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Ainda está ai?
Estamos sim, amor!
Parabéns, Leti. A cavaleira Arielle Blackraven foi aceita. Nós esperamos que aproveite sua estadia na ilha. É importante se lembrar de enviar sua URL em 24 horas com ask e submit ativos. Agora Katheryn Winnick está ocupada.
ARIELLE “ARIA” BLACKRAVEN tem 454 ANOS e é CAVALEIRA. Embora sua aparência diga o contrário, ela é IMORTAL, pois violou uma ou mais leis da ilha. Em outra realidade desconhecida, ela se pareceria com KATHERYN WINNICK. Esse personagem encontra-se FECHADO.
NOBODY TRULY KNOW SOMEONE ELSE.
Filha de comerciantes, Arielle sempre teve uma vida simples e sentia-se inteiramente satisfeita com o que tinha, não era como muitas de suas amigas que sonham em se tornar rainha ou princesa um dia, na realidade, por mais que a loira admirasse a profissão de seus genitores, ela desde pequena sonhava em se tornar uma soldada da rainha, e lutar pela segurança daqueles que pacificamente lutavam pelo bem de milhares de outros, mas logo essa mentalidade ingênua iria mudar. Sem irmãos, a pequena sempre fora o centro das atenções em seu lar, e por esse motivo não havia criança que amasse e idolatrasse mais seus pais. Podia-se afirmar que aquela era uma família especial e unida, mas tudo estava destinado à discórdia. Os anos foram passando e logo a verdade inevitavelmente aparecera. O mundo no qual ela vivia estava longe de ser perfeito, como seus pais faziam parecer ser. Logo uma tragédia iria abrir-lhe os olhos e lhe contemplariam com uma visão atenta e analítica do que acontecia a sua volta, a menina logo percebera que nem todos aqueles que estavam no poder realmente pensavam no bem da população, muito pelo contrário, eram capazes de destruir quem quer que fosse para que pudessem ter ainda mais poder em suas mãos imundas.
Certa manhã, Arielle fora despertada pelos gritos de sua mãe que entrara com urgência em seu quarto, ela lhe imploravam por ajuda, pois seu pai havia sido capturado pela guarda real e estava sendo acusado de ser um traidor e que estava planejando o assassinato do rei. Aquilo soava como o grande absurdo que realmente era, a menina tinha certeza de que seu pai nunca seria capaz de fazer tamanha atrocidade, que ele sempre empregava o seu tempo e sua energia em fazer o bem e nada mais do que isso. As duas se esforçaram para evitar que o pior acontecesse, porém mesmo depois de conseguir adentrar o castelo – através de muitos confrontos verbais e corporais – tudo que Arielle recebeu como resposta foi ouvir novamente a acusação que seu pai era um traidor e assisti-lo ser morte de maneira violenta e barbárica. O alicerce que sustentava a família Blackraven que parecia perfeita aos olhos da menina e todos aqueles que os conheciam, juntamente com toda a sua felicidade plena, agora desmoronava a sua frente. Por muito tempo temeu pela morte de sua mãe, e se perguntava se o que havia acontecido era uma confusão com a identidade do suspeito daquele suposto crime cometido ou se o assassinato do homem fora encomendado por puro capricho e para o entretenimento de alguns. Mas a verdade era que descobrir a razão daquela morte não traria seu pai de volta, nada o faria.
Algum tempo depois, Arielle abordara sua mãe, no intuito de lhe dizer que não concordava com a morte de pessoas inocentes como seu pai e que acreditava que toda aquela situação poderia ser evitada no futuro, bastavam eles lutarem por uma mudança. Mas o que começou como uma conversa civilizada terminou com uma briga entre as duas, que culminou na decisão da mais nova de lutar por aquilo que acredita em segredo, sem arrastar a mãe para as possíveis consequências de seus atos. Por mais curioso que pareça, não há uma fagulha sequer de ódio no coração da garota hoje em dia, havia apenas magoa e determinação. A loira sabia a coisa certa a ser feita, e não haveria momento mais adequado, pois logo soubera a respeito da revolução que aparentemente estava próxima de acontecer. Mas ela acredita conhecer bem a rainha, e que deve agir de maneira discreta inicialmente, sem grande alarde, para que não seja morta antes de poder fazer algo a respeito de toda a tirania existente no reino, por isso, pouquíssimas e elegidas pessoas sabem sobre os seus desejos revolucionários. E é assim que ela age, recebe informações sobre os revolucionários e tenta tramar, em sua mente agitada e torturada, um plano de ataque contra aqueles que insistem em destruir a vida daqueles que apenas lutar diariamente por suas felicidades e daqueles a quem amam.
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A aparência de Arielle em conjunto com a sua postura é capaz de assustar muitas pessoas. Mas não se deixe enganar pela cara amarrada ou pela sua postura violenta. A garota é normalmente muito educada e não sai distribuindo grosserias gratuitamente. Apesar de sua personalidade um tanto quanto excêntrica, é bastante generosa na maioria das situações. Dificilmente será a primeira a atacar alguém, mas nunca foge de uma luta e não teme em se arriscar, além de gostar e ter a necessidade de sentir a adrenalina de quando entra em alguma confusão ou discussão, pois isso a faz se lembrar de que está viva, mesmo que não assuma publicamente isso. Por mais que se esforce para nunca demonstrar esse lado de sua personalidade, a mente da garota é extremamente atormentada, por inseguranças e memórias as quais tenta com afinco se esquecer, como a falta de uma das únicas pessoas as quais realmente amara em sua vida e a culpa por não ter sido capaz de salvá-la. Durante algumas noites ela tem crises graves de choro e ataques de pânico, quando ela se sente completamente sem ar e quase incapaz de continuar com a sua vida. Mas aos poucos vem aprendendo como controlar tais ataques, mesmo que o motivo seja a sua vontade de esconder suas fragilidades do resto do mundo. Teme que esteja perdendo o resto de sua sanidade pouco a pouco. É possível afirmar que há duas versões de Arielle: A frágil e danificada, que secretamente luta diariamente para manter sua sanidade, e a garota forte e solidária que luta pela própria vida e a dos outros. Por esse motivo, ela se tornou uma pessoa bastante reservada e de poucas palavras. Gosta de observar, porém odeia ser observada e principalmente ser analisada.
Arielle
Clarity
Emília
Gwendollyn
Park
CLARITY “CLARY” MURRAY tem 480 ANOS e é GRÃ PRINCESA. Embora sua aparência diga o contrário, ela é IMORTAL, pois violou uma ou mais leis da ilha. Em outra realidade desconhecida, ela se pareceria com EMILY BROWNING. Esse personagem encontra-se FECHADO.
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Claridade. Esse é o real significado do nome dado a bela mulher que nascera bastarda do rei. O dia em que viera ao mundo trouxe a atenção de todos na ilha. Era uma bela garota, a segunda filha de Carlos com sua amante. A rainha, até então, não o dera nenhum filho. Contente pelo nascimento da garota, ele a deu esse nome devido ao lindo dia de sol que se fazia lá fora, mas fatores como a pele alva que possuía e olhos verdes claros contribuíram para o batismo, embora tenha o sobrenome de todos aqueles que não tinham paradeiros.
Murray; o sobrenome escolhido pela sua mãe, que por sua vez também não tinha família e o aderiu para os filhos. Sua infância fora calma. Crescida ao lado do irmão mais velho e de sua mãe, sempre esteve ciente de que ter o rei como pai resultava em uma ausência constante do mesmo em sua vida. Mesmo sendo jovem, Ian foi quem assumiu o papel materno na vida da garota. Ele a ajudava quando se machucava, brincava com ela e fazia o melhor que podia como um irmão. Clary sabia que muito provavelmente ele fora sozinha até ela nascer, e por isso que ele cativa um carinho enorme pela mesma.
Alguns anos mais tarde, a primeira filha legítima do rei nascera. Era uma bela menina, de olhos grandes e belos cabelos, embora em nada se parecesse com sua irmã. Para a surpresa da mais velha, o seu pai dava todo o amor e assistência que podia para a recém nascida, e isso partiu o coração de Clary em mil pedaços. Ausente de pai, sua mãe não fez diferença em sua criação, já que sempre vivia bêbada pelos arredores e sumia durante dias antes de aparecer novamente. A morena se sentia eternamente grata pela companhia do irmão, que apesar de todos os obstáculos continuou a exercer o papel de um pai sobre sua vida.
Quando Ian parou de envelhecer tinha apenas 23 anos, o que fez a jovem se sentir preocupada. Será que ficaria mais velha que ele? A preocupação era notável. Os anos foram passando-se, ela dedicou-se a estudar na escola dos arredores do castelo. Teve que mostrar seu interesse e tamanha disciplina por ser uma garota, e aprendeu tudo que hoje sabe com a rígida disciplina católica. Depois de terminar os estudos, fora para a “faculdade”, a qual concluiu seus ensinos em aritmética, geografia, astronomia e música. Fizera todos os estudos em latim, o que a exigiu tempo e esforço.
Foi ao se formar que tudo aconteceu. Clary passeava pelos corredores pouco iluminados do castelo durante uma noite de outono. O tempo estava frio, e estava sozinha quando aconteceu. Procurava o seu quarto em meio ao breu no último corredor em que passava. Sentiu seu peito queimar ao ouvir passos atras de si, como se alguém usando botas estivesse apressado para chegar até seu destino. Agarrou rapidamente uma das presilhas do seu cabelo e segurou fortemente em meio aos dedos trêmulos “Proteja-se” repetia as palavras do irmão na mente “Não deixa que nenhum homem te faça mal, nunca” Lembrou dele falando. Ao sentir a mão masculina puxa-la bruscamente soube que tratava-se de um ataque. Virou rapidamente e enfiou-lhe a presilha na garganta, o único lugar que conseguiu alcançar devido as várias camadas de pano em suas vestes. Com apenas um feixe de luz vindo de uma tocha ao fiz do corredor, Clary só conseguiu ver a expressão de dor no rosto do rapaz e seus olhos perdendo vida aos poucos antes dele cambalear e transformar-se apenas em um punhado de pó que o vento logo levou. Perplexa de pavor, a garota podia jurar que sentia algo semelhante a uma parte de si corroer-se lentamente. Limpou o sangue em suas vestes antes de entrar em seu quarto e chorar até dormir. Na manhã seguinte, contou o ocorrido ao seu irmão, e desde então parou de envelhecer. Para sempre.
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Quando se trata da sua personalidade, pode ser definida por calma (embora esteja sem paciência em seus piores dias). Dona de uma mente brilhante e cheia de ideias, vez ou outra Clary encontra sua diversão além dos livros; Por ser uma bela mulher, ela chama a atenção nos corredores sempre que passa. Como uma filha do rei mostra suas origens reais na cama, assim como a habilidade de sua mãe que corre em suas veias. Dona de um belo corpo e um rosto tão lindo quanto, não é nada difícil de se apaixonar por essa bela bastarda, com todo seu temperamento controvérsia que está constantemente mudando. Uma hora melancólica, em outras, fria. É difícil - se não impossível - saber o que ela tem em mente, embora seja divertido tentar adivinhar.
EMILIA MACINTYRE tem 472 ANOS e é INFANTA. Embora sua aparência diga o contrário, ela é IMORTAL, pois violou uma ou mais leis da ilha. Em outra realidade desconhecida, ela se pareceria com AMANDA SEYFRIED. Esse personagem encontra-se FECHADO.
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Uma princesa precisa ser nobre, bondosa e convincente. E era assim que todos viam a doce Emilia.
Nascida em um berço de ouro, a garota era a imagem perfeita de alguém da realeza, desde pequena adorava ajudar seus súditos e sua família. Nunca vira maldade nas coisas, pelo contrário, era tão inocente que todos se aproveitavam disso, não só fazendo a mesma de boba, mas também usando-a para seus próprios interesses. Sendo sempre a favorita do seu pai, que a amava incondicionalmente, tinha tudo o que queria, desde os melhores vestidos as melhores empregadas. A sua infância fora resumida em ser mimada e ter, assim, tudo o que queria.
Mas tudo isso só encobria a sua própria realidade.
O casamento de seus pais ia de mal a pior, e o reino parecia um total caos. Para piorar, muitos acidentes estavam acontecendo nas redondezas, trazendo como um imã muitas pessoas doentes para sua casa onde seu pai abrigava os recém chegados na cidade, que pareciam estar lá para ficar. Em, como era conhecida por alguns, foi uma adolescente forte, tendo que se acostumar com irmãos bastardos de seu progenitor, e tendo muitos deles não gostando dela; a mesma via-se diante de um desafio. Ganhando para si muitas vezes má fama por causa dos atos dos pais, a menina tivera que aprender a mudar sua situação para a melhor, mostrando a todos que tinha uma disciplina, diferente de muitos de seus irmãos.
Ao se tornar enfim uma mulher, Emilia passou a ser mais cuidadosa. Depois de sua adolescência difícil tendo que aprender a lidar com seu futuro; casar-se com algum homem nobre e continuar com a linhagem Macintyre, uma tarefa nada fácil. Tentava sem pestanejar seguir os passos da mãe, uma mulher brava e, até onde sabia, fiel ao seu povo e ao seu marido. Digna das maiores proporções de bondade, a mesma, que sempre fora uma pessoa muito inteligente e bondosa, dedicava sua vida a ser um bom exemplo.
O que fora se tornando uma tarefa difícil em meados vinte anos, quando muitos pretendentes começaram a se candidatar ao cargo de seu marido. Afinal, qual era o homem que não iria querer casar-se com a bela e bondosa filha do rei?
Mas para Emilia, o amor vinha antes do sangue. E por seu meio-irmão, Ian, que a mesma se apaixonou. No começo achou que fosse apenas confusão de sua cabeça, sendo que a mesma só conseguia encontrar com seus meios-irmãos — os poucos que gostavam de sua presença — em comemorações da realeza, onde todos da cidade tinham estavam. E exatamente em uma dessas festas que ela descobriu a verdade. Parecia um joguinho no começo, mas com o tempo, que não parecia mais passar, ela descobriu que não era nada o que a mesma pensava.
Sentia-se traindo a todos, onde já se viu? Irmãos não se casam, principalmente se eles mal podem se ver sem todos agirem como loucos. Mas os seus sentimentos eram maiores, buscava sempre mudar sua situação, a procura de um marido como seus pais sempre quiseram, e afogava todos os seus sentimentos em noites com cavalheiros, nobres e homens que a fizessem esquecer do seu amado. Uma tarefa que poucos conseguiam cumprir.
E tornando-se imortal, Emilia aprendeu a conviver com seus sentimentos durante muitos anos, um amor que não poderia render nada além de dor fora cultivado, ambos sentiam-se apaixonados e ambos sentia-se presos a isso. A culpa a fizera cometer os mais piores delitos, a imortalidade não a servia de nada se não pudesse passar como queria. Ao lado de Ian, seu meio-irmão bastardo que carregava os seus mais profundos e reais sentimentos.
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Emilia costuma aparentar leveza. Sempre com uma fala calma e sorridente, a garota consegue conquistar a confiança de muitos com sua bondade que transborda de seu corpo. Mas não é algo que todos devem se acostumar em ver, é sempre uma boa pessoa quando não tentam se aproveitar disso. Suas maiores qualidades são a compreensão e a forma que encara bem os fatos, mas com elas também vem as ruins; tenta não parecer fácil para muitos, é uma princesa levada quando se trata de seus princípios, não desiste fácil. Por ter sido muito mimada na infância gosta das coisas como quer que sejam, costuma ser muito sincera e não tem medo de encarar desafios, sendo ele pular em um rio sem roupas ou desafiar seu pai. Pode parecer frágil, mas a garota não se abala por pouco, não costuma demonstrar sentimentos que não se sente segura sobre, e muitas vezes consegue ser instigante mesmo sem tentar.
Ao se tornar imortal, tornou-se, também, mais preocupada. Não queria cometer atos que tornaria sua vida um inferno, ainda mais agora que ela não tinha fim. Obedece muitas vezes pessoas de confiança da família, sendo eles mais velhos ou não. Muito bondosa a garota tem medo de perder o que tem hoje em dia, mesmo que o presente pareça infinito agora. Por estar apaixonada mas por ninguém saber, acaba sendo o exemplo vivo de que não precisa de um homem em outra ocasião além da cama. Toma conta de si mesma muito bem e, de certa forma, ama o fato de ser imortal, assim, ela tem todo o tempo do mundo para se arrepender de toda e qualquer bobagem que fizer.
PARK JUNGEOK tem 150 ANOS e é AJUDANTE NA COZINHA REAL. Embora sua aparência diga o contrário, ele é IMORTAL, pois violou uma ou mais leis da ilha. Em outra realidade desconhecida, ele se pareceria com MIN YOONGI. Esse personagem encontra-se FECHADO.
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Pessoas boas nem sempre costumam seguir um caminho bom, e Park sabia muito bem disso. Criado para ser o homem que salvaria sua família da pobreza que viviam, o mesmo sempre carregara o esforço de seus pais em tudo que tinha. Sua infância, diferente de muitas, fora realmente compensadora. Uma vida comum que uma criança poderia ter. Até alcançar seus dezoito anos, o menino dedicara-se a aprender coisas que poderia o ajudar futuramente. Sendo muito inteligente, Park era o filho que sua mãe sempre sonhara. Seus irmãos mais novos o tinham como inspiração, tornando tudo mais difícil.
Ter que demonstrar amor por uma vida que nunca quisera ter, Jungeok queria ser mais do que aquilo, mas o que um garoto poderia fazer? Depois de anos vivendo uma vida que seus pais sonharam para ele, o mesmo só queria saber de ter suas próprias conquistas. Todos os dias após as aulas que frequentava sempre arranjava alguma desculpa para ficar mais tempo fora de casa, e nessas saídas o mesmo acabou se encontrando de vez. Os seus pais, que sonhavam em com um filho com profissões de cargos altos na sociedade, nunca pensaram que Park iria querer se algo como um artista, até porque não combinava nada com sua personalidade calma e tímida.
A vontade de ajudar a família era grande, mas a fome pelo que o agradava era maior. Então, em uma noite de dezembro, quando chegara aos seus 24 anos, depois de arrecadar todo dinheiro que pode, foi embora. Deixando tudo de valor para que seus pais conseguissem criar seus irmãos. Não demorou muito para que ele fosse embora para longe de sua cidade natal, o navio onde se encontrava carregava muitas pessoas que talvez procurassem o mesmo que Park, uma nova vida.
Mas seus sonhos não duraram muito.
Park sabia que a sorte nem sempre sorria ao seu favor, e numa noite em que ainda se encontrava viajando o seu navio naufragou. Em plenas águas desconhecidas pelo mesmo. O desespero era apalpável por todos, muitos morreram no processo de afundamento, mas ele, que conseguira achar um dos botes, acabara conseguindo evitar se afogar. Em plenas águas da ilha de Macintyre, o mesmo, que já sentia-se estranho em meio a tanto desespero, fora abordado pelos gritos de uma mulher e uma criança em alto mar, a chuva caia mas ele sabia exatamente de onde o som vinha. Arriscar tentar salva-los não era uma opção. Mais uma vez agira de forma egoísta, e começara a remar para longe de toda aquela confusão, sem saber pra onde ir e com nada além de um bote quase afundando e suas roupas completamente molhadas.
O que acontecera depois ficara em mistério para o mesmo.
Lembrava apenas de ser acordado por uma mulher secando sua testa, deitado na cama de um quarto chique e sem se lembrar de nada, o garoto ficara desesperado. No início achara estranho, mas começara a se acostumar com o tempo. Sem lembrar de nada e sem ter pra onde ir, fora posto para trabalhar no palácio onde acordara a algumas semanas atrás... Ou será que foram meses? Não conseguia lembrar.
Era como se seus olhos estivessem impossibilitados de ver a verdade a sua frente, e sua mente não entendesse o que estava acontecendo. Sendo posto para trabalhar como ajudante na cozinha, o garoto acabara se saindo muito bem e seu pagamento era continuar morando no lugar onde a realeza frequentava, não era o primeiro que optava por isso mas odiava essa ideia. Tinha que lidar com o fato de que o tempo não passava mais e principalmente com o fato de que teria que trabalhar para não viver mais desse jeito.
Tornara-se um homem com muitas amarguras em sua vida. Todas as noites sonhava com um barco afundando, pessoas gritando no meio da chuva e o mesmo se afastando sem poder ajudar ninguém, era como se soubesse que aquilo era real mas não conseguisse recordar mais do que isso. Suas noites tornaram-se a coisa mais dolorosa que conseguia passar por, sentia-se culpado por um crime que achava não ter cometido, mas ele sabia que sim. Afinal, sua imortalidade estava ali para isso.
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Sendo um homem muito sério, Park costuma a não parecer muito amigável para alguns, o que faz, muitas vezes, que algumas pessoas evitem ter contato com o mesmo. Extremamente concentrado, o garoto não faz muitas brincadeiras, mas mesmo que aparente ser um pouco metido por causa de sua timidez, consegue, quando quer, ser muito agradável.
Fora criado com disciplina e é assim que sempre age, consegue fazer coisas que não parece muito comum para o mesmo, mas geralmente evita tal ato. Quieto, sério e muitas vezes mandão, acaba sendo a melhor pessoa para cuidar muitas coisas, muito mais de pessoas, gosta dos seus colegas de trabalho mas sempre mantem mais contato com pessoas de fora.
Adora ser confundido com um dos filhos do rei por admira-lo acima de tudo. É muito dedicado a ideia de subir de cargo, então é melhor evitar criticar isso. Pode ser um pouco vulnerável mesmo que não demonstre, o loiro é divertido com certas pessoas, gosta de fazer pessoas sorrirem e por ter uma aura artista consegue inovar muito em qualquer ocasião.
RESERVA DE FC:
Kim JongIn reservado para rappersexual.
RESERVA DE FC:
Min Yoongi reservado para bledingouts.
para que postar char fechado na tag? ):
É um meio de chamar atenção dos players, anon.
Babies, há algum lugar onde eu possa ver o balanço de personagens? And parabéns pelo rp, tá maravilhoso
Claro, acabamos de colocar. Você pode conferir na página de cargos/títulos. (Antes que tentem me matar, é temporário. Com o passar do tempo eu aumentarei as vagas)
E obrigada pelo carinho <3
Vcs são tão legais e compreensivas deixa eu abraçar vcs *hugga*
*Abraçando* Obrigada pelo apoio <3
Nenhuma vaga para princesa ou bastarda???? Chato isso hein
Agora temos, anon.
Deveria ter mais vagas para filhxs legítimos e ilegítimos. Na idade média a maior função de uma mulher era procriar. Era comum ter mais de cinco filhos
Sim, sim. Estamos trabalhando para aumentar esse número, então podem mandar fichas de filhos do rei com a rainha e bastardos por parte do rei, sendo com sua amante real ou não. Pedimos desculpas pelo transtorno.
GWENDOLYNN JANET DE ALBA tem 466 ANOS e é uma DUQUESA. Embora sua aparência diga o contrário, ela é IMORTAL, pois violou uma ou mais leis da ilha. Em outra realidade desconhecida, ela se pareceria com ADELAIDE KANE. Esse personagem encontra-se FECHADO.
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Gwendolynn era a filha mais velha do duque de Alba, um dos servos mais fiéis do Rei. A garota porém pouco herdara do espírito calmo e que desejava servir do pai. Oh não, que Deus perdoe a pobre garota, pois sua personalidade era imprudente, explosiva, livre. Pelo menos costumava ser antes de acabar naufragando na ilha de Macintyre.
No momento em que colocou os pés na ilha ela soube que algo estava errado. Não apenas algo. Tudo. O cheiro do mar parecia diferente. As aves não tinham o mesmo cantar. E as pessoas… Elas simplesmente pareciam boas demais.
Apesar de tudo isso a duquesa não conseguiu discordar do rei quando ele ofereceu um cômodo do castelo para sua estadia. Gwen prometeu a si mesma que não ficaria mais de alguns dias no lugar. Apenas tempo suficiente para conseguir um barco e tripulação. Porém, de forma quase natural, os dias se transformaram em semanas, que se transformaram em meses, que se transformaram em anos.
Não importava o quanto ela quisesse sair algo a prendia. Como se o perfume das flores fosse uma espécie de feitiço, a encantando e atormentando. Como se não fosse ao bastante em seu segundo ano na ilha (Ou seria terceiro? O tempo não parecia fluir de forma uniforme na cabeça de Gwen quando estava no local) a duquesa presenciou a pior coisa imaginável. Gwendolynn Janet de Alba experimentara pela primeira vez toda a escuridão que um coração humano poderia esconder.
A duquesa caminhava distraidamente por uma feira da cidade. Ela carregava uma cesta de maçãs frescas, suas frutas favoritas, quando sentiu um braço segurar sua garganta. Ela tentou gritar em vão. O oxigênio parecia deixar sua cabeça. Gwen estava prestes a aceitar a morte quando com suas ultimas forças ela conseguiu alcançar uma faca que estava em seu bolso e enfiá-la na pele do ladrão que tentava matá-la. O aperto se soltou rapidamente e antes que pudesse se dar conta ela estava de pé em uma poça de sangue. O sangue do homem morto em sua frente.
A partir desse momento a vida de Gwendolynn mudou. Ela não conseguia tirar a cena de sua cabeça. Era como se uma nuvem de escuridão infiltrasse sua vida. Ela precisava ir embora daquele lugar. Precisava sair… mais ainda assim algo a impedia. O tempo parecia passar de forma mais lenta. Ou seria mais rápida? Os dias não eram mais tão importantes e horas pareciam como segundos… Por quanto tempo ela estivera viva?
O sentimento de rebelião nunca fora tão forte na duquesa. Ela sabia que algo estava errado. Contra todos seus instintos que a diziam para apenas se proteger ela começou a investigar. E apesar de nunca ter descoberto a verdade completa sobre a ilha ela tinha certeza de uma coisa: aquele não era seu lugar. E ela sairia de lá, nem que tivesse que formar um grupo de rebeldes ou matar o próprio rei. Afinal, quando se experimenta a sensação de matar pela primeira vez a segunda não pode ser tão ruim assim, certo?
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Gwendolynn tem um espírito livre. A garota não gosta de ter amarras em si e faz de tudo para ser o mais independente possível. Ela quer ser capaz de tomar suas próprias decisões e escolher suas próprias lutas. Isso também agrega um humor negro, sarcástico e o que muitas pessoas poderiam chamar de cinismo. Não gosta de ser contrariada e tem um cabeça além de quente dura.
Graças ao assassinato que cometeu ela também tem recorrentes ataques de pânico, embora agora eles sejam raros. Desde o acontecimento ela aprendeu autodefesa e técnicas de luta e esgrima, embora obviamente de forma discreta e escondida. Afinal se ela escolher suas lutas então também terá que lutá-las.
Seu espírito livre não é sempre de todo bom. Isso a ajudou a desenvolver certa rebeldia, contra o sistema, o rei, a ilha, tudo. Ela é determinada e esta disposta a arriscar tudo para alcançar seus objetivos. Gwendolynn não teme a morte e talvez esse seja seu maior defeito.
Você pode dar uma resumida na personalidade das duas princesas, por favor? Ficaria mais fácil para desenvolver o personagem.
Com prazer, mas eu teria que te pedir para vir logadx