o apartamento A3 da torre TWILIGHT não está mais vago. quem se mudou para lá foi YOON HAJUN, que tem VINTE E CINCO anos e, aparentemente, trabalha como HOST (CONHECIDO COMO SUN EM UM HOST-BAR EM GANGNAM) E ESTUDANTE DE ENGENHARIA AEROESPACIAL (SNU). estão dizendo que se parece muito com LEE KNOW, mas é bobagem. não esqueça de dar as boas vindas!
𝐓𝐑𝐈𝐕𝐈𝐀:
25 de outubro, sol em escorpião, lua em sagitário.
demipanssexual, solteiro.
línguas faladas: coreano, inglês, russo, japonês e chinês.
aparência no dia a dia: blusas de nerd, óculos, cabelos desarrumado, jeans surrado e tênis.
aparência no trabalho: elegante, sexy e com roupas mais escuras, algumas transparentes e mais justas.
cabelos curtos, sempre com o mesmo corte, castanho claro, liso.
mora no complexo a 5 anos.
𝐑𝐄𝐒𝐔𝐌𝐎:
No interior de Daegu, mais especificamente na famosa vila da maçã, vive a família Yoon, mais uma tradicional família coreana que vive com o pouco que as maçãs lhe rendem. É uma família grande, unida e cheia de carinho, não tem muito a oferecer e parece se contentar com isso, acomodados na vida simples e na rotina pesada de trabalho diário. Cultivar maçãs, ou comercializar frutas e seus derivados, ou trabalhar servindo comida caseira não parecia nada atraente para Yoon Hajun, o mais novo membro da família. O jovem se mostrou um verdadeiro gênio desde criança, aprendeu a fazer contas antes mesmo de aprender a falar, com dez anos já ajustava todos os eletrodomésticos da casa e tinha uma enorme curiosidade sobre coisas eletrônicas, além da sua enorme paixão pelo universo e as estrelas. Era muito novo quando escolheu seguir a carreira espacial, definiu o seu sonho em desenhar foguetes e não mudou, nem mesmo quando se tornou adulto. Se inscreveu para o vestibular de engenharia aeroespacial, mas disse aos pais que estudaria agronomia em Seoul, que novas tecnologias estavam sendo ensinadas ali, então facilmente conseguiu organizar a sua mudança e, foi realizar o seu sonho.
biografia completa abaixo
𝐇𝐈𝐒𝐓𝐎𝐑𝐘:
No interior de Daegu, mais especificamente na famosa vila da maçã, vive a família Yoon, mais uma tradicional família coreana que vive com o pouco que as maçãs lhe rendem. É uma família grande, unida e cheia de carinho, não tem muito a oferecer e parece se contentar com isso, acomodados na vida simples e na rotina pesada de trabalho diário. Cada membro da família tem um único investimento que nunca muda: a educação, para que possam evoluir um pouco, a decisão é que todos só estudam coisas relacionadas à agricultura, foi assim que o comércio da família foi crescendo cada vez mais. Agora a família tem até um restaurante familiar bem famoso na vila, no qual o futuro de todos os membros parecem estar ligados a isso.
Cultivar maçãs, ou comercializar frutas e seus derivados, ou trabalhar servindo comida caseira não parecia nada atraente para Yoon Hajun, o mais novo membro da família. O jovem se mostrou um verdadeiro gênio desde criança, aprendeu a fazer contas antes mesmo de aprender a falar, com dez anos já ajustava todos os eletrodomésticos da casa e tinha uma enorme curiosidade sobre coisas eletrônicas, além da sua enorme paixão pelo universo e as estrelas. Era muito novo quando escolheu seguir a carreira espacial, definiu o seu sonho em desenhar foguetes e não mudou, nem mesmo quando se tornou adulto.
Não foi algo que agradou a família, Hajun passou a ter problemas por ser diferente e ter um sonho que mudava os planos daquela família, o seu destino traçado não parecia ter mudança alguma, então decidiu tomar as rédeas de sua vida, usando de um truque básico e meio sujo: a mentira. Se inscreveu para o vestibular de engenharia aeroespacial, mas disse aos pais que estudaria agronomia em Seoul, que novas tecnologias estavam sendo ensinadas ali, então facilmente conseguiu organizar a sua mudança e, foi realizar o seu sonho. Apenas depois de atingir a maioridade que dividiu esse segredo com a família, o que causou problemas em relação à confiança entre Hajun e a sua família, mas não durou muito tempo, principalmente quando foi notado que ele conseguia viver sozinho na cidade grande.
E mesmo depois de tudo isso, a falta de apoio dos familiares continuaram, mesmo Hajun provando diariamente o seu potencial, acabou se tornando completamente independente e isso resultou em ações mais desesperadas, em todos os empregos que conseguia, não ficava muito tempo devido a faculdade e acabava sendo demitido por atrasos e faltas repentinas sem aviso, foi garçom, caixa, atendente, e trabalhou até na construção civil, mas o que realmente lhe rendeu uma rotina segura foi o trabalho de Host. Em todos os lugares em que trabalhava, a sua beleza era algo que se destacava muito, sempre sendo assediado por proprietários de boates que focam em pessoas bonitas para o atendimento aos seus clientes, a ida até aquela boate em Gangnam foi pelo desespero em não conseguir fechar o mês.
Mesmo assim, precisa dividir o seu apartamento para conseguir se manter estável, mas agora com um apartamento que também se tornou fixo em sua vida, já que vivia mudando de canto em canto, de buraco para buraco, porque não conseguia se manter em lugar nenhum, nem mesmo os dormitórios que a própria faculdade cedia aos alunos de baixa renda. Com todas as economias que tinha, pegou as poucas coisas que tinha em seu último quarto e se mudou, esperando assim fazer com que a família finalmente entendesse, enquanto ele tivesse esse sonho, ele não iria desistir tão cedo.
𝐏𝐎𝐑𝐐𝐔𝐄 𝐒𝐄𝐔 𝐏𝐄𝐑𝐒𝐎𝐍𝐀𝐆𝐄𝐌 𝐄𝐒𝐓𝐀́ 𝐄𝐌 𝐇𝐀𝐍𝐄𝐔𝐋 𝐂𝐎𝐌𝐏𝐋𝐄𝐗?
Hajun foi para Haneul porque foi o mais barato que encontrou, já que não tem tanto dinheiro assim. Não tem muita coisa para colocar em seu apartamento e precisou de alguns meses para ter algumas coisas, como um sofá, uma cama para sustentar o seu colchão, que até aquele momento estava sobre papelões espalhados no chão, uma geladeira e um fogão. Existem algumas dificuldades que atrapalham um pouco, como a distância pro trabalho e a distância para a faculdade, tendo gastos que acabam dificultando um pouco as coisas, mas a sua dedicação e determinação faz com que ele aguente tudo numa boa, desde que se torne um bom engenheiro, dali em diante, ele poderia melhorar de vida.
VAGA DE GARAGEM: Ocupa uma vaga de moto com uma Lambretta LD 58 branca com vermelho.
Balançava um colher de açúcar no seu copo de café quando Hajun chegou. Ela notou imediatamente a expressão cansada em seu rosto e o suspiro pesado que escapou de seus lábios. Miyoung se aproximou dele com um sorriso gentil. ━ Hajun, você parece exausto. ━ Comentou ela, preocupada. ━ Tem acontecido muita coisa na faculdade ultimamente? ━ Ela sabia que Hajun estava sempre atolado com os estudos e trabalhos da faculdade, e às vezes se preocupava com o quanto ele se sobrecarregava. Miyoung gostava de ser prestativa, então ofereceu sua ajuda, mesmo que fosse apenas para ouvi-lo desabafar. ━ Se precisar conversar ou desabafar sobre algo, estou aqui para você. ━ Disse ela com um tom reconfortante. ━ E, se quiser uma pausa, podemos tomar um café juntos depois do trabalho. Às vezes, um tempo para relaxar pode fazer maravilhas, sabe? ━ Ela sorriu, tentando animá-lo um pouco. Ela sempre tentava trazer um pouco de luz para o dia dele.
A sua exaustão sendo notada era um fato que não conseguia mais esconder de ninguém, odiava deixar as pessoas preocupadas e Miyoung era uma das pessoas mais gentis daquele lugar, não queria deixa-la com uma preocupação boba daquela, sendo que não tinha como ajudar naquele momento. "São muitos projetos, tá uma loucura... e ainda tem toda essa coisa do prédio, ter que limpar o apartamento, não ter uma lavanderia..." Soltou o ar como se tudo aquilo tivesse lhe causado uma exaustão enorme. "E ainda tem o trabalho, não tô tendo tempo pra dormir" Sorriu sem jeito, porque definitivamente era péssima em organizar seus horários, não tinha como sobreviver daquele jeito. "Ah, Miyoungssi... você sempre tão gentil. Acho que é meio inviável tomar café depois do trabalho, eu saio muito tarde de lá... mas eu não vou recusar não... podemos fazer isso em outro horário se for melhor pra você... e se precisar de ajuda no seu apartamento também..."
Aquele não era o tipo de ambiente que frequentava, afinal não dava para esperar muito de alguém que possuía uma vida social inexistente e os únicos eventos em que ia eram os ele mesmo produzia e trabalhava. Falando em trabalho... era o motivo de estar no clube, tinha acabado de ter uma reunião com o gerente do lugar para acertarem os detalhes de uma despedida de solteiro no local, solicitação de um de seus clientes.
A música era alta, os corpos se moviam, vozes de conversa ecoavam por todos os cantos. Se encaminhava para a saída quando viu uma silhueta que lhe pareceu familiar, intrigado direcionou o olhar naquela direção. Um homem claramente bêbado estava tentando beijar alguém. Reconheceu @yoyohajun como a vítima e sem pensar muito cruzou a distância que os separava, o ser embriagado parecia ser insistente e estava em uma nova tentativa que prontamente foi interrompida por Ryan. "Ele já disse não" Afastou o homem do rapaz com o braço enquanto buscava um segurança com o olhar e gesticulava para ele. Assim que o segurança se aproximou, soltou o bêbado e voltou-se para Hajun. O olhar intenso buscando qualquer indício de que ele pudesse estar machucado. "Você está bem?"
Existia uma mentira por trás daquele tipo de clube, aquela no qual Hajun nunca adotou, sequer sabia o porquê de fazer sucesso naquele tipo de serviço. Estava sentado com um dos seus vários clientes insistentes, chegou a ir pra casa com algumas marcas que vieram desses que achavam que o serviço dava carta branca para agir como se fosse o seu proprietário. Pago por você, então você é meu. Chegou a sinalizar o segurança pelo menos umas três vezes, mas sabia que não era sempre que tinha a proteção dele, o que foi uma surpresa quando o homem avançou para cima dele e ninguém apareceu para impedi-lo, provavelmente porque alguma coisa aconteceu e acabou ocupando todos os homens que trabalhavam ali.
“Eu não quero... não toca...” Parecia repetitivo falar aquilo, mas nem assim conseguiu evitar a mão boba e a foça em seu pescoço para que o beijo acontecesse, quase tendo os seus lábios colados ao da pessoa ali, foi um alívio enorme quando alguém apareceu e os olhos de Hajun conseguirem ver gentileza naquela pessoa que lhe ajudava, vendo-o levar o homem para longe, os olhos lacrimejaram enquanto observava a cena, ainda encolhido no canto daquela mesa, naquele assento colado na parede, Hajun sentiu vontade de sumir ali porque só queria chorar. “E…estou bem” Disse docemente, em um tom quase inaudível, se ajeitando sobre a cadeira e tentando se recompor. “Obrigado”
Espirrou pela décima vez depois de limpar todos os tapetes de seu apartamento, sentindo a exaustão de fazer aquele trabalho que parecia ser absurdo diante de todo o caos que foi os últimos dias. O hotel foi uma benção para alguém que mal tinha tempo para se cuidar, o que eram alguns dias sem se preocupar com o que ia comer ou com a limpeza do lugar, mas isso durou pouco, pois logo estava na sua vida miserável de novo. As suas roupas estavam todas na lavanderia, porque precisava gastar com isso agora que não tinha mais uma lavanderia no prédio. "Vou ter que aprender a lavar roupa na pia do banheiro" Reclamou mais para si mesmo do que para qualquer outra pessoa ali, se sentando no pátio usando o seu pijama e a pouca roupa limpa que tinha ainda. "Por que a vida de adulto é tão deprimente assim?" Falou para o céu, porque era mais fácil falar com ele mesmo ou com o vento do que com pessoas.
002.
Desde quando retornou para o apartamento sujo e cheio de fuligem que Hajun precisou limpar sozinho, ele passou a se dedicar em duas coisas: conseguir alguém para dividir o apartamento com ele, ou passaria fome facilmente, e limpar o que tinha que limpar, já que estava sozinho e não podia dormir no meio da sujeira pra sempre. Isso atrasou os seus projetos na faculdade e, esses atrasos causavam atrasos pro trabalho, então definitivamente Hajun estava uma bagunça. Roupas limpas e muito simples foram vestidas, quer dizer, simples no meio em que trabalhava, ainda era bastante provocativo, a calça justa, os cabelos com aquelas ondinhas adoráveis e a blusa justa ao corpo junto com a jaqueta, tudo preto, fazia parte das peças que sobraram e que encontrou na sua mala. Estava apressado, mas visivelmente doente, era só olhar pra ele, alguns passos apressados para descer as escadas as pressas, dois degraus para tocar o chão do térreo e então uma crise de tosse, precisou tirar um lenço do bolso para não fazer isso na cara de MUSE que estava vindo do caminho oposto ao dele. "Perdão... eu acho que... é por causa da sujeira que ficou o apartamento..." Disse enquanto pegava a sua garrafa de água para beber um gole.
"Ei, você não pode tocar nisso", Tommy advertiu enquanto recebia o troco de um cliente e fazia as contas rapidamente a medida que pegava o troco alheio. "Isso não é cortesia do restaurante. Se quer uma sobremesa, temos várias no cardápio", devolveu o troco e apontou para o menu exposto no balcão. Trabalhar em restaurantes aos sábados era insalubre, Tommy ficava sobrecarregado e mal tinha tempo para uma refeição, por isso um de seus melhores amigos levou um prato de biscoitos frescos para ele — milagre os biscoitos terem chegado inteiros. Com seriedade, retirou o prato de biscoitos do balcão e deixou-o no banco ao seu lado, tudo isso sem olhar para muse até então. "Em que posso ajudar? Uma sobremesa?", perguntou, finalmente, fitando muse, pois chegou sua vez na fila.
A ida até o restaurante foi necessário já que não tinha o que comer naquela tarde, só não teria tempo de comer por lá. Ele não sabia se serviam marmita naquele lugar, o que era estranho ter que perguntar aquilo. Para alguém introvertido, isso era o fim do mundo, enquanto o rapaz que atendia estava conversando com alguém sobre sobremesas, Hajun fazia exercícios constantes sobre como perguntar algo tão simples. Respirou fundo, contou até dez e quando finalmente ouviu sobre o que ele desejava. "Oi. Vocês vendem sobremesa?" A pergunta não saiu como ele havia ensaiado a alguns segundos atrás, balançou a cabeça e riu sem jeito, sentindo o rosto arder em chamas. "Não, pera... marmita..." Repetiu a palavra umas três vezes em voz baixa antes de falar de novo. "Vocês vendem marmita? Ou sei lá, tem como pedir pra levar?"
𝙲𝙻𝙾𝚂𝙴𝙳 𝚂𝚃𝙰𝚁𝚃𝙴𝚁! ⸻ at complex's games room.
𝚆: @yoyohajun
danbi encontrava-se sentada sobre um puff velho, de pernas cruzadas e olhos atentos à tela do celular. há pouco tempo havia terminado de empurrar alguns dos móveis mais leves do salão de jogos somente para liberar um espaço maior frente ao espelho antigo do local que preenchia quase uma parede inteira embora tivesse rachaduras em vários pontos, alguns deles pedaços do próprio espelho faltava, mas a garota sabia que seria o suficiente para que pudessem observar seus movimentos enquanto treinavam, mesmo com a camada fina de poeira sobre a superfície refletida. era fato que danbi estava empolgada com a aula que viria a seguir e não aguentando mais manter-se parada, resolvera erguer-se do estofado nada confortável, encaminhando-se para o centro do espaço vazio, checando o tênis branco, a calça preta de moletom e o cropped de mesmo tecido, porém, na coloração branca, enquanto prendia os cabelos longos e loiro-alaranjados num rabo de cavalo. não demorou muito para que pudesse ouvir passos se aproximando, o que fora o suficiente para que ela rapidamente virasse a cabeça em direção a silhueta que aos poucos aparecia, não hesitando em sorrir ao ver quem era. — hajun-ssi! — chamou em meio a um sorriso, fazendo um breve sinal no ar com a mão destra erguida para que o homem se aproximasse logo, afinal, danbi tinha vários problemas com formalidade dos quais ela mesmo esquecia com frequência.
Hajun estava exausto quando colocou os pés no chão cheio de rachaduras da Haneul, era o seu lar e jamais reclamaria de toda a velharia que tinha naquele lugar, na verdade, se acostumou com cada uma. Se tivesse tempo, o que lhe faltava sempre, daria nome a elas e contaria histórias para seus pais como se fossem pessoas, mas tudo o que fez foi suspirar em exaustão, mochila pesada nas costas, uma garrafinha de água na mão, o celular na outra com os fones de ouvido conectados a ele, teria seguido em frente se não tivesse visto um movimento diferente na sala de jogos, caminhando até lá e sorrindo. “Danbi-yah… está treinando de novo?” Perguntou com um sorriso tímido nos lábios, deixando a mochila no chão porque não aguentava mais andar com aquilo nas costas. “Precisando de ajuda em alguma coisa?”
✦ * · ˚ @yoyohajun said: ⌜a bar just after closing.⌟
º ✧ 。––– havia conseguido um emprego de meio período em uma cafeteria perto de sua nova casa nos últimos dias, ficando responsável por organizar tudo na hora de fechar. estava em seu segundo dia na função, e já havia passado alguns minutos do horário que a cafeteria fechava, mas ainda tinha um cliente solitário ali. ❛ com licença... nós já fechamos. posso trazer sua conta? ❜ estava um pouco tímide de se aproximar do aparente rapaz, com as mãos juntas em frente ao corpo e um pouco curvado. odiava abordar as pessoas, mas isso fazia parte de seu novo trabalho.
Café, não havia nada melhor para quem precisava usar todo o tempo que tinha livre para sustentar tudo o que precisava sustentar. Trabalhar de noite, estudar de manhã, fazer projetos e atividades a tarde, Hajun nunca conseguia tempo nem pra respirar, imagine só comer ou dormir. Ele não se deu conta do horário, já pronto pro trabalho e com o último projeto aberto em seu notebook, ele estava tão absorto que não percebeu que não só estava atrasado pro trabalho como também estava atrasando a volta pra casa das pessoas que trabalhavam ali. "Ah, perdão, eu... ó céus" Reclamou baixo enquanto tentava juntar as suas coisas, desastrado, acabou fazendo algumas canetas coloridas e papéis caírem no chão. "Desculpa, pode... desculpa..." Respirou fundo e se ajeitou sobre a cadeira, sorrindo para o garoto na sua frente. "Pode sim, obrigado. Eu vou arrumar isso aqui" Sorriu, praticamente se jogando no chão para pegar as coisas caídas.
pluck, sender plucks something out of receiver's hair.
Sentiu o puxão no seu cabelo e deu um salto, um susto enorme que só piorou quando soube que se tratava de um besouro que estava emaranhado no seu cabelo, fazendo ele passar as mãos pelo corpo infinitas vezes como se estivesse espantando algum inseto. "Não, tirou tudo? Tirou? Me diz que tirou…" Falou um pouco ofegante, havia esse pânico quase irracional com insetos, tinha seus motivos para isso e traumas da infância que preferia não verbalizar, razão essa dele estar pálido e com os lábios ressecados, quase tendo um surto real. "Tenta me avisar antes, só pra me preparar, por favor"
Projetar o meu próprio foguete ou participar de algum projeto espacial que seja, não ligo muito pro país, desde que eu faça parte de alguma coisa grande.
🩵 LIGHT BLUE HEART — what do you fantasize about the most often (generally/sexually/etc)? are there any people that are significant to or that you can see in this fantasy and why?
ooc: hajun não interesse em sexo no geral, dificilmente fantasia coisas e não é do tipo que se masturba, porém, desde quando despertou interesse em uma pessoa que tem provocado e muito o hajun que tem despertado esses desejos mais intensos que faz ele ter momentos de constrangimento, seja com sonhos ou, de vez em quando, precisa amarrar a blusa na cintura… não precisa dizer o nome, todo mundo já sabe.
[ 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐧𝐭 ] : sender is asking if they can touch receiver sexually. (@gyeonyeong)
trigger warning: conteúdo sexual.
Poderia ser um sonho, esperou por tanto tempo que não acreditava que de fato estava acontecendo. Os beijos já tinham sido tudo o que esperou por todos os anos que alimentava aquele sentimento, mas as mãos dele em seu corpo ultrapassaram todas as expectativas. Estavam deitados no chão, não tiveram tempo de ir para qualquer outro lugar, Yeong questionava se tinha certeza, se queria ali mesmo, Hajun não ligava onde fosse acontecer desde que acontecesse. E o primeiro a se despir, como sempre, foi o mais velho… e como ele é bonito, sempre se perdia quando a imagem dele com qualquer parte do seu corpo exposto aparecia no seu campo de visão, Yeong tinha os músculos rígidos, as veias saltadas, um corpo impecável e Hajun não conseguiu conter o gemido só com a visão dele, já tinham passado diversas etapas daquele amasso todo.
Só faltava uma única peça para ficar de igual para igual, mas definitivamente já era possível de sentir a sua ereção roçando contra a virilha dele. "Por favor!" Pediu primeiro em meio a um gemido lânguido, antes de ouvir aquele pedido que soou tão absurdo aos ouvidos do rapaz, as mãos de Hajun pareciam coladas no corpo do mais velho, as unha cravadas em sua pele, puxando para que ficasse a marca, ele queria deixar marcado, queria que o mundo visse a quem Yeong pertenceu por uma noite inteira. "Você deve… eu sou seu, Yeong… por pelo menos uma noite, eu pertenço a você" Sussurrou com os lábios colados contra o ouvido dele, deixando um beijo em seu pescoço e mais uma marca avermelhada na pele alva. Enquanto segurava a mão dele para guia-lo até o seu pênis rijo, pressionando a palma para que ele pudesse massagear a região.
O bar tava lotado, como sempre, principalmente por mulheres e estava feliz de ter a companhia de sua vizinha em um dia como aquele, Hajun já tinha conseguido pelo menos cinco doses gratuitas para a mulher enquanto passava o seu tempo livre com ela, sentado no balcão, chegou com dois copos de drinks que um grupo de recém-formadas pagou para ele, ok que mentiu sobre querer namorar Byeol e que queria dar um drink bacana pra ela, que seria o dia, por sorte as pessoas bêbadas esqueciam fácil das coisas. "O que? A noite ou a bagunça?" Disse ao ouvir a pergunta, voltando o olhar para as pessoas ali. "Porque a bagunça acaba daqui uns trinta minutos, mais ou menos… eu te chamei no dia certo, Byeol. Hoje vamos poder conversar e beber bastante, não se preocupe"
Aquela era a pior ideia que poderiam ter feito naquela faculdade, Hajun montar um time de qualquer esporte que precise de mais de duas pessoas já era difícil, um time com, especificamente sete pessoas e para jogar quadribol era a pior ideia do universo. "Eu nem gosto de Harry Potter" Reclamou baixo enquanto esperava os seus colegas se alongarem enquanto ele e Byeol ficavam sentados de braços cruzados e com uma cara bem feia. "O que a gente não faz por nota né? E aí estamos em um curso lotado de nerd, somos obrigados a isso" A reclamação de Hajun era pertinente, óbvio que ele odiou a ideia desde o primeiro dia, não era daquela categoria de nerds no qual sempre englobavam todos. "Odeio essa saga com todas as minhas forças" Reclamou mais uma vez e virou para a mulher. "Obrigado por me ajudar com isso, e desculpa por te meter nessa vergonha colossal"