aberto.
Tinha levado um pé na bunda de casa naquela tarde, só porque tava enchendo o saco do Daeil enquanto ele tava na cozinha, dando uma bicada nos petiscos. Acabou tomando uma frigideirada na cabeça e sendo trancado pra fora, então a única saída era ir até o parquinho do condomínio. Tava largado no balanço, gemendo de fome, quando ouviu uns passos se aproximando. "Ei, você aí!" se levantou igual um zumbi saindo do caixão. "Tem um salgadinho aí? Ou algo comestível pelo menos? Tô morrendo de fome, mano, e o Dadazinho não quer me dar um rango."
˚。 ㅤ ㅤ ㅤ ㅤjihan tinha deixado o filho mais velho brincando no parquinho do condomínio com os amigos enquanto ia até o mercado buscar algo para lancharem. gostava de receber as crianças em casa para aquele tipo de coisa. gostava que hangyu tivesse amigos ali também - até porque os pais de seus amigos da escola dificilmente deixariam seus filhos ficarem em um lugar como o haneul para brincar. estava ali para chamar as crianças para subir e comer quando ouviu o pedido do rapaz. apesar da estranheza da cena, que o fizera franzir o cenho, o professor acabou rindo e tirou um pacote de batatinhas da sacola para entregar ao outro. ━━ e você preferiu vir aqui esperar alguém aparecer em vez de pedir misericórdia para ele? ━━ quem quer que dadazinho fosse, porque não conhecia ninguém por tal nome. de todo jeito, disse com humor, em tom leve, claramente brincando.
Seu rosto se iluminou quando viu o outro oferecendo um saco de batatas. Pulou do balanço num pulo só, assustando as pobres crianças, e agarrou o pacote como se fosse um bicho esfomeado. "Pô, valeu aí, mano. Tu tá me salvando," disse, abrindo o pacote e já enfiando um punhado de batata na boca. "Já viu o Daeil bravo? Pedir misericórdia pra ele é pedir pra levar uma panelada, e olha que ele não espera a panela esfriar."















