melar ainda mais a calcinha que usava. Harry choramingou dengoso levando as mãos até a região entre as pernas, esfregando os dedos ali um pouco para buscar um pouquinho de alívio.
Louis sorriu cretino quando se deu conta do efeito que suas palavras causaram nele, as mãos fortes deslizando pelas coxas expostas dele até adentrar a saia com a intenção de puxar sua calcinha. Harry, porém, balançou a cabeça em negação com os olhos um pouco arregalados, segurando os pulsos dele para afastá-lo.
— O que foi? — Louis perguntou preocupado, apoiando ambas as mãos no colchão, bem nas laterais da cabeça dele.
— Acho que não quero ainda... Não desse jeito, sabe? — Harry disse um pouco sem jeito, sem saber ao certo como dizer aquilo.
Para sua surpresa, Louis parecia ter entendido bem o que quis dizer, ou pelo menos só foi bom em entender sua vontade, pois se afastou um pouco só para voltar a sentar na cama apertando o volume da ereção bem evidente em sua bermuda branca. Momentos depois Harry também sentou logo ao lado dele em um estado levemente ofegante, os cabelos uma bagunça selvagem – na verdade ele era uma bagunça da cabeça aos pés.
Harry olhou um pouquinho para o rosto de Louis e ficou com medo que de alguma forma tivesse estragado tudo. Encolheu as pernas contra o corpo para se posicionar sobre os joelhos no colchão, chegando juntinho de Louis para apoiar o queixo em seu ombro, hesitando um pouquinho antes de deixar um beijinho pouco abaixo do lóbulo de sua orelha com um brinco prata.
O canto dos lábios de Louis se curvou em um sorrisinho, não demorando a virar o rosto para tentar alcançar seus lábios e voltarem a beijar lento e demorado.
— E como você quer que eu te faça gozar? — Louis perguntou baixinho, trazendo Harry de volta para seu colo, a mão grande apertando e massageando o inferior da coxa dele distraidamente. — Porque, me deixe adivinhar, também não vou poder usar os dedos. — Murmurou deslizando a ponta dos dedos superficialmente bem sobre aquela mancha molhada em sua calcinha. — Ou a boca. — Mordeu de leve a lateral de seu pescoço, fazendo Harry estremecer.
— Tem outro jeito. — Harry disse sem muita firmeza, mas ainda incentivando Louis a deitar de costas.
Louis se apoiou nos antebraços para assistir Harry voltando a se posicionar com ambas as pernas nos lados de suas coxas, sentando bem sobre o volume da bermuda, Harry plantando a palma das mãos em seu abdômen em busca de apoio.
Àquela altura a saia de Harry já se encontrava completamente levantada em seus quadris e ele não se importou de arrumar, já que facilitava ainda mais para o que queria. Harry estava mais ocupado posicionando devidamente a bucetinha sobre o pau dele, começando a se esfregar ali para frente e para trás.
Assim que iniciou os movimentos, tanto Harry quanto Louis gemeram com certa satisfação. Louis puxou um de seus travesseiros e o colocou sob a cabeça, levando em seguida as mãos na sua cintura, incentivando Harry a continuar daquele jeito. O próprio Louis passou a investir os quadris para cima, no sentido contrário dos movimentos dele, buscando mais estímulo para ambos.
Harry até que tinha iniciado com movimentos controlados, mas com o passar dos minutos os dois ficavam cada vez mais perdidos no corpo e prazer um do outro, tornando-se ainda mais difícil manter a calma. As mãos de Louis acertando tapas em seus peitinhos, agarrando e apertando eles com força para incentivar suas reboladas a serem mais rápidas, também serviam como um ótimo combustível.
O quarto estava sendo preenchido pelos gemidos prazerosos de ambos, Harry fazendo certo esforço para se conter, a fim de ouvir o que Louis dizia baixinho.
— Porra, princesa. — Ouviu ele praguejar, empurrando contra sua intimidade pulsante com um pouco mais de força. — Eu tô' louco pra te foder nessa buceta. — Ele assumiu de modo tão sujo com a voz rouca e as pupilas dilatadas nas íris azuis, voltando a sentar para alcançar seus peitinhos e mamar neles de novo, as mãos agarrando sua bunda com tamanha força que certamente ficariam marcas.
— M-Meu Deus. — Harry tremeu um pouco sobre colo dele, as unhas curtas fincando em seus bíceps fortes para descontar um pouco de todo o prazer que estava sentido. — Oh, Lou... — Harry amoleceu um pouquinho com a sensação da barba de roçando em seu peito, conforme a boca sugava o biquinho e os dentes encostavam ali propositalmente.
Harry se esfregava ainda mais desesperado sobre o seu pau depois daquilo. Estava começando a ficar um pouco impaciente, tendo a impressão de que precisava de ainda mais fricção, não demorando para puxar um pouco a calcinha de lado a fim de poder se esfregar com um pouco mais de dedicação no volume da ereção de Louis.
Louis flagrou sua pequena atitude e sorriu cretino, balançando a cabeça em negação incentivando ele a ficar de joelhos novamente. Os olhos de Harry ficaram um pouco arregalados assistindo Louis enfiar novamente ambas as mãos sob sua saia, puxando lentamente sua calcinha para baixo com a intenção de tirá-la.
— Relaxa. — Louis sussurrou, rindo um pouquinho ao se deparar com aquela incerteza em seu rosto. — Só imaginei que ficaria melhor pra você, sim? — Explicou ajudando Harry a deslizar a calcinha pelas coxas e pernas, essa caindo no chão e sendo deixada de lado, pois Harry não demorou muito mais tempo para voltar a sentar e rebolar sobre sua virilha de tão necessitado. — Oh, sim... — Louis voltou a gemer, colocando ambas as mãos de volta no colchão. — Se sente bem, boneca?
— Sim... — Harry gemeu apoiando as mãos nos joelhos de Louis, a cabeça pendendo para trás e os cabelos com alguns cachos balançando de acordo com seus movimentos. — Muito, muito bem. — As coxas dele voltaram a estremecer um pouquinho com o prazer se acumulando em sua virilha, deixando a entender que a qualquer momento poderia explodir com tamanha excitação.
— Você tá lindo assim, meu bem. — Louis continuou falando baixinho, olhos muito atentos no grelinho molhado se esfregando sem parar sobre si, estimulando seu pau de maneira torturosa, mas que ainda conseguia ser tão prazerosa. — E tão molhado. Você vai gozar só se esfregando assim no meu pau? Vai me deixar ver como sua linda buceta fica depois de gozar?
Harry choramingou agoniado com a sensação que o atingiu em cheio. Rapidamente abraçou o pescoço de Louis com força, escondendo o rosto na curva do antebraço para abafar os sons constrangedores que insistiam em escapar, os braços fortes de Louis abraçando sua cintura com tamanha firmeza que ele ficou um pouco sem ar.
Pela primeira vez Harry começou a sentir uma sensação diferente de tudo que já tinha sentido antes. Quanto mais balançava os quadris de uma maneira específica, mais seu grelinho era estimulado e sua bucetinha formigava de um jeito tão estranho, mas ainda tão gostoso que ele não se sentia capaz de parar até ter cada vez mais daquela sensação.
Então de tanto buscar por ela, Harry finalmente sentiu essa o consumir por inteiro e um orgasmo delicioso o atingiu em cheio, um gemido alto arranhando sua garganta e preenchendo todo o quarto.
O corpinho de Harry balançou em pequenos espasmos em meio ao orgasmo, os braços fortes de Louis apertando-o com força, enquanto pressionava os lábios na curva de seu pescoço em conforto. Os gemidinhos continuavam a escapar dos lábios dele em meio a isso, os dedos agarrando a camisa de Louis, ainda tentando lidar com aquilo.
De acordo que os segundos foram passando e Harry estava naquela nuvem pós orgasmo, finalmente escutou a voz de Louis e se deu conta de que ele já deveria estar falando há um tempinho.
— Shh, tudo bem... tudo bem. — Ouviu ele sussurrar afagando suas costas calmamente. — Você estava incrível, huh? Foi perfeito. — Louis continuou próximo a sua orelha, se divertindo um pouco com o fato que aquele pequeno comentário foi capaz de fazê-lo tremer mais um pouquinho.
— Obrigado. — Harry falou em um ofego, esfregando a bochecha no peitoral dele tal qual um gatinho manhoso, ainda sentindo a buceta pulsar por ter gozado tão forte.
Harry choramingou quando foi colocado para deitar de costas no colchão, assistindo com um piscar de olhos preguiçoso Louis se posicionar entre suas pernas despojadamente abertas, puxando o pau extremamente duro para fora da bermuda já passando a punhetá-lo depressa.
Harry paralisou por um momento ao se dar conta de como Louis era grande, algumas veias minimamente saltadas e visíveis por seu membro, os pelinhos ralos que trilharam caminho desde seu baixo ventre até a virilha fazendo Harry sentir coisas. Mas não foi só o tamanho generoso de Tomlinson que deixou Harry surpreso, não quando se deu conta de que ele tinha um piercing prata bem na glande gorda e muito rubra, essa que estava extremamente melada com o pré gozo expelido aos montes.
Ao se dar conta daquilo, Harry simplesmente não se sentia capaz de tirar os olhos, reparando que em meio a masturbação Louis se demorava ali um pouco mais, esfregando o indicador bem na base da glande que era exatamente onde o piercing se encontrava. Quase como se ali fosse seu ponto fraco, onde mais gostava de ser estimulado.
Louis se tocava rapidamente, passando os olhos por todo o corpo atrativo tendo certo prazer em se dar conta de como tinha judiado dos peitinhos dele, que agora tinham os mamilos bem inchadinhos e marcas de sucção por toda parte. Desviando o olhar um pouco mais para baixo, viu a buceta muito melada e vermelhinha por toda a fricção das reboladas de momentos antes.
Louis não resistiu e com o polegar puxou um dos lábios da buceta avermelhada para o lado, expondo ainda mais o grelinho sensível. Por causa daquilo flagrou o momento em que Harry se apertou em volta de nada, voltando a relaxar para liberar mais lubrificação.
— Puta merda. — Louis grunhiu excitado, fodendo o punho com mais dedicação. — Me deixa gozar em cima dela, deixa. — O pedido saiu tão urgente e necessitado, que mesmo um pouco fora de órbita, Harry puxou mais a saia para cima dos quadris e abriu bem as pernas de modo obediente, dando seu consentimento silencioso ao que usou o dedo para abrir mais os lábios da bucetinha.
A boquinha de Harry se abriu em surpresa pelo contato gelado do piercing contra seu clitóris sensível, Louis esfregando a glande ali algumas vezes, antes de gozar fortemente deixando-a bem melada com muitas tiras de porra branquinha e grossa, gemendo satisfeito em meio a isso.
— Perfeita. — Louis gemeu assistindo sua porra ainda melar aquela buceta, vendo a bagunça que tinha feito em Harry e se sentindo um cretino por gostar tanto daquilo.
E bastou Louis voltar a deitar no colchão junto a Harry, deslizando a ponta dos dedos na testa suada dele no momento em que se recuperavam, para o som da notificação de um celular ecoar pelo quarto.
Harry reconheceu que era o dele e ficou de pé um pouco bambo, alcançando o celular dentro da bolsa. Na tela de bloqueio viu algumas ligações perdidas de Christopher, junto a várias mensagens informando que estava chegando em sua casa e que Harry deveria recebê-lo na porta.
Àquela altura, Christopher já deveria estar muito perto.
— Oh meu Deus! V-Você precisa ir. — Harry disse urgente, arrumando o top e a regata no busto para cobrir devidamente os peitos com muitas marcas de sucção e pequenas mordidas, fora os mamilos que estavam inchados e sensíveis depois de serem tão chupados. — Christopher está chegando. — Harry abaixou a saia, conferindo se estava tudo certo.
Ao contrário dele, Louis estava muito tranquilo. Ele ficou de pé lentamente, enfiando o pau semi duro para dentro da bermuda. Depois ainda se aproximou de Harry para segurar suas bochechas com uma única mão, fazendo ali um biquinho que beijou calmamente, o garoto não se sentindo capaz de afastá-lo.
— Você fez muita sujeira, Styles. — Louis sussurrou contra sua boca, fazendo Harry ver a mancha molhada que tinha ficado na sua bermuda. O rosto de Harry imediatamente ganhou um tom rosa, precisando fazer muito esforço para se distanciar dele.
— Louis! Precisa ir, por favor. — Harry voltou a repetir agoniado, Louis sorriu se abaixando para pegar a sacola com as sapatilhas de balé. — E-Eu ligo pra você. — Garantiu abrindo a porta do quarto, os dois saindo juntos para Harry acompanhar Louis até a saída.
Caminhando Harry sentiu a porra de Louis deslizar entre os lábios da sua xoxotinha, engolindo em seco com a possibilidade de Christopher ver aquilo. Pensou que assim que Louis saísse, correria até o banheiro e daria um jeito, mas seus planos foram por água abaixo.
Assim que abriu a porta da sala, encontrou Christopher ali, prestes a tocar a campainha. Harry percebeu como Christopher e Louis ficaram se olhando em silêncio por alguns segundos, antes de Christopher tomar a iniciativa de falar.
— Oi... Quem é ele mesmo? — Christopher perguntou, mas já sabia exatamente quem era Louis. Harry arriscaria dizer que Christopher até se sentia um pouco ameaçado por Louis, sempre olhando para ele com uma expressão azeda. — E o que ele faz aqui?
— É o Louis, ele trabalha como treinador lá na academia. Lembra que eu comentei? — Harry disse casualmente, tentando disfarçar seu despero com a porra de Louis deslizando lentamente pelo inferior de suas coxas. — E-Ele veio buscar aquelas sapatilhas... as sapatilhas que separei para doação. — Harry então olhou para Louis, que não mostrava quaisquer resquícios de preocupação no rosto. — Louis, esse é o Christopher... meu namorado. — Informou tímido, a porra quentinha grudando no inferior das coxas.
— Tô vendo. — Louis sorriu divertido lançando para ele um olhar de cima a baixo, que deixou Christopher levemente ofendido. — Tchau, Hazz. Obrigado pelas sapatilhas e o tratamento especial. — Se despediu beijando o rosto de um Harry paralisado, passando por Christopher com um aceno de cabeça.
Christopher entrou na casa e passou por Harry, que permaneceu parado no mesmo lugar, fechando a porta com um barulho. Ele não queria correr o risco de se mover e acabar revelando aquela bagunça entre as pernas, então não ousou mexer um músculo sequer.
— Você quer comer algo? — Harry perguntou alto e de abrupto, antes que Christopher começasse a falar. — Vai me esperar no quarto. Eu vou fazer um sanduíche, aquele que gosta. Vai lá. — Disse de modo urgente, deixando o outro levemente confuso.
Dava para ver no rosto dele um dilema de soltar as mil e uma perguntas que tinha para fazer, ou se simplesmente fazia o que Harry estava dizendo. A última opção acabou vencendo.
— Tá, então... — Christopher se afastou na direção das escadas, subindo degrau por degrau.
Assim que ele subiu todos os degraus e sua silhueta sumiu de vista, Harry literalmente correu até o banheiro de visitas do corredor, se trancando lá dentro com um barulho. Então ele levantou a saia acima dos quadris, voltando a ficar extremamente corado ao se dar conta de como sua bucetinha estava tão melada com o gozo de Louis, rapidamente começando a dar um jeito naquilo.
Quando viu que estava limpo o suficiente e que poderia sair sem o risco de acidentes, fora a descoberta surpreendente de uma possível infidelidade, Harry saiu do banheiro e foi até a cozinha para fazer o sanduíche que tinha oferecido para Christopher. Ele não se deu conta de que estava demorando com aquela atividade mais do que poderia ser considerado comum, e isso se deve ao fato de ter cabeça cheia de pensamentos e Louis ser a atração principal de todos eles.
Apenas despertou quando ouviu a voz de Christopher vindo do segundo andar, questionando o que tinha acontecido para demorar tanto. Harry logo gritou em resposta, avisando que já estava acabando e logo iria subir para ficar com ele.
— Coloquei tomate extra. — Harry informou quando entrou no quarto, ficando confuso ao ver Christopher sentado na cadeira da escrivaninha e não na sua cama, como de costume.
Porém, agora que ele não estava muito eufórico como minutos antes, se deu conta de como o quarto estava uma bagunça. Os lençóis da cama estavam amarrotados, a porta do seu guarda-roupa aberta, a pequena escada ainda se encontrava ali.
Harry sempre foi um pouquinho chato com questões de organização, Christopher tanto quanto ele e era por isso que eles tendiam a se entender bem. Logo Harry deduziu que aquela expressão no rosto de Christopher, junto ao fato dele não estar na sua cama, era justamente por causa de todo aquele cenário.
— Cristo, o que aconteceu aqui? — Christopher perguntou, recebendo o prato com o sanduíche, Harry rapidamente fechando a porta do guarda-roupa e a escada.
— Eu não lembrava onde tinha colocado as sapatilhas. — Harry explicou sem olhar para ele, os olhos arregalando um pouco quando viu algumas manchas comprometedoras no lençol de cama. — Inclusive, no sábado vai acontecer um projeto naquele instituto que te falei, e eu vou fazer aquela apresentação. — Comentou puxando os lençóis da cama, querendo que iniciassem um novo assunto.
— Sábado? Mas você não pode. — Christopher deixou o sanduíche de lado, Harry também parando um pouco o que estava fazendo para olhá-lo e entender o porquê. — Esqueceu? Sábado é aniversário da minha mãe. Você não pode deixar de ir.
— Eu não disse que não ia. — Harry enfiou os lençóis no cesto de roupa suja. — Todas as comemorações da sua mãe acontecem literalmente o dia inteiro. Assim que eu fizer minha parte no instituto, me arrumo rapidinho e vou.
— Por que só não esquece esse instituto por um minuto?
— Não é assim que funciona. — Harry balançou a cabeça em negação. — Eu tinha dado minha palavra de que iria participar do evento, muito antes de saber que no sábado também seria o aniversário da Marilyn. Também não é como se eu não fosse de jeito nenhum. Pode sossegar um pouco?
— Por que tá falando desse jeito? — Christopher franziu o cenho, parecendo descontente com sua atitude. — O chalé que alugamos fica longe. Você tem ideia de quanto tempo vai demorar para chegar lá? A gente ia junto. Você ir sozinho é perigoso.
— Por que você está aumentando a proporção da coisa? Isso é importante, também. Eu vou no instituto porque o Louis pediu minha ajuda e me comprometi em dar as aulas, tem crianças contando comigo-
— De novo esse Louis. — Christopher ficou de pé o interrompendo, inconformado que o boxeador tivesse voltado a ser assunto. Harry parou por um momento, ficando surpreso com aquilo. — É pelas crianças mesmo, ou tem algo a ver com o cara?
— O quê?! — Harry talvez tenha exagerado um pouco na reação, mas ele realmente não esperava ser confrontado daquela maneira, ainda mais depois do que tinha acontecido poucos minutos antes. — Você tá ficando maluco.
— Estou mesmo?
— Sim, está. — Harry respondeu rapidamente, pegando o cesto com os lençóis de cama sujos pronto para sair do quarto. — Se quiser ficar pra gente falar sobre a apresentação e como vamos fazer, ok. Mas se quiser discutir, pode ir embora agora. — Ele estava quase saindo do quarto, quando Christopher chamou a atenção dele novamente.
— Tá esquecendo algo no chão. — Christopher falou e Harry se virou para procurar, encontrando sua calcinha jogada no pé da cama.
Harry se recusou a falar mais, se abaixando com cuidado para pegar a calcinha no chão, e logo depois saiu do quarto deixando Christopher para trás.
🩰.。*♡ dias depois...
— Boa tarde, todos. — Louis cumprimentou assim que entrou na sala dos funcionários no horário de almoço, ouvindo eles cumprimentarem de volta.
Nessa mesma hora, Harry estava agachado procurando na geladeira o potinho com salada que tinha trago para o almoço, ouvindo os passos de Louis se aproximando de onde ele estava.
— Uau, Louis! Colocou um piercing novo? — Uma das funcionárias comentou e Harry precisou se segurar muito para não se virar muito depressa e demonstrar seu interesse em ver. — Combinou com você. — Ela usou aquelas vozes que deixa muito a entender que você está flertando com alguém e Harry se segurou muito para não revirar os olhos humorado.
— Obrigado. — Harry ouviu ele agradecer educadamente bem atrás de si e arrumou a postura, paralisando quando ele colocou ambas as mãos em seus quadris quando passou por si empurrando sutilmente o pau contra a sua bunda. — Com licença, professor. — Ele murmurou rouco rente a sua orelha e Harry sorriu sentindo o membro dele com perfeição entre suas nádegas.
— Claro. — Harry disse baixinho, fechando a geladeira com um barulho.
Se afastou na direção de uma das cadeiras desocupadas da mesa redonda preta, sentando ali e podendo ver daquele lugar sobre o que a mulher estava falando. Louis agora tinha um piercing prata no canto superior da maçã do rosto ressaltada e realmente tinha ficado bem nele, que já tinha um rosto atraente e interessante.
Harry começou a comer em silêncio, ouvindo junto aos outros na sala a mulher continuando a puxar assunto, chegando até mesmo a fazer um convite junto a um certo pessoal da academia para ir a um barzinho que ficava ali perto. Louis, enquanto sentava na cadeira disponível ao lado de Harry, com a comida já pronta educadamente recusou informando que já tinha planos para aquela noite e dizendo que na próxima iria.
Ela aceitou a resposta de Louis, dizendo que iria cobrar depois e ele garantiu que aceitaria. Depois disso ela precisou sair junto a um pessoal, porque o horário de almoço tinha acabado, restando somente Harry e Louis junto a outro funcionário que ajudava na limpeza, esse estava sentado sozinho em outra mesa um pouco mais afastada, comendo e assistindo algo com fones de ouvido.
— E quais seus planos essa noite, Styles? — Louis perguntou baixinho, Harry usando o garfo para brincar com o alface, olhando para ele com um sorrisinho nos lábios rosa.
— Acho que nenhum. — Harry deu de ombros os olhos verdinhos presos no novo piercing de Louis, achando definitivamente que ele tinha conseguido se superar. — E quais os tais planos que tem pra essa noite? — Perguntou curioso e Louis puxou facilmente sua cadeira para perto dele, deixando-o levemente quente com a atitude e proximidade em que ficaram um do outro.
Pode ter sido um pouquinho desesperado demais para algo tão pequeno e simples? Talvez. Mas era necessário entender que nos últimos dias, tanto Harry quanto Louis estavam sendo obrigados a lidar com um tipo de tortura.
Desde o que aconteceu no quarto de Harry, nada daquele mesmo nível tinha acontecido de novo. Tudo estava se resumindo a pequenas atitudes que serviam para provocar e tentar o outro a tomar uma iniciativa, como quando passavam um pelo outro e se tocavam sutilmente, mesmo com o risco de serem vistos por alguém, assim como Louis tinha feito há pouco.
Talvez fosse um pouquinho infantil, mas Harry gostava de se sentir desejado pelo boxeador. Amava quando os olhos muito azuis ficavam escuros lhe observando com certa fome, que chegava ao ponto dele não suportar mais e simplesmente começava a tocá-lo, mesmo que só um pouquinho e pouco se importando de acabarem sendo vistos.
Nem mesmo Harry se sentia capaz de resistir, ficando perto dele em qualquer oportunidade que surgisse, sempre dando um jeitinho de aproveitar todas essas vezes para se despedir dando-lhe um beijinho doce na bochecha ou no canto dos lábios, só para deixá-lo querendo mais.
A verdade era que Harry queria que Louis o pegasse de jeito, após ter tido aquela experiência no quarto. Queria que Louis o agarrasse e o beijasse daquele jeito urgente, que brincasse com o seu corpo da maneira que desejasse.
Queria que Louis fizesse aquilo sem que ele precisasse pedir, ou agir feito uma putinha necessitada como estava fazendo nos últimos dias. Mas ali Louis estava mostrando ter um autocontrole surpreendente e Harry não sabia quanto tempo mais iria suportar.
— Te roubar um pouquinho depois do trabalho e levar até um lugar. — Louis respondeu com um sorrisinho no canto dos lábios e Harry semicerrou os olhos para a fala dele.
— Soa perverso e obsceno para mim. — Harry murmurou humorado, as bochechas corando com o olhar que Louis lançou para ele. — E onde seria? — Harry desviou o olhar por um momento para se recuperar, aproveitando para beber um gole do suco.
— É surpresa. — Louis disse. — Mas não fica pensando que é um lugar muito incrível e toda essa coisa, sabe?
— Por quê? Já está preocupado com a possibilidade de não conseguir me agradar? — Harry o provocou e Louis balançou a cabeça em afirmação de modo sincero.
— Minha missão está sendo te agradar, boneca. Pensei que isso tinha ficado claro desde o dia que a gente se divertiu no seu quarto. — Daquela vez ele provocou e as bochechas de Harry ganharam um tom rosa com a lembrança, precisando olhar para os próprios pés, ainda com as sapatilhas de balé.
— Então, não vai mesmo me dizer onde é.
— Não, ou deixa de ser surpresa. — Louis pegou um um pedaço de cenoura da própria comida e levou até a boca. — Fora que, caso você goste, quero que venha até mim pedir para que eu te leve outra e outra vez. — Isso fez Harry olhar para ele chocado.
— Isso é algo tóxico!
— Não, é ser perspicaz. — Louis disse convencido e Harry riu dando língua para ele.
O momento não demorou a ser interrompido quando surgiram mais pessoas para almoçar na sala, Harry sutilmente afastando um pouco a cadeira de perto de Tomlinson, que também se virou para a direção da mesa. Não demorou para que começassem um assunto com Louis, deixando claro que não tinham percebido nada sobre o momento entre os dois há poucos segundos atrás.
Essa é minha primeira one aqui no tumblr e com hinter, já sou escritora no wattpad mas eu compartilho outro lado meu aqui, espero que gostem e me perdoem qualquer erro, corrigi algumas vezes mas sempre posso ter deixado algo passar.
Avisos: Hinter, Breeding kink, agegap, porn without plot, Spanking, Dacrifilia, sexo com desconhecido, possessividade, desuso de camisinha e etc. Palavras explícitas como xotinha, cuzinho, boceta e etc. Harry usa mais o pronome feminino mas também usa o masculino.
Hazz: 22
Lou: 37
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Harry queria foder.
Mas não uma foda morna, ele queria chorar, sentir um pau tão profundo em si, em todos os buracos, queria porra quente dentro dele, se sentir cheio, preenchido, como se o vazio dentro dele não fosse ser eterno. Ele queria parar de se sentir triste, excluído e sozinho.
Queria alguém que cuidasse dele, desse atenção aos seus peitinhos e mamasse com vontade, mas nunca tinha ninguém, é como se homens abominasse chupar uma buceta decentemente, nunca deixando harry satisfeito. O comiam sem a força necessária e não deixavam sua pele vermelha de tanto bater.
Então colocou sua saia mais curta, a blusa mais decotada e seus tênis, pensando mais uma vez enquanto se olhava no espelho que sempre seria assim, os livros, os filmes, eram falsos. Nunca iriam foder ele decentemente. Seus olhos tinham lápis azul os delineando, fazendo com que seus olhos verdes fossem destacados.
A noite estava fria, o vento arrepiava sua pele e deixava seus mamilos rígidos apontando na blusinha. Londres estava movimentada, o céu cheio de estrelas e a lua cheia. Quando Harry já estava perto do bar ele avistou um homem, encostado na moto, ele olhava cada centímetro do corpo dela, como se quisesse devora-lá.
Os olhos dele estavam focados nela e quanto mais se aproximava, mais os olhos azuis pegavam fogo, quando chegou perto, apenas colocou os braços pra trás e o olhou com a cara mais inocente que pode, ela não precisou abrir a boca, ele sabia o que ela queria só de olhar, e ele daria tudo.
- Oi bonequinha. - Harry sorriu. - Quer dar uma volta?
- Sim, por favor. - Ele sorriu e pegou o capacete na mala da moto, era linda, lustrada, uma Harley Davidson novinha em folha. Ele não a tocou de fato, apenas encaixou o capacete com cuidado pra não bagunçar os fio cacheados que caiam em seus ombros.
- Posso saber o seu nome? - Sua voz era gostosa, fazia sua boceta molhar.
- Harry. - O sorriso era cafajeste, como se soubesse que Harry era a maior vadia que ele já conheceu.
- Harry. - Ele experimentou o sabor na língua, como se seu nome fosse um doce gostoso. - Sou Louis, mas você pode me chamar do que quiser gostosinha.
- Chamarei como o Senhor achar melhor. - Os olhos dela eram pecaminosos, grandes, verdes, inocentes. Ele a levou até a moto e a ajudou com o capacete, após colocar o seu a ajudou a subir, montando logo em seguida.
Puxou os braços dela para sua cintura e Harry sentiu o quanto ele era forte, deliciosamente moldado. Ele deu partida na moto e o vento bateu em seu rosto, ela espalmou as mãos pelo peito dele, sentindo delinear na camiseta e tocou cada parte do tronco até mesmo alisando as coxas gostosas, evitando pegar em seu pau. Ele deveria ser tão grosso.
Quando eles pegaram uma via que permitia uma velocidade maior, Harry sentiu um frio na barriga, as estrelas em cada centímetro do céu, o vento gelado a deixando arrepiada mesmo com a blusa de mangas compridas.
O cheiro do vento era puro, fazia com que se sentisse livre. Ela aumentou os toques em Louis, passando as mãos por sua virilha, foi quando ele parou a moto no meio da estrada deserta. Desceu primeiro e arrancou o capacete, ele estava puto. Puxou Harry da moto e arrancou o capacete, segurando seu queixo com a mão lotada de veias.
- Sua vadiazinha, não consegue esperar só um pouco? - Harry ficou vermelha, ninguém nunca havia falado assim com ela. Louis chegou perto de seu ouvido. - Quer tanto dar essa sua boceta? É isso que você quer?
- Senhor.. por favor. - Ele riu e segurou sua cintura com força, atacando sua boca.
O capacete que ele arrancou dela caiu no chão, a estrada estava completamente vazia, a lua era a única luz deixando tudo com um brilho prateado. Louis a beijava com fome, enfiando a língua em sua boca, seus mamilos estavam duros e ela não sabia decidir se era pelo frio, ou pela língua que pegava tudo que podia. Ele a empurrou ao chão, a colocando de joelhos no asfalto.
- Abre. - Com pressa Harry abriu o botão e o zíper, ele não usava cueca, então o pau grande e grosso bateu em seu rosto, o sorriso que ele tinha no rosto era cafajeste e delicioso. - Chupa muito bem e eu penso se eu fodo essa boceta ou espero até chegarmos.
Harry ao menos sabia para onde eles estavam indo, mas ela precisa ser fodida logo, o mais rápido possível, ela lambeu desde as bolas até a cabecinha, a abocanhando, ele tinha um gosto perfeito, seu leite deveria ser tão bom. Ela primeiro mamou a cabecinha, brincando com a língua, era lisinha, macia. Ela amava mamar a cabeça, deixava sua xota pingando, ela poderia se esfregar no sapato do seu senhor e gozar só mamando naquela cabecinha gostosa.
- Uma vadia tão boa, esses olhos Harry, acabam comigo. - Ele bateu de leve no rosto dela e quando ela começou a descer por sua extensão ele agarrou os dois lados de sua cabeça segurando em seu cabelo, forçando até que o nariz dela batesse em sua virilha. Harry sentiu os olhos cheios de lágrimas e apesar de engasgar ela não parou, deixou com que ele fodesse sua garganta, babando em todo o caralho gostoso, esfregando sua língua onde ela conseguia, acariciava as coxas de Louis, segurando em suas bolas, brincando com elas, até mesmo apertando a bunda gostosa e grande que o de olhos azuis tinha. Louis era lindo, banhado pela luz da lua e um céu estrelado de cenário, seu maxilar marcado e os olhos azuis elétricos, pegando fogo por ela, toda vez que ele abria a boca pra gemer, sua xoxota pingava mais. Ele tirou o pau de sua boca e bateu em todo seu rosto.
- Que boquinha maravilhosa Garotinha, você sabe mamar um pau tão bem. - Harry sorriu com satisfação, ela amava ser elogiada tanto quanto ela era uma vadia suja. - Será que essa bocetinha vai ser tão bom quanto sua boca?
Ele a levantou pelo cabelo e beijou sua boca, compartilhando o gosto de pré gozo que ela tinha e a virou, apoiando-a na moto, levantando sua saia. Segurou a bunda gordinha e gostosa com as duas mãos, vendo a calcinha verde escuro enfiada naquele rabo tão gostoso. Ele beijou sua nuca e seus ombros, deixando Harry toda arrepiada.
- Eu vou foder a sua boceta bem aqui. No meio da estrada, pra que se alguém passar, ver a vagabunda que você é, minha vadia. - Ele disse enquanto deslizava o pau na sua fenda. Ele era enorme, grosso e sua xotinha estava pegajosa. Escorrendo por suas coxas. - Já está molhadinha pra mim, não é sua puta?
Louis bateu tão forte em sua bunda, que ela sabia que todos os dedos dele estavam marcados. Ele colocou a mão pra frente, deslizando por sua barriguinha e enfiando-a dentro da calcinha dela, sua xoxotinha pingava de tesão, seu cuzinho piscava enlouquecido.
- Você está pingando princesa, gostosa pra caralho. Abre as pernas pro seu macho. - Harry não sabia por que, mas ela queria, ela tinha medo de falar algo errado, mas queria tanto aquele pau. Ele a masturbou devagar, pegando bem no seu clítoris, beliscando e a fazendo delirar, quando ele tirou a mão, ela quis chorar e o choramingo que soltou foi involuntário, ele arrastou sua calcinha pro lado e colocou o dedo bem em seu cuzinho. - Eu prometo que vou chupar essa bucetinha mais tarde e comer esse cuzinho apertado, não vai existir um lugar desse corpo que minha boca ou meu pau não tenham passado mas agora amor, eu vou foder essa xota e te encher de porra pra ver se você para de ser uma puta oferecida.
- Lou, por favor. - Louis gemeu em seu ouvido, pincelando o pau em sua entradinha.
Ele segurou seu cabelo e puxou a cabeça dela pra trás, se enfiando na xoxota em um só empurrão, seu pau a destruiu, abriu cada centímetro dela, alargando sua entradinha molhada. Ela gritou forte, mas Louis não tinha dó, ele começou a se empurrar no mesmo minuto.
- Porra de buceta apertada, caralho. - Ele segurou seu pescoço e passou a arrematar dentro dela, ela sentia cada veia daquele pau, fodendo sua sanidade, a cabeça anuviado pela mão em seu pescoço e o pau fundo em sua boceta.
- Oh Louis, mais forte, por favor. - Harry gritava, sua boceta escorria naquele caralho, seu ponto G era acertado, ele segurou em seu quadril e a garota se apoiava na moto com medo de cair de tão forte que estava sendo fodida.
A fivela da jaqueta de couro batia na pele branca, causando vergões vermelhos, os mamilos de Harry estavam tão duros que ela poderia dizer que a qualquer momento leite iria sair deles, ela queria se libertar em qualquer lugar. O pau era grosso e deixava sua boceta ardendo, Louis não era um homem marombado, mas ele tinha tanta força ao arrematar dentro de si, ao segurar seu cabelo ou seus quadris, as marcas de seus dedos ficariam no pescoço branquinho e ela sentiria dor no dia seguinte pela força que ele usava para apertar.
- Você é a vadiazinha mais gostosa que eu já fodi, engole meu pau tão bem baby. - Louis olhou para baixo, seu pau entrava e saia encharcado do melzinho dela, isso o deixou insano. - Eu vou gozar tão fundo na minha vadia, que você vai sentir minha porra por semanas Harry.
Ele começou a fode-la com rapidez, quase não tirando o pau de dentro dela, a xotinha se apertava com força no caralho e com as pernas tremendo Harry ordenhou cada gota de gozo que Louis deu a ela, o grito em sua garganta saiu junto ao nome de Louis, sentindo seu orgasmo a arrematar quando o leite quente a preencheu, as lágrimas escorreram de seus olhos de tanto prazer e sua cabeça girou. Louis continuou fodendo-a enquanto ela sentia o gozo escorrendo por sua coxas. Ele continuava a acariciando, passando a mão por seu corpo.
Ele se retirou e rasgou sua calcinha colocando em seu bolso e abaixando a saia, Harry não sabia como, mas ela ainda estava excitada, ela precisava de mais, de tudo. Louis a virou e beijou sua boca depois de fechar o próprio zíper.
- Vamos princesa, eu ainda preciso foder o resto do seu corpo. - Quando Harry foi colocada na moto novamente, ela se sentia uma bagunça, grudando pela porra gostosa em suas coxas, sua boceta ainda pulsando e a cabeça anuviada pelo calor de Louis estar ali tão perto. Ele cheirava a hortelã, perfume caro e cigarro.
Harry não conseguia pensar em nada a não ser que Louis iria comer ela de novo, nenhum homem a tratou dessa forma, com força, sem dó de machucar, mas também zelando por ela, cuidando do seu prazer. Harry era carente, qualquer coisa que davam a ela, se agarrava com toda sua força.
O resto do caminho foi rápido, mas o pau de Louis estava extremamente duro, nem ao menos parecia que ele havia gozado pra caralho naquela boceta, no momento que ele tirou Harry da moto, viu o banco todo sujo de melzinho daquela xotinha e sua porra.
- Olha a bagunça que você fez amor, estava tão cheia. - Harry ronronou pra ele quando a mão com a tatuagem de 28 acariciou sua bochecha após retirar o capacete. A garagem do prédio estava cheia de carros luxuosos e quando Louis a levou para o elevador ele apertou o botão da cobertura, não tirava a mão dela, dando beijos em seu rosto, seu pescoço, tomando sua boca e quando as portas se abriram ele a pegou no colo, passando rapidamente pelo hall da entrada e entrando no apartamento grande. Harry ao menos teve tempo de admirar a sala, já que o de olhos azuis a deixava insana enquanto apertava sua bunda nua e beijava seu pescoço. Logo ela foi jogada na cama do quarto, a parede do lado esquerdo era toda de vidro dando uma visão ampla da cidade de Londres.
Louis rasgou sua blusa, liberando os peitinhos com mamilos rígidos e abocanhou o direito. Ele tirava as próprias peças de roupas sem larga-lá, parando só pra retirar a camiseta.
- Oh Louis! Me mama direitinho, mama sua garotinha. - Ele sugava e mordia, intercalando entre um e outro, passava a língua em seu mamilo e chupava com tanta força.
Descendo devagar ele beijou toda a barriga lisa, deixando beijos e lambidas envolta de toda borboleta que ela tinha tatuada, a saia apertadinha logo foi arrancada de seu corpo e Louis abriu suas pernas.
- Caralho Harry, sentir essa bocetinha é tão bom quanto olhar pra ela. - Os lábios eram gordinhos, e o grelhinho era grande, estava toda vermelha e molhada, cheia de porra ainda, o cuzinho era tão pequeno, amarronzado e ele queria destruir cada buraquinho. Louis caiu de boca sem pensar duas vezes, lambendo toda a xotinha, recolhendo o líquido e sentido sua porra misturada, ele sabia que nunca poderia deixar aquela garota ir, ela pertencia a ele.
Harry gritava loucamente, sentindo Louis sugar seu clítoris e enfiar a língua dentro dela, comendo sua boceta com a boca, a saliva escorria até seu cuzinho e ela precisava de Louis lá.
- Oh Louis! Você me come tão bem, porra. - Ela deveria estar piscando tanto que em um minuto depois Louis a virou de bruços, espalmando a sua bunda gostosa. Batendo com a mão cheia, marcando a pele de vermelho, fazendo ela se empinar e tremer de dor.
- Se empina pra mim, Cadela, empina gostoso pro seu Senhor comer esse cuzinho com a boca. - Harry se empinou como uma boa puta, rebolando e se mostrando, querendo que ele foda tudo dela, Louis distribui beijos pelas bochechas de sua bunda seguidos de mordidas doloridas e tapas ardidos. Harry gritava por ele, implorava. Mas quando ele passou a lamber seu cuzinho e enfiou a língua tão fundo, chupando ali como nenhum outro homem tinha feito, ela sabia que estava acabada. Não superaria-o nunca, ela precisava dele pra sempre. - Já ta bem molhadinha pro meu pau?
- Sim, Lou.. Papai.. Por favor. - Louis nunca havia sido chamado assim, mas a palavra foi direto pra o seu cacete, deixando o ainda mais duro, ele apenas alinhou a cabecinha com a entrada apertada e após cuspir grosso em seu pau, ele segurou o punhado de cabelos cacheados empurrando a cabeça da sua puta na cama e se enterrou devagar. Harry sentiu cada centímetro se afundar, ela gritou mesmo com a cabeça enfiada no colchão. Louis a fodeu, ela sentiu cada veia daquela caralho grosso, entrando devagar e alargando suas paredes, ela se sentia uma vadia, puta pra caralho com um pau ali, sem preparação, a ardência só a deixava mais insana, a fazia se sentir gostosa pra caralho.
- Tão apertado amor, você ta esmagando meu pau, caralho! Eu vou te encher de porra. - Louis olhou pra baixo e viu a borda do buraquinho totalmente vermelho, seu pau estava sendo sufocado pelo interior quente e molhado, a textura era tão boa. Ele arrematava com força e devagar, sentindo ela de verdade, aproveitando o quão gostoso era. Ele a virou de costas para cama e enfiou dentro dela de novo, era insuportável não estar sentindo seu interior. - Quero ficar pra sempre dentro de você, vou adormecer com meu pau dentro e acordar te fodendo todos os dias, minha garotinha, minha puta, só minha.
Ele estava possuído por um sentimento de possessividade, se alguém chegasse perto de Harry, ele mataria, ela era dele. Alguém só a foderia com a sua autorização, ele iria mandar nela. Ele distribuiu beijos por todo seu rosto vendo as lágrimas escorrendo dos olhos verdes, os deixando ainda mais brilhantes e bonitos, o lapis azul estava borrado, uma bagunça do caralho, beijando aquela boca tão bonita, os lábios eram rosas e gordinhos, ele segurou sua boca em um bico e cuspiu, vendo ela engolir e abrir a boca por mais. O tapa naquele rostinho tão bonito foi inevitável, ela passava a mão por seu peito, em cima da tatuagem, em seu pescoço mas foi quando ela agarrou Louis e arranhou suas costas e falou com tanta sinceridade que ele esporrou.
- Sou sua papai, sua pra usar, sua putinha, brinquedo de foda, sou sua propriedade Lou. - A porra saia em jatos de seu pau e ele não parou de estocar, metendo dois dedos na boceta quente. Harry sentiu uma sensação estranha, sua cabeça estava anuviada pela porra ainda saindo do pau de Louis e a deixando cheia, os dedos em seu ponto G e a forma como Louis a olhava, como se ela fosse dele de verdade, seu baixo ventre estava quente e ela precisava se libertar.
- Para… Papai, Lou, LOU! Eu vou fazer xixi, para para para. - Louis sorriu grande, sabendo o que ela queria.
- Vem garotinha.. deixa vir pro Papai. Minha putinha tão gostosa e obediente.. linda. - Harry relaxou e suas costas arquearam, era a porra da melhor visão que o de olhos azuis tinha tido na vida, a boceta esguichou, o enchendo da porra dela, molhando tudo e quanto mais Louis forçava em seu cuzinho mais ela molhava tudo, a porra já saindo pelas laterais do pau fodendo o cuzinho, o barulho era insano, os gritos de Harry eram incoerentes e ela implorava por algo que nem mesmo sabia.
Louis foi cessando seus movimentos aos poucos, reduzindo até parar. Com muito pesar ele tirou o pau de dentro dela, estava inteiro molhado, a garota estava acabada e começou a chorar subindo no colo do de olhos azuis.
- Lou, não me deixa… não me manda embora. - Seu choro era sentido, tão sincero e aquilo destruiu Louis, ele ia cuidar daquela garota, ela era sua.
- Nunca meu amor, sou homem de verdade e quando disse que você era minha é pq você é. - Eles se perderam enquanto tempo Harry ficou de lado no colo de Louis, que em algum ponto enfiou seu pau na bocetinha dela, sendo aquecido, e ela recebendo seus carinhos, com a cabeça enfiada no pescoço dele, dando beijinhos e se sentindo realmente dele.