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â PeraĂ, Lou... Deixa que ele te leva lĂĄ. â Harry falou, se afastando um pouco do muro onde estava encostado, o olhar firme em Louis.
â Relaxa, Haz. Ă aqui perto, tranquilo demais. â Louis respondeu, ajeitando a mochila nas costas. O uniforme da empresa marcava um pouco os ombros dele, o sol jĂĄ batendo forte no começo da manhĂŁ.
Harry inclinou a cabeça, insistente.
â Tem certeza? Ele te deixa lĂĄ num pulo.
â Harry... zero problema. TĂŽ acostumado.
â SĂł tĂŽ tentando ajudar.
â E eu agradeço. Mas tĂĄ de boa.
Harry ergueu as mãos em rendição, um sorrisinho de lado surgindo nos låbios.
Harry o olhou por um instante, como se tentasse decifrar o que exatamente "ou qualquer outra coisa" significava. Mas nĂŁo respondeu. SĂł assentiu, um canto da boca curvado.
Louis jå estava em casa. Banho tomado, o peito nu, e a calça de moletom velha pendendo no quadril. O cheiro de sabonete e amaciante escapava pela porta entreaberta. Estava largado no sofå, o celular em uma mão e o outro braço apoiado no encosto, o corpo relaxado, mas os olhos atentos.
Harry respirou fundo antes de bater na porta. Apertou a prĂłpria mĂŁo com força, os lĂĄbios pressionados um contra o outro, como se quisesse segurar tudo que queria dizer â ou fazer.
â Achei que ia dar pra trĂĄs. â Louis disse assim que o viu entrar, abrindo mais as pernas devagar, e o volume marcando descaradamente sob o tecido mole da calça.
Harry lançou um olhar breve, disfarçado. Ou tentou disfarçar. Depois revirou os olhos, se jogando ao lado dele no sofå.
â Eu disse que vinha, nĂŁo disse?
A chave da moto bateu na mesa de centro com um som seco.
â Quer fumar? â Louis perguntou, pegando dois baseados jĂĄ prontos ao lado e oferecendo um deles pra Harry.
Ele virou o brinquedo de lado, como quem faz questĂŁo de mostrar todos os detalhes. Depois apertou de leve com a palma da mĂŁo, como quem testa a textura.
Harry ainda estava rindo, mas havia um rubor subindo em seu pescoço, uma tensão mal escondida no maxilar.
â E cĂȘ comprou isso pra quĂȘ, exatamente?
Louis deu de ombros, apoiando o brinquedo nas coxas abertas.
â Vai dizer que nĂŁo estĂĄ com vontade de experimentar?
â Ă Ăłbvio que nĂŁo!
Louis deu uma risada baixa, puxando mais uma tragada.
â Fala a verdade. Tu nunca pensou em usar um desses?
Harry pegou o cigarro de volta, encostou no sofå e soltou a fumaça devagar, olhando pra frente.
â Nunca precisei â Ele respondeu com tranquilidade, embora o sorriso entregasse a provocação.
â Arrogante do caralho.
â Realista â Harry rebateu, agora encarando Louis diretamente. â E vocĂȘ? Comprou por quĂȘ? Vai usar sozinho ou tava esperando um voluntĂĄrio?
â Ă claro que nĂŁo â Louis disse passando a mĂŁo pela peça de silicone, acariciando os grandes lĂĄbios com um toque curioso.
Harry precisou apertar as coxas para conter o formigamento que sentiu ao ver aquela cena.
â Porra⊠â Louis murmurou tirando o pau meio duro da cueca e pressionando a glande contra a abertura de silicone de imitava uma buceta.
Harry jĂĄ tinha visto Louis pelado vĂĄrias vezes, mas nunca excitado. Eram melhores amigos, sem frescuras ou limites. Harry jĂĄ o flagrara trocando de roupa diversas vezes; Louis nunca teve segredos com ele. Mas o mesmo nĂŁo podia ser dito de Harry â ele jamais se despira na frente de Louis.
Louis empurrava a cabeça do pau contra a entrada macia, e o brinquedo cedia, o engolindo aos poucos. O pau dele engrossava visivelmente a cada estocada, ficando mais vermelho, mais pesado, mais carregado de sangue. O som Ășmido e o deslizar do silicone contra a pele deixavam tudo mais explĂcito, mais sujo â mais excitante.
Harry nĂŁo conseguia desviar o olhar. Estava com os olhos arregalados, vidrados, o corpo reagindo sozinho.
Caralho.
Aquilo era quente demais. Obscenamente gostoso de assistir. Ele sentia a cueca Ășmida, o prazer escorrendo, encharcando.
Seus lĂĄbios estavam secos, desejando algo que ele ainda nĂŁo ousava pedir.
Quando Louis ergueu o brinquedo, deixando sĂł a glande encaixada, e depois mergulhou tudo de novo num estalo molhado o gemido veio dos dois â Louis, afundado no prĂłprio prazer; Harry, praticamente montado em sua coxa, se esfregando sem vergonha, arfando baixo, descompassado.
â Porra, Harry... vocĂȘ jĂĄ tĂĄ molhando a minha calça.
â EntĂŁo vem cĂĄ... â Louis tirou o brinquedo do pau, jogando de lado, e puxou Harry com firmeza, o ajeitando em seu colo com um movimento possessivo.
Harry ficou de frente pra ele. E ali, entre os dois, estava o pau de Louis â duro, grosso, latejante, veias marcando a pele esticada, a glande viva, brilhando de desejo.
Ambos ainda seguravam os cigarros entre os dedos. Harry passou a lĂngua lentamente pela palma da mĂŁo livre e, com ela molhada, envolveu o pau de Louis. A resposta foi imediata: Louis jogou a cabeça pra trĂĄs, os olhos fechados, a boca entreaberta num gemido rouco que vibrava no ar abafado.
A mĂŁo que ainda segurava o cigarro repousou na coxa aberta de Harry. O toque era quente, Ăntimo, e Harry aproveitou o momento para simplesmente sentir â a rigidez do pau latejando contra sua pele macia. Mas ele nĂŁo se moveu ainda. NĂŁo bombeou. NĂŁo queria pressa.
Começou a movimentar a mĂŁo com precisĂŁo: ritmada, cuidadosa. Ăs vezes apertando, Ă s vezes afrouxando, ora subindo devagar, ora descendo com mais força. O rosto de Louis se contorcia, tomado pelo prazer bruto, os olhos cerrados, os lĂĄbios entreabertos. Os dedos de Harry sabiam exatamente onde apertar, como girar, como deslizar.
â Eu... â Harry começou a falar, mas se interrompeu ao perceber os espasmos leves de Louis.
Pressionou o polegar contra a uretra, negando o orgasmo no Ășltimo segundo. O corpo de Louis se enrijeceu, tenso, o rosto avermelhado, os fios de cabelo grudados na testa suada. O pescoço Ășmido brilhava sob a luz baixa da sala â Harry teve vontade de se inclinar e passar a lĂngua ali, saborear o sal e o calor
Ali estava ele: o melhor amigo em seu colo, com a mĂŁo no seu pau, vermelho e pulsando, tĂŁo carregado que parecia prestes a explodir. O lĂquido viscoso que escapava da fenda aumentava, escorrendo por todo o comprimento, o deixando ainda mais molhado, brilhante, obscenamente delicioso.
Harry estava Ă beira â excitado a ponto de doer. E imaginava o quĂŁo insuportĂĄvel devia ter sido para Louis ter o prazer negado segundos antes.
Se afastou lentamente, os joelhos tocando o chĂŁo frio diante do sofĂĄ. O olhar de Louis o acompanhava.
Harry ergueu o pau de Louis, grosso, latejante, pesado de desejo. A cabeça do membro pulsava a centĂmetros do seu rosto, e Harry pĂŽde sentir o cheiro â uma mistura da essĂȘncia crua de Louis, o sabonete do banho recente e o traço terroso da erva que fumavam. Suas narinas dilataram com o aroma, e o corpo respondeu de imediato, tomado por uma onda afrodisĂaca que o deixou tonto.
Com a lĂngua para fora, Harry começou na base â uma lambida lenta, provocante, subindo pelas veias saltadas que corriam ao longo do eixo. Seus olhos encontraram os de Louis, que cerrou o maxilar, os punhos fechados, o rosto contraĂdo de tesĂŁo.
Mais fluĂdo escapou da ponta, escorrendo lentamente, e Harry gemeu sĂł de ver, o estĂŽmago revirando, as coxas queimando de necessidade. Aquilo era sĂł dele â aquele momento, aquela tortura deliciosa.
Com os lĂĄbios rosados, envolveu a glande por completo, a lĂngua explorando a fenda enquanto sugava devagar. Quando ergueu o olhar, viu o rosto de Louis rĂgido, tomado de urgĂȘncia. O coração de Harry batia como se fosse explodir, a boca se apertando mais ao redor do pau, a mente girando com a obscenidade de tudo aquilo.
Deus, o cheiro de Louis era demais. Embriagante. E Harry se entregava, chupando com cada vez mais fome, tentando transformar sua boca em uma boceta quente, Ășmida, apertada. Queria ser tudo que Louis desejasse ali.
Louis estava ofegante, a boca entreaberta, gemendo baixinho, os dedos se enroscando nos cabelos de Harry com força, o guiando no ritmo da prĂłpria urgĂȘncia. Mas Harry nĂŁo queria facilitar. Queria ver Louis perder o controle, se despedaçar de prazer.
EntĂŁo ele chupou mais forte, com mais vontade, engolindo mais fundo, sentindo cada tremor no corpo do amigo. Tudo em busca daquele momento final â o instante em que Louis nĂŁo aguentaria mais e gozaria na sua boca.
Foi entĂŁo que Louis estalou os quadris, impulsivo, acompanhando o movimento oscilante da boca de Harry que subia e descia com firmeza e devoção sobre seu pau dolorosamente sensĂvel. Era automĂĄtico, instintivo â talvez Louis nem percebesse o que estava fazendo.
Um gemido rouco escapou de sua garganta, e a mente de Harry disparou por um segundo, acendendo um alarme tĂȘnue que gritava por controle. Mas o resto... o resto dele estava entregue. Tomado pela promessa do gozo de Louis.
â Oh, porra...
â Goza, Lou... goza na minha boca... me dĂĄ seu leitinho â Harry sussurrou com a voz rouca de desejo.
O pau de Louis foi empurrado com força contra a bochecha interna de Harry, marcando seu caminho, quente, vivo. As mãos dele apertaram ainda mais, puxando a cabeça de Harry em sua direção, o mantendo preso ali, sem chance de recuar.
E entĂŁo, Louis se afundou por completo. E gozou.
Seu corpo inteiro estremeceu. O pau latejou dentro da boca de Harry, grosso, duro, vibrando com cada espasmo. A glande inchou, e o jato de sĂȘmen veio quente, salgado e doce, inundando a lĂngua e a garganta do mais novo.
â Ah, porra, Louis... â Harry jogou a cabeça para trĂĄs e gemeu alto, arfando. As mĂŁos de Louis estavam agressivas, dominadoras, agarrando sua cintura, subindo pela camiseta branca que colava ao corpo suado.
Harry estava absurdamente sensĂvel. A pele parecia eletrificada, tensa, pronta para explodir. Porra, jĂĄ tinha estado excitado antes â mas nĂŁo assim. Nunca assim.
Louis arrancou sua camiseta, a jogando de lado. E entĂŁo viu
O tronco nu de Harry se revelou, e o que mais capturou sua atenção foram os peitos. Eram cheios, firmes, macios, lindos. Um convite indecente.
Arrepios floresceram pelo corpo de Harry. Os mamilos endureceram sob os dedos de Louis, que passou a acariciĂĄ-los com precisĂŁo, explorando, pressionando, sentindo-os enrijecer sob seu toque ĂĄvido
E Harry... Harry estava derretendo.
Adotando uma abordagem mais ativa, Louis se inclinou para frente e envolveu o mamilo de Harry com os lĂĄbios, sugando com firmeza. Um grito rouco escapou da garganta de Harry, fazendo Louis sorrir contra sua pele, surpreso e satisfeito com a intensidade da resposta. A maioria das garotas com quem ele havia ficado nunca demonstrara interesse por essa parte do corpo â mas Harry? Harry tremia sob sua lĂngua, todo sensĂvel e entregue.
Ele nem sabia quando Louis tinha tirado as roupas. Um momento estavam ali, e no outro... era só pele quente contra pele quente. Talvez fosse a maconha, talvez fosse o puro efeito de ver seus desejos mais secretos ganhando forma bem diante de si. Louis, nu, em cima dele, como uma miragem suada e indecente. As estrelas que dançavam por trås de suas pålpebras não sabiam dizer.
E quando Louis se afastou um pouco, descendo pela barriga de Harry com beijos lentos, famintos, suas mĂŁos agarrando firme a cintura estreita, ele nĂŁo pĂŽde deixar de notar â com genuĂna admiração â o pau de Louis jĂĄ duro de novo. Era quase absurdo. Como se todo o crescimento que o universo havia negado ao corpo esguio dele tivesse sido canalizado para aquele pau insano. Era lindo. Grosso, comprido, latejante. Do tipo que faria qualquer garota ver estrelas, do tipo que faria qualquer coisa implorar pra ser preenchida por ele.
E, de fato, jĂĄ tinha esticado a buceta de silicone esquecida no canto do sofĂĄ horas antes. Mas agora... agora Harry estava ali. Respirando fundo, mordendo o lĂĄbio, com os olhos brilhando de luxĂșria e nervosismo.
Louis desceu mais, as mĂŁos deslizando entre as pernas de Harry â e foi entĂŁo que ele sentiu. Um calor, uma suavidade, uma intimidade que nĂŁo esperava. Seus dedos pararam por um segundo, surpresos. Ele afastou levemente as coxas de Harry, os olhos se arregalando enquanto seu polegar roçava contra algo que definitivamente nĂŁo era o que ele esperava encontrar.
â Porra... â Ele murmurou, rouco, encantado. â Harry... Puta que pariuâŠ
Seus dedos deslizaram de novo, agora com mais intenção, tocando a entrada Ășmida, quente, acolhedora. Louis gemeu baixo, como se tivesse acabado de descobrir um segredo precioso.
Harry abriu os olhos, uma mistura de timidez e desafio neles. Mordeu o lĂĄbio inferior, e entĂŁo arqueou as costas de leve, se oferecendo mais.
â Surpresa?
Louis gemeu baixo, os olhos presos entre as pernas de Harry, fascinado. Era apertada, rosada, perfeitamente molhada. Um convite enlouquecedor. Um presente do caralho.
Harry soltou um suspiro trĂȘmulo, os olhos fechados, os lĂĄbios entreabertos em pura entrega.
Louis se abaixou mais, beijando o interior das coxas, antes de sussurrar, com um sorriso sujo nos lĂĄbios:
â Uma bucetinha dessas... vocĂȘ devia ter me contado antes. Mas tudo bem, amor. Agora que eu sei, vou cuidar dela direitinho.
E entĂŁo sua boca mergulhou entre as pernas de Harry, com uma fome que fazia o mundo inteiro desaparecer e Harry gritar, o corpo tremendo sob ele.
Louis perdeu o controle. Passou a lĂngua de novo, mais forte, mais fundo, explorando, lambendo como se estivesse faminto. Os quadris de Harry rebolavam contra seu rosto, pedindo mais, implorando. E Louis deu â chupou, sugou, explorou com os dedos, com a boca, com a alma. Ele nunca tinha experimentado nada igual.
A mente dele oscilava entre o espanto e a adoração. Aquela buceta era perfeita. Deus tinha sido cruel e generoso ao mesmo tempo. Negou a Harry certas coisas, mas porra... deu a ele algo que fazia Louis perder o juĂzo.
E ele perderia â ali, entre as pernas de Harry, com o gosto dele na boca, o cheiro, os gemidos... Louis estava pronto para se afundar por inteiro. Literalmente.
â Como vocĂȘ conseguiu esconder isso de mim por tanto tempo? â Ele perguntou com um sorriso torto, os dedos deslizando lentamente pelos lĂĄbios molhados da intimidade de Harry, separando-os com cuidado, reverĂȘncia e luxĂșria.
Harry gemeu baixinho, os olhos semicerrados, a voz pastosa de tesĂŁo.
â Achei que vocĂȘ nĂŁo fosse conseguir lidar.
Louis riu, rouco, antes de abaixar o rosto de novo e lamber com força, de baixo pra cima, fazendo Harry arfar alto, a mão indo direto para o cabelo dele.
â Eu tĂŽ lidando muito bem, amor. Essa bucetinha... porra, Harry, eu nunca vi nada tĂŁo lindo.
Sua lĂngua brincava com o clitĂłris escondido entre os lĂĄbios inchados, circulando devagar, depois chupando com firmeza. Ele queria ver Harry perder o controle. Queria fazĂȘ-lo gritar o seu nome, implorar, gozar contra a sua boca. Seus dedos se juntaram Ă festa, deslizando para dentro com facilidade, e o gemido que Harry soltou foi quase desesperado.
â TĂŁo apertado⊠â Ele murmurava, quase em adoração. â Isso aqui vai me matar.
Harry sĂł conseguia gemer, rebolar, se oferecer mais. O prazer era absurdo, invadindo tudo, rasgando seu peito. A lĂngua de Louis nĂŁo parava, e os dedos dele curvavam exatamente onde deviam, encontrando aquele ponto que fazia sua visĂŁo se embaralhar.
â Lou⊠eu vou⊠porra, eu vou gozarâŠ
â Goza pra mim â Louis sussurrou contra sua pele quente, a voz arrastada de tesĂŁo puro. â Quero sentir vocĂȘ tremendo na minha boca.
E Harry gozou. Um grito longo escapou de sua garganta, o corpo inteiro se curvando, os mĂșsculos se contraindo, a buceta pulsando em volta dos dedos de Louis. Ele nĂŁo parou, continuou lambendo, sentindo cada onda do orgasmo de Harry, devorando tudo como se fosse sagrado.
Quando finalmente parou, subiu com a boca suja de prazer, os olhos escuros, famintos nos de Harry, a boca ainda brilhando com o gosto dele. Passou a lĂngua nos lĂĄbios com lascĂvia, saboreando, e sorriu de lado. Louis beijou Harry com vontade, deixando que ele sentisse o prĂłprio gosto.
Louis se posicionou entre as pernas dele, ajoelhado, o pau duro escorregando pela abertura quente e molhada, mas sem entrar â apenas esfregando, provocando, sentindo a textura macia da entrada que se contraĂa involuntariamente, sedenta por ele.
â Posso? â Ele perguntou, mesmo sabendo a resposta, os dedos apertando os quadris de Harry com força, como se tentasse se controlar.
Harry cravou as unhas no ombro de Louis, a boca aberta num gemido rouco, os olhos virados. A dor deliciosa da penetração o fazia tremer inteiro. Era exatamente o que ele queria. O que sonhava.
Louis manteve o ritmo com perfeição â firme, molhado, cadenciado. Seus quadris se moviam em cĂrculos apertados, estocadas controladas com uma precisĂŁo insana. As mĂŁos apertavam os quadris de Harry com firmeza, guiando-o, controlando, dominando. Seus olhos nĂŁo se desviavam do rosto corado de Harry, estudando cada microexpressĂŁo como se quisesse eternizĂĄ-las em sua mente â cada mordida no lĂĄbio, cada gemido sufocado, cada olhar suplicante.
â VocĂȘ quer meu esperma dentro de vocĂȘ? â Ele disse entre os dentes, com a voz baixa e carregada de desejo.
â Sim... â Harry mal conseguia responder, engasgando nos prĂłprios gemidos enquanto era empurrado para frente pelas estocadas firmes. â Sim, porraâŠ
â Tem certeza que estĂĄ pronto pra isso?
â Ah, sim... eu tĂŽ pronto... por favor, me dĂĄ o seu bebĂȘ. Me engravida, Louis... â Ele dizia como se estivesse possuĂdo, os olhos brilhando, o corpo entregue. â Enche a minha bucetinha com a sua porra...
Ele agarrou a cintura de Harry e começou a empurrar para dentro - duro, profundo, seu pau batendo naquele ponto perfeito a cada elevação de seus quadris. Eu gemi mais alto, o corpo tremendo, a pressão aumentando rapidamente.
â Goza pra mim, H... â Louis ordenou com a voz rouca. â Quero sentir sua porra me molhar todo.
E Harry quebrou. O orgasmo o atingiu como uma onda violenta, arrebatadora. Suas pernas tremeram, sua bucetinha se apertou e espasmou ao redor de Louis com força desesperada, encharcando-o com seu gozo quente enquanto gritava o nome dele em agonia extasiada.
Mas Louis nĂŁo parou. Continuou roçando o clitĂłris, provocando espasmos involuntĂĄrios, arrancando gemidos sofridos, quase chorosos, do corpo jĂĄ sensĂvel de Harry. Ele sabia que nĂŁo queria perder aquela conexĂŁo, nĂŁo queria que o pau de Louis deixasse seu corpo nem por um segundo â muito menos pra ser substituĂdo por uma buceta de silicone fria, largada num canto qualquer.
EntĂŁo, com os olhos marejados de prazer e desejo, puxou Louis para seu peito. O outro o olhou surpreso, ainda ofegante, e Harry apenas sorriu, angelical, antes de virar o corpo dele de costas no sofĂĄ com uma facilidade surpreendente.
Montou sobre ele com fome e propĂłsito, cavalgando com firmeza, se empalando com prazer.
â Oh, porra⊠â Louis jogou a cabeça pra trĂĄs, as mĂŁos agarrando com força as coxas de Harry, como se precisasse de algo pra se ancorar naquele furacĂŁo de prazer.
Harry sorriu, aquele sorrisinho com covinhas e dentinhos de coelho que deixava Louis maluco â e continuou montando nele, rebolando, girando os quadris, provocando espasmos em ambos. As paredes internas de sua buceta pulsavam, sugando, ordenhando, levando Louis ao limite.
â Goza, Lou â Harry sussurrou contra sua boca. â Enche a sua buceta com porra. Me marca por dentro.
Louis nĂŁo aguentou mais. Gemeu alto e, com um Ășltimo estalo de quadril, se enfiou fundo. Harry sentiu o pau dele latejar dentro de si, o inchaço crescendo, e entĂŁo veio o calor â a porra de Louis jorrando forte, espessa, preenchendo-o por inteiro.
Harry gritou junto, os olhos fechados com força enquanto sentia o calor da porra de Louis preenchĂȘ-lo por completo, escorrendo dentro dele como lava espessa, quente, suja â deliciosa. Seu corpo inteiro vibrava, as pernas tremendo, os mĂșsculos contraĂdos. As paredes internas de sua bucetinha ainda pulsavam, famintas, como se quisessem sugar mais, tirar tudo o que Louis tinha.
Louis arfava debaixo dele, os olhos entreabertos, o peito subindo e descendo com força. Ele estava suado, a pele brilhando, o rosto ruborizado com o esforço e o prazer. As mãos ainda seguravam com firmeza as coxas de Harry, mas agora seus dedos tremiam, como se o corpo estivesse em colapso, sem forças, tomado por completo.
Harry se debruçou sobre ele, ainda empalado, ainda sentindo cada pulsação do pau de Louis dentro de si. O beijo que ele deu foi lento, melado, preguiçoso â cheio daquela luxĂșria satisfeita, embriagada. As lĂnguas se encontraram num roçar preguiçoso, explorando com doçura, contrastando com o ritmo feroz de antes.
â VocĂȘ me encheu tanto⊠â Harry sussurrou, o nariz roçando no queixo suado de Louis. â TĂĄ escorrendo de mim.
â NĂŁo vou conseguir tirar meu pau de dentro de vocĂȘ tĂŁo cedo⊠â ele murmurou, meio rindo, meio ofegando, os olhos fixos no rosto rosado e satisfeito de Harry.
Harry riu baixinho, se aninhando no peito suado dele, ainda com Louis dentro de si, como se aquele encaixe fosse natural, certo.
â NĂŁo precisa. Fica aĂ. Eu gosto assim⊠sentindo vocĂȘ me escorrendo por dentro.
Eles ficaram ali por longos minutos, o silĂȘncio preenchido apenas pelos suspiros suaves, os corpos ainda colados. Harry se moveu um pouco, o que fez Louis gemer baixinho de sensibilidade, e o lĂquido quente escorreu por suas coxas, quente e sujo â e ainda assim, havia algo estranhamente bonito naquilo.
Louis passou os braços ao redor da cintura dele, abraçando com mais força, como se quisesse mantĂȘ-lo ali, colado, fundido. Como se, mesmo depois de tudo, ainda nĂŁo fosse suficiente. Como se quisesse mais â sempre mais.
No movimento de uma das pernas de Louis, algo caiu no chĂŁo com um leve som abafado. Os dois viraram o rosto e olharam.
O brinquedo que deu origem a tudo aquilo.
â Acho que agora isso nĂŁo vai mais ser Ăștil⊠â Harry disse, com um sorriso preguiçoso no canto dos lĂĄbios.
Louis riu, abafado, e o som vibrava contra o peito onde Harry descansava.
â Aquilo nunca mais vai me satisfazer⊠nĂŁo depois de vocĂȘ.
O beijo que veio em seguida foi lento. Sem pressa. Intenso como um juramento silencioso.
E ali, entre gemidos que se apagavam e respiraçÔes que se sincronizavam, Harry e Louis se perderam de novo. Mas agora de um jeito diferente. Não era mais só tesão. Era pertencimento. Era entrega.
Harry era um menino delicado, e mais calmo. Ele era doce e sempre muito carinhoso com todos e ele era inocente de certa forma.
Ir para a igreja era uma das coisas que ele mais gostava de fazer, estar na presença de Deus era importante para ele. Ela sempre foi a princesinha da famĂlia, delicado e fofo.
Eles eram muito amigos e apesar da personalidade forte de Louis, sempre se deram bem. Mas tudo mudou quando Louis completou 19 anos. Ele começou a sair demais, quase nunca ia a igreja com seus pais e se encheu de piercings e tatuagens. Os pais não aprovavam nada disso, as atitudes de Louis tinham mudado. Ele estava mais rebelde e muito fechado no seu próprio mundo.
Com seus 17 anos completos, o garoto tinha ganhado corpo e curvas maravilhosas. Sempre que ia a igreja via os olhares de garotos e garotas em seu corpo e se sentia tĂmida por isso. Ele nĂŁo via maldade em nada, tinha em mente que sĂł faria "coisinhas" sĂł depois do casamento como dizia os mandamentos de Deus.
E bem, Louis nĂŁo via a hora de fuder a inocĂȘncia do seu querido amigo e doce Harry, para fora. NĂŁo via a hora de enchĂȘ-lo de porra e fazer aquela carinha inocente chorar no seu pau. Fazer de Harry seu brinquedinho pessoal.
âȘïž
Era domingo dia de culto, e Harry jå estava arrumadinha na sala esperando seus pais para irem a igreja. Ele usava um vestinho rosinha com as alças fininhas, seus cachos estavam soltos e volumosos e nós låbios tinha um gloss de sabor cereja. Ele estava ansioso para ir a igreja porque pelo oque ouviu seus pais conversando com os de Louis, o garoto apareceria lå hoje.
JĂĄ fazia um bom tempo em que nĂŁo via o amigo, Harry estudava muito e quase nunca saia de casa, e Louis saia demais e jĂĄ tinha terminado a escola entĂŁo, fazia algumas semanas que nĂŁo se viam.
Ele sorria, e estava rodeado de amigos e outras garotas. Harry estava quase babando olhando pra barriga magrinha e um pouco definida do amigo, ela deu zoom na foto e viu as gotinhas de ĂĄgua sumindo por dentro do short que ele usava.
Sua boca salivou e ela logo fechou o aplicativo se batendo mentalmente por quase babar na foto do seu amigo. Aquilo era errado, Harry era uma garotinha pura e nĂŁo entendia o porquĂȘ sua florzinha estava piscando. Ela saiu do seus pensamentos quando seus pais voltaram para sala pronto para saĂrem.
No caminho pra igreja Harry nĂŁo parou de pensar na foto que viu de Louis, e estava se sentindo estranha. A sua florzinha piscava toda vez que lembrava da foto e se perguntou se estava com algum problema na sua bonequinha.
Quando chegou na igreja, Harry foi logo pro seu grupinho de amigas que estavam conversando sobre garotos. Harry nĂŁo gostava muito de falar sobre isso, se sentia timida e ficava vermelha quando perguntavam algo a ela.
- Espero que ele apareça aqui hoje, queria falar com ele. - Jully comentou por alto e aquilo chamou a atenção de Harry.
- Falar o que com ele? - Harry perguntou.
- Ah, nada demais sĂł queria conversar um pouco com ele, ele tĂĄ um gato vocĂȘ nĂŁo acha? - Disse sorrindo maliciosa.
Harry corou com a pergunta e assentiu um pouco inciumada. Louis era seu amigo e ele nĂŁo gostava quando as garotas ficavam falando sobre ele ou fazendo perguntas sobre a amizade de ambos.
- VocĂȘ jĂĄ foi a alguma festa do Louis, Harry? - Mandy perguntou.
- NĂŁo e nem posso, meus pais nunca deixariam. - Disse amuada.
Harry revirou os olhos discretamente para aquilo. Claro que ela queria ter ido em alguma festa do Louis. Mas seus pais nunca deixaram, e Harry tinha medo do que podia acontecer nessas festas, ouvia muitas coisas e ficava assustada sĂł de imaginar.
Harry jĂĄ estava no culto fazia algumas horas e nada de Louis. Ele jĂĄ estava achando que ele nĂŁo iria aparecer e estava triste por nĂŁo poder ver o amigo de novo. Queria tanto vĂȘ-lo e abraçå-lo, sentia-se tĂŁo segura e confortĂĄvel com ele.
JĂĄ estava dando quase onze da noite, entĂŁo a igreja jĂĄ ia esvaziando aos poucos e Harry estava andando sozinha por ali, estava quase chegando no bebedouro quando de repente foi puxada para uma sala vazia.
Harry se assustou, e quase gritou se nĂŁo fosse por uma mĂŁo quente tampando sua boca, ela abriu os olhos assustados e se virou encontrando Louis ali, ele estava todo de preto, e os olhos azuis estavam mais brilhantes do que o comum. Olhava para a menina de forma divertida.
- Nossa Lou vocĂȘ me assustou, tĂĄ doido? - Harry disse depois que Louis a soltou.
- Desculpa gatinho, eu queria te fazer uma surpresa. - Louis disse com um sorriso no rosto e Harry corou pelo apelido.
- Eu estava com tanta saudade de vocĂȘ Lou. - Harry disse e abraçou o amigo de forma apertada, sentindo o cheiro delicioso do seu perfume forte.
- Porque demorou para aparecer? - Harry perguntou ainda abraçada com o amigo e sentindo os braços fortes em sua cintura.
- Eu vou para uma festa depois, estava organizando com um amigo. - Louis disse e se afastou passando o olhar no corpo de Harry, ela estava uma delĂcia naquele vestidinho rosa um pouco apertado, acentuando suas curvas.
- Harry vocĂȘ tem que se deixar levar uma vez na vida, vamos vai ser legal, eu vou fazer vocĂȘ se divertir bastante. - Disse no tom malicioso olhando nos olhos verdes.
- NĂŁo espera, vocĂȘ tĂĄ sugerindo que eu vĂĄ escondida com vocĂȘ? tipo agora? - Harry disse de cenho franzindo achando que Louis tinha enlouquecido.
- Vamos Hazza por favor, vocĂȘ vai se divertir eu juro que vai. - Louis disse se aproximando e deixou um beijo na bochecha dela, quase perto dos lĂĄbios. Harry arfou um pouco nervosa com o ato e assentiu apreensiva.
Mandou uma mensagem para mĂŁe dizendo que tinha saĂdo com Louis, e o garoto nĂŁo demorou para puxĂĄ-la e levĂĄ-la para festa, com um sorriso no rosto por ter conseguido o que queria.
đ„
Eles jĂĄ estavam na festa fazia algumas horas e Harry estava assustada com tanta gente se beijando, se esfregando e com as mĂșsicas com letras nem um pouco gentis daquele lugar.
Louis estava ao seu lado sentado perto da escada, ele estava com um cigarro e bebida nas mĂŁos, enquanto conversa com um amigo. Harry tinha um copo na mĂŁo com uma bebida, ela nĂŁo queria beber, mas Louis insistiu e ela por fim aceitou.
JĂĄ estava ficando um pouco tonta devido a bebida, mas ainda estava sĂłbria e muito nervosa com medo de seus pais descobrirem e chegarem ali em algum momento, mesmo sendo impossĂvel.
- Tudo bem princesa? - Louis perguntou quando percebeu a menina distraĂda com seus pensamentos.
- Quero te mostrar uma coisa, vem comigo. - Louis disse e ela assentiu, segurou na mĂŁo dele e subiram para o andar de cima da casa onde ficavam os quartos.
Harry estava ainda mais nervosa passando pelo corredor e ouvindo gemidos, vendo pessoas bĂȘbadas caindo em algum quarto, gritando e fazendo Deus sabe lĂĄ o que mais. Se assustou quando Louis entrou em um quarto mais afastado e trancou a porta atrĂĄs de si.
Olhou em volta e era um quarto comum, nĂŁo entendeu oque Louis queria mostrar para ela ali, e ficou um pouco apreensiva por estar sozinha em um quarto com ele.
Viu Louis caminhar para a janela e depois chamå-la. Foi em direção a janela que ficava no teto, era bem grande e viu Louis subir ali para se sentar no teto da casa. Ela franziu o cenho para aquilo e ele a ajudou subir.
- Louis.. - Harry disse baixinho, e porra. A foto de Louis sem camisa veio em sua mente, eles estavam tĂŁo prĂłximos que Harry conseguia sentir o cheiro de nicotina e bebida vindo de Louis.
- Harry. - Louis disse e se aproximou mais da menina, viu ela olhar para sua boca e passou a lĂngua nos lĂĄbios, antes de deixar um selinho na boca da menina.
Harry nĂŁo sabia beijar, e Louis pelo visto sabia e muito bem. Porque ele dominou o beijo e mergulhou a lĂngua na boca quente da menina, sentiu ela tentar imitar os seus movimentos, e soltar um gemidinho quando puxou o lĂĄbio inferior dela.
Seu pau estava começando a dar sinais quando aprofundou mais o beijo. Sentiu as maozinhas delicadas dela passar no seu rosto e aproveitou a distração da mesma para descer a mão para cintura fininha dela.
Apertou o lugar e se afastou quando o ar foi necessårio, viu os låbios vermelhos da menina e começou a dar beijos molhados e chupoes no pescoço dela.
- Lou. - Harry gemeu quando sentiu sua florzinha piscar de novo, e o geladinho do piercing em contato com sua pele quente. Ela não sabia o que era aquilo mas estava adorando os beijos que recebia no pescoço.
- Lou, para. - Harry disse com a respiração ofegante tentando o afastar.
Louis parou e olhou para Harry, ela tinha a expressão confusa e os låbios vermelhos de tanto que mordia, o pau de Louis jå estava duro quando olhou o pescoço dela e viu que deixou marcas ali.
- O que foi amor? - Disse olhando nos olhinhos verdes dela.
- Lou, minha florzinha tĂĄ piscando. - Harry disse envergonhada e abaixou o olhar.
- TĂĄ amor? - Viu a menina assentir. - Se vocĂȘ quiser eu te ajudo princesa. - Disse descendo a mĂŁo pela cintura quase chegando na bunda da menina.
- A-ajudar como? - Perguntou inocente.
Louis riu baixinho pela inocĂȘncia da menina e nĂŁo podia negar, estava doido para ver ela com aquela carinha de santa chupando seu pau grosso.
- Eu posso fazer parar de piscar princesa, posso te fazer se sentir bem. - Louis disse apertando devagar a bunda da menina, ouvindo ela gemer baixinho e se aproximou mais.
- Porra Harry. - Louis disse e apertou o pau por cima da calça jeans, Harry seguiu o movimento e arregalou os olhos quando viu o contorno do pau grosso e grande.
Harry se assustou quando viu Louis se levantar e descer para o quarto novamente, ele a ajudou descer e atacou os lĂĄbios da menina de novo, indo para a cama.
Harry ofegou quando caiu na cama com Louis em cima de si, a menina sentia-se molhar cada vez mais e tremeu quando sentiu o pau duro de Louis na sua perna.
- Louis o que vocĂȘ vai fazer? - Harry disse nervosa tentando afastar Louis, que segurou com força na sua cintura para que a menina nĂŁo se afastasse.
- VocĂȘ vai ver princesa, mostra a sua bocetinha pra mim hm? - Louis disse beijando todo o pescoço e clavĂcula da menina, o vestido tinha subido um pouco e ele apertava com força as coxas grossas.
Harry arregalou os olhos para a fala de Louis, ela nĂŁo podia fazer isso. NĂŁo era certo. Ela sĂł poderia mostrar sua florzinha quando se casa-se e nĂŁo poderia fazer nada com Louis.
- Louis eu nĂŁo posso, sĂł depois do casamento, vocĂȘ esqueceu? - Harry disse ofegante e tremeu quando sentiu as mĂŁos de Louis apertando com mais força suas coxas.
- Vai ser gostoso, vocĂȘ vai ver. - Louis disse ignorando o que a menina falou e subindo a mĂŁo para dentro do vestido dela.
Harry gemeu e franziu o cenho quando Louis tocou na sua bocetinha. Ela nĂŁo sabia o que ele ia fazer e porque estava se molhando ainda mais, mas revirou os olhos quando Louis massageou o seu grelinho por cima da calcinha.
- L-lou nĂŁo acho que iss- Harry gemeu mais alto e soltou mais melzinho quando Louis fez movimentos mais rĂĄpidos na sua bocetinha.
- Caralho como vocĂȘ tĂĄ molhadinha. - Louis disse nĂŁo parando de esfregar o grelinho da menina, e com a outra mĂŁo abaixou as alças do vestido vendo que ela nĂŁo usava sutiĂŁ e os peitinhos pequenos estavam ali bem na sua cara.
Não perdeu tempo e chupou com força o biquinho rosadinho da menina, vendo ela se contorcer e gemer mais alto quando passou a esfregar o grelinho com mais força.
- Lou ah- Harry franziu o cenho em confusão quando Louis se afastou e viu ele tirar a camisa e a calça rapidamente, vendo o contorno do pau grosso pela boxer preta apertada.
Curiosa e o tanto afoita, tocou no contorno do pau com curiosidade, vendo Louis suspirar e sorrir cafajeste quando tocou na cabecinha molhada coberta pela boxer.
- Lou, o que ta fazendo? - Harry disse nervosa e viu o garoto se abaixar e ficar com o rosto perto da sua boceta. Ela pulsou mais ainda e molhou quando viu ele afastar sua calcinha pro lado.
- Porra que bocetinha linda princesa. - Louis disse observando a boceta gorda lisinha. Os lĂĄbios grandes e vermelhinhos estavam molhados e o grelinho vermelho por quanto do estĂmulo que deu. A entrada da xotinha era pequena e se perguntou se seu pau entraria ali.
- Lou mas porqu- Ohh! - Harry gemeu alto quando Louis caiu de boca na xoxota. O geladinho do piercing em contato com a sua boceta quente enlouquecia a menina. Louis queria passar a vida inteira com a cara naquela boceta, o cheiro e gosto eram deliciosos.
Chupou com força, e se afastou para cuspir na xotinha vendo ela toda vermelhinha e molhada, viu Harry fechar os olhos e gemer quando passou o dedos entre os grandes låbios e parou na entradinha pequena.
Punhetou gostosinho vendo a bocetinha vermelhinha e a entradinha se contraindo com força. Harry estava toda molhada de suor e se assustou quando abriu os olhos e viu Louis se tocando.
- Louis, não. - Harry disse tentando se afastar e Louis segurou suas coxas com força.
- Lou nĂŁo posso, eu jĂĄ errei deixando isso acontecer, nĂŁo posso passar desse limite, e vai doer tanto.. - Disse olhando pro pau grande na sua frente tendo a certeza que nĂŁo aguentaria ele dentro de si.
- Prometo que nĂŁo vai doer amor, eu vou com carinho. - Louis disse com um sorriso cafajeste se aproximando mais das pernas abertas da menina.
- NĂŁo posso.. - Harry disse nervosa.
- Deixa eu por sĂł a cabecinha princesa? por favor tĂĄ doendo tanto vocĂȘ nĂŁo tem noção. - Louis disse malicioso e viu Harry arregalar os olhos, cuspiu no seu pau para punhetar mais rĂĄpido e deixou as pernas de Harry mais abertas para se encaixar ali.
- Vai doer Lou.. - Harry disse sentindo sua xotinha molhar e seu grelinho piscar quando Louis passou o pau entre os lĂĄbios grandes.
- Caralho. - Louis gemeu passando o pau na bocetinha quente, parou na entradinha e foi metendo a cabeça gorda do pau devagar, Harry contraiu a boceta com força quando sentiu a ardĂȘncia tentando se acostumar. - Que delicia porra. - Louis disse quando a cabecinha do seu pau entrou por inteiro na xotinha vermelha.
- Ahh Lou. - Harry gemeu quando Louis começou a meter sĂł a cabecinha devagar tentando se acostumar com a ardĂȘncia que era receber aquele pau grande.
- Louis! ahh! - Harry gritou apertando seus peitinhos e vendo Louis meter com mais força dentro de si. Seu corpo solancava na cama e o barulho da sua boceta molhada com o pau de Louis era ouvido pelo quarto.
- Boceta boa pra caralho p-porra. Sua putinha. - Louis disse gemendo rouco, Harry apertou as pernas na cintura de Louis e viu ele agarrar a cabeceira da cama com uma mão usando mais força para meter dentro de si.
- L-louis eu vou- ooh. - Harry gemeu sentindo Louis socar forte no seu pontinho G. Louis com a outra mĂŁo deu um tapinha em cima do grelinho vermelho sentindo ela se contrair e se molhar mais ao redor do seu pau.
- Caralho princesa, vocĂȘ me aperta tĂŁo bem, acho que vou encher essa sua xotinha de porra. - Louis disse ofegante e Harry arregalou os olhos negando com a cabeça, aquilo deu mais tesĂŁo em Louis que aumentou a força das estocadas olhando para baixo e vendo seu pau entrar e sair rapidamente da entradinha vermelha.
- Louis eu vou g-gozar. - Harry gritou e sua boceta se contraiu no pau de Louis gozando de novo e esquichando molhando toda sua virilha e barriga, o pau de Louis saiu de dentro da xotinha e ela gemeu quando ele esfregou o seu grelinho com força.
- Caralho Harry. - Louis disse rouco punhetando o pau rapidamente e meteu com força de uma vez na boceta, gozando forte jatos de porra e gemendo rouco com Harry tremendo abaixo de si.
Louis meteu mais duas vezes e saiu de dentro de Harry. Vendo sua porra vazar da grutinha vermelha e sorriu safado para cena. Esfregando sua glande ali para espalhar a porra por toda xotinha. Viu Harry de olhos fechados ofegante e se deitou ao lado dela.
Eles apagaram ali mesmo cansados pela foda. e Harry acordou no outro dia com o pau de Louis na boca mamando gostoso, Louis só sorria com um pensamento que passava na sua cabeça.
Tinha conseguido transformar seu querido amiguinho no seu despejo pessoal de porra.
notinha: atendendo ao meu auto pedido. me perdoem pelos erros que tiver sou cega e desatenta. espero que gostem!!!đ« Se nĂŁo gostarem, guardem pra vcsđ sofri mt pra terminar isso. Piadas a parte, queria saber se vcs gostariam que eu mudasse algo na forma que escrevo, glr, pq as vezes sinto que sou detalhista demais e acaba matando o clima.
Sinopse: Quando Enzo contrata uma babĂĄ nova nĂŁo esperava que iria encontrar uma nova companhia para vida. â
Quando sua amiga disse que um tio muito ocupado tinha uma bebĂȘ de 5 meses que precisava de uma babĂĄ urgentemente com pagamento muito bom, seus ouvidos nĂŁo podiam acreditar na oferta. Aceitou na hora, mas nĂŁo esperava que o seu chefe fosse ser uma... distração.
Agora, vocĂȘ estava ninando a garotinha de 9 meses, ou melhor, tentando, porque ela estava super agitada com o fato que o pai tinha viajado hĂĄ 3 dias e chegava agora de noite. Mesmo que a mĂŁe nĂŁo estivesse mais na vida dela, vocĂȘ nunca viu uma garotinha dessa idade ser tĂŁo apegada ao pai. Seu emprego era o melhor do mundo na sua opiniĂŁo, nĂŁo sĂł pela criança calminha e pagamento mais do que suficiente, mas sim pelo homem encantador que era o seu chefe. Ele era tĂŁo charmoso. Quando o viu pela primeira vez, sentiu seu interior se revirar e gaguejou ao ver as covinhas naquele sorriso perfeito e a voz dele fez borboletas surgirem no seu estĂŽmago.
Enzo te fazia segurar suspiros quando chegava e passava cada minuto com a filhinha no colo. Mesmo que ela nĂŁo falasse, ele conversava empolgado com a garotinha, ficando cada minuto grudado com ela, que retribuia o uruguaio com sorrisos banguelos e pulinhos no colo dele. Ainda que vocĂȘ estivesse na casa, era ele quem toda noite trocava a roupinha dela e colocava pra dormir, ninando a bebĂȘ nos braços e peitos musculosos. Imaginava como era pressionar seu rosto naquele peitoral e sentir ele te apertando em um abraço.
Quando abre a embalagem, seus olhos se arregalam ao ver um gloss que vocĂȘ desejava hĂĄ muito tempo, mas nunca conseguia comprar. Seu coração deu um pulinho ao pensar como ele era tĂŁo atencioso percebendo coisas tĂŁo sutis.
"Meu deus, eu não sei nem o que dizer." Diz alternando entre olhar para o produto e para ele, que te admira com um sorriso e braços cruzados.
"Obrigada 'tĂĄ de bom tamanho, princesa." Diz com aquela voz grave que fazia arrepios percorreram pelo seu corpo e suas pernas tremerem. Se aproxima mais e pegando sua mĂŁo livre deixando um beijo nos seus dedos, olhando diretamente nos seus olhinhos lindos.
Suas bochechas ardem com o gesto dele, as vezes sentia que ele te olhava como se fosse te devorar.
"Obrigada mesmo, sinto que meus lĂĄbios estĂŁo rachados igual asfalto" Diz rindo ao se sentir mais bonita com a corzinha a mais nos seus lĂĄbios.
Enzo ri junto com vocĂȘ se aproximando ainda mais para ver todos os detalhes do seu rostinho, e honestamente ama quando vocĂȘ baixa a guarda pra fazer piadinhas com ele.
NĂŁo resistindo a tentação dos seus lĂĄbios carnudos brilhantes com o gloss, abaixou a cabeça na sua direção, colando os lĂĄbios nos seus gemendo baixinho ao sentir a maciez e gostinho do batom, mas seu corpo gelou ao sentir vocĂȘ soltar um arfar e ficar totalmente tensa sem movimentar os lĂĄbios de volta. Se afastou bruscamente, passando a mĂŁo pelos cabelos envergonhado demais por ter deixado vocĂȘs nessa situação, começou a murmurar desculpas rapidamente enquanto vocĂȘ olhava perdida pra ele com olhos gigantes.
Enzo sentiu seu pau ficando duro sĂł de pensar em ser o primeiro a te corromper. Finalmente entendia porque as vezes vocĂȘ ficava tĂŁo sem jeito perto dele, desconfiava que fosse virgem, mas isso era melhor ainda. Embora ficasse surpreso que uma mulher linda e da sua idade ainda fosse tĂŁo pura, poderia te ensinar tudo e aproveitar esse momento de descobertas contigo.
"Oh bebita, vamos fazer assim, vocĂȘ copia o que eu fizer com meus lĂĄbios, tĂĄ?" Aproximou o rosto do seu, te fazendo sentir a respiração quente dele bater contra a sua bochecha. VocĂȘ nĂŁo conseguia desviar os olhos dos dele, que miravam intensamente seus lĂĄbios entreabertos.
"devagarinho, ok" diz se afastando um pouco enquanto um filete de saliva unia os lĂĄbios de vocĂȘs. Assente desesperada, sĂł querendo que ele nunca parasse.
O mais alto inclinou mais o rosto pra encaixar melhor o nariz avantajado na sua bochecha e passou a te beijar com mais intensidade. Ele passeava a lĂngua pelos seus lĂĄbios, as vezes penetrando sua boca com o mĂșsculo, te fazendo soltar gemidos suaves contra os lĂĄbios carnudos.
Ele te engolia nos braços dele, pressionando seu corpo inteiro no dele fazendo vocĂȘ arfar com o calor do abraço. Suas mĂŁos nĂŁo conseguiam se conter, tocando o mĂĄximo de pele que alcançavam e, por fim, pararam nos cabelos sedosos.
"Posso?" Perguntou tonta pelos beijos e brincando com o botĂŁo da camisa dele.
O coração do moreno acelera com o seu jeitinho doce, era como um sonho virando realidade te ter nos braços dele implorando para tocĂĄ-lo. EntĂŁo, direcionou uma mĂŁo para apertar sua bunda e sorri malicioso com o pulo que vocĂȘ dĂĄ.
"Faz o que vocĂȘ quiser, gatita"
Seus dedos desfazem aceleradamente os botĂ”es da camisa, as mĂŁos dele passeiam pelo seu corpo parando para apertar certos lugares. Ao terminar, vocĂȘ passa as mĂŁos pelo peito e abdĂŽmen tornoeado, a pele dele era tĂŁo quente e macia que fazia arrepios surgirem no seu corpo. As mĂŁos de Enzo param nos seus quadris e puxa o cĂłs da sua bermuda, te olhando para procurar algum desconforto e quando vocĂȘ assente desesperada, ele desata o lacinho da sua roupa.
Enzo retira a prĂłpria camisa, logo em seguida se ajoelha para remover o seu short e ficar cara a cara com a sua calcinha rosa de algodĂŁo. Ele morde os lĂĄbios ao ver uma mancha com a sua umidade no tecido fino.
"Quero te provar, muñequita... VocĂȘ deixa, hum?" Diz aproximando o nariz avantajado para roçar levemente as dobrinhas e inspirar o aroma intoxicante, suas pernas fraquejam fazendo ele ter que segurar seus quadris.
Ele esconde um sorriso convencido com a sua reação e dĂĄ uma lambida singela por cima do pano quando vocĂȘ acena hesitante com a cabeça.
"NĂŁo, nĂŁo. Eu quero palavras, lindinha." Fala se levantando para tocar as laterais do seu rosto, te fazendo suspirar frustada. "Quero saber exatamente o que vocĂȘ quer que eu faça."
Os olhos castanhos pareciam te hipnotizar. Deveria ser um crime ser tĂŁo lindo assim. Observa com olhinhos brilhantes a forma que a franja dos cabelos lisos caiam suavemente no rosto maduro e com algumas ruguinhas, aquela boca pecaminosa que te deixava louca sĂł por dizer todas aquelas coisas sĂłrdidas e o nariz avantajado que tornava o rosto dele autĂȘntico. SĂł de admirar a beleza dele sua intimidade gotejava.
Ele faz um biquinho zombeteiro quando vocĂȘ demora muito para responder, voltando a unir seus lĂĄbios te dando um selinho na boca entreaberta.
"Jå 'tå ficando burrinha só com beijinhos, amorcito?" Pergunta apertando suas bochechas. "Se quiser que eu faça algo mais vai ter que pedir."
"Eu quero que vocĂȘ me beije... lĂĄ embaixo." Diz com o rosto corado e se esforçando para continuar encarando ele.
"Lå embaixo onde?" Questiona inclinando a cabeça, se fazendo de desentendido e passando as mãos pelos seus peitos. "Aqui?" Quando responde não, ele desce mais tocando a sua vulva por cima da calcinha. "Aqui então, gatita?"
"M-mais embaixo." Gagueja ao sentir os dedos grandes na regiĂŁo sensĂvel.
"Ah." Exagera ao fingir surpresa afastando sua calcinha e tocando sua pele encharcada enquanto vocĂȘ geme apoiando as mĂŁos nos ombros dele. "VocĂȘ quer que eu beije a sua bucetinha apertada?."
"Sim, papi." Diz com finalmente criando coragem para tentar torturar ele de volta.
"Quer saber um segredinho? Eu sempre quis te lamber todinha." Sussurra no seu ouvido depois de se esfregar no seu colo como um gato manhoso.
Ao ver sua carinha ansiosa e mordendo seu lĂĄbio inferior de excitação, Enzo passa a lĂngua pela sua fendinha saboreando o seu melzinho, ele coloca suas pernas nos ombros e pressiona o rosto inteiro contra a sua buceta encharcada. Lambia habilidosamente com a lĂngua molinha os lĂĄbios pequenos, de vez em quando tocando seu clitĂłris de leve. Alternava entre te lamber e esfregar o nariz e lĂĄbios carnudos nas suas dobrinhas.
VocĂȘ aperta uma mĂŁo contra a sua boca para nĂŁo soltar gemidos altos e penteia os fios morenos com a outra. Enzo foca no seu grelinho, acariciando com a ponta da lĂngua e logo depois mamando o pontinho inchado. Sua buceta pulsa com a estimulação intensa, te deixando louca para gritar conforme o clĂmax se aproximava. Percebendo a forma que vocĂȘ ficava mais ofegante, o mais velho foca em te pentrar com a lĂngua endurecida e friccionar seu clitĂłris com a ponta do nariz. Suas coxas tremem na mesma hora que vocĂȘ deixa escapar uma sequĂȘncia de suspiros com o nome dele, a sua entradinha vazando mais lĂquidos transparentes diretamente na boca do uruguaio que gemia com o seu orgasmo.
"Vamos vou te levar para o quarto, mi corazĂłn." Fala te prgando pelas axilar e te carregando para o corredor.
Ao chegarem no quarto luxuoso dele, Enzo se livra da sua blusa e do seu sutiĂŁ, assim como resto da prĂłpria roupa. Apaga as luzes, deixando o ambiente iluminado apenas pelo abajur da cabeceira.
Quando se sente mais relaxada com os elogios dele e o prazer sobressai o desconforto, pede para ele começar a se mexer. Enzo te fode devagarinho, botando tudo e tirando, apreciando com gemidos o seu aperto ao redor dele, era tĂŁo apertada e quente que ele acelera sem notar quando vocĂȘ suspira o nome dele com um palavrĂŁo. Revirava os olhos com a estimulação intensa, nunca sentindo algo tĂŁo prazeroso quanto ele metendo em vocĂȘ.
"Falta eu dar atenção para esses dois aqui, bebita." Enzo diz ao tocar os seus peitos que saltavam com o impulso das estocadas dele.
O moreno aperta a carne e abaixa a cabeça para chupar os biquinhos, lambendo e sugando a carne, abafando os grunhidos na sua pele. Enzo ondula os quadris, sabendo que não iria durar muito com a sua buceta se contraindo tanto e seus peitos na boca dele.
Quando o pau grosso pulsa perto de gozar, Enzo descansa a face no meio dos seus peitos, babando levemente e esfrega seu clitĂłris em cĂrculos.
"Que tal eu te encher de porra e te dar um bebezinho sĂł nosso, hm?" Diz beijando seu corpo e te fodendo mais forte, com certeza vocĂȘ estaria dolorida na manhĂŁ seguinte.
Ele se deita de costas na cama, te puxando junto. VocĂȘ se aconchega no biceps musculoso e desenha cĂrculos no abdĂŽmen dele enquanto ele acaricia seus cabelos te dizendo como era linda e perguntando se estava tudo bem.
"A partir de hoje vocĂȘ dorme aqui." Diz te dando um beijinho na testa e te abraçando contra o peito dele.
» wn: atendendo a esse pedido da diva laurinha @geniousbh đ era pra ser sĂł um blurb mas eu estou 100% pipezada das ideias entĂŁo me empolguei kkkkk. recomendo que ouçam âbagsâ da clairo e âtouch tankâ da quinnie, sĂŁo mĂșsicas que eu ouvi enquanto escrevia e elas passam a vibe de friends to lovers retratada nesse one shot! espero que gostem, lindas đâš
Depois de tomar um banho e vestir as roupas masculinas, se deparou com seu amigo jĂĄ deitado na cama, que nĂŁo conteve um sorriso ao ver como suas roupas ficavam grandes em vocĂȘ. âTĂĄ parecendo um homenzinhoâ, ele brincou, e ficou feliz ao ver vocĂȘ sorrindo pela primeira vez hoje, finalmente. VocĂȘ se aconchegou ao lado dele, estavam deitados cara a cara com o outro, conversando baixinho, como se nĂŁo fossem sĂł vocĂȘs dois na casa. VocĂȘ novamente desabafou com o amigo, disse que se sentia boba. Ele tomou as suas mĂŁos na dele, fazendo carinho com o polegar no lugar.
â VocĂȘ tĂĄ muito duro, Pipe. â Ao ouvir isso, Felipe afastou sua perna da regiĂŁo, fechou os olhinhos e tentou segurar um riso, falhou. Colocou a mĂŁo no rosto vermelho, sĂł te fazendo sorrir mais.
â Tenho, Pipe. â VocĂȘ disse, e ele lentamente colocou o corpo sobre o seu, com um sorriso gigante no rosto. Te beijava com as duas mĂŁos na sua nuca, descendo uma para sua cintura, fazendo carinho ali por baixo da blusa dele. â Eu quero isso desde que eu tinha dezesseis anos. â VocĂȘ admitiu entre beijos.
Depois de um tempinho parado, se acostumou com a sensação dele te alargando, e disse baixinho que ele podia voltar a mexer. Movia os quadris lentamente, entrando cada vez mais em vocĂȘ, devagarinho, atento ao seu rostinho. âFoi tudo, amorâ, ele disse no seu ouvido, se mexia lentamente, afastando os quadris e logo depois encostando a virilha na sua, molhando a dele. Beijou sua boca enquanto te fodia devagarinho, vocĂȘ gemia dentro dela, agarrando os cabelos dele, ainda sentia um pouco de dor, mas logo ela se transformou em prazer. âQue gostoso, PipeâŠâ, sua reação fez ele gemer contra seu pescoço, estava com o rosto afundado ali. Pegou sua coxa e apertou, descendo a mĂŁo para sua bunda, apertando novamente. O quarto era preenchido pelos gemidos de vocĂȘs dois e o barulho molhado dele entrando e saindo de vocĂȘ. A mĂŁo grande parou na sua nuca, a boca dele encontrou a sua, te beijando novamente, ocasionalmente gemendo dentro dela, misturando os gemidos graves com os seus. NĂŁo se afastou dos seus lĂĄbios enquanto te fodia.
â Que buceta gostosa⊠TĂĄ me apertando⊠NĂŁo vou durar muito assim, porra⊠â Ele disse ofegante e entre gemidos com os lĂĄbios pertinhos do seu, te fazendo gemer com o jeito que ele te preenchia.
ApĂłs esses meses solteira, jurando iniciar seu processo de auto conhecimento, Styles caiu no encanto do ser mais cafajeste de todo o campus universitĂĄrio: Louis Tomlinson. Tudo começou com eles sendo dupla em um trabalho de biologia â o destino que escolheu, Harry nĂŁo tinha desejos por Tomlinson, parceiro de time do seu ex. ApĂłs alguns encontros para estudar a sĂłs, os dois deixaram os livros de lado e passaram a estudar anatomia nos prĂłprios corpos e desde entĂŁo eles estavam ficando casualmente, contrariando todos os princĂpios e processo de autoconhecimento estabelecidos por Harry.
Entro em casa acendendo as luzes e percebo que nĂŁo hĂĄ uma alma viva, fora a minha. Me lembro que a minha amiga comentou que iria ao jogo hoje. SerĂĄ que jĂĄ acabou? O time ganhou? Louis estĂĄ feliz?
âEi, Sara! Ta aonde?â digo apĂłs ela atender no terceiro toque.
âOi, amiga! JĂĄ chegou do estĂĄgio? Estou aqui no pub perto do campus. Vem pra cĂĄ!â grita por cima da mĂșsica barulhenta de fundo.
âEstou um pouco cansada, nĂŁo sei se vou. Quem estĂĄ aĂ?â pergunto como quem nĂŁo quer nada.
âOs meninos do time, lĂderes de torcida e algumas pessoas de fora.â ela diz em meio ao barulho.
âO time todo? Tipo Zayn e o resto?â tento arrancar alguma coisa. Se Louis nĂŁo estiver lĂĄ nĂŁo me interesso em ir.
âQuase todo.â ela diz fazendo uma pausa. âZayn, Henri e Chris estĂŁo me desafiando para um beer pong. Jude, Zak e Justin jogam sinuca. As meninas estĂŁo dançando.â sinto pena de fazer esse interrogatĂłrio com minha amiga quando ela grita mais uma vez por cima da mĂșsica para conseguir ser ouvida, mas preciso saber de Louis. Preciso mesmo? Ou sĂł me sinto insegura? TĂĄ, nĂŁo importa. Quero saber.
Eu sei que estou bancando a namorada controladora, mas nĂŁo posso evitar. Ainda mais quando ela nĂŁo cita o nome dele.
âSĂł esses estĂŁo aĂ? O capitĂŁo do time nĂŁo foi?â tento soar casual. Merda! essa palavra estĂĄ sendo muito usada no meu vocabulĂĄrio.
âVocĂȘ acha que ele perderia uma festa? TĂĄ sentado no sofĂĄ com uma loira doida pra pular no colo deleâ ela fala rindo sem nem imaginar a raiva que subiu pelo meu corpo. âAmiga, nĂŁo consigo passar o relatĂłrio completo de quem tĂĄ aqui, mas relaxa, o merda do Aaron nĂŁo estĂĄ. Vem logo. Beijo!â rio com a breve menção do meu ex, mal sabendo ela que eu jĂĄ me esqueci da existĂȘncia dele.
Meu sobretudo me aquece e esconde a roupa escolhida, enquanto aproximo da porta do bar, repasso meu plano de ação. Dois alunos saem, e fico satisfeita quando ambos param para dar uma conferida em mim. RĂĄ. E isso porque a aprovação deles se baseou unicamente na minha maquiagem e no cabelo âme comaâ. Provavelmente estariam salivando se vissem o que hĂĄ debaixo do meu casaco.
Antes de entrar definitivamente, enviei uma mensagem a Sara avisando que cheguei e ela responde que estĂĄ na sinuca. Inspirando fundo, ando em direção a ela abrindo caminho em meio Ă multidĂŁo. A mĂșsica vibra no chĂŁo sob meu coturno, Ă medida que passo pelas mesas Ă esquerda e sigo em direção ao corredor que liga o salĂŁo principal Ă sala de jogos. Tem mais uma meia dĂșzia de mesas baixas e altas nessa parte do bar. Vejo minha melhor amiga imediatamente. EstĂĄ conversando com Chris e Zak, enquanto Zayn, seu namorado, contorna uma das mesas verdes segurando um taco de bilhar. Com uma garrafa de cerveja na mĂŁo, Algumas pessoas assistem ao redor da mesa a disputa de Zayn e Jude.
Sorrio, timidamente. âNada especial, sĂł quis me sentir bonita.â
Sara suspira. âAmiga, vocĂȘ tĂĄ mais do que bonita. Acho que todos os homens do bar estĂŁo te olhando.â Dou de ombros. SĂł estou preocupada com um olhar em particular. SerĂĄ que Louis jĂĄ reparou em mim?
âE aĂ, como foi o jogo?â, pergunto a Justin mudando de assunto. âGanhamos!â âLegal. VocĂȘs merecem.â Por ter namorado um jogador, ter uma melhor amiga que namora um jogador e ter um caso com o capitĂŁo do time sei que eles estavam se esforçando muito para conseguir mais vitĂłrias. Louis me confidenciou algumas vezes como estava chateado com as derrotas no inĂcio do ano.
Ele faz cara de quem nĂŁo entendeu. âAhn?â Aceno com a cabeça na direção da loira, que estĂĄ nos avaliando com visĂvel suspeita. NĂŁo acredito que Louis ainda tem a ousadia de agir como se nĂŁo a conhecesse. Acabei de ver os dois conversando.
âAhâ, responde ele. âTracy? Tiffany? NĂŁo perguntei o nome.â Claro que nĂŁo, ele nĂŁo se interessa por nomes.
De repente, sinto uma mĂŁo segurar meu braço seguido de um calor em minhas costas. Os lĂĄbios de Louis roçam o meu ouvido, e ele diz rĂspido: âSe veio aqui pra me provocar, tĂĄ funcionando.â Abusado. Fecho a cara. Giro o corpo e o encaro de frente.
âUm fitzgerald, por favor.â JĂĄ que estou aqui, irei aproveitar, porque... por que nĂŁo? Posso muito bem seguir adiante com a imagem que criei. Trouxe uma bolsinha de festa preta, mas quando abro para pegar o dinheiro surgem trĂȘs mĂŁos diferentes brandindo notas de vinte dĂłlares no ar. âPode deixarâŠâ âEu pagoâŠâ âDeixa eu te pagar uma bebidaâŠâ
âDeixa comigoâ, diz, bruscamente. EntĂŁo encara meus outros pretendentes, que desviam os olhares.
âVai fazer xixi em mim agora para marcar territĂłrio?â, chio para ele. Seus olhos se acendem. âNĂŁo sei⊠deveria? NĂŁo estou te reconhecendo, Harry.â
âEstou normal.â Pego a bebida que o barman me oferece e me afasto depressa do bar. Louis continua em meu encalço, entĂŁo ando mais rĂĄpido, e, quando nos aproximamos de nossos amigos mais uma vez, respiro, aliviada. Certo. Agora ele nĂŁo pode mais ficar enchendo o saco com perguntas.
A tal Tessa não demora a se juntar a nós, e me sinto mais tensa quando envolve suas garras no antebraço nu de Louis. Os braços dele estão perfeitamente à mostra nesta na regata preta, meio cavada, que usa. Os mesmos braços que estavam me prendendo contra a cama na outra noite, quando ele estava se movendo dentro de mim.
Aliås, só para constar, ele não parece muito interessado nela. Checo algumas vezes e em todas ele estå dando atenção ao celular enquanto ela fala igual uma matraca.
Sigo em frente, em direção Ă saĂda de emergĂȘncia. JĂĄ saĂ por aqui antes, entĂŁo nĂŁo imagino que o alarme vĂĄ disparar, e nĂŁo dispara. Assim que alcanço o beco nos fundos do pub, o ar frio envolve minhas pernas e braços nus. Visto o casaco depressa, no mesmo instante em que a porta se abre e Louis passa por ela.
âO que estĂĄ fazendo aqui?â, pergunto a ele. Ele expande as narinas puxando o ar. âQuero conversar.â
âTĂŽ indo pra casa.â digo seca.
Me atrapalho com o fecho da bolsa. Preciso chamar um uber e avisar Sara que jĂĄ fui. Louis toma a bolsa da minha mĂŁo, com um palavrĂŁo irritado. âQuer devolver a minha bolsa?â, exijo.
âNĂŁo combinamos de ser exclusivos, combinamos?â Sinto o rosto esquentar. Que Ăłdio. Ădio dele. Ădio de mim, por ter dado a ele o poder de me fazer sentir tĂŁo⊠tĂŁo⊠Deus, nem sei como estou me sentindo agora.
âNĂŁo, Louis. Mas eu achei que vocĂȘ nĂŁo seria tĂŁo cafajeste. Me enganei, esqueci com quem estava ficandoâ digo de uma vez sentindo meu olho lacrimejar por estar mostrando vulnerabilidade a um canalha.
âĂ, faleiâ, retruca ele, âporque ao contrĂĄrio do que vocĂȘ acredita, nĂŁo sou um cafajeste babaca. Eu sĂł nĂŁo te chamei hoje porque nĂŁo conversamos, imaginei que estaria cansada.â
Uma sensação de impotĂȘncia invade minha garganta, porque nĂŁo tenho um bom motivo. Ele foi quem me salvou nesses meses ruins, me livrou de voltar para um relacionamento falido, me distraiu e cuidou de mim nos dias de exaustĂŁo. Dito em voz alta, isso soaria louco. Mas me conheço. Posso me ver caindo na armadilha do namorado, e preciso sair dela antes que a coisa se feche e estraçalhe meu pobre coração impotente.
âVocĂȘ tĂĄ dizendo que nĂŁo se sente mais atraĂda por mim? Ă isso?â
âMas nada.â Ele se aproxima, e minha respiração fica presa nos meus pulmĂ”es. Seus olhos estĂŁo ardendo, suas feiçÔes, torcidas num olhar feroz. Nunca vi Louis irritado antes. Ele fica incrivelmente mais gostoso.
âVocĂȘ ouviu que eu estava no bar com outra garota e ficou com ciĂșme. Acertei?â Cerro os dentes. âE aĂ ficou apavorada porque teve ciĂșme, nĂŁo foi isso? Continuo no caminho certo?â Fico em silĂȘncio, e ele prende meu queixo com a mĂŁo. âO que tĂĄ se passando nessa sua cabecinha linda? Acha que isso significa que vocĂȘ vai se apaixonar por mim? Que, porque me quer sĂł para vocĂȘ, vamos ser exclusivos, casar e ter filhos?â Seu tom zombeteiro me irrita.
âDeixa de ser idiota.â Ele me ignora.
âBem, isso nĂŁo significa nada, gata. VocĂȘ ficou com ciĂșme. Grande coisa. Tem noção do ciĂșme que eu tĂŽ sentindo agora? Acha que gosto de ver todos os homens do bar babando nos seus peitos e enfiando a mĂŁo no bolso para reorganizar a ereção que vocĂȘ provocou aparecendo aqui vestida assim? Quero arrancar fora os olhos deles sĂł de terem olhado pra vocĂȘ.â Ergo o rosto para ele, surpresa.
âVerdadeâ, Louis me diz. âMas eu tĂŽ perdendo a cabeça por causa disso? NĂŁo, porque isso nĂŁo significa nada. SĂł que a gente ainda fica excitado um com o outro.â Ele enfia a coxa entre as minhas pernas, se esfregando em mim de forma que posso sentir sua ereção.
âTudo bem. NĂŁo precisa responder. Sei que ainda te excito.â Seus lĂĄbios tocam minha orelha, provocando uma onda de arrepios. âSe eu enfiar a mĂŁo debaixo dessa saia agora, nĂłs dois sabemos o que vou descobrir. Que a sua boceta tĂĄ mais molhada do que nunca.â NĂŁo consigo respirar. O ar sumiu totalmente. Louis estĂĄ roubando todo ele com suas provocaçÔes. E suas mĂŁos estĂŁo despindo meu casaco dos ombros. Fico imĂłvel, fascinada demais pelo brilho de seus olhos azuis. Ele deixa meu casaco cair na calçada suja, em seguida levanta a minha saia e me segura por entre as pernas.
âQue tal dar um show completo? Quer que eu te coma aqui, contra a parede?â Minha visĂŁo fica embaçada. Seus olhos estĂŁo brilhando de desejo inconfundĂvel. Sua mĂŁo livre paira sobre o zĂper da calça. Ele inclina a cabeça, esperando a minha resposta. NĂŁo sei que feitiço esse cara lançou sobre mim, e sei que eu deveria afastar essa mĂŁo. Dizer a ele para deixar a calça fechada e parar de ser babaca. Estamos em pĂșblico. Qualquer um pode nos ver. EntĂŁo por que meu coração estĂĄ batendo ainda mais forte? E por que estou baixando a cabeça para dizer que sim? Vejo um lampejo de aprovação em seus olhos acompanhado de um sorriso ladino, juntamente com uma dose de tesĂŁo pura.
Enfim, to postando tarde msm e jĂĄ aviso que esse cap ta enorme đ«¶
đ§đ»
Harry acordou assustada com o barulho do seu despertador que tinha o som de um grilo. Levantou meio atordoada e ao olhar para o relĂłgio, viu que tinha acordado vinte minutos atrasada para aula e que seu quarto, que ela dividia com suas irmĂŁs mais velhas, jĂĄ estava vazio.
- MamĂŁe e papai vĂŁo brigar comigo de novo - Ela falou se levantando depressa ignorando o corpo dolorido pela mĂĄ noite de sono. - Hmm... - A fadinha fechou seus olhinhos e mordeu os lĂĄbios ao se colocar sentada e sentir sua bucetinha dolorida. Louis havia brincado com ela sem dĂł nenhuma na madrugada passada e por mais que em alguns momentos tenha doĂdo, ela nĂŁo ousou pedir pra ele parar simplesmente porque ela estava amando aquilo.
Harry fechou a porta rapidamente para poder ao menos tomar um banho antes de ir para escola e com uma aparĂȘncia mais aceitĂĄvel. A fadinha ontem apenas chegou e se jogou na cama, nĂŁo fez questĂŁo de trocar de roupa, tirar a maquiagem ou as presilhas de seu cabelo e era por isso que ela estava um desastre agora.
- Hmm Lou... - Ela mordeu o lĂĄbio ao tocar em seu mamilo e lembrar de como Louis judiou deles ontem sem nenhum remorso.
Harry tirou toda sua roupinha e ficou imaginando como seria ter seu corpo todo marcado pelas mĂŁos maravilhosamente fortes de seu humano, Harry nĂŁo podia se esquecer disso, nĂŁo podia esquecer o quĂŁo forte ele era e o quĂŁo possessivamente ele apertava o corpinho minĂșsculo dela.
Seu corpinho estava ficando quente e ela sentia a sensação estranha em sua xotinha de novo e quando pensou em levar seus dedinhos curiosos para lĂĄ, ouviu batidas na porta. Suas asinhas ficaram completamente paradas e seu corpo ficou rĂgido por causa do susto.
- Harry, nĂłs vamos sair em quinze minutos, nĂŁo enrola! - Sua irmĂŁ Cristall era quem estava a apressando.
- Tå bom, Cris, eu só vou me lavar rapidinho e jå desço.
Harry jĂĄ estava em sua escola. Estava cheia de fadinhas, duendes, elfos e por ai vai. A garota por ter se arrumado na pressa, nĂŁo conseguiu se arrumar como gostava de se arrumar normalmente. Sua roupinha hoje era uma de suas sainhas curtas na cor branca e um boddy rosa bebĂȘ de manga longa e gola alta para poder esconder todas as marquinhas do seu humano.
- VocĂȘ parece meio distante hoje, Hazz - Harry estava voando pelos corredores de sua escola enquanto seu amigo a seguia de cima a baixo.
- Eu sei, CĂłllin. Eu sĂł nĂŁo dormi muito bem essa noite - Falou respirando fundo.
Queria sentir a sensação gostosa do homem roçando a barba em seu pescocinho delicado enquanto ele amassa seus peitinhos em suas mãos grossas.
- Que merda - Harry resmungou frustrada abaixando a cabeça sobre a mesa, enquanto sentia sua bucetinha latejar e melar sua calcinha, foi preciso ela cruzar as pernas e verificar se sua saia estava certinha para ela não acabar melando a cadeira, que era feita de cogumelo.
- Harry - A voz grossa soou pela sala e ela se ajeitou rapidamente.
- Sim, professor.
- EstĂĄ distraĂda hoje, normalmente vocĂȘ conversa a aula toda, hoje nem estĂĄ conversando e nem estĂĄ prestando atenção, isso me preocupa - O centauro falou batendo os cascos no chĂŁo e balançando seu longo rabo na sua metade cavalo.
- D-desculpa professor - Harry falou corada vendo as demais fadas na sala olhando para seu rosto. - E-eu vou prestar atenção.
Harry realmente queria que a aula tivesse prendido sua atenção, talvez assim ela parasse de pensar na sua bucetinha que molhava mais e mais toda vez que se lembrava da voz rouca de Louis a chamando de "bichinho", "bonequinha" e "minha fadinha". Ela queria murmurar iritada e rolar os olhos todas as vezes que se lembrava e agora ela queria muito rolar os olhos, mas não por estar pensando no seu humano favorito e sim por Cóllin simplesmente não parar de segui-la.
- Foi por isso que vocĂȘ se atrasou? - Ele indagou.
- Sim - Ela respondeu emburrada.
- Eu percebi que vocĂȘ nĂŁo colocou suas pedrinhas brilhosas e nem suas presilhas coloridas - Ele disse batendo as asas ao lado dela. - Mas para mim vocĂȘ continua linda, uma verdadeira princesa.
- Princesa? Achei que vocĂȘ nem notasse as presilhas no meu cabelo - Ela disse parando em frente ao seu armĂĄrio para guardar seus livros.
- E por que vocĂȘ acha que eu nunca notei? - Ele perguntou com um sorriso.
- Talvez porque vocĂȘ nunca tenha falado nada sobre - Ela respondeu um pouquinho sem paciĂȘncia, queria voltar logo para casa.
Harry estava sozinha em casa agora, suas irmĂŁs e seus pais trabalhavam e ela ainda era a Ășnica que ia somente para a escola, diferente de suas irmĂŁs que duas faziam faculdade e trabalhavam e a outra ainda estava na escola, mas jĂĄ trabalhava.
A fadinha piscou seus olhos meio atordoada e olhou para sua sainha brilhosa, se ajeitou sobre seus joelhos e levantou com delicadeza o tecido que cobria sua intimidade, arregalando seus olhinhos verdes ao ver a enorme mancha em sua calcinha rosa e em seu lençol. Harry ficou atordoada tentando entender o porquĂȘ de estar daquele jeito e foi entĂŁo que a pergunta de Louis sobre ela jĂĄ ter brincado com a sua bucetinha veio em sua mente.
Harry tirou sua mãozinha de sua florzinha para olhar o que era aquele melzinho pegajoso e sua respiração acelerou ao ver sua mão toda meladinha com algo brilhosinho e meio rosado. Ontem a noite estava muito escuro e ela não tem certeza, mas provavelmente era aquele melzinho cintilante que estava melando a mão de Louis enquanto ele brincava com sua florzinha.
Voltou seus dedinhos para lå e fechou os olhinhos apreciando o quão gostoso era brincar sozinha. Involuntåriamente a pequena começou a rebolar sobre sua mão, vendo que aquilo tornava tudo ainda mais gostoso e ao mesmo tempo mais cansativo. Olhou a sua volta procurando algo que pudesse a ajudar e seus olhinhos brilharam ao ver seu travesseiro rosinha no canto da cama. A menina nunca tinha feito o que se passava por sua mente, mas na sua cabecinha aquilo iria dar super certo.
Gemeu manhosa abrindo seus olhinhos e olhou a sujeira que fez em seu travesseiro com um enorme sorriso e nĂŁo vendo a hora de contar aquilo para Louis.
Ali mesmo, Harry inclinou seu corpo para frente voltando a deitar em sua cama e apoiou seu rosto em uma mĂŁo, deixando seu bumbum bem empinando e puxando os lĂĄpis e os cadernos para perto, resolvendo que iria estudar ainda esfregando seu grelinho ali e que sĂł iria limpar tudo assim que terminasse.
A fadinha havia escolhido um vestidinho soltinho verde cheio de flores, ele era curtinho e não tinha alças. Ela o escolheu principalmente porque realçava muito os seus seios e ela havia visto ontem o quanto Louis gostava de seus seios.
Em seu cabelo, colocou uma fita verde escura como bandana e em suas orelhinhas brinquinhos azuis, para combinar com os olhos do seu humano. A maquiagem em seu rosto era bem delicada: uma leve camada de rĂmel, blush, iluminador e nĂŁo se preocupou em passar um gloss, iria sair tudo mesmo. Por Ășltimo, passou o seu melhor perfume, ela jĂĄ estava bem cheirosinha por causa do seu creme corporal de cereja, mas queria ficar perfeita para Louis.
O sol estava começando a se por quando ela conseguiu escapar dos guardas da pequena aldeia para ir de encontro ao homem mais velho. Estava mais tranquila do que na primeira vez, isso porque a floresta ainda estava bem iluminada pelo Sol. Sua ansiedade foi tanta que não quis ir andando para apreciar a beleza do local, nem mesmo para procurar de qual årvore vinha os cantos do passarinhos, algo que era um passa tempo seu. Preferiu ir voando mesmo, assim chegaria mais råpido e mataria aquela ansiedade.
Ao que se aproximava do local onde viu Louis pela Ășltima vez, colocou seus pezinhos descalços no chĂŁo e guardou suas asinhas. Foi andando cautelosa e sentindo o medo de nĂŁo encontrar Louis ali lhe invadir. Foi empurrando a mata densa em sua frente e entĂŁo finalmente chegou na ĂĄrvore em que esteve com Louis a Ășltima vez e seu coração palpitou com a imagem que viu.
- Louis!! - A fadinha gritou correndo para se jogar nos braços do humano e abraçar seu tronco, prensando suas bochechas rosadas ali e sentindo o cheiro que em apenas uma noite, havia lhe deixado viciada.
- Oi boneca - Louis falou rindo baixinho e entĂŁo abraçando a garota de volta. - VocĂȘ me assustou - Suas mĂŁos faziam um leve carinho nas costas da menina.
- Eu senti tanto a sua falta, Lou, tanto - Sua voz saiu abafada contra o corpo alto.
- Quero... - Ele falou meio incerto e viu a menininha se afastar dele lentamente.
Um pequeno brilho surgiu atrĂĄs da garota e asas grandes começaram a aparecer lentamente, como se estivessem ali o tempo todo sĂł que invisĂveis. As asinhas eram em um tom rosa e elas eram meio transparentes, permitindo ver o que tinha atrĂĄs da garota, um leve pozinho brilhoso caiu assim que as asas terminaram de aparecer e sumiram rapidamente, elas batiam pausadamente e de forma lenta, como se nĂŁo quisessem assustar o humano.
- Caralho - Louis falou dando um passo pra trĂĄs. - NĂŁo pode ser real - Seus olhos estavam arregalados, nĂŁo assustados, apenas impressionados, mas Harry nĂŁo percebeu isso.
- Lou! - Ela se aproximou dele escondendo as asas e Louis a olhou ainda com os olhos arregalados. - Não fica com medo de mim - Ela fez um biquinho e Louis ficou perdido entre acalentar a garota com os olhos marejados e em engolir toda aquela informação. - Por favor, Lou - Ela disse com um bico nos låbios e fungando.
- Eu nĂŁo estou com medo de vocĂȘ, princesa - Ele se aproximou de Harry e a tomou em seus braços, ficando com um leve receio de tocar em suas costas e a machucar, as asinhas dela pareciam tĂŁo frĂĄgeis. - SĂł... NĂŁo esperava que vocĂȘ realmente fosse me provar - Ele riu.
- Pode me tocar, Lou. NĂŁo vai me machucar - Ela disse mais calma e sentiu as mĂŁos de Louis passear por suas costas.
- Onde elas estĂŁo? Tipo, como vocĂȘ esconde elas?
- E-eu não sei bem, elas só... Se escondem. Eu não prestei muita atenção na aula de hoje que foi exatamente sobre asas e pozinho mågico.
- Mostra elas pra mim de novo - Ele disse e dessa vez a menina não fe afastou. Louis desceu as mãos para a cintura dela e ficou maravilhado com a imagem das asinhas aparecendo nas costinhas da garota. - Elas são lindas, boneca - Ele falou beijando a cabeça dela e riu ao que as asinhas bateram mais forte em reação ao elogio.
- Obrigada, Lou.
- Então, quer dizer que a minha fadinha não prestou atenção na aula, hm? - Ele levou a mão na bochecha rosada da garota que negava com a cabeça. - E por que não? Ficou conversando novamente?
- NĂŁo, Lou. Eu estava com uma sensação muito estranha e nĂŁo conseguia parar de pensar em vocĂȘ.
- Ă mesmo, bichinho? Vem cĂĄ, me explica direito sobre isso - Louis se sentou no pano estendido sobre o chĂŁo e sorriu ainda surpreso quando Harry deu um leve bater de asas para se aproximar e tomou a iniciativa de sentar em seu colo, com as perninhas dobradas para trĂĄs uma da cada lado das pernas de Louis, assim como estava em seu travesseiro mais cedo.
Louis viu a garotinha abrir o pacote de mashmallows com um sorriso no rosto e aproveitou para pegar o seu cigarro no bolso, colocou o mesmo em seus lĂĄbios e cubriu a pontinha com a outra mĂŁo enquanto o acendia sem tirar os olhos de Harry que batia as asinhas animada.
- EntĂŁo, boneca, me conta porquĂȘ vocĂȘ nĂŁo prestou atenção no que o seu professor estava explicando.
- Senhor? - Ele disse soprando a fumaça novamente. - Eu gostei disso, boneca, vocĂȘ ficou com tesĂŁo o dia todo, eu imagino o quanto essa buceta nĂŁo estĂĄ molhada esperando pra eu foder ela - Ele tragou o cigarro novamente e fechou os olhos apoiando a cabeça no tronco atrĂĄs de si notando uma coisa, notando que sua fadinha estava inquieta em seu colo.
Ele abaixou a cabeça novamente e olhou para a menina corada e em como ela mexia o quadril sutilmente sobre seu colo
- Vamos, me diga o que vocĂȘ fez depois.
- Q-quando eu voltei pra casa eu ainda estava me sentindo... M-me sentindo...
- Excitada.
- Excitada... e ai eu sentei na minha caminha pra tentar estudar, mas eu não consegui, Lou.
- NĂŁo conseguiu, bichinho? - Ele indagou ironicamente.
- Humhum e ai eu lembrei que o senhor tinha perguntado se eu jĂĄ tinha brincado com a minha florzinha e ai eu resolvi testar.
Louis apertou a cintura de Harry e sentiu seu pau começar a endurecer ao ter diversas imagens de sua garota brincando sozinha com a bucetinha.
- Me conta como foi que vocĂȘ brincou.
- E-eu... Eu... - A menina estava cada vez mais inquieta no colo de Louis e parecia nem perceber estar esfregando a xotinha na perna do homem. - Eu coloquei meu travesseiro rosinha entre as minhas pernas e fiquei me esfregando nele... - Louis tirou o saco de mashmallows da mĂŁo da garota e segurou as duas mĂŁos gordinhas com um sĂł e levou sua outra mĂŁo no rostinho corado. - A-ai eu tirei minha roupinha e gemi seu nome e depois eu... Eu meio que...
- VocĂȘ gozou se esfregando no seu travesseiro, putinha?
- Putinha? - Ela perguntou baixinho esfregando seu rosto na mĂŁo ĂĄspera de Louis.
Harry estava tĂŁo imersa com o aperto de Louis que se assustou com o tapa em sua coxa.
- Sou, Lou, eu sou sua putinha hm... - Ela disse se esfregando mais forte contra a perna de Louis. - Lou, eu posso te beijar? Eu quero muito te beijar, por favor?
- Vem cĂĄ e continua se esfregando, eu gosto de ver seu desespero, quero vocĂȘ fazendo igual vocĂȘ fez no seu travesseiro.
- TĂĄ bom, Lou - Ela falou apressada e atacou a boca de Louis no mesmo segundo. Beijando o homem mais velho com urgĂȘncia e gemendo enquanto sentia o atrito gostoso em sua xotinha, a mĂŁo forte de Louis que vez ou outra deixava um tapa em sua coxa e a outra que segurava seu cabelo com força, fazendo o couro cabeludo arder.
Louis notara que a garota jĂĄ nĂŁo estava mais tĂŁo perdida no beijo igual ontem e se encheu de orgulho por ensinar direitinho a menina. Foi subindo sua mĂŁo pela coxa grossa e chegou na calcinha que estava enrolada entre a gordurinha acumulada na cintura e na coxa. Segurou o tecido com suas duas mĂŁos e estourou os dois lados da calcinha e puxou o tecido completamente molhado e o deixou ali de canto.
Louis amou ter a fadinha gemendo muito mais alto depois de estar livre da calcinha. Suas duas mĂŁos estavam por debaixo do vestido da garota e apertavam a bunda gorda com urgĂȘncia, querendo que a menina gemesse mais e mais pela dor.
Por um momento Louis começou a sentir o peso em seu colo diminuir, Harry pareceu ficar mais leve por um segundo. Resolveu então se afastar dos beijos da menina que continou em seu pescoço e sorriu ao ver a velocidade com que as asinhas batiam e o tanto de pozinho que elas soltavam, Harry estava voando sobre seu colo por estar extremamente excitada.
- Desculpa, Lou - Ela disse se afastando de seu pescoço e controlando suas asinhas, voltando a sentar no colo do homem e a passar os braços por seu pescoço. - Eu posso esconder elas se...
- NĂŁo, minha fadinha - Ele disse levando seus lĂĄbios ao pescoço da garota. - Quero que vocĂȘ continue batendo elas, quero ver vocĂȘ se segurando pra nĂŁo voar de tĂŁo excitada que vocĂȘ estĂĄ - Ele segurou o lĂłbulo da orelha da menina e ela se arrepiou.
- Lou...
- Eu quero tanto te usar, bichinho, quero tanto marcar e judiar do seu corpinho.
- Pode me usar, Lou, pode fazer o que vocĂȘ quiser - Ela falou apressada.
- VocĂȘ iria sentir um pouquinho de dor se eu fizesse o que eu quiser - Harry se sentia nas nuvens por ter o prazer de ver aquele sorriso tĂŁo de perto.
- Eu nĂŁo ligo, Lou. Por favor, usa o seu bichinho.
Ela balançou a cabeça positivamente enquanto lågrimas pingavam de seus olhos. Louis novamente tirou a calcinha de sua boca e acariciou seu rosto.
- Cor, princesa?
- V-ver... Verde... Lou, me beija? Por favorzinho?
- Beijo, meu bem - Ele segurou o queixo molhado e tomou os lĂĄbios da menina em um beijo.
- Ahh!!! DĂłi, Lou! - Seu outro mamilo era queimado agora e Louis permanecia a beijando.
- Shhh jå vai passar - Harry voltou a beijå-lo em meio aos soluços altos e as lågrimas intensas que escorriam por sua bochecha.
- Hmmm!! - O cigarro quente tocou sua pele mais algumas vezes, mas agora, por mais que doesse como o inferno, ela nĂŁo queria que parasse.
- Shhh pronto, acabou - Ele deixou um Ășltimo beijo em seus lĂĄbios e colocou a calcinha ali novamente.
Louis ainda a segurava com força contra seu colo, pois no segundo em que ameaçou soltar a cinturinha sentiu a menina voar baixinho.
- Eu vou cuidar de vocĂȘ agora, hm? - Ele se abaixou e foi pincelando a ponta de seu nariz entre os seios vermelhos e com queimaduras do cigarro. A pele da menina estava arrepiada e os espasmos que seu corpo dava fazia o pau de Louis ficar cada vez mais duro. Roçou seus lĂĄbios delicamente pela pele extremamente cheirosa e sentia o peito da garota subir e descer contra seu rosto por conta da respiração acelerada e podia ter certeza que o coraçãozinho da menininha batia tĂŁo rĂĄpido quanto suas asinhas rosas.
Ele foi se aproximando do mamilo machucado e encostou a ponta da lĂngua ali, vendo o seio subir e descer mais rĂĄpido. Brincou com a sua lĂngua ali por alguns segundos e entĂŁo tomou o mamilo em seus lĂĄbios, mamando o peito durinho da garota com vontade e ouvindo os gemidos manhosos.
Enquanto sugava o peito, levou sua outra mĂŁo lentamente para debaixo do vestido da fadinha, sua mĂŁo foi de encontro com a xotinha molhada e Harry soltou um espamo sobre seu colo, tremendo toda e ficando arrepiada.
Louis começou a forçar os dedos dentro da grutinha molhada e sorriu vendo a boquinha se abrir e os olhinhos ficarem arregalados.
- Lou, Lou, Lou... - Ela sussurrava desesperada enquanto Louis apenas sorria e beijava os lĂĄbios dela ou continuava a acariciar seu rosto com a ponta do nariz.
- Caralho, vocĂȘ ta apertando tanto os meus dedos... Porra.
- E-espera um pouquinho... Lou... Ahh... - A sĂșplica de Harry soou completamente ao contrĂĄrio para Louis, pois no momento seguinte a garota sentiu os dedos entrarem com mais velocidade e força em seu interior. - Ahhh Louis!! - As lĂĄgrimas caĂam de seus olhos e Louis se deleitava com os chupĂ”es que deixava em seu pescoço.
- Eu quero vocĂȘ gozando nos meus dedos, quero vocĂȘ deixando eles todos molhados com a porra dessa buceta.
- Calma, Lou ahhh!! - Harry arqueou sobre o corpo de Louis e gritou quando seu orgasmo veio e Louis tirou os dedos de sua florzinha e então começou a deixar tapas fortes em seu clitóris inchadinho.
- Isso meu amor - Ele beijou os lĂĄbios abertos da menina que ainda tremia e chorava.
Assim que a fadinha terminou seu orgasmo relaxou seu corpo e procurou os olhos de Louis, este que a olhava com um grande sorriso satisfeito.
- Boa garota - Ele secou as lågrimas dos olhos inchados da menina e ela forçou-se a sorrir, estava tão cansada e só queria deitar no peitoral de Louis para descansar.
- VocĂȘ vai me soltar agora, Lou? Eu to muito cansada.
- Te soltar? - Ele riu. - Eu nem comecei direito - Louis segurou a cintura da garota e a colocou deitada sobre o pano no chĂŁo com cuidado para nĂŁo machucar as asinhas frĂĄgeis. - Eu quero ver vocĂȘ peladinha pra mim, eu quero abusar de todo o seu corpinho lindo - As mĂŁos do humano seguraram o pano do vestido e em um puxĂŁo rĂĄpido o tecido jĂĄ estava fora do corpo da garota de bochechas coradas. - Abre as pernas - Ele ditou deixando um tapa nas coxas grossas.
Harry abriu as coxas timidamente e gemeu ao receber mais um tapa, suas asinhas batendo contra o chĂŁo e o pozinho se espalhando por toda a parte.
- Abre direito, caralho. VocĂȘ nĂŁo quer ser um bom bichinho pra mim, Harry?
- Quero, Lou, eu quero muito! - Ela disse abrindo as pernas por completo.
- E tem um gosto tĂŁo bom, merda. Eu acho que o gosto dessa xota vai ser o meu novo vĂcio.
Harry sentia a barba rala de Louis arranhar sua pele e a ardĂȘncia que no começo era incĂŽmoda, começou a se tornar prazerosa. Ela erguia o quadril e se empurrava contra o rosto de seu humano toda vez que a lĂngua quente ameaçava entrar em seu buraquinho, e um tapa forte era dado em seu seio quando ela queria fechar as pernas por Louis judiar tanto de seu clitĂłris.
- Oh meu deus... Enfia Louis, por favor... - Seu corpinho estava todo suado e seus cabelos nunca estiveram tĂŁo bagunçados. Suas coxas foram seguradas pelas mĂŁos de Louis e foram posicionadas em seu ombro largo, e entĂŁo o homem enfiou a lĂngua dentro da sua xotinha quente, arrancando um sorriso enorme e um gemido rouco de sua boca.
Enquanto mexia sua cabeça em pura agonia por não poder tocar em Louis, viu o quanto suas asinhas estavam agitadas e o chão tomado por seu pozinho.
- Continua Lou! Ahhh! Chupa a minha xotinha.
- TĂĄ gostoso boneca?
- TĂĄ, Lou. TĂĄ tĂŁo gostoso, deixa eu me esfregar em vocĂȘ? Por favor, nĂŁo afasta seu rosto hmm...
- Pois bem, vocĂȘ vai sentar na minha cara e vai gozar que nem uma vadiazinha na minha lĂngua, entendeu?
- Sim, Sim!
O humano então ajudou a fadinha a se sentar em seu colo e abraçou uma das pernas dela para que ela permanece sentada.
- Lou, me solta, por favor? Eu quero tocar em vocĂȘ.
- NĂŁo, minha putinha, enquanto eu estiver usando vocĂȘ, vocĂȘ vai ficar presa igual uma cachorrinha e depois que eu terminar de fazer o que eu quero fazer vocĂȘ vai poder me tocar. Agora vamos logo, começa a esfregar essa xota na minha cara, eu quero chupar todo esse melzinho.
- VocĂȘ ta me comendo tĂŁo bem - Ela sussurrava olhando para baixo, suas coxas vermelhas e suadas, e sua bucetinha passando bem encima da boca de Louis. Aquela visĂŁo a fez chorar mais por conta do orgasmo forte que a invadiu e que fez uso de toda a energia que havia sobrado em seu corpinho.
Harry sentiu-se zonza e teve certeza que iria cair em questĂŁo de segundos, mas seu humano foi muito mais rĂĄpido em segurar seu corpinho mole.
A menina estava de quatro agora, seus bracinhos ainda estavam presos para trĂĄs e doiam como o inferno, mas ela nĂŁo pediu para soltar novamente. Por estar sem apoio, seu rosto e seu seio estavam diretos sobre o pano no chĂŁo gelado. O vento batia contra sua grutinha que estava enxarcada e ela sentia o vento judiar de seu corpo.
- Gostosa - O mais velho disse e riu quando deixou um tapa na bunda que oscilou e mais pozinho saiu das asinhas que estavam mais calmas agora.
A menina olhava para trås tentando entender o que o seu humano iria fazer, ele estava tirando a cinta de sua calça e segurando em uma mão só, e antes que ela questionasse o que ele estava planejando, uma dor forte e ardida foi de encontro a sua bunda. Louis a bateu com a cinta quatro vezes seguidas antes de dar uma pausa para apreciar os gritos da garota.
- Meu anjinho, eu por acaso jĂĄ lhe contei quantos anos eu tenho?
- NĂŁo, Lou! - Falou desesperada e se assustou quando a mĂŁo de Louis se aproximou se seu rabinho machucado, mas o homem apenas lhe fez um carinho.
- Eu tenho trinta e nove.
- Ahhh para, Lou! - Louis se afastou ao deixar um tapa ali e riu baixinho arrumando a cinta em sua mĂŁo.
- Eu nĂŁo quero, Lou, dĂłi muito - Ela disse fungando enquanto olhava para cima.
- VocĂȘ nĂŁo quer, bichinho? Mas eu acabei de te elogiar - Ele falou com uma falsa chateação.
- T-ta bom, t-ta bom, eu sou seu bichinho, pode machucar meu bumbum - Ela mordeu os lĂĄbios vermelhinhos e Louis achou a cena adorĂĄvel.
- VocĂȘ se lembra da sua palavra de segurança, certo?
- Sim, Lou. Eu lembro.
- Ătimo, comece a contar - O som rasgado da cinta de couro se chocando contra a pele leitosa da fadinha soou seguido do grito choroso da menina. - Vamos, sua puta!
- U-um... Um, Lou. Ahhh!!!
Novamente a cinta bateu e o homem sentia seu pau fisgar por ver o quanto a bunda da menina balançava com os golpes.
- D-dois!!
- Oh minha cachorrinha, vocĂȘ tem um rabinho tĂŁo gostoso, eu estou louco para comer vocĂȘ.
- Dez ahhh!!!
- Quinze!
- Vinte!! Para Lou, por favor! Ta machucando muito o meu bumbum, Lou!!
- Ahhh!! Trinta e nove! - A gorota caiu para o lado chorando e assistiu Louis jogar o cinto no chĂŁo com um sorriso no rosto.
Louis por sua vez, se colocou por trås de Harry e a ajeitou de quatro novamente, deixando um tapa no rabinho machucado com vergÔes em um vermelho escuro. As asinhas as garota bateram em ansiedade vendo o homem abrir a a calça e colocar seu membro pra fora.
- Lou, vai doer? - Ela perguntou com os olhos arregalados. - Ă muito grande e grosso, mais me machucar.
- T-ta bom - Ela fungou e sentiu a cabecinha quente do pĂȘnis de seu humano lhe tocando.
Louis não quis ficar de joelhos, apenas se abaixou o suficiente para poder empalar a bucetinha gostosa da garota. Bateu seu pau ali algumas vezes gostando do barulhinho molhado e roçou a cabecinha sobre o clitóris da menina que balançou o rabinho em puro prazer e forçou lentamente para dentro da fadinha, entretanto, Harry estava muito molhada e seu pau entrou de uma vez dentro da garota, fazendo ela se alargar a força pra aguentar todo o pau do homem.
- Ahhh!!
- Porra! - Ele gemeu com o aperto da menina em seu pau e respirou fundo para nĂŁo gozar, seu pau estava muito sensĂvel e ele jĂĄ estava segurando o orgasmo desde que começou a brincar com o corpinho da garota. - TĂĄ tudo bem, bichinho, ta tudo bem. VocĂȘ tĂĄ tĂŁo molhada que meu pau entrou de uma vez, jĂĄ vai passar - Sua mĂŁo foi escorregando pelas costas largas da menina, passou por entre as duas asinhas e agarrou o pescoço da garota, nĂŁo demorando muito a dar a primeira estocada.
- Ahhh - Harry revirou os olhos sorrindo. - Que delĂcia, faz de novo hmmm... - Ainda doĂa, mas ao mesmo tempo era tĂŁo gostoso, Harry estava em uma linha tĂȘnue entre pedir para Louis parar e entre pedir para que ele fosse mais forte.
- Porra, boneca, vocĂȘ tĂĄ empinando tĂŁo bem esse rabinho gostoso - Louis falou com o cigarro entre os lĂĄbios e quando soltou a fadinha para poder tirar o cigarro de sua boca e arrumar seu cabelo que estava em seu rosto, se surpreendeu por ver Harry se foder sozinha em seu pau.
A bunda farta batida com tanta força contra sua pele e o barulho pornogråfico que fazia o deixava morto de tesão. Louis sorriu gostando de ver como a sua menina era necessitada e desesperada para ser fodida.
- Lou... Calma... Ah... TĂĄ muito forte!! - Ela dizia com os olhos fechados e chorando. - VocĂȘ ta me comendo tĂŁo forte, ta doendo!! VocĂȘ estĂĄ fazendo a sua fadinha ficar com a bucetinha toda machucada.
- Meu amor, eu nĂŁo estou fazendo nada - Ele riu. - Ă vocĂȘ quem estĂĄ igual uma cadela no cio se fodendo no meu pau - Sua mĂŁo posou sobre a bunda gostosa da garota e ele tragou o cigarro. - Continua assim, deixa o meu pau comer vocĂȘ bem gostoso pra vocĂȘ ficar com essa xotinha de vadia bem larga. Quero que vocĂȘ volte arrombada para casa.
O mais velho jogou o cigarro no chĂŁo e agarrou o quadril da garota, tomando o controle de volta e a fodendo com raiva.
- Vadia gostosa!
- Louis!! - Harry gritou gozando. Sua bucetinha pulsando e esguichando forte contra Louis foi o suficiente para que ele começasse a encher o grelinho com a sua porra.
- Caralho - Gemeu em um sussurro segurando Harry quieta para que ela nĂŁo saĂsse antes de ficar cheia com o seu esperma.
Assim que terminou, soltou o corpo de Harry e a menininha caiu no chão com as perninhas abertas. Louis se sentou cansado sobre o chão, encostando suas costas no tronco e respirando råpido em busca de fÎlego. Enquanto colocava seu pau para dentro da calça, assistia cansado a grutinha contrair vezes seguidas fazendo sua porra vazar.
- Hm... - Harry gemeu baixinho se encolhendo pelo frio e guardando suas asinhas, estava tĂŁo cansada e nĂŁo sabia se conseguiria voltar para casa voando.
- E-eu... Fui um bom bichinho? - Sua voz saiu chorosa.
- Foi, boneca - Ele tornou a se sentar e tirou o casaco que estava em seu corpo. - Vem, senta aqui comigo.
Harry engatinhou molinha e se sentou de costas entre as pernas de Louis.
- Veste isso, ta frio pra porra aqui - Ele colocou o casaco em torno da menina e a aconchegou contra seu peitoral. - VocĂȘ foi incrĂvel - Ele beijou os cabelos bagunçados da menina e começou a tentar arrumar os cachos destruĂdos da melhor forma que pĂŽde, colocando o laço ali novamente e deixando mais um beijo.
A menina abraçava o prĂłprio corpo enquanto Louis limpava seu rosto com a manga da blusa fina que ele usava. Limpou seus olhinhos inchados sujos de rĂmel e sua boca machucada de tanto morder.
A fadinha ainda sentia sua xotinha latejando e vazando em abundĂąncia, se sentia tĂŁo bem, Louis tinha cuidado dela tĂŁo bem e ainda havia a marcado como dele.
- Lou - Sua voz quebrada saiu e ela levantou a cabecinha para poder olhar o rosto do homem.
- VocĂȘ vai querer me ver de novo? - Ela indagou sorridente.
- Claro - Ele franziu o rosto.
- E o que vocĂȘ fez com a minha calcinha?
- Ta como enfeite na cabeceira da minha cama - Ele pegou o pacote de mashmallows da menininha e entregou em suas mĂŁos. - Toma seus mashmallows.
- Obrigada, Lou. Elas são lindas - Ela disse feliz e começou a comer seus mashmallows enquanto Louis abraçava seu corpinho colocando a mão por dentro do vestido para poder segurar o peito da garota e aproveitava a sensação do cigarro após um orgasmo intenso, de olhos fechados.
Não tenho mais a oportunidade de abraçar sua cinturinha fina e cheirar os cachinhos arrumados, por algum motivo, ela sempre arruma uma desculpa para se afastar quando tento toca-la e me aproximar. Não se deita comigo no sofå para vermos algum filme agarrados por baixo do cobertor, e muito menos me deixa deslizar a mão pela sua coxa enquanto a acomodo do meu lado.
A ideia de gravar vĂdeos Ăntimos surgiu da minha mente ardilosa quando Harry me contou que adorava se gravar enquanto dançava. Com sua voz doce e mansa, ela nĂŁo notou a forma que meu pau endureceu no moletom quando ela disse que estava mais flexĂvel e conseguia abrir mais as pernas.
Eu pensava em como seria enfiar meu pau todinho na sua bucetinha gorda, nos peitinhos gostosos roçando no meu rosto, nos gemidinhos manhosos que ela soltaria. Na forma como ela iria implorar e ronronar no meu colo desesperada por um orgasmo. Eu não seria nada delicado, e eu sei que ela iria gostar.
Porra, eu me lembro bem de como aquela bucetinha pequena era gostosa. No dia que encontrei ela se empinando todinha, toda peladinha e exposta, apenas com aquela toalha minĂșscula que ela usava. Era quase insuportĂĄvel conviver com ela e seu jeito provocante.Â
Na quarta-feira a noite acontece algo que me prova quase tudo que eu estou pensando. Harry saia de um banho quente e demorado, suas bochechas estão coradas, pele avermelhada e vejo que ela esta ofegante e sonolenta. Ela jå esta de pijama, vestindo um conjuntinho rosa. Minha mente traçando possibilidades do que ela poderia estar fazendo dentro daquele banheiro. A observo se dirigir para a cozinha alheia a qualquer coisa ao seu redor. Ela não percebe quando eu me aproximo dela e agarro sua cintura, a fazendo pular de susto e tentar de afastar. Mas eu não deixo, a puxando mais para mim, e abraçando sua cintura.
- L-Lou! - ela morde os lĂĄbios apreensiva e se vira para mim. Suas mĂŁozinhas pousando no meu peito e seus cachos na altura do meu queixo. - V-vocĂȘ me assustou...
- O que vocĂȘ tem, Haz? - Aperto sua cintura de propĂłsito, somente para vĂȘ-la estremecer e morder os lĂĄbios enchidinhos. - Parece que anda vendo o bicho-papĂŁo
Ver ela gaguejar e sorrir nervosa faz a minha mente viajar por tantos cenĂĄrios imprĂłprios. Me sinto um merda por deixar meu olhar escapar pros seus seios gostosos subindo e nascendo na minha frente, por ela estar ofegante. A ideia de que eu posso ter deixado ela molhada me tira o juĂzo.
- SĂł estive pensando... - aproximo nossos rostos e sinto sua pele por cima do pijama queimar no meu toque. - VocĂȘ tem sido uma gatinha tĂŁo manhosa, fiquei preocupado que algo tivesse acontecido. NĂŁo tem nada pra me contar?
Vejo os olhinhos verdes se arregalarem levemente, sua bochecha queimar e pequenas lågrimas se acumularem no canto dos seus olhinhos. Harry nega sutilmente com a cabeça e sua reação só deixa meu pau mais duro na minha cueca.
- N-nao... Lou, não t-tenho. - ela engole seco e eu passo alguns segundos a encarando, me deliciando da sua expressão toda chorosa e dengosa nos meus braços.
- Ătimo, gatinha. Vou ir deitar. - digo por fim, finalmente soltando seu corpo e nĂŁo resisto em apertar suas bochechas antes de ir para o quarto, a deixando sozinha na cozinha.
Por isso, me encontro caminhando pelos corredores do estĂșdio de dança que ela tem aula, indo em direção a sala de ensaio. JĂĄ passa um pouco mais das sete e meia, entĂŁo sei que sua aula jĂĄ acabou e ela provavelmente estĂĄ se trocando.
- Louis! Que surpresa.... - NĂŁo evito um suspiro pesado ao ouvir a voz melodramĂĄtica me chamando e me viro lentamente para encarar a garota parada no batente da porta.
- April. Oi. - Não tento ser agradåvel e nem um pouco educado, sei que Harry não esta por perto para eu ter que me forçar uma simpatia que não tenho.
- Estou procurando a Harry. - digo rĂĄpido e observo seu sorriso mudar para um mais sarcĂĄstico e isso me irrita. - JĂĄ sĂŁo sete e meia.
April me olha um pouco confusa por alguns segundos e depois murmura um som de entendimento e ri baixinho. Me controlo para nĂŁo revirar os olhos e sair andando atrĂĄs da minha gatinha.
- Sim, mas... não teve ensaio hoje, nossa professora precisou se ausentar. - ela diz como se fosse óbvio e balança a cabeça. - Harry não te avisou?
O entendimento cai em mim e fecho os olhos com força.
Harry descobriu.
Estou fodido.
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Sempre pensei na possibilidade de simplesmente contar a Harry tudo que eu sinto por ela. Abrir meu coração e meus sentimentos. Ser totalmente sincero. JĂĄ planejei inĂșmeras vezes como abordar o assunto e comentar sutilmente sobre, mas, todas as vezes que as palavras estavam quase saindo de mim, algo me para.
Sempre que deitamos juntos no sofå, Harry em cima de mim enquanto eu mexo no seus cachinhos bagunçados, e penso que talvez seja a oportunidade perfeita, mas, todas as vezes, nossos olhos se cruzam por alguns segundos e então ela se afasta com alguma desculpa de que precisa ir ao banheiro ou buscar ågua. Depois de todas as tentativas falhas de demonstrar meus sentimentos, eu coloquei na minha cabeça que talvez Harry não tenha tanto interesse em mim, então eu tentei seguir em frente. Mas claro, isso nunca deu certo. Nem mesmo todas as garotas iguais a Harry que existem no mundo, poderiam se igualar a minha Harry. A minha gatinha.
A medida que me aproximo da porta eu checo os bolsos da minha jaqueta e solto o ar pela boca ao perceber que esqueci a chave. Mesmo com os meus pensamentos sobre Harry, meus vĂdeos e ela excitada ainda claros em minha mente, eu pego o celular e mando uma mensagem perguntando se ela esta em casa. Bato algumas vezes na porta e sem resposta, aguardo alguns minutos.
Sem paciĂȘncia e ansioso para encontrĂĄ-la agora que sei seu segredinho, disco seu nĂșmero e escuto chamar algumas vezes. Na terceira, ela atende e eu posso jurar sentir meu pau endurecer sĂł de ouvir a voz dela.
- Lou? - ela suspira audivelmente na ligação e sua voz sai fraca.
- Gatinha, onde vocĂȘ tĂĄ? - questiono e ouço ela se mexer do outro lado da linha.
- Ahn... E-em casa. Por que?
- Pode vir abrir a porta pra mim? Eu esqueci minhas chaves.
Ouço um suspiro surpreso e ela murmura algo apressada e desliga. Mais alguns segundos e porta se abre revelando a imagem mais pecaminosa da minha vida. Harry estå vestindo mais um dos seus pijaminhas que me deixam maluco; um shorts curtinho rosa e uma blusa de botão branca marcando o biquinho dos seus peitos subindo e descendo a medida que eu percebo que ela esta ofegante. Minha menta då um estalo ao constatar o que ela fazia sozinha no quarto. Seus cachos bagunçados e bochechas rosadas só reforçam minha teoria.
- NĂŁo me ouviu bater, gatinha? - questiono quando entro fechando e trancando a porta atrĂĄs de mim.
Observo a minha gatinha tentar ajeitar os cabelos para trås e cruzar os braços enquanto suspira com os låbios vermelhos.
- Louis! NĂŁo acredito, eu te avisei hoje... - ela finalmente ri baixinho desacreditada e se encosta na lateral do sofĂĄ.
- Eu sei, fui no automĂĄtico e nem me lembrei do que vocĂȘ falou hoje cedo. - Volto para ela e nĂŁo sou nada sutil quando meus olhos descem por todo seu corpo. - Acho que estava distraĂdo com outras coisas.
Demoro um pouco mais meu olhar em suas coxas roliças e expostas, pensando no quanto eu gostaria de tocå-las. Harry percebe meu olhar e a vejo pressionar uma perna na outra, enquanto fica vermelha de vergonha. Ela esta molhada, e eu sei disso.
- Q-que coisas?
A observo engolir seco e ignoro sua pergunta enquanto me aproximo, nossos corpos alguns centĂmetros de distĂąncia e agora ela parece ter mais dificuldades para respirar. NĂŁo sei o que se passa nessa cabecinha, mas eu sei que estou causando alguma coisa nela, e isso jĂĄ basta pro meu pau latejar nos meus jeans.
- Sabe... encontrei a April e ela comentou umas coisinhas... - deixo a frase morrer no ar, só pra ver a reação da minha gatinha.
Eu encosto uma mĂŁo na lateral da sua cintura bem ali, onde ela sempre treme e deixo meu polegar deslizar pra cima e pra baixo, devagar, devagarinho, sĂł pra torturar.
- Me vai contar porque anda tĂŁo manhosa ultimamente? - minha voz sai baixa, rouca, quase um ronronar. - Me evitando e fugindo de mim?
Harry abre a boca, mas nada sai. SĂł um suspiro quebradinho que me deixa duro num nĂvel absurdo.
Ela engole seco. Eu abaixo um pouco a cabeça, e nossa respiração cola. Meu nariz encosta nos cachinhos Ășmidos dela.
- Andou fazendo muitas coisinhas escondida, nĂŁo andou, minha gatinha? - sussurro contra o ouvido dela. - Hum?
O corpo dela quase desmonta. A respiração vacila. As mĂŁos sobem, como se quisesse me empurrar... mas param no meu peito, sem força nenhuma. SĂł tremendo. Tocando meus mĂșsculos.
- Louis... - ela murmura, chorosinha e toda manhosa. - Eu... eu nĂŁo... nĂŁo sei do que vocĂȘ tĂĄ falando...
- Sabe sim. - seguro o queixo dela, fazendo-a olhar pra mim. - Eu ouvi sua voz no telefone, assim... molinha. Ofegante. - passo o polegar no lĂĄbio inferior dela, que abre sem ela perceber. - VocĂȘ acha que eu nĂŁo sei reconhecer minha gatinha quando ela tĂĄ se tocando?
O gemidinho engasgado que ela faz quase me mata. Harry solta outro suspiro, como se o ar ficasse pesado demais pra segurar. Ela tenta virar o rosto, mas eu acompanho.
- Me diz, bebĂȘ... - minha boca roça na dela, sem beijar - o que vocĂȘ tava vendo no seu quarto antes de eu chegar, hein?
- N-nada... Lou.
Ela solução sob meu toque, e aperto sua cintura instintivamente, deixando meu corpo um pouco mais coladinho no dela.
Eu sorrio. Lento. Sujo. Meus lĂĄbios tocam a lateral do seu rosto e meu corpo prende o dela entre o sofĂĄ.
- NĂŁo mente pra mim, minha gatinha...vocĂȘ sabe que eu nĂŁo gosto. VocĂȘ viu todos. - afirmo, nĂŁo pergunto. - E ainda ficou molhadinha por minha causa.
O corpo dela treme inteiro. E eu encosto minha testa na dela, respirando contra sua boca.
- Gatinha... vocĂȘ nĂŁo faz ideia do quanto isso me deixa maluco.
Harry tĂĄ presa entre mim e o sofĂĄ, o peito subindo rĂĄpido, como se cada respiração fosse um pedido de socorro e um convite ao mesmo tempo. Eu baixo um pouco o rosto, deixando minha boca a milĂmetros da dela.
Quase toca. Quase. SĂł pra matar ela de nervoso.
- Me conta uma coisa... - murmuro, e minha voz sai tĂŁo baixa que parece pecado. - VocĂȘ... gostou de assistir, nĂŁo gostou?
O corpo dela reage antes da consciĂȘncia. Um arrepio inteiro percorre sua pele. Ela tenta virar o rosto, mas eu seguro de leve o queixo dela, guiando de volta pro meu olhar.
- Lou... - ela sussurra, perdida. - Eu... eu nĂŁo...
- Gostou sim. - interrompo, suave, mas firme. - Eu vi nos seus olhos. Do jeitinho que vocĂȘ nĂŁo consegue esconder nada de mim.
Ela aperta os låbios, as bochechas fervendo, a respiração toda torta. Parece prestes a chorar de vergonha e gemer ao mesmo tempo. Eu a encosto mais no estofado, meu corpo fazendo sombra no dela e minha ereção toca suas coxas nuas. Ela arregala os olhinhos verdes e boquinha gostosa abre em um gemido mudo.
- Me diz... - minha testa encosta na dela, nossa respiração vira uma só - assistir eu fodendo outras garotas te deixou molhada?
Harry fecha os olhos forte, como se isso fosse apagar a verdade da pele dela.
- Lou... eu...
- Shh... - calo ela com o dedo em seus lĂĄbios, me deliciando com a visĂŁo dela toda chorosa nos meus braços, roçando o nariz no dela - tudo aquilo que vocĂȘ viu... tudo aquilo que te deixou tremendo... eu sempre quis fazer com vocĂȘ.
Ela abre os olhos devagar, como se o chĂŁo tivesse sumido.
- Sempre. - repito, numa confissĂŁo murmurada, quente, perigosa. - E vocĂȘ nunca me deixou. Sempre me afastando. Me chamando de melhor amigo... mas agora vocĂȘ nĂŁo tem para onde fugir, gatinha.
- Me conta... - eu provoco, roçando o polegar nos lĂĄbios dela. - Vai mentir pra mim agora? Vai dizer que nĂŁo apertou as coxas vendo meus vĂdeos? Que nĂŁo enfiou a mĂŁozinha na calcinha imaginando que era eu te fodendo?
Ela fecha os olhos, respiração presa, peito subindo råpido.
Caralho... ela tĂĄ derretendo na minha frente.
- Eu... eu fiquei com vergonha - ela murmura. - Eu nĂŁo devia ter visto...
Eu rio baixinho, encostando a boca na pele quente do pescoço dela.
- NĂŁo devia... ou nĂŁo conseguiu evitar, gatinha?
O corpo dela treme. Ela solta um som tĂŁo suave que quase me ajoelho ali mesmo.
- Me diz - sussurro no ouvido dela, minha voz quase um toque. - VocĂȘ se tocou pensando em mim?
Nada. SĂł o silĂȘncio dela, denso, quase pornogrĂĄfico.
E entĂŁo ela levanta os olhos - grandes, brilhantes, implorando pra eu nĂŁo parar.
- Eu... pensei - ela admite, e a voz quebra. - E eu... gozei.
Fecho os olhos. Respiro fundo. Tento nĂŁo gemer.
- Puta que pariu, Harry...
Aperto a cintura dela porque, se eu nĂŁo segurar, minha perna vai falhar. Ă isso que ela faz comigo sem nem tentar.
- VocĂȘ vai me matar - eu digo contra a boca dela, quase rindo, quase chorando.
Ela tenta falar alguma coisa, mas eu encosto a testa na dela e corto qualquer tentativa de fuga.
- Escuta bem - falo baixo, firme, sem espaço pra mal-entendido. - A partir de agora, eu nĂŁo vou fingir que nĂŁo te quero. NĂŁo vou ignorar o fato de que vocĂȘ goza pensando em mim. NĂŁo vou ser seu "melhor amigo" enquanto vocĂȘ treme desse jeito na minha mĂŁo.
Minha mĂŁo sobe pelas costas dela, lenta, reclamando cada centĂmetro como se fosse meu por direito. Chego perto da boca dela. TĂŁo perto que eu sinto o suspiro dela na minha lĂngua. Mas nĂŁo beijo. NĂŁo ainda. Quero ela desesperada. Ela abre a boca, mas nada sai. Ă tĂŁo bonitinha assim, toda quebrada, tremendo entre as minhas mĂŁos... que eu quase esqueço de respirar.
Quase.
Eu passo o polegar na boca dela de novo, bem devagar, sĂł pra ver o lĂĄbio inferior tremer.
- Sabe o que eu tĂŽ pensando agora? - murmuro, minha voz arranhando na garganta. Ela engole seco. - Que vocĂȘ foi uma gatinha muito atrevida.
Aperto mais a cintura dela, trazendo o corpo dela pro meu como se eu tivesse todo o direito. E, por Deus, ela deixa. Ela cede.
- Muito atrevida mesmo - repito, mais perto, roçando minha boca na dela, sentindo o suspiro quente bater no meu rosto. - Assistir meus vĂdeos escondida... gozar pensando em mim... e depois olhar pra minha cara como se nada tivesse acontecido.
Ela solta um som baixinho, quase um pedido de desculpa. Eu rio. Baixo. Perigoso.
- MĂĄ - digo, encostando minha testa na dela. - VocĂȘ foi muito mĂĄ comigo, Harry.
Minha mão sobe pro pescoço dela, segurando de leve, só o bastante pra ela sentir o comando, não o aperto. O olhar dela fica vidrado, hipnotizado, molhado. Ela respira fundo, o peito subindo råpido, e então a voz sai... quebradinha, toda do jeito que destrói qualquer resto de autocontrole que eu ainda tinha.
- Lou... - ela soluça, baixinho, chorosinha - eu não quis... eu juro que eu não...
- Eu vou te ensinar a ser uma boa gatinha pro seu Lou agora - sussurro, bem quente, bem baixinho, sentindo ela arrepiar inteira. - VocĂȘ quer isso?
Ela fica imĂłvel por um segundo. Presa. Engolindo seco. Lutando consigo mesma. E entĂŁo, finalmente, cede. Sua voz vem tĂŁo fraquinha, tĂŁo manhosa, tĂŁo envergonhada... que eu sinto meu corpo inteiro reagir.
- S-sim... - ela respira, contra o meu peito - Eu quero... Lou, por favor.
Eu puxo o queixo dela pra cima, fazendo-a olhar pra mim. Os olhos grandes, brilhando, implorando sem perceber.
- Fala direito, gatinha - digo, roçando minha boca na dela sem beijar. - Fala como eu gosto de ouvir.
Ela geme baixinho, a voz falhando, mas saindo:
- Eu quero ser boa, Lou...
- Eu quero ser sua gatinha boa...
E eu sorrio contra os lĂĄbios dela, finalmente deixando meu hĂĄlito misturar com o dela.
- Assim que eu gosto.
Eu deixo o "gatinha boa" dela pairar no ar por um segundo, saboreando cada sĂlaba. O corpo dela tĂĄ grudado no meu, quente, tremendo, respirando como se estivesse aprendendo a viver pela primeira vez. AĂ eu me inclino, pego o lĂĄbio inferior dela entre os meus dentes e puxo - lento, provocando, maldoso. SĂł o suficiente pra ela soltar aquele gemidinho que me arranca o chĂŁo.
Ela se inclina pra frente, buscando a minha boca, quase me beijando. Eu seguro o rosto dela com firmeza e me afasto sĂł o bastante pra vĂȘ-la desabar de frustração.
- NĂŁo. - digo, baixo, quente. - VocĂȘ nĂŁo vai me beijar ainda.
Os olhos dela se abrem devagar, enormes, surpresos, manhosos. Ela tenta se aproximar mesmo assim, como se não tivesse ouvido. Eu seguro o queixo dela de novo e faço ela parar.
Ela solta um suspiro choroso, quase um reclaminho, e eu quase cedo. Mas nĂŁo. NĂŁo agora. Eu passo o dedo pelo canto da boca dela, limpando a lĂĄgrima que nem chegou a cair.
Meu olhar desceu para os peitinhos grandes, avantajados no tecido fino da camiseta, quase estourando aqueles botĂ”es tĂŁo delicados. Harry morde o lĂĄbio inferior e olha para mim enquanto balança levemente seu corpo. Um gesto tĂmido mas que carregava grande malĂcia por trĂĄs. Ela estava se insinuando. Como uma verdadeira putinha.
Sorrio levemente e puxo sua cintura ate ter seu corpinho inteiro colado no meu. Os montinhos gostosos roçando no meu peitoral.
- Seja uma boa gatinha e me deixa ver seus peitinhos.
- VocĂȘ.... quer que eu tire a minha blusinha, Lou?
Ela suspira manhosa e um pouco insegura, mas pressiona mais ainda seu corpo no meu, se esfregando em mim. Como a porra de uma gata no cio. Eu assinto e vejo ela se afastar um pouco para ter espaço. Seus dedinhos sobem trĂȘmulos pros primeiros botĂ”es da blusa e ela começa a desabotoar lentamente. Sua pele vai sendo exposta e eu acompanho com o olhar atento enquanto ela tira a blusinha dela para mim.
- Olha pra mim, gatinha. - peço e ela levanta o olhar atento ao meu, seus cachos um pouco bagunçados caem em sua rosto graciosamente e seus olhos verdes me hipnotizam. - Eu posso?
Coloco uma mexa de cabelo atras da sua orelha e me inclino para sussurrar perto da sua bochecha, deslizando a ponta do meu nariz na pele avermelhada, a ouvindo suspirar e entĂŁo sinalizar com a cabeça uma autorização tĂmida. Sem esperar muito, minha mĂŁo sobe instintivamente pra sua cintura e eu agarro seu peitinho gostoso entre os dedos.
- Lou... - ela geme baixinho e fraca, as perninhas abrindo para me acomodar entre elas.
A minha gatinha geme como uma verdadeira putinha enquanto eu aperto seus seios e minha ereção toca suas coxas roliças.
- SensĂvel aqui, gatinha? - sussurro contra sua boca, puxando de leve o biquinho durinho.
- Lou... - ela agarra meu braço e para meus movimentos. - Lou... não...
Ela choraminga pra mim com um biquinho choroso nos låbios e sua voz manhosa como uma gatinha no cio. Ela pede para eu parar, mas ao mesmo tempo, força minha mão para sua xoxotinha novamente. Meu dedos se encaixam no seu grelinho inchado por cima do tecido e não perco tempo em começar a acaricia-lo
- Boa gatinha. - murmuro sentindo o molhado entre suas pernas. - TĂŁo boa.
Harry ronrona parecendo satisfeita com o elogio, enquanto seu quadril inclina na minha direção e se esfrega na minha mão. Sinto sua xotinha pingar e molhar todo o tecido do shorts fino, quando meus dedos aumentam a fricção, ela treme e arreganha as pernas. Uma mancha escura se acumula no tecido enquanto eu seguro seu grelinho e torço entre os dedos, a fazendo gritar e se contorcer tentando afastar minha mão.
- L-lou... a-ah, assim n-não - seus gritinhos saem meio desesperados, mesmo que seus movimentos não demonstrem tanto esforço pra me afastar. Ao contrårio, sinto ela se molhar mais.
- Minha gatinha nĂŁo gosta de ser judiada? - minha voz sai doce e mansa, enquanto ainda aperto seu grelinho inchado por cima do shorts. Ela nega lentamente com um biquinho choroso nos lĂĄbios, suas pernas permanecem abertas pra mim. - Pensei que quisesse ser boa.
- E-eu quero... quero ser boa, papai.
Ela continua a gritar e repetir que quer ser uma boa garota, e eu observo seus peitinhos gostosos balançarem enquanto ela treme nos meus braços. Paro com os movimentos na sua xotinha, somente para segurar seus cachinhos bagunçados e atrair sua atenção pra mim.
- Seja uma boa garotinha do papai e vira pra mim.
Sua resposta vem um gemidinho alto e manhoso, ao mesmo tempo que arregala os olhinhos pela forma que eu chamei. Mesmo assim, como uma boa gatinha, ela desce do estofado e se vira lentamente. Seu bumbum arrebitado roçando no meu pau enrijecido ainda dentro da calça, ela morde o låbio inferior enquanto se empina timidamente melhor pra mim. Eu agarro seus cachos e a faço deitar o tronco inteiro no braço do sofå, seus seios pressionados no estofado claro e seu rabinho totalmente encaixado no meu quadril.
- Agora o papai vai te ensinar a ser uma boa gatinha. - puxo levemente seus cachos, a fazendo gemer baixinho, enquanto encaixo meu pau na sua bucetinha, me esfregando levemente ali.
Ela esta exatamente na posição que eu a vi a primeira vez, empinadinha e bem molhada, totalmente vermelha de tanto se esfregar. Sinto Harry ficar mais agitada a medida que me aproximo da sua buceta exposta, acariciando suas coxas grossas para acalmå-la.
- Papai... por favor!
- Desesperada, gatinha? - zombo da sua expressĂŁo dengosa e meu hĂĄlito quente bate contra seu grelinho todo inchadinho. Ela choraminga mais um pouco, como se implorasse por algo. - Quer saber o que vai acontecer agora?
Ela assente desesperadinha, suas perninhas agitadas e a bucetinha gulosa pingando. Não me contenho em morder com força suas coxas grossinhas, a fazendo espernear novamente. Aliso sua pele leitosa e seu bumbum imaculado, apertando a carne gostosa e imaginando o quão deliciosa ela ficaria vermelha.
- Sabe como o papai ensina minha gatinha a ser boa? - ela nega e eu intensifico o aperto em sua bunda. - Levando uns tapas.
Harry franzi a testa sutilmente, a expressão cansada e manhosa se transformando em confusão para então ela finalmente entender o que iria acontecer. Não demora para ela começar a chorar e negar desesperada, mas quando eu volto a apalpar seu rabinho, ela se mistura em uma confusão entre rebolar nas minhas mãos e negar chorando.
- S-sim, papai, ouvi. - ela choraminga desesperada, eu paro meus movimentos para me erguer e tirar minha jaqueta. NĂŁo falo em voz alta, mas observar minha Harry vulnerĂĄvel e peladinha pra mim enquanto eu ainda estou completamente vestido me tira do eixo. Minhas mĂŁos vĂŁo para sua bunda novamente e eu abro as bandas gordas, expondo sua xoxota melada.
- U-um... - a ouço murmurar baixinho, lembrando que ainda precisa se concentrar nas minhas açÔes. Dou outro tapa e ela grita. - Dois!
Harry grita e geme desesperada quando meus tapas vĂȘm fortes e certeiros, sua pele branquinha e sensĂvel lentamente se transformando em um tom vermelho com a marca dos meus dedos.
Não paro com o seu castigo e quando a contagem chega nos trinta, a bunda dela ja se aproxima em um tom escuro de vermelho, quase roxo. A voz dela ja esta fraca e suas pernas perderam a força, mas mesmo assim, minha gatinha se esforça em continuar sendo obediente contando. Percebo que, quanto mais eu espanco sua bunda, mais alto e mais manhosa ela geme. A minha gatinha esta adorando sentir dor.
- Trinta e dois, hum! - ouço seu gemidinho manhoso e ela empinar sua bundinha mais na minha direção. - Trinta e... quatro...
Ela choraminga desesperada quando eu a interrompo, mas nao me importo com suas desculpas, puxo seus cachos com força e ergo seu corpo. Suas costas encostam no meu peitoral e minha mão livre segura suas bochechas vermelhas, ate formar um biquinho nos seus låbios.
â Sua vadia inĂștil, eu avisei o que aconteceria se errasse.
â D-desculp-
Um tapa forte acerta sua bocheca esquerda e Harry chora desesperada com minhas palavras rudes, seu corpo borbulhando ela lentamente se esfrega em mim. Seu bumbum vermelho encaixado no meu pau enrijecido eu sĂł penso em comĂȘ-la propriamente logo.
â Cala a boca, eu nao mandei voce falar. To vendo que vou ter que deixar de ser bonzinho com voce. â acerto outro tapa forte em seu rosto, a fazendo gemer alto e chorar mais ainda. â TĂŁo gostosa... mas uma gatinha tĂŁo mĂĄ.
Desço meus dedos pelo seu corpo e agarro os seios gostosos, torcendo os biquinhos rosados, ate chegar na sua xoxota melada, sinto seu buraquinho guloso piscar e jorrar mais do seu melzinho na minha mão.
â De joelhos. â sussurro contra seu biquinho choroso enquanto meus dedos apertam o grelinho inchadinho. Harry arregala os olhinhos verdes na minha direção e os lĂĄbios gordinhos se abrem devagar, ate ela assentir inebriada quando a solto do meu aperto.
Desabotoo meus jeans acompanhado pelo olhar dela, meu pau faz um volume consideråvel na cueca e eu aperto por cima do tecido, nunca quebrando nosso contato visual. Mas Harry parece bem mais interessada no meu volume, sorrio canalha e me aproximo dela, minha ereção coberta quase tocando seu rosto enquanto a seguro no lugar pelos seus cachos. Ela esta toda vermelhinha de vergonha e tesão.
â Vamos, gatinha, papai esta esperando. PĂ”e a boquinha.
Ela coloca a lĂngua pra fora e lambe lentamente o tecido umido por cima do meu cacete. Harry ronrona e esfrega a bocheca no meu pau, lambendo e tentando sugar tudo que conseguia por cima do tecido elĂĄstico da cueca. Esfrego meu pau mais algumas vezes no seu rosto, ate que perco a paciĂȘncia naquele joguinho sujo e coloco minha ereção pra fora. Harry se assusta levemente quando o pau pesado encontra seu rosto, mas nao nĂŁo espero e começo a empurrar para dentro da boquinha gostosa.
â Eu sei que quer ser boa pro papai, entĂŁo me mama direitinho.
Harry tenta acomodar todo meu cacete em sua lĂngua e quanto sinto a cabecinha do meu pau tocar sua garganta fundo, nao espero seu comando para comecar a meter na sua boca. Os lĂĄbios inchadinhos se arrastam por todo meu comprimento, sua boquinha molhada e bem quentinha acomoda meu pau inteiro. Seguro seus cachos com força quando começo a meter mais forte e nesse momento Harry volta a gemer abafada.
â Vai deixar o papai gozar na sua boca, meu bem? â Ela revira os olhos excitada e mexe com a cabeça, me fazendo aumentar os movimentos. A ouço engasgar algumas vezes e em seguida encho sua boca com toda a minha porra. â Engole tudo...
Me afasto brevemente enquanto ela engole tudo, com algumas gotinhas escapando pela lateral dos seus lĂĄbios. Sua boca esta molhada e ela respira ofegante olhando para mim.
â Tudo bem? â Toco de leve a bocheca vermelha, passando o dedo carinhosamente pela pele marcada. Harry concorda com a cabeça e fecha os olhos, suspirando talvez cansada.
Estou tĂŁo focado no nosso momento que nĂŁo percebo as horas passando e muito menos que talvez a minha gatinha esteja ficando exausta, apesar de estar gostando, nĂŁo sei o quanto ela esta acostumado a isso â e pela minha saĂșde mental, espero que pouco.
Sorrio satisfeito ao perceber que ela voltou a agir normal comigo, acrescentando o fato dela estar nua sob meu corpo e ter acabado de me chupar, isso só melhora meu humor. Abraço sua cintura com força e beijo seus ombros, seus dedos estao nos fios soltos da minha nuca e sinto sua respiração batendo contra minha pele.
â VocĂȘ foi muito boa... â Sussurro beijando a lateral do seu rosto e agarrando seus cabelos. â Gatinha do papai... vou dar o que voce quer.
Harry geme afetada e eu guio seu rosto para ela me olhar nos olhos, nossas respiraçÔes quentes batendo uma contra a outra, seus låbios inchadinhos e vermelhos roçando nos meus, ela esta começando a ficar agitada em cima de mim e para acabar logo com a sua tortura eu dou a ela o que ela quer, e o que eu sempre quis.
Nossos lĂĄbios se chocam com uma iniciante calma, seu quadril se encaixa no meu e meu pau fisga na sua coxa. Sinto Harry desesperada enquanto ataca os meus lĂĄbios, ela tenta me acompanhar, mas meu aperto firme em seus cachos nao permite que ela faça muito. Minha lĂngua invade a boca dela e tudo se torna uma bagunça de pequenos gemidinhos e saliva. Aperto suas coxas quando ela suga minha lĂngua da mesma forma que sugava meu pau minutos atrĂĄs.
â Papai... â Harry choraminga manhosa quando nĂłs afastamos um pouco, se encaixando em mim e meu pau tocando sua bunda gordinha. â Por favor.
Ela chora mais, negando levemente e ficando vermelha como um tomate. Sorrio para ela e nĂŁo me contenho em estalar um tapa forte na bunda gorda, a fazendo se espernear.
â Papai!
â Estou achando que minha gatinha nĂŁo aprendeu a lição corretamente...
â Eu aprendi! Papai, eu sou uma boa gatinha... â choraminga desesperada. â Por favor, papai, eu sou uma boa gatinha.
â NĂŁo esta parecendo... a minha gatinha claramente precisa de alguma coisa e nĂŁo quer me falar. â Puxo seus cabelos e meus lĂĄbios vĂŁo para seu pescoço, beijando e lambendo a pele. â Papai odeia nĂŁo dar o que minha filhote quer.
â E-eu... Ah!
â Hum?
â E-eu quero que o papai toca a minha bucetinha. â Sua voz finalmente sai e meus dedos correm lentamente pelo seu corpo ate tocarem o montinho molhado, sentindo o grelinho inchadinho. A ouço gemer alto.
â E o que mais, gatinha? SĂł isso? â faço uma massagem gostosinha no grelinho sensĂvel, a ouvindo suspirar e chorar perto do meu ouvido. â SĂł as mĂŁos do papai na sua xoxota?
â Dentro, papai... â Harry geme baixinho e bem manhosinha. â Eu quero o dedos do papai dentro da minha florzinha.
Sinto minha ereção doer de tanto tesão que eu sinto no momento, ver Harry implorar toda manhosa me pedindo para foder sua buceta virou meu som favorito. Me sinto viciado em seu corpo e no seus gemidos, meus dedos entram no seu buraco apertado, molhando minhas mãos e apertando as juntas. Harry geme mais desesperada, gritando e se contorcendo em cima de mim, e eu sequer usei meu pau nela ainda.
â Assim, amor? â Indago, torcendo minhas digitais no seu interior molhadinho. â Gosta assim? Gosta dos dedos do papai dentro do seu buraquinho?
Fodo sua bucetinha gulosa com minha mĂŁo, minha palma batendo contra seu grelhinho sensĂvel e as mĂŁos delicadas de Harry seguram meus biceps com força.
â S-sim, sim, papai, gosto muito! AH!
Quando sua xoxota começa a piscar desesperadamente e meus dedos se apertam no seu interior, eu afasto minha mão rapidamente.
â Ah! NĂŁo! â Agora lĂĄgrimas grossas escorrem pelas bochecas coradas da minha gatinha, seus olhos verdes brilham no molhado e um biquinho insatisfeito enfeita seus lĂĄbios gostosos. â Papai, nĂŁo! Por que parou?
â O que pensa que estĂĄ fazendo? â seguro sua cinturinha fina, puxando seu quadril ate de encontro no meu, pressiono meu pau em sua barriga. â VocĂȘ nao aprendeu nada com a sua lição? Ă tĂŁo desesperada assim?
â Lou... â ela soluça e eu minha mĂŁo preenche seu rosto em um tapa forte.
â Cala a boca. SĂł foi receber um pouco de atenção que voltou a ser essa vadia desesperada. â Seguro seu rosto entre meus dedos, formando um biquinho nos seus lĂĄbios. â NĂŁo dĂĄ para ser bonzinho com vocĂȘ. Viu o que vocĂȘ fez?
Me ergo brevemente somente para mostrar meu antebraço para ela, as pequenas marcas das suas unhas curtas se formando em linhas avermelhadas agora na minha pele. Seus olhinhos se enchem de lågrimas novamente, e ela começa a murmurar desculpas desengonçadas, tentando tocar os ferimentos.
â Fica quieta. â Me ergo no sofĂĄ, ficando de joelhos e afasto sua mĂŁos atrevidas do meu corpo.
Harry esta jogada no estofado, os cachinhos bagunçados pelo tecido claro e as pernas abertas, sua xoxota melada ja se econtrava em um vermelho escuro. Seu rosto estĂĄ inteiro vermelho e repleto de lĂĄgrimas, as bochechas quentes e seu biquinho manhoso nos lĂĄbios, tentando me persuadir.Â
â Me perdoa, papai....
â VocĂȘ vai ter que fazer mais que isso. Papai ficou muito chateado. â Arqueio as sobrancelhas, terminando de desabotoar minhas calças e arrancando ambos tecidos do meu corpo. Meu movimento faz Harry morder os lĂĄbios trĂȘmula.
â O senhor vai me perdoar? â Ela me olha com aqueles olhinhos verdes que eu sou completamente apaixonado, sua voz doce e dengosa saindo tĂŁo naturalmente me tira do eixo. Ela sabe exatamente como me dobrar inteiro.
â Minha gatinha vai ter que se esforçar pra me agradar.
â Eu vou... eu faço o que vocĂȘ quiser, papai. â Sua voz sai fraca, e ela nem ousa se mexer. Meus dedos agarram seus cabelos pela nuca e eu ataco seus lĂĄbios.
Sinto meu gosto misturado ao seu em sua lĂngua, Harry tenta tocar meus ombros, mas eu puxo seus pulsos e prendo com a minha mĂŁo acima da sua cabeça. Ela estĂĄ quase totalmente imĂłvel quando volta a gemer entre meus lĂĄbios e tenta tocar nossos quadris.
â Mandei vocĂȘ ficar quieta. â Cravo meus dedos no seu quadril, a fazendo choramingar, e viro seu corpo no sofĂĄ. Harry se assusta com o movimento brusco, soltando um gritinho alto.
Ela olha pra mim por cima dos ombros, seu rabinho agora esta todo empinadinho na minha direção. à confusão estampa seu rosto.
â O que o papai vai fazer? - Ela pergunta confusa, e eu agarro o bumbum arrebitado, apertando a carne toda vermelhinha. Alguns pontinhos roxo estampando a pele sensĂvel.
â Minha gatinha nĂŁo queria desculpar?
â Sim! Sim, papai... eu quero ser boa.
â Ătimo.... Porque agora eu quero meter bem fundo na sua bucetinha. Coloca as mĂŁos para trĂĄs. â Ela segue minhas ordens automaticamente, jutando os pulsos nas costas. Eu puxo seu corpo, a fazendo ficar de joelhos e com a cabeça deitada no sofĂĄ.
â Sim! Eu sou, papai! â Teima com a voz irritada agora. Ela estĂĄ com ciĂșmes e isso me faz aumentar a velocidade da minha mĂŁo no meu pau. â A minha bucetinha ta toda meladinha, papai... SĂł para vocĂȘ.
Gemo rouco com suas palavras, aproximo meu pau da sua entradinha apertada, forçando para meter dentro.
â Papai vai meter bem gostoso no seu buraquinho guloso.
Quando meu pau entra inteiro dentro dela, Harry estremece, pressionando seu rosto contra o estofado e tentando abafar seus gemidos. Sua xoxota melada pressiona o meu pau de forma deliciosa, mais alguns segundos e eu começo a movimentar meu quadril.
â Awn papai... â sua voz sai abafada, nosso quadris batendo um contra o outro fazendo um barulho erĂłtico que ecoa por todo o apartamento.
â Papai pode fazer o que quiser comigo, eu sou sĂł sua. â Sussurro fraca, os lĂĄbios gordinhos roçando nos meus quando voltamos a nos beijar. Sua lĂngua agora invadindo minha boca em um beijo molhado e desengonçado pela nossa posição. â Papai ta gostando?
Harry se aperta no meu pau e goza forte, molhando toda minha ereção. Ela geme e se contorce inteira e eu sinto sua xoxotinha sensĂvel. Quando estou para sair de dentro dela, ela começa a se agitar.
â NĂŁo, papai! Dentro, faz dentro de mim. â pede com carinho e manha em sua voz. Parece inacreditavelmente ela estar pedidno para eu gozar dentro dessa forma.
â Minha gatinha quer que o papai encha ela de leitinho? â ela concorda prontamente, rebolando o bumbum arrebitado. â Boa menina.
Volto a meter rĂĄpido e forte, seu aperto me fazendo gozar e explodir dentro dela com algumas estocadas. Minha porra preenche seu buraquinho apertado, vazando pelas laterais. Harry geme necessitada e toda manhosa. Me afasto lentamente e vejo minha porra escorrer por entre suas coxas.
O corpo mole e cansado da minha gatinha despenca no sofĂĄ, suas pernas estĂŁo dobradas e seus cachos jogados de lado. Ela respira ofegante e trĂȘmula. Solto suas mĂŁos e meu coração aperta quando a vejo com os braços moles e sem força.
Meu corpo ainda ferve e eu estou me recuperando dos meus dois melhores orgasmos, mas me concentro em cuidar da minha Harry agora.
â Gatinha. â chamo com cuidado, acariciando seu corpo docemente, meus dedos fazem um carinho leve em seus cabelos a observando com os olhos fechados e respiração profunda. â Meu bem, fala comigo.
â Hum... â ela murmura manhosa, me arranca um risinho. â Lou...
â VĂȘm cĂĄ, vamos cuidar de vocĂȘ. â Puxo seu corpo com delicadeza, passando um braço pelas suas pernas e outro no seu ombro. A ergo no meu colo e caminho pelo nosso apartamento completamente nu e com o meu mundo nos braços.
JĂĄ no banheiro, a coloco sentada no balcĂŁo da pia e ligo o chuveiro. Harry esta sonolenta e nĂŁo fala muito, mas se mantem agarrada ao meu corpo e eu nĂŁo a deixo afastada nem por um segundo, tanto por necessidade tanto quando eu temer que ela vĂĄ cair se eu soltĂĄ-la.
Lavo seus cabelos cuidado e deixo a agua escorrer pelo nosso corpo pelo o que parece horas. NĂŁo falamos mais do que o necessĂĄrio mas sei que em algum momento teremos que conversar propriamente sobre tudo.
Por ora, deixo os minutos passarem e quando vejo necessidade de voltar para o mundo real eu desligo o chuveiro nos enrolo em toalhas novas. Harry finalmente parece acordar quando entramos no seu quarto, enrolei ela numa das minhas toalhas limpas para ajudĂĄ-la a se secar.
A vejo procurar algumas roupas no guarda roupa, para finalmente pegar uma blusa qualquer jogada na comoda e vestir. à uma blusa minha, e eu não faço ideia de como veio parar nas suas coisas.
Quando ela se vira para mim com os fios molhados e uma escova de cabelo na mĂŁo, ela parece finalmente perceber que eu ainda estou com a toalha enrolada na cintura. Suas bochecas coram automaticamente e a desvia o olhar.
â Lou! Fica quieto. â ela murmura mal humorada, de costas para mim tentanto se distrair enquanto penteia os cabelos.
A surpreendo ao abraçar sua cintura e cheirar seu pescoço cheiroso. Não deixo ela tentar se afastar enquanto ri envergonhada e com o sorriso mais lindo do mundo.
â Para, Lou! â gargalha alto quando passo a fazer cĂłcegas no seu pescoço e quadril.
â VocĂȘ nĂŁo tem ideia do quanto me deixa maluco. â Digo sincero, deixando beijos molhados pela sua pele. â Eu quero ter vocĂȘ para sempre. De corpo e alma. Eu nĂŁo aguento fingir que sĂł sou seu amigo, gatinha. Me deixa ter vocĂȘ por inteira, por favor.
â Lou... eu sempre gostei de vocĂȘ. Eu quero mais... Quero mais do que ser sĂł sua amiga. Eu sempre quis.
Meu coração palpita forte dentro do meu peito, um sorriso enorme rasga meu rosto e eu abraço seu corpo firmemente, a girando no ar. Harry gargalha e eu sinto o tipo de felicidade que somente ela consegue me arrancar.
- Escrevi pensando em harry fetus e frat boy louis, mass vai da imaginação de vocĂȘs
á„«áĄ
- Um, dois, trĂȘs, quatro... - A voz um tanto irritante da Senhorita Miller ecoava pelo estĂșdio de dança naquela noite. - Um dois, trĂȘs, quatro... Vamos lĂĄ, Ruby, sem corpo mole!
Observei minha amiga revirar os olhos brevemente, claramente irritada pela forma como a senhorita Miller havia chamado sua atenção trĂȘs vezes nos ultimos dez minutos.
Sigo os passos gravados na minha própria memória, cada giro, cada extensão, quase como um mecanismo automåtico. E enquanto o corpo obedece, minha mente, inquieta, foge pra longe. Preciso de um escape. Algo que me faça esquecer onde estou por um instante.
Ele me ligava quase todos os dias. E quando, por algum imprevisto universitĂĄrio, nĂŁo podia, me mandava no mĂnimo quinze mensagens e ĂĄudios, com mais cinco emojis de coração e carinha triste, explicando detalhadamente o motivo e se desculpando.
Claro, eu nunca me incomodei de verdade quando ele não podia me ligar. Eu sabia que ele estava sempre ocupado, imaginava que a vida na faculdade não era fåcil. Mas o Louis não se importava em dar satisfação - ele fazia questão disso, na verdade. E eu, como uma boba apaixonada pelo melhor amigo, ficava inconscientemente de coração quentinho. Sempre.
- Harry, mais concentração! Em que mundo vocĂȘ estĂĄ? - Senhorita Miller bate duas palmas ao meu lado, e eu, pela primeira vez, estremeço em errar. - Ăltimo ato, vamos! Um, dois, trĂȘs, quatro...
- NĂŁo faz ela começar de novo, sua idiota. - Ouço a voz rĂgida de April atrĂĄs de mim, e me seguro pra nĂŁo revirar os olhos e dar uns tapas na cara dela.
- Perfeita como sempre... Då um tempo, ela mal consegue abrir os braços - ouço minha amiga Ruby reclamar quando nos afastamos para pegar nossas bolsas no canto da sala, para trocarmos de roupa.
- Ela faltou nos Ășltimos dois ensaios. NĂŁo sei como ela ainda estĂĄ aqui... - comento baixinho, pegando uma calça de moletom na bolsa e desamarrando minha saia para me vestir.
Balanço a cabeça e estou prestes a responder Ruby quando escuto a porta ser aberta e uma breve movimentação. Elizabeth e Mia estavam saindo da sala, mas foram interrompidas por uma voz que eu conheço muito bem.
- JĂĄ acabaram? Harry estĂĄ aĂ? - apenas a cabeça dele aparece na sala enquanto as outras meninas saĂam lentamente.
- Louis! - tento repreendĂȘ-lo por nĂŁo me esperar lĂĄ fora.
Ele sorri lindamente na minha direção, batucando os dedos distraĂdo no batente da porta.
- Oi, gatinha.
Eu olho para ele e tudo parece desaparecer. Seu cabelo estĂĄ bagunçado e eu sei ele nĂŁo os penteou depois do banho. Os braços fortes estĂŁo cobertos por uma jaqueta de couro preta, e nĂŁo posso ver mais do que o pescoço um pouco tatuado - porque ele nĂŁo dĂĄ mais um passo pra dentro do estĂșdio.
Na Ășltima vez que ele fez isso, a senhorita Miller quase o matou por estar pisando de tĂȘnis sujo no piso de marley.
Seus olhos se fixam em mim, e eu percebo eles descerem pelo meu corpo. SĂł entĂŁo me dou conta: tirei a saia. Estou de meia rosa e collant, na frente dele.
Minhas bochechas esquentam, e eu provavelmente estou vermelha.
NĂŁo foi nada grave, como vocĂȘs devem pensar. April apenas tinha sido, mais uma vez, desnecessĂĄria. E suas palavras me dizendo que eu deveria ser "mais delicada" me quebraram de um jeito ridĂculo.
NĂŁo evito sorrir satisfeita com sua reação, como se ele nĂŁo fosse assim sempre com as pessoas que me machucam, e mordo os lĂĄbios levemente, tentando nĂŁo perder o raciocĂnio.
- Lou... - sua cabeça se inclina pra frente e ele parece esperar qualquer coisa, menos: - Lå fora, por favor.
- Vamos, gatinha? - pergunta, como se não tivesse absolutamente nada de especial nisso tudo. Como se eu não estivesse a um passo de explodir de nervoso só por andar ao lado dele com a roupa de dança ainda grudada no corpo e a lembrança do seu olhar de minutos atrås fervendo nas minhas bochechas.
Seu tom preocupado me faz querer chorar e me esconder nos seus braços pra sempre. Mas sei que não posso fazer isso, isso seria mais do que melhores amigos fazem - e eu não quero ser a idiota que ultrapassa esse limite.
- NĂŁo foi nada, Lou... apenas... - gemo dolorida ao tentar nĂŁo pisar de uma forma que doa mais, e Louis parece automaticamente entender. Puxa minha mochila pro ombro dele e, antes que eu possa protestar, ele simplesmente me pega no colo em estilo noiva.
- Louis! NĂŁo...
- Ă a sua sapatilha de novo? - ele pergunta com pesar, mas eu noto a irritação na voz. Sei que vou levar um sermĂŁo agora. - VocĂȘ me disse que iria comprar uma nova, Harry.
- Eu ia! Mas- eu esqueci! - me interrompo quando estou prestes a falar que nĂŁo comprei porque estavam caras demais e eu nĂŁo tinha dinheiro. Louis sĂł iria ficar mais irritado com isso. - NĂŁo briga comigo...
Falo baixinho e com certa manha na voz, tentando persuadi-lo. Encosto minha cabeça em seu ombro brevemente enquanto ele abre a porta do carro e me coloca no banco do passageiro com cuidado.
Ele se abaixa para prender o cinto em mim e, por um segundo, nossos rostos ficam perigosamente perto. Louis nĂŁo diz nada. Nem eu. Mas o silĂȘncio parece pulsar entre nĂłs com uma intensidade que me faz engolir seco.
Ele fecha a porta devagar, dĂĄ a volta no carro e entra pelo lado do motorista.
Ele me encara agora, firme, mas os olhos sĂŁo sĂł cuidado. E eu nĂŁo sei o que fazer com isso. Com esse tipo de carinho que machuca mais do que qualquer sapatilha.
Então, com a manha e a teimosia que somente Louis consegue despertar em mim, eu cruzo os braços e olho pela janela, vendo o cenårio se mover à medida que ele engata o carro rumo à nossa casa.
- NĂŁo adianta vir com esse biquinho de gatinha manhosa pra cima de mim - Louis comenta, rindo levemente, e eu continuo imĂłvel, mantendo o teatrinho. Porque eu sei que posso convencĂȘ-lo do que eu quiser, se insistir um pouquinho. - Vamos, Haz... nĂŁo seja mĂĄ comigo. Eu nĂŁo aguento.
Automaticamente olho pra ele, sorrindo abertamente, e agora mais tĂmida que o normal.
- Deixa, Lou? Deixa mesmo? - minha voz sai baixinha, quase como um ronronar afetado que nem percebo fazer.
Mas ele apenas concorda com a cabeça, sem perceber o tom, com os olhos presos na estrada e o canto da boca levantado num sorriso de quem gosta de ceder. E eu me pego desejando que seja só por mim... sempre.
á„«áĄ
Durante a tarde de såbado, eu convenço Louis a irmos na nova cafeteria que abriu na nossa rua, persuadindo-o, claro, de que eu precisava provar a torta de banana e cheesecake que eles divulgaram como a melhor do mundo.
- Realmente, Harry, isso tĂĄ com um cheiro muito bom... - ele diz distraĂdo, nem mesmo notando meu olhar desconfiado em sua direção.
- Quem era?
Ele parece finalmente entender e seus olhos se fixam nos meus por alguns instantes. Mas, como se nĂŁo fosse nada demais, ele sorri de leve.
- Umas conhecidas da faculdade, gatinha. Relaxa - ele sorri sacana, e eu sei que estå tentando me provocar. Reviro os olhos na sua direção e pego a torta da sua mão, indo me sentar em uma das mesas.
Conversamos por horas enquanto comĂamos, pois sempre foi assim quando se trata de nĂłs. Nunca ficamos sem assunto e sempre parece haver algo a acrescentar. Eu amo isso demais.
Voltamos para nosso apartamento quando a noite começou a cair, pois naquela noite eu teria um jantar com meus pais, que estavam na cidade esse fim de semana, e precisava me arrumar. Louis ficou na sala assistindo algum programa de futebol que ele sempre via nos såbados, e quando eu saio do banho e passo pelo corredor apenas de toalha, noto que na sala não hå mais barulho nenhum de TV.
- Loueh! Não olha...! - falo råpido, ao mesmo tempo em que ele parece acordar dos próprios pensamentos e vira de costas, ainda que de forma preguiçosa, eu reparo.
- VocĂȘ nĂŁo estava no quarto?
Estou totalmente envergonhada pela situação. Por Deus, eu estava totalmente peladinha por baixo daquele tecido Ăntimo demais, e segundos antes com o bumbum todo arrebitado, provavelmente mostrando... Oh, Deus!
Sinto minhas bochechas arderem de tanta vergonha, e eu sei que dessa vez estou muito, muito vermelha.
Por sorte, Louis jĂĄ estĂĄ de costas pra mim, agora rindo de um jeito bobo e totalmente canalha, com as mĂŁos para cima, parecendo rendido. Eu sei que ele deve estar me imaginando corada e sem saber o que fazer. Cretino!
- VocĂȘ me assustou... - digo baixinho, ignorando o fato de que minhas coxas grossinhas estĂŁo roçando uma na outra de forma quase desesperada.
- Oh, minha gatinha, me perdoa. Prometo tomar mais cuidado na próxima vez - seu rosto vira sutilmente para trås e seus olhos passam por mim novamente. Meu coração acelera e eu passo rapidamente por ele, saindo do cÎmodo.
- Fecha os olhos, Lou! - teimei com a voz um pouco trĂȘmula enquanto caminhava rapidamente para meu quarto, segurando minhas roupas com firmeza demais sob o peito.
Ouvindo a risada alta de Louis, tento nĂŁo pensar nos olhos fixos dele na minha bunda.
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Depois da cena vergonhosa, Louis se oferece para me levar de carro ao restaurante onde eu jantaria com meus pais, num pedido de desculpas por ter me deixado envergonhada. Aceito sua gentileza, claro, mesmo sabendo que ele iria me convencer da carona de todos os jeitos.
Quando volto para casa, horas depois, com meus pais me dando uma carona no carro que eles alugaram, encontro o apartamento totalmente apagado e a porta do quarto de Louis fechada. Penso que ele jĂĄ estĂĄ dormindo, apesar de nĂŁo passar das onze em um sĂĄbado, mas, quando passo pelo seu quarto, noto uma luz sutil pela fresta da porta e, quando me aproximo mais, meu corpo trava com o que escuto em seguida.
Não posso permanecer muito tempo parada ali, então me forço a entrar no meu quarto e fechar a porta. Segundos depois, como se fosse planejado, ouço a porta de Louis abrir e ele entrar no banheiro.
Meu corpo estremece, e eu me obrigo a dissipar os pensamentos dele saber o que eu estava fazendo e sentindo.
Fecho os olhos com força, como se isso fosse apagar a memória do som da sua voz rouca - ou pior, o que ela causou em mim. Me sinto culpada. Envergonhada. Excitada. Confusa. Tudo de uma vez.
Ouço o barulho do chuveiro ligando no banheiro e meu corpo reage outra vez, numa reação involuntåria, primitiva, que me faz apertar os lençóis entre os dedos e desejar que o tempo passe råpido. Que ele saia dali. Que ele fique. Que ele me veja. Que ele nunca descubra.
Eu sou um desastre completo.
Viro de lado, enterrando o rosto no travesseiro, e sussurro pra mim mesma:
- Lou... vocĂȘ jĂĄ disse pra mim que dĂłi - paro no meio do corredor e olho pra ele. - Eu nĂŁo gosto de dor... vocĂȘ sabe.
- Ah, gatinha, mas eu vou estar do seu lado o tempo todo - sua voz doce invade meus sentimentos, e eu sinto a ponta dos seus dedos mexerem nos meus cachinhos presos para trĂĄs com uma fitinha azul.
Meus cabelos sĂŁo curtos demais, entĂŁo nĂŁo preciso necessariamente prendĂȘ-los em um coque para ensaiar. Gosto dos cachinhos soltos para trĂĄs e de usar pequenas presilhas coloridas para enfeitĂĄ-los. Louis sempre faz questĂŁo de elogiar.
- Lou... nĂŁo irei fazer uma tatuagem.
Ele cruza os braços, como se estivesse ofendido, mas um sorriso maroto jå entrega que ele não vai desistir fåcil.
- E por que, exatamente, vocĂȘ quer tanto que eu tatue um coração no pulso?
Ele morde o lĂĄbio inferior e parece pensar por um segundo. Depois, dĂĄ de ombros como se nĂŁo fosse nada demais, mas sua resposta me desmonta completamente:
Fico completamente muda. E Louis sabe disso. EntĂŁo, como se nĂŁo fosse me destruir ainda mais, ele dĂĄ um passo a frente. MĂŁos firmes na minha cintura, seu corpo grande e forte cobrindo o meu quando ele me empurra levemente pra trĂĄs e eu sinto minhas costas na parede.
Eu prendo a respiração quando Louis junta nossos corpos e sussurra na altura do meu ouvido.
- NĂŁo se preocupe com a dor, tenho certeza que vocĂȘ vai gostar. â Seus lĂĄbios fininhos raspam na lateral do meu rosto e ele morde levemente o mĂłdulo da minha orelha. Seguro um gemido no fundo da minha garganta. â Pensa com carinho, gatinha.
Então se afasta, andando de costas com aquele sorrisinho canalha, e desaparece pelo corredor como se não tivesse acabado de quebrar todas as minhas defesas. Minha respiração estå sem ritmo, minhas bochechas coradas e sinto minha bucetinha latejar entre as minhas pernas.
Eu fico parada ali por uns segundos, com o coração batendo forte demais no peito e a sensação inquietante de o que foi isso?
Mas, assim que entro, percebo que o ambiente nĂŁo tĂĄ como de costume. Algumas das meninas estĂŁo reunidas num canto, rindo entre si, e April, claro, estĂĄ no centro.
Minha confusĂŁo sĂł aumenta. Uma das meninas, Stella, segura um celular e parece ansiosa pra mostrar algo. April faz um gesto teatral com a mĂŁo, e entĂŁo...
A tela vira na minha direção e tudo em seguida parece inacreditavelmente demais.
E eu vejo.
Ă um vĂdeo. Um site. Um vĂdeo num site de conteĂșdo adulto.
As gargalhadas ecoam pelo vestiĂĄrio como um zumbido nojento. Mas eu nĂŁo respondo.
Só seguro a alça da mochila, tentando parecer inteira.
Meu rosto tĂĄ fervendo. Minhas pernas, bambas. Sinto esse calor subir pelo corpo e eu nĂŁo sei onde enfiar meu rosto para me esconder.
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Chego em casa ainda com o cheiro da rua grudado nas roupas e os pensamentos bagunçados demais pra uma segunda-feira. Meus passos são lentos no corredor, como se meu corpo soubesse que tå prestes a explodir por dentro. Eu só quero entrar, tomar banho e... tentar esquecer.
Louis tå no sofå da sala, o corpo largado, uma perna apoiada na mesinha de centro e a camisa meio levantada revelando um pedaço da barriga. Tento não reparar. Ele mexe no celular, mas ergue os olhos quando ouve a porta.
Ele se levanta, se aproximando, e estica os braços pra me abraçar â como sempre faz. Como sempre foi. Como se nada tivesse mudado.
Mas pra mim... mudou.
E quando a mĂŁo dele encosta na minha cintura, meu corpo enrijece.
Meu coração då um tranco no peito.
E eu recuo.
Pequeno. Discreto. Mas suficiente pra ele notar. Ele sempre nota tudo de diferente em mim.
Um vez tentei mudar o meu estilo de depilação Ăntima. Obviamente nĂŁo era algo que eu normalmente contaria a ele, mas Louis parece querer arrancar tudo de mim. Acontece que quando cheguei em casa naquele dia, depois de passar pela pior dor da minha vida, Louis inacreditavelmente notou como eu andava mais devagar que o normal, talvez roçando minhas pernas mais do que o necessĂĄrio e com a pele do corpo inteiro sensĂvel.
Eu sei que ele vai fazer o mesmo. Mas, dessa vez, nĂŁo tem a menor possibilidade de eu admitir o que estava acontecendo.
Ele franze a testa, os olhos grudados nos meus.
â O que foi? â a pergunta vem rĂĄpido, e eu claramente nĂŁo consigo ser mais rĂĄpida que ele. â Aconteceu alguma coisa?
â NĂŁo... nĂŁo, sĂł... tĂŽ cansada. Muito ensaio hoje â invento rĂĄpido, fugindo do olhar dele e indo direto pra o meu quarto. NĂŁo posso ficar mais tempo ali, nĂŁo quando eu sei que ele vai conseguir arrancar cada informação que passa pela minha cabeça.
Meu rosto inteiro deve estar muito vermelho porque ele me lança um olhar ainda mais preocupado e confuso.
â Harry, vocĂȘ est... â ele insiste, mas minha mĂŁo jĂĄ alcança a maçaneta e eu consigo interromper.
â Ă sĂł cansaço, Lou. Eu sĂł quero um banho â forço um sorriso e entro no quarto fechando a porta antes que ele possa falar mais.
Minha mente parece nublada enquanto eu largo minha mochila no chĂŁo e puxo minha camiseta devagar, sinto o ambiente gelado do quarto atingir minha pele e os biquinhos dos meus seios se arrepiarem.
Digito o endereço do site e pesquiso pelo nome do canal que estava no celular da April.
Tudo nos minutos seguintes se torna demais.
Clico no primeiro vĂdeo que me chama a atenção.
Vejo uma garota de joelhos na cama. O homem - Louis - segura seus cabelos com força enquanto ela chupa o pau dele. Ouço os gemidos gostosos de novo. à ele mesmo.
Eu reconheço o som. O mesmo som delicioso que eu escutei vindo do quarto dele naquela noite. Minha florzinha dói e eu so quero que isso passe.
Clico em outro vĂdeo na medida que minha mĂŁo desce para a minha calcinha destruĂda.
Nesse agora ele fode outra garota. Ela estĂĄ de quatro de frente para a cĂąmera, como se quisesse que seu rosto contorcido de prazer ao ser fodida por Louis ficasse gravado para todos.
Louis aperta sua cintura e investe constantemente nela, estapeando sua bunda e coxas, a ponto de ficarem vermelhas. Meus dedos seguem por dentro da minha calcinha e toco a grutinha molhada ao lembrar de como meu melhor amigo segura na minha cinturinha ao me abraçar.
Penso nos seus braços me segurando com força e no seu pescoço tatuado e tão cheiroso. Na forma como ele senta confortåvel no sofå de pernas abertas e shorts de tecido fino.
No fundo da minha mente, eu me imagino voltando para a sala, me rastejando lentamente para seu colo, apenas para me esfregar devagarinho e manhosa em cima dele.
Clico em outro vĂdeo. E em outro. Vejo provavelmente todos que ele tenha postado, assisto do inĂcio ao fim. Ele testa diversas posiçÔes com todas, sempre mostrando do pescoço para baixo, mas eu o conheço por inteiro.
As coxas finas, a bunda redonda, os seios gordinhos mas nem tão grandes, os låbios inchados e vermelhos. Mas o que mais me chama a atenção. Os cachos. As vezes mais curtos, as vezes mais longos. Mas nunca passando a altura dos seios.
E a ficha cai com tanta força que quase me afoga. Meu coração erra uma batida e eu enfio meus dedinhos na minha florzinha.
Elas parecem comigo.
Todas elas tĂȘm pelo menos algo semelhante a mim e isso me faz aumentar a velocidade dos meus movimentos.
Penso na minha xoxotinha na sua mĂŁo, nos seus dedos dentro de mim, muito melhores que os meus prĂłprios. O pau grosso na minha boca, meus cachinhos sendo puxados e meus peitinhos sugados pela sua lĂngua.
Meu peito sobe e desce rĂĄpido demais e eu perco o ar quando sinto um ĂĄpice me atinger e minha bucetinha latejar enquanto solta mais do meu melzinho.
E, mesmo com vergonha me atingindo fortemente, do queimar nas minhas bochecas e da sensação de estar fazendo algo de errado.
Eu solto um gemidinho alto e gozo com o video de Louis se masturbando na minha tela.
âžž.âąÂš*âąOnde Harry para provocar o seu padrasto traz um ânamoradinhoâ novo para o apartamento
-ConteĂșdo homossexual
-Ltops/Hbottom
-Harry Intersex! Harry com bocetinha
-Diferença de idade/ Louis 32, Harry 19
-Dirty Talk
Palavras usadas: bocetinha, grelinho, xotinha, cuzinho, cacete, putinha, bonecaâŠ
âIncestoâ
-'Exibicionismoâ
-Porn With Plot
Inspiração: @girllouis (wattpad)
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O som alto da mĂșsica antiga preenchia o quarto enquanto um disco de vinyl dos The Rolling Stonesâ tocava; e Styles mexia a cabeça dançando e cantarolando animado a mĂșsica 'Diddley Daddyâ.
O apartamento luxuoso dos Styles estava vazio, Louis Tomlinson seu padrasto e sua mĂŁe Elizabeth haviams aĂdo para algum lugar qualquer que nĂŁo o fora informado.
Estava a todo momento tomando cuidado com o horårio. Virou a cabeça em direção do relógio apoiado em cima da mesa de escritório, lendo dezessete horas. Eles provavelmente estavam voltando. Desceu as escadas brilhantes de mårmore, correndo em preocupação que conseguisse lavar a louça e arrumar o primeiro andar do apartamento antes que chegassem, na esperança que o trouxessem algo de comer.
Vestia um vestido de alcinha cinza e de tecido leve, propicio a ficar em casa, era confortĂĄvel. Amava roupas e acessĂłrios femininos apesar de ser um garoto.
Havia atingido a puberdade, o maxilar começara a ficar mais marcado e os traços masculinos no seu rosto mais evidentes, a voz não era tão grossa mas, ainda sim considerada uma para voz de menina, apesar do corpoc om o tronco pequeno e delicado e a cinturinha fina.
No inĂcio, Harry genuinamente preferia acreditar que toda aquela atitude de Elizabeth, sua mĂŁe, era decorrente por sentir medo do que seu filho poderia sofrer futuramente, por sua anomalia, e nĂŁo vergonha.
Com o passar dos anos, ele começou a perceber que suas atitudes em relação isso não passavam de ódio e dei nveja.
Ădio. Styles teoricamente tinha destruĂdo a famĂlia perfeita e feito Beth se afastar de seu marido, causando uma separação aos seus 13 anos, desde entĂŁo, sendo culpado por ela.
E inveja. Sempre fora um garoto muito atraente pelo seu fĂsico. Quando Beth trazia novos namorados para sua casa, eles começavam a fitar Harry com outros olhos apesar de criança. Elizabeth nĂŁo enxergava aquilo como pedofilia.
Atualmente, Harry tinha um corpo desejĂĄvel para caralho, cheio de curvas, o tronco pequeno, os pequenos seios com os mamilos sempre pontudinhos e a pele leitosa, sem mencionar seu segredinho sujo que tinha dentre as pernas.
O cacheado se sentia tĂŁo culpado, desde quando havia começado sua puberdade, se sentia atraĂdo pelo namorado de sua mĂŁe. Apesar de tudo que ela o fez -e faz-passar, era ciente que ela nĂŁo merecia um filho com esse tipo de pensamento profano.
Louis e Beth pareciam um tĂpico casal de filme clichĂȘ em sua aparĂȘncia, estavam juntos a tantos anos mas havia algo que nunca tinha florescido entre eles.Â
Elizabeth era uma mulher ridĂcula, e sem Ăndole alguma quando se deitava com outros homens e deixava Tomlinson sozinho para cuidar de Harry.
O garoto que desde seus dezoito anos, quando começou a trabalhar, tentava guardar dinheiro para conseguir se mudar o mais råpido que conseguisse, e quem sabe não ter mais contato com sua mamãe.
O barulho das chaves balançando e a maçaneta da porta rodando faziam presença na sala agora que o casal havia chego. Harry arregalou os olhos e correndo para verificar se estava tudo limpo na sala de estar e cozinha.
âBoa noite Hazâ, Louis abriu os braços quando sentiu o corpo menor e quente se chocando contra o seu.
âBoa noite Louâ. O apertou mais forte.Â
âComo foi seu dia?â. Antes que o mais velho conseguisse responder escutaram uma tosse forçada e os olhos da mulher rolarem, e Beth murmurando com um tom prepotente e desajeitado.
âEstou subindo para tomar banho, e descansar um pouco, mais tarde preciso sair a trabalhoâ. E entĂŁo, desaparecer no fim da escada.
Os dois garotos soltaram uma risadinha desacreditada pela mentira descarada, sabendo de seu segredinho sujo.
Tomlinson acabou o trazendo uma macarronada com molho branco escondido dela e um pouquinho de sorvete para mimar seu garoto, mesmo nĂŁo sendo saudĂĄvel.
A atração mĂștua durante os dois Ășltimos anos fora palpĂĄvel, nenhum deles tinha coragem de avançar no assunto. Louis; que por tudo ainda tinha receio de se aproximar do outro com outros olhos e ser negligenciado, tanto Harry, que nĂŁo se aproximava por um medo igual de seu pai ainda o enxergar como filho, por mais que nĂŁo de sangue.
Foi então quando o cacheado começou a não ligar para estas situaçÔes e se arriscar, ciente de que alguns meses jå conseguiria mudar de apartamento.
Começou usando roupas 'provocantesâ quando Beth ia para suas conferĂȘncias a trabalho. Desfilava pela casa sempre com shortinhos curtos e finos, ou seus famosos vestidinhos que delineavam sua cintura.
Styles sempre fazia questĂŁo de fingir derrubar ĂĄgua ou qualquer outro lĂquido em suas blusas pequenas, sempre em cima de seus seios gordinhos, e entĂŁo formar um biquinho nos lĂĄbios em falso desapontamento, por ser tĂŁo desastrado.
Mas em um certo dia de manhĂŁ, Harry teve seu segredinho revelado. Dessa vez, Louis e sua mamĂŁe tinham saĂdo mais cedo que o horĂĄrio costumeiro, e ele estava tĂŁo acostumado ao casal chegar sempre tarde da noite que nĂŁo pensou duas vezes antes de decidir se divertir umo pouquinho sozinho.
Eram oito horas da manhĂŁ e fazia tanto tempo que ele nĂŁo se tocava devido ao empenho em provocar seu papai.
Quando deitado de lado em direção a porta, jå que sua cama de casal se encontrava ao lado dela, apenas com
uma mesinha de cabeceira separando, foi inevitåvel que seu pensamento corresse para Louis. Começando a fantasiar cenas na sua cabeça.
De como sua pegada devia ser gostosa, a boca com os lĂĄbios fininhos junto a lingua molhadinha passando por todo seu corpo e o chupando todinho, os dedinhos grossos apertando seus mamilos pontudos e depois massageando seu grelinho inchadinho.Â
E caralho, como o esperado se encontrava completamente molhada, sentia sua baba chegar a encharcara a calcinha de renda transparente.
Os dedinhos finos então seguiram em direção a boca, molhando bem as pontinhas, enquanto a outra mão levantava a camisola deixando seu quadril a aparente e descendo o tecido intimo que ficou preso em suas coxas no  desespero de se tocar.
Fez questĂŁo de aumentar os gemidos, agora gemendo extremamente alto e de uma maneira deliciosa com a vozinha fina, enquanto aumentava a velocidade do Ășnico dedo dentro da sua xotinha encharcada; esfregando em seu ponto G e provocando um barulho alto no cĂŽmodo.
De canto de olho observou Louis abrir a porta prestes a falar alguma coisa mas entĂŁo ficando paralisado.
Styles fechou os olhinhos Ășmidos novamente, a boquinha inchada pelas mordidas aberta em um formato oval enquanto gozava e gemia 'O-oh papai Louâ, tirando o dedo de dentro da sua entradinha e esfregando desesperadamente em cima do clitĂłris, para prolongar seu prazer, se contorcendo na cama.
Retirou uma toalha macia e limpa de um dos armårios, ligando a ducha na temperatura fria e tirando as roupas. Quando desceu a calça pelas coxas sentiu o membro duro bater com força perto de seu umbigo. Não resistindo em soltar um gemido fraquinho por se sentir livre do aperto finalmente.
Ele tentou. Ele realmente tentou tirar a imagem de Harry da sua cabeça. Dele se masturbando.Â
Do fato que ele nĂŁo tinha um pĂȘnis e sim; uma boceta gordinha e deliciosa, que era toda lisinha e estava completamente vermelha e molhada pela fricção. Foda-se o que Harry era, ele era tĂŁo excitante.
Não pensou duas vezes antes de levar a mão em direção ao cacete grossinho e punhetar devagarinho.
Aumentou os movimentos e nem se deu conta quando estava gemendo extremamente alto o nome de Harry, imaginando como seria foder a bocetinha gordinha e deslizar os dedos molhados por todo grelinho macio.
E quando Harry conseguia ouvir os gemidos estrangulados em meio ao seu nome vindo do banheiro, se animou com o que causou ao mais velho.
NĂŁo sabiam como seria dali para frente, mas com certeza estavam animados, agora que tinham certezaâŠ
O loiro era gostosinho tinha um corpo magro e bonito (apesar de nĂŁo ser bronzeado, nĂŁo ter os olhos azuis e nem a barba ralinha), mas tudo nĂŁo passava de atração: uma noite de sexo nĂŁo se veriam mais.Â
Ele nĂŁo era realmente o que o cacheado estava desejando no momento, mas depois do incidenteâ aquela manhĂŁ e nunca tocarem no assunto, decidiu fazer algo. Louis ainda tinha medo de tentar algo e ter interpretado tudo completamente errado, medo de no fim tudo nĂŁo passar de algo ilusĂłrio.
Tomlinson dessa vez fazia questão de esboçar seu descontentamento diante da situação que estava prestes a acontecer. O cenho franzido enquanto formava um biquinho emburrado nos låbios finos; o deixava fofo.
Na cabeça do de olhos azuis, aquilo tudo não passava de uma super proteção de pai, nada mais!
Styles tinha avisado o porteiro de que o loiro chegaria aquele horĂĄrio, entĂŁo foi quando escutaram a campainha tocar.
O deixou um beijinho na bochecha, e antes que pudessem se cumprimentar de outra forma, a sombra de Louis os cercou.
âBoa noite Fender, sou Tomlinsonâ. Esticou a mĂŁo gelada na direção do mais novo a todo momento nĂŁo deixando a carranca e os lĂĄbios comprimidos, deixando ele tĂŁo mais atraente.
âBoa noite senhor Tomlinsonâ. Comprimiu o rosto em desentendimento.
âSinta-se em casa por favor, deixe seu casaco em cima da poltrona de couro na sala enquanto eu e Harry terminamos de por a mesaâ. O deu um sorrisinho quase forçado se dirigindo a cozinha, em um chamado silencioso para que o cacheado o acompanhasse.
Enquanto terminavam de colocar as massas e os sucos naturais sobre a tolha soltou um pigarreio.
âNamoradinho novo?â. Arqueava as sobrancelhas em duvida.
âAinda nĂŁoâ. Começou em provocação.
âO chamei para transarmos, uma coisa que vocĂȘ ainda nĂŁo criou coragem para fazer.â Deixou um beijinho demorado nas bochechas fundas do mais velho quando conectou os olhares. E aquele definitivamente havia sido o estopim de tudo.
Antes que o moreno pudesse retrucar, Sam chegou na sala de jantar, apoiando o braço em volta dos ombros menores do garoto delicado, se sentindo muito a vontade.
Quando tinha dito sinta-se em casa nĂŁo era para se sentir tanto assim!
âOnde estĂĄ sua mĂŁe Haz?â. Puxou uma das cadeiras com estofado macio se sentando.
âEstĂĄ em uma conferĂȘncia a trabalhoâ. Disse rĂĄpido, cortando o assunto de maneira desajeitada. Styles quando ia fazer um movimento para se sentar ao seu lado sentiu o braço sendo puxado na direção oposta.
Foi quando Tomlinson começou a cogitar a ideia daquilo tudo ter sido planejado. Mas a que troco Fender aceitaria fazer isso? Harry trazer um garoto para provocar seu padrasto estava totalmente fora de questão.
Começaram a se servir das massas e saladas, cada um com seu prato, e quando começaram a comer engajaram em uma conversa 'traquilaâ. diga se de passagem.
âOnde vocĂȘs se conheceram?â. Começou.
âEstudamos na mesma universidadeâ. Fender piscou o olho para Styles, que deu um sorrisinho nervoso e virou o rosto para Louis no mesmo instante para observar sua reação.
âOh, estĂĄvamos andando pelos corredores e entĂŁo trombamos, eu derrubei os livros do Haz e o ajudei a pegar. Aquela tĂpica cena de filme clichĂȘâ. Falou se animando.
Exibido. Louis apertou a palma da mĂŁo fina na coxa gelada do garoto ao seu lado, deixando a marca da palma devido Ă pressĂŁo. Um sinal claro que nĂŁo estava contente com o monĂłlogo de Sam.
âVocĂȘs parecem se dar tĂŁo bem juntos, me conte um pouco sobre a sua familia, Fenderâ. O ofereceu um sorrisinho, fingiu escutar enquanto Sam tagarelava sobre sua famĂlia.
Louis concordava com a cabeça afirmando como se o dissesse para prosseguir, como se realmente se importasse com aquilo.
Os dedos que antes contornaram a renda na cintura do cacheado, para o meio de suas pernas. As pontinhas geladas contornando a parte pequena que mal cobria a bocetinha, conseguindo sentir a textura dos ladinhos, e então massagear devagarinho por cima da renda entre os grandes låbios.
Harry desde quando havia começado a sentir as carĂcias adentrarem mais sua coxa tentava manter a atenção em qualquer outra coisa, tomando cuidado para nĂŁo gemer nem que fosse baixinho e se constranger naquela situação.
Agora os lĂĄbios gordinhos estavam pressionamos em uma linha reta enquanto olhava para o colo, subindo com uma das mĂŁos mais ainda a saia, abrindo as pernas e tendo uma visĂŁo ampla dos dedos grossos o acariciando superficialmente e caralho, ele conseguia sentir a calcinha molhar todinha, apenas com o pequeno toque.
âE vocĂȘs acreditam que a minha irmĂŁ nĂŁo conseguiu passar na faculdade de direito? Sempre disse que eu era o mais inteligenteâ.Â
Tomlinson concordava com a cabeça e fazia barulhinhos com a boca, como se estivesse inerte no assunto idiota. Fingindo não demonstrar reaçÔes pelo o que aontecia ali em baixo.
As pontinhas dos dedos que antes acariciavam o garoto por cima da renda, agora que ela começou a ficar mais encharcada; adentrou por dentro do tecido. Passava toda a palma pela xotinha lisinha para entĂŁo escorregar os dedos pela repartição, sentindo ela toda Ășmida e a textura macia do grelinho.
O indicador circulou o clitoris em movimentos circulares se forma lenta e deliciosa, tirando um engasgo de
Styles que franzia a sobrancelhas sutilmente.
âEstĂĄ tudo bem Harry?â, Sam começou curioso.
âO que foi Harry? VocĂȘ me parece estar nervosoâ. Louis continuou, com a outra mĂŁo desocupada arrumava os cachinhos que começavam a suar, encarando as bochechas coradinhas de prazer, e aumentava a velocidade no clitoris durinho, sentindo Harry ficar mais molhadinha ainda.
â S-sim tudo Ăłtimo! Por que a pergunta? Apenas queimei a minha lingua com a massa. Esta tĂŁo quenteâ. Recolheu o copo com ĂĄgua tomando um longo gole.
Roçava gentilmente em seu pontinho G quando se curvava o fazendo ver estrelas.
âVocĂȘ tem certeza que estĂĄ bem Hazzâ. Louis aumentos os movimentos dentro do canal vaginal, fazendo com que Styles soltasse um gemido baixinho.Â
âLicença mas estĂĄ acontecendo alguma coisa aqui?â.
Sam Fender aparentava estar perdendo a paciĂȘncia, com as sobrancelhas curvadas e o tom prepotente. Antes que os dois pudessem responder o garoto, escutaram mais um par de passos no piso, vindo em direção a eles.
âTudo bem Fender, vocĂȘ viu o horĂĄrio? JĂĄ se passam das vinte e trĂȘs horas da noite. Harry precisa acordar cedo amanhĂŁâ. Foi apenas isso que ela havia dito antes de subir para o quarto de casal, nĂŁo resistindo em lançar um olhar suspeito a Louis e Harry.
âSinto muito Sam, vocĂȘ vai ter que ir em bora, nĂŁo planejava que Beth chegasse agoraâ.
âTudo bem Hazz, fica para a prĂłximaâ. Se levantava em direção a poltrona de couro novamente para recolher seu casaco o vestindo.
Quando por fim voltava a sala de jantar, a fim de terminar o que tinham começado, observou Tomlinson subindo as escadas quando murmurou um âBoa noite Stylesâ.
Depois da cena que havia acontecido no começo da noite durante o jantar, Harry nĂŁo conseguia esquecer os toques levinhos e o arrepio que Louis tinha o causado enquanto massageava o clitĂłris inchadinho.Â
Ele jura, jura que tinha tentado se masturbar e sanar a vontade que estava sozinho mas nĂŁo conseguia gozar.
Estava jå a bons dez minutos se massageando inteiro, introduzindo o dildo grossinho na sua boceta, revezando com o seu cuzinho sempre revirando os olhinhos que se enchiam de lågrimas quando roçava o brinquedo em seu ponto G ou, massageando e apertando as pontas grossinhas dos mamilos. E tinha começado a ficar extremamente bravo, foi quando sem pensar duas vezes decidiu tomar uma atitude realmente grande em relação a aquilo.
Subiu em cima dos lençois macios, se encaixando ao corpo de Louis e formando a concha menor, quando estava se acomodando sentiu o volume grande e duro em seu bumbum, foi quando sem querer rebolou.
âCaralho princesaâ. Escutou Louis sussurrar pertinho de seu ouvido.
âAinda toâ duro desde o jantar, olha o que vocĂȘ faz comigo, consegue sentir o quĂŁo duro eu to por vocĂȘ?â. Empurrou
o quadril, roçando mais forte o membro que se encaixava entre as bandas agora, quando passou o braço
vazio por cima do corpinho sensĂvel, o puxando para mais perto de si e fazendo a fricção aumentar.
âHmm porra, me toca por favor Louâ. Virou um tiquinho a cabeça para o lado fazendo seus lĂĄbios ficarem
extremamente próximos. Tomlinson seguia os olhos safira contornando toda boquinha carnuda e gordinha antes de acenar fortemente com a cabeça; e grudar seus låbios.
O beijo era lento e molhado como o previsto, as lĂnguas se esfregando e as mordidinhas nos lĂĄbios, as cabeças movimentando sutilmente Louis mordiscava e puxava fraquinho o lĂĄbio inferior antes de introduzir a lingua e o beijar mais forte ainda apesar da lentidĂŁo. A mĂŁo delicada de Harry se enrolava nos fios castanhos e macis o puxando enquanto sentia as mĂŁos de Tomlinson o apertando todinho, que duraram bons 10 minutos, tentando ser o mais silenciosos possĂvel.
Mas para serem honestos; estavam pouco se fodendo com a mulher ao lado deles.
A mão que puxava o corpo de Harry para si começou a o apalpar inteiro descendo do maxilar que fazia um carinho ali, para o pescoço o apertando um pouco e então os peitinhos.
Adentrou com a palma da mão macia e apertou o peitinho gordinho que preenchia certinho sua mão, prendendo o biquinho entre o indicador e o polegar. Desceu as alcinhas da camisola um pouquinho pelo braço para que pudesse puxar os seios branquinhos para fora. Apertava e puxava o mamilo pontudo e grosso, quando desgrudou os låbios ainda juntos lentamente, e cuspiu em cima do biquinho avermelhado, deixando molhadinho para apertar.
Styles gemia baixinho na boca de Louis, com os olhinhos comprimidos e as grossas se apertando em tesão.
Desceu beijinhos pelo pescoço imaculado e então prendendo o outro mamilo na boca, chupando e molhando todinho antes de os prender entre os dentes branquinhos e soltar um sorrisinho quando Harry soltou um gemido mais alto.
âQue peitinhos gostosos amorâ.Â
Voltou a grudar os lĂĄbios com os do garoto continuando o beijo lento ainda, porque assim era tĂŁo delicioso. Principalmente quando Harry sugava a lĂngua macia do de olhos azuis para dentro de sua boca, chupando devagarinho.Â
Enquanto os dedinhos ainda apertavam seu biquinho; Harry descia a mĂŁo pequena acariciando o peitoral magrinho e definido, que apesar da posição ser meio dificinho, conseguia.Â
O indicador percorrendo a linha v e acariciando os pelinhos ralos. Quando adentrou a mĂŁo dentro da calça de moletom cinza, percebeu que o seu papai nĂŁo usava boxer. Prendeu o membro grossinho entre os dedos, apertando a glande e pressionando a fenda. Louis soltou um gunhido nos lĂĄbios babados do outro por reflexo apertando mais o biquinho, As pontinhas contornando todas as veias puisantes e acariciando as bolas inchadas.Â
âO que foi amor? Fala para mim?â. Apertou sua cintura.Â
âEu to tĂŁo molhadinha Lou, me ajuda por favorâ. Formou um biquinho manhoso em seus lĂĄbios enquanto esmagava a xotinha molhada entre as coxas.Â
âVira de ladinho pra'mimâ. Ordenou enquanto o ajudava a se ajeitar e voltar a posição inicial de conchinha, a mĂŁo agora voltando a largar os seios jĂĄ avermelhados e com os mamilos inchados para acariciar todo o corpo pequeno do garoto de olhos verdes.
 Passava a palma da mĂŁo o alisando por todos os cantinhos possĂveis sentindo a pele aveludada na sua palma, passando ela peia barriguinha, pela cintura e quadril que tinha a textura de vĂĄrias estrias ali, descendo pelas coxas e parando a mĂŁo es cirna da sua boceta inchada.Â
âAmor. vocĂȘ tĂĄ tĂŁo inchadinho por que?â. Pressionou o dedo mais forte massagrando o grelinho. âTĂŁo molhadinhaâ.Â
âHm, Lousâ. Começou tentando conversar, mas interrompendo em gemido gostoso por estar agora finalmente tendo o contato Ăntimo novamente, e soluçava em prazer pelos arrepios na sua nuca.
âEu t-tentei me tocar depois que subimos do jantar, mas nĂŁo conseguia gozarâ.
Styles mordia com força o lĂĄbio inferior, soluçando e concordando novamente com os olhinhos fechados, que quando abriu escorria lĂĄgrimas salgadas pelas suas bochechas coradinhas. Ele estava tĂŁo sensĂvel, tinha ficado se tocando a tanto tempoâŠ
âPor favor amor fica quietinho, tudo bem? Sua mamĂŁe estĂĄ aqui do lado; vocĂȘ nĂŁo quer que ela escute, quer?â. O repreendeu ao mesmo tempo que aumentava o movimento do Ășnico dedo dentro de si, torcendo e o curvando para roçar no pontinho G. Sentia todo o tecido macio e molhado apertando seu dedo, mal podia esperar para quando pudesse foder forte a bocetinha gorda.Â
âNĂŁo papaiâ. Murmurou dengosinho se esfregando no corpo musculoso atrĂĄs de si.
âPorra, vocĂȘ me excita tantoâ. Os olhinhos de Styles se arregalaram ele podia jurar que tinha visto estrelas. Por que caralhos Louis tinha que ser tĂŁo bom o tocando?Â
Tomlinson ere o pecado mais delicioso que iria provar. E ele tinha todo prazer em ser seu pecador.
âMe come por favorâ. implorou com um biquinho.
âNĂŁo nĂŁo nĂŁo nĂŁo por favor, eu prometo ficar quietinhaâ. Falou de forma desesperada empurrando seu corpo para trĂĄs.Â
âVou comer seu cuzinho gostosinho enquanto eu dedo sus bucetinha amor, o que acha?â. Harry sem conseguir responder nada apenas acenava freneticamente com os olhinhos apertados. Ele aceitaria tudo naquele momento, qualquer mĂnimo toque de Louis.Â
Quando retirou os dedos de dentro dele, segurou a mĂŁo largada do cacheado, a trazendo para perto de seus lĂĄbios fininhos.
âCospe bastante aqui amor, pra mim ficar bera molhadinho e entrar em vocĂȘâ. Sentiu quando Styles cuspiu grosso na prĂłpria palma a levando por dentro da calça de moletom, que tinha uma poça de babinha da glande jĂĄ marcando o tecido.Â
A palma molhada circulou o membro grosso, conseguindo sentir as veias pulsando em sua mĂŁo, quando começou a punhetar devagarinho o membro. Os dedos mal se fechavam na circunferĂȘncia, ele era tĂŁo grossinho.
Encaixou a glande, entrando somente com ela, e entĂŁo contraiu em volta escutando um gruindo alto do mais velho.
âCacete vocĂȘ me enlouquece praâ caralho faz de novo amor, fazâ. Com Styles obedecendo o comando e nunca soltando o membro de mĂŁo, passando o polegar e contornando uma das veias.Â
A palma de Louis voltou a apalpar o corpo quente de excitação do cacheado, alisando suas coxas e voltando os dedos para e bocetinha.Â
âMe fode por favor papai eu n-nĂŁo vou aguentar maisâ, As sobrancelhas franziam levemente e eles ao menos haviam começado a foder realmente,mas sĂł a vozinha gostosa de seu papai sussurrando em seu ouvido era tĂŁo bom. Tomlinson terminou de enfiar o membro na entradinha comprimida de Styles com agressividade, enquanto deixava beijinhos por toda sua bochecha para o acalmar.
âTĂŁo gostosinha minha bonequinha, tĂŁo bonitaâ. Começou a estocar lentamente de ladinho, fazendo leves movimentos na cama. Segurava a perna do cacheado para cima, o deixando todo abertinho. Em um certo momento sentindo o colchĂŁo se mexer pelo sonho agitado de Beth mas, esquecendo totalmente de sua presença ali. Â
Os dois dedos que esfregavam no pontinho inchado e molhadinho desceu por toda a repartição entre os grandes låbios, os enfiando com força dentro da xotinha encharcada. O barulho molhado do quarto era extremamente alto. Louis metia forte e voltava lentamente ao mesmo tempo que curvava seus dedos dentro da bucetinha dela.
âLou Lou Lou Lou Lou, p-por favorâ. Harry soltava soluços tentando o mĂĄximo possĂvel ser silencioso mas estava sendo tĂŁo difĂcil.
âPor favor o que princesa?â. Diminuiu o movimento em ambas entradas.Â
âMete, papai por favor, faz forteâ. Tinha tum biquinho inocente nos lĂĄbios apesar dos olhinhos Ășmidos e o chorinho de prazer baixinho que deixava.
âTudo o que vocĂȘ quiser amorâ. Proferiu antes que começar meter forte na entradinha jĂĄ judiada, ele tava tĂŁo inchadinho, e corpo quente se impulsionava para frente com a força e os barulhos do quadril batendo no bumbum gordinho eram bem altos. Os dedos voltavam a se movimentar dentro da boceta babada, curvando e esfregando no pontinho g.Â
Os gemidos de Harry começaram a ser mais altos, vez ou outra com Louis o mandando calar a boca por que ele nĂŁo passava de âuma puta mimada que o procurou sĂł para gozarâ.Â
âDesculpa papaiâ. Soluçou alto tampando a boca com a mĂŁo, o cenho franzido e a mĂŁo livre descendo pelo meio de suas pernas friccionando e esfregando o clitĂłris agilmente.Â
A entradinha massageava e apertava o membro de Tomlinson que a cada momento ficava mais inchado ali dentro prestes a gozar. Aumentou ainda mais os movimentos, desta vez, acertando a glande gorda ma prĂłstata sensĂvel, enquanto sentia as bordinhas inchadas em volta de si.
A mente dos dois estava completamente nublada. Nem ao menos se lembravam de mulher ao lado, por mais que ela estiveme dormindo.Â
Friccionou com a pontinha de unha o ponto g na bocetinha gulosa.
Contraia a entradinha apertando o pau dentro de si, e era tĂŁo sufocante, Louis soltou um gemido estrangulado e gostoso quando sentia o aperto. Parou de meter os dedinhos na entrada inchada da boceta gorda, retirou o membro da entrada que continuava contraindo no vazio, escutando um Harry dengoso choramingar triste: e começando a esfregar o membro entre os lĂĄbios gordos da xoxotinha.Â
As gotinhas de porra grossa esguichavara da fenda, respingando em toda camisola lilĂĄs e molhando ainda mais a bocetinha. Parou com os movimentos devagarinho prolongando o prazer.Â
Recolheu com dois dedos toda aquela bagunça na parte Ăntima do cacheado, passou eles pelo meio dos lĂĄbios vermelhos cereja, recolhendo a prĂłpria baba do cacheado e seu gozo. Deu um tapinha forte em cima e os levou na direção do cacheado, na sua boca, que fechou os lĂĄbios em volta chupando fortemente e engolindo.Â
âShhhh calma amor, respira mhm? VocĂȘ foi tĂŁo boazinha para mim, nĂŁo foi? TĂŁo gostosinha. Estou muito orgulhoso de vocĂȘâ, Deixava selares leves por toda bochecha fazendo um carinho leve no quadril gordinho.Â
âObrigado papaiâ. Sorriu envergonhando com os olhos fechados, devido a timidez de olhar para o seu papai.Â
Talvez eles tenham se 'encrencadoâ alguns minutinhos depois quando Beth acordou e viu a cena em sua frente. Mas nĂŁo era como se eles realmente ligassem.Â
đwarnings: unprotected sex, +18, smut, palavras de baixo calĂŁo, curto
đnotas da autora: oi amorzinhos, queria avisar aqui que eu nĂŁo sou a maior especialista do mundo em cenas assim, mas tava com ela na minha cabeça hĂĄ tanto tempo que nĂŁo dava mais para nĂŁo escrever ela, espero que gostem e que perdoem qualquer erro de escrita<3 aproveitem
(nĂŁo revisado)
VocĂȘ jĂĄ estava pegando no sono quando sentiu a respiração de Enzo se aproximar do seu pescoço, logo antes do mesmo passar a distribuir beijos molhados e mordidas pelo seu pescoço. A mĂŁo que antes apenas repousava na sua cintura, agora a apertava e te trazia mais para ele.
Sentir a mĂŁo quente e grande dele passar pelo seu peito, o massageando devagar enquanto seus lĂĄbios beijavam seu pescoço e ombro foi o suficiente para vocĂȘ abrir os olhos, chegando mais para trĂĄs e colando ainda mais seu corpo no dele.
Dava para sentir o quão duro ele estava mesmo que ainda vestisse a cueca e a calça de moletom, o corpo dele estava quente e sua perna estava passando por cima da sua, prendendo seu corpo no dele.
Saboreava seus lĂĄbios como se fosse seu prato preferido e nĂŁo o experimentasse hĂĄ tempos, mordiscando sempre que podia, fazendo tudo que permitido. Quando se separou deles, te virou de volta para o outro lado.
Usando as mãos ele tirou a calça e a cueca, as jogando em um lugar qualquer no canto do quarto e na mesma pressa ele abaixou seu short, deixando aquele pequeno tecido fino em algum lugar da cama.
â Levanta a perna um pouquinho pra mim, amor â te pediu, com a voz baixa quase num sussurro
â ÂżTodo esto para mĂ, cariño? â ele questionava com orgulho, pressionando seus dedos na sua entrada por cima da calcinha â TĂŁo molhadinha...
Arrastando aquele tecido jĂĄ Ășmido para o lado, ele enfim te tocou, arrancando de vocĂȘ um gemido manhoso, te fazendo apertar a mĂŁo livre dele, cujo o braço repousava por debaixo da sua cabeça.
Te tocava na mesma sintonia que seu pau pulsava, implorando para te sentir logo. Massageava o clitĂłris inchado, te fazendo gemer como a putinha que vocĂȘ era. Desejava tanto enterrar seu pau na sua bucetinha quentinha e apertada, mas queria te torturar antes, te fazer ficar prontinha para recebĂȘ-lo e assim ele fez, introduzindo um e logo depois dois dedos devagarinho na sua entrada, te torturando.
A lentidĂŁo, o jeito que ele arfava no seu ouvido, te xingando quando vocĂȘ gemia dizendo o quĂŁo puta vocĂȘ era, tudo isso sĂł te fazia querer ele ainda mais.
â Enzo...
â ÂżSĂ?
Seus olhos estavam fechados, se concentrando na sensação gostosa de ter os dedos longos dele indo e vindo dentro de vocĂȘ, imaginando que fosse o pau dele ali.
â Eu preciso de vocĂȘ...â balbuciou, apertando o braço dele com as unhas
VocĂȘ ouviu a risadinha convencida dele no seu ouvido, sentindo ele tirar seus dedos sem nenhuma pressa.
Se virando para olhĂĄ-lo vocĂȘ viu aquele sorriso de lado convencido, enquanto mordia seus lĂĄbios. Deixando de o olhar, vocĂȘ desceu seus olhos vendo a movimentação por baixo do edredom, sentindo em seguida ele esfregar lentamente o pau na sua intimidade. Para ambos, essa parte conseguia ser tĂŁo prazerosa quanto a penetração em si, aquela tortura gostosa de quando ele pincelava o pau na sua entrada, fingindo que finalmente ia entrar mas apenas voltava a deslizar contra sua buceta encharcada, pulsando e clamando por ele.
â Enzo...
â Quer tanto assim, Âżmi amor? â disse em seu ouvido, depositando um beijo atrĂĄs da sua orelha
â Por favor â implorou
â Levanta mais a perna pra mim, chiquita
Ele pediu e como uma ordem, vocĂȘ o obedeceu, chegando mais para trĂĄs e colando de vez seu corpo no dele como se fossem sĂł um.
Quando enfim ele começou a penetrar vocĂȘ, foi como se vocĂȘ estivesse nas nuvens, cada centĂmetro ia entrando lentamente te fazendo gemer baixinho sĂł para ele, como ele gostava. Ouvindo ele gemer junto a vocĂȘ no seu ouvido, quase no seu rosto, sĂł te deixava mais molhada.
Ouvir aquele homem gemer para vocĂȘ era tĂŁo gostoso...
Enterrando de vez seu pau em vocĂȘ, o braço dele envolveu sua cintura, apertando um de seus seios que começaram a balançar conforme ele aumentava a intensidade e velocidade. Metendo com cada vez mais força conforme saĂa.
Suas bolas jĂĄ doĂam com o tanto que demorou para meter em vocĂȘ, e assim que o fez, nĂŁo conseguiu segurar o gemido de alĂvio e prazer. Sentir suas paredes o apertando cada vez que metia era uma delĂcia.
â TĂŁo apertada...â murmurou, beijando seu ombro â tĂĄ gostoso, tĂĄ? Minha putinha linda
Apertava seu pescoço com força, mas ainda com cuidado para nĂŁo te machucar, apesar de sentir uma vontade enorme de te tratar como a puta que vocĂȘ demonstrava ser nesse momento, pedindo para ir mais força, gemendo como uma vadia, falando tantas coisas que sĂł serviam para deixar ele ainda mais duro.
Foder vocĂȘ era uma das melhores coisas que ele poderia fazer, independente do lugar e da posição, apenas de sentir sua buceta o apertando e ouvir vocĂȘ gemer para ele era o suficiente.
O Ășnico som que se dava para ouvir na casa era da cama rangendo e dos seus gemidos. Seus corpos estavam suados, as respiraçÔes ofegantes, os batimentos acelerados...
Enzo entĂŁo decidiu mudar a posição, ficando por cima ele puxou suas pernas, te levando mais para ele. Vendo que vocĂȘ ia dizer algo ele apenas colocou seu dedo em seu lĂĄbio, sinalizando que nĂŁo era para dizer nada.
â Shii...fica quietinha amor
Se ajoelhando no meio de suas pernas, ele voltou a meter lentinho, te fazendo revirar os olhos e tampar a boca abafando o gemido alto que quase escapou.
Aquela visão era tão prazerosa para ele, os seios balançando por baixo da camisa, o colo molhado pelo suor fazendo sua pele brilhar, a luz quente do abajur iluminando seus olhos dando a ele a visão das suas pupilas dilatadas, as bochechas vermelhas...
Ele apertava sua cintura como se sua vida dependesse disso, se apoiando nela para ir cada vez mais fundo, ouvindo seus quadris se chocarem um com o outro.
Para vocĂȘ a visĂŁo dele metendo era divina, os fios da franja Ășmidos pelo suor, caindo na testa, a boca entreaberta, o pescoço suado pelo calor que seu corpo emitia â sem ter um ventilador no quarto para os ajudar a se refrescar â, o jeito que ele te olhava com a cabeça erguida e as vezes sem ao menos conseguir manter os olhos abertos, os mĂșsculos do braço dele...
Suas mĂŁos seguravam o quadril dele, olhando o pau dele entrar e sair de dentro de vocĂȘ, as veias pulsando, a glande rosada um pouco avermelhada... VocĂȘ estava quase gozando e ele sabia disso e nĂŁo via a hora de te ver gozando no pau dele.
Sem aguentar mais o calor ele tirou a camisa preta, ficando completamente nu perante a vocĂȘ, com cuidado ele deitou em cima de vocĂȘ, apoiando o cotovelo na cama e escondendo o rosto no seu pescoço.
Novamente vocĂȘ voltou a ouvi-lo grunhir e arfar no seu ouvido, te fazendo nĂŁo conseguir segurar e acabar por gozar ali mesmo, arranhando agora as costas dele, que nĂŁo se incomodou nem um pouco com a dor.
â Eso nenĂŁ, goza pra mim vai â dizia em um murmuro, sentindo sua buceta apertar ainda mais o pau dele
Sabia que ele estava perto, a cabeça jogada para trås, os olhos fechados com força e enfim, um gemido rouco e mais alto que o normal saiu da garganta dele, te fazendo sentir enfim todo o leitinho dele jorrar pelo seu rosto.
Com a boca aberta e a lĂngua para fora vocĂȘ sentiu o gostinho das gotas que caĂram na sua boca, engolindo na mesma hora.
e sempre pode piorar, porque boo tinha planejado uma viagem curta pra fazer na semana e finalmente pode usar o banco de horas gigante que tem, jĂĄ que eram incontĂĄveis as horas extras que fazia no estabelecimento, mas tudo foi por ĂĄgua abaixo quando a chefe o ligou no domingo dizendo que nĂŁo iria mais poder liberar ele pois ela iria precisar viajar com a familia.Â
âoiâ diz gentil ao entrar, âeu tĂŽ procurando por um vestido.â
seungkwan larga de canto a revista que estĂĄ lendo, passando o olho por toda a loja como quem te mostrasse as milhares de opçÔes que existem ali, âqual tipo de vestido?â
ele da um leve sorriso, as pessoas nĂŁo costumam ligar para o nome dele, sequer se esforçam em tentar ler o crachĂĄ em seu pescoço, entĂŁo ele decide ser um pouco mais gentil, começa a andar pela loja, te mostrando as opçÔes, âdo que vocĂȘ gosta? florido? pastel? algo bĂĄsico?â
ânem fudendo algo bĂĄsico, por favor!âÂ
ele ri, talvez o primeiro riso sincero que da em semanas âcerto, certo. qual a ocasiĂŁo?âÂ
e enquanto vocĂȘ conta toda sua histĂłria sobre o vestido do casamento do seu primo que vocĂȘ nem gosta taaaanto assim mas precisa ir para evitar mais problemas em familia, seungkwan começa a reparar em vocĂȘ.
âquer experimentar esse? tĂĄ na promoção R$ 60.â ele diz puxando um vestido da arara, o que parece realmente ser um dos vestidos mais lindos que vocĂȘ jĂĄ viu na sua vida.
vocĂȘ olha a etiqueta por costume, o encarando desconfiada âseungkwan, aqui tĂĄ de R$ 450 por R$ 410â
vocĂȘ entra no provador, e o homem solta um ar que nem sabia estar prendendo, entĂŁo se toca que esta completamente fodido.Â
âacha que ficou bom?â abre a cortina.Â
o vestido justinho apertando seus peitos, marcando a sua cintura, e fazendo seungkwan babar, porra, vocĂȘ tĂĄ linda pra caralho nessa roupa. seungkwan te encara por tempo demais, completamente sem reação.
âacho que tĂĄ bem claro que eu nĂŁo tĂŽ me importando com a venda.â ele apoia os ombros no provador, te encarando de baixo acima, notando o tecido justo na sua bunda, pensando coisas imprĂłprias demais pra quem estĂĄ no horĂĄrio de serviço.Â
âvou levar!â tenta desconversar, pelo bem da sanidade dos dois.
mas em meio a pensamentos lascivos, ele pega uma saia preta mais justa, junto de outra blusa, honestamente mal presta atenção no que escolhe, porque se pensar em vocĂȘ vestindo qualquer coisa, ele sabe que vai enlouquecer.
âachei outra opção,â ele avisa, se aproximando do provador. âacho qu-â
e abre a cortina antes mesmo de terminar a frase.
silĂȘncio.
vocĂȘ congela no mesmo instante.
porque no meio da troca de roupa, vocĂȘ esta sĂł de calcinha e sutiĂŁ.
âcaralho,â ele engole seco, desviando o olhar tarde demais. âfoi mal.â
mas ele nĂŁo sai, sequer ameaça fechar a cortina do provador, e vocĂȘs dois percebem isso.
o silĂȘncio parece sufocar vocĂȘs, nĂŁo por desconforto, mas por tesĂŁo. a porra da saia ainda na mĂŁo de seungkwan, enquanto ele segue parado, totalmente incapaz de pensar, encarando o seu corpo mais uma vez, olhando descaradamente pra sua calcinha.
âe-eu sempre pergunto se pode entrar, me desculpa!â apesar da fala ele nĂŁo encara seu rosto, e sim a maldita calcinha que vocĂȘ veste.Â
âse eu estivesse incomodada eu mandava vocĂȘ sairâŠâ foi sincera, o olhar te queimando.
âentĂŁo tira.â ele ri, tentando brincar, mas vocĂȘs dois percebem que nĂŁo foi brincadeira.
o olhar dele continua preso em vocĂȘ, te queimando, seungkwan jĂĄ completamente fora de controle. o prĂłprio sorriso some aos poucos quando percebe o que acabou de falar.
âcaralhoâŠâ ele passa a mĂŁo no rosto, soltando uma risada desacreditada. âdesculpa. eu definitivamente nĂŁo devia ter dito isso.â
e ele entra, o pau grosso esticando toda sua bucetinha, deixando vocĂȘ larguinha pra ele.
âmerda, tĂĄ me apertando todo.â ele te beija, desajeitado, batendo os dentes, enquanto cada centĂmetro do caralho vai te abrindo mais e mais. âcachorra, porra, gostosa.â
ele tem raiva, raiva do emprego, da chefe, raiva por nĂŁo estar onde pensou que estaria a essa altura da carreira, e toda a raiva ele desconta na sua buceta, metendo forte enquanto te come no provador da loja.Â
âk-kwanâ vocĂȘ geme o nome dele, tentando dizer o quĂŁo gostoso tĂĄ, mas os gemidos desconexos sĂŁo mais fortes, fazendo vocĂȘ se agarrar aos ombros dele.
as paredes finas do provador começam a tremer, ele abre mais a sua perna na cintura dele, fazendo o pau todinho entrar em vocĂȘ.
sua buceta molhada aceitando a piroca grossa sem reclamar, vocĂȘ rodeia o braço por completo no pescoço dele, gemendo igual uma putinha.
vocĂȘ começa a contrair no cacete de seungkwan, gemendo que vai gozar, e isso o enlouquece mais ainda. ele arruma seu cabelo que começava a cair na testa, te da um beijo rĂĄpido e estoca novamente.Â
âvai gozar pra mim, piranha? goza, amor.âÂ
e quando sua buceta aperta como se quisesse engolir ele inteiro, seungkwan da uma risada sĂĄdica, o alĂvio brutal depois de meses sem conseguir foder por causa da porra do trabalho estava acontecendo ali mesmo dentro do provador.
e vocĂȘ goza, as pernas tremendo e te deixando bambinha nos braços dele, melando o pau inteiro de vocĂȘ.
e seungkwan sente, sente sua buceta contraindo, sente seu lĂquido escorrendo pelo pau dele, e ele continua metendo devagar, sendo seus espasmos enquanto o pau grosso ainda te arromba inteira.Â
e mesmo assim, quando acaba, ainda fica grudado em vocĂȘ.Â
sua perna desce do quadril dele, e o rosto ainda afundado em seu pescoço, respirando pesado.
âporra, eu realmente precisava disso.âÂ
alguns minutos depois vocĂȘs se olham, rindo um pouco bobos da ideia maluca que ambos tiveram. o provador cheira a sexo e suor, e seungkwan claramente nĂŁo tem condiçÔes de seguir o expediente.
àż. đ€đđđđđđ : hard sex, sexo sem proteção (se protejam, galerinha), MUITO dirty talk, maki namoradinho, reader subindo pelas paredes, maki marombinha core, relacionamento estabelecido, creampie, menção a anal e ACHO que sĂł.
đ đŻđ°đž đ±đđąđșđȘđŻđš â hotel california - prznt.
Merda, vocĂȘ estava fodida. Foi o que sua mente divagou ao ver o Ășltimo storie que seu querido namoradinho havia compartilhado na rede social. Porra, achava ser impossĂvel o garoto ser mais gostoso do que jĂĄ tinha conhecimento, mas aparentemente nĂŁo, nĂŁo era.
NĂŁo era nada bom para a sua saĂșde mental aquele cabelo preto sedoso com o corte raspadinho que ele era habituado a usar, nem aquele recente risquinho na sobrancelha de puto. Sim, puto. O adjetivo mais tranquilo que vocĂȘ estava usando para o denominar devido a raiva que sentia a nĂŁo conseguir controlar o efeito que o japonĂȘs causava em vocĂȘ com tĂŁo pouco.
NĂŁo conseguiria explicar o que a rotina incessante e rigidamente adotada por Maki tinha causado em vocĂȘ. Aquelas costas malhadas imensas, os braços fortes, as coxas torneadas, o abdĂŽmen duro trincado⊠Ah, caralho, sua buceta babava apenas de fantasiar o corpo robusto e imenso do namorado sobre vocĂȘ, a cobrindo totalmente ao passo que ele te enlouquecia.
Coisa que nĂŁo demorou a acontecer, visto que, assim que o moreno passou pela porta de entrada do seu apartamento, depois de mais uma sessĂŁo de treinos, vocĂȘ nĂŁo o deixou pensar demais. Agarrou aqueles bĂceps imensos e o arrastou para seu quarto, nĂŁo dando outra escolha para o Hirota a nĂŁo ser reivindicar seu corpo necessitado. Poxa, que tarefa complicadaâŠ
â M-Maki⊠Caralho, amor⊠â sua voz repleta de manha e arrastada nĂŁo esconde sua entrega pelos movimentos rudes acertados em seu centro.
Sem se desgrudar nem um centĂmetro de vocĂȘ, sente o Hirota nĂŁo diminuir a velocidade do quadril, para frente e para trĂĄs, lento, um rebolar moroso em seu meio, fazendo o pau dele acertar fundo e logo em seguida sair devagarinho, a glande rigorosa acariciava bem seu Ăąmago. Ele geme. Geme completamente rouco, somado a uma lufada de ar que bate diretamente contra seu rostinho.
VocĂȘ nĂŁo consegue conter o arrepio na espinha que a cena lhe traz e muito menos o gemidinho repleto de manha que te escapa. Caralho, ele sabia muito bem o que estava fazendo. Ele sabia que um dos seus pontos fracos era vĂȘ-lo assim, bruto, devoto. Todo entregue ao prazer que seu aperto o proporcionava. Tsc, ele te tinha na palma da mĂŁo.
â AmorâŠÂ mete⊠Porra, isso! Mete assim⊠â estava completamente burrinha em meio Ă s arremetidas fortes do japonĂȘs em seu interior. O corpo molinho, mesmo apoiado nos cotovelos, era empurrado para frente e para trĂĄs em junção Ă s estocadas brutas dele, que nĂŁo media esforços para meter forte, arrombando sua bucetinha com uma fome desmedida. âRiki, caralhoâŠâ
Sua intimidade se contrai, apertando o falo teso entre suas paredes molhadinhas no mesmo momento em que as estocadas do comprimento grosso a abrem com afinco. Os dedos longos de Maki largam seu rostinho para capturarem seu clitĂłris, esfregando a ĂĄrea com rapidez ao mesmo tempo em que nĂŁo diminui as arremetidas grosseiras em sua bucetinha babona. Sua palma agarra o ombro dele e as unhas bem feitinhas deixam vergĂ”es pela pele alva. VocĂȘ morde os lĂĄbios para conter um pouco dos sons altos, mas nĂŁo consegue evitar o gritinho por muito tempo.
â M-MakiâŠ
â Tsc⊠â riu rouquinho, observando vocĂȘ quebrar, de cima. âVem putinha⊠esguicha pra mim.â
O cenho franze e, sem demora, jatinhos aquosos jorram de sua xotinha judiada, vazando pelos ladinhos da pica grossa que ainda maltratava a entradinha, fazendo o barulhinho molhado ecoar pelo quarto abafado.
ApĂłs mais alguns minutinhos em que sĂł se era possĂvel ouvir apenas os ofegos de ambos pairando pelo abafado de seu quarto, vocĂȘ sente o tronco a cobrir novamente, beijos e chupĂ”es sendo deixados por seus peitinhos expostos, logo subindo por seu colo e parando no pescoço.âMatei seu tesĂŁo de vadia, amor?â Murmura num tom baixo, risonho, o peso do corpo forte caindo contra o seu.
VocĂȘ apenas ri baixinho e concorda com um acenar de cabeça, ainda recuperando seu ar e a sua consciĂȘncia apĂłs o orgasmo avassalador. âAh, sĂł porque eu ia comer seu cuzinho, poxaâŠâ A voz rouca divaga contra sua pele, causando arrepios gostosinhos em sua espinha.
E depois que ele descarrega, Jooheon ainda tem o prazer de se afastar devagarinho sĂł pra assistir a porra escorrendo de sua bucetinha. Caralho, ele fica hipnotizado ali, olhando o rastro viscoso vazar de sua entradinha inchada, escorrer superficialmente pelo cuzinho e sujar o lençol. Ainda te chama de putinha com o sorriso mais satisfeito do mundo nos lĂĄbios, coleta o que pingou com a lĂngua mesmo e engole tĂŁo satisfeito, observando como sua bucetinha começa a piscar de novo. VocĂȘ nem se atreve a ir se limpar ainda, primeiro porque vocĂȘ tem que ficar ali marinada na porra, sentindo toda essa lambança. segundo porque, de qualquer forma, ele vai te pegar de novo e te deixar lotadinha outra vez. E sinceramente, quanto mais, melhor.
Gostou? DĂĄ uma forcinha aĂ! Uma curtida, um reblog ou um comentĂĄrio sĂŁo mais do que suficientes para eu saber que vocĂȘ se agradou com meu conteĂșdo :)